Author: Lucas Planeta Exo

  • Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Confira tudo o que você precisa saber para visitar o segundo maior bioma do Brasil e uma das mais incríveis paisagens naturais do mundo!

    Campos enormes de vegetação verde-amarelada, árvores baixas e arbustos crescem no clima tropical dessa savana brasileira, que tem uma fauna e flora muito ricas, vistas de tirar o fôlego e uma importância ambiental inegável.

    O Cerrado no Brasil é um destino incrível pra quem curte aventura e vida selvagem. No artigo Os 25 melhores lugares do mundo para viajar em 2025, a National Geographic descreve o bioma como “um lugar subestimado, mas incrível”, destacando a observação de pássaros e o rastreamento de lobos como motivos para visitá-lo.

    Como visitar o Cerrado no Brasil

    Viajar para o Cerrado é, sem dúvida, uma experiência inesquecível de beleza incomparável, conexão com a natureza, contribuição para práticas sustentáveis e a descoberta de um dos ecossistemas mais importantes – e menos conhecidos – do Brasil.

    Cacheiras do Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil
    Photo: @viagemnarelacao

    O que é o Cerrado no Brasil?

    Cobrindo 25% do território brasileiro, nos estados de Goiás, Brasília, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí e São Paulo, o Cerrado tem mais de 2 milhões de km². A área é tão grande que caberia a Inglaterra, a França, a Alemanha e a Espanha!

    Como visitar o Cerrado no Brasil

    Segundo maior bioma brasileiro (só perde para a Floresta Amazônica), o Cerrado é considerado a savana mais biodiversa do mundo, abrigando 5% dos animais e plantas do planeta. Lá estão localizadas as nascentes de oito das doze principais bacias hidrográficas do país, incluindo rios como São Francisco, Tocantins, Paraná e Paraguai.

    Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil

    Por causa da importância dele no abastecimento de água limpa, o bioma também é conhecido como “o reservatório d’água do Brasil”. O Perfil de emissões de GHG também é uma parte importante da região, que tem um papel enorme na regulação do clima e na redução da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera.

    De acordo com o MapBiomas Brasil, uma iniciativa para mapear a cobertura vegetal do Brasil e suas mudanças ao longo dos anos, existem 8,1 gigatoneladas de carbono orgânico armazenado nos primeiros 30 cm do solo do Cerrado. Nas áreas com vegetação natural, existem 41 toneladas de carbono por hectare.

    Desafios ambientais

    60% da produção agrícola do Brasil rola no solo fértil do Cerrado, incluindo soja, milho, algodão e carne bovina. Isso é super importante pra economia do país, mas prejudicial pro meio ambiente. Entre 2000 e 2015, as áreas dedicadas à agricultura aumentaram 87% e continuam crescendo rápido.

    A conversão da vegetação nativa em terras agrícolas consome reservas de carbono, desregula o clima, agrava a erosão, reduz a capacidade do solo de reter água e coloca os animais em perigo. Embora os cientistas afirmem que a melhor maneira de proteger o Cerrado no Brasil é simplesmente deixá-lo intocado, isso não é uma possibilidade realista, dada a sua importância para o funcionamento econômico do país.

    Felizmente, alguns parques nacionais e estaduais protegem o Cerrado em diferentes áreas, como o Parque Estadual do Jalapão (Tocantins), o Parque Nacional das Sempre-Vivas (Minas Gerais), o Parque Nacional das Emas (Goiás), o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Goiás) e o Parque Nacional do Grande Sertão Veredas (Minas Gerais).

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Mesmo assim, ainda é importante manter o equilíbrio entre a agricultura e o meio ambiente. Algumas soluções podem ser muito úteis, como aplicar atividades agrícolas sustentáveis, restaurar a vegetação nativa, usar fontes de energia renováveis e criar mais leis que visem a conservação do Cerrado – além de endurecer as punições para quem não respeita essas leis.

    O ecoturismo também é uma solução poderosa. Práticas de viagem sustentáveis são capazes de arrecadar fundos para esforços de preservação, criar consciência sobre a importância do bioma e empoderar as comunidades locais, não só para ganhar a vida, mas também para tirar essas pessoas de empregos que podem ser potencialmente prejudiciais ao Cerrado.

    Como visitar o Cerrado no Brasil? - Pousada Trijunção

    Vida selvagem do Cerrado

    Alguns dos melhores passeios de observação da vida selvagem no Brasil acontecem no Cerrado. 860 espécies de aves, 200 mamíferos, 180 répteis, 150 anfíbios, 1.200 peixes e milhões de insetos vivem nesse ecossistema.

    A estrela da fauna do Cerrado é o lobo-guará, o maior canídeo da América do Sul. Seu pelo laranja-avermelhado, pernas longas, natureza solitária e hábitos alimentares, que incluem pequenos animais e até mesmo uma fruta nativa chamada lobeira, são as principais características dessa linda criatura. No folclore da região, o lobo-do-mato-grande tem poderes mágicos, capaz de desaparecer em um piscar de olhos e hipnotizar suas presas para facilitar a caça.

    Lobos do Cerrado - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Outros animais também são considerados símbolos do Cerrado, como jacarés, tatus, tamanduás-bandeira, porcos-espinhos, araras, veados-mangangai, etc.

    Como visitar o Cerrado no Brasil? - Araras Azuis
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    Qual é a melhor época para viajar ao Cerrado?

    Durante a estação seca, a melhor época para visitar o Cerrado é entre maio e setembro. É quando o clima é mais ameno, com dias quentes e noites frescas. As temperaturas podem variar de 15º C a 30º C.

    Caminhadas e observação de animais são ótimas atividades quando o volume de chuvas é menor, enquanto a estação chuvosa (outubro a abril) permite uma vegetação mais verde e rios/cachoeiras mais cheios.

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Lugares e passeios no Cerrado

    Como já falamos, o Cerrado é tão grande que passa por vários estados, o que significa muitas opções legais de lugares e passeios. Alguns deles, porém, se destacam pela beleza, imersão total na natureza e experiências únicas.

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Veja abaixo os melhores passeios no Cerrado!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é uma unidade de conservação cujo objetivo é proteger os recursos naturais localizados no leste do estado de Tocantins, que é coberto pelo Cerrado.

    É impossível não se apaixonar por este lugar. Dunas de areia, formações rochosas antigas, trilhas para caminhadas, cachoeiras, rios e lagoas estão bem protegidos dentro do parque, mas os fervedouros são provavelmente as principais atrações do Japalão.

    Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Os fervedouros são muito parecidos com piscinas naturais, só que rodeados por árvores – principalmente palmeiras de buriti – e impossíveis de afundar, por mais profundos que sejam. A pressão proveniente dos lençóis freáticos faz com que tudo e todos flutuem, além de dar um efeito de ebulição à água.

    Parque estadual do Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como chegar: O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodriguez (PMW), em Palmas, capital do Tocantins, é o mais próximo de Jalapão. Tem voos diretos de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. Depois de pousar, é uma viagem de carro de 4 horas até Jalapão.

    👉 Não perca a chance de visitar esse lugar mágico: Confira nossos passeios no Jalapão!

    Pousada Trijunção

    Assim como o Cerrado no Brasil é um lugar imperdível para 2025, segundo a National Geographic, a publicação também menciona a Pousada Trijuncão, uma pousada de luxo situada na tríplice fronteira entre Bahia, Minas Gerais e Goiás, como a acomodação perfeita para quem viaja ao bioma.

    Além da sofisticação, serviços premium, instalações elegantes, comida deliciosa e exclusividade  (são apenas sete suítes disponíveis para reserva), o amor e respeito da Trijunção pelo Cerrado proporcionam atividades diferentes de todas as outras.

    Lobos do Cerrado - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Essa é a opção ideal pra quem quer ver lobos-guaranis. Em parceria com a Onçafari, uma organização sem fins lucrativos que quer acostumar animais selvagens à presença humana pra desenvolver o ecoturismo e proteger a fauna e a flora, os hóspedes da Pousada Trijunção podem participar de safáris pra ver lobos-guaranis no habitat natural, sempre acompanhados por guias experientes que seguem protocolos rígidos pra garantir a segurança do grupo e o conforto dos animais.

    O roteiro também oferece observação de pássaros, caminhadas, safári noturno, visita ao Parque Nacional do Grande Sertão Veredas, caiaque, contemplação do pôr do sol e passeios de bicicleta pelos campos do Cerrado.

    Safáris noturnos - Pousada Trijunção - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como chegar: De Brasília, Trijunção fica a 333 km (5 horas de carro). Os hóspedes podem ir de carro próprio, alugar um veículo, contratar um serviço de transfer ou até mesmo voar em um avião particular ou voo fretado saindo do Aeroporto de Brasília (BSB).

    👉 Quer saber mais? Dá uma olhada no nosso Passeio pelo Cerrado Selvagem no Brasil na Pousada Trijunção!

    Chapada dos Veadeiros

    No nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros tem a típica vegetação do Cerrado, cachoeiras lindas, dezenas de nascentes e formações rochosas com bilhões de anos! Por causa da importância, a UNESCO reconheceu esse lugar incrível como Patrimônio Mundial em 2001.

    Cerrado no Brasil - Chapada dos Veadeiros
    Photo: @camilarbs

    Caminhantes de todo o planeta visitam a Chapada dos Veadeiros para explorar todos os seus segredos, incluindo cristais de quartzo formados ao longo do tempo que muitas pessoas acreditam ter poderes curativos.

    Mas as cachoeiras são, com certeza, as atrações mais procuradas do parque. Só pra citar algumas, Saltos do Rio Preto, Cariocas, Segredo, Almécegas I e II, Vale da Lua e Catarata dos Couros valem muito a visita.

    Cerrado no Brasil - Chapada dos Veadeiros
    Photo: @dougcerrado

    Como chegar: a Chapada dos Veadeiros é servida pelo Aeroporto de Brasília (BSB), mas é preciso fazer uma viagem de 3 horas de carro depois de pousar. A hospedagem é em Alto Paraíso de Goiás, uma cidadezinha com só 10.306 habitantes – e ótimo acesso ao parque.

    👉 Veja você mesmo: Reserve agora nosso Passeio de Trekking na Chapada dos Veadeiros!

    Chapada das Mesas

    O Parque Nacional da Chapada das Mesas fica perto de 11 cidades no centro-sul do estado do Maranhão. Seus planaltos parecem mesas de pedra, daí o nome – a palavra “mesas” significa “tables” em inglês.

    Chapada das Mesas
    Photo: @omeupaismaranhao

    O Cerrado cobre boa parte dos 160.000 hectares do parque, mas os biomas da Caatinga e da Amazônia também dividem o mesmo espaço. Isso cria uma bela diversidade natural entre cachoeiras cristalinas, piscinas naturais e enormes paredes rochosas que dão todo o charme ao lugar. Por causa dessa riqueza, a Chapada das Mesas é frequentemente comparada ao Jalapão.

    Quando se trata do que fazer no Cerrado neste local em particular, algumas atividades são quase obrigatórias. A Cachoeira do Santuário é uma cachoeira de 46 metros escondida dentro de um cânion, enquanto o Encanto Azul e o Poço Azul são piscinas naturais de tirar o fôlego, aninhadas entre formações rochosas.

    Chapada das Mesas - Cerrado
    Photo: @eusouwill_rj

    Como chegar: Carolina e Richão são os principais pontos de entrada para a Chapada das Mesas. Embora não haja aeroportos nas duas cidades, você pode escolher uma dessas três opções nas cidades próximas:

    • Aeroporto de Araguaína (AUX) – Tocantins: a 110 km de Carolina, tem voos saindo de Palmas, Brasília e Goiânia. São 2 horas de carro até Chapada das Mesas. Mais perto do destino final, mas tem poucos voos por semana e os preços costumam ser mais altos.
    • Aeroporto de Imperatriz (IMP) – Maranhão: a 220 km de Carolina, tem voos de São Luís, Brasília, Belém e Belo Horizonte. São 3 horas de carro até Chapada das Mesas. Preços médios e mais opções de transporte.
    • Aeroporto de Palmas (PMW) – Tocantins: a 475 km de Carolina, tem voos de Recife, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. São 7 horas de carro até Chapada das Mesas. Os preços mais baixos, mas a distância até o parque nacional é bem maior.

    O Cerrado no Brasil está te esperando!

    Agora que você já sabe tudo sobre o Cerrado, é hora de ver essa beleza com seus próprios olhos!

    O PlanetaEXO não só te ajuda a organizar sua viagem, mas também te conecta com os melhores profissionais da área para que você possa finalmente ter as férias dos seus sonhos. Mande uma mensagem e vamos começar a plenejar!

    Jalapão no Brasil
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  • As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    Você ama trekking e estar em contato com a natureza? Descubra as trilhas mais bonitas do Brasil nesta lista cuidadosamente selecionada!

    O Brasil é o melhor lugar do planeta para viagens de aventura, segundo o US News & World Report — ficando à frente de destinos conhecidos pelo ecoturismo, como Nepal, Costa Rica e Nova Zelândia. A lista também menciona os atributos do país para justificar a primeira colocação: a simpatia dos moradores, ótimas oportunidades de lazer, clima agradável e vistas panorâmicas.

    As caminhadas ecológicas estão entre as atividades favoritas de qualquer aventureiro. As melhores trilhas no Brasil oferecem paisagens naturais de tirar o fôlego, incluindo campos abertos, montanhas, rios, cachoeiras, cavernas e vastas extensões de vegetação intocada.

    Como um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, o PlanetaEXO sabe tudo sobre os melhores trekkings do Brasil para viajantes que buscam conexões autênticas com a natureza. Confira a nossa lista logo abaixo!

    1 – Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Se você não for ao Vale do Pati, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, não estará vivenciando a experiência completa de caminhadas no país. Este destino incrível no estado da Bahia reserva algumas das travessias mais desafiadoras e emocionantes do território nacional.

    Trilheiros caminham por uma trilha rochosa em direção a montanhas distantes durante um pôr do sol dourado no Vale do Pati, Parque Nacional da Chapada Diamantina.
    Photo: Guillaume Leman

    As trilhas cruzam vistas deslumbrantes, passando por montanhas, formações rochosas, cavernas, mirantes, rios e cachoeiras. Nadar e refrescar-se nas cachoeiras do Funil e do Cachoeirão são atividades imperdíveis para todo viajante. O Morro do Castelo, um penhasco de 1.280 metros de altura, também é um dos grandes destaques de um trekking na Chapada Diamantina.

    Em média, um trekking no Vale do Pati exige 15 quilômetros de caminhada por dia, mas é possível estender (22 km) ou encurtar (8 km) essa distância. Tudo depende de quanto tempo você vai ficar, do tipo de experiência que procura e do quanto está disposto a caminhar.

    2 – Lençóis Maranhenses (MA)

    As dunas de areia e as lagoas de águas pluviais dos Lençóis Maranhenses podem fazer qualquer um se apaixonar. As paisagens são quase de outro mundo, com uma beleza tão impressionante que é difícil descrever a sensação que transmitem — e é exatamente por isso que esta é uma das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro caminha pelas vastas dunas de areia branca do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, emolduradas por galhos secos de árvores sob um céu azul.
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    Durante a sua caminhada pela areia branca, você encontrará lagoas deslumbrantes e interagirá com moradores locais atenciosos que farão você se sentir em casa. Em travessias de vários dias, os visitantes passam a noite nas casas dos residentes que vivem dentro do parque nacional, dormindo em redes e comendo refeições quentes após a longa jornada.

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias, o sol brilha forte e as chuvas cessam. Com o apoio de guias especializados, é recomendável que você fique pelo menos 3 dias para aproveitar ao máximo a experiência.

    👉 Explore a aventura: Trekking de 3 dias nos Lençóis Maranhenses

    3 – Petrópolis-Teresópolis, Serra dos Órgãos (RJ)

    Um erro comum é presumir que o Rio de Janeiro se resume à Praia de Copacabana, ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor. Embora a cidade abrigue essas atrações incríveis, o estado do Rio está repleto de destinos naturais que todo viciado em viagens deveria conhecer.

    Picos de montanhas dramáticos e recortados emergem em meio a uma névoa espessa ao nascer do sol no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, destacando a formação Dedo de Deus.
    Photo: Carlos Perez Couto

    Petrópolis e Teresópolis são duas cidades serranas divididas pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um dos melhores lugares para fazer trilha no Brasil. Sua enorme rede de caminhos chega a mais de 200 quilômetros, com opções para todos os níveis de dificuldade, trilhas suspensas e acesso especial para pessoas com deficiência.

    Cachoeiras (Véu da Noiva, Andorinhas), poços naturais (Paraíso, Capela, Sossego, Ponte Velha, Preguiça) e montanhas fazem parte da experiência. Os viajantes também podem desfrutar de escaladas na Verruga do Frade, no Pico do Garrafão e no mundialmente famoso Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros de altura cujo nome se deve ao seu formato alongado apontando para cima.

    4 – Ilha Grande (RJ)

    A Ilha Grande é uma ilha no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Existem 16 trilhas ecológicas de diferentes níveis de dificuldade que cruzam áreas isoladas de floresta tropical.

    Uma pessoa caminha ao longo da areia branca intocada e águas azuis cristalinas da Praia de Lopes Mendes na Ilha Grande, cercada por floresta tropical e montanhas.
    @fernando.ilhagrande

    Outro destaque é a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Os surfistas adoram, mas os trilheiros também. Para chegar lá, você pode escolher as trilhas T10 (Praias Grande de Palmas e Mangues), T11 (Praia do Pouso) ou T12 (Farol dos Castelhanos).

    Os circuitos na Ilha Grande variam de 4 a 7 dias, o que permite flexibilidade para um ritmo mais acelerado ou uma exploração mais minuciosa.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Brasil?

    5 – Monte Roraima (RR)

    O Monte Roraima é uma montanha na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. O ponto mais alto fica a 2.810 metros acima do nível do mar, o que representa um verdadeiro desafio para os trekkers sedentos por adrenalina. Em média, os roteiros para o Monte Roraima duram de 4 a 5 horas por dia, mas podem levar até 8 horas, dependendo do itinerário. As expedições variam de 6 a 10 dias.

    Um trilheiro senta-se na beira de um penhasco íngreme e rochoso de arenito no Monte Roraima, olhando para um vasto vale cheio de nuvens brancas e espessas.
    @roraimaadventures

    As piscinas naturais são um dos motivos pelos quais esta é uma das melhores trilhas de montanha na América do Sul. As águas cristalinas são perfeitas para se banhar, boiar e deixar todos os seus problemas irem embora.

    Outra experiência inesquecível é visitar o Vale dos Cristais, uma área repleta de quartzo branco que brilha no chão. Como o Monte Roraima é um gigantesco bloco de arenito, as mudanças de temperatura e a erosão ao longo dos anos formaram uma impressionante formação de cristais que atrai turistas de todo o planeta por sua beleza e supostos poderes energéticos.

    👉 Explore a aventura: Trekking no Monte Roraima de 8 dias

    6 – Serra Fina (SP/MG/RJ)

    Subidas íngremes e grandes altitudes são algumas das razões pelas quais a Serra Fina está sempre incluída nas listas das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro usando uma grande mochila verde está em um cume de montanha gramado, com vista para a expansiva e montanhosa paisagem da Serra Fina.
    @bernardoespinhaco

    Com trilhas que variam de 7 a 26 quilômetros, este é também um dos trekkings mais desafiadores do país. A trilha do Pico dos Três Estados, por exemplo, está localizada na fronteira dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse roteiro específico leva de 3 a 4 dias.

    Uma aventura tão exigente requer ótimo preparo físico. Os trilheiros costumam se preparar por meses antes de irem para a Serra Fina, certificando-se de comer bem, melhorar o condicionamento físico e fazer acompanhamentos médicos regulares.

    👉 Explore a aventura: Travessia da Serra Fina em 4 dias

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece algumas das melhores experiências para trekking no Brasil. Com grande diversidade, existem opções de caminhadas fáceis, moderadas e difíceis para todos os tipos de viajantes. Cânions, poços naturais, mirantes, vales e cachoeiras funcionam juntos como peças de um quebra-cabeça para criar cenários de cair o queixo que certamente conquistarão o seu coração.

    Um grupo de viajantes caminha em fila indiana ao longo de uma trilha estreita e gramada, cercada pelos exuberantes vales verdes do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Falando em cachoeiras, há várias que você precisa ver com os próprios olhos: Cristais, São Bento, Encantado, Almécegas (I e II), Rei do Prata, Sertão Zen, Mirante da Janela, Vale da Lua, Santa Bárbara, Catarata dos Couros, etc.

    A experiência na Chapada dos Veadeiros geralmente dura de 2 a 5 dias. Se você for ficar um pouco mais, também pode aproveitar algumas programações turísticas pela região, como comprar lembrancinhas feitas à mão nas feiras de rua da Vila de São Jorge e saborear uma boa refeição brasileira em Alto Paraíso, a cidade mais famosa da área.

    👉 Leia mais: Trekking na Chapada dos Veadeiros

    8 – Pico da Neblina (AM)

    O Pico da Neblina, no estado do Amazonas, é o ponto mais alto do Brasil: 2.995 metros acima do nível do mar. Para chegar ao topo, os aventureiros geralmente passam até 15 dias no parque nacional, dependendo do ritmo do grupo.

    Os picos imponentes e irregulares do Pico da Neblina erguem-se dramaticamente acima da densa copa verde da Floresta Amazônica sob um céu nublado.
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    Acampar na floresta faz parte da experiência, e os viajantes também podem se refrescar na Cachoeira do Tucano, explorar a Floresta Amazônica e interagir com a cultura local. Esse roteiro exige grande esforço físico, mas se você ama aventura, com certeza valerá a pena.

    A jornada também requer permissões especiais e guias especializados devido à sua localização nas terras Indígenas Yanomami.

    👉 Explore a aventura: Expedição ao Parque Nacional Pico da Neblina

    Descubra as melhores trilhas no Brasil com o PlanetaEXO!

    Não há dúvida de que o Brasil é um dos melhores lugares para fazer caminhadas. Seja em campos de areia branca ou em regiões montanhosas que dividem espaço com cachoeiras e piscinas naturais, a aventura é sempre inesquecível.

    O PlanetaEXO, um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, conecta você com os melhores operadores locais para garantir uma viagem autêntica e sustentável em alguns dos destinos de natureza mais deslumbrantes do país. Entre em contato conosco agora!

  • Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    À medida que o desmatamento ameaça a Amazônia, o ecoturismo surge como uma solução importante, com startups como o PlanetaEXO liderando o caminho no apoio à conservação e às comunidades locais.

    A floresta amazônica, muitas vezes referida como os “pulmões da Terra”, enfrenta um dos seus desafios mais críticos em décadas. As taxas de desmatamento dispararam, com mais de 10.000 quilômetros quadrados de floresta sendo desmatados anualmente, impulsionados pela extração ilegal de madeira, mineração e conversão de terras para a agricultura. Além disso, incêndios florestais recordes e secas persistentes estão piorando a situação, com mais de 50.000 incêndios ativos em todo o Brasil.

    O turismo sustentável na Floresta Amazônica está surgindo como uma estratégia viável para combater essa crise ambiental e, ao mesmo tempo, apoiar as comunidades locais.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica
    “As visitas guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas.” – Foto: João Paulo Krajewski

    O PlanetaEXO, uma startup dedicada a viagens ecológicas, tem trabalhado em estreita colaboração com estas comunidades para oferecer passeios na Amazônia, que dão prioridade tanto à conservação ambiental como à capacitação da comunidade. “Vimos em primeira mão como os ecolodges e as excursões guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas “, diz Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    “Ao conectar os viajantes com experiências autênticas que beneficiam as comunidades locais, estamos promovendo um modelo de turismo que apoia tanto as pessoas como o planeta”, acrescenta.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica: como ele pode reduzir o desmatamento?
    Um santuário para a biodiversidade e um símbolo do turismo sustentável: Reserva Ecológica do Cristalino

    De acordo com um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o ecoturismo na floresta amazônica poderia reduzir o desmatamento, proporcionando uma fonte alternativa de rendimento às indústrias que exploram a floresta tropical.

    O WWF sugere que o turismo responsável pode ajudar a manter mais de 50% da biodiversidade da floresta, ao mesmo tempo que enfrenta os desafios climáticos, protegendo grandes extensões de terra do desmatamento.

    Empowering Local Communities through Sustainable Tourism

    Os benefícios do turismo sustentável não se limitam à proteção ambiental. O ecoturismo também está criando oportunidades econômicas para as comunidades locais, incluindo muitos grupos indígenas, que há muito tempo atuam como guardiões da Amazônia.

    Um exemplo poderoso dessa transformação, destacado pelo Projeto Draft, é a história de Roberto Brito Mendonça, de Iranduba, Amazonas. Como seu pai e avô antes dele, Roberto era um madeireiro, usando a floresta para sustentar sua família. Em 2008, quando suas terras passaram a fazer parte da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, seu sustento ficou em risco. Diante da incerteza, Roberto voltou-se para o turismo e, em 2012, começou a administrar a Pousada do Garrido, uma das 24 empresas de turismo da região.

    Ecoturismo na floresta amazônica - uma solução para o desmatamento
    “A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, quero dizer especialmente as vidas humanas que fazem parte dela”, diz Roberto Brito.

    “O acesso à educação e à tecnologia é essencial para a sustentabilidade”, diz Roberto. “Se todos tivessem essa oportunidade, poderíamos traçar um novo rumo para a floresta. A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, refiro-me especialmente às vidas humanas que fazem parte dela.”

    A sua história é um testemunho de como o turismo sustentável pode oferecer uma alternativa às indústrias extrativistas, permitindo que as comunidades locais preservem tanto a natureza como o seu modo de vida.

    Ecolodges dando o exemplo

    Lodges como o Uakari Lodge, na Reserva Mamirauá, em Tefé, e o Cristalino Lodge, em Alta Floresta, Mato Grosso, são exemplos de como as pousadas ecológicas desempenham um papel fundamental no ecoturismo. O Uakari, localizado num ecossistema semi inundado que representa 3% da Amazônia, tem como objetivo proteger a biodiversidade local e apoiar onze comunidades locais.

    O hotel opera com sustentabilidade em seu núcleo, usando energia solar, coletando e armazenando água da chuva e tratando o esgoto com microorganismos em vez de produtos químicos. Até as telhas do telhado são feitas de garrafas de plástico recicladas.

    Ecolodges liderando práticas sustentáveis - Uakari Lodge
    “O Uakari Lodge tem como objetivo proteger a biodiversidade local e, ao mesmo tempo, apoiar onze comunidades locais.”

    Os hóspedes são incentivados a reduzir ao mínimo o consumo de energia e todos os resíduos são tratados antes de serem devolvidos ao rio. Através do seu modelo de turismo comunitário, Uakari oferece oportunidades e formação à população local, assegurando que as operações do lodge têm um impacto mínimo no ambiente.

    Ecotourism in the Amazon Rainforest - A Solution to Deforestation

    Enquanto isso, o Cristalino Lodge se destaca como um ecolodge aninhado em uma das maiores reservas privadas da Amazônia, protegendo mais de 11.000 hectares de floresta – uma área quase duas vezes maior que a Ilha de Manhattan. Esta vasta área é mantida em condições intocadas, rica em biodiversidade, e apoia esforços críticos de conservação.

    Cristalino Jungle Lodge liderando o ecoturismo na Floresta Amazônica pelo exemplo
    Estar no topo da torre de 164 pés do Cristalino Lodge é uma visão de tirar o fôlego. – Foto: Andre Dib

    O lodge adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza, com sistemas de tratamento de efluentes e águas residuais, aquecimento solar de água, energia solar e reciclagem – todos protocolos concebidos para minimizar o impacto das suas operações. Ao limitar o número de hóspedes por guia em cada passeio, o Cristalino garante uma experiência de baixo impacto.

    “A pousada adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza.” – Foto Samuel Melim

    Os visitantes de ambos os lodges embarcam em caminhadas e excursões guiadas, experimentando a surpreendente complexidade dos ecossistemas da Amazônia.

    O Uakari Lodge serve de santuário para espécies únicas como o uakari de cara branca, enquanto o Cristalino Lodge apoia pesquisas que documentam mais de 1.356 espécies diferentes de plantas, incluindo seis até então desconhecidas pela ciência.

    Ao promover o turismo de baixo impacto, tanto o Uakari como o Cristalino contribuem para a preservação da floresta , ao mesmo tempo que proporcionam meios de subsistência sustentáveis às comunidades locais.

    Impacto econômico e global do turismo sustentável na Amazônia

    A comparação econômica entre o turismo sustentável e a exploração privada na Amazônia realça a importância das viagens ecológicas. De acordo com o Banco Mundial, o turismo sustentável na Amazônia está avaliado em cerca de 2,3 mil milhões de dólares por ano.

    Embora este valor represente apenas cerca de 5% dos 45 mil milhões de dólares gerados pela exploração privada da floresta através da agricultura, da exploração da madeira e da mineração, o ecoturismo é um aliado essencial nos esforços de conservação.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica, Brasil
    Foto: Samuel Melim

    Para além do seu valor financeiro, o turismo sustentável sensibiliza para a crise do desmatamento da Amazônia e para o seu impacto no clima global. Os turistas que testemunham a destruição em primeira mão são frequentemente inspirados a apoiar projetos de conservação nos seus países de origem. O ecoturismo também contribui para a educação ambiental, o que ajuda a promover uma compreensão mais profunda da necessidade de práticas sustentáveis em todo o mundo.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica - Araras Azuis
    Foto: Jorge Lopes

    Com as viagens ecológicas a contribuírem cada vez mais para a proteção e recuperação da natureza, o ecoturismo é capaz de moldar as opiniões globais sobre o desmatamento. Os viajantes apoiam estes esforços, criando uma situação vantajosa para todos, em que o turismo financia a preservação dos recursos naturais na Amazônia.

    Viaje com propósito, preserve a Amazônia!

    Como o desmatamento continua a ameaçar um dos ecossistemas mais importantes do mundo, o turismo sustentável oferece um caminho a seguir. Através da mudança dos incentivos econômicos e da sensibilização global, é possível reduzir a pressão sobre a Amazônia e proteger a sua biodiversidade para as gerações futuras.

    No PlanetaEXO, acreditamos que cada viajante tem o poder de fazer a diferença. Nossos passeios ecológicos oferecem experiências turísticas autênticas e responsáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades que dependem da floresta. Ao escolher o turismo sustentável, todos nós podemos ser parte da solução.

    Read more:

  • O que fazer na Floresta Amazônica: as melhores atividades ao ar livre no Brasil

    O que fazer na Floresta Amazônica: as melhores atividades ao ar livre no Brasil

    Ansioso para ver de perto uma das maravilhas naturais mais impressionantes do planeta? Confira uma lista cuidadosamente selecionada das melhores atividades na Amazônia, no Brasil.

    As possibilidades da Amazônia no Brasil são tão vastas quanto a sua impressionante extensão de quase 5 milhões de km². Com opções para viajantes solo, casais, famílias e aventureiros que amam adrenalina, a maior floresta tropical do mundo está cheia de surpresas.

    O que fazer na Floresta Amazônica também depende das preferências e necessidades individuais. Pense no tipo de experiência que você gostaria de guardar na memória e no coração: navegar por rios majestosos, acampar entre as árvores, combinar o conforto com a natureza em um hotel de selva…

    Um barco de cruzeiro fluvial de vários andares viaja ao longo de um rio escuro e calmo, cercado por densas ilhas verdes de floresta tropical que refletem o céu.
    Photo: Marcelo Bonifacio

    Seja qual for a sua escolha, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo que oferece os melhores pacotes de viagem para a Amazônia, conhece muito bem os roteiros na natureza feitos sob medida para cada estilo de viagem. Confira as nossas sugestões logo abaixo!

    Imersão na Amazônia em hotéis de selva

    Você quer vivenciar tudo o que a natureza tem a oferecer, mas ainda precisa de um certo conforto para descansar o corpo após um dia cheio de aventuras? Você pode aproveitar todas as atividades ao ar livre enquanto se hospeda em maravilhosos hotéis na Amazônia!

    Confortável hotel de selva na Amazônia com telhado de palha, aninhado na floresta tropical.
    Photo: Felipe Castellari

    Localizadas em meio a áreas preservadas em diferentes zonas da floresta, como nos Parques Nacionais de Anavilhanas e Jaú, as acomodações têm tudo para uma ótima estadia: quartos confortáveis, banheiros privativos, áreas comuns para lazer e relaxamento, comida tradicional e muito mais.

    Cada hotel conta com sua própria equipe de profissionais qualificados para guiar as atividades, o que inclui trilhas, pesca, passeios de barco, observação da vida selvagem, focagem noturna, etc.

    👉 Leia mais: Melhor época para visitar a Amazônia: Clima e Estações

    Cruzeiros pelos rios da Amazônia

    Você sabia que os cruzeiros também podem ocorrer em outros corpos d’água além do oceano? Os barcos para cruzeiros fluviais são menores que os navios tradicionais, mas isso proporciona uma experiência ainda melhor e mais intimista.

    Com menos pessoas a bordo, você pode se concentrar no que realmente importa — as árvores, os animais, a brisa suave e a sensação indescritível de navegar pelas águas calmas dos rios amazônicos.

    Barco de cruzeiro fluvial de vários andares na Amazônia atracado em uma praia de areia branca ao longo das águas escuras do rio.
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    Além de uma excelente acomodação em cabines elegantes equipadas com tudo que você precisa para uma viagem confortável — banheiros privativos, camas king-size, ar-condicionado e uma ampla gama de comodidades —, os cruzeiros também incluem muitas atividades na Floresta Amazônica, como trilhas, canoagem em igapós (florestas inundadas), focagem noturna, visitas a comunidades locais e muito mais.

    Os melhores cruzeiros na Amazônia são embarcações de vários andares que apresentam designs elegantes, diversas áreas comuns e tripulação altamente qualificada. Eles também seguem rigorosos protocolos ambientais e de segurança para garantir uma viagem responsável e sem complicações.

    👉 Leia mais: Qual a Melhor Época para um Cruzeiro na Amazônia no Brasil?

    Canoagem nos rios da Amazônia

    Se você quer descobrir o que tem na Floresta Amazônica além do óbvio, uma das melhores opções em Presidente Figueiredo é a canoagem. Conhecida como a Terra das Cachoeiras devido às suas centenas de quedas d’água catalogadas, além de rios e piscinas naturais, este é o destino perfeito para viajantes que amam roteiros aquáticos.

    Vista aérea de um grupo de turistas andando de caiaque em um rio escuro da Amazônia, cercado por uma densa floresta verde.
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    Os passeios de caiaque são ótimos tanto para praticantes experientes quanto para iniciantes. Se você já fez isso antes, então pode fazer o que ama em um dos lugares mais bonitos do mundo. Primeira vez? Não tem problema, os instrutores vão te ajudar com tudo o que você precisa, desde como colocar o seu equipamento de segurança até as melhores técnicas de remada!

    Lembre-se: andar de caiaque pode ser fisicamente bastante exigente — você ficará na água por cerca de 4 a 8 horas. Mesmo quem está em ótima forma pode se cansar em algum momento; portanto, a solução é pedir para ser puxado pelos barcos de apoio quando os braços começarem a ficar pesados. Dessa forma, você pode apenas relaxar e aproveitar o passeio!

    👉 Explore a aventura: Expedição de Caiaque Amazônia 4 dias

    Encontro das Águas

    Certamente um dos maiores marcos da Floresta Amazônica, o Encontro das Águas é um fenômeno fascinante onde os rios Negro e Solimões se juntam — mas não exatamente.

    Vista aérea de um barco navegando pelo Encontro das Águas na Amazônia, mostrando os distintos rios escuro e barrento fluindo lado a lado.
    Photo: Marcelo Bonifacio

    Fazendo jus ao seu nome, a água do Rio Negro é escura, enquanto a do Solimões é marrom. Ambos se encontram, mas nunca se misturam. Existem três motivos principais para isso: diferentes temperaturas, velocidade da correnteza e o pH (acidez) das águas.

    Oferecendo uma visão de tirar o fôlego durante o ano todo, o Encontro das Águas pode ser visto em Manaus ou durante cruzeiros fluviais e passeios de barco. Você não pode perder!

    Leia mais: Como chegar à Amazônia no Brasil?

    Expedições na selva amazônica

    Quando a dúvida é sobre o que fazer na Amazônia, é claro que as expedições na selva devem estar no topo da lista.

    Três turistas em uma expedição na selva amazônica usando binóculos para observar a vida selvagem em meio a árvores gigantes.
    Photo: Samuel Melim

    Existem 80.000 espécies de plantas em toda a área, das quais 40.000 têm papéis muito importantes na sustentação dos ciclos hídricos locais e até mesmo na regulação do clima em escala global. A floresta também abriga muitos animais — 427 mamíferos, 1.300 aves, 378 répteis e 400 anfíbios, de acordo com a Amazon Conservation Association.

    Tanta riqueza natural deve ser apreciada, então prepare-se para caminhar entre as árvores gigantes (e antigas), respirar o ar mais puro do planeta e observar a vida selvagem. Você consegue imaginar avistar jacarés, preguiças, araras, botos-cor-de-rosa ou outros incríveis animais da Amazônia? Isso é algo que simplesmente não se vê todos os dias.

    As expedições podem variar dependendo do quão perto da natureza você deseja estar. Se você adora a ideia de acampamento selvagem, os roteiros de sobrevivência são uma ótima opção, permitindo que você durma em uma rede no meio da selva, protegido e seguro contra animais, mosquitos e chuva.

    Conectando-se com os moradores locais

    A Floresta Amazônica não é rica apenas em biodiversidade, mas também em cultura. Somente no estado do Amazonas, existem aproximadamente 350 comunidades ribeirinhas e 259 grupos indígenas em diferentes partes da região.

    Indígenas da Amazônia tocando instrumentos de sopro tradicionais durante uma apresentação cultural.
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    Visitar as casas dos moradores locais é uma das principais atividades na Amazônia, pois permite que você mergulhe fundo no elemento mais crucial de cada destino: as pessoas.

    As atividades variam de acordo com cada comunidade, mas incluem roteiros imersivos que possibilitam aprender sobre o dia a dia dos nativos no que diz respeito à alimentação, agricultura, artesanato, festividades, etc.

    Grupo de crianças locais sorridentes e um turista interagindo em frente ao prédio de uma escola de uma comunidade ribeirinha na Amazônia.
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    A experiência pode guardar muitas surpresas, mas tenha certeza de uma coisa: os brasileiros são muito amigáveis e vão receber você de braços abertos!

    Participe das melhores atividades na Amazônia com o PlanetaEXO

    Agora que você sabe o que fazer na Floresta Amazônica, é hora de planejar a sua viagem!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para a Amazônia no Brasil. Ao conectar você aos melhores operadores locais, enriquecemos a sua experiência de viagem com roteiros personalizados, acomodações fantásticas, opções práticas de traslado e muito mais. Entre em contato conosco agora

  • Parque Estadual do Jalapão Guia de Viagem

    Parque Estadual do Jalapão Guia de Viagem

    Bem-vindo ao nosso guia de viagem do Parque Estadual do Jalapão, seu companheiro perfeito para explorar o bioma Cerrado, a maior savana da América do Sul e uma das maravilhas naturais mais impressionantes do Brasil.

    Nesta região selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é um paraíso para aventureiros e amantes da natureza, oferecendo paisagens deslumbrantes com suas famosas fontes de fervedouro, dunas douradas e vida selvagem diversificada. Este guia de viagem fornece informações essenciais, incluindo a melhor época para visitar, as principais atividades para desfrutar e dicas para aproveitar ao máximo sua aventura.

    Não importa se você está planejando um passeio emocionante com um pacote do Jalapão ou um retiro tranquilo na natureza, este guia de viagem o ajudará a planejar sua viagem, garantindo uma experiência tão memorável quanto a beleza de tirar o fôlego do parque.

    Vamos lá!

    1. Onde fica o Jalapão?
    2. Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?
    3. Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    4. O que fazer no Parque Estadual do Jalapão?
    6. Quantos dias são necessários no Jalapão?
    7. Precisamos de um guia?
    8. Quanto custa?
    9. O que levar?
    10. Vale a pena visitar o Jalapao?

    👉 Já está curioso? Descubra 10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    Guia de viagem Parque Estadual do Jalapão, Brasil
    Conheça o Parque Estadual do Jalapão, uma joia natural no estado do Tocantins. – Foto: Lucas Guerra

    Sobre o Parque Estadual do Jalapão Brasil

    O Parque Estadual do Jalapão, localizado no mais novo estado do Brasil, Tocantins, é uma vasta área natural com 34.000 quilómetros quadrados. Para se ter uma ideia, a sua área total é quase do tamanho de toda a Suíça! Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão é uma área protegida que abriga deslumbrantes cachoeiras, dunas, cânions e rochas, sem falar nas famosas fontes de fervedouro, que formam piscinas naturais únicas.

    A região onde se localiza o Jalapão tem uma origem geológica extremamente antiga e remonta a milhões de anos, o que significa que, há muito tempo atrás, foi um mar. Devido a drásticas mudanças climáticas e atmosféricas ao longo dos milénios, o mar recuou, dando lugar a um ecossistema diversificado. Hoje, o Jalapão representa a maior área contínua de Cerrado do Brasil, com alto grau de conservação, e também possui uma variedade de fauna, algumas ameaçadas de extinção, como o Pato Mergulhão.

    Além das belezas naturais, o Jalapão também é um centro de produção de artesanato sustentável, com destaque para o capim dourado e a seda de buriti. Esses artesanatos não são apenas a principal fonte de renda das comunidades locais, mas também o foco dos esforços para garantir que sua produção permaneça ecológica e economicamente sustentável. Seja em busca de aventura ou tranquilidade, o Parque Estadual do Jalapão, no Brasil, oferece uma variedade de atividades, desde caminhadas e trekking até rafting e caiaque, tornando-o um destino inesquecível para qualquer viajante.

    Onde fica o Jalapão?

    O Parque Estadual do Jalapão está localizado na região leste do Tocantins, a aproximadamente 300 quilômetros de Palmas, a capital do estado. O parque se estende por vários municípios, incluindo Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Félix do Tocantins e outros. A diversidade de paisagens do Jalapão inclui desde rios e cachoeiras até dunas de areia e planaltos rochosos, chegando a 800 metros de altitude.

    Conhecido por seu ambiente remoto e intocado, o Jalapão está distante dos grandes centros urbanos, o que o torna um destino ideal para quem busca uma experiência de imersão na natureza. Esse isolamento não só proporciona uma fuga tranquila, mas também preserva a beleza acidentada do parque, oferecendo uma mistura única de aventura e relaxamento no Bioma Cerrado.


    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?

    A forma mais conveniente e comum de acessar o Parque Estadual do Jalapão é a partir de Palmas, que abriga o aeroporto mais próximo, o Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues (PMW). Há vôos diretos para esse aeroporto a partir de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. A partir de Palmas, devido à grande extensão do Parque, espera-se uma viagem de carro de pelo menos quatro horas até Mateiros ou São Félix, que são as bases preferidas pela maioria dos turistas para aproveitar as atrações do Jalapão localizadas ali. A melhor maneira de chegar a essas cidades é com um veículo 4×4, pois a maioria das estradas não é pavimentada ou é coberta por areia fofa. Ir com um guia também é altamente recomendado devido à pouca sinalização das estradas e ao difícil acesso às atrações.

    Também é importante ressaltar que o Jalapão é cheio de atrações fascinantes espalhadas por toda a área e que o passeio pelo parque não é uma jornada linear, mas um circuito; começando de um lado e terminando no outro. É comum que os passeios comecem e terminem em Palmas, por isso todos os pacotes no Parque Estadual do Jalapão do PlanetaEXO incluem esse transporte e oferecem várias opções de roteiros, dias disponíveis e atividades para que você aprecie ao máximo esse paraíso. Planejar cuidadosamente o seu itinerário é, portanto, essencial para garantir uma experiência plena e gratificante!

    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?
    De Palmas ao Jalapão: um passeio emocionante pelo bioma do Cerrado brasileiro.

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?

    Ao planejar um passeio com os pacotes no Jalapão, escolher a época certa do ano é importante para melhorar sua experiência. Você pode visitar o Jalapão em qualquer época do ano, mas a melhor época para visitar é durante a estação seca, de maio a setembro. Durante esse período, o tempo é mais previsível, com menores chances de chuva e céu mais claro, criando condições ideais para atividades ao ar livre e passeios turísticos. Quanto mais próximo de setembro, mais seco estará o ar, razão pela qual muitos visitantes preferem vir em maio, quando a umidade ainda é alta, não há muita chuva e a vegetação é mais verde e exuberante. No entanto, quanto mais seco for, mais bonito é o pôr do sol!

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    Vá ao Jalapão e se encante com o pôr do sol deslumbrante e as paisagens vibrantes.

    Durante a estação chuvosa, de outubro a abril, podem ocorrer fortes chuvas e tempestades, tornando algumas das estradas quase intransitáveis e obstruindo a observação da vida selvagem. O pico de precipitação é em janeiro quando atinge 225 mm em alguns dias. Mas isso não significa que aqui faz frio; o calor é constante, e o sol nunca deixa de aparecer. Durante a estação chuvosa, toda a paisagem é verde, enquanto que durante a estação seca, a grande extensão do terreno do Cerrado torna-se muito seca.

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    Conheça a beleza do Jalapão sob o céu limpo e o sol quente.

    Quanto ao clima, a temperatura no Jalapão permanece tropicalmente quente durante todo o ano, com uma temperatura média diurna de 25 °C (77 °F). Independentemente da época do ano, a variação de temperatura é pequena, com uma máxima entre 30°C (86 °F) e 34°C (93,2 °F) e uma mínima entre 15°C (59 °F) e 20°C (68 °F).

    Como está o tempo agora no Jalapão, Tocantins?

    Veja como está o tempo agora no Parque Estadual do Jalapão!


    O que fazer no Parque Estadual do Jalapão, Brasil?

    O Jalapão oferece uma variedade de itinerários e atividades para os entusiastas da natureza e os que buscam aventura. Desde caminhadas por trilhas e flutuação em piscinas naturais até a exploração da riqueza cultural das comunidades locais, há algo para todos. Aqui estão algumas das atividades imperdíveis no Jalapão:

    Flutuação nos Fervedouros:
    Experimente o fenômeno único de flutuar nas águas cristalinas dos fervedouros. Os mais populares do Jalapão são o Fervedouro do Soninho, do Ceiça, do Buritizinho e do Bela Vista. Essas piscinas naturais são alimentadas por nascentes subterrâneas, criando um efeito de flutuação que torna impossível afundar. Estima-se que algumas nascentes tenham até 30 metros de profundidade! Não se deixe enganar: nos pontos em que a água flui das nascentes, é impossível tocar o chão. Apesar da estranheza inicial de nadar em um lugar “sem fundo”, a experiência é absolutamente incrível!

    Aventuras de Rafting:
    Para quem procura adrenalina, o rafting no Rio Novo é obrigatório. Esta aventura leva-o através de corredeiras de classe III e IV, oferecendo emoção e vistas deslumbrantes sobre a natureza circundante. As águas límpidas do Rio Novo e o ambiente natural fazem desta uma das melhores experiências de rafting no Brasil. Os passeios de rafting muitas vezes incluem paradas em praias de areia ao longo do rio, onde se pode relaxar e apreciar a paisagem.

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    Quem gosta de emoção vai adorar fazer rafting no Jalapão!

    Refresque-se em Águas Puras:
    Refresque-se nas águas refrescantes das cachoeiras do Jalapão. Visite a Cachoeira da Formiga, com suas águas verde-esmeralda, e a impressionante Cachoeira da Velha, que possui uma poderosa cascata e é perfeita para um mergulho rejuvenescedor.

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    Nadando nas águas cristalinas do Jalapão! – Foto: @viagemnarelacao

    Trilhas e Caminhadas:
    Explore as paisagens deslumbrantes do Jalapão através de várias trilhas e caminhadas. Comece o dia bem cedo para ver um nascer do sol de tirar o fôlego na Serra do Espírito Santo, e termine o dia com um pôr do sol hipnotizante no topo das dunas, que oferecem vistas panorâmicas da região. O cenário é espetacular, com areias douradas formando elevações de até 40 metros!

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    A beleza e as atividades emocionantes do Jalapão o tornam uma visita obrigatória.

    Riqueza Cultural das Comunidades Locais:
    Descubra a riqueza cultural do Jalapão visitando as comunidades locais. Envolva-se com a Comunidade Quilombola Mumbuca, conhecida por seu artesanato de capim dourado, e desfrute de refeições caseiras enquanto aprende sobre as tradições e a história da região.

    De fervedouros e cachoeiras a trilhas nas montanhas e rafting, o Jalapão é um playground para os amantes de aventura que desejam mergulhar na paisagem. Saiba mais sobre o que fazer no Parque Estadual do Jalapão.

    Quantos dias eu preciso no Jalapão?

    Para experimentar plenamente a beleza e a diversidade do Parque Estadual do Jalapão no Brasil,  recomenda-se uma estadia de pelo menos 4 dias. No entanto, devido à extensa área do parque e às inúmeras atrações, uma visita mais longa permite uma exploração mais completa. Cada área do Jalapão, de Ponte Alta a Mateiros e São Félix, tem seu próprio conjunto de atrações e requer tempo para apreciá-las completamente.

    Lembre-se de que viajar para chegar a uma dessas cidades de entrada do Jalapão requer um tempo considerável na estrada devido às distâncias envolvidas e ao isolamento do parque, portanto, esteja preparado para reservar pelo menos 4 horas para a viagem. Se o seu tempo for curto, isso pode afetar a experiência.

    Se você tiver o luxo de ter mais tempo, estender sua estadia para 5 ou 6 dias pode ser incrivelmente gratificante. Com esses dias extras, você pode se aprofundar nas maravilhas naturais do parque, desfrutar de caminhadas mais longas, explorar trilhas locais fora das rotas comuns e ter mais oportunidades de se conectar com as comunidades locais. Uma estadia mais longa também permite que você tenha mais tempo para atravessar o Jalapão e conhecer suas principais atrações sem pressa. Veja várias opções de roteiros para nossos passeios no Jalapão.

    Quantos dias são necessários no Jalapão?
    Uma estadia de vários dias no Jalapão permite que você mergulhe em suas maravilhas naturais.

    É necessário um guia para visitar o Jalapão?

    Embora não seja obrigatório, é recomendável visitar o Jalapão com um guia profissional. Devido às estradas de terra com solo arenoso, o Jalapão só é adequado para veículos 4×4 e as estradas são mal sinalizadas, tornando a maioria das atrações de difícil acesso. Além disso, a densidade populacional é extremamente baixa (não chega a 1 habitante/km²), o que significa que é possível dirigir por horas sem ver ninguém pelo caminho para lhe dar indicações.

    Não se preocupe! A equipe PlanetaEXO está pronta para buscá-lo e levá-lo de volta a Palmas com conforto e segurança durante toda a sua viagem! Uma visita guiada não só melhora sua experiência como a torna mais completa e memorável, garantindo que sua visita tenha um impacto mínimo no meio ambiente e ajudando a comunidade local.

    Precisamos de um guia para visitar o Jalapão?
    As visitas guiadas tornam a exploração do Jalapão mais segura e gratificante.

    Quanto custa ir ao Jalapão? 

    O custo dos pacotes do Parque Estadual do Jalapão vai depender de quantos dias você vai passar lá, do número de pessoas e das atividades que você quer fazer. A média é de R$2.835,00 a R$3.415,00 por pessoa para um roteiro de 5 dias, incluindo guia profissional, hospedagem, buffet variado no café da manhã e almoço, transporte durante toda a viagem e ingressos para todas as atrações visitadas. Também é possível fazer os passeios no Jalapão em 4 dias ou 6 dias.

    Um ponto super importante: algumas atrações muitas vezes são listadas como opcionais. Por exemplo, o nascer do sol na Serra do Espírito Santo e o rafting no Rio Soninho, entre outras opções, podem ser reservados e cobrados separadamente.

    Quanto custa ir para o Jalapão?
    Vá para o Jalapão e relaxe na natureza!

    O que levar para o Jalapão?

    Ao fazer as malas para o Jalapão, é importante considerar seu itinerário, pois diferentes atividades, como caminhadas, cachoeiras ou aventuras de rafting, exigem itens específicos. Aqui está uma lista de itens essenciais que recomendamos que você inclua na sua mochila:

    • Blusa de manga comprida com proteção UV;
    • Calças de trekking (calças leves ou leggings);
    • Botas de trekking ou tenis confortáveis (com boa aderência) para as trilhas;
    • Sapatilhas para água ou tenis extra (que se possam molhar para o rafting);
    • Protetor solar/repelente;
    • Chapéu ou boné.
    • Óculos de sol;
    • Garrafa de água ou cantil;
    • Mochila (mochila pequena de até 20 litros para levar na trilha);
    • Casaco leve para as noites mais frias de maio a setembro (mínimo 16°C);
    • Capa de chuva entre outubro e abril (chuvas mais fortes entre dezembro e março);
    • Roupas leves e para banho.
    O que levar para o Jalapão?
    Os passeios no Jalapão oferecem uma oportunidade única de se desconectar da agitação do mundo

    Vale a pena visitar o Jalapão?

    Com certeza, vale a pena visitar o Parque Estadual do Jalapão! Ele oferece uma mistura única de paisagens deslumbrantes, vida selvagem diversificada e uma gama de atividades para aventureiros e entusiastas da natureza. Com suas famosas nascentes de fervedouro, dunas douradas e cachoeiras refrescantes, o Jalapão proporciona experiências de tirar o fôlego, difíceis de encontrar em outros lugares. O ambiente remoto e bem preservado do parque, aliado à sua riqueza cultural, como a produção artesanal sustentável das comunidades locais, faz dele um destino inesquecível. Seja em busca de aventuras emocionantes como rafting e caminhadas ou de um retiro tranquilo na natureza, o Jalapão tem muito a oferecer para você!

    Vale a pena visitar o Jalapão?
    Das nascentes de fervedouro às dunas douradas, o Jalapão oferece experiências inesquecíveis para todos.

    Você está pronto para descobrir o Parque Estadual do Jalapão?

    Agora que você sabe tudo sobre o Jalapão, deixe que o PlanetaEXO o guie nesta incrível aventura para explorar um paraíso natural extraordinário. Experimente as nossas visitas guiadas exclusivas, e prepare-se para mergulhar na beleza natural do Jalapão e criar memórias que durarão uma vida inteira.

    Descubra mais e reserve sua aventura hoje mesmo!

    Saiba mais!

  • O que fazer na Chapada Diamantina?

    O que fazer na Chapada Diamantina?

    Com tantas atrações incríveis, é difícil decidir quais trilhas fazer no Parque Nacional da Chapada Diamantina!

    Localizado na Bahia, abrange uma área de 38.000 quilômetros quadrados e é conhecido por suas cachoeiras, cânions, cavernas e vales. É um dos destinos mais procurados por quem gosta de se aventurar na natureza e é considerado um dos Parques Nacionais mais completos do Brasil!

    De cachoeiras e cavernas a trilhas nas montanhas, o pacote da Chapada Diamantina é um playground para os amantes de aventura. São tantas atrações para conhecer que fica até difícil definir quanto tempo passar na Chapada Diamantina. Costumamos brincar que seriam necessárias duas vidas e um helicóptero para ver tudo! 😄

    Para te ajudar, fizemos uma curadoria de uma lista com 10 atrações únicas e especiais na Chapada Diamantina para você aproveitar ao máximo o seu tempo por lá!

     

    Trilha Vale do Pati

    O Vale do Pati é um dos trekkings mais deslumbrantes do Brasil, e está localizado no coração do Parque Nacional! Só é possível fazer esse trekking a pé, então prepare-se para caminhar uma média de 15 km por dia em trilhas que levam às atrações imperdíveis do Vale do Pati, como paisagens de tirar o fôlego, grutas e cachoeiras. Com certeza é uma das melhores opções de o que fazer na Chapada Diamantina!

    Você vai ter uma oportunidade incrível de mergulhar na natureza, sem internet ou sinal de celular para te distrair. Você poderá interagir com seu guia local , outros mochileiros e os amigáveis locais que oferecem suas casas como acomodação e fornecem refeições, quartos e banheiros para você se sentir em casa. Você pode personalizar seu itinerário de trekking para durar 3 dias, 4 dias, 5 dias ou até mais! Além disso, você pode escolher começar e terminar sua viagem em diferentes cidades, como Vale do Capão, Guiné e Andaraí. Veja algumas opções de passeios e aventure-se em um dos mais belos destinos de trekking do mundo!

    Cachoeira do Buracão

    Você vai se surpreender com a impressionante cachoeira de 85 metros localizada na zona sul da Chapada Diamantina, a Cachoeira do Buracão! Você fará uma trilha no meio de um vasto cânion, acompanhado de um enorme poço. A trilha de 3 km é relativamente fácil, e você deve ser acompanhado por um guia turístico local e pagar uma taxa de entrada. A força da cachoeira depende da chuva e, embora sempre haja água, pode ser impossível nadar no poço após uma chuva forte. Durante a caminhada, você terá a chance de ver a cachoeira de cima e até mesmo dar um mergulho na Cachoeira das Orquídeas. Junte-se a um guia local em uma roteiro de 7 dias no Parque Nacional da Chapada Diamantina e descubra o Buracão!

    Cachoeira do Buracão - O que fazer na Chapada Diamantina
    Sinta a névoa da Cachoeira do Buracão enquanto ela cai!

    👉Veja mais sobre essa cachoeira e muitas outras em nosso guia completo

    Pai Inácio

    O Morro do Pai Inácio está sempre em todas as listas do que fazer na Chapada Diamantina. Uma caminhada popular e fácil, com uma vista panorâmica do topo que lhe dará uma noção real da grandeza do parque, incluindo os icônicos morros do Camelo e Três Irmãos. A entrada da trilha fica próxima à BR 242, e pode-se ir de carro até o ponto de partida e depois subir cerca de 500 metros. O Morro do Pai Inácio pode ser visitado a qualquer hora do dia, mas recomenda-se subir próximo ao pôr do sol (o último horário para subir é até as 17h) e combiná-lo com outras trilhas, como a Cachoeira do Poço do Diabo. Veja alguns dos pacotes da Chapada Diamantina que podem ser combinados com essa trilha!

    Pai Inácio hill - what to do in chapada diamantina
    Aproveite a hora dourada no Morro do Pai Inácio, onde cada pôr do sol pinta uma paisagem de tirar o fôlego.

    Cachoeira da Fumacinha

    Os visitantes costumam descrever essa trilha e cachoeira como um dos pontos turísticos mais deslumbrantes em sua lista de coisas para fazer na Chapada Diamantina. O espetáculo natural apresenta uma cachoeira de 100 metros cercada por paredões de 280 metros, localizada na parte sul da Chapada, na cidade de Ibicoara. O percurso de ida e volta é de 18 km, seguindo o leito do rio, e envolve saltos sobre as pedras, o que pode tornar a caminhada bastante desafiadora. Pode completar o percurso num dia ou acampar durante a noite na natureza para ter mais tempo para explorar os outros poços ao longo do caminho. Antes de partir, é importante verificar as condições climaticas, pois a correnteza pode ser forte durante a estação chuvosa ou a cachoeira pode secar na estação seca.

    what to do in chapada diamantina
    Experience the thrill of the hike and the reward of the view from Fumacinha Falls

    Cachoeira da Fumaça

    Para chegar ao topo de uma das maiores cachoeiras do Brasil, com cerca de 380 metros, é preciso preparar pernas e pulmões para percorrer 2 km de uma subida íngreme, com grandes degraus, e mais 4 km por terreno irregular. Essa é uma das trilhas mais famosas da Chapada, atraindo visitantes que querem ver o cenário mágico da água que se dispersa com o vento como fumaça (daí o nome) antes de chegar ao chão, cercado por enormes paredões rochosos. Dependendo da época do ano, esta cascata pode estar completamente seca. O acesso mais fácil começa no Vale do Capão e, apesar de não ter um bom banho para se refrescar, é possível percorrer mais 3 km de carro após o final da trilha para bater na Cachoeira do Riachinho.

    Fumaça Falls Lookout - what to do in chapada diamantina
    See the water turns to smoke before it touches the ground at Fumaça Falls

    Multi-day trek na Cachoeira da Fumaça

    A mesma cachoeira da Fumaça, mas vista de baixo! Se você é um entusiasta do camping que adora trilhas desafiadoras, considere embarcar neste trekking da Chapada Diamantina para chegar à base da Cachoeira da Fumaça. É uma cachoeira de tirar o fôlego cercada por um paredão de 380 metros, oferecendo um local sereno para mergulhar e relaxar.

    Esse caminho é normalmente percorrido por quem quer atravessar o Vale do Capão até Lençóis ou vice-versa. No caminho, passa-se por remanescentes florestais bem preservados e até por ruínas da época da mineração. Para completar a aventura, será necessário acampar na natureza durante 3 dias, trazendo todo o equipamento de campismo necessário, comida e água. É a oportunidade perfeita para mergulhar e conectar-se profundamente com a natureza ao seu redor. Durante o trekking, você terá a oportunidade de visitar mais duas das belas cachoeiras da Chapada Diamantina, Capivara e Palmital. 

    Fumaça Falls multi-day trekking experience - what to do in chapada diamantina
    Camp under the stars at Fumaça’s base and deeply immerse yourself in nature!

    Poço Encantado e Poço Azul

    Esses poços não estão apenas na lista de coisas imperdíveis para fazer na Chapada Diamantina, eles também são conhecidos por serem cartões postais desse Parque Nacional! Com uma paisagem deslumbrante, essas piscinas naturais fazem com que a gente se sinta relaxado, encantado e com a sensação de ter viajado no tempo, principalmente porque fósseis de espécies extintas foram encontrados no fundo do Poço Azul. Os dois poços estão localizados em propriedade particular, por isso é importante pagar a entrada e cuidar bem do meio ambiente.

    Poço Encantado and Poço Azul - what to do in chapada diamantina
    The Poço Encantado is one of Chapada’s aquatic marvels!

    Você pode até flutuar no Poço Azul com um colete salva-vidas, pois ele tem água corrente. No entanto, não é permitido tomar banho no Poço Encantado, pois sua água é proveniente de um lençol freático não renovável. É fácil acessar os dois poços por estrada de terra, sendo que o Poço Azul fica no município de Nova Redenção e a uma hora de carro do Poço Encantado, que está localizado na cidade de Itaetê e a 140 km de Lençóis. Experimente e participe de uma viagem de 7 dias com um guia local para visitá-las e se encantar com elas!

    Poço Encantado and Poço Azul - what to do in Chapada Diamantina
    Floating in Poço Azul, embraced by the beauty of nature’s surroundings

    Cachoeira do Mixila

    Para quem gosta de desafios, a trilha dentro do cânion do Rio Capivari é uma opção impressionante do que fazer nos pacotes da Chapada Diamantina. O ponto alto desse trekking é a cachoeira do Mixila, de 80 metros, que é realmente deslumbrante! Se estiver em boa forma física, pode fazer este percurso num só dia. Como alternativa, é possível ir com calma e acampar durante a noite para curtir mais a natureza e conhecer outras cachoeiras, como a do Capivari e a do Poção. Para chegar à Cachoeira do Mixila, é preciso seguir o leito do rio, pular pedras e até nadar no trecho final. Deixe as mochilas em um ponto e leve apenas a roupa de banho. A melhor maneira de acessar a cachoeira é através de Lençóis, seguido de um passeio de carro de 9 km (recomendamos um 4×4) até o início da caminhada. O percurso de ida e volta é de aproximadamente 25 km.

    Mixila Falls - what to do in Chapada Diamantina
    Every step, jump, and swim is worth it to see an 80-meter cascade at Mixila Falls. – Photo: @nairaferreiraa

    Cachoeira do Sossego

    Essa impressionante cachoeira, com uma queda de 20 metros, está situada no meio de uma parede de vários níveis dentro de um cânion. Ela tem um poço espaçoso e é perfeita para você dar um mergulho refrescante e tomar sol nos platôs de pedra. Essa rota de trilha da Chapada Diamantina tem 12 km e inclui mirantes de tirar o fôlego, rochas impressionantes e árvores imponentes. Você pode fazer a trilha em um dia, partindo de Lençóis. Entretanto, não é recomendável fazer essa trilha após dias consecutivos de chuva, pois o rio pode subir e tornar as pedras escorregadias e perigosas. Além disso, lembre-se de que um trecho da trilha envolve caminhar sob uma grande rocha e só é possível quando o nível da água está baixo.

    Sossego Falls - what to do in Chapada Diamantina
    Dare the slippery rocks for a dip in Sossego’s serene waters? Let’s go!

    Gruta da Lapa Doce e Pratinha

    Se você é fã de exploração subterrânea, não perca a gruta Lapa Doce! Localizada em Iraquara, esse sistema de cavernas de 42 km tem 850 metros abertos à visitação. O trajeto fácil é adequado para a maioria dos visitantes, que poderão presenciar formações milenares de estalactites, estalagmites e cortinas em salões de calcário. 

    Lapa Doce Cave and Pratinha - what to do in Chapada Diamantina
    Stalactites and history hang in balance in this incredible cave

    Depois da gruta, dê um mergulho nas águas azul-turquesa da Pratinha, onde também é possível fazer tirolesa ou flutuação. Tanto a Lapa Doce quanto a Pratinha requerem pagamento no local e um guia é essencial para o passeio na gruta.

    Lapa Doce Cave and Pratinha - what to do in chapada diamantina
    Dive into Pratinha’s crystal waters

    Pronto para descobrir a Chapada Diamantina?

    Agora que você sabe o que visitar e fazer na Chapada Diamantina, deixe o PlanetaEXO conectá-lo com guias bilíngues profissionais para experiências inesquecíveis nesse Parque Nacional. Nossos guias não apenas aprimoram sua aventura, mas também apoiam viagens sustentáveis e comunidades locais. Descubra nossos pacotes para a Chapada Diamantina e comece a planejar sua viagem hoje mesmo!

     

    Leia mais!

  • Como visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina – Guia de Viagem

    Como visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina – Guia de Viagem

    Aprenda tudo o que você precisa saber para viajar para o Vale do Pati na Chapada Diamantina, incluindo como chegar, a melhor época para visitar, as principais atividades e muito mais!

    O Vale do Pati é uma das áreas mais visitadas do Parque Nacional da Chapada Diamantina devido à sua extensa rede de trilhas que cruzam montanhas, cachoeiras, rios e cavernas. Considerado um dos melhores trekkings do mundo, este é um destino de primeira linha para os entusiastas da natureza!

    A região também é lar de famílias que abrem suas portas para receber os visitantes e oferecer-lhes um lugar para passar a noite. A autenticidade e a imersão na cultura local são grandes destaques dessa forma de hospedagem, sendo também uma excelente maneira de apoiar as pequenas comunidades e o próprio parque.

    Um grupo de trilheiros caminhando por uma trilha de terra em uma paisagem verde em direção a uma montanha de topo plano no Vale do Pati.
    Photo: Lucas Neves

    Como uma plataforma de turismo de aventura especializada em Pacotes Chapada Diamantina, o PlanetaEXO conhece o Vale do Pati muito bem. Para ajudar no planejamento das suas férias neste destino fantástico, elaboramos um guia completo com todas as informações essenciais. Confira abaixo!

    Índice:

    Sobre o Vale do Pati

    Integrando o Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Vale do Pati abrange uma área total de 12.300 hectares de ecossistemas tropicais subúmidos.

    Geologicamente, tem sua origem na era Proterozoica (há cerca de 1,6 bilhão de anos), quando se formaram as rochas sedimentares e metassedimentares que hoje compõem suas cachoeiras, cavernas e montanhas.

    Reconhecido como um dos melhores destinos do mundo para trekking, o vale tem como uma de suas características mais marcantes a hospedagem de trilheiros nas casas dos nativos que vivem dentro do parque nacional.

    No auge do ciclo do café (meados do século XIX), mais de 400 famílias habitavam a área, percorrendo os mesmos caminhos que os turistas usam hoje para transportar o café colhido. Após o declínio da indústria cafeeira, a região quase ficou deserta, mas um novo capítulo começou em 1985, quando o vale foi incorporado ao parque. Alguns anos depois, os moradores começaram a abrir suas portas para os viajantes — uma tradição que se mantém viva até hoje.

    Onde fica o Vale do Pati?

    No coração da Bahia, no Brasil, o Vale do Pati é a região da Chapada Diamantina formada pelo curso do Rio Pati nas cidades de Palmeiras, Andaraí e Mucugê.

    Aninhada entre as paisagens da Serra do Sincorá, a área é famosa por suas maravilhas naturais, incluindo o Morro do Camelo, Morro do Pai Inácio, Morro do Castelo, Morrão, Cachoeira da Fumaça, Gerais do Vieira e o Rio Preto.

    Como chegar ao Vale do Pati, Chapada Diamantina?

    O Vale do Pati só pode ser acessado a pé, por isso as cidades mais próximas são usadas como pontos de partida para as rotas de trekking por toda a Chapada Diamantina.

    Para quem busca realizar um vale do pati trek, é possível iniciar a caminhada pelo Beco do Guiné ou Aleixo (localizados na cidade de Guiné), Bomba (no Vale do Capão) e Ladeira do Império (em Andaraí). A decisão depende de muitos fatores, incluindo o seu roteiro, o tempo disponível e o nível de dificuldade das trilhas.

    Saindo de Salvador (capital da Bahia), os viajantes seguem para uma das cidades-base do parque nacional — principalmente Lençóis, mas também é possível ir para Palmeiras, Vale do Capão, Guiné, Ibicoara e Mucugê — para chegar à Chapada Diamantina. Essa viagem pode ser feita de ônibus ou transfer privado, organizado pelo PlanetaEXO.

    Uma placa verde de rodovia da Zona Turística da Chapada Diamantina indicando as distâncias para Palmeiras, Vale do Capão e Guiné.
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    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina

    Qual é a melhor época para visitar o Vale do Pati?

    Você pode visitar o Vale do Pati em qualquer época do ano, mas é importante entender que a região tem duas estações distintas.

    Durante a estação seca (maio a outubro), os visitantes aproveitam céus azuis, clima mais ameno e trilhas estáveis, com junho e julho sendo os meses mais frios. Esse período pode apresentar menos água nas cachoeiras, mas oferece ótimas condições de trekking.

    A estação chuvosa (novembro a abril) traz uma vegetação mais vibrante, cachoeiras mais cheias e a visão de tirar o fôlego das árvores florescendo com flores roxas entre fevereiro e abril. Embora as chuvas ocorram tipicamente no início da manhã e no fim de tarde, as trilhas podem ficar lamacentas e bastante desafiadoras.

    Apesar do atrativo de visitar durante uma estação específica, é importante considerar o microclima local, que pode apresentar condições climáticas inesperadas, como chuva durante a estação seca ou sol em meio aos meses chuvosos. O impacto das mudanças climáticas também tornou os padrões meteorológicos menos previsíveis.

    Você também deve levar em conta a alta temporada — que inclui julho, agosto e feriados nacionais —, quando o parque fica mais movimentado devido aos turistas de férias.

    👉 Leia mais: melhor época para visitar a Chapada Diamantina

    Como está o clima agora no Vale do Pati?

    Dê uma olhada em como está o clima neste exato momento no Vale do Pati, na Chapada Diamantina!

    O que fazer no Vale do Pati?

    Ao visitar o Vale do Pati, os aventureiros são recebidos com uma variedade de atrações naturais deslumbrantes e atividades envolventes, o que faz deste lugar um destaque para os amantes da natureza e entusiastas de trekking. Confira as principais atrações abaixo!

    Mirante do Pati

    Um lugar maravilhoso para sentar, relaxar e fazer uma pausa para um piquenique, o Mirante do Pati oferece belas vistas dos picos imponentes do Morro do Castelo, Morro Branco e Morro do Sobradinho que se erguem no horizonte.

    Dois trilheiros sentados em uma rocha no Mirante do Pati, apontando para os picos altos do Morro do Castelo e Morro Branco.
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    Cachoeira dos Funis

    Com uma queda de 30 metros de altura e uma piscina natural em sua base, a Cachoeira dos Funis é o lugar perfeito para relaxar, descansar e se refrescar após uma longa caminhada.

    Uma mulher sentada pacificamente em uma rocha à beira da piscina natural na base da Cachoeira dos Funis, com 30 metros de altura.
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    Morro do Castelo

    A subida ao Morro do Castelo envolve um ganho de elevação de 1.300 metros, marcando-a como uma das caminhadas mais desafiadoras do Vale do Pati. Ao chegar ao topo, você entrará em uma caverna de 800 metros de extensão.

    Passando pela caverna, você será recompensado com dois mirantes espetaculares que oferecem vistas de tirar o fôlego a 1.500 metros acima do nível do mar.

    Trilheiros em pé em um pico rochoso no Morro do Castelo, com vista para um vasto cânion florestal na Chapada Diamantina.
    Photo: Alex Hubin

    Poço da Árvore

    O Poço da Árvore é uma serena piscina natural e cachoeira cercada por uma vegetação exuberante, incluindo árvores impressionantes que fornecem sombra e criam uma atmosfera pacífica.

    Descendo o leito do rio, o encontro dos rios Pati e Calixto cria uma vista deslumbrante do Morro do Castelo e dos cânions do parque.

    Vista aérea das águas escuras do Poço da Árvore, uma serena piscina natural cercada por uma vegetação verde e exuberante.
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    Cachoeirão e muito mais

    Em um cânion com 300 metros de altura, o Cachoeirão ostenta uma série de quedas d’água durante a estação das chuvas. Além da vista espetacular, é também um ótimo local para descansar e se refrescar após longas horas de caminhada.

    O Vale do Pati possui muitas outras atrações para explorar, como as impressionantes cascatas da Cachoeira do Calixto, as trilhas dos Gerais do Rio Preto e Gerais do Vieira, e a beleza das cachoeiras do Lajeado e Bananeiras.

    Duas pessoas sentadas à beira de um dramático penhasco de 300 metros de altura no Cachoeirão, admirando os paredões rochosos íngremes.

    Onde se hospedar no Vale do Pati?

    No Vale do Pati, você tem a oportunidade única de se hospedar com uma das famílias locais, que transformaram suas casas em acomodações charmosas para receber os aventureiros que exploram a Chapada Diamantina.

    Casas brancas tradicionais com telhados de barro aninhadas entre as árvores no Vale do Pati sob um vibrante céu alaranjado de pôr do sol.
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    A tradição da hospitalidade em casas de família (homestay) começou em 1997, quando Wilson e Maria, um casal nativo do Vale do Pati, abriram sua casa para os primeiros mochileiros. Eles ofereciam refeições caseiras, uma cama e um banheiro compartilhado, proporcionando uma alternativa ao acampamento selvagem tradicional.

    Com o tempo, mais famílias seguiram o exemplo. Essa mudança permitiu que eles se sustentassem economicamente enquanto proporcionavam aos turistas uma visão imersiva da história e da cultura locais.

    Uma mulher local sorrindo enquanto cozinha uma tradicional refeição caseira usando grandes panelas de alumínio em um fogão.
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    Hoje, apenas um punhado de famílias vive no Vale do Pati, mas elas ainda seguem o mesmo padrão de hospedagem: quartos e banheiros compartilhados, banhos frios, comida caseira e a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.

    Um quarto de hóspedes compartilhado com camas de madeira e sacos de dormir sob um teto rústico com telhas e madeira aparentes.
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    👉 Leia mais: Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Alimentação no Vale do Pati

    Apesar da localização remota, come-se muito bem no Vale do Pati. Hospedar-se nas casas dos nativos inclui refeições completas — comida caseira fresca todos os dias, do almoço ao jantar. Os pratos típicos brasileiros são preparados com ingredientes locais da mais alta qualidade.

    Para garantir que todos fiquem satisfeitos, os cozinheiros podem adaptar o menu para atender a dietas de visitantes com restrições vegetarianas, veganas ou outras necessidades alimentares.

    Dois trilheiros se servindo de comida fresca e caseira em várias panelas numa cozinha rústica de uma casa de família.
    Photo: Lucas Neves

    Nas trilhas, os guias podem providenciar lanches para todo o grupo. Você poderá desfrutar de um delicioso piquenique enquanto admira as belas vistas da Chapada!

    Um piquenique colorido com frutas, lanches e sanduíches dispostos sobre uma toalha ao lado de uma pequena cascata.
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    Qual a distância do trekking no Vale do Pati?

    A quilometragem e a duração de uma caminhada pelo Vale do Pati dependem de vários fatores, incluindo o roteiro, o número de dias reservados para o trekking, o ponto de partida, a escolha de hospedagem e as visitas a atrações específicas ao longo do caminho.

    Em média, os trilheiros caminham cerca de 15 km por dia, com variações de 8 km em dias mais curtos a 22 km em dias mais longos. Um típico trekking de 3 dias cobre aproximadamente 35 km, enquanto viajantes que optam por 4 ou 5 dias percorrem 52 e 59 km, respectivamente.

    Viajantes com pouco tempo podem iniciar a trilha por Guiné e caminhar 10 km até o Vale do Pati. As distâncias a partir do Vale do Capão e de Andaraí são maiores, chegando a 22 km.

    Evidentemente, essas distâncias são flexíveis e podem ser ajustadas de acordo com a experiência, as habilidades, as preferências e as necessidades de cada pessoa. De qualquer forma, cada rota exibe sua beleza natural única, e o “melhor” caminho, em última análise, depende do que se encaixa melhor nos planos de viagem e nas condições do trilheiro.

    Dois trilheiros usando bastões de caminhada para cruzar um rio raso e pedregoso com um grande pico de montanha erguendo-se ao fundo.
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    Qual o nível de dificuldade da trilha do Vale do Pati?

    Uma das razões pelas quais as caminhadas no Vale do Pati são mundialmente conhecidas é a variedade de trilhas com diferentes níveis de dificuldade, das mais fáceis às mais desafiadoras.

    Embora a beleza e a diversidade do parque nacional convidem aventureiros de todas as idades, é essencial considerar as exigências físicas do trekking, especialmente em trilhas mais difíceis.

    As trilhas desafiadoras recompensam o esforço ao cruzar montanhas, cachoeiras, cavernas e paisagens de cair o queixo, mas não são recomendadas para crianças, idosos ou pessoas com menos preparo físico. Dica de ouro: reconheça seus limites e encontre atividades correspondentes a eles!

    Um trilheiro de pé num afloramento rochoso fotografando os vastos vales verdes e as montanhas de topo plano.
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    Preciso de um guia para visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina?

    Embora o Parque Nacional da Chapada Diamantina seja aberto ao público e não exija que os visitantes contratem profissionais para explorá-lo, a presença de um guia para o seu Vale do Pati — assim como para qualquer área do parque — é altamente recomendada para qualquer trilheiro, especialmente para aqueles menos experientes ou menos familiarizados com a região.

    A maioria dos guias do Vale do Pati vive na área circundante, o que os torna grandes especialistas nas complexidades da Chapada. Além de garantir uma aventura segura, eles também podem compartilhar informações sobre a fauna, flora e história locais para enriquecer ainda mais a experiência.

    Um guia local em uma camisa azul e um trilheiro examinando juntos um mapa de trilha enquanto descansam em um mirante panorâmico do vale.
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    Quantos dias devo ficar no Vale do Pati?

    A duração do seu Vale do Pati trek dependerá de vários fatores, incluindo a rota escolhida, o tempo disponível e o nível de condicionamento físico. No entanto, a maioria dos roteiros geralmente varia de 3 a 5 dias.

    O mais popular é o tour de 3 dias, que permite visitar o Mirante do Pati, a Cachoeira dos Funis, o Morro do Castelo e o Cachoeirão. Já a opção de 4 dias inclui a Cachoeira do Calixto ou o Poço da Árvore, oferecendo um ritmo mais confortável para apreciar plenamente a beleza da Chapada.

    Se você tiver tempo, escolher uma travessia de 5 dias é excelente para um mergulho profundo no parque nacional, incluindo visitas à Cachoeira dos Funis e à Ladeira do Império.

    Silhueta de um trilheiro com mochila em pé na entrada escura de uma caverna, olhando para o ensolarado Vale do Pati.
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    Quanto custa ir ao Vale do Pati?

    Considerando hospedagem, serviços e roteiros, os passeios para o Vale do Pati custam a partir de R$ 2.100. Os preços variam de acordo com a temporada, a duração da viagem, etc.

    Confira os preços e outras informações abaixo:

    TOUR DESTAQUES DISTÂNCIA PREÇO INICIAL*
    Trilha Suprema de 6 dias na Chapada Diamantina Trekking, Poço Encantado, Poço Azul, 3 dias de caminhada no Vale do Pati + Cachoeiras do Buracão e da Fumacinha. 63 km R$ 5.200
    Trekking de 3 dias no Vale do Pati Caminhada, Morro do Castelo, Cachoeiras do Cachoeirão e Funis, hospedagem com moradores locais. 35 km R$ 2.100
    Trekking de 4 dias no Vale do Pati Caminhada, Morro do Castelo, cachoeiras (Cachoeirão e Funis), hospedagem em casas de nativos. 52 km R$ 2.810
    Travessia de 5 dias no Vale do Pati Trekking, Morro do Castelo, Cachoeiras do Cachoeirão e Funis, Poço da Árvore, Ladeira do Império, Andaraí, hospedagem com nativos. 59 km R$ 3.000

    *Por pessoa, baseado em acomodação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e da disponibilidade. Taxa de câmbio de 9 de abril de 2026; sujeito a alterações.

    Tem sinal de celular no Vale do Pati?

    Não há sinal de celular ou Wi-Fi disponível no Vale do Pati. A região conta apenas com energia solar, que fornece energia suficiente para carregar dispositivos eletrônicos e baterias de câmeras — embora não seja incomum que a eletricidade sofra períodos de instabilidade.

    Esta é uma ótima oportunidade para se desconectar da tecnologia e mergulhar na beleza natural e na paz da Chapada Diamantina. Aproveite cada segundo!

    Um trilheiro em uma jaqueta azul em pé sobre uma rocha emoldurada por árvores, olhando para uma montanha de topo plano ao longe.
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    O que levar para uma trilha no Vale do Pati?

    Ao fazer as malas para o Vale do Pati, é importante ter em mente as variações climáticas e a natureza do trekking. Lembre-se: você carregará sua mochila todos os dias enquanto caminha, então é fundamental levar apenas os itens necessários.

    Aqui está nossa lista de sugestões:

    • Roupas leves, incluindo camisas de manga comprida com proteção UV
    • Capa de chuva ou jaqueta impermeável
    • Corta-vento e blusa de frio (fleece)
    • Roupa de banho
    • Chapéu/boné
    • Bota ou tênis de caminhada
    • Meias de trekking
    • Chinelos
    • Toalha de secagem rápida
    • Mochila de 20 a 40 litros
    • Saco impermeável (dry bag)
    • Óculos de sol
    • Protetor solar
    • Repelente de insetos
    • Garrafa de água reutilizável
    Um grupo de trilheiros se distanciando em uma trilha rochosa cercada por vegetação rasteira sob um pôr do sol dourado e brilhante.
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    Não se esqueça dos itens essenciais de viagem: documentos, cartões de crédito/débito, dinheiro em espécie (Reais), medicamentos pessoais (para dor de cabeça, tensão muscular, problemas estomacais…), carregadores e carregadores portáteis (power banks) para dispositivos eletrônicos.

    Trekking na Chapada Diamantina, Bahia, com o PlanetaEXO

    O Vale do Pati é transformador para qualquer amante da natureza. Se você mal pode esperar para experimentar um dos trekkings mais bonitos do mundo, é hora de reservar sua viagem e conferir os Pacotes Chapada Diamantina com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais.

    Nossa equipe ajuda você com tudo o que precisa para umas férias incríveis, incluindo reservas, opções de transporte, roteiros personalizados e muito mais. Entre em contato conosco agora!

  • 10 Curiosidades Sobre o Parque Nacional da Chapada Diamantina

    10 Curiosidades Sobre o Parque Nacional da Chapada Diamantina

    Curioso sobre a Chapada Diamantina no Brasil? Desde a sua criação até as maravilhas naturais imperdíveis, descubra tudo sobre o parque nacional!

    A Chapada Diamantina, no Brasil, é um destino de ecoturismo que atrai amantes de aventura do mundo todo para explorar sua impressionante beleza natural, que inclui montanhas, cavernas, cachoeiras, trilhas fantásticas e o próprio parque nacional.

    O primeiro fato sobre o Parque Nacional da Chapada Diamantina é que sua importância é reconhecida desde a sua criação em 1985, quando uma unidade de conservação foi estabelecida para proteger a Serra do Sincorá, uma cadeia de montanhas localizada no coração do estado da Bahia.

    Um homem sentado sob uma saliência rochosa observando um vasto vale verde e montanhas de topo plano na Chapada Diamantina.
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    Quer saber mais sobre o seu próximo destino de férias? O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Chapada Diamantina, reuniu 10 curiosidades sobre este lugar fantástico. Confira abaixo!

    1. Um Homem do Arizona no Brasil

    Pode parecer incomum, mas um americano do Arizona desempenhou um papel fundamental na criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Em 1977, o biólogo Roy Funch viajou para o Brasil como parte do Corpo da Paz, uma agência federal dos Estados Unidos que envia americanos para trabalhar em projetos em países em desenvolvimento.

    Biólogo americano Roy Funch, ex-diretor e figura chave na criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, conversando ao ar livre.
    Reprodução: Rede Globo

    Ele atuou na gestão de parques nacionais ao lado de outros especialistas através do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), atual Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O grupo trabalhava em Brasília, mas um dia viajaram para a Bahia com a intenção de fazer trekking — uma prática incomum no Brasil na época — na Chapada Diamantina.

    Roy ficou encantado com o lugar, mas também se impressionou com a presença do garimpo. Embora a prática já estivesse em declínio no final da década de 1970, ainda era forte o suficiente para danificar o ecossistema. Na mesma época, ele se mudou definitivamente para a região da Chapada e começou a trabalhar como guia. Enquanto isso, traduzia artigos científicos, ganhava a vida com artesanato, treinava outros guias e escrevia livros sobre a área.

    Vendo o potencial da Chapada para conservar os recursos naturais e revitalizar a comunidade garimpeira, Roy teve a ideia de criar uma trilha ligando a cidade de Lençóis ao Vale do Capão e começou a fazer campanha pela criação de um parque nacional. Em 1979, ele enviou uma carta às autoridades brasileiras com a proposta e reativou contatos que havia feito ao longo dos anos com pessoas que poderiam ajudá-lo a alcançar seu objetivo.

    Em setembro de 1985, o Parque Nacional da Chapada Diamantina foi fundado. Roy Funch foi o primeiro diretor, ocupando o cargo por seis anos. Logo depois, ele se tornou oficialmente um cidadão brasileiro. Até hoje, ele vive em Lençóis, bem perto do parque.

    2. Maior Que Alguns Países

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina, no Brasil, abrange cerca de 1.521 km² (152.000 hectares). A área é tão gigantesca que é maior do que alguns pequenos países e regiões administrativas, incluindo as Ilhas Faroé (1.393 km²), Hong Kong (1.114 km²), Singapura (745 km²), Malta (315 km²) e as Maldivas (300 km²).

    Vista panorâmica do vasto vale e das montanhas verdes iluminadas pelo sol sob um céu azul no Parque Nacional da Chapada Diamantina.
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    👉 Leia mais: Como chegar à Chapada Diamantina?

    3. O Maior Diamante Negro do Mundo

    Nos séculos XVIII e XIX, a Chapada Diamantina foi a área de mineração de diamantes mais forte do planeta. Em 1895, mais de cem anos antes de o garimpo ser totalmente proibido (1996), foi encontrado o maior diamante negro do mundo, pesando 3.167 quilates.

    Fotografia histórica em tom sépia de dois garimpeiros trabalhando na exploração de diamantes em um rio na região da Chapada Diamantina.
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    Batizada de O Sérgio — em homenagem ao garimpeiro que a encontrou, Sérgio Borges de Oliveira —, a pedra foi vendida por milhares de dólares a um comerciante de diamantes britânico, que providenciou réplicas e as enviou para Londres.

    O “Sérgio” original foi quebrado em pedaços e vendido para uso industrial. Em 2024, o Museu de Mineralogia de Paris enviou uma réplica para o Brasil.

    4. Já Foi Coberta Pelo Mar

    Outro fato fascinante sobre o Parque Nacional da Chapada Diamantina é que a Chapada Diamantina já foi mar: há quase 2 bilhões de anos, a região era coberta pelo Mar do Espinhaço.

    Turista de camisa laranja sentado em uma formação rochosa com vista para a imensidão de um vale verde na Chapada Diamantina.
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    Com o tempo, as paisagens mudaram drasticamente devido às mudanças climáticas e ao movimento das placas tectônicas, que deixaram fendas e depressões profundas que hoje compõem sua complexa geologia.

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

    5. Destino de Trekking Premiado

    O Vale do Pati, localizado dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, ganhou o prêmio de melhor destino de trekking do Brasil pelo Ministério do Turismo em 2010.

    Além da extensão da travessia (mais de 70 km), o local também foi reconhecido pela sua beleza, que conta com cachoeiras, cavernas e fauna e flora nativas.

    6. Centenas de Cachoeiras

    Com mais de 300 cachoeiras catalogadas oficialmente, um mergulho refrescante em meio às paisagens deslumbrantes da Chapada é uma grande recompensa para os trilheiros que percorrem longos quilômetros de caminhada por terrenos irregulares e montanhas.

     Pessoa em pé sobre uma grande rocha admirando uma cachoeira gigantesca descendo por imensos paredões de pedra na Chapada Diamantina.
    Photo: Lucas Ribeiro

    É impossível ver todas elas em uma única viagem, mas você não pode deixar de visitar as mais icônicas: Fumaça, Fumacinha, Buracão, Cachoeirão, Funil e Mosquito.

    👉 Leia mais: Cachoeiras da Chapada Diamantina: Melhores trilhas e joias escondidas

    7. Um Paraíso para Exploradores de Cavernas

    A cidade de Iraquara, que faz parte do complexo da Chapada Diamantina, abriga quase cem cavernas, incluindo algumas das mais famosas da região, como a Gruta da Lapa Doce, Gruta da Pratinha, Gruta da Torrinha e Gruta Azul.

    Interior de uma caverna com impressionantes formações geológicas, estalactites e estalagmites sob iluminação artificial quente na Chapada Diamantina.
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    Em outras cidades, também vale a pena conhecer o Poço Azul (Nova Redenção), Poço Encantado (Itaetê), Gruta do Lapão (Lençóis) e a Gruta da Paixão (Andaraí).

    8. Lar de Várias Espécies de Animais e Plantas

    A Chapada Diamantina, no Brasil, apresenta uma alta biodiversidade que mistura a fauna e a flora dos biomas do Cerrado, da Caatinga e da Mata Atlântica.

     Pássaro com plumagem verde vibrante e detalhes coloridos pousado em um galho fino, ilustrando a rica biodiversidade da Chapada Diamantina.
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    Quando se trata de animais, as aves ganham destaque, incluindo carcarás, urutaus e o endêmico beija-flor-de-gravata-vermelha. Na família dos mamíferos, é possível encontrar o tamanduá-mirim, o sagui-de-tufos-pretos e, mais raramente, onças-pardas.

    A flora é igualmente rica, especialmente em relação à variedade de orquídeas, bromélias e cactos. Durante o trekking, não é difícil encontrar flores coloridas adornando a vegetação rasteira.

    👉 Leia mais: 20 Animais Brasileiros: Curiosidades Sobre a Vida Selvagem e Onde Encontrá-los

    9. Perfeito para um Detox Digital

    Se você busca uma desconexão total da intensidade da vida na cidade, a Chapada Diamantina é o destino perfeito, já que o sinal de celular no parque é falho, na melhor das hipóteses, e totalmente inexistente na maior parte do tempo.

    Turista relaxando sentado diretamente sob o grande fluxo de água refrescante de uma cachoeira no Parque Nacional da Chapada Diamantina.
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    Isso não é apenas ótimo para um detox digital, mas também permite que você mergulhe de verdade na experiência e perceba que a natureza é muito mais gratificante do que a rolagem infinita nas telas.

    10. Guias de Turismo São Seus Melhores Amigos

    Os guias de turismo são essenciais se você quiser aprender mais sobre a história e os fatos culturais do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

    Guia de turismo vestindo uma camisa azul e um turista analisando juntos um mapa de trilhas em um mirante montanhoso no Parque Nacional da Chapada Diamantina.
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    Esses profissionais qualificados também são essenciais para a sua segurança, pois conhecem a região como a palma da mão e estão cientes de todos os perigos potenciais que poderiam colocar a sua viagem em risco.

    Ao viajar para a Chapada Diamantina, siga sempre as instruções do seu guia!

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  • Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2025

    Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2025

    Para os apaixonados por ecoturismo, é essencial saber que o Brasil tem muito a oferecer nessa área.

    Não é de surpreender que o país tenha sido escolhido por Forbes em 2023 como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo. Mas quais são os melhores lugares para se visitar no Brasil para o ecoturismo? Para ajudá-lo a planejar sua próxima viagem, selecionamos o Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil. Dê uma olhada neles:

    1. Amazon (AM)

    Amazônia - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Amazon Rainforest – Photo: MkExpedition @mkexpeditions

    A maior floresta tropical do mundo é também um dos destinos mais fascinantes para o ecoturismo no Brasil. Na Amazônia, você pode se hospedar em pousadas sustentáveis, navegar por rios e riachos, observar a abundante fauna e flora e interagir com as comunidades ribeirinhas. Uma experiência única e inesquecível.

    Por que visitar?
    A região desempenha um papel crucial no combate ao desmatamento, e o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa para aumentar a conscientização ambiental, além de ajudar a proteger as comunidades indígenas e ribeirinhas.

    2. Bonito (MS)

    Bonito - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Bonito – Photo: Iago Bernardo @iagobernardo

    Considerado um dos principais polos de ecoturismo do Brasil, Bonito é um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar em águas cristalinas, observar a fauna e a flora aquáticas, fazer trilhas e admirar cachoeiras. Além disso, Bonito tem uma forte política de preservação ambiental, controlando o número de visitantes e cobrando taxas de conservação.

    Por que visitar?
    Na vanguarda do ecoturismo brasileiro, Bonito é um exemplo na transição do turismo tradicional para o sustentável, com um sistema eficaz de controle de visitação, garantindo uma gestão responsável e consciente do turismo.

    3. Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Vale do Pati, Chapada Diamantina - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Vale do Pati, Chapada Diamantina – Photo: Lucas Ribeiro

    Localizado na Chapada Diamantina, o Vale do Pati é um dos tesouros naturais do Brasil. Ele oferece aos visitantes a chance de ver paisagens espetaculares, caminhar por trilhas que revelam a biodiversidade exclusiva da região e ter interações autênticas com a comunidade local.

    Por que visitar?
    O ecoturismo desempenha um papel fundamental na economia local, com os turistas se hospedando e comendo nas casas dos moradores, sendo a principal fonte de renda da região. Além disso, a área adota um modelo de sustentabilidade exemplar, com casas que utilizam 100% de energia solar para suas operações.

    4. Pantanal (MT/MS)

    Pantanal - Top 7 Ecotourism Destinations in Brazil to Visit in 2024
    Pantanal – Photo: Bruno Henrique G Carvalho @bhc_bio

    A maior área úmida do mundo é um santuário ecológico que abriga uma das mais extensas concentrações de vida selvagem do planeta, o que a torna um dos principais destinos de ecoturismo no Brasil. No Pantanal, você pode fazer safáris fotográficos, observar animais como onças-pintadas, jacarés e araras-azuis, pescar piranhas e presenciar o pôr do sol mais bonito do Brasil.

    Por que visitar?
    O Pantanal tem sido o centro das discussões sobre conservação nos últimos anos. Somente uma combinação de ecoturismo e práticas agrícolas responsáveis pode preservar as tradições pantaneiras e proteger espécies ameaçadas de extinção, como as onças-pintadas.

    5. Fernando de Noronha (PE)

    Fernando de Noronha - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Fernando de Noronha – Photo: Michele Roth @michele_roth_

    O arquipélago de Fernando de Noronha, Patrimônio Mundial da UNESCO, encanta os visitantes com suas praias paradisíacas e biodiversidade marinha. Os amantes da aventura podem explorar as águas cristalinas e observar de perto golfinhos, tartarugas, tubarões e peixes coloridos. Fernando de Noronha é um destino obrigatório para os amantes da natureza e da beleza

    Por que visitar?
    A ilha promove a educação ambiental por meio da observação da vida selvagem, oferecendo aprendizado prático e interativo sobre a preservação ambiental.

    6. Jalapão (TO)

    Jalapão - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Jalapão – Photo: Lucas Guerra @lucasguerra

    Um dos destinos mais selvagens e preservados do Brasil, o Jalapão é uma região de cerrado que impressiona por sua diversidade de paisagens. Lá, você pode se aventurar por dunas douradas, nascentes de água azul, cachoeiras e formações rochosas. O Jalapão também é conhecido por seu artesanato de capim dourado, típico da região.

    Por que visitar?
    Com iniciativas voltadas para a conservação da biodiversidade, a região tem características únicas, como o manejo do capim dourado e a proteção de espécies ameaçadas de extinção, como o pato mergulhador.

    7. Lençóis Maranhenses (MA)

    Lençóis Maranhenses Top 7 Destinos de Ecoturismo no Brasil para Visitar em 2024
    Lençóis Maranhenses – Photo: Cris Marques @raizesdomundo

    Um dos destinos mais incríveis do Brasil, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses surpreende os visitantes com sua beleza natural e singularidade. O parque abriga um ecossistema raro, composto por dunas de areia branca que se estendem por 150.000 hectares, que se transformam em lagoas de água doce durante a estação chuvosa, criando um contraste impressionante.

    Por que visitar?
    Ele garante que o turismo funcione como um motor econômico para as comunidades locais, melhorando sua qualidade de vida por meio do aumento da renda. It boosts local handicrafts, particularly products made from Buriti fiber, like bags and hats, making them meaningful souvenirs and supporting the artisan economy. Os guias credenciados pelo ICMBio para entrar no parque não apenas mostram o caminho, mas também protegem e cuidam desse lugar especial.

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  • Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    A Chapada Diamantina é um dos destinos mais cobiçados do Brasil para os amantes da natureza.

    Com suas montanhas majestosas, cachoeiras deslumbrantes e rica biodiversidade, a região é o paraíso dos aventureiros. No entanto, explorar essas maravilhas naturais com responsabilidade requer um guia experiente e consciente. É aí que entra Lucas Neves, um guia de turismo de aventura e parceiro da PlanetaEXO que dedicou sua carreira a promover o turismo sustentável na região.

    Quem é Lucas Neves?
    Aos 28 anos, Lucas é natural do Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Ele encontrou na profissão de guia de turismo de aventura a oportunidade de combinar sua paixão pela natureza com a liberdade de ser autônomo. Lucas também trabalha como brigadista na Brigada Voluntária do Vale do Capão, combatendo incêndios florestais, resgatando pessoas feridas em áreas remotas e salvando animais silvestres em áreas urbanas. Como diz Lucas, “Além de ser uma oportunidade de trabalhar com o que eu amo (montanhas, trilhas, aventura), na realidade local é uma profissão que me permite ser autônomo, ter mais liberdade, o que é algo que valorizo muito”.

    Turismo sustentável como uma missão
    Para Lucas Neves, o turismo sustentável não é apenas um slogan, mas uma missão de vida. “Por meio de práticas com impacto mínimo no meio ambiente e da transmissão de conhecimento aos visitantes, essa consciência se multiplica”, diz Lucas. Ele acredita que a sustentabilidade começa com educação e conscientização. Antes de cada caminhada, Lucas faz questão de apresentar aos visitantes o ambiente único da Chapada Diamantina, explicando as práticas que minimizam o impacto humano. Durante as caminhadas, ele demonstra essas práticas em ação, mostrando o impacto positivo que elas têm sobre o meio ambiente local, não apenas em curto prazo, mas também em médio e longo prazo.

    Lucas Neves no mirante do Vale do Pati, Chapada Diamatina

    Práticas sustentáveis em ação
    Lucas adota uma série de iniciativas para promover o turismo sustentável. Ele está envolvido em programas de educação ambiental na comunidade local, ensinando as gerações mais jovens sobre a importância da conservação. Além disso, ele faz questão de contratar os serviços de nativos locais e incentiva os turistas a comprar artesanato e produtos culinários locais. Essas ações não apenas ajudam a economia local, mas também incentivam uma forma de turismo que respeita e valoriza a cultura e o meio ambiente locais.

    A experiência do viajante
    Para Lucas, o objetivo é ser o elo entre o cliente e a natureza. Ele personaliza cada roteiro com base no perfil do viajante, levando em conta fatores como condicionamento físico e clima. O foco é sempre a segurança, mas também a superação das expectativas dos visitantes, permitindo que eles se integrem e se entreguem ao máximo ao objetivo do roteiro.

    Guia fantástico! Nós nos divertimos muito com sua orientação, Lucas. Você realmente ama a natureza e seu trabalho, e isso fica evidente!

    Ole, from Germany

    Ole, da Alemanha

    O papel do PlanetaEXO
    A parceria com a PlanetaEXO amplia esses esforços. “A parceria com a PlanetaEXO, por meio da alta frequência de trabalho em parceria e da remuneração justa acima do que o mercado costuma pagar, me permite pagar treinamentos para me aperfeiçoar como profissional”, diz Lucas. A empresa faz questão de contratar guias e outros funcionários locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades da Chapada Diamantina. O aprendizado do inglês, proporcionado pela PlanetaEXO, abriu portas para Lucas, permitindo que ele interagisse com clientes de outros países e enriquecesse sua visão de mundo.

    De acordo com Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, Lucas Neves serve como modelo inspirador:

    Desde os primeiros dias da PlanetaEXO, percebemos em Lucas Neves não apenas um guia talentoso, mas um profissional cujos valores se identificavam profundamente com a missão da nossa empresa: o desenvolvimento sustentável do turismo e o fortalecimento das comunidades locais. Ele se tornou uma fonte de inspiração para aqueles que estão ingressando ou considerando uma carreira no turismo sustentável. Dois anos após o início dessa frutífera colaboração, posso dizer com confiança que nossa missão foi cumprida – e ainda estamos apenas no começo. A parceria com Lucas Neves é um testemunho vivo do impacto positivo que podemos alcançar quando valores, paixão e profissionalismo se alinham. Estamos entusiasmados com o que o futuro nos reserva e confiantes de que essa parceria continuará a dar muitos frutos para as comunidades da Chapada Diamantina e para o mundo do turismo sustentável como um todo.

    Desafios e recompensas
    Ser guia em uma área tão biodiversa e sensível como a Chapada Diamantina não é tarefa fácil. Lucas ressalta que um dos maiores desafios é atender a públicos com perfis extremamente diferentes, mantendo sempre sua mente focada e positiva. No entanto, ele se mantém atualizado e informado por meio da comunicação constante com outros guias e membros da comunidade local.

    Pegadas da mudança
    Lucas Neves não é apenas um guia; ele é um embaixador do turismo sustentável e um defensor da comunidade local. Sua parceria com a PlanetaEXO exemplifica como o turismo responsável pode ser uma força para o bem, beneficiando tanto os visitantes quanto as comunidades anfitriãs. Em um mundo que precisa desesperadamente de mais sustentabilidade e consciência ambiental, figuras como Lucas são verdadeiros faróis de esperança.