Veja onde ficar nas cidades-base da Chapada Diamantina e as opções de hospedagem para os trilheiros no Vale do Pati
A Chapada Diamantina é uma área natural imensa de 152.000 hectares. Perfeita para os amantes da aventura devido à sua vegetação exuberante, belas cachoeiras, formações rochosas antigas e vários quilômetros de trilhas, este destino incrível está na lista de desejos de trilheiros do mundo todo.
Refletindo essa atmosfera de natureza e tranquilidade, existem duas opções principais de acomodação: ficar nas casas dos moradores dentro do parque nacional ou em hotéis nas cidades vizinhas — especialmente Lençóis, Mucugê e Vale do Capão. Seja em pequenas pousadas ou em casas de família (homestays), as opções sobre onde se hospedar na Chapada Diamantina destacam-se pela autenticidade da região.
O PlanetaEXO, uma plataforma de viagens de aventura especializada em Pacotes para a Chapada Diamantina, já ajudou inúmeros viajantes de todo o mundo a reservar as melhores acomodações neste destino fantástico. Confira nossas sugestões abaixo!
Hospedagem nas casas de nativos no Vale do Pati
Em vez de ficar em hotéis na Chapada Diamantina, muitos viajantes escolhem se hospedar nas casas das pessoas que vivem dentro do parque nacional. Essa é a única forma de acomodação para aqueles que se aventuram nas caminhadas de vários dias pelo Vale do Pati.
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Em casas simples adaptadas para receber grupos de trilheiros, as famílias os acolhem com simplicidade e grande hospitalidade, oferecendo camas confortáveis, banheiros com chuveiros (frios) e refeições caseiras.
A experiência é modesta, mas tem tudo o que um aventureiro precisa para descansar o corpo cansado após um longo dia de trilha. Esta também é uma maneira de conhecer novas pessoas e mergulhar na cultura da Chapada!
Considerada Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Lençóis é uma pequena cidade com mais de 11.000 habitantes, mas possui a melhor infraestrutura da região da Chapada Diamantina e serve como sua principal porta de entrada.
Entre as casas construídas no século XIX, os visitantes encontram restaurantes, supermercados, caixas eletrônicos, farmácias e, claro, ótimas opções de estadia.
Ecológico e moderno, o Hotel de Lençóis oferece diversas opções de acomodação, desde quartos standard até apartamentos com jacuzzis. Todos incluem camas confortáveis, banheiros com chuveiros quentes, ar-condicionado, televisores e varandas privativas.
Nas áreas comuns, aproveite o restaurante, a banheira de hidromassagem, o parquinho infantil, o salão de jogos, a sala de reuniões, a biblioteca, a área de massagem, um bosque com mais de 1000 mudas de plantas nativas e um museu com artefatos e registros históricos da Chapada Diamantina.
A Vila Serrano é de encher os olhos. As instalações em estilo colonial são lindas, permitindo que os hóspedes passem ótimos momentos em quartos espaçosos com ar-condicionado, banheiros privativos e varandas.
Os serviços mais notáveis são um spa exclusivo, um delicioso buffet de café da manhã, Wi-Fi gratuito, atividades especiais no parque nacional e uma localização privilegiada — a apenas 200 metros do centro de Lençóis.
A apenas 900 metros do centro de Lençóis, a arquitetura moderna da Casa Antônia misturada com elementos naturais é um dos destaques desta adorável pousada.
Todos os quartos incluem camas de solteiro e/ou casal, ar-condicionado, armário, mesa de trabalho, TV e varandas e banheiros privativos. O café da manhã é muito elogiado pelos hóspedes!
Endereço: Segunda Travessa Parque do Ribeirão, S/N – Ribeirão do Meio
Você está procurando onde ficar na Chapada Diamantina com um orçamento moderado? A Canto do Bosque é a pousada perfeita para casais e famílias que buscam serviços de boa qualidade e preços justos.
Os quartos são aconchegantes e transmitem uma encantadora vibração brasileira, todos incluindo banheiros privativos. Você também pode relaxar na piscina ou deliciar-se com o buffet de café da manhã servido à vontade diariamente.
Às margens do rio Lençóis, o Canto das Águas está totalmente imerso na imensidão da Chapada. Com 43 acomodações, oferece conforto absoluto em quartos de três categorias (Standard, Luxo e Diamante) equipados com camas confortáveis, ar-condicionado, frigobares, banheiros privativos e uma decoração inspirada em artistas locais.
A apenas 200 metros do centro histórico de Lençóis, os hóspedes também podem relaxar nos jardins do hotel ou fazer um lanche no restaurante e no bar.
No centro histórico de Lençóis, o Pouso da Trilha é um casarão colonial transformado em hotel. Oferece uma experiência de estadia adorável com camas confortáveis, frigobares, ventiladores de teto ou ar-condicionado e banheiros privativos.
Após um delicioso buffet de café da manhã, os hóspedes podem caminhar até as piscinas naturais do Ribeirão do Meio e do Serrano — a apenas 30 minutos a pé!
Quem disse que uma acomodação econômica não pode ser bonita e oferecer ótimos serviços? A decoração charmosa e moderna da Pousada Alto do Cajueiro é apenas a cereja do bolo, já que cada quarto inclui camas de solteiro ou de casal, ventiladores de teto, armários e banheiros privativos.
Serviço de quarto, concierge, depósito para bagagem e café da manhã (buffet ou continental) também estão incluídos. Por um custo adicional, os hóspedes podem contratar serviços de traslado do aeroporto.
Endereço: R. do Cajueiro, 161
Faixa de preço: $$
Onde ficar em Mucugê?
Ao pesquisar onde ficar na Chapada Diamantina, Mucugê sempre aparece como uma das principais escolhas para acomodações de alta qualidade. Com mais de 12.700 habitantes, a cidade se assemelha à arquitetura colonial de Lençóis, mas é ainda mais pacata, ideal para quem procura um retiro sereno.
Além disso, muitos circuitos de trekking para o Vale do Pati começam em Guiné, um pequeno povoado do distrito de Mucugê, a uma hora do centro da cidade.
Pequenas casas coloridas, igrejas históricas, um lindo coreto e restaurantes adornam a rua principal. Para mergulhar totalmente na história e cultura de Mucugê, os turistas também costumam visitar o Cemitério Bizantino, famoso por suas lápides brancas e brilhantes.
A maravilhosa localização é um dos destaques da Pousada Monte Azul — a apenas 500 metros do centro de Mucugê, a 1,5 km do Rio Paraguaçu e a 7 km da Sibéria, uma bela cachoeira no Parque Nacional da Chapada Diamantina.
Os hóspedes sempre elogiam a incrível comida brasileira servida fresca todos os dias no restaurante, a equipe atenciosa e os quartos confortáveis, que dispõem de camas de solteiro ou de casal, TVs, frigobares, decoração rústica e banheiros privativos.
Um clássico local, a Pousada Mucugê é modesta, porém eficiente, sendo mais recomendada para pessoas que gostam de explorar e voltar para suas acomodações apenas para descansar no final do dia.
De qualquer forma, oferece piscina, Wi-Fi e estacionamento privativo. Camas de solteiro ou de casal, banheiros privativos e toalhas limpas são encontrados nos quartos aconchegantes.
A apenas 5 minutos a pé do centro de Mucugê, a Pousada Primavera oferece um ambiente sereno, perfeito para as pessoas que desejam fugir da agitação do dia a dia.
Encontre chalés com camas confortáveis, redes, um serviço excelente e um café da manhã reforçado todas as manhãs. Custo-benefício, conforto e ótimos serviços na mesma experiência de estadia!
A Pousada Guiné é uma estadia aconchegante no vilarejo de Guiné — um local perfeito para os aventureiros que desejam ficar perto do ponto de partida do trekking para o Vale do Pati —, e conta com terraço ao ar livre, jardim, restaurante, bar e Wi-Fi gratuito.
Os quartos são simples, mas confortáveis, equipados com ar-condicionado e banheiros privativos. As belas vistas de cada unidade tornam a estadia ainda melhor!
Endereço: R. Eliezer Lima de Oliveira – Guiné
Faixa de preço: $$
Onde ficar no Vale do Capão?
No distrito de Caeté-Açu, que pertence ao município de Palmeiras, o Vale do Capão é um pequeno e tranquilo vilarejo na Chapada Diamantina.
Conhecido por suas cachoeiras deslumbrantes, trilhas cênicas e atmosfera descontraída, é uma porta de entrada para caminhadas famosas como a Cachoeira da Fumaça e o Morrão, atraindo amantes da natureza, mochileiros e trilheiros de todo o mundo em busca de uma conexão profunda com a natureza.
A Pousada Amanhecer é uma acomodação excepcional com instalações sofisticadas e vistas naturais deslumbrantes. As áreas sociais incluem um jardim bem cuidado, um restaurante requintado, um bar, um parquinho infantil e uma piscina.
Os hóspedes podem relaxar em suítes e bangalôs de alto padrão com camas de casal, ar-condicionado, frigobares, cafeteiras, varandas e banheiros privativos, além de comodidades premium.
Endereço: Sítio Povoado Caeté-Açu, 997 – Zona Rural, Palmeiras
Cercada por plantas e adornada pelas montanhas da Chapada Diamantina no horizonte, a Pousada Aconchego oferece um ambiente intimista com seus quartos adoráveis, redes e equipe amigável.
Caso você tenha alguma restrição alimentar, pode preparar sua comida na cozinha compartilhada e na cafeteria (aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana). A infraestrutura com ar bucólico é frequentemente elogiada!
Se você procura um retiro tranquilo na Chapada Diamantina, a Pousada do Capão é uma ótima escolha. A acomodação oferece quartos aconchegantes e bem conservados, estacionamento gratuito, Wi-Fi gratuito, banheiros privativos e um delicioso café da manhã todas as manhãs.
A simpática equipe está sempre disponível para oferecer recomendações sobre caminhadas e atividades na área. Um local perfeito para os amantes da natureza que buscam conforto e tranquilidade!
Se você procura onde ficar na Chapada Diamantina gastando pouco, a Pousada Pé no Mato é uma ótima opção. Especialmente recomendada para jovens viajantes e casais, não há serviço de alimentação, mas os hóspedes podem cozinhar na cozinha compartilhada ou explorar os sabores dos restaurantes do Vale do Capão — a apenas uma curta caminhada de distância.
Desfrute de quartos confortáveis com camas de solteiro ou de casal, banheiros privativos, redes e um espaço de coworking. Nas proximidades, você encontrará trilhas para caminhadas até a Cachoeira da Fumaça e o Vale do Pati.
Endereço: R. da Vila, 02 – Vale do Capão
Faixa de preço: $$
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Reservando sua viagem para a Chapada Diamantina com o PlanetaEXO
Agora que você conhece alguns dos melhores hotéis na Chapada Diamantina, que tal começar a planejar sua viagem agora mesmo?
O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em Pacotes para a Chapada Diamantina, trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma experiência inesquecível, incluindo pousadas luxuosas ou econômicas e hospedagens nas casas dos residentes do parque nacional. Entre em contato conosco agora!
Prepare-se para admirar paisagens de tirar o fôlego e se encantar com incríveis destinos de turismo de natureza em diferentes cantos do planeta
Florestas tropicais, pântanos, desertos, campos abertos e montanhas nevadas. Se você está disposto a planejar suas férias em lugares autênticos e menos óbvios ao redor do mundo, não faltam opções de viagens sustentáveis para pessoas que não recusam uma boa aventura.
Os destinos de ecoturismo levam muito a sério sua responsabilidade com o meio ambiente, mas isso não significa que sua viagem será menos incrível. Alguns dos melhores hotéis do planeta seguem diretrizes criteriosas para respeitar práticas conscientes, ao mesmo tempo em que oferecem serviços premium e acomodações de alto padrão.
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Esses ecolodges, juntamente com empresas sustentáveis e outras instituições envolvidas em viagens ecológicas, são membros ativos da The Long Run, uma rede global de turismo de natureza. Com muito orgulho, o PlanetaEXO faz parte dessa organização impactante.
Confira abaixo 10 destinos naturais para visitar em 2026!
Procurando destinos de ecoturismo no Brasil? A Caiman foi fundada há mais de 35 anos com o objetivo de proteger a fauna, a flora e o patrimônio cultural do Pantanal. Com 53.000 hectares em um dos biomas mais fascinantes do país, esta experiência de viagem sustentável na maior planície alagada do mundo é diferente de tudo que você já viu.
Os hóspedes ficam na Casa Caiman (fazenda transformada em ecolodge) ou na Baiazinha (villa privada exclusiva). Ambas incluem quartos com banheiro privativo com camas king-size, ar-condicionado, Wi-Fi, produtos de higiene pessoal, terraços e acesso à piscina, fogueira, restaurante e sala de jantar.
A observação de onças-pintadas, em parceria com o Projeto Onçafari, é a atividade mais procurada, mas o itinerário da Caiman está repleto de trilhas, safáris, passeios noturnos, canoagem, passeios a cavalo e observação de pássaros.
A Caiman é uma Global Ecosphere Retreat®, uma certificação de sustentabilidade que reconhece os membros da The Long Run que cumprem 91 critérios do pilar 4Cs. A norma é considerada uma das mais rigorosas do setor.
Práticas de turismo sustentável: suporte e financiamento de programas ambientais (gestão florestal e prevenção de incêndios), oportunidades de emprego para os moradores da região e eventos focados na cultura pantaneira.
No coração da Reserva Natural NamibRand encontra-se Wolwedans, um santuário de tranquilidade, autenticidade e paisagens africanas excepcionais. O deserto da Namíbia apresenta um brilho dourado sob a luz do sol, mas o céu se transforma num manto cintilante e estrelado quando a noite cai.
Os hóspedes desfrutam de uma estadia requintada em cabanas e acampamentos espaçosos construídos em plataformas de madeira elevadas do solo. Cercado por areia avermelhada, delicie-se com as camas king-size, banheiros privativos, frigobares e poços de água para espantar o calor.
As experiências incluem passeios panorâmicos, caminhadas no deserto, ciclismo nas dunas, passeios de balão e passeios a cavalo.
Práticas de turismo sustentável: plantação de mais de 200 árvores, sistema de tratamento de água, oportunidades de trabalho para habitantes da região e difusão da cultura da Namíbia em passeios guiados.
O Nay Palad Hideaway fica no sudeste da Ilha de Siargao, uma área protegida que preserva pântanos e ecossistemas terrestres e marinhos. Este ecolodge é fundamental para a preservação dos manguezais e da vida selvagem da região devido às suas práticas ecológicas e ao seu compromisso com a Paisagem Protegida Terrestre e Marinha da Ilha de Siargao (SIPLAS).
O design das dez vilas de Nay Palad segue a autenticidade filipina e uma arquitetura rústica e charmosa que se integra perfeitamente à beleza paradisíaca da ilha. As áreas comuns incluem spa, pavilhão de ioga e meditação, academia, restaurante, piscina e quadra de pádel.
Como um destino de ecoturismo que segue o conceito de barefoot luxury (união de conforto e serviços de alto padrão com simplicidade, sustentabilidade e conexão com a natureza), o Nay Palad Hideway oferece muitas experiências ao ar livre: passeios pelas ilhas, excursões, esportes aquáticos, caiaque nos manguezais, caminhadas, agricultura e construção de gaiolas de pesca.
Práticas de turismo sustentável: reabilitação de recifes de corais e florestas da região, proteção de animais ameaçados de extinção, suporte a empresas locais e valorização da cultura filipina.
A Reserva Natural Privada Grootbos está situada entre montanhas e uma floresta com vista para a impressionante vida marinha da Baía Walker. Esta área específica é extremamente importante para a conservação da flora, já que 70% das suas plantas não se encontram em nenhum outro lugar do planeta.
Uma das mais incríveis viagens sustentáveis da África também oferece experiência de hospedagem de alto padrão em suítes, vilas e chalés cercados por jardins deslumbrantes, florestas intocadas e vistas para o mar. Camas confortáveis, banheiros privativos, ar-condicionado, piso aquecido e salas de estar com lareira deixam tudo ainda melhor.
Mergulhe na Província do Cabo Ocidental com a extensa lista de atividades oferecidas pelo Grootbos: passeios diversos (botânicos, de bicicleta, a cavalo e de barco), mergulho em gaiola com tubarões, observação de baleias, trilhas, safári marinho e costeiro, observação de pássaros, voos panorâmicos e visitas a comunidades locais.
Práticas de turismo sustentável: catalogação de plantas e insetos, reutilização de água da chuva, programas culturais e financiamento para novos empreendedores.
Estancia Cerro Guido é um lodge histórico fundado no início do século XX. Com mais de 100.000 hectares de paisagens naturais impressionantes, o local também funciona como uma fazenda focada em métodos tradicionais de criação de ovelhas, incluindo a tosquia artesanal.
Entre campos abertos e montanhas nevadas, os hóspedes desfrutam de uma estadia all-inclusive em quartos de estilo inglês equipados com camas confortáveis, banheiros privativos, aquecimento central e amenities orgânicos. Nas áreas comuns, é possível circular livremente pelo jardim, estufa, sala de estar, passarelas de madeira, sala de selas, área interna de churrasqueira e um restaurante.
A Estância Cerro Guido oferece atividades incríveis que integram a cultura local e os impressionantes recursos naturais da Patagônia, como safáris para observação de pumas e outros animais, cavalgadas, fly-fishing, tours arqueológicos e históricos, ciclismo e trilhas no Parque Nacional Torres del Paine.
Práticas de turismo sustentável: proteção aos pumas, investimento em educação ambiental, preservação da pecuária patagônica e doações para iniciativas de conservação.
Construído por carpinteiros locais, o Batu Batu é um refúgio composto exclusivamente por vilas no Parque Marinho de Johor, na ilha isolada de Palau Tengah. Fundado em 2012, este incrível hotel ecológico é uma verdadeira jóia de viagens sustentáveis, paisagens deslumbrantes de mar azul-esverdeado, vegetação exuberante e serviços premium.
Os hóspedes desfrutam de uma estadia incomparável em 22 vilas — 20 com um quarto e 2 com dois quartos —, todas cuidadosamente construídas com madeiras tropicais e arquitetura inspirada no design tradicional malaio. As acomodações incluem camas king size ou de solteiro, banheiros espaçosos e varandas privativas com vista total ou parcial para a selva ou o mar.
As experiências incluem mergulho, trekking, caiaque, stand up paddle ou simplesmente relaxar na praia.
Práticas de turismo sustentável: doação de parte dos lucros para projetos de conservação, apoio econômico à comunidade local e participação em programas educacionais e culturais.
A Península de Osa é uma região selvagem e remota no sudoeste da Costa Rica. Apresenta vegetação intocada, rica biodiversidade e o Lapa Rios, um dos locais de turismo sustentável mais renomados da América Central.
80% da reserva desse ecolodge é uma floresta primária, o que torna a vista das vilas e bangalôs de luxo de tirar o fôlego. As acomodações são equipadas com camas confortáveis, banheiros privativos, produtos de higiene pessoal, máquinas de café e até mesmo calçados para caminhada.
Explore as belezas naturais da Costa Rica nadando no oceano, praticando canoagem nos manguezais, plantando árvores ou participando de passeios para observar pássaros e os animais marinhos do Golfo Dulce, onde golfinhos e baleias são vistos com frequência!
Práticas de turismo sustentável: preservação de mais de 400 hectares de vegetação, apoio a projetos sociais e incorporação da cultura indígena da Costa Rica em diversas atividades.
Arkaba é uma propriedade rural restaurada em 1850, cercada por 60.000 acres de áreas remotas e propriedade privada. Esse paraíso de viagens sustentáveis conta com paisagens incríveis, montanhas, vida selvagem diversa e uma rica cultura aborígine. Na língua Adnyamathanha — falada pelos povos indígenas dos Montes Flinders—, o nome do hotel significa “terra da abundância”.
Arkaba é um grande exemplo de refúgio ecológico de luxo, acomodando apenas dez hóspedes por vez em quartos de estilo tradicional com banheiros privativos, ventiladores de teto, mesas de trabalho e acesso exclusivo à varanda.
A principal atração é a The Arkaba Walk, um safári de vários dias que inclui visitas guiadas pelo Parque Nacional Ikara-Flinders Ranges e florestas de cipreste e eucalipto australiano.
Práticas de turismo sustentável: participação em projetos de conservação, compra/contratação de produtos e serviços locais e assistência a grupos indígenas.
Embora Córdoba seja a segunda maior cidade da Argentina, a Estância Los Potreros é sinônimo de paz, conexão com a natureza e experiências sustentáveis longe dos circuitos turísticos. Sierras Chicas, uma cadeia de colinas entre os Pampas e os Andes, é adornada por campos verdes deslumbrantes e céu azul.
A hospitalidade está na essência do Los Potreros — a família Begg, proprietária do imóvel, começou a receber hóspedes pagantes na década de 1940. Hoje em dia, há sete quartos com design interior simples, mas charmoso, com vigas de madeira, paredes de pedra, móveis antigos, camas confortáveis e até mesmo fogões a lenha.
Profundamente enraizadas na cultura gaúcha argentina, as atividades mais famosas são passeios a cavalo em campos abertos, corrida de barris, sortija (competição que envolve velocidade e agilidade) e polo, mas trilhas e observação de pássaros também fazem parte da experiência.
Práticas de turismo sustentável: sistema de captação de água da chuva, priorização ao bem-estar animal, apoio econômico a partir da criação de empregos e contratação de prestadores locais.
A duas horas e meia de Singapura, Nikoi é um resort privado de quase 15.000 hectares localizado no Arquipélago de Riau. Praias, águas cristalinas e uma mistura de florestas tropicais e manguezais fazem deste local um destino de turismo de aventura imperdível no Sudeste Asiático.
Perfeito para famílias, Nakoi agrada a todos: noites de cinema e caças ao tesouro para as crianças, ioga e massagens para os pais que precisam de relaxamento. As vilas abertas são perfeitas para uma boa noite de sono graças às maravilhosas camas (casal, solteiro ou beliches), banheiros privativos, chuveiros ao ar livre e vistas deslumbrantes da praia.
Explore a naturezaselvagem da Indonésia praticando mergulho com snorkel, stand up paddle, caiaque, escalada ou trilhas.
Práticas de turismo sustentável: baixo consumo de água e energia, proteção da vida marinha, e criação de empregos e projetos educacionais para a comunidade local.
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The Long Run e PlanetaEXO: uma combinação perfeita (e ecológica)
Estabelecida em 2009 pela Fundação Zeitz, a rede The Long Run protege mais de 20 milhões de acres de biodiversidade em cinco continentes graças a dezenas de membros em todo o mundo. A missão da organização é apoiar empresas de turismo de aventura comprometidas com impactos positivos e de longo prazo.
A estrutura 4Cs incorpora práticas sustentáveis e regenerativas em qualquer negócio de viagens. Portanto, os membros da The Long Run devem respeitar quatro pilares:
Comércio: práticas comerciais responsáveis, resiliência a longo prazo, conservação de recursos, comunidade, projetos culturais, planejamento de progressão.
O desejo de fazer a diferença leva o PlanetaEXO a se esforçar ainda mais para garantir melhores condições para viajantes, pequenas empresas, comunidades locais e o meio ambiente. É por isso que se tornar a primeira empresa de viagens brasileira a integrar o The Long Run é uma grande conquista para iniciativas de ecoturismo mais saudáveis no Brasil — e um marco para todos que amam a natureza e viajar.
No PlanetaEXO, nos orgulhamos de nosso compromisso em oferecer as melhores experiências imersivas em alguns dos destinos naturais mais lindos do Brasil.
Como uma plataforma de ecoturismo que acredita que a sustentabilidade pode andar lado a lado com serviços de qualidade, trabalhamos incansavelmente para ajudar nossos clientes a viver as férias dos sonhos sem prejudicar — e fazendo o possível para proteger — os recursos naturais.
A parceria com a The Long Run destaca nosso desejo e competência em beneficiar todos os envolvidos no ecoturismo.Fale conosco e reserve sua aventura com a gente!
Viva o melhor do Carnaval amazônico em cruzeiros fluviais, lodges ecológicos e acampamentos na floresta
Quer aproveitar os dias de folga com tranquilidade, mas não sabe o que fazer no Carnaval para fugir da folia? A dica é mergulhar na natureza indescritível da Amazônia em passeios tomados pela serenidade e beleza da floresta.
Em 2026, o Carnaval será celebrado nos dias 16 e 17 de fevereiro, seguidos pela Quarta-feira de Cinzas (18). Já o final de semana que antecede o feriado (14 e 15) permite a extensão da viagem.
Não perca a chance de explorar um dos lugares mais fascinantes no Brasil! Veja a seguir 6 destinos incríveis para curtir o Carnaval na Amazônia com muita paz e imersão na natureza.
Dependendo da embarcação, é possível acomodar até 29 hóspedes em elegantes cabines com banheiro privativo, camas confortáveis e ar-condicionado. As áreas comuns incluem restaurante ou sala de refeições, deck aberto com solário, áreas de convivência e até sala de massagens.
Explore as belezas da natureza e aproveite o Carnaval na Amazônia ao participar do roteiro de atividades, que inclui trilhas guiadas, visitas a comunidades locais, observação de animais, canoagem, passeios a praias de rio e muito mais.
Valor: A partir de R$14.540 (por pessoa)
Incluso: acomodação, refeições, transfer, guias e passeios.
Datas para hospedagem no Carnaval 2026: 13 a 17/02 (cabines DBL) | 17 a 21/02 (cabine QPL)
Você tem espírito aventureiro e ainda não decidiu o que fazer no Carnaval? Viva a experiência mais autêntica da Amazônia com essa aventura selvagem na floresta!
Em viagens de 4 ou 6 dias, você vai desvendar as profundezas da maior selva tropical do mundo ao acampar entre as árvores. Liderado por guias experientes, o grupo passa a noite em redes cobertas por toldos e mosquiteiros. As refeições são preparadas na fogueira do acampamento — o cardápio inclui vegetais frescos, frango e peixes pescados na hora.
A imersão na selva já é uma grande aventura por si só, mas o roteiro de atividades também inclui aulas de técnicas de sobrevivência e identificação de plantas, observação de vida selvagem, pesca, caminhadas e navegação em rios.
Valor: por pessoa, a partir de R$4.958 (4 dias) ou R$6.862,50 (6 dias)
Incluso: acomodação, refeições + água potável, transfer, guias, atividades e itens de acampamento.
Datas para hospedagem no Carnaval 2026: a partir de 09/02 (5 dias e 4 noites) | a partir de 17/02 (4 dias e 3 noites) | 13 a 17/02 (5 dias e 4 noites) | 13 a 18/02 (6 dias e 4 noites)
Ficar no Mirante do Gavião, no município de Novo Airão, é tudo o que você precisa para que a sua viagem para a Amazônia seja memorável.
De frente para o Parque Nacional de Anavilhanas, esse luxuoso ecolodge tem três categorias de acomodação (Premium, Luxo e Casa na Árvore) de altíssimo padrão, todas com ar-condicionado, camas confortáveis, banheiros amplos e frigobar.
Ao longo do dia, desfrute as belezas da floresta ao fazer trilhas terrestres e aquáticas em Anavilhanas, contemplar o pôr do sol em passeios de barco no Rio Negro, participar de focagem noturna, explorar as Grutas do Madadá e conhecer o dia a dia de quem vive no coração da floresta.
No hotel, relaxe na piscina, sala de massagem, deck com vista para o rio, sala de jogos ou na biblioteca. A equipe do Mirante do Gavião também disponibiliza equipamentos para stand up paddle e caiaque.
Valor: a partir de R$8.525 (por pessoa)
Incluso: acomodação, refeições, transfer, guias e atividades.
Datas para hospedagem no Carnaval 2026: 12 a 16/02 (Casa na Árvore e Premium) | 19 a 24/02 (Luxo) | a partir de 25/02 (Premium)
O Carnaval em Manaus ganha um novo significado com o Amazon Turtle Lodge, no Lago Paraná do Mamori, em Careiro. Baseada em autenticidade e paixão pelo natural, essa é uma experiência mais acessível — mas não menos incrível.
Ao sair da capital amazonense, o roteiro navega pelo incrível Encontro das Águas dos rios Negro e Solimões. Além desse fenômeno, é possível contemplar outras maravilhas da floresta no caminho até a acomodação, como vitórias-régia, botos cor-de-rosa, jacarés, pássaros, macacos e preguiças.
Outras atividades acontecem ao longo da viagem, como canoagem, visitas a comunidades ribeirinhas, treinamentos de sobrevivência, pesca de piranha, observação de animais, etc.
Depois de explorar a selva, descanse em bangalôs de madeira ou chalés de alvenaria. O lodge inclui 21 unidades, todas com ar-condicionado, banheiro privativo, camas aconchegantes e charmosa decoração.
Valor: a partir de R$3.440 (por pessoa)
Incluso: acomodação, refeições, transfer, guias e passeios.
Datas para hospedagem no Carnaval 2026: 12 a 17/02 (todas as categorias) | 18 a 24/02 (Chalé Comfort Alvenaria) | 25 a 28/02 (todas as categorias)
Sempre na lista de melhores hotéis de selva da Amazônia, o Uakari Lodge se destaca pela singularidade de sua estrutura: as acomodações e áreas comuns são erguidas em palafitas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, em Tefé, proporcionando uma hospedagem ainda mais inesquecível. Pelo isolamento da localização, a conexão com a natureza é incomparável.
Os hóspedes se acomodam em cinco bangalôs com vistas fantásticas para o rio e a floresta. O lodge flutuante também conta com bar, restaurante, deck, sala de vídeo e biblioteca.
A programação resume a essência de passar o Carnaval na Amazônia: trilhas, passeios noturnos para observação de animais, pesca, passeios de barco e visitas a vilarejos ribeirinhas. Imperdível!
O Uakari é a única acomodação da América Latina na lista de hotéis flutuantes ao redor do mundo que valem à pena conhecer, elaborada pelo The New York Times. A publicação destaca infraestrutura, experiências na natureza e o modelo de Turismo de Base Comunitária (TBC), que beneficia tanto o meio ambiente quanto os moradores locais.
Valor: a partir de R$5.240 (por pessoa)
Incluso: acomodação, refeições, transfer, guias e atividades.
Datas para hospedagem no Carnaval 2026: 13 a 18/02 ou 18 a 23/02 (tour de 6 dias) | 20 a 23/02 (tour de 4 dias)
Fevereiro é um mês chuvoso na Amazônia. Embora sejam recorrentes na região o ano todo, as chuvas ganham intensidade no período de dezembro a maio. O clima também é mais ameno, com média de 25,8 ºC.
Isso não prejudica a viagem, mas pode determinar o roteiro de atividades. No mês do Carnaval, passeios de barco, canoagem, trilhas aquáticas, observação de animais e cruzeiros fluviais são experiências imperdíveis.
Viajar para a Amazônia nunca foi tão fácil! Fuja da agitação da cidade e aproveite a sua pausa de Carnaval com muita paz e aventura nos lodges, cruzeiros fluviais e acampamentos operados pelos parceiros do PlanetaEXO.
Além de conectar nossos clientes aos melhores profissionais de ecoturismo, acompanhamos cada etapa do planejamento da sua viagem dos sonhos. Fale conosco e faça sua reserva!
Ambos biomas brasileiros incríveis, o Pantanal é o lar da onça-pintada e outros animais fantásticos, enquanto a Floresta Amazônica permite experiências inacreditáveis na selva
Ao planejar uma aventura pelas paisagens mais selvagens do Brasil, dois destinos certamente vêm à mente: o Pantanalou a Amazônia. Ambos são potências ecológicas repletas de biodiversidade, mas oferecem experiências distintas.
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Simplesmente comparar roteiros de viagem não é suficiente, já que Pantanal e Amazônia estão entre os biomas mais ricos do planeta em termos de biodiversidade e beleza intocada. De suas maneiras únicas, eles proporcionam atividades incríveis para quem deseja se conectar com a natureza em sua forma mais exuberante.
Não, o Pantanal não fica na Amazônia. Embora sejam biomas vizinhos no Brasil, eles possuem ecossistemas bastante diferentes.
Abrangendo os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é considerado a maior planície alagável do mundo.
Enquanto isso, a Amazônia é a maior floresta tropical da Terra, cobrindo áreas de oito estados diferentes: Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Maranhão. Entender a diferença entre Pantanal e Amazônia é o primeiro passo para decidir sua viagem.
Safári no Pantanal: observação da vida selvagem em seu auge
Se o seu sonho é ver a vida selvagem de perto, o Pantanal é o destino perfeito. Além da fauna incrivelmente rica, as paisagens abertas tornam muito mais fácil avistar animais em seu habitat natural em comparação a qualquer outro lugar do Brasil.
De barco ou em veículos 4×4, umsafári no Pantanalpermite aos visitantes algumas das melhores experiências de observação de fauna do mundo. Com a ajuda de guias especializados que conhecem os lugares certos para avistar animais, você pode ver capivaras, ariranhas, jacarés, araras, etc.
Photo: Ondrej Prosicky
Todas as espécies são fascinantes, mas é seguro dizer que o maior felino das Américas é a estrela do show. A região Norte, especialmente perto da cidade de Porto Jofre, é considerada o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas.
A abundância de vida selvagem no Pantanal é um destaque marcante em comparação a outros biomas. Passeios na selva amazônica são maravilhosos para uma imersão total na natureza, mas avistar animais lá exige mais paciência e um pouco de sorte.
A Floresta Amazônica é um mar verde sem fim. Com árvores que atingem mais de 40 metros de altura, a floresta cria um ambiente fechado e úmido onde a luz solar mal toca o solo, abrigando milhares de espécies de plantas e animais.
Caminhar na Amazônia é quase místico. Diferentes sons e aromas são envolvidos pela grandeza da floresta e um constante senso de mistério. Tal atmosfera pode tornar qualquer pessoa muito consciente do poder acolhedor, porém implacável, da Mãe Natureza.
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Ao participar de tours na Amazônia, os viajantes testemunham a importância dos rios, que determinam o modo de vida local como estradas naturais que conectam comunidades ribeirinhas e garantem o acesso adequado às partes mais profundas da floresta.
Negro, Solimões e Amazonas são apenas alguns dos rios que cortam a vegetação e formam igarapés (pequenos cursos d’água), igapós (florestas alagadas) e vistas deslumbrantes de valor imensurável para a fauna, flora e moradores locais.
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A vida selvagem é rica, mas discreta. Exceto pelos botos-cor-de-rosa, a maioria dos animais vive nas copas das árvores, é camuflada pela selva ou só se revela à noite. O foco aqui é a imersão: sentir o cheiro da terra molhada, ouvir a música da natureza, respirar ar puro e entender o privilégio de estar cercado pelo ecossistema mais complexo do planeta.
Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são espetaculares. Não há destino melhor — apenas a melhor opção para as suas preferências.
Enquanto a Amazônia se destaca pela vastidão de sua floresta fechada, rios imponentes e os sons constantes da selva, o Pantanal hipnotiza com seus campos alagados, vegetação aberta e o espetáculo da vida selvagem à vista. Apesar das diferenças contrastantes, esses dois destinos selvagens representam a riqueza da biodiversidade brasileira e do turismo sustentável.
Além de entender o que torna cada bioma tão grandioso, também é importante destacar como as experiências são influenciadas por suas distinções.
@matthias_kern_photography
Atividades nos passeios no Pantanal
Reserve sua viagem para o Pantanal se você ama:
Safáris fotográficos: explore as áreas úmidas de barco ou carro 4×4 para avistar alguns dos mais belos animais brasileiros, incluindo onças-pintadas, tamanduás, antas, tucanos e muito mais.
Observação de aves: mantenha os olhos abertos para avistar algumas das aves nativas, incluindo tucanos, araras e o enigmático tuiuiú.
Cavalgadas: adentre as planícies alagadas a cavalo como um verdadeiro pantaneiro.
Trekking: acompanhado por guias qualificados, caminhe pelos campos abertos e mergulhe na natureza.
Passeios de barco e pesca esportiva: descubra as áreas úmidas participando de passeios de barco e pesque espécies típicas do Pantanal, como pacu e dourado (pesque e solte).
Vida na fazenda: algumas hospedagens são, na verdade, fazendas adaptadas, mas o dia a dia ainda é fortemente baseado na cultura pantaneira — e os hóspedes são mais do que bem-vindos a participar.
Nascer e pôr do sol cinematográficos: os céus abertos oferecem vistas inesquecíveis ao amanhecer ou quando o sol se põe.
Lembre-se: os roteiros variam no Pantanal Norte ou Sul. Certifique-se de conhecer as diferenças de ambas as regiões antes de reservar sua viagem!
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Atividades nos passeios na Amazônia
Planeje suas férias na Amazônia se você não se cansa de:
Caminhadas na floresta: mergulhe na mata caminhando com guias especializados para explorar a fauna, a flora e as tradições locais.
Passeios de barco: barcos menores e canoas navegando por igarapés e igapós são algumas das atividades mais autênticas na floresta.
Expedições noturnas: animais (jacarés, cobras, sapos, corujas…) tendem a circular pela floresta mais livremente quando a noite cai, tornando este um momento ideal para observação da vida selvagem na Amazônia.
Avistamento de botos: ao contrário de outros animais nativos, os icônicos botos-cor-de-rosa não são tímidos e são frequentemente avistados durante passeios de barco pelos rios Solimões e Negro.
Hospedagem na floresta e hotéis flutuantes: experiências de estadia rústicas ou sofisticadas, sempre integradas à natureza.
Visitas a comunidades ribeirinhas e indígenas: contato com culturas locais, culinária tradicional, artesanato e até cerimônias conduzidas por líderes indígenas.
O Pantanal e a Floresta Amazônica estão localizados em regiões remotas, com desafios logísticos que podem influenciar diretamente a experiência turística. No entanto, com o crescimento do ecoturismo no Brasil e o desenvolvimento da infraestrutura local, essas viagens tornaram-se cada vez mais viáveis.
Dividido entre Norte e Sul, o Pantanal é acessível via Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), ambas capitais conectadas por estradas de terra às pousadas e fazendas. A estação seca (maio a outubro) é um ótimo momento para observação da vida selvagem e outras atividades ao ar livre devido à diminuição do nível da água.
Se você está viajando para a Amazônia, a rota depende de quais áreas você vai visitar. Manaus, capital do Amazonas, é a principal porta de entrada para as florestas, servida por voos diretos das principais cidades brasileiras, mas também há passeios nos estados do Pará e Mato Grosso
Os níveis dos rios variam muito entre as estações chuvosa e seca, então as atividades podem mudar dependendo da época do ano. A estação chuvosa (dezembro a maio) é melhor para canoagem, enquanto a estação seca (junho a dezembro) permite caminhadas mais longas.
Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são biomas de importância global para a conservação ambiental. O turismo sustentável provou ser uma ferramenta poderosa para preservar essas regiões e apoiar as comunidades locais.
Ao escolher hospedagens responsáveis, contratar guias locais, optar por operadores que seguem práticas sustentáveis e participar de atividades focadas em educação ambiental, os turistas contribuem diretamente para manter as comunidades e valorizar a biodiversidade.
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Esforços de ecoturismo, comohotéis ecológicos na Amazônia ou fazendas adaptadas no Pantanal, ajudam a gerar renda para as populações locais e criam alternativas ao desmatamento, caça ilegal e exploração predatória dos recursos naturais.
Priorizar experiências que respeitem os ritmos da natureza, limitem o número de visitantes e estejam comprometidas com práticas sustentáveis é essencial para garantir que essas paisagens continuem existindo para as gerações futuras.
Conclusão: você deve escolher a Floresta Amazônica ou o Pantanal?
Vá para o Pantanal para uma observação de vida selvagem mais fácil, paisagens abertas e experiências no estilo safári, ou escolha a Amazônia se você procura exploração imersiva na selva, encontros culturais e a sensação de estar no meio de uma floresta tropical.
Melhor ainda: planeje sua viagem para ambos os destinos, já que cada um revela um lado único da beleza selvagem do Brasil.
Não há escolha errada, apenas diferentes tipos de aventuras!
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Viaje para o Pantanal ou Amazônia com o PlanetaEXO
Trabalhamos com os melhores operadores locais para garantir que sua experiência de viagem seja diferente de qualquer outra. Das reservas aos roteiros, nossa equipe estará com você em cada passo do caminho. Fale conosco agora!
As onças-pintadas são moradoras de vários países do continente americano, mas descobrir onde ver onça no Pantanal, no Brasil, é o grande segredo para o melhor avistamento.
Misteriosa, furtiva e a indiscutível predadora ápice da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muitos a mais bela entre os grandes felinos, com sua deslumbrante pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.
@thewildlifejunkie
Avistar essas criaturas magníficas na natureza é um sonho que se torna realidade para muitos amantes de animais, que viajam o mundo todo e entram fundo em selvas e áreas alagadas para ter pelo menos um vislumbre delas. O melhor lugar para observá-las é no Pantanal, mas há algumas coisas que você precisa considerar.
Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Pantanal, o PlanetaEXO criou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar a onça do Pantanal na natureza — com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!
Existem onças-pintadas no Brasil?
Sim, existem onças-pintadas no Brasil — afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos no mundo (173.000, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população, abrigando mais de 50% de todo o contingente global.
Photo: Matias Ternes
As onças-pintadas também são encontradas no Peru, Colômbia, Venezuela, Argentina, Guiana, México, Costa Rica, Belize e no sul dos EUA.
As onças estão espalhadas por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade no país, seguida pelo Pantanal, o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga.
Embora existam mais indivíduos na Amazônia, eles não são fáceis de avistar devido à vegetação densa e ao tamanho impressionante do bioma. Portanto, o Pantanal é o melhor lugar para avistar onças, pois a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.
E aqui vai uma curiosidade: As onças da Amazônia são menores que a onça do Pantanal porque caçar na floresta densa é mais difícil do que nas planícies alagadas. Naturalmente, isso afeta suas dietas e o padrão de crescimento.
Qual o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?
A região norte é o melhor lugar para ver onça no Pantanal, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também é perfeitamente possível avistá-las no sul. Saiba mais abaixo.
A onça do Pantanal na Região Norte
O Pantanal Norte oferece chances maravilhosas de avistar a onça-pintada no Pantanal em seu habitat natural, particularmente em Porto Jofre, localizado no município de Poconé.
As onças-pintadas que residem nesta reserva estão acostumadas com a presença humana, garantindo uma chance de 98% de avistamento. Para se ter uma ideia, nos últimos três anos, todos os visitantes tiveram a oportunidade de ver as onças-pintadas pelo menos uma vez. Outro ponto a ter em mente sobre as onças do Pantanal Sul é que, como elas são protegidas na reserva e os passeios são feitos em veículos 4×4, você pode avistá-las durante os safáris o ano todo!
Este é considerado o melhor lugar para ver onças no mundo por vários motivos, como a alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável — incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d’água.
Porto Jofre é banhado pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piquiri e Paraguai, que atraem a onça do Pantanal e facilitam os safáris no Pantanal de barco.
Embora o Norte roube a cena quando o assunto é descobrir onde tem onça no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53.000 hectares, o Caiman, um refúgio ecológico situado na cidade de Miranda, funciona como um verdadeiro santuário da onça-pintada, oferecendo acomodação e passeios de observação da vida selvagem.
Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes do Caiman podem participar de safáris terrestres onde é possível ver onças. De fato, este é o único lugar no Sul onde esses felinos são frequentemente observados, com 98% de chance de avistamento.
Os esforços de ambas as instituições ajudam a garantir que as onças se acostumem à presença de veículos e humanos — a uma distância respeitosa, é claro —, permitindo avistamentos frequentes sem alterar seu comportamento natural. O Onçafari e o Caiman também promovem pesquisas científicas e a reintrodução de animais na natureza para garantir que a vida selvagem local seja sempre bem cuidada.
Qual a melhor época para visitar o Pantanal e ver onças-pintadas?
Seja no Norte ou no Sul, para garantir que você verá a onça-pintada no Pantanal, os melhores momentos são durante as estações intermediária e seca (maio a outubro). Entender o clima do Pantanal é fundamental, pois é quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair de seus esconderijos para circular pelas margens dos rios.
Isso não apenas facilita consideravelmente a observação de onças e outros animais, mas as condições meteorológicas e da água também são adequadas para safáris, passeios de barco, trilhas, passeios fotográficos e cavalgadas.
Quanto custa um roteiro para ver a onça do Pantanal?
O custo médio de um passeio focado na onça-pintada no Pantanal é de R$ 14.865. Os preços variam de acordo com a categoria da acomodação, temporada, duração da viagem, etc.
Confira abaixo os roteiros do PlanetaEXO focados na onça do Pantanal, tanto no Norte quanto no Sul!
Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhado por guias com vasto conhecimento em fotografia de vida selvagem).
Pantanal Norte. Viagem econômica, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, passeios noturnos, trilhas, contemplação do nascer/pôr do sol.
*Por pessoa, com base em acomodação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e da disponibilidade. Taxa de câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.
Observação de onças-pintadas no Brasil com o PlanetaEXO
Agora que você sabe que o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, é hora de começar a planejar as suas férias!
O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem inesquecível, incluindo acomodações confortáveis, roteiros feitos sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Entre em contato conosco agora!
O planejamento da sua viagem depende de vários fatores, como logística, estações do ano e estilo de viagem
Para vivenciar verdadeiramente a planície alagada, recomenda-se ficar pelo menos 4 dias inteiros. Mas a decisão de quantos dias ficar no Pantanal depende muito dos seus objetivos de viagem, seja para realizar safáris de vida selvagem, procurar experiências para a família ou aproveitar o ecoturismo num ritmo mais tranquilo.
Photo: Edu Fragoso
Além das atividades, também é importante pensar na logística, pois o bioma é vasto e está localizado numa região razoavelmente remota, que pode levar algumas horas a ser alcançada. Quando viaja para destinos de natureza, cada minuto conta!
Para ajudar na sua tomada de decisão, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem do Pantanal, criou um guia detalhando tudo o que deve considerar ao planear a sua viagem. Confira abaixo!
O que determina quantos dias ficar no Pantanal?
Antes de decidir a duração da sua estadia, alguns fatores práticos devem guiar o seu planeamento:
Logística
O Pantanal é remoto, o que significa que o acesso às suas áreas selvagens pode levar bastante tempo. A maioria dos viajantes chega por Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), mas chegar às pousadas, especialmente no norte, muitas vezes exige longas viagens de carro e até viagens adicionais de barco, dependendo da localização.
De Cuiabá a Poconé — particularmente em Porto Jofre, o melhor lugar para ver onças-pintadas — a viagem de carro leva aproximadamente 2 horas. Para chegar ao Pantanal Sul via Campo Grande, a viagem até às cidades-base de Aquidauana e Corumbá pode levar de 2 a 3 horas e de 5 a 6 horas, respetivamente.
Photo: Caiman
Dica de ouro: Ao planear a sua visita, considere sempre o tempo de transfer (ida e volta). Também é importante decidir se deseja explorar o Norte, o Sul ou ambos, pois isso impactará diretamente o seu roteiro.
Como a maioria dos destinos de natureza, a região oferece experiências diferentes de acordo com as estações do ano. De maio a outubro, a estação seca traz melhor acesso e uma excelente observação da vida selvagem, especialmente de onças-pintadas, capivaras e jacarés. Esta também é uma ótima época para atividades terrestres, como trilhos e cavalgadas.
Photo: Felipe Castellari
De novembro a abril, a estação chuvosa inunda grandes porções das planícies, transformando a paisagem num vasto pantanal. Esse período é ideal para safáris de barco e observação de aves, com milhares de aves migratórias — embora o acesso a algumas pousadas possa ficar limitado.
Entre as estações (abril/maio e outubro/novembro), encontrará uma mistura dos dois mundos: trilhos acessíveis e diversas atividades de vida selvagem. Um período maravilhoso para reservar a sua viagem!
Por fim, não se esqueça de prestar atenção ao clima do Pantanal. As temperaturas variam de 25°C a 35°C durante todo o ano, mas o Pantanal norte tende a ser mais quente e húmido.
Entender o seu estilo de viagem e as experiências que procura certamente ajudará a decidir quantos dias ficar no Pantanal.
Aqueles que buscam observação aprofundada da vida selvagem, rastreamento de onças-pintadas ou fotografia de natureza podem beneficiar de estadias mais longas, de pelo menos 5 dias em áreas remotas, onde os animais costumam circular mais livremente.
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Uma viagem de 5 dias ou mais também é ideal para uma aventura em Bonito, um polo de ecoturismo em Mato Grosso do Sul conhecido pelos seus impressionantes rios, cascatas, piscinas naturais e grutas. A apenas 2 horas e meia do Pantanal Sul, é um destino maravilhoso para pessoas que podem estender as férias ou que desejam testemunhar mais da natureza do Brasil.
Para famílias, a proximidade e o conforto são provavelmente as melhores opções, então ficar em áreas como Poconé pode ser uma excelente escolha. Viagens de 3 a 4 dias oferecem um bom equilíbrio entre safáris e relaxamento.
Pantanal Norte. Experiência acessível, observação de vida selvagem (foco em onça-pintada), passeios noturnos, passeios de barco, trilhos, contemplação do nascer/pôr do sol.
Pantanal Sul. Aventura na Nhecolândia (área mais selvagem do Pantanal), safári fotográfico, cavalgada, canoagem, pescaria, passeios noturnos, trilhos, observação de vida selvagem.
Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças-pintadas e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem).
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 10 de março de 2026; sujeita a alterações.
Explorando a região com o PlanetaEXO
Independentemente de quantos dias ficar no Pantanal, estamos prontos para o ajudar a planear as férias dos seus sonhos!
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem no Pantanal. A trabalhar em conjunto com os melhores operadores locais, a nossa equipa está pronta para o guiar numa aventura imersiva, ao mesmo tempo em que gera um impacto positivo no meio ambiente e nas pequenas comunidades. Entre em contacto connosco agora mesmo!
De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!
Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.
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A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.
Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasile a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!
1 – Lençóis Maranhenses (MA)
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A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.
Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.
Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?
A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.
As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.
Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?
A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.
Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!
Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!
Como chegar aos Lençóis Maranhenses?
Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia.
O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.
Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.
Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.
O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc.
No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.
Qual a melhor época na Amazônia?
Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.
Onde ficar na Amazônia?
Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo.
Amazonas: há jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.
Como chegar à Amazônia?
Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.
O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.
Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.
Qual a melhor época no Barra do Garças?
Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!
Onde ficar no Barra do Garças?
Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.
Como chegar em Barra do Garças?
O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.
4 – Chapada Diamantina (BA)
Photo: Lucas Ribeiro
Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.
As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!
Qual a melhor época na Chapada Diamantina?
A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.
Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.
Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!
Como chegar na Chapada Diamantina?
O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).
Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km).
A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!
Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.
Qual a melhor época em Cambará do Sul? Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.
Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:
Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira
Onde ficar em Cambará do Sul?
A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.
Como chegar em Cambará do Sul?
O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.
6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)
Quem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.
A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!
Jalapão
O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.
Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho.
Qual a melhor época no Jalapão?
O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.
Onde ficar no Jalapão?
O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.
Como chegar no Jalapão?
Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!
No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.
As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!
Qual a melhor época em Serras Gerais?
Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.
Onde ficar em Serras Gerais?
A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.
Como chegar em Serras Gerais?
O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município.
7 – Chapada dos Veadeiros (GO)
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Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.
O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.
Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?
Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.
É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!
Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?
Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!
A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.
8 – Pantanal (MT/MS)
O Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.
Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.
O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.
Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.
Qual a melhor época no Pantanal?
Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.
Como chegar no Pantanal?
Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.
Onde ficar no Pantanal?
Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.
Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.
Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!
Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.
O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!
A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!
Qual a melhor época do Vale do Catimbau?
O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.
Onde ficar no Vale do Catimbau?
A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.
Como chegar no Vale do Catimbau?
Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro.
10 – Nobres (MT)
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Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.
Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!
A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.
Qual a melhor época em Nobres?
A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!
Onde ficar em Nobres?
Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200.
Como chegar em Nobres?
De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.
11 – Serra da Capivara (PI)
Photo: @educoelhoguia
O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantesparques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.
O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.
Qual a melhor época na Serra da Capivara?
Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.
Onde ficar na Serra da Capivara?
Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.
Como chegar na Serra da Capivara?
Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.
12 – Cerrado (GO/MG/BA)
Photo: Fe Albori
A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.
Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.
Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.
Qual a melhor época no Cerrado?
Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios.
Como chegar no Cerrado?
Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.
Conceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.
Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.
A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!
Qual a melhor época em Ibitipoca?
Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.
Como chegar em Ibitipoca?
Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.
Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.
14 – Abrolhos (BA)
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Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.
No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.
Qual a melhor época em Abrolhos?
A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.
Onde ficar em Abrolhos?
Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.
Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!
Como chegar em Abrolhos?
Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.
Fernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxono Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.
As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!
Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!
Qual a melhor época em Fernando de Noronha?
Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.
Onde ficar em Fernando de Noronha?
O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.
O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).
Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO
Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!
Ansioso para explorar as maravilhas naturais do Brasil? Descubra os melhores roteiros para a sua viagem para o Pantanal!
O melhor safári no Pantanalé aquele que permite uma imersão total neste bioma fascinante, com muitas atividades focadas em explorar sua biodiversidade impressionante.
Abrangendo uma área de mais de 210.000 km², o Pantanal é o melhor lugar do Brasil para observar a vida selvagem. Ao pesquisar onde fica o Pantanal, você descobrirá que esta região abriga alguns dos animais mais célebres do país, como jacarés, capivaras, araras e o maior felino das Américas: a onça-pintada.
O PlanetaEXO é especialista em pacotes de viagem para o Pantanal e seleciona a dedo os melhores operadores locais para garantir que sua viagem inclua roteiros diversificados, ótimas opções de estadia, práticas ecológicas e momentos inesquecíveis. Confira!
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Safári no Pantanal: Norte e Sul
Antes de começar a planejar sua viagem, é importante saber que o Pantanal é tão rico que se divide em dois lados: o Norte, onde você pode fazer um safári no Mato Grosso (acessível via Cuiabá), e o Sul, onde acontece o Safári no Mato Grosso do Sul (via Campo Grande). Naturalmente, as experiências em cada região são diferentes e devem ser consideradas antes de reservar sua viagem.
O Pantanal Norte é ideal para avistar onças e passeios de barco. A abundância de vida selvagem torna esta área perfeita para fotógrafos e entusiastas da natureza que mal podem esperar para ver algumas das espécies mais fascinantes da América Latina.
Enquanto isso, o Pantanal Sul é conhecido pela imersão cultural e experiências tradicionais em fazendas, misturando a pecuária com atividades de ecoturismo, como cavalgadas e canoagem. Ver onças é um pouco mais difícil no Sul — embora não seja impossível — mas a observação da vida selvagem continua imperdível!
Sendo o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas, o Pantanal Norte é o principal destino — embora não o único — para viajantes cujo objetivo principal é avistar este felino magnífico.
Além disso, as expedições focadas na onça tendem a ter um valor diferenciado. Se você procura saber sobre preços de safári no Pantanal, considere que técnicas específicas são necessárias para garantir que os viajantes aproveitem a experiência sem estressar os animais, e essa exclusividade e logística impactam o investimento.
Um dos principais passeios saindo de Cuiabá, esta experiência acontece em Porto Jofre Pantanal, no município de Poconé, ao final da Rodovia Transpantaneira. Oferece atividades incríveis para amantes da natureza que sonham em ver onças vagando em seu habitat natural.
Navegando pelas águas calmas do Rio Cuiabá, você poderá ver onças tirando uma soneca no topo das árvores, passeando pelas margens, nadando ou até caçando presas. Guias locais estarão com você durante o safári de barco para levá-lo a pontos estratégicos de observação e compartilhar seu conhecimento sobre o Pantanal.
Este roteiro inclui hospedagem aconchegante, refeições deliciosas, traslados de ida e volta entre Cuiabá e Porto Jofre, guias especializados e safáris diários de barco para ver onças e outros animais do Pantanal, como tamanduás-bandeira, jacarés e centenas de espécies diferentes de aves.
Ideal para fotógrafos profissionais e amadores, este tour fotográfico no Pantanal saindo de Cuiabá leva você a uma viagem ao coração do bioma para capturar e eternizar sua beleza deslumbrante.
Você será acompanhado por guias locais com vasta experiência em fotografia de vida selvagem para ajudá-lo com as melhores técnicas para tirar fotos incríveis de onças, araras, veados-catingueiros, tuiuiús e muito mais.
Em relação à hospedagem, existem duas opções disponíveis: Flotel, um hotel flutuante na entrada do Parque Estadual Encontro das Águas, e Berco Lodge, uma pousada clássica do Pantanal.
Certamente um dos pacotes para o Pantanal mais marcantes saindo de Campo Grande, esta experiência é a mistura perfeita entre imersão na natureza e uma estadia de alto padrão.
Embora este passeio aconteça no Sul, 100% dos visitantes que o reservaram nos últimos anos avistaram onças. Isso se deve ao trabalho da Casa Caiman e do Onçafari, um projeto de conservação cujo objetivo é habituar os animais à presença humana, o que consequentemente aumenta a conscientização sobre questões ambientais e ajuda a desenvolver o ecoturismo da área.
Além da experiência inigualável de avistar onças neste safári no Pantanal Mato Grosso do Sul, as atividades também incluem passeios de canoa, caminhadas ecológicas e expedições noturnas para mais observação da vida selvagem.
Ao se hospedar na Caiman, uma das pousadas mais bem avaliadas do Pantanal, suas férias são elevadas a outro nível. Os hóspedes desfrutam de quartos com ar-condicionado, banheiros privativos e varandas, decoração sofisticada, sauna, academia, fogueira, piscina, decks, restaurante e bar. É tudo o que você precisa em uma acomodação de luxo!
Os safáris de vida selvagem também são uma maneira fantástica de explorar a fauna nativa. Como a maioria deles ocorre no Sul, as chances de avistar onças são menores, mas você ainda verá incríveis animais do Pantanal. Pelo mesmo motivo, essas experiências são mais acessíveis, tornando-se uma ótima opção para viajantes com orçamento mais apertado que buscam bons preços de safári no Pantanal.
Lideradas por guias especializados, essas viagens ao Pantanal são perfeitas para quem deseja mergulhar fundo em um dos ecossistemas mais cativantes do mundo.
Safáris fotográficos, excursões noturnas e passeios de barco no Rio Aquidauana são atividades incríveis para avistar a vida selvagem, enquanto cavalgadas, caminhadas e pesca de piranha permitem que você tenha um vislumbre mais profundo da vida local. Você se sentirá um verdadeiro Pantaneiro!
Guias estarão com você durante toda a viagem para escolher os melhores locais para observar antas, tamanduás-bandeira e o imponente tuiuiú.
Na pousada, satisfaça seu apetite com comida incrível feita com ingredientes frescos, divirta-se nas áreas de lazer — incluindo uma quadra de vôlei de areia! — e aproveite esta estadia excepcional!
A Nhecolândia é uma das microrregiões mais icônicas do Pantanal, famosa por seus campos abertos, manchas de floresta e lagoas sazonais perto do Rio Negro. Esta terra intocada é perfeita para viajantes que têm sede de aventura e buscam experiências profundas na natureza.
Enquanto os safáris de vida selvagem são geralmente econômicos, este se destaca por sua exclusividade, serviços de alto padrão e atividades autênticas em uma área remota. Explore as áreas alagadas para avistar (e fotografar) algumas das espécies mais bonitas do Brasil: tatus-canastra, araras, capivaras, tucanos e muitas outras.
Além dos safáris fotográficos, o itinerário também inclui canoagem, pesca e cavalgadas. Ao cruzar as planícies alagadas a cavalo, você entenderá o que é realmente a vida pantaneira. Não esqueça seu chapéu!
Ao anoitecer, relaxe em belos ecolodges equipados com camas confortáveis, ar-condicionado, banheiros privativos, decoração charmosa e comodidades premium. Nas áreas comuns, aproveite sua estadia no lounge, biblioteca, jardim ou pomar. Ambas as opções de hospedagem (Baía das Pedras e Barranco Alto) oferecem vistas deslumbrantes do Pantanal que certamente o deixarão de queixo caído.
Mato Grosso do Sul é abençoado com a beleza natural diversa dos biomas brasileiros, incluindo o Pantanal, o Cerrado e a Mata Atlântica.
Neste Safári no Mato Grosso do Sul de 5 dias, explore a maior área úmida da Terra com passeios de barco, cavalgadas e tours de vida selvagem em veículos 4×4 para ver jaguatiricas, jacarés, ariranhas e cervos em seu habitat nativo.
No terceiro dia, você pegará a estrada em direção a Bonito (2 horas de viagem), onde experimentará alguns dos cenários mais bonitos do Brasil, como a Gruta de São Miguel, o Parque Ecológico Vale Anhumas, a Barra do Sucuri e o Rio Formoso. Trilhas, natação em piscinas naturais e flutuação em rios são apenas algumas das atividades incríveis incluídas nesta viagem.
Escolha sua acomodação para ambos os destinos com base em suas preferências e necessidades. Todas as opções de hotel oferecem excelentes serviços, refeições deliciosas — pensão completa no Pantanal e meia pensão em Bonito —, e instalações apropriadas para casais, famílias ou viajantes solo.
Se você está planejando viajar para o Pantanal Norte e aproveitar o clima do Pantanal, uma excelente opção é esta experiência saindo de Cuiabá. Em Poconé, participe de excursões noturnas, passeios de barco, cavalgadas e caminhadas.
Avistar onças pode ser difícil aqui — embora não impossível —, mas você ainda terá uma experiência emocionante em safáris fotográficos para observar tuiuiús, cervos-do-pantanal e capivaras. Certifique-se de capturar a beleza da flora também: vitórias-régias, orquídeas selvagens, bromélias e ipês (flor símbolo do Brasil).
Aproveite os serviços premium de sua acomodação e deixe o cansaço e os problemas desaparecerem. Mergulhe na piscina, pegue um bronzeado no deck e aprecie a vista natural de tirar o fôlego.
O valor médio de um safári no Pantanal é de R$ 10.530 por pessoa. Os preços variam de acordo com a categoria da acomodação, a época do ano, a duração da viagem, entre outros fatores.
Confira as principais informações abaixo e escolha o seu roteiro favorito!
Safáris e passeios de barco no Pantanal Sul seguidos de snorkeling e natação em Bonito.
R$ 7.270,00
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade.
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Avaliações de safári no Pantanal
Está claro que o Pantanal no Brasil é um dos destinos de ecoturismo mais espetaculares do planeta, mas o que os viajantes dizem? Com os melhores operadores turísticos do mercado, a PlanetaEXO levou centenas de turistas a este paraíso ao longo dos anos.
Veja o que nossos clientes pensam sobre alguns dos nossos roteiros de safári no Pantanal!
Reserve sua viagem para o Pantanal com o PlanetaEXO
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Pantanal. Estamos comprometidos em transformar suas férias dos sonhos em realidade, ajudando com reservas, itinerários personalizados e tudo o mais que você possa precisar.
Também conectamos você aos melhores operadores de turismo do Pantanal para criar viagens autênticas que ficarão para sempre gravadas em sua memória — e em seu coração. Entre em contato conosco agora!
Sendo um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, saiba tudo sobre as estações e o clima antes de planejar sua viagem para o Pantanal!
A melhor época para ir ao Pantanalé de maio a outubro, abrangendo as estações vazante (intermediária) e seca. No entanto, este é um destino para o ano todo, já que suas estações apresentam oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante mudança.
Assim como em outras áreas úmidas ao redor do mundo, o sobe e desce anual dos níveis da água fornece a base para o sistema ecológico da região. Embora o clima do Pantanal e o comportamento da vida selvagem sejam fortemente influenciados por essas estações, elas estão se tornando mais imprevisíveis a cada dia devido às mudanças climáticas — o que pode causar variações nas previsões.
Photo: Felipe Castellari, Caiman
É por isso que o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para o Pantanal, reuniu um guia completo para ajudá-lo a entender as estações e o clima neste lugar fantástico. Veja mais abaixo!
Estações e o clima no Pantanal mês a mês
O Pantanal possui quatro estações principais bem definidas: chuvosa (cheia), vazante (intermediária) e seca.
Devido à sua localização no Planalto Central Brasileiro, as temperaturas permanecem relativamente consistentes durante todo o ano, com a temperatura do Pantanal girando em torno de uma média de 27°C. Neste guia, explicaremos as diferenças entre cada estação e o melhor momento para reservar sua aventura.
Estação Chuvosa (Novembro e Dezembro)
A estação chuvosa começa em novembro e dura até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e transformando a paisagem em um verde vibrante. Isso marca o início do ciclo de regeneração, com a flora crescendo e a vida selvagem começando a se dispersar novamente.
As fontes abundantes de alimento atraem centenas de espécies de pássaros, que aproveitam a oportunidade para ensinar seus filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são frequentemente avistados, mas os avistamentos de mamíferos tornam-se menos frequentes.
O Pantanal em dezembro e novembro apresenta temperaturas variando de 23°C a 28°C, com aumento da umidade conforme as chuvas começam.
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Estação Cheia (Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março)
A estação cheia no Pantanal também é caracterizada por chuvas. Durante este período, as planícies inundam e os rios transbordam, criando um vasto ambiente aquático.
O Pantanal em janeiro e fevereiro recebe o maior volume de chuvas, tornando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É o momento ideal para explorar o bioma de barco, já que as vias navegáveis se expandem e oferecem acesso a áreas remotas.
A vida selvagem — incluindo jacarés, capivaras e inúmeras espécies de pássaros — prospera nesta atmosfera, mas o acesso a algumas áreas pode ser limitado devido aos altos níveis da água.
Com alta umidade, a temperatura média durante a estação cheia varia de 24°C a 29°C.
Photo: Aleksandrs Orlovs
Estação Intermediária ou Vazante (Abril, Maio e Junho)
De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação cheia para a seca. À medida que os níveis de água começam a baixar e mais terra fica exposta, os animais que haviam se dispersado com a inundação retornam às planícies.
Este momento é excelente para observação de aves, pois muitas espécies se reúnem nas águas restantes. A paisagem começa a secar, mas a vegetação permanece exuberante e verde, oferecendo um belo contraste visual.
Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno que pode tornar as expedições noturnas ainda mais encantadoras. Em maio, as temperaturas são consistentemente agradáveis — ótimas para um safari no Pantanal durante o dia!
As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C, proporcionando um clima no Pantanal levemente fresco, mas confortável para exploração.
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Estação Seca (Julho, Agosto, Setembro e Outubro)
A estação seca é, sem dúvida, a melhor época no Pantanal para observação da vida selvagem. À medida que as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se agrupar ao redor dos poços de água restantes, tornando-os mais fáceis de serem avistados.
Agosto, em particular, é conhecido por céus claros e muito pouca chuva, ideal para safaris e tours fotográficos. É também um ótimo momento para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas tornam a exploração mais acessível.
A temperatura média varia de 20°C a 26°C, tornando esta a estação mais agradável para atividades ao ar livre.
Photo: VisitMS
Qual a melhor época para ver onças no Pantanal?
No Pantanal Norte — também conhecido como o melhor lugar do mundo para ver onças —, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios à medida que o nível da água começa a baixar, entre a estação intermediária (maio a junho), e continuam a se reunir até outubro, durante a estação seca.
Isso aumenta significativamente as chances de avistar onças, tornando este o momento ideal para muitos viajantes que desejam saber quando ir ao Pantanal. Em Porto Jofre, é possível desfrutar de momentos inesquecíveis em safaris de barco para observar essas criaturas magníficas em seu habitat natural.
No entanto, no Pantanal Sul, existe uma joia escondida: um refúgio ecológico que oferece o Safari de Onça de Luxo. Aqui, os visitantes podem ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, pois elas são protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safaris são feitos em veículos 4×4, proporcionando uma experiência emocionante e imersiva.
Porto Jofre, no município de Poconé, Mato Grosso, é a principal localidade do Pantanal Norte, onde a maioria das pousadas está localizada. Veja como está o tempo agora:
Clima no Pantanal Sul
Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é uma das cidades vizinhas do Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são importantes portais para o Pantanal. Este é o clima atual:
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2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.
No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.
Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.
Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.
Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.
Lençóis Maranhenses
Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias
Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.
Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.
Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.
Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais
No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.
Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.
Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.
De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical
A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.
Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.
A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.
Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios
No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.
Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.
Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.
Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe
Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.
As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.
Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.
O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar
Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.
Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.
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