Category: Mês das Mulheres

  • Encontrando a liberdade na natureza: Como uma aventureira holandesa se apaixonou pelo Brasil

    Encontrando a liberdade na natureza: Como uma aventureira holandesa se apaixonou pelo Brasil

    Em homenagem ao Mês da Mulher, conheça Katharina Bongaertz, a viajante número um do PlanetaEXO, que já provou diversas vezes que a aventura não tem gênero nem idade.

    Em 2023, Katharina Bongaertz, uma psicoterapeuta da Holanda, chegou a São Paulo durante o Carnaval. Originalmente, ela planejava passar apenas um mês no Brasil antes de continuar sua licença de cinco meses na Colômbia e no Peru.

    Woman with raised arms on top of a large rocky cliff at Mount Roraima, celebrating surrounded by dense clouds.
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    No entanto, a cultura vibrante e as paisagens deslumbrantes do país a cativaram completamente. Ela decidiu ficar no Brasil pelos quatro meses restantes de sua viagem, dando início a uma profunda história de amor com a natureza brasileira que só se fortaleceu desde então.

    Hoje, aos 60 anos, Katharina já embarcou em uma boa quantidade de viagens de aventura no Brasil com o PlanetaEXO, tornando-se oficialmente a viajante mais frequente da plataforma. Dos imponentes platôs do Monte Roraima às hipnotizantes dunas dos Lençóis Maranhenses e às densas selvas da Amazônia, ela explorou alguns dos destinos mais remotos e magníficos do país.

    Conexão com o espírito brasileiro 

    A jornada de Katharina no ecoturismo começou quando um primo recomendou que ela visitasse a Chapada Diamantina, no estado da Bahia. Procurando uma maneira de explorar essa região menos turística, ela entrou em contato com o Lucas Ribeiro, do PlanetaEXO, uma parceria que agora resultou em sua sétima viagem com a empresa — desta vez para o Pantanal para ver as onças-pintadas!

    Além das paisagens, é o espírito dos moradores locais que a faz continuar voltando. “Acho os brasileiros muito acolhedores, gentis e calorosos“, compartilha Katharina. “Eu amo a música, e eles têm, de certa forma, música na alma. Isso sempre fez parte de todas as viagens.”

    Smiling blonde Katharina holding a paddle while navigating a green canoe through a flooded forest in the Amazon.
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    A força empoderadora da natureza

    Como psicoterapeuta que passa os dias em uma cidade conversando com pacientes, Katharina busca a natureza selvagem para encontrar contraste, liberdade e sabedoria. Ela prefere ambientes amplos e abertos, sem cercas, onde pode caminhar livremente e apreciar a vista do topo de montanhas ou platôs.

    Estar em uma natureza linda e selvagem, sinto isso como algo muito especial“, ela reflete. Para Katharina, a mágica está nos detalhes silenciosos. “Ouvir a natureza, como os sons dos pássaros, dos animais, das árvores… é algo que acrescenta muito. É empoderador, e eu levo isso para casa comigo todas as vezes.”

    De todas as suas aventuras incríveis em destinos como os Lençóis Maranhenses e o Monte Roraima, a Chapada Diamantina ocupa o lugar mais especial em seu coração. “Se eu pudesse, iria todos os anos”, ela diz com um sorriso.

    Woman in an orange jacket sitting on a high rock, admiring the panoramic view of a vast green valley in Chapada Diamantina.
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    Sem limite de idade para a aventura

    Muitas vezes confundida com alguém muito mais jovem, Katharina é a prova viva de que o ecoturismo não é apenas para os jovens. Tendo passado seus 20 e 30 anos criando seus três filhos e construindo uma carreira de sucesso, ela sente que este atual capítulo de sua vida traz uma nova sensação de liberdade.

    Acho que sou muito mais aventureira agora do que era naquela época“, ela observa, e incentiva ativamente outras mulheres maduras a saírem de suas zonas de conforto. É importante desafiar a si mesma para encontrar novos limites e ultrapassá-los. E me refiro a limites em todos os níveis, como descobrir novos horizontes e explorar.”

     Smiling woman swimming in crystal-clear blue waters with a large waterfall in the background in the Jalapão region.
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    Embora seja importante conhecer seus limites físicos e encontrar seu próprio ritmo de caminhada, Katharina prova que as recompensas de conquistar uma trilha difícil ou nadar sob uma enorme cachoeira no Jalapão, na região Norte do Brasil, valem absolutamente a pena.

    Uma de suas aventuras mais marcantes foi a ascensão ao Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil, escondido no noroeste da Amazônia. “Foi uma experiência incrível e muito especial, profundamente moldada pela conexão com o povo Yanomami”, ela compartilha. “Fazendo o trekking ao lado de cerca de 30 guias indígenas que carregavam suprimentos montanha acima, passei 10 dias imersa em sua rotina diária, dormindo em redes pelo caminho.”

     Katharina interacting in a relaxed way with a Yanomami indigenous guide in a green area, with Pico da Neblina in the background.
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    Enquanto Katharina se prepara para sua próxima aventura na natureza selvagem do Pantanal, sua história serve como um belo lembrete para todos nós: o mundo é vasto, a natureza está chamando e nunca é tarde demais para responder.

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    Viajando pela natureza selvagem do Brasil com o PlanetaEXO

    Katharina entende o poder de se conectar com a natureza e viver a vida em sua plenitude. Com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura no Brasil, ela conseguiu explorar múltiplos destinos de forma segura, responsável e autêntica.

    Desde as reservas até os traslados, nossa equipe providencia tudo o que você precisa para a sua viagem, além de apoiar as comunidades locais e seguir diretrizes rigorosas para garantir a conservação ambiental. Entre em contato agora mesmo!

  • Expandindo horizontes na Amazônia: A jornada de amor e descoberta de uma escritora britânica

    Expandindo horizontes na Amazônia: A jornada de amor e descoberta de uma escritora britânica

    Emma Phillips é uma escritora freelance do Reino Unido que explorou a floresta tropical com sua parceira brasileira e descobriu um universo de natureza selvagem e diversidade cultural

    Em dezembro do ano passado, a escritora freelance britânica de 30 anos Emma Phillips viveu uma experiência transformadora. Após conhecer Jamille, uma acadêmica brasileira de Belém do Pará, seu mundo começou a se expandir das colinas da Inglaterra para as profundezas da Floresta Amazônica, criando uma linda história de amor intercultural que foi recentemente compartilhada em um artigo para a Condé Nast Traveller.

    Buscando a maneira ideal de explorar a terra natal de sua parceira e conectar seu pai britânico a esse novo mundo, Emma escolheu o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios de aventura no Brasil, para organizar essa aventura. Juntos, o trio embarcou em um cruzeiro fluvial de cinco dias pelo Rio Negro, navegando pelas águas dos Parques Nacionais de Anavilhanas e do Jaú.

    Barco tradicional de cruzeiro fluvial navegando pelas águas calmas do Rio Negro, com a vegetação verde refletindo na água.
    Photo: Emma Phillips

    Para a Jamille, foi uma chance de explorar ainda mais áreas da sua própria região que ela ainda não conhecia. Para mim, permitiu vivenciar o lugar de onde ela vem através de uma perspectiva pessoal. Meu mundo se expandiu”, compartilhou Emma em uma entrevista para o Mês da Mulher.

    Conexão profunda com as raízes locais

    A viagem foi muito além da simples observação de paisagens; o verdadeiro diferencial foi a imersão promovida pelas comunidades locais, especialmente nos programas educacionais. “Tudo se resume às pessoas. Fiquei muito impressionada com o projeto nas escolas, com a arquitetura deslumbrante. Tudo era tão inteligente e bonito”, destaca.

    Acompanhados por um guia turístico que transformou a floresta em uma verdadeira sala de aula usando o conhecimento de seus ancestrais, o grupo experimentou o lado mais autêntico da Amazônia. “Toda a tripulação do barco e os guias eram habitantes locais. Ver o turismo sendo usado de forma autêntica e não predatória para melhorar a vida das comunidades e preservar o meio ambiente foi uma inspiração.

    Uma pessoa segura uma linha de pesca com um pequeno peixe recém-pescado sobre as águas escuras do Amazonas, perto de uma margem de areia.
    Photo: Emma Phillips

    Apesar da diferença de realidades, Emma conhece muito bem essa parte do mundo. Como já trabalhou com líderes indígenas brasileiros, compreende o que esses povos enfrentam e os contextos que percorrem. “Trabalhar com o conhecimento e a cosmologia deles é como desaprender tudo o que me ensinaram”, afirma, definindo a experiência como uma forma de entender a importância da diversidade cultural.

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    O poder da natureza e o calor humano

    Navegar pelo Rio Negro trouxe contrastes fascinantes para a família. Emma descreve a floresta como “envolvente e intensa”, enquanto o rio oferecia uma sensação de “enorme abertura e tranquilidade” — com a grande vantagem de que as águas escuras e ácidas mantinham os mosquitos afastados!

    Durante a expedição, eles foram agraciados pela presença de ariranhas, jacarés, diferentes espécies de pássaros, botos e outros animais da Amazônia. A natureza também mostrou sua magnitude quando uma forte tempestade na última noite os lembrou do poder da floresta e da importância do preparo da tripulação.

    Viajando como uma mulher queer, Emma confessa que há sempre uma ansiedade interna sobre como seu relacionamento será recebido. No entanto, a receptividade no cruzeiro foi notável. “No começo, a tripulação tentou entender nossa dinâmica — uma mulher britânica e uma mulher amazônida juntas —, mas assim que entenderam, o clima foi de total respeito e ninguém nos fez sentir desconfortáveis.”

     Uma mulher de cabelos escuros, usando brincos de argola e um colete salva-vidas camuflado, senta-se em um pequeno barco, olhando pensativa para a exuberante vegetação da margem do rio.
    Photo: Emma Phillips

    Um dos momentos mais tocantes ocorreu na cozinha do barco. “Uma das chefs compartilhou que sua própria filha também era queer. Acho que ela ficou feliz em ver nossa dinâmica se desenrolar na frente dela. Foi adorável”, ela relembra.

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    Viagens que empoderam (e um convite)

    A jornada pela Amazônia uniu famílias de continentes diferentes e reforçou a crença de Emma no poder transformador de explorar o desconhecido. “Viajar nos permite testemunhar outras formas de existir no mundo. Acredito que viajar empodera qualquer mulher, qualquer pessoa, pois proporciona experiências nas quais você precisa ser constantemente decisiva, enfrentar medos e avaliar riscos.

    Para as mulheres que sonham em explorar a imensidão da Amazônia, mas ainda sentem alguma hesitação, o conselho de Emma é claro: foque na segurança ao viajar com suporte, junto a um grupo ou a uma operadora de turismo de confiança.

    Duas mulheres estão na base de uma enorme árvore amazónica, olhando para o tronco imponente e para a densa copa verde acima delas.

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    Expandindo horizontes com o PlanetaEXO

    Movida pelo amor e por um profundo interesse pela natureza e pela diversidade cultural, Emma conseguiu expandir sua visão de mundo. É isso que as viagens fazem: elas nos presenteiam com o belo conhecimento de que a vida não tem fronteiras e que há muito para se ver lá fora.

    Com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios de aventura no Brasil, essa jornada se torna ainda mais rica. Ao seguir diretrizes que criam um impacto positivo no meio ambiente e nas comunidades locais, proporcionamos experiências plenas e inesquecíveis. Entre em contato conosco agora!

  • Da Nova Zelândia ao mundo perdido: a jornada de uma ecologista solo no Monte Roraima

    Da Nova Zelândia ao mundo perdido: a jornada de uma ecologista solo no Monte Roraima

    Em homenagem ao Mês das Mulheres, o PlanetaEXO compartilha a história de Olivia Bird, uma jovem viajante que cruzou o mundo para escalar uma das montanhas mais impressionantes da América do Sul

    Aos 24 anos, Olivia Bird passou sua vida acadêmica na Nova Zelândia estudando comunidades de plantas alpinas, mas estava prestes a entrar em um mundo totalmente diferente. Embarcando em sua primeira viagem solo para a América do Sul, seus olhos estavam voltados para o Monte Roraima, um majestoso tepui (montanha em formato de mesa) na fronteira do Brasil com a Venezuela, que inspirou o clássico romance de 1912, O Mundo Perdido, de Sir Arthur Conan Doyle.

    Para uma ecologista, os tepuis são um destino dos sonhos. “Eles são fontes incríveis de biodiversidade endêmica“, explica Olivia. “Devido à sua altura e isolamento, espécies únicas evoluíram completamente separadas do resto do mundo. É um laboratório vivo.

    A female ecologist stands on a sandy path looking toward the table mountain of Mount Roraima in the distance.

    Olivia confiou no PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em aventuras na natureza do Brasil, para explorar uma das regiões mais remotas do país. Ela também compartilhou sua história inspiradora para o Mês das Mulheres. Confira abaixo!

    Superando o nervosismo pré-viagem

    Antes de partir, Olivia admitiu sentir o peso de seu ambicioso roteiro. “Eu definitivamente estava nervosa“, relembra. “Os avisos de viagem em relação à Venezuela me deixaram ansiosa. Mas o PlanetaEXO e o parceiro local organizaram uma chamada de vídeo antes da viagem. Conversar com eles diretamente acalmou completamente meus medos. Eu sabia que estava em boas mãos.”

    Após uma cansativa série de conexões cruzando o planeta, ela finalmente chegou a Boa Vista, capital do estado de Roraima. Ao conhecer seu grupo de viagem, Olivia enfrentou seu primeiro desafio real: ela era a única estrangeira no trekking e a única falante nativa de inglês.

    Two female hikers smile together on a grassy trail with the majestic Mount Roraima in the background.
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    Durante os primeiros dias, eu estava tão preocupada em ser um inconveniente para a dinâmica social do grupo, mas eu não poderia estar mais errada“, diz ela, destacando a camaradagem e a simpatia dos outros viajantes que garantiram que ela recebesse todo o apoio necessário.

    Dividi o quarto com outra viajante solo do Brasil que me tranquilizou imediatamente. O grupo era incrivelmente diverso, formado por cerca de metade de mulheres, e eles me acolheram com alegria, falando inglês ou reservando um tempo para me ensinar português.

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    O poder da montanha (e das pessoas)

    À medida que o trekking no Monte Roraima começava, Olivia ficava constantemente impressionada tanto com o ambiente deslumbrante quanto com a resiliência da equipe local.

    Fiquei profundamente impressionada com os carregadores indígenas, principalmente com as mulheres“, ela se admira. “Vi mulheres com a metade do meu tamanho, usando apenas chinelos, carregando suprimentos pesados sem esforço e literalmente passando por nós, trilheiros, que lutávamos com nossos equipamentos de alta tecnologia.

    A equipe não apenas carregou os equipamentos; eles proporcionaram uma experiência culinária fenomenal. “Eles atenderam brilhantemente à minha dieta vegana. Serviram-me algumas das melhores comidas que já provei, bem ali na encosta de uma montanha.

    The sun bursts with bright rays over a sea of white clouds and silhouetted table mountains, viewed from the rocky summit of Mount Roraima.
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    Ao chegar ao topo, a ecologista dentro de Olivia ganhou vida. Ela ficou particularmente maravilhada com os minúsculos sapos endêmicos, do tamanho de uma unha, que rastejavam pelo espetacular Vale dos Cristais, onde a paisagem rochosa se transforma subitamente em um campo de joias brilhantes.

    Durante todo o percurso, os guias promoveram esse profundo respeito pela montanha“, ela conta. “Eles enfatizaram uma rigorosa filosofia de ‘não causar danos’ para proteger um ambiente tão sagrado e frágil. Isso mudou a forma como eu via o nosso impacto nesses espaços.

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    Além da floresta

    O Monte Roraima foi apenas o começo. Fortalecida pela escalada, Olivia continuou em um grande mochilão pela Bolívia, Peru, Colômbia, Equador e México. Sua sede de natureza a levou, eventualmente, à Amazônia boliviana, onde vivenciou um momento de tirar o fôlego na escuridão total da selva.

    Eu estava bem ao lado do meu guia com nossas lanternas apagadas, apenas ouvindo“, lembra Olivia. “De repente, nós ouvimos — o rosnado de uma onça-pintada, a apenas alguns metros de distância nos arbustos. Fiquei com medo, mas foi muito legal.

    Ao voltar para casa, na Nova Zelândia, Olivia refletiu sobre como essa jornada cruzando o planeta a havia mudado. Viajar deu a ela uma nova perspectiva para examinar as relações entre as pessoas e a natureza. Mais importante ainda, conquistar o tepui e navegar sozinha por países estrangeiros trouxe-lhe uma nova sensação de liberdade e confiança.

    Se eu tivesse uma mensagem para outras mulheres, seria a de que temos a sorte de viver em uma época em que viajar sozinha é acessível para as mulheres“, diz Olivia. “Apenas agarrem essa oportunidade e a usem para ver o mundo. Isso fará bem a você como pessoa, e haverá outras mulheres que você conhecerá ao longo do caminho que estão fazendo o mesmo, para que você não precise se sentir sozinha.

     A delicate pink and white flower with a red stem grows among low-lying green and reddish vegetation on Mount Roraima.

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    Mergulhando nas partes mais profundas da natureza com o PlanetaEXO

    Olivia teve receio inicialmente de uma jornada tão exigente, mas rapidamente foi tranquilizada em relação à segurança pelo PlanetaEXO e nossos parceiros locais.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura no Brasil, cuidamos de cada etapa do planejamento de suas férias para garantir que você tenha uma experiência segura e inesquecível, causando um impacto positivo no planeta e nas comunidades locais. Entre em contato conosco agora mesmo!

  • Como uma brasileira superou seus medos e se encontrou na selva profunda

    Como uma brasileira superou seus medos e se encontrou na selva profunda

    Para o Mês das Mulheres, conheça Mariana Sampaio, uma jovem viajante solo que explorou o Vale do Pati e a Floresta Amazônica

    Para Mariana Sampaio, uma engenheira eletricista de 26 anos, “férias” costumava significar uma simples pausa na rotina diária. Mas após um mês atravessando as montanhas acidentadas do Vale do Pati e as florestas inundadas da Amazônia, ela voltou com uma definição totalmente diferente: transformação.

    Como uma mulher brasileira viajando sozinha pela primeira vez, Mariana queria ver do que era capaz, ao mesmo tempo em que se certificava de que se sentiria apoiada. É por isso que ela recorreu ao PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura no Brasil, e confiou em nós para coordenar viagens consecutivas que abrangeriam milhares de quilômetros.

    Do silêncio de alta altitude da Chapada Diamantina ao pulso rítmico da Floresta Amazônica, ela encontrou mais do que esperava. Em comemoração ao Mês das Mulheres, descubra a história da Mariana abaixo.

    Encontrando força nas montanhas

    A jornada começou no coração da Bahia, no Vale do Pati, na Chapada Diamantina. Por cinco dias, Mariana se desconectou do mundo digital e superou seus limites físicos muito além do que imaginava ser possível.

    Subir o icônico Morro do Castelo foi um verdadeiro teste de resistência. “A parte física foi desafiadora”, ela admite. “Quando voltei para casa, não fiz exercícios por alguns dias. Meu joelho… eu não conseguia nem ficar em pé direito.”

    A smiling Mariana stands with arms outstretched on a bridge over a rocky river with the rugged mountains of Vale do Pati in the background.
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    Mas no meio dessa luta física, ela encontrou um tipo diferente de força — a conexão humana. Dentro de seu grupo de trekking, ela formou um vínculo improvável e profundo com um casal de alemães, Mary e Piet.

    “Foi como se tivesse que acontecer naquele momento. Eu não me senti sozinha por um único segundo”, reflete Mariana, lembrando também da conexão com outros viajantes e guias turísticos.

    👉 Leia mais: Por que a natureza remota do Brasil está se tornando um refúgio para mulheres estrangeiras que viajam sozinhas

    Onde a cultura encontra a selva

    À medida que o ar da montanha dava lugar ao hálito úmido do norte, Mariana seguiu para um hotel de selva na Amazônia. Se as montanhas exigiam resistência física, a selva era sobre mergulhar em uma realidade totalmente diferente.

    Mariana smiles enthusiastically while safely holding a small alligator during a night excursion in the Amazon.
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    Para ela, o ponto alto não foi apenas a densa vegetação ou a diversidade de animais da Amazônia — embora ela tenha fotografado um pequeno jacaré e avistado uma cobra gigante —, mas sim as pessoas que chamam o rio de lar. “O que eu mais gostei na Amazônia foi o contato com as pessoas… aprender sobre a cultura delas e como vivem de forma diferente.

    Ela ficou fascinada com o ritmo diário do rio, especialmente ao ver as crianças locais indo para a escola de barco. Lá, ela percebeu que não estava apenas visitando uma floresta; ela estava testemunhando um modo de vida resiliente.

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    Confrontando o inesperado

    Apesar de todas as coisas boas, viajar sozinha na natureza obviamente traz momentos que testam seus nervos.

    Nas profundezas da floresta, Mariana enfrentou um momento de terror genuíno quando foi picada por um grande marimbondo. “Eu pensei: ‘Será que sou alérgica?… Vou morrer aqui sem as pessoas que eu amo“, ela relembra, agora achando a situação engraçada.

    Mas é aqui que a experiência do seu guia se tornou sua salvação. Ele manteve a calma, monitorou a reação dela e ficou ao seu lado até a dor passar. Foi um momento crucial de autodescoberta, quando ela percebeu que poderia lidar com o inesperado porque tinha um sistema de apoio que conhecia verdadeiramente a terra.

    👉 Leia mais: O ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo para mulheres através de planejamento e redes de apoio

    A faísca do empoderamento

    Por que correr o risco de uma aventura solo? Para Mariana, a resposta é simples: é a forma definitiva de coragem e autoconfiança. Ela embarcou na viagem como alguém naturalmente mais reservada, mas voltou com o moral transformado.

    Viajar sozinha mudou minha visão de mundo porque, quando você vive em uma sociedade que às vezes não permite que as mulheres sonhem, isso é como a primeira faísca de empoderamento“, reflete Mariana. “É uma verdadeira conquista poder olhar para trás e dizer: ‘Eu fiz isso, e fiz sozinha.

    Mariana rests on a giant twisted tree root while exploring the dense greenery of the Amazon jungle.
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    Ela incentiva qualquer pessoa hesitante a enxergar além do medo. “A vida é uma só… e hoje me conheço muito mais porque conheci outras pessoas.”

    Sua jornada é um lembrete de que a vista mais bonita não está apenas no topo de uma montanha ou na beira de um rio, mas é a pessoa em quem você se torna quando decide ir de qualquer maneira. “Se eu posso fazer isso, você também pode“, ela completa.

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    Encontre sua autoconfiança viajando com o PlanetaEXO

    Mariana superou seus medos e descobriu um lado totalmente novo de si mesma ao acreditar em sua própria capacidade. Nas profundezas da selva amazônica ou caminhando pelas trilhas do Vale do Pati, ela conseguiu muito mais do que esperava.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura no Brasil, o PlanetaEXO ajuda viajantes de todo o mundo a explorar a natureza de forma responsável e gratificante. Priorizando a segurança, o conforto, a conservação ambiental e o apoio às comunidades locais, trabalhamos incansavelmente para garantir experiências de viagem autênticas. Entre em contato conosco agora!

  • Da chuva de Seattle ao sol do Brasil: a jornada solo de Samantha pela Amazônia e pelo Jalapão

    Da chuva de Seattle ao sol do Brasil: a jornada solo de Samantha pela Amazônia e pelo Jalapão

    Samantha Sage compartilha sua experiência de explorar o Brasil sozinha para inspirar mulheres viajantes em homenagem ao Mês da Mulher

    Quando o inverno frio e chuvoso de Seattle se tornou exaustivo demais para Samantha Sage (@sage_gonewild), uma consultora de tecnologia de 34 anos dos Estados Unidos, ela percebeu que não estava apenas procurando por férias — ela estava em busca de uma aventura.

    Com a liberdade de trabalhar de qualquer lugar, ela arrumou as malas para uma jornada solo de seis semanas pelo Brasil, uma viagem que a levaria das praias icônicas do Rio de Janeiro às paisagens remotas e quase místicas da Floresta Amazônica e do Jalapão.

    Para explorar esses destinos específicos, ela confiou no PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de aventura no Brasil, para garantir uma viagem segura e gratificante. Em homenagem ao Mês da Mulher, contamos a história dela logo abaixo.

    Descobrindo a imensidão da Amazônia

    Para Samantha, a Amazônia foi uma revelação. Embora ela já tivesse visto florestas tropicais antes, nada a preparou para a magnitude dos rios. “Você ouve falar que os rios na Amazônia são muito grandes, mas você realmente não consegue conceitualizar isso até estar lá.”

    Hospedando-se em um hotel de selva na Amazônia, ela desfrutou de uma experiência excepcionalmente íntima. Como a única hóspede, recebeu atenção personalizada de guias nascidos e criados na região.

    Samantha Sage smiles while holding a small caiman during a guided nighttime ecotourism tour in the Brazilian Amazon.
    @sage_gonewild

    Sua viagem foi repleta de avistamentos de animais da Amazônia, incluindo um momento engraçado em que ela confundiu uma cabeça lisa na água com outra coisa.

    “Eu surtei. Meu cérebro imediatamente pensou que era uma sucuri, mas meu guia olhou para mim como se eu fosse louca e disse: ‘É uma ariranha’”, ela ri, contando como ficou animada com a possibilidade de ver a estrela da franquia Anaconda em seu habitat natural — embora ainda tenha ficado feliz em ver a ariranha gigante.

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    A magia espontânea do Jalapão

    A decisão de Samantha de visitar o Jalapão foi despertada por uma única e cativante foto da Lagoa do Japonês que ela viu online.

    Apesar de admitir sua falta de planejamento, a escolha impulsiva valeu a pena. Ela ficou hipnotizada pela diversidade do cenário, das dunas douradas aos fervedouros (nascentes naturais onde a pressão da água impede que você afunde).

    Samantha Sage floats peacefully on her back in the crystal-clear waters of the Jalapão, Brazil.
    @sage_gonewild

    Ela credita grande parte do sucesso da viagem aos profissionais que a guiaram. “Os guias realmente podem definir o sucesso ou o fracasso de uma viagem”, ela observou. “Meu guia foi simplesmente incrível e fez com que a experiência fosse ainda melhor do que eu esperava.”

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    Empoderamento através da viagem solo

    Muito além das vistas deslumbrantes, essa viagem foi profundamente pessoal. Samantha descobriu que viajar sozinha pelo Brasil foi importante para que ela crescesse e se tornasse uma versão mais forte e confiante de si mesma. “Isso realmente me ajudou a superar inseguridades, como cultivar o conforto com a minha própria personalidade única”, ela explicou.

    Samantha Sage wears sunglasses and an orange life jacket while smiling on an adventure boat ride near massive cascading waterfalls in Brazil.
    @sage_gonewild

    Apesar de ter recebido conselhos de cautela de outras pessoas antes de sua partida, Samantha sentiu-se segura e acolhida pelo povo brasileiro, que descreveu como “animado e paciente”. Agora, ela incentiva outras mulheres a darem o salto e explorarem o mundo em seus próprios termos. Seu maior conselho é evitar pensar demais; ela acredita que, se você passar muito tempo remoendo medos em potencial, nunca sairá de casa.

    Para Samantha, um pouco de impulsividade, quando equilibrada com a segurança, pode ser uma coisa maravilhosa. Ela incentiva futuras aventureiras a permanecerem flexíveis e a aceitarem mudanças de planos, já que algumas de suas melhores experiências aconteceram quando as coisas não saíram como o roteiro indicava.

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    Reservando sua viagem com o PlanetaEXO

    Embora Samantha seja a favor da flexibilidade, o PlanetaEXO ajudou a estruturar uma viagem segura e agradável em dois destinos diferentes. Afinal, até mesmo a espontaneidade precisa de um pouco de organização.

    Somos uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de aventura no Brasil que ajuda viajantes de todo o mundo a planejar suas viagens de acordo com suas preferências e necessidades. Desde a reserva de acomodações até a escolha dos melhores roteiros, nossa equipe está pronta para ajudá-lo com as férias dos seus sonhos. Entre em contato conosco agora!

  • Ecoturismo cresce entre mulheres que viajam sozinhas pelo Brasil

    Ecoturismo cresce entre mulheres que viajam sozinhas pelo Brasil

    De Roraima ao Jalapão, seis viajantes do Brasil e do mundo mostram como explorar a natureza sozinha pode ser uma experiência transformadora

    “A sensação pode ser um pouco amedrontadora, mas é libertadora. Hoje me conheço mais porque me permiti conhecer outras pessoas”, disse Mariana Sampaio (26), engenheira elétrica baiana que viajou sozinha para a Chapada Diamantina e a Amazônia. O medo inicial existiu, mas enfrentá-lo foi exatamente o que transformou a jornada em um marco pessoal.

     Mulher sorridente vestindo blusa roxa, apoiada nas raízes grossas e retorcidas de uma árvore gigante no meio de uma floresta verde exuberante.
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    Para muitas mulheres, a ideia de viajar desacompanhada desperta preocupações com a solidão e a segurança. No entanto, um movimento crescente dentro do ecoturismo nacional vem mostrando que, com planejamento, escolha criteriosa de roteiros e apoio de profissionais qualificados, é possível transformar a viagem solo em uma experiência estruturada e acolhedora.

    No Mês da Mulher, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, reuniu relatos de seis viajantes nacionais e internacionais que optaram por explorar a natureza brasileira sozinhas. Veja mais a seguir!

    Viajar sozinha não é estar sozinha

    Um dos principais mitos da viagem solo é a solidão. Na prática, muitas mulheres relatam o oposto e contam que ficaram mais abertas a novas conexões.

    Quando a ecóloga neozelandesa Olivia Bird (24) decidiu subir o Monte Roraima, temeu ser a única estrangeira no grupo. O receio se dissipou rapidamente ao ser acolhida por outras brasileiras viajando sozinhas e ao interagir com mulheres indígenas que atuavam na expedição. “Há outras mulheres fazendo o mesmo, você não precisa se sentir só”, afirma.

    Além de Olivia, as viajantes relatam como as experiências de trilha, acampamento e conexão cultural nas profundezas de Roraima ajudam a criar laços entre visitantes, guias e comunidades.

    Mulher em pé sob uma enorme formação rochosa escura esculpida pela natureza, equilibrada sobre uma base estreita em uma paisagem de pedras sob sol forte.
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    Estrutura faz diferença para quem se preocupa com segurança

    A preocupação com a segurança no Brasil é real, mas a realidade dos destinos de natureza surpreende. A bióloga Kristina Wagner (44), da Alemanha, delineou um planejamento completo antes de explorar a Amazônia e o Pantanal.

    “Eu me senti segura o tempo todo. As pessoas estavam sempre tentando me ajudar”, relata. Ela também destaca que a tranquilidade veio da decisão de viajar com operadores experientes e guias locais, que conhecem rotas, protocolos e dinâmicas regionais.

    O mesmo ponto é reforçado pela norte-americana Samantha Sage (34), que visitou o Jalapão (TO) e a Amazônia. “Os guias fazem toda a diferença. Viajar sozinha me ajudou a ter ainda mais confiança na minha própria personalidade.”

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    A natureza como respiro e sem restrição de idade

    Para a gerente de marketing Andreia Yamasaki (35), de São Paulo, inserir-se na natureza é uma necessidade de autocuidado e saúde mental em meio à tensão da rotina. “É um respiro. Não vou deixar de ir a um destino só porque não tenho companhia”, afirma.

     Mulher sorridente sentada de pernas cruzadas e braços abertos sobre uma rocha, admirando um vale verde com uma montanha imponente de topo plano ao fundo.
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    A busca por essa pausa não vê idade. A psicoterapeuta holandesa Katharina Bongaertz (60) é a viajante mais frequente do PlanetaEXO. Após criar os filhos e consolidar sua carreira, ela encontrou no Brasil um novo capítulo da paixão por viajar. Ao lado do povo Yanomami, escalou o Pico da Neblina, o ponto mais alto do país. “É importante desafiar a si mesma e encontrar novas fronteiras em todos os níveis.”

    A hiker stands with arms raised in victory on a high, rocky cliff edge extending above a thick layer of white clouds.
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    👉 Leia mais: Mulheres 50+ quebram estereótipos e provam que a aventura não enxerga idade

    Guia prático do Ministério do Turismo e conselhos de quem viaja sozinha

    No dia 5 de março de 2026, o Ministério do Turismo lançou um guia inédito para mulheres que se aventuram sozinhas. A partir de uma pesquisa realizada entre agosto e setembro de 2025, mais de 2.700 mulheres de todos os cantos do Brasil foram entrevistadas para a elaboração do material.

    Além de reunir recomendações referentes à segurança e aproveitamento geral da experiência, o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas também mapeou diferentes perfis de viajantes, incluindo mulheres maduras, mães que viajam com seus filhos, entusiastas de ecoturismo, gastronomia, bem-estar, etc.

    Com base em suas experiências ao desbravar destinos naturais pelo Brasil, as mulheres que compartilharam suas histórias neste texto também deixam alguns conselhos para outras aventureiras que desejam viajar sozinhas:

    • “Regra dos 10 Minutos” (Andreia): permita-se reclamar por 10 minutos diante de um imprevisto. Depois, siga em frente e tenha em mente que o acaso também faz parte da experiência.
    • Vá com medo mesmo (Mariana): o receio é natural, mas não pode dominar. O importante é diferenciar medo real da paralisia mental.
    • Priorize estrutura e guias locais (Kristina e Olivia): escolher operadores comprometidos com turismo responsável aumenta a segurança e fortalece a economia local. Confie em profissionais qualificados.
    • Esteja aberta ao improviso (Samantha): Imprevistos fazem parte da experiência e, muitas vezes, se tornam as melhores histórias. Planejar é importante, mas não pode se tornar um empecilho para viver o extraordinário.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Os melhores roteiros para viajantes solo no PlanetaEXO

    Mulheres que viajam sozinhas só se preocupam em aproveitar cada segundo das férias ao explorar a natureza com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil.

    Trabalhando com os melhores operadores locais em diferentes destinos brasileiros, consideramos as preferências e necessidades de cada viajante para garantir sua segurança, conforto e experiências autênticas. Fale conosco!

  • A Natureza Remota do Brasil está se Tornando um Refúgio para Mulheres Viajantes Estrangeiras

    Trocando o medo pela liberdade, aventureiras solo estão descobrindo conexões humanas profundas e a grandiosidade da natureza em destinos de ecoturismo

    Ao planejar uma viagem para o maior país da América do Sul, o maior obstáculo que muitas mulheres estrangeiras enfrentam não é a barreira do idioma — é superar os equívocos internacionais e as manchetes alarmantes sobre segurança. No entanto, aquelas que superam essa apreensão inicial são recompensadas com uma realidade totalmente diferente assim que entram nas maravilhas naturais do Brasil.

    Longe das grandes cidades, as férias comuns se transformam rapidamente em uma jornada profundamente pessoal de calor humano e autodescoberta. Imersas ao ar livre, essas aventureiras encontram um espírito acolhedor que os guias de viagem simplesmente não conseguem capturar, criando experiências que mudam fundamentalmente a forma como veem o mundo.

    Em homenagem ao Mês da Mulher, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em aventuras no Brasil, reuniu histórias de mulheres viajantes estrangeiras que se aventuraram em alguns dos cenários naturais mais impressionantes do país para defender como as mulheres podem e devem ocupar todos os espaços.

    Horizontes infinitos: Liberdade para aventureiras internacionais

    Para as mulheres viajantes estrangeiras, a imensidão das paisagens naturais do Brasil é inspiradora. Dos Estados Unidos, Samantha Sage (34), que trocou o inverno chuvoso de Seattle por um mergulho profundo de seis semanas no Brasil, sentiu isso imediatamente.

    “Você ouve falar que os rios da Amazônia são muito grandes, mas você realmente não consegue conceituar isso até estar lá”, diz ela. Ela também ficou completamente encantada com os fervedouros, as nascentes de águas cristalinas do Jalapão (Tocantins).

    Viajante flutuando pacificamente nas águas cristalinas de um fervedouro no Jalapão, Brasil.
    @sage_gonewild

    A escritora britânica Emma Phillips (30) encontrou uma sensação semelhante de paz enquanto navegava em um cruzeiro fluvial de cinco dias pelo Rio Negro na Amazônia. Ela descreve que o rio oferece uma sensação de “enorme abertura e tranquilidade”, o que contrastou lindamente com a floresta intensa e abrangente.

    Katharina Bongaertz (60), da Holanda, ficou igualmente cativada por essa grandiosidade. Originalmente, ela planejava uma viagem de um mês, mas o Brasil a atraiu por cinco. Provando que a aventura não tem limite de idade, ela fez trilhas no Pico da Neblina e explorou a Chapada Diamantina. “Prefiro espaços amplos e abertos, sem cercas, onde posso caminhar livremente. É fortalecedor, e levo essa força para casa comigo todas as vezes”, afirma ela.

    Aventureira sentada na beira de uma rocha admirando as vastas e abertas paisagens verdes da Chapada Diamantina.
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    👉 Leia mais: Mulheres com mais de 50 anos quebram estereótipos e provam que a aventura não tem idade

    Mulheres Indígenas e matriarcado

    Embora a vida selvagem e as paisagens sejam deslumbrantes, foram as mulheres locais que deixaram o impacto mais profundo. Olivia Bird (24), uma ecologista da Nova Zelândia, viajou pelo mundo para ver as maravilhas naturais do Monte Roraima de perto.

    Ao longo da trilha, ela ficou maravilhada com a resiliência da equipe de apoio indígena, principalmente as mulheres. “Vi mulheres com metade do meu tamanho, de chinelos, carregando suprimentos pesados sem esforço e passando rapidamente por nós, trilheiros que estávamos lutando, apesar de nossos equipamentos de alta tecnologia”, ela relembra.

    Mulher ecoturista parada em uma trilha de terra com a deslumbrante maravilha natural do Monte Roraima ao fundo.
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    Na Floresta Amazônica, a bióloga alemã Kristina Wagner (44) teve uma experiência semelhante. Ao visitar uma comunidade ribeirinha que cultivava mandioca, ela ficou profundamente comovida ao ver as mulheres atuando como figuras centrais de sua comunidade.

    “Foi incrível ver famílias lideradas por mulheres. Vi a avó, a filha e a neta, várias gerações, todas trabalhando juntas”, ela observou, destacando o forte contraste com a dinâmica familiar na Alemanha, onde os parentes costumam viver vidas mais separadas.

    Emma também notou o profundo impacto de se conectar com as raízes locais. Acompanhada por guias locais que usaram o conhecimento de seus ancestrais para transformar a floresta em uma sala de aula, ela viu como o turismo autêntico e não predatório pode elevar as comunidades.

    “Ver o turismo ser usado com uma abordagem tão responsável para melhorar a vida das pessoas e preservar o meio ambiente foi uma inspiração”, afirma ela, definindo a experiência como uma forma de entender verdadeiramente a diversidade cultural.

    👉 Leia mais: Mulheres no ecoturismo: a presença feminina que faz as coisas acontecerem

    Hospitalidade brasileira para hóspedes globais

    É normal sentir alguma apreensão inicial ao viajar para lugares desconhecidos, mas a natureza acolhedora do povo brasileiro rapidamente derruba esses muros.

    Olivia estava nervosa por ser a única mulher estrangeira em seu grupo de trekking no Monte Roraima, mas esse medo não durou muito. Uma brasileira que também viajava sozinha a colocou sob sua proteção, e todo o grupo fez questão de ensiná-la um pouco de português básico.

    Esse calor humano se estende a todos os tipos de viajantes. Emma, viajando como uma mulher queer ao lado de sua parceira brasileira, Jamille, admite que sentiu uma ansiedade interna sobre como o relacionamento delas seria recebido. No entanto, ela foi recebida com total respeito.

    Um dos momentos mais tocantes aconteceu na cozinha do barco, quando uma cozinheira local compartilhou que sua própria filha também era queer. “Acho que ela ficou feliz em ver a nossa dinâmica se desenrolar na frente dela. Foi adorável”, compartilha Emma.

    A escritora britânica Emma e sua parceira brasileira Jamille sorrindo juntas durante um cruzeiro fluvial na Amazônia.
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    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Kristina, que inicialmente estava cautelosa devido a equívocos internacionais sobre o Brasil, viu em primeira mão como as mulheres locais cuidam umas das outras. “Eu me senti segura o tempo todo. As pessoas estavam constantemente se esforçando para me ajudar”, ela compartilha.

    Em um ônibus para o Pantanal, quando um homem tentava assediá-la de forma insistente, uma passageira brasileira não hesitou em intervir e pediu que ele a deixasse em paz. Rapidamente, sua paz de espírito foi restaurada.

    Lições para a jornada

    O Brasil deu a essas mulheres muito mais do que apenas memórias dignas de cartões-postais. Com base em seu tempo explorando o país, elas conseguiram desmistificar mitos comuns e compartilhar conselhos valiosos para outras mulheres viajantes estrangeiras que desejam explorar o país.

    Emma (Reino Unido)

    “Viajar é uma maneira incrível de explorar a diversidade cultural, de sempre lembrar que não existe apenas uma maneira de viver ou de estar neste mundo. Então, por que não ir? Ir com um grupo é como você pode ter apoio e tornar as coisas mais fáceis.”

    Kristina (Alemanha)

    “Não tenha medo de pedir ajuda. Os brasileiros são incrivelmente amigáveis e acolhedores, e estão sempre prontos para apoiá-la. Além de se preparar para o tamanho imenso dos rios da Amazônia, reserve um tempo para observar a força da cultura local. Você ficará surpresa e inspirada ao ver as mulheres atuando como líderes poderosas e matriarcas altamente respeitadas nas comunidades ribeirinhas.”

    Samantha (EUA)

    “Não hesite em viajar para o interior e para destinos de natureza. Eles provaram ser incrivelmente seguros, o que contradiz completamente o que você ouve internacionalmente. Além disso, não deixe de adicionar as padarias brasileiras ao seu roteiro — especialmente em São Paulo. Elas são imperdíveis!”

    Katharina (Holanda)

    “No ecoturismo e nos destinos de natureza, você pode realmente relaxar e se sentir completamente segura. Nas grandes cidades, a melhor abordagem é simplesmente usar o bom senso. Use aplicativos de transporte e evite exibir pertences caros. Fora isso, mantenha o coração aberto e conecte-se com o povo brasileiro — eles são gentis, acolhedores e realmente têm música em suas almas.”

     Mulher viajando sozinha, em pé, com os braços erguidos em sinal de vitória na beira de um penhasco de alta montanha acima das nuvens no Brasil.
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    👉 Leia mais: O ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo para mulheres através de planejamento e redes de apoio

    Viajando pelo Brasil com o PlanetaEXO

    Ao longo dos anos, o PlanetaEXO recebeu inúmeras turistas internacionais no Brasil, oferecendo todo o suporte necessário para que elas pudessem explorar a natureza de maneira segura, autêntica e responsável.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em aventuras no Brasil, nós oferecemos oportunidades incríveis de exploração que não agridem o meio ambiente e ainda apoiam as comunidades locais. Entre em contato agora!

  • Mulheres no Ecoturismo: Presença Feminina que Faz o Setor Acontecer

    Mulheres no Ecoturismo: Presença Feminina que Faz o Setor Acontecer

    De guias que quebram padrões a lideranças comunitárias que transformaram a economia local, conheça mulheres do ecoturismo que movimentam experiências autênticas em todo o Brasil

    Quando se fala em explorar os destinos mais remotos do Brasil, os holofotes costumam focar nas paisagens exuberantes ou na coragem de quem viaja. No entanto, existe uma engrenagem vital e invisível garantindo que a imersão na natureza seja segura, acolhedora e sustentável.

    Mulher de blusa azul apontando pela janela de uma casa rústica, representando a força motriz feminina na linha de frente das viagens de natureza no Brasil.
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    As mulheres são hoje força motriz nos bastidores e na linha de frente do ecoturismo, tanto no Brasil como no mundo. Dados da Organização Mundial do Turismo revelam que 54% da força de trabalho no turismo global é feminina — participação que cresce também no mercado das viagens de natureza e aventura.

    Neste Mês da Mulher, o PlanetaEXO, plataforma de turismo sustentável especializada em viagens de aventura pelo Brasil, joga luz sobre as histórias de profissionais que provam como a presença das mulheres no ecoturismo não é apenas uma questão de sobrevivência, mas também de profunda transformação socioeconômica.

    Superando preconceitos e mostrando competência

    A profissão de guia de natureza ainda carrega um forte estereótipo masculino. No Jalapão (TO), onde a proporção chega a ser de cinco mulheres para cerca de 300 guias homens, Mychelle Leal (28) sentiu o preconceito na pele ao abrir sua própria agência. Muitas vezes, a desconfiança vinha dos próprios colegas ou de turistas que questionavam sua capacidade ao volante ou em emergências. 

    A resposta de Mychelle vem com a competência no trabalho. Foi ela quem assumiu a liderança e ajudou um turista picado por um escorpião durante uma expedição em que os homens não sabiam como reagir. “Hoje, sei me posicionar. A mulher precisa focar no turista e no trabalho bem feito e não dar ouvidos a quem só quer atrapalhar”, decreta.

    No Pantanal (MT), a bióloga e guia Danielle Rocha (24) enfrentou barreiras semelhantes. Embora seja muito elogiada pelos clientes, ela frequentemente nota olhares de dúvida de guias homens em relação ao seu porte físico.

    Não deixo que isso me abale. O gênero não te desabilita para trabalhar com segurança, logística e cuidado. Na verdade, a mulher tem até mais sensibilidade para captar se alguém no grupo não está bem”, explica Danielle, que também é fotógrafa de vida selvagem.

    Mulher fotografando a natureza da carroceria de um veículo de safári, ilustrando o trabalho de guias e fotógrafas de vida selvagem no ecoturismo.
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    👉 Leia mais: Ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo de mulheres com planejamento e rede de apoio

    Acolhimento feminino e irmandade em campo

    A sensibilidade mencionada por Danielle é o que transforma a experiência de quem viaja. No Vale do Pati, na Chapada Diamantina (BA), a guia Rayssa Soares (32) relata o impacto de conduzir grupos inteiramente femininos.

    Recentemente, ela guiou nove mulheres britânicas e adaptou a experiência para extrair o melhor de cada uma. “O acolhimento é diferente. As viajantes sentem que somos da mesma carne, compartilhamos os mesmos desafios íntimos e dores. Isso cria um elo de confiança e conforto imediato”.

    Mulher em pé na beira de um penhasco rochoso admirando montanhas e vales, simbolizando as experiências autênticas guiadas por mulheres no ecoturismo.
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    👉 Leia mais: O que as mulheres estrangeiras realmente descobrem ao desbravar a natureza do Brasil

    Legado e resistência de anfitriãs nativas

    Para quem acha que a dedicação tem limites, as mulheres do ecoturismo que abrem as portas de suas casas nos vilarejos mais isolados provam o contrário.

    No Vale do Pati, Nara Oliveira (42) assumiu um legado histórico. Sua família foi a primeira a receber turistas na região, há cerca de 30 anos, na conhecida “Casa do Seu Wilson”. Hoje, ela concilia a rotina ininterrupta de gerenciar a hospedagem rústica com a criação da filha de dois anos.

    Não tem sábado, domingo ou feriado. Aqui oferecemos o básico da sobrevivência na montanha, com energia solar restrita e sem luxo”, explica Nara. Para ela, o turismo salvou a comunidade, que antes dependia apenas da agricultura e hoje prospera sem desmatar. “A economia melhorou muito localmente e as queimadas acabaram. Juntou o útil ao agradável”.

    Anfitriã cozinhando com grandes panelas em uma cozinha rústica com vapor, destacando o legado de mulheres nativas que abrem as portas de suas casas.
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    O mesmo sentimento de propósito é compartilhado por Dona Dete (47), anfitriã no coração dos Lençóis Maranhenses (MA). Antes do turismo, ela carregava peso por horas a fio para vender peixes e sustentar os cinco filhos. Hoje, acorda às 3h da manhã todos os dias para preparar o café e receber até 70 turistas em seu oásis. “A vida era muito difícil. O turismo dá trabalho, mas faço com todo amor e carinho”.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura que combinam natureza, liberdade e experiências autênticas

    Independência financeira e mudança de vida

    Mais do que quebrar barreiras sociais, o ecoturismo tem um papel fundamental na emancipação financeira feminina. Na Amazônia, as atividades mudaram a vida da cozinheira Keli Lima (29), que trabalha em um cruzeiro, o Katerre.

    Ela começou como camareira, abraçou todas as oportunidades para aprender e hoje comanda a cozinha de embarcações. Isso possibilitou a conquista de um sonho: a casa própria. “Antes era muito difícil para as jovens. O turismo é a maior renda hoje. Se mandam eu fazer algo que não sei, encaro e aprendo. Tem que ter coragem”, incentiva.

    Mulher de avental segurando pratos com pães frescos em uma embarcação, representando a independência financeira feminina conquistada através do turismo.
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    Também na Amazônia, Paula Gomes (32), subgerente do Mirante do Gavião, lodge no município de Novo Airão, a 200 km de Manaus, ressalta que a qualificação é a chave. “O turismo move todos os setores do município. As mulheres vêm assumindo funções e hierarquias que antes só tinham homens. O pontapé inicial é se qualificar”, orienta. Com 12 anos de casa, ela começou nas vendas, formou-se em gestão e hoje também pode atuar como guia.

    Conselhos de quem faz o turismo acontecer

    Para as mulheres que sonham em trabalhar no ecoturismo, as profissionais deixam dicas importantes:

    • Qualifique-se e ocupe os espaços: não espere o cenário ideal. Estude, faça cursos e esteja pronta. A qualificação abre portas.
    • Foque no cliente, não nos julgamentos: em ambientes dominados por homens, o melhor escudo é a qualidade do trabalho e a satisfação dos grupos atendidos.
    • Abandone a zona de conforto: para quem trabalha na natureza, a prioridade passa a ser a segurança e o bem-estar de todos diante das imprevisibilidades.
    • Mergulhe de cabeça: a experiência exige doação e vivência. Não deixe que fatores externos ou a falta de rotina tradicional a afastem de assumir a liderança na natureza.

    Dona Dete, posing for a photo in a house in Lençóis Maranhenses

    👉 Leia mais: Mulheres 50+ quebram estereótipos e provam que não há fronteiras para explorar o planeta

    Mulheres do ecoturismo e PlanetaEXO: a parceria perfeita

    O PlanetaEXO, plataforma de turismo sustentável especializada em viagens de aventura pelo Brasil, trabalha com diversas profissionais mulheres para criar experiências inesquecíveis nos destinos de natureza mais deslumbrantes do país.

    Ao caminhar lado a lado com as mulheres do ecoturismo, contribuímos com o desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais para construir dinâmicas mais saudáveis e, é claro, proporcionar viagens incríveis a viajantes de todo o mundo. Fale conosco!

  • A jornada de uma viajante solo alemã pela Amazônia e pelo Pantanal

    A jornada de uma viajante solo alemã pela Amazônia e pelo Pantanal

    Em celebração ao Mês da Mulher, o PlanetaEXO compartilha a história inspiradora de Kristina Wagner, uma bióloga alemã que embarcou em uma inesquecível aventura solo pelo Brasil.

    Visitando inicialmente o Rio de Janeiro para uma conferência científica, Kristina Wagner, uma bióloga alemã de 44 anos, decidiu estender sua estadia para explorar dois biomas brasileiros: a Amazônia e o Pantanal.

    A bióloga Kristina Wagner está no palco a apresentar na conferência científica EUSAAT no Rio de Janeiro, antes da sua aventura de ecoturismo no Brasil.
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    Impulsionada por sua paixão por animais e pela natureza, ela escolheu viajar com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros de aventura no Brasil, devido ao nosso forte compromisso com viagens ecológicas e o apoio às comunidades locais.

    Escolhi uma empresa brasileira porque parecia estranho ir ao Brasil e ter uma operadora alemã organizando a minha viagem”, explicou Kristina. “Eu também queria apoiar as comunidades locais. Foi essencial para mim viajar de forma responsável.

    Aqui está um olhar sobre a jornada de Kristina, seus encontros com a vida selvagem e sua experiência fortalecedora como uma mulher viajando sozinha no Brasil!

    Descobrindo a magia da Amazônia

    A aventura de Kristina começou na Floresta Amazônica, onde ela se hospedou no acolhedor Turtle Lodge, no município do Careiro, Amazonas.

    Para ela, a experiência foi brilhante desde o início, começando com um passeio de barco para testemunhar o famoso Encontro das Águas — um fenômeno onde os rios Negro e Solimões correm lado a lado, mas nunca se misturam. “É tão lindo. Não temos nada que se compare na Europa”, maravilhou-se Kristina.

    As águas escuras do Rio Negro e as águas arenosas do Rio Solimões fluem lado a lado sem se misturarem durante um passeio de barco na Amazônia.
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    Como bióloga, a biodiversidade da região a deixou maravilhada. Navegando pelos rios de barco, ela avistou botos-cor-de-rosa, macacos-prego, jacarés e outros belos animais da Amazônia. Além da vida selvagem, Kristina apreciou profundamente as conexões culturais que fez. “Foi realmente como ficar com o povo local. Eu aprendi muito.

    Ela visitou uma família local que cultivava mandioca e ficou comovida ao ver várias gerações trabalhando juntas. Ficou especialmente impressionada ao ver uma mulher muito respeitada como a chefe da família, oferecendo um belo contraste com a dinâmica familiar, muitas vezes separada, na Alemanha.

    Uma de suas lembranças mais mágicas aconteceu em um passeio de barco exclusivo. Enquanto o resto do seu grupo optou por acampar na selva durante a noite (o que ela evitou devido ao medo de aranhas), Kristina foi presenteada com um passeio de barco particular onde os botos pulavam ao redor da embarcação. “Eles estavam tão perto que eu quase podia tocá-los”, lembrou. “Foi realmente incrível.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Maravilhas da vida selvagem no Pantanal

    Depois da Amazônia, Kristina passou quatro dias explorando o Pantanal, que ela descreveu como uma “experiência totalmente diferente, mas igualmente incrível”.

    Um jacaré selvagem descansa em uma margem lamacenta de rio cercada por folhagem verde, exibindo a rica biodiversidade encontrada nos pacotes de ecoturismo no Brasil.
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    Seus dias foram preenchidos com passeios a cavalo, trilhas na selva e canoagem ao longo do Rio Miranda. Os avistamentos de vida selvagem foram espetaculares — ela encontrou tatus, capivaras, araras e jacarés.

    Durante ambos os passeios, Kristina notou que os guias foram excepcionais. “Foi muito importante para mim ver que os guias respeitavam o meio ambiente, eram cuidadosos com os animais e não os perturbavam”, enfatizou, destacando isso como um fator crucial para ela, como uma viajante com consciência ecológica.

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    Explorando o Brasil como uma viajante solo

    Como muitos viajantes estrangeiros, Kristina teve preocupações iniciais com a segurança antes de chegar ao Brasil, particularmente no Rio de Janeiro, devido às histórias negativas frequentemente retratadas no exterior. No entanto, sua experiência real mostrou uma imagem muito diferente.

    As águas calmas do rio refletem o céu azul brilhante, rodeadas pela densa vegetação verde da Floresta Amazónica durante um passeio de barco.

    Eu me senti segura o tempo todo”, relatou. “As pessoas estavam sempre tentando me ajudar e me proteger. Todo mundo foi tão amigável.” Embora ela tenha passado por um momento desafiador quando um homem tentou insistentemente conversar com ela em um transporte para o Pantanal, um passageiro brasileiro mais velho interveio rapidamente e disse para ele deixá-la em paz, o que a fez se sentir segura novamente de forma rápida.

    Kristina reconheceu que precauções gerais são necessárias em todos os lugares — até mesmo em sua cidade natal, Munique —, mas concluiu que a reputação negativa de segurança do Brasil era imprecisa com base em sua jornada.

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    Uma mensagem para o Mês da Mulher

    Para Kristina, viajar é uma fonte de imenso empoderamento. “Eu me sinto mais livre e poderosa quando viajo, porque vejo que sim, eu consigo fazer isso; eu sou capaz”, refletiu. Navegar por um país imenso como o Brasil sem falar português foi um desafio que ela dominou com alegria, servindo como prova de sua própria resiliência.

    Uma árvore alta florescendo com vibrantes flores rosas se destaca contra um céu azul claro, realçando a bela flora da natureza selvagem brasileira.
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    Enquanto celebramos o Mês da Mulher, Kristina deixa uma mensagem para outras mulheres que podem estar hesitando em viajar sozinhas: “Mesmo que você tenha medo de se sentir sozinha ou que as pessoas digam que não é certo fazer isso quando você é uma mulher sozinha, você ainda deve tentar. Tenha coragem.

    Ela enfatiza que ser uma mulher viajando sozinha nunca deve impedi-la de explorar o mundo e, se ir sozinha parecer muito assustador, levar uma amiga é sempre uma ótima opção.

    Resumindo sua experiência, ela compartilhou: “Eu reservei o passeio em um Hotel de Selva na Amazônia com o PlanetaEXO e foi perfeito. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora… Eu amei cada minuto!

    Kristina já está sonhando com sua próxima viagem ao Brasil, com um possível cruzeiro fluvial na Amazônia em seu radar. Mal podemos esperar para recebê-la de volta!

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    Explorando a natureza selvagem do Brasil com o PlanetaEXO

    Ao confiar no PlanetaEXO para organizar sua viagem para a Amazônia e o Pantanal, Kristina pôde desfrutar de conforto e imersão total na natureza em alguns dos destinos mais impressionantes do mundo.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros de aventura no Brasil, não apenas proporcionamos experiências inesquecíveis que ficam gravadas nos corações e almas dos nossos viajantes, mas também apoiamos as comunidades locais e seguimos diretrizes para proteger o meio ambiente. Entre em contato conosco agora!

  • Mulheres 50+ Quebram Estereótipos e Provam que a Aventura não Enxerga Idade

    Mulheres 50+ Quebram Estereótipos e Provam que a Aventura não Enxerga Idade

    De expedições imersivas na Amazônia a trekkings no Himalaia, viajantes acima dos 50 anos mostram que esta fase da vida traz a liberdade e a confiança ideais para explorar a natureza

    Esqueça a ideia de que turismo de natureza é exclusividade dos mais jovens. Cada vez mais, mulheres viajantes acima dos 50 anos estão calçando botas de trilha, arrumando mochilas, desbravando montanhas, fazendo safáris e mergulhando em expedições remotas.

    Mulher madura fazendo rafting no Jalapão

    Essa tendência já foi percebida pelo mercado de turismo, que se adapta para oferecer roteiros que permitam a essas mulheres viver grandes aventuras.  Seja pela independência conquistada após a criação dos filhos, pela estabilidade financeira ou pela simples vontade de desafiar os próprios limites, elas encontram na natureza uma fonte inesgotável de liberdade, autoconhecimento e conexão.

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, a viajante mais frequente é uma mulher de 60 anos. Conheça essa e outras histórias de mulheres que mostram que a maturidade é o passaporte ideal para a aventura!

    A holandesa de 60 anos que se apaixonou pelo Brasil

    Katharina Bongaertz, uma psicoterapeuta holandesa de 60 anos, planejava passar apenas um mês no Brasil durante um período sabático em 2023. Porém, a cultura vibrante e as paisagens a cativaram de tal forma que ela acabou ficando quatro meses. Foi assim que Katharina se tornou a viajante mais frequente do PlanetaEXO. Em três anos, ela coleciona sete expedições na natureza brasileira.

    Ela já caminhou pelos platôs do Monte Roraima, explorou as dunas dos Lençóis Maranhenses, mergulhou nas selvas profundas da Amazônia e conquistou o Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil. Sobre esta última aventura, ela relembra: “Foi uma experiência incrível e profundamente especial. Caminhei ao lado de guias Yanomami e passei 10 dias imersa na rotina deles, dormindo em redes.”

     

    Mulher posando para foto na Chapada Diamantina
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    Em um cotidiano europeu que envolve atender pacientes dentro de um consultório, a natureza oferece o contraste ideal para Katharina: vastidão, sabedoria e ausência de cercas e grades. Ela é categórica ao afirmar que a vida ao ar livre a transformou. “Acho que sou muito mais aventureira hoje do que era nos meus 20 ou 30 anos. É importante se desafiar, encontrar novos horizontes e ultrapassar barreiras”.

    Katharina já está com a próxima viagem ao Brasil programada. Seu próximo destino é o Pantanal, em busca de onças-pintadas.

    👉 Leia mais: O que as mulheres estrangeiras realmente descobrem ao desbravar a natureza do Brasil

    Exploradora brasileira aponta idade como vantagem estratégica

    Luciana Palma, cirurgiã plástica carioca de 55 anos, também é uma colecionadora de destinos de peso. Sua lista inclui Atacama, Patagônia, Jalapão, Lençóis Maranhenses, Pico das Agulhas Negras e sua grande paixão, a Chapada dos Veadeiros, onde já esteve três vezes.

    Como uma viajante acima dos 50 anos, Luciana não enxerga a idade como uma limitação, mas uma fase de vantagens estratégicas. “Meus filhos já estão grandes, então não tenho essa preocupação. Além disso, a tecnologia e os meios de comunicação hoje nos dão muito mais segurança”, explica.

    Ela também destaca como o planejamento e a escolha de bons guias são a chave para o sucesso. Prova de sua vitalidade foi a conclusão da temida Travessia da Serra Fina (tríplice divisa de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), que normalmente dura quatro dias, em apenas dois, enfrentando ventanias e muito cansaço, mas com segurança.

    Mulher sorridente tomando banho nas águas calmas de um rio cercado por árvores verdes, jogando água para o ar com os braços abertos.
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    Seu recado para mulheres que temem se aventurar é prático e direto: “Não tem por que se privar de realizar seu desejo por medo. Existem profissionais que asseguram a infraestrutura. Comece por um destino de aventura perto de você. Dê-se isso de presente e vá ganhando confiança para passos maiores”.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Mãe e filho no teto do mundo: conexão e ritmo próprio no Nepal

    A arquiteta paulista Mila Ricetti, de 56 anos, já havia cruzado o Vale do Pati, na Bahia, e rodado 10.000 km na garupa de uma moto pela Patagônia, o que a ajudou a quebrar tabus pessoais e descobrir a potência feminina nas estradas. Mas foi em outubro de 2025 que ela viveu uma de suas maiores aventuras — o trekking de Mardi Himal, no Nepal, acompanhada de seu filho Lorenzo, de 24 anos.

    Apesar do receio inicial com o próprio preparo cardiovascular para as subidas intensas do Himalaia, Mila encontrou na jornada o equilíbrio perfeito entre esforço e acolhimento. “Fui no meu ritmo. Eu não tinha a expectativa de que precisava fincar a bandeira lá no topo, mas cheguei e vi o nascer do sol de lá. Foi surpreendente e me fez muito bem perceber que posso contar com o meu corpo”, compartilha.

    Mulher e um jovem com mochilas de trilha sorriem ao lado de uma estátua dourada de Buda, com as grandiosas montanhas nevadas do Himalaia ao fundo.
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    Mila destaca que a maturidade traz a resiliência para entender que o desconforto temporário, como a ausência de banho quente em grandes altitudes, faz parte da experiência e é imensamente recompensado pelas paisagens de tirar o fôlego. “O preparo mental é fundamental. A coragem serve para quebrar barreiras. Se jogar e entender as nossas possibilidades empodera a gente e empodera outras pessoas”.

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