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  • Viajante em uma canoa de madeira observando o dossel da floresta alagada em uma aventura na Amazônia

    Férias na Amazônia: 7 Atividades Que Preenchem Seus Dias na Selva

    Trilhas, canoagem na floresta alagada, pescaria de piranha, focagem noturna, visitas a comunidades e muito mais. Além disso, como sua escolha de lodge, cruzeiro ou acampamento define o que você vai curtir!

    A Amazônia é movida pela água. No porto de Manaus, o nível do rio é medido à mão todos os dias desde 1902. O Rio Negro sobe até o pico entre maio e julho, quase sempre em junho. Depois, cai ao ponto mais baixo no fim de outubro. Para quem vive no Amazonas, isso é essencial, já que o nível da água decide boa parte do que acontece na região, inclusive o turismo.

    Assim, é importante entender esse ritmo antes de reservar suas férias na Amazônia. Na cheia, você rema a canoa por dentro da floresta, entre os galhos, sobre o chão onde teria caminhado em outubro. Na vazante, surgem praias de areia branca onde antes passava a canoa. Mesmo lugar, mesmo passeio, dias bem diferentes.

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia. Preparamos este guia com as 7 atividades que preenchem quase todos os roteiros e mostramos como lodges, cruzeiros e acampamentos mudam cada uma. Confira abaixo!

    Lodge, cruzeiro ou acampamento: onde você dorme determina o que fazer na Amazônia

    Bangalô de lodge na selva amazônica sobre palafitas, com rede e quarto iluminado cercado pela floresta
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    Antes de escolher as atividades, uma coisa importa mais que tudo: a sua base. As três opções não somente representam faixas de preço diferentes, mas também acessos distintos à floresta.

    Um lodge na selva amazônica é fixo. Você tem cama, ventilador ou ar-condicionado, restaurante e um raio de alcance em que tudo o que você faz fica a algumas horas do píer. Para muita gente, isso é o que mais compensa, visto que os melhores hotéis ficam num território onde vale a pena se firmar por alguns dias.

    O Anavilhanas Jungle Lodge, por exemplo, fica de frente para o arquipélago de Anavilhanas, um labirinto de ilhas de águas escuras, protegido como parque nacional, que cobre 350.469 hectares.

    Já um cruzeiro na Amazônia envolve alcance. O barco navega durante a noite, os passageiros acordam num lugar novo e o trajeto nunca repete o mesmo trecho de rio. É assim que os cruzeiros pelo Rio Amazonas conseguem juntar num só roteiro o Parque Nacional do Jaú — uma das maiores áreas protegidas da Amazônia e Patrimônio Mundial da UNESCO —, comunidades indígenas e encontros com botos.

    Um acampamento, por sua vez, abre mão de base fixa e alcance. Em viagens com curso de sobrevivência na selva, como o Tour de Sobrevivência na Amazônia de 4 dias, você dorme em rede sob uma lona, com mosquiteiro, e um guia fica acordado a noite inteira de olho nos animais.

    1. Trilhas na floresta

    Caminhante ao pé de uma árvore gigante da floresta amazônica, olhando para o dossel
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    Uma verdade sobre trilhas na floresta amazônica: você não vai ver uma onça-pintada. O que seus olhos alcançam são árvores, e é justamente aí que está a graça, quando alguém te ensina a decifrá-las.

    Um estudo de 2013 publicado na revista Science estimou cerca de 16.000 espécies de árvores na bacia, entre quase 390 bilhões de árvores. Também descobriu que só 227 dessas espécies (1,4%) correspondem a metade de todas as árvores na Amazônia. Essa diversidade é invisível para um olho destreinado.

    Por isso, ter um guia ao seu lado é fundamental. Um profissional treinado percorre a mesma trilha que você, mas enxerga outro mundo, podendo identificar qual casca de árvore é boa para febre, qual cipó armazena água potável e de qual animal pertence o chiado ouvido entre as árvores.

    Espere calor, umidade, lama e um ritmo mais lento (as trilhas costumam durar de 2 a 3 horas). O chão da floresta é escuro e silencioso, porque quase toda a vida está lá em cima, na copa.

    2. Canoagem na floresta alagada

    Remador em uma canoa deslizando pela floresta alagada de igapó do Rio Negro
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    Quando o Rio Negro sobe, não enche só as margens, mas avança floresta adentro e fica assim por meses. O resultado é o igapó, uma floresta alagada de águas escuras, da cor de um chá forte por causa dos taninos das folhas. A versão de águas brancas é a várzea, alagada pelo Rio Solimões, cheio de sedimentos. Nas duas, você rema por dentro da floresta e a copa, que media 15 metros acima da sua cabeça em outubro, fica na altura dos olhos em junho.

    Um barco a motor não chega lá. Os vãos entre os troncos são estreitos demais, a água esconde galhos submersos e o barulho da máquina espantaria tudo. Portanto, você explora em uma canoa a remo. O deslizar silencioso deixa você chegar perto dos moradores da área: preguiças, jacarés, macacos-de-cheiro e muitos outros.

    As melhores águas são o Rio Negro e seus canais laterais, os igarapés, assim como os lagos de Anavilhanas e, no lado do Pará, o Arapiuns e o Tapajós.

    Lembre-se de um detalhe para planejar suas férias na Amazônia: na vazante, o igapó vira terra seca. Se remar sob a copa é uma atividade que você quer vivenciar, viaje mais ou menos entre maio e agosto.

    3. Pescaria tradicional

    Piranha recém-fisgada pendurada em uma linha de mão durante a pesca na Amazônia
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    Muito antes de virar passeio, a pescaria na Amazônia é alimento. A bacia abriga mais de 2.400 espécies de peixes registradas — só o Rio Negro representa 1.165, com 156 que não existem em nenhum outro lugar da Terra. É o sistema de rios com maior diversidade de peixes do planeta, e quem vive nele se alimenta dele há séculos.

    A pescaria de piranha é a versão que quase todo roteiro na Amazônia inclui, sendo propositalmente simples: um graveto, um pedaço de linha, um anzol e restos de carne. Depois é bater bastante na água para causar agitação, como se algum animal estivesse em apuros.

    Antes que você se assuste, saiba que as piranhas não são os monstros retratados nos filmes. Das cerca de 30 espécies da América do Sul, a maioria é onívora e necrófaga. Aliás, tem gente nadando em água de piranha todo dia pela Amazônia sem qualquer problema. Claro que é bom ter cuidado, mas siga as instruções do seu guia e você vai ficar bem.

    Outros peixes que você pode encontrar:

    Tucunaré, o maior ciclídeo das Américas, com até 99 cm e 12,2 kg.

    Aruanã, que chega a 90 cm e salta para fora da água para pegar insetos nos galhos baixos.

    Tambaqui, de até 108 cm e 40 kg, que come frutos e sementes que caem na floresta alagada.

    Pirarucu (Arapaima gigas), um dos maiores peixes de água doce do mundo, com até 4,5 metros e 200 kg, respira ar e sobe à superfície a cada poucos minutos.

    A pesca tradicional amazônica não agride o ecossistema como a pesca em massa. Muitas comunidades cuidam dos próprios lagos, contando peixes, definindo cotas e controlando as entradas de barcos de fora, o que ajuda a manter a prática sustentável e ainda ajuda na renda dessas famílias.

    Nos roteiros de ecoturismo na Amazônia, você e o guia pescam com linha de mão, levam só o que vai para o prato e devolvem o resto para a água.

    4. Focagem noturna

    Guia iluminando a floresta com uma lanterna durante uma saída noturna na Amazônia
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    Depois do jantar, você volta para o barco. Alguém desliga o motor. Outra pessoa passa uma lanterna pela margem. E o barranco se acende com pares de brasas alaranjadas boiando sobre a água.

    Esse brilho nos olhos não é ilusão. Os jacarés contam com o tapetum lucidum, uma membrana de cristais de guanina atrás da retina que reflete a luz incidente uma segunda vez, dobrando a chance de cada fóton ser captado. Por isso, eles enxergam bem na escuridão, são fáceis de achar à noite e quase impossíveis de se ver durante o dia.

    Dois olhos bem afastados e baixos na água indicam um animal grande, e a distância entre eles acompanha o tamanho do crânio. Assim, um guia experiente estima o comprimento antes que o bicho se mexa. Sendo o maior predador da bacia amazônica, ao atingir até 5 metros, o jacaré-açu é a espécie que todo mundo torce para ver.

    Outros animais podem agraciar suas férias na Amazônia quando anoitece, como pererecas, morcegos-pescadores, jiboias, urutaus, martins-pescadores e, com sorte, macacos-da-noite, o único macaco noturno das Américas.

    👉 Leia mais: Como Chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    5. Técnicas de sobrevivência e acampamento na selva

    Num acampamento de sobrevivência, você carrega o que precisa para dentro da floresta e dorme onde parar. Os dias servem para aprender como as pessoas que vivem ali se mantêm vivas.

    A estrutura é deliberadamente mínima: rede, mosquiteiro, lona contra a chuva, fogueira para cozinhar e um guia acordado a noite toda. As refeições são simples, e parte dos peixes é capturada no mesmo dia.

    Um curso de sobrevivência na selva amazônica costuma ensinar como fazer fogo em terreno úmido, montar um abrigo com o que houver por perto, encontrar água potável em cipós e capturar água da chuva, orientar-se sem trilha, identificar plantas comestíveis e medicinais, criar armadilhas e nós básicos e cozinhar no fogo aberto.

    Você aprende tudo isso e muito mais com guias experientes que conhecem a floresta como a palma da mão. A ideia é aprender a ler os sinais da mata, então siga as instruções e não volte para casa com dúvidas.

    Nem todo mundo curte uma experiência dessas. O acampamento na selva amazônica é para pessoas que buscam mergulhar na natureza em sua forma mais crua. Se você quer aprender a sobreviver e não liga para calor, insetos, ficar sem banheiro e sem conexão com o mundo exterior, esse é o roteiro na Amazônia perfeito para você!

    6. Visita a comunidades ribeirinhas e indígenas

    Viajante recebendo pintura facial indígena tradicional durante uma visita a uma comunidade na Amazônia
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    Boa parte de quem vive no Amazonas mora em Manaus ou em outras cidades, mas a floresta não é habitada só por animais.

    O Censo 2022 contabilizou 1.694.836 indígenas, pertencentes a 391 povos e que falam 295 línguas867.900 deles (51,2%) vivem na Amazônia Legal. Também há as comunidades ribeirinhas da Amazônia, cujos moradores moram em palafitas ou casas flutuantes.

    Ao reservar suas férias na Amazônia com operadores responsáveis, as visitas são organizadas com antecedência, a comunidade define o tom e o dinheiro fica na região. O que você realmente fará depende de quem está organizando a viagem.

    Em São Marcos, perto de Alter do Chão, o sustento vem da mandioca — você verá o moinho que produz a farinha consumida em quase todas as refeições da região. Na Aldeia Atodi, um povoado indígena liderado por mulheres no Arapiuns, as guardiãs levam você por uma trilha para aprender sobre plantas medicinais.

    Em Coroca e em Santo Antônio, os grupos passam seus dias em pomares, casas de farinha e trilhas na mata, ao lado de quem trabalha ali. Na comunidade Aturiá, no Rio Negro, a visita acontece sem pressa, permitindo que você conheça costumes locais e histórias de família, experimente frutas da estação colhidas no pé e até mesmo se junte a uma pelada de futebol com as crianças.

    A versão mais profunda dessa imersão cultural é a expedição ao Pico da Neblina, uma caminhada até o ponto mais alto do Brasil (2.995 metros) que entra em território Yanomami. A viagem, inclusive, é inteiramente guiada por lideranças do próprio grupo indígena.

    Os passeios guiados ajudam a manter e desenvolver as comunidades, já que muitas famílias vivem em boa parte do ecoturismo na Amazônia. Como as pessoas ganham a vida sem depender de práticas nocivas à natureza, essa prática é positiva tanto para as comunidades quanto para a floresta.

    Se você gosta de experiências culturais, lembre-se: pergunte antes de fotografar qualquer pessoa, compre o artesanato e vá com o guia que o operador combinou, em vez de aparecer sem avisar.

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Amazônia: Uma Solução para o Desmatamento

    7. Praias de rio

    Vista aérea de uma praia de rio na Amazônia com guarda-sóis coloridos e mesas na areia branca
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    Quando a água baixa, a Amazônia entrega algo que quase ninguém espera: praias. Areia branca e fina, água morna, sem sal, sem maré e sem jeito de chegar — a não ser de barco.

    Uma praia amazônica é formada por um banco de areia que passa metade do ano debaixo d’água. À medida que o rio baixa do seu pico em junho em direção ao período de seca no final de outubro, as margens emergem uma a uma e, quando o nível da água atinge o ponto mais baixo, podem se estender por centenas de metros.

    Depois, as cheias voltam e as apagam completamente. São sazonais no sentido mais estrito da palavra, o que significa que a praia onde você nadou em um ano pode não ter o mesmo formato no ano seguinte.

    A melhor época para visitar a Amazônia para curtir as praias é o oposto da temporada de canoagem: mais ou menos de setembro a dezembro, atingindo o pico durante a época de maré baixa.

    As águas mais cristalinas encontram-se nos rios de águas negras e claras: o Tapajós, em Alter do Chão, conhecido como o Caribe da Amazônia, e o Rio Negro, nos arredores de Anavilhanas.

    O que você faz numa praia de rio é quase igual a uma praia comum, só que sem mar. Nadar, almoçar na areia (não deixe lixo!), pegar um bronze ou tirar um cochilo à beira do rio. Programação perfeita para um momento de relaxamento em meio à sua experiência de ecoturismo na Amazônia!

    Pronto para planejar suas férias na Amazônia? Comece com o PlanetaEXO!

    Agora que você já sabe o que fazer na Amazônia, resta saber qual base (lodge, cruzeiro ou acampamento) proporciona as experiências que você deseja e qual é a melhor época para realizá-las.

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia. Trabalhando com os melhores operadores e guias locais da região, nossa equipe cuida de tudo: planejamento sem dor de cabeça a roteiros sob medida para viajantes do mundo inteiro. Fale conosco agora!

  • Como visitar o Pantanal, no Brasil: guia de viagem

    Como visitar o Pantanal, no Brasil: guia de viagem

    Está pensando em qual é a melhor forma de conhecer o Pantanal? Neste guia de viagem, você encontra tudo o que precisa para planejar sua viagem ao maior santuário de vida selvagem do Brasil.

    Lar da maior população de onças-pintadas do mundo e melhor destino de observação de vida selvagem do país, o Pantanal abriga centenas de espécies de aves e mamíferos. Sua imensidão e seu ecossistema único garantem uma experiência sem paralelo para quem ama a natureza, o que torna o Pantanal brasileiro um destino obrigatório para quem busca aventura e conexão com a natureza.

    Como plataforma especializada em pacotes para o Pantanal e parceira dos melhores operadores locais, a PlanetaEXO montou um guia completo com as informações essenciais para a sua viagem: melhor época para visitar, como chegar, o que fazer e onde se hospedar. Confira abaixo!

    Índice:

    1. Sobre o Pantanal
    2. Onde fica o Pantanal?
    3. Como é a vida selvagem no Pantanal?
    4. Como chegar no Pantanal?
    5. Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?
    6. O que fazer no Pantanal?
    7. Onde se hospedar no Pantanal?
    8. Quantos dias ficar no Pantanal?
    9. Qual é o melhor safári no Pantanal?
    10. O que levar na mala para o Pantanal?
    11. O que torna o Pantanal tão especial?
    Panoramic aerial view of flooded plains, winding rivers, and green forests of Pantanal, Brazil under a bright sun.
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    Sobre o Pantanal

    A maior área alagável do planeta e Patrimônio Mundial da UNESCO, o Pantanal combina fauna, flora e água em perfeita harmonia. Alimentado pelos rios Paraguai, Cuiabá, Miranda e Taquari, ele é marcado por cheias sazonais e recebe influência direta de três grandes biomas brasileiros: a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica.

    A biodiversidade do Pantanal vem acompanhada de uma forte importância cultural, e quem visita pode mergulhar no modo de vida tradicional das comunidades que convivem com esse ecossistema há gerações.

    Na economia, o Pantanal se sustenta na pesca, no turismo e na pecuária, sempre com um forte compromisso com a conservação. Ao longo dos anos, o trabalho de conscientizar moradores e turistas sobre os benefícios socioeconômicos de preservar o bioma deu certo e criou uma relação equilibrada e necessária entre a vida selvagem e as atividades humanas.

    Close-up of an adult jaguar licking and grooming a cub in the wild, showcasing the rich biodiversity of Pantanal, Brazil.
    @matthias_kern_photography

    👉 Leia mais: curiosidades sobre o Pantanal

    Onde fica o Pantanal?

    O Pantanal é tão grande que se estende por Brasil, Bolívia e Paraguai, mas a maior parte do seu território fica dentro das fronteiras brasileiras, nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Dividido entre Pantanal Norte e Pantanal Sul, o bioma ocupa mais de 210.000 quilômetros quadrados, um pouco menos que todo o território da Guiana (214.969 km²)!

    Como é a vida selvagem no Pantanal?

    Mesmo vivendo à sombra da Amazônia, o Pantanal concentra a maior densidade de vida selvagem do continente. É um paraíso para observadores de fauna e fotógrafos, com cerca de 325 espécies de peixes, 656 de aves, 159 de mamíferos, 53 de anfíbios e 98 de répteis.

    As onças-pintadas são as estrelas do Pantanal, mas é comum cruzar com outros animais nativos por ali, como capivaras, ariranhas, tuiuiús, cervos-do-pantanal e o misterioso lobo-guará.

    A caiman resting in calm water with its head reflected on the surface during a boat trip in Pantanal, Brazil.
    Photo: Keith Ladzinski, Caiman

    👉 Leia mais:

    Como chegar no Pantanal?

    Antes de fechar a viagem, vale entender se você vai para o Pantanal Norte ou Sul, porque cada um pede uma rota diferente.

    Para quem vai explorar o Pantanal Norte, a porta de entrada é Cuiabá, capital de Mato Grosso, que recebe o Aeroporto Internacional Marechal Rondon (CGB) e tem voos diretos das principais capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, etc.). Se o destino for Porto Jofre, via Poconé, o caminho segue pela Rodovia Transpantaneira.

    👉 Compare nossos passeios no Pantanal Norte, saindo de Cuiabá

    Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, é o ponto de partida para chegar a Aquidauana, Miranda e Corumbá, cidades que cercam o Pantanal Sul. O Aeroporto Internacional de Campo Grande (CGR) tem voos diretos de São Paulo, Rio, Campinas, Brasília, etc.

    A 4x4 safari vehicle driving along a dirt road through the lush wetlands of Pantanal, Brazil.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Compare nossos passeios no Pantanal Sul, saindo de Campo Grande

    👉 Veja mais detalhes: como chegar no Pantanal

    Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    O Pantanal é um destino para o ano inteiro. Cada estação tem seu próprio charme e suas oportunidades de exploração.

    A estação das chuvas (novembro a dezembro) deixa a vegetação de um verde intenso, enquanto a temporada de cheia (dezembro a março) é marcada pela inundação das planícies e pelo transbordamento dos rios, ideal para passeios de barco e observação de aves.

    Na estação intermediária (abril a junho), o nível da água começa a baixar e a fauna aparece com mais facilidade. Já a estação seca (julho a outubro) é ainda melhor para observar animais, além de cavalgadas e caminhadas.

    An aerial view of a safari vehicle crossing a long wooden bridge over the flooded wetlands during a Pantanal safari in Brazil.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Veja mais detalhes: melhor época para visitar o Pantanal

    O que fazer no Pantanal?

    As experiências no Pantanal são tão abundantes quanto o próprio bioma. Veja abaixo as principais atividades!

    Cavalgada

    A cavalgada é uma forma tradicional de explorar a região e permite atravessar áreas alagadas e chegar a lugares de difícil acesso. É assim que você entra de vez no verdadeiro modo de vida pantaneiro!

    A group of travelers on horseback led by a guide through a sunlit forest trail in the Pantanal.
    Photo: Layla Motta, Caiman

    Observação de onças-pintadas

    O Pantanal é o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas em seu habitat natural. No Pantanal Norte, principalmente na região de Porto Jofre, os avistamentos são frequentes nas margens do rio Cuiabá. A maioria dos lodges oferece safáris de barco, que são ótimas oportunidades para observar e fotografar o maior felino das Américas.

    👉 Compare nossos safáris de onça-pintada no Pantanal, no norte e no sul

    No Pantanal Sul, ver onças-pintadas é menos provável, mas nada impossível. A Casa Caiman, em Miranda, é o único lugar da região onde esses animais podem ser vistos.

    A wild jaguar walking into the river from a sandbank with observers in the distance in Pantanal, Brazil.
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    Safáris fotográficos

    Os safáris fotográficos do Pantanal são feitos em veículos 4×4, que permitem percorrer paisagens variadas e registrar imagens incríveis da fauna, além de dar acesso a áreas remotas. Isso aumenta bastante as chances de encontrar espécies raras e fazer close-ups da rica biodiversidade do bioma.

    Para garantir as melhores fotos, os safáris fotográficos são conduzidos por guias experientes, que conhecem os pontos certos para fotografar aves, répteis e mamíferos.

    Travelers in a branded 4x4 safari vehicle observing a marsh deer in a grassy field in Pantanal, Brazil.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    Passeios de barco

    Os passeios de barco são opções incríveis para observar a fauna a partir da água. Enquanto navega pelos rios, você avista uma grande variedade de animais do Pantanal, como capivaras, jacarés, ariranhas e inúmeras espécies de aves.

    A woman paddling a canoe on a calm river at sunset, highlighting the peaceful nature of a Pantanal trip.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    Focagem noturna

    Quando a noite cai, os guias levam os visitantes para observar os animais noturnos, como corujas e jacarés. Com holofotes e lanternas, dá para ver o Pantanal ganhar vida no escuro: muitas espécies ficam mais ativas e mais fáceis de encontrar sob a proteção da noite.

    Close-up of a small owl peering from a tree hollow during a night spotlighting tour in Pantanal, Brazil.
    @allecgomes.jpg

    Caminhadas ecológicas

    As caminhadas ecológicas pelo Pantanal são trilhas guiadas que permitem descobrir a flora e a fauna da região a pé. São conduzidas por guias experientes, que compartilham informações sobre o ecossistema, as espécies de plantas e o comportamento dos animais.

    Two hikers looking up and pointing at the forest canopy during a guided ecological walk in the Pantanal.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Confira nossos passeios no Pantanal e viva essas experiências incríveis!

    Onde se hospedar no Pantanal?

    Em geral, as hospedagens do Pantanal ficam em fazendas tradicionais que se transformaram em áreas de conservação graças ao ecoturismo. É uma amostra autêntica do modo de vida pantaneiro, com uma ótima estadia, comida deliciosa, quartos confortáveis e serviços de primeira.

    Se você vai para o Pantanal Norte, reserve sua estadia em Porto Jofre, Poconé, Barão de Melgaço ou Cáceres. São hospedagens simples, mas aconchegantes, com um charme rústico que reflete o dia a dia local.

    Miranda, Aquidauana e Corumbá, no Pantanal Sul, têm uma grande variedade de hospedagens, das mais modestas às de luxo. Seja qual for a categoria, todas unem hospitalidade, estrutura confortável e sustentabilidade.

    The exterior lounge of Casa Caiman at night, featuring fire pits and wooden chairs under a deep blue starry sky.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Leia mais: onde se hospedar no Pantanal

    Quantos dias ficar no Pantanal?

    Você precisa de pelo menos 4 dias para aproveitar de verdade a riqueza do Pantanal: safáris ao amanhecer e ao entardecer, exploração de diferentes habitats e mais chances de ver espécies como onças-pintadas, ariranhas, araras-azuis, capivaras, etc.

    Ficando 5 dias ou mais, você tem a oportunidade de visitar regiões mais remotas, participar de atividades especializadas (rastreamento de onças, expedições de observação de aves, roteiros voltados à fotografia) e se aproximar dos projetos de conservação locais.

    Não esqueça: chegar a uma das cidades-porta do bioma exige um tempo considerável de estrada por causa das distâncias, então reserve pelo menos 3 horas. O trajeto em si já é uma miniaventura, cheio de oportunidades para avistar animais. Encare essa viagem como parte do seu roteiro no Pantanal!

    Travelers observing a giant anteater foraging in an open field during a Pantanal trip at dusk.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Veja mais detalhes: quantos dias ficar no Pantanal

    Qual é o melhor safári no Pantanal?

    Na hora de escolher seu safári no Pantanal, alguns fatores entram em jogo: o tipo de fauna, o nível de conforto, as atividades preferidas e o orçamento.

    O Pantanal Norte, sobretudo ao redor de Porto Jofre, é perfeito para observar a fauna. Os safáris de barco costumam navegar pelo rio Cuiabá em busca de onças-pintadas e outras espécies nativas. Confira: Safári de Onça-Pintada no Pantanal Norte, em Porto Jofre, Cuiabá.

    Por outro lado, o Pantanal Sul também oferece safáris marcantes. Se o orçamento for maior, a melhor opção é o refúgio ecológico das onças-pintadas, reconhecido pelo trabalho de conservação e educação que ajuda a sustentar a fauna local e a promover um turismo responsável.

    É também o único lugar do sul que garante 98% de chance de avistar onças-pintadas, tudo isso com hospedagem de luxo. Confira: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo (Caiman Ecolodge).

    Para quem tem orçamento limitado, há outras opções de safári no Pantanal Sul, como a Excursão Pantanal Sul de 4 dias, saindo de Campo Grande. Aventuras assim proporcionam uma ótima experiência de observação da fauna, com cavalgada, passeios de barco, safáris de jipe e caminhadas ecológicas. As hospedagens são simples, mas muito aconchegantes.

    Three vibrant hyacinth macaws with deep blue feathers flying across a clear sky during a Pantanal safari in Brazil.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    👉 Leia mais: melhor safári no Pantanal

    O que levar na mala para o Pantanal?

    Three travelers guided through a dense forest path with sunlight filtering through the trees in the Pantanal
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    Na hora de se preparar para uma viagem para o Pantanal, levar os itens certos é essencial para garantir conforto e segurança. Veja a lista do que não pode faltar para aproveitar ao máximo a experiência:

    • Roupas leves, incluindo pelo menos uma camisa de manga longa com proteção UV e shorts/calças (cores terrosas ou claras)
    • Jaqueta leve
    • Corta-vento ou capa de chuva
    • Roupa de banho
    • 2 pares de calçados (tênis/sapato de caminhada e bota de trilha)
    • Sandálias (ou sapatos para água)
    • Meias
    • Chapéus ou bonés
    • Óculos de sol
    • Protetor solar à prova d'água (FPS 30+)
    • Repelente de insetos
    • Toalha de banho e toalha de rosto
    • Câmera, pilhas/carregador de bateria para câmeras (câmera à prova d'água também é muito recomendada)
    • Lanterna de cabeça ou lanterna comum + pilhas extras
    • Saco estanque para câmeras e equipamentos pessoais
    • Mochila de ataque para trilhas e passeios curtos
    • Binóculos
    • Lanches não perecíveis
    • Garrafa de água reutilizável e inquebrável

    O que torna o Pantanal tão especial?

    Viajar para um dos ecossistemas mais fascinantes do mundo não é só fugir do ritmo da cidade: é mergulhar de verdade em uma natureza intocada.

    O Pantanal é um destino único, que oferece a chance de testemunhar uma biodiversidade riquíssima ao mesmo tempo em que incentiva o turismo local, apoia as comunidades e contribui com os esforços de conservação.

    Os costumes locais ainda somam uma camada cultural enriquecedora à viagem. Nas atividades de ecoturismo, o visitante mergulha na mistura única de tradição e natureza para viver experiências que não existem em nenhum outro lugar do planeta.

    A group of capybaras standing in the grass by a riverbank in the early morning light of Pantanal, Brazil.
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    Reserve sua viagem para o Pantanal no Brasil com a PlanetaEXO

    Esperamos que você tenha gostado do nosso guia de viagem do Pantanal! Agora que já sabe tudo sobre esse lugar incrível, é hora de começar a planejar suas férias.

    A PlanetaEXO é especialista em viagem para o Pantanal e conecta você aos melhores operadores de ecoturismo, ajudando com roteiros sob medida, opções de transfer e muito mais. Reserve agora!

  • Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Os Lençóis Maranhenses recebem visitantes o ano todo, mas o clima fica estável e as lagoas icônicas transbordam logo depois da estação chuvosa

    A melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses, como explicamos no nosso guia de viagem dos Lençóis Maranhenses, vai de maio a setembro, quando as lagoas atingem o volume máximo depois da estação chuvosa e o clima costuma ser mais estável.

    Aerial view of the dunes of Brazil with winding water channels reflecting the golden light of a vibrant sunset.
    Photo: Marcio Cabral

    Fora desse período, o destino continua oferecendo boas opções de lazer e contato com a natureza, mas a mudança de cenário provocada pelo clima altera os roteiros, principalmente no que diz respeito às lagoas.

    Ou seja, dá para aproveitar as dunas do Brasil o ano inteiro, mas saber quando ir aos Lençóis Maranhenses faz diferença: vale marcar a viagem na época certa para as atividades que você procura.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, preparou este guia completo com todo o cuidado. Confira abaixo!

    O clima nos Lençóis Maranhenses

    Os Lençóis Maranhenses têm clima tropical, com pouca variação de temperatura ao longo do ano. A estação chuvosa (de fevereiro a abril) traz chuvas intensas que levam lagos e rios ao nível máximo de água. A temperatura média fica entre 30°C e 32°C.

    Na estação seca (de maio a setembro), as temperaturas mudam pouco (31°C a 33°C) e as chuvas cessam, mas as lagoas continuam cheias: perfeitas para nadar, mergulhar e se refrescar em um clima estável e agradável.

    Nos meses seguintes, a partir de outubro, as lagoas começam a recuar, revelando a imensidão das dunas de areia e oferecendo uma forma diferente, mas igualmente marcante de conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

    Atenção: dá para indicar os padrões típicos de clima e as condições das lagoas nos Lençóis Maranhenses, mas o tempo é, por natureza, imprevisível. Como o volume de chuva e o estado das lagoas mudam de um ano para o outro, vale conferir a previsão do tempo dos Lençóis Maranhenses mais recente ao planejar a viagem, para ter expectativas mais precisas sobre a sua visita.

    Veja como está o tempo nos Lençóis Maranhenses agora:

    Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses e suas lagoas: mês a mês

    As milhares de lagoas dos Lençóis Maranhenses são, sem dúvida, a principal atração do parque nacional. De tamanhos e profundidades variados, elas são conhecidas pelas águas de um azul cristalino e pelas condições perfeitas para nadar, mergulhar ou relaxar.

    Mas a formação delas está diretamente ligada ao volume de chuva. Vale a pena entender como se formaram os Lençóis Maranhenses em detalhes: é por isso que alguns meses são mais favoráveis do que outros para aproveitá-las.

    legenda lagoas em março legenda lagoas em abril

    legenda lagoas em maio legenda lagoas em junho

    Lençóis Maranhenses em janeiro

    Janeiro traz um clima tranquilo enquanto as dunas se estendem por toda parte. Ideal para explorar com calma, é o período mais seco da região. As paisagens são diferentes, mais brancas e douradas (por causa da areia e da luz do sol) e com menos azul das lagoas, mas a beleza continua inegável.

    Durante o dia, as temperaturas ficam em torno de 31°C (87°F) e caem para 25°C (77°F) à noite. O clima é quente e úmido, então vale levar roupas leves e frescas.

    The sun sets brightly over undulating sand dunes and a shallow stream winding through the Lencois Maranhenses National Park in Brazil.
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    Por que visitar em janeiro?

    Janeiro marca a baixa temporada nos Lençóis, ideal para quem busca sossego e tranquilidade. Com menos movimento turístico e vistas livres, é também um ótimo momento para fotografia.

    Mesmo com as lagoas fora do auge, ainda dá para encontrar alguns pontos específicos para um mergulho refrescante.

    Lençóis Maranhenses em fevereiro

    Fevereiro é o mês de transição para a estação chuvosa, ideal para aproveitar os Lençóis antes do aumento das chuvas. As condições do clima mudam pouco e, assim como em janeiro, as temperaturas são amenas, mas as brisas suaves ficam bem mais perceptíveis.

    Por que visitar em fevereiro?

    Como fevereiro dá início à estação chuvosa, você vê as lagoas se enchendo aos poucos, um prenúncio da mudança de cenário. É um ótimo momento para fazer trilhas pelo parque e visitar áreas isoladas, como o Oásis da Baixa Grande e a Queimada dos Britos.

    👉 Explore a aventura: Travessia de 5 dias nos Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em março

    As temperaturas seguem a média de janeiro e fevereiro, acompanhadas de uma brisa agradável. Com a umidade chegando a 83%, o clima fica bastante abafado.

    Com o começo da estação chuvosa, uma renovação intensa toma conta do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Alimentadas pela chuva, novas lagoas se enchem a cada dia.

    A single person walks along the edge of a vibrant blue lagoon winding through vast white sand dunes under a dramatic cloudy sky.
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    Por que visitar em março?

    Março é um bom mês para ir, com a estação chuvosa a todo vapor. As lagoas ficam mais cheias e o cenário fica mais marcante. Também é ótimo para fazer trilhas, com temperaturas agradáveis e menos turistas por perto.

    👉 Descubra o trekking no Brasil

    Lençóis Maranhenses em abril

    As temperaturas variam de 25–30°C (77–86°F). Prepare-se para um clima quente com uma brisa suave. Embora as lagoas ainda não estejam no auge, abril traz a primeira oportunidade do ano de realmente nadar nas águas que começam a se formar.

    O clima agradável cria o cenário ideal para explorar a região, permitindo aproveitar trilhas e passeios com conforto.

    Por que visitar em abril?

    Trekking e todo tipo de diversão ao ar livre são ótimas atividades neste mês. Aproveite os Lençóis sem passar calor demais nem pegar muita chuva!

    👉 Leia mais: curiosidades sobre os Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em maio

    Em maio, as chuvas intensas diminuem, embora ainda seja possível enfrentar algumas tempestades rápidas. O clima é quente, a umidade é alta e inúmeras lagoas estão totalmente formadas entre as dunas, prontas para receber os visitantes.

    Ainda assim, é apenas o início da alta temporada, ou seja, o parque continua relativamente vazio. Por isso, muitos consideram maio a melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses.

    A woman sits on a patterned towel atop a dune, enjoying the warm Lençóis Maranhenses weather and watching the sunset over a serene lagoon.
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    Por que visitar em maio?

    Com menos chuva e as lagoas completamente cheias, maio é um mês excelente para reservar a viagem, graças ao menor movimento turístico e aos preços bem mais baixos. Época ótima para todas as principais atividades dos Lençóis, como trekking e banho de lagoa!

    Lençóis Maranhenses em junho

    Junho é um mês de inverno no Brasil, mas é justamente quando os Lençóis Maranhenses ficam no auge. Clima quente, menos umidade, poucas chances de chuva, céu de um azul intenso e lagoas totalmente cheias: tudo o que você precisa para viver uma grande experiência!

    Conforme a alta temporada avança, o parque nacional fica mais movimentado, mas nada que atrapalhe a sua viagem.

    Aerial view of vibrant blue pools nestled among stark white sand dunes, highlighting the Lençóis Maranhenses best time to visit lagoons months.
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    Por que visitar em junho?

    As lagoas estão no melhor momento e o clima fica bastante estável em junho. É uma época excelente para nadar, fazer passeios de barco pelo Rio Preguiças e trekking.

    Lençóis Maranhenses em julho

    As temperaturas mantêm uma média de 31°C (88°F) durante o dia e 24°C (76°F) à noite. Menos úmido e com pouca chance de chuva, julho preserva as ótimas condições para aproveitar os Lençóis.

    Por que visitar em julho?

    A alta temporada bomba em julho por causa das férias escolares no Brasil. O astral fica animado, mas ainda oferece momentos de relaxamento para quem precisa de um descanso mais que merecido, principalmente em Atins e Santo Amaro, as cidades-base mais tranquilas do parque nacional.

    👉 Leia mais: como chegar aos Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em agosto

    Agosto ainda é alta temporada, mas o parque fica menos cheio com o fim das férias escolares. O clima nos Lençóis Maranhenses é quente (32°C, 90°F) e a chance de chuva é bem pequena, então é uma ótima época para se refrescar nas lagoas e fazer passeios de barco.

    Agosto também é quando a temporada de kitesurfe começa a bombar. A Praia de Atins recebe turistas do mundo todo, que enchem o céu de kites coloridos.

    Por que visitar em agosto?

    Agosto é animado, mas um pouco menos cheio que julho, mesmo sendo alta temporada. É uma ótima época para aproveitar tudo o que os Lençóis Maranhenses oferecem e, quem sabe, fazer algumas aulas de kitesurfe na Praia de Atins!

    Lençóis Maranhenses em setembro

    Setembro ainda é considerado uma das melhores épocas para conhecer os Lençóis Maranhenses. O clima é quente, a umidade é baixa, a chance de chuva é quase zero e o parque fica ainda menos cheio.

     Top-down view of a person swimming in crystal-clear, shallow water over a textured sandy bottom during a Lençóis Maranhenses tour.
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    Por que visitar em setembro?

    Este mês oferece uma perspectiva diferente do parque. Com a baixa temporada se aproximando, você explora as imensas dunas de areia em um cenário mais tranquilo, longe das multidões de sempre. É a sua última chance de ver as lagoas completamente cheias!

    Lençóis Maranhenses em outubro

    O clima é quente e seco, o que significa que as lagoas vão ficando menores. O parque nacional fica ainda menos cheio, já que outubro marca o início da baixa temporada.

    Por que visitar em outubro?

    Mesmo sem estar no nível máximo, as lagoas ainda ficam cheias o suficiente para um mergulho refrescante. Outubro é mais calmo e tranquilo, perfeito para trilhas relaxantes, contato com a natureza e convívio com os moradores da região.

    Lençóis Maranhenses em novembro

    Novembro traz temperaturas entre 26–32°C (78–90°F), acompanhadas de ventos moderados. É quando o parque fica quase vazio, com as lagoas diminuindo e algumas até desaparecendo.

     A group of tourists walks across a dry, brown lagoon bed surrounded by large white sand dunes during the dry season.
    Photo: Glauco de Souza Santos

    Por que visitar em novembro?

    Com menos gente por perto e uma brisa agradável, novembro é uma ótima época para quem quer conhecer a natureza do parque de um jeito mais descontraído. É especialmente bom para fazer trekking e apreciar a beleza das dunas de areia.

    Lençóis Maranhenses em dezembro

    É difícil encontrar lagoas em dezembro, mas algumas resistem em Santo Amaro. Quem quer se refrescar pode curtir o mar e experimentar o kitesurfe na Praia de Atins, já que as temperaturas são altas e os dias costumam ter bastante vento.

     Tall palm trees cast shadows on a white beach overlooking calm ocean waters where boats cruise, showing how to get to Lençóis Maranhenses.
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    Por que visitar em dezembro?

    Mesmo com as lagoas quase secas, dezembro é um bom mês para quem quer fazer trilhas e aproveitar o parque com menos movimento turístico antes da estação chuvosa. Apesar da seca, Santo Amaro e a Praia de Atins são ótimos lugares para atividades aquáticas.

    Explore as dunas de areia e as lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Como você viu, a melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses depende do que você procura, já que o parque oferece experiências incríveis mesmo quando as lagoas icônicas não estão no auge.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, cuida de tudo o que você precisa para uma viagem memorável: a escolha da época ideal, roteiros sob medida, hospedagem, transfers e muito mais. Fale com a gente agora!

  • Como visitar a Amazônia no Brasil – Guia de Viagem

    Como visitar a Amazônia no Brasil – Guia de Viagem

    Saiba tudo o que você precisa antes de aproveitar seu tour na Amazônia no Brasil, incluindo a melhor época para ir, como chegar, quais são as principais atividades e muito mais!

    Você é apaixonado por natureza e seu maior sonho é visitar a Amazônia no Brasil para viver as maravilhas fascinantes da maior floresta tropical do mundo? Se a resposta é um sonoro "sim!", então você veio ao lugar certo!

    Há muitas formas de conhecê-la: de passeios guiados com acampamento selvagem a estadias de luxo em lodges de selva na Amazônia, ou até cruzeiros pelos rios.

    Para ajudar no planejamento da sua viagem, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou este guia de viagem cuidadosamente selecionado. Confira abaixo e descubra como visitar a Amazônia e outras informações importantes sobre este destino espetacular!

    Índice:

    1. Sobre a Amazônia
    2. Onde fica a Amazônia?
    3. Como visitar a Amazônia com segurança?
    4. Como chegar à Amazônia?
    5. Qual a melhor época para visitar a Amazônia no Brasil?
    6. O que fazer na Amazônia?
    7. Animais da Amazônia, Brasil
    8. Onde se hospedar na Amazônia?
    9. Quantos dias ficar na Amazônia?
    10. Viajar para a Amazônia no Brasil: quanto custa?
    11. Precisa de vacina para ir à Amazônia no Brasil?
    12. É seguro visitar a Amazônia no Brasil?
    13. O que levar na mala para uma viagem à Amazônia?
    14. Vale a pena viajar para a Amazônia?
    How to visit the Amazon Rainforest - Cristalino National Reserve
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    Sobre a Amazônia

    Se fosse um país, a Amazônia seria o sétimo maior do mundo. São 6,7 milhões de km², o dobro do tamanho da Índia!

    Os números impressionantes continuam, desta vez sobre a fauna e a flora: são 30 milhões de espécies de animais (embora nem todas tenham sido catalogadas oficialmente ainda), 2,5 milhões de tipos de insetos e 2.500 e 30.000 variedades de árvores e plantas, respectivamente.

    Quando o assunto é a bacia hidrográfica, 20% da água doce do planeta pertence à Amazônia. Só o Rio Amazonas tem uma extensão de 6.400 km, descendo a Cordilheira dos Andes e desaguando no Oceano Atlântico.

    Toda essa riqueza abriga mais da metade de toda a biodiversidade do mundo, o que torna o valor da Amazônia incalculável e insubstituível.

    Aerial panorama of the Amazon river channels and lush green islands, highlighting the massive watershed and freshwater ecosystem of the basin.
    Photo: Felipe Castellari

    👉 Leia mais: 15 fatos sobre a Amazônia no Brasil

    Onde fica a Amazônia?

    A Amazônia fica na América do Sul e se estende por oito países diferentes: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

    59% da sua área está somente no Brasil, passando pelos estados do Amazonas, Mato Grosso, Pará, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins.

    Como visitar a Amazônia com segurança?

    Visitar a Amazônia é totalmente possível e seguro, desde que você conte com profissionais que realmente conhecem a região. A floresta é linda, mas o ambiente selvagem pode ser implacável. Então, se você já se perguntou se é seguro visitar a Amazônia, a presença de guias qualificados é fundamental e inegociável.

    Essa também é a melhor forma de apreciar a natureza em sua plenitude, já que um especialista sabe como se mover pela selva. As atividades são muitas, mas alguns fatores devem ser levados em conta para todo mundo aproveitar, como as condições climáticas e os lugares certos para avistar os animais.

    Os pacotes de viagem para a Amazônia no Brasil são, na verdade, incentivados, porque também podem ser uma ótima forma de garantir sua preservação. O ecoturismo é uma ferramenta poderosa para gerar trabalho para as comunidades locais. Ao empregar essas pessoas, as empresas de turismo sustentável as incentivam a trabalhar a favor da floresta, em vez de sua degradação.

     Tourists enjoying a peaceful boat ride on an Amazon river at twilight, observing nature with a local guide to ensure a safe experience.
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    O ecoturismo também conscientiza sobre questões ambientais, como desmatamento, poluição e mudanças climáticas. Ao ver as maravilhas da Amazônia, os viajantes entendem de vez por que é tão importante protegê-la, o que pode engajá-los em projetos de conservação não só na floresta, mas também em seus países de origem.

    Indigenous woman applying traditional red and black face paint, representing the rich culture of local communities in the Amazon supported by ecotourism.
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    👉 Leia mais:

    Como chegar à Amazônia?

    Há algumas formas de visitar a Amazônia no Brasil, mas a mais conveniente é voar até Manaus, capital do Amazonas.

    Dos Estados Unidos, os viajantes podem partir de Miami (MIA) e voar direto para Manaus (MAO). De Fort Lauderdale (FLL), os voos com conexão fazem escala em Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY), Belém (BEL) e São Paulo (VCP ou GRU).

    Da Europa, também são esperadas escalas no Rio de Janeiro (GIG), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Fortaleza (FOR) ou Brasília (BSB), dependendo do local de partida.

    Seaplane docked at a river pier in Manaus, a common transport method to reach remote Amazon jungle lodges and explore nature.
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    A Amazônia no Mato Grosso e no Pará também é um ótimo destino de férias para explorar a natureza. Nesse caso, voar até as capitais desses estados é a melhor opção.

    👉 Veja mais detalhes: Como chegar à Amazônia no Brasil?

    Qual a melhor época para visitar a Amazônia no Brasil?

    Embora a Amazônia seja considerada um destino para o ano todo, o período de janeiro a setembro oferece as melhores condições, porque evita o auge da estação seca. Ao mesmo tempo, há boas opções de trilhas e água suficiente para as atividades aquáticas.

    Canoe navigating through the flooded forest (igapó) during the wet season in the Amazon, surrounded by water-reflected trees.
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    A estação chuvosa (dezembro a maio) é ótima para quem quer aproveitar os rios amazônicos praticando caiaque, canoagem, natação e explorando os igapós (florestas alagadas). As tempestades são comuns, mas não duram muito.

    Já a estação seca (junho a novembro) é procurada porque costuma permitir tanto atividades aquáticas quanto terrestres. No entanto, secas prolongadas estão ficando mais frequentes, principalmente de outubro a dezembro. Isso causa níveis baixos de água e acesso limitado a algumas áreas e roteiros, embora a situação tenda a melhorar em janeiro.

     Local guide explaining the flora to a group of tourists during a jungle hiking tour in the Amazon Rainforest.
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    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    O que fazer na Amazônia?

    Além de como visitar a Amazônia, o que fazer durante a viagem é uma pergunta muito frequente entre as pessoas interessadas em passar as férias por lá.

    Adventurous tourists equipped with helmets participating in tree climbing and rappelling activities high up in the Amazon canopy.
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    Cada tour pela selva amazônica no Brasil tem seu próprio roteiro, mas os turistas podem esperar algumas atividades, como:

    • Trilhas na selva
    • Passeios de barco
    • Caiaque
    • Canoagem
    • Cruzeiros pelos rios
    • Navegar pelo Encontro das Águas
    • Observação da vida selvagem
    • Escalada em árvores
    • Exploração de cavernas
    • Imersão na floresta em lodges de selva
    • Visitas a comunidades locais, incluindo grupos indígenas

    👉 Leia mais: O que fazer na Amazônia no Brasil

    Animais da Amazônia, Brasil

    Há milhões de espécies de animais nesse ecossistema, mas alguns são considerados símbolos da floresta, como a misteriosa harpia, as araras coloridas (vermelhas e azuis), os macacos-aranha-pretos, as belas onças-pintadas, as preguiças de aparência fofa, os simpáticos botos-cor-de-rosa e as vorazes piranhas.

    Os dois últimos, em especial, são grandes estrelas da Amazônia. Interagir com os botos é um dos passeios preferidos de todo mundo, enquanto pescar piranhas leva a adrenalina ao máximo, uma atividade sempre monitorada por guias experientes e que respeita práticas sustentáveis, claro.

    Amazon pink river dolphin swimming in the dark waters of the Rio Negro, a unique wildlife interaction and symbol of the Brazilian forest.
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    Vale lembrar: apesar da fauna abundante, não há garantia absoluta de que esses animais serão avistados, por alguns motivos: a vegetação densa dificulta a observação da vida selvagem, algumas espécies costumam se esconder das pessoas (principalmente durante o dia) e os operadores locais seguem protocolos rígidos para não perturbar os animais.

    👉 Leia mais: Os melhores tours e destinos de vida selvagem no Brasil

    Onde se hospedar na Amazônia?

    Muita gente se pergunta se existem hotéis na Amazônia. A resposta é sim, mas eles são conhecidos como jungle lodges, já que ficam no meio da floresta.

    Best Amazon Jungle Cozy lounge area inside an Amazon jungle lodge with large glass windows offering immersive views of the surrounding dense forest.
    Photo: Felipe Castellari

    Os lodges oferecem acomodações confortáveis, áreas de lazer (piscinas, espaços de entretenimento, academias, lounges, bares, lojinhas de souvenir…), ótimos restaurantes e atividades exclusivas pela floresta. Do modesto ao luxuoso, há uma opção para cada pessoa.

    Outra alternativa são os cruzeiros pelos rios da Amazônia, que funcionam de forma parecida com os cruzeiros clássicos no oceano, mas com menos passageiros e navegando pelas águas dos rios amazônicos, como o Rio Negro, o Solimões, o Tapajós e o Rio Amazonas.

    Aerial view of a swimming pool at a luxury eco-lodge nestled deep within the Amazon Rainforest vegetation, offering leisure in nature.
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    Os melhores cruzeiros pela Amazônia no Brasil incluem cabines maravilhosas com banheiro privativo, um restaurante a bordo e muitas opções de entretenimento; é uma forma fantástica de viver a natureza.

    Se você não se importa em abrir mão do conforto para se conectar totalmente com a natureza, então nossa sugestão é o Tour de Sobrevivência na Selva Amazônica, uma viagem fantástica em que você passa as noites acampando no meio da floresta! Acompanhado por guias qualificados, você vai dormir em redes, cozinhar sua comida na fogueira e até aprender técnicas de sobrevivência.

    👉 Leia mais:

    Quantos dias ficar na Amazônia?

    A duração da sua viagem depende de quão imersiva você quer que seja a experiência.

    Um tour de 3 dias é recomendado para quem está com a agenda apertada: é curto, mas ainda permite passeios de barco, caminhadas guiadas pela selva e um primeiro contato com os ecossistemas únicos da floresta. É uma boa opção se você está de passagem por Manaus ou combinando a Amazônia com outros destinos no Brasil.

    Breathtaking aerial view of a river fork and lush green islands in the Amazon basin, highlighting the region's vast hydrology and beauty.
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    No entanto, se você tem mais tempo, ficar de 4 a 7 dias vai proporcionar uma experiência mais rica. Com alguns dias extras, você pode se aventurar por áreas mais remotas, aumentar suas chances de avistar a vida selvagem e visitar áreas protegidas como Anavilhanas ou o Parque Nacional do Jaú.

    Viagens mais longas também permitem atividades noturnas, visitas culturais a comunidades locais e até trilhas de vários dias ou expedições pelos rios para quem busca mais aventura.

    👉 Leia mais: Quantos dias passar na Amazônia?

    Viajar para a Amazônia no Brasil: quanto custa?

    O custo de uma viagem para a Amazônia no Brasil depende de vários fatores, como categoria de hospedagem, tamanho do grupo, duração da viagem e roteiros.

    Travelers kayaking down a tranquil Amazon river, enjoying an eco-friendly way to observe the rainforest ecosystem up close.
    Photo: Samuel Melim

    Por exemplo, os tours com acampamento selvagem são uma opção mais econômica, oferecendo uma experiência crua e imersiva, enquanto os lodges de luxo proporcionam alto conforto por um preço maior. Quem viaja sozinho pode ter custos mais altos por causa das taxas de ocupação individual, enquanto quem viaja em grupo se beneficia dos custos compartilhados.

    O PlanetaEXO seleciona os melhores pacotes de viagem para a Amazônia no Brasil, com preços (por pessoa) que vão de R$2.170 (aproximadamente $418) para expedições básicas de acampamento a R$23.000 (aproximadamente $4.392) para pacotes premium de luxo, sem incluir as passagens aéreas.

    Precisa de vacina para ir à Amazônia no Brasil?

    Diferentemente de outros países (Bolívia, Colômbia, Guiana, Panamá e Venezuela), não há exigência de vacinação contra febre amarela para visitar a Amazônia no Brasil, porque a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não considera a doença um risco em território nacional.

    Ainda assim, é altamente recomendável que turistas estrangeiros se vacinem pelo menos dez dias antes da viagem, principalmente se pretendem visitar a floresta nos países citados. É melhor prevenir do que remediar!

    Close-up of a traveler's hands examining unique leaf textures during a guided educational walk in the Amazon jungle.
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    É seguro visitar a Amazônia no Brasil?

    Sim, é seguro visitar a Amazônia, desde que você explore com guias locais experientes. Os viajantes podem imaginar que há animais selvagens e perigos escondidos nas trilhas, mas os passeios são cuidadosamente planejados para evitar situações de risco.

    Os guias conhecem a floresta como a palma da mão e garantem que cada atividade, das caminhadas na selva aos passeios de barco, aconteça com total segurança e respeito à natureza.

    Como os roteiros são pensados apenas para observação, você não vai se deparar com animais que representem qualquer ameaça. Além disso, a maioria das espécies prefere ficar escondida, então os encontros são momentos tranquilos para admirar sua beleza.

    Com orientação profissional, logística confortável e atividades bem estruturadas, visitar a Amazônia é uma aventura segura e inesquecível para todos os viajantes.

    Group of tourists exploring a cave formation within the Amazon rainforest, looking out at the jungle with an expert local guide.
    Photo: Felipe Castellari

    O que levar na mala para uma viagem à Amazônia?

    Prepare sua mala com:

    • Roupas leves (camisetas, camisetas de manga longa, shorts, calças, chapéus/bonés, roupa de banho)
    • Calçados confortáveis (tênis para trilha, chinelos, sandálias)
    • Itens essenciais de viagem (documentos, dinheiro, cartões de crédito/débito, medicamentos, protetores solares, gel pós-sol, repelente de insetos)
    • Equipamentos para trilha na selva (capa de chuva, lanterna, garrafa de água reutilizável)
    • Dispositivos eletrônicos (celular, câmera, carregadores, carregadores portáteis etc.)

    Travelers using binoculars on an observation tower high above the canopy to safely spot birds and wildlife in the Amazon Rainforest.

    👉 Leia mais: 10 dicas de viagem para a Amazônia para aproveitar ao máximo sua aventura

    Vale a pena viajar para a Amazônia?

    Vale muito a pena! A Amazônia é o lugar mais rico do planeta quando o assunto são recursos naturais. A selva, os rios, os animais, a comida, as pessoas: tudo carrega uma beleza inexplicável e uma atmosfera mágica que não se encontra em nenhum outro lugar.

    Os apaixonados por aventura e ecoturismo deveriam passar pelo menos alguns dias nesse destino surreal para testemunhar com os próprios olhos do que a natureza é realmente capaz.

    Tourist embracing the massive trunk of a Samauma tree, showcasing the scale of the giant trees and the connection with nature in the Amazon.
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    Vamos reservar sua aventura na Amazônia?

    Esperamos que este guia sobre como visitar a Amazônia tenha sido útil para você começar a planejar sua viagem!

    Como plataforma especializada que trabalha com os melhores operadores locais, o PlanetaEXO oferece incríveis viagens para a Amazônia, com roteiros sob medida e todo o suporte que você precisar. Fale com a gente agora!

  • 10 dicas de viagem para a Chapada Diamantina, Brasil

    10 dicas de viagem para a Chapada Diamantina, Brasil

    Estações do ano, atividades, segurança e cuidados com a saúde. Veja nossas recomendações para uma viagem completa pela Chapada Diamantina!

    Antes de fechar a mochila, vale abrir o guia de viagem da Chapada Diamantina: o parque nacional na Bahia reúne fauna, flora, paisagem e experiências no mesmo lugar. Não é à toa que milhares de aventureiros chegam ao Brasil todo ano para percorrer suas trilhas, consideradas algumas das melhores do mundo.

    Para aproveitar cada dia da viagem, vale seguir algumas dicas da Chapada Diamantina que garantem segurança e autenticidade. O planejamento fica mais eficiente e você evita surpresas desagradáveis justamente na hora que deveria ser de diversão.

    Hikers walking on a rocky trail during sunset in Chapada Diamantina National Park.
    Photo: Guillaume Leman

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes da Chapada Diamantina, preparou uma lista com 10 recomendações para umas férias extraordinárias. Confira abaixo!

    1. Trekking no Vale do Pati

    👉 Conheça a trilha do Vale do Pati

    Nenhuma lista de dicas de viagem para a Chapada Diamantina fica completa sem o Vale do Pati. A travessia é descrita com frequência como uma das mais bonitas do Brasil e cruza montanhas, rios e vales dentro do parque nacional.

    👉 Descubra os melhores trekkings no Brasil

    Você pode escolher entre percursos diferentes: a clássica travessia de 3 dias de Guiné ao Vale do Capão, o roteiro de 4 dias com o Morro do Castelo ou a travessia de 5 dias completa, com mais cachoeiras e tempo nos vilarejos. Todas as opções incluem hospedagem na casa de moradores e comida caseira, uma imersão real na vida local.

    Two hikers crossing a river using trekking poles during the Vale do Pati trek.
    Photo: Lucas Neves

    2. Escolha a estação certa para a sua viagem

    A Chapada Diamantina pode ser visitada o ano inteiro, mas cada estação transforma a paisagem. Entre outubro e abril, cachoeiras como a da Fumaça e o Buracão ficam no volume máximo, o melhor momento para ver as quedas no auge. A vegetação fica verde intenso, embora as trilhas costumem ficar mais barrentas.

    De maio a setembro, o clima é mais seco e estável, ideal para travessias longas, como a do Vale do Pati. À noite, vilarejos como Mucugê e o Vale do Capão podem esfriar, então não esqueça um agasalho!

    O Poço Azul e o Poço Encantado ficam abertos à visitação o ano todo, mas o fenômeno dos raios de sol, quando a luz entra pelas fendas da caverna e pinta a água de um azul vibrante, costuma acontecer de fevereiro a outubro.

    Two travelers sitting in the shallow water at the base of a waterfall with a rainbow reflection.
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    👉 Leia mais: melhor época para visitar a Chapada Diamantina e o que esperar em cada estação

    3. Cuidados com a saúde

    Não existe exigência oficial de vacinação para turistas estrangeiros, mas o Ministério da Saúde recomenda que os visitantes estejam com as doses de difteria, tétano, poliomielite e sarampo em dia. Por segurança, as vacinas contra febre amarela e hepatites A e B também são indicadas.

    Siga também estas recomendações de saúde para aproveitar melhor a experiência:

    • Leve sempre uma garrafa reutilizável para se hidratar durante as trilhas.
    • Proteja-se do sol com chapéu ou boné e use protetor solar (FPS 30 ou maior).
    • Use calçados confortáveis e meias de algodão para evitar bolhas.
    • Não pegue trilha em jejum: coma bem antes de sair e leve barras de proteína e outros lanches não perecíveis na mochila.
    A group of hikers with backpacks walking single file on a mountain trail surrounded by vegetation.
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    👉 Mais informações: Vacina para viajantes (Brasil) / CDC Travelers’ Health (EUA)

    4. Além das clássicas: visite o máximo de cachoeiras que conseguir

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina é famoso pelas cachoeiras, e cada uma tem a sua personalidade. A Cachoeira do Herculano, em Itaetê, tem queda de cerca de 120 metros e forma um grande poço natural na base. Já o Buracão, perto de Ibicoara, corre dentro de um cânion e exige que você nade até o pé da queda.

    Fora os pontos famosos, existem dezenas de cachoeiras pouco visitadas. A Cachoeira do Mosquito, perto de Lençóis, tem 60 metros de queda e costuma ficar mais vazia, enquanto lugares remotos como a Fumacinha ou a Mixila dão mais trabalho, mas entregam paisagens intocadas.

    Planejar com antecedência e pesquisar sobre as cachoeiras antes de chegar faz diferença: assim você reconhece cada uma ao longo das trilhas e decide quais percursos entram no seu roteiro.

    Silhouette of a hiker standing on rocks at the base of the massive Buracão waterfall flowing inside a canyon.
    @polianaa_barbosa_guia

    👉 Leia mais: cachoeiras da Chapada Diamantina

    5. Explore as grutas e os poços naturais

    Além das cachoeiras, dá para visitar grutas e poços naturais na Chapada Diamantina. A Gruta da Lapa Doce, perto de Iraquara, tem formações calcárias impressionantes, como espeleotemas, estalactites e estalagmites.

    Na Pratinha e na Gruta Azul, você faz flutuação em água cristalina e ainda pode incluir atividades opcionais, como tirolesa e caiaque. Já o Poço Encantado e o Poço Azul estão entre os favoritos, pela beleza que a luz do sol cria na superfície azulada.

    Esses lugares combinam geologia, história e beleza natural. Colocar todos no roteiro deixa a sua experiência na Chapada bem mais variada!

    Caves Chapada Diamantina
    Photo: Rudolf Ernst

    👉 Conheça a aventura: roteiro de 7 dias na Chapada Diamantina

    6. O que levar para a Chapada Diamantina

    Uma dica de viagem valiosa é montar a mochila com inteligência, ou seja, levar só o que você realmente vai usar, porque cada item desnecessário vira peso extra nas caminhadas longas debaixo do sol. Estar preparado é o que separa uma aventura tranquila de uma sequência de contratempos. Veja a nossa lista sugerida:

    • Roupas leves, incluindo camisas de manga longa com proteção UV
    • Corta-vento e blusa de frio
    • Capa de chuva e/ou jaqueta impermeável
    • Toalha de secagem rápida
    • Botas de trekking
    • Meias
    • Chinelo
    • Roupa de banho
    • Chapéu ou boné
    • Óculos de sol
    • Protetor solar
    • Repelente
    • Garrafa de água reutilizável
    • Saco estanque

    Como caixas eletrônicos são raros nas cidades menores e inexistentes dentro do parque nacional, é importante levar dinheiro em espécie (em reais). Outros itens essenciais são: documentos, cartões de crédito e débito, medicamentos e carregadores, inclusive o portátil, para os eletrônicos.

    Hikers wearing comfortable shoes and carrying backpacks on a sunny dirt trail in Chapada Diamantina.
    Photo: Lucas Neves

    7. Hospedagem imersiva: casas de moradores e pousadas pequenas

    Uma das formas mais ricas de conhecer a Chapada é dormir na casa dos moradores, principalmente durante a travessia do Vale do Pati. As famílias recebem os caminhantes com quartos simples e aconchegantes e comida caseira feita no fogão a lenha.

    Além de ser o único tipo de hospedagem nas travessias de vários dias dentro do parque nacional, essa escolha sustenta pequenos negócios e comunidades e fortalece a ligação entre ecoturismo e vida local.

    Outra opção é ficar nas cidades do entorno (Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Andaraí, Igatu e Ibicoara). Em vez de grandes redes de hotéis, você encontra pousadas pequenas, com um atendimento mais próximo, quartos confortáveis, boas áreas comuns e outros serviços.

    Simple white homestay houses nestled in a valley under a colorful sunset sky during the Vale do Pati trek.
    .

    👉 Leia mais: onde ficar na Chapada Diamantina

    8. Conheça as cidades históricas ao redor do parque

    Antes ou depois das trilhas dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, reserve um tempo para as cidades do entorno. Lençóis é a mais conhecida, com ruas de pedra, arquitetura colonial e uma cena cultural ativa, enquanto Igatu guarda ruínas de pedra do século 19.

    Mucugê é mais tranquila e cheia de história, com museus e igrejas antigas que contam o passado da mineração de diamantes. Já o Vale do Capão tem clima alternativo e boêmio, e atrai caminhantes, músicos e artesãos.

    Essas cidades mostram outra face da Chapada, uma em que cultura e história completam a natureza do parque.

    A river flowing over rocky layers next to a colonial building with stone arches in the historic town of Igatu.
    Photo: Rudolf Ernst

    9. Prepare-se para ficar offline

    O sinal de celular e a internet na Chapada Diamantina são bem limitados. Nas trilhas mais distantes, principalmente no Vale do Pati, você não encontra sinal nem conexão de nenhum tipo.

    Encare isso como oportunidade, não como limitação. Ficar longe do mundo digital deixa você presente de verdade nas cachoeiras, nas paisagens e nas conversas com quem vive ali. Muitos viajantes contam que a ausência de sinal virou uma das melhores partes da viagem.

    Vá preparado para ficar totalmente offline e aproveite a simplicidade desse destino. A falta de sinal não é um problema, é um convite para curtir a natureza na sua forma mais pura.

    Three travelers with backpacks looking out over a vast green valley deep inside Chapada Diamantina.
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    10. Logística e outras informações importantes

    Planeje os deslocamentos com calma. Lençóis tem acesso por ônibus ou avião a partir de Salvador, mas outros pontos de entrada, como Guiné e Andaraí, exigem transfer privativo. Empresas de viagem confiáveis, como o PlanetaEXO, já incluem o transporte para deixar a logística resolvida.

    Outro ponto importante é o apoio dos guias locais. O Parque Nacional da Chapada Diamantina é enorme e cheio de segredos, com natureza intocada e muitas formações únicas. Para uma viagem segura e sem contratempos, andar com um guia na Chapada Diamantina é essencial, mesmo para quem tem muita experiência em trilha.

    Travel Tips for Chapada Diamantina
    Photo: Aurelie Poilleux

    👉 Leia mais: como chegar na Chapada Diamantina, o parque nacional da Bahia?

    Sua aventura na Chapada Diamantina com o PlanetaEXO

    Esperamos que estas dicas deixem a sua viagem para a Chapada Diamantina, um dos destinos naturais mais bonitos do Brasil, ainda melhor!

    O PlanetaEXO é a plataforma de ecoturismo que monta o seu pacote para a Chapada Diamantina do começo ao fim, das reservas aos transfers e roteiros sob medida. Fale com a gente agora!

  • Guia de viagem do Monte Roraima: como visitar

    Guia de viagem do Monte Roraima: como visitar

    Saiba tudo o que você precisa para viajar ao Monte Roraima: como chegar, a melhor época para ir, as principais atrações e muito mais!

    Com uma altura de 2.810 metros (9.219 pés), o Monte Roraima é o 8º pico mais alto do Brasil e um dos mais elevados do planeta. Poucos lugares reúnem tanta história geológica quanto a altura do Monte Roraima, um verdadeiro gigante da América do Sul.

    Conhecido pela beleza selvagem, pelas formações geológicas antigas e pela espiritualidade, o local atrai milhares de turistas de todas as partes do mundo. Segundo o Ministério do Turismo do Brasil, o estado de Roraima recebeu mais de 16.000 viajantes estrangeiros em 2024, e boa parte tinha a montanha como destino.

    Quer saber mais? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes do Monte Roraima, preparou um guia de viagem do Monte Roraima completo, com todas as informações essenciais para uma ótima viagem. Confira abaixo!

    Sumário

    1. Sobre o Monte Roraima
    2. O Monte Roraima é o lugar mais antigo da Terra?
    3. Onde fica o Monte Roraima?
    4. Como chegar ao Monte Roraima?
    5. Qual é a melhor época para o Monte Roraima?
    6. Principais atrações: o que há no topo do Monte Roraima
    7. Dá para visitar o Monte Roraima?
    8. É seguro visitar o Monte Roraima?
    9. O que levar para uma trilha do Monte Roraima?
    10. Qual é o nível de dificuldade da trilha do Monte Roraima?
    11. Quantos dias ficar no Monte Roraima?
    12. Pacotes do Monte Roraima
    Pôr do sol na borda do penhasco do cume do Monte Roraima, acima de um mar de nuvens
    @watchluke

    Sobre o Monte Roraima

    O Monte Roraima é um tepui, formação geológica em forma de mesa típica do norte da América do Sul. Com vistas de planaltos, penhascos e paisagens naturais singulares, foi escalado pela primeira vez em 1884 pelo explorador britânico Sir Everard im Thurn.

    A descoberta de um lugar remoto e misterioso inspirou uma das obras literárias mais famosas de todos os tempos. O Mundo Perdido, escrito em 1912 por Sir Arthur Conan Doyle, foi inteiramente inspirado no Roraima. Na história, um grupo de estudiosos parte de Londres para explorar um planalto isolado onde dinossauros e outras criaturas pré-históricas escaparam da extinção. O livro, por sua vez, inspirou Jurassic Park.

    Fora dos livros e filmes de ficção, a mitologia do Monte Roraima é bastante conhecida. A principal é a lenda de Makunaíma, herói indígena que nasceu de um lago fertilizado pelo sol e pela lua. Esperto, forte e justo, ele é o protetor da Árvore de Todos os Frutos, uma árvore lendária que fornece todos os alimentos. A origem da história é atribuída ao povo indígena Macuxi.

    Essa lenda inspirou a obra homônima do autor brasileiro Mário de Andrade, que também se baseou nos relatos do explorador alemão Theodor Koch-Grünberg. No livro de 1928, Macunaíma é um anti-herói que vai a São Paulo para recuperar um artefato valioso.

    Para os povos indígenas da região (Macuxi, Pemón, Taurepang, Arekuna, Kamarakoto, entre outros), o Monte Roraima é um lugar sagrado. Acredita-se que a chamada Terra de Makunaíma guarda uma conexão poderosa entre o homem e a natureza, equilibrando respeito, ancestralidade e aspectos místicos.

    O tepui Kukenán, ao lado do Monte Roraima, refletido em um rio na hora dourada
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    O Monte Roraima é o lugar mais antigo da Terra?

    A composição geológica do Monte Roraima é formada principalmente por rochas pré-cambrianas que datam de cerca de 2 bilhões de anos, uma janela para o passado distante do planeta.

    Ao longo de milhões de anos, a montanha resistiu à erosão implacável, que moldou sua paisagem única e revelou o planalto plano que se estende por cerca de 31 km².

    Além disso, a atividade tectônica também esculpiu o Roraima, fator decisivo para o título de lugar mais antigo da Terra, já que a montanha faz parte da antiga cadeia de Pakaraima, formada ao longo de bilhões de anos pelo movimento das placas tectônicas.

    Onde fica o Monte Roraima?

    O Monte Roraima fica na tríplice fronteira entre Venezuela, Brasil e Guiana, na América do Sul. A maior parte está dentro dos limites da Venezuela (85%), enquanto os lados brasileiro e guianense representam 5% e 10%, respectivamente.

    No Brasil, a área é administrada pelo estado de Roraima, mais especificamente no município de Uiramutã. Veja o mapa do Monte Roraima abaixo:

    Como chegar ao Monte Roraima?

    O acesso mais prático ao Monte Roraima é por Boa Vista, capital do estado de Roraima, no Brasil. O Aeroporto de Boa Vista (BVB) recebe voos diários de Brasília, Manaus e São Paulo.

    De lá, os viajantes seguem para o norte pela rodovia BR-174, cruzam para a Venezuela e chegam a Santa Elena de Uairén, na Gran Sabana, em Bolívar, o principal ponto de partida para as expedições (a 20 km do Brasil). A cidade oferece hospedagem e uma pausa antes do início da trilha.

    Santa Elena tem um pequeno aeroporto, mas os voos são raros e pouco confiáveis, o que torna o trajeto por estrada a partir de Boa Vista a opção preferida. Da cidade, a rota segue até a Comunidade de Paraitepuy, a porta de entrada oficial para as trilhas.

    A travessia pela Gran Sabana revela paisagens impressionantes, onde os viajantes costumam ter o primeiro vislumbre do tepui.

    Um traslado de jipe 4x4 cruzando a Gran Sabana com o Monte Roraima ao fundo
    Photo: Lucas Gobatti

    👉 Leia mais: como chegar ao Monte Roraima

    Qual é a melhor época para o Monte Roraima?

    O clima no Monte Roraima é muito imprevisível e acompanha o clima tropical da Venezuela. Chuva, neblina e mudanças bruscas de temperatura podem acontecer a qualquer momento, então estar preparado para todas as condições é essencial o ano inteiro.

    De outubro a março (estação seca), a trilha costuma ser mais fácil, com menos chuva e caminhos mais limpos. As vistas do topo do Monte Roraima aparecem com mais frequência, e as temperaturas variam de 20–25°C (68–77°F) na base a 10–15°C (50–59°F) no cume durante o dia, caindo para 5°C (41°F) ou até 0°C (32°F) à noite.

    De abril a setembro (estação chuvosa), as trilhas ficam mais enlameadas e desafiadoras, mas as cachoeiras ganham mais volume, e algumas só aparecem nesse período.

    O ano todo, quem faz a trilha deve esperar noites frias, ventos constantes, pancadas de chuva à tarde e neblina no cume, elementos que tornam cada expedição única.

    Um trekker em um penhasco enevoado no cume do Monte Roraima, em preto e branco
    Photo: Lucas Gobatti

    Principais atrações: o que há no topo do Monte Roraima

    Vale dos Cristais

    O Vale dos Cristais é uma depressão rasa no planalto do Roraima coberta por milhões de cristais de quartzo espalhados sobre o arenito escuro como vidro quebrado. Os cristais se formaram há cerca de 1,8 bilhão de anos, quando o tepui ainda fazia parte de um antigo fundo de mar, o que os coloca entre os minerais expostos mais antigos da Terra.

    A retirada de cristais é terminantemente proibida pelas autoridades do parque venezuelano, e os guias locais Pemón tratam o vale como solo sagrado. Os Pemón acreditam que os cristais são fragmentos de estrelas que caíram quando Makunaima, o deus criador, derrubou a árvore da vida original.

    Lago Gladys

    O Gladys é uma piscina pequena e escura no topo do planalto, batizada pelo botânico britânico Everard Im Thurn em homenagem à heroína de O Mundo Perdido, de Arthur Conan Doyle. A água repousa numa bacia natural de arenito e reflete as formações rochosas ao redor como um espelho negro.

    O lago é uma das poucas fontes permanentes de água no cume, alimentado pela neblina constante e por mais de 4.000 mm de chuva anual que atingem a região. Espécies endêmicas, como a minúscula rã preta Oreophrynella, que não existe em nenhum outro lugar do planeta, vivem no musgo das margens.

    Uma piscina natural escura no planalto do cume do Monte Roraima
    Photo: Luiz Gustavo Rebello

    👉 Leia mais: 10 curiosidades sobre o Monte Roraima

    El Foso

    Um poço natural circular esculpido no arenito, com cerca de 20 metros de profundidade, preenchido por água da chuva tão escura que parece tinta. As paredes do El Foso descem quase na vertical, polidas por milênios de erosão, e a superfície permanece imóvel mesmo em dias de vento, porque o poço fica abaixo do nível do vento do planalto.

    Para os Pemón, o El Foso é um dos “olhos da montanha”, pontos de onde os espíritos do Monte Roraima observam o mundo lá embaixo. Quem chega até ele costuma nadar algumas braçadas numa água que fica em torno de 8–12°C o ano todo, mesmo quando o ar acima está mais quente.

    Um nadador na piscina natural dourada dentro de uma caverna no Monte Roraima

    Maverick Rock

    A formação rochosa mais fotografada do cume, o Maverick é um enorme bloco isolado moldado pelo vento e pela chuva num formato que lembra um rosto de perfil. Fica perto da borda do planalto, com uma queda de 400 metros logo atrás.

    A rocha faz parte da formação de arenito Mato-Tepui, a mesma camada geológica que compõe toda a cadeia Pacaraima. A lenda Pemón conta que as silhuetas talhadas pelo vento no planalto são os rostos petrificados de guerreiros que desafiaram Makunaima e viraram pedra.

    Formações rochosas desgastadas na paisagem do cume do Monte Roraima

    La Ventana

    La Ventana é uma abertura natural na rocha, bem na borda do planalto, que emoldura a vista da savana 1.000 metros abaixo. Em manhãs claras, dá para ver o Kukenán-tepui a oeste e, em dias raros, até as fronteiras da Guiana.

    A janela é voltada para o leste, o que faz dela o ponto mais procurado para o nascer do sol na trilha. Ao amanhecer, a neblina sobe da savana e escorre pela abertura, um fenômeno que os Pemón chamam de “o sopro da montanha”.

    Um mirante no Monte Roraima com vista acima das nuvens
    @katharina_bongaertz

    👉 Leia mais: o topo do Monte Roraima

    Jacuzzis

    Os jacuzzis são uma série de piscinas naturais esculpidas no quartzito por córregos que cruzam o planalto: bacias redondas e rasas de água cristalina e gelada, cercadas de rocha preta. As maiores têm cerca de 2 metros de diâmetro e 1 metro de profundidade, alimentadas por nascentes que brotam direto do arenito.

    A temperatura da água fica entre 6 e 10°C o ano todo, e o teor mineral dá a ela um leve tom rosado, por causa do ferro da rocha ao redor. A maioria dos grupos para aqui para um mergulho rápido a caminho do Ponto Triplo (o ponto onde Venezuela, Brasil e Guiana se encontram).

    Um trekker nadando em uma piscina natural (jacuzzi) no Monte Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Coati Camp

    O Coati é um abrigo natural na rocha (basicamente uma caverna larga e rasa formada por arenito em balanço), onde os trekkers dormem na segunda ou terceira noite da rota, já no topo do planalto. Um pequeno córrego de água potável corre por perto, algo muito bem-vindo para quem acampa.

    O teto de rocha bloqueia boa parte da neblina e da chuva constantes que atingem o cume, o que faz dele um dos poucos pontos secos do Roraima e a razão pela qual toda expedição o usa como base.

    Barracas montadas em um acampamento-base sob abrigo de rocha no Monte Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Dá para visitar o Monte Roraima?

    Sim, você pode visitar o Monte Roraima sem problemas, mas vale saber que o local é remoto, o acampamento é a principal forma de hospedagem e alguns viajantes estrangeiros podem precisar de visto para entrar no Brasil e/ou na Venezuela.

    Canadenses e norte-americanos, por exemplo, precisam de visto para os dois países, enquanto o visto chinês só é exigido na Venezuela. Ao chegar em Santa Elena de Uairén, os brasileiros precisam apenas de um documento de identidade.

    Descubra se você precisa de visto no Sherpa e verifique as condições no Ministério das Relações Exteriores do Brasil e nos canais oficiais da embaixada da Venezuela no seu país.

    Uma trilha pela Gran Sabana em direção ao tepui Kukenán, perto do Monte Roraima

    👉 Leia mais: visto para o Monte Roraima

    É seguro visitar o Monte Roraima?

    Sim, visitar o Monte Roraima é considerado seguro, especialmente quando a viagem começa pelo Brasil. Boa Vista é uma porta de entrada confiável, com voos diários das principais cidades, e a travessia para a Venezuela por Santa Elena de Uairén é uma rota bem estabelecida e muito usada por turistas.

    Com passeios organizados, os procedimentos de fronteira são simples, e a própria cidade se adaptou para receber os trekkers, com hospedagem, restaurantes e apoio às expedições. Viajar com operadores locais garante uma logística tranquila e traz segurança desde o momento em que você pousa no Brasil.

    A trilha em si também é segura quando feita com guias locais experientes que conhecem o terreno. Subir até o topo do Monte Roraima exige preparo físico, mas as trilhas são bem sinalizadas e os acampamentos são organizados.

    Com a orientação certa e expectativas realistas, os visitantes aproveitam essa aventura com segurança e podem focar nas paisagens incríveis ao longo do caminho.

    O que levar para uma trilha do Monte Roraima?

    Fazer as malas com inteligência é fundamental para o sucesso de uma expedição ao Monte Roraima, já que você vai caminhar por vários dias. Equipe-se com botas de trekking resistentes, roupas respiráveis e ao mesmo tempo protetoras e itens à prova de intempéries para encarar os climas variados da montanha.

    Entre os itens essenciais estão uma mochila robusta, um saco de dormir para 0°C (32°F) confortável, bastões de trekking confiáveis e uma lanterna de cabeça eficiente. Priorize a hidratação com garrafas de água reutilizáveis e garanta a segurança com um purificador de água portátil.

    Complete o equipamento com lanches energéticos, protetor solar, óculos de sol e um chapéu para se proteger do sol e do vento.

    Um trekker em um mirante sobre os penhascos do tepui do Monte Roraima

    👉 Leia mais: dicas de viagem para o Monte Roraima

    Qual é o nível de dificuldade da trilha do Monte Roraima?

    A trilha do Monte Roraima é uma caminhada desafiadora que exige resistência e preparo. Alguns trechos, como as subidas íngremes e as passagens rochosas escorregadias, pedem atenção extra e força física.

    O trajeto chega a 100 km em vários dias, com longas caminhadas, travessias de rios e trilhas acidentadas. As noites em altitude elevada trazem temperaturas baixas e condições de acampamento nem sempre ideais.

    Ainda assim, com bom condicionamento físico, equipamento adequado e o apoio de guias locais experientes, a aventura é totalmente viável e muito recompensadora!

    Um trekker subindo os degraus rochosos na escalada do Monte Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Quantos dias ficar no Monte Roraima?

    A trilha até o Monte Roraima dura pelo menos 6 dias. O primeiro ponto a ter em mente é que a subida ao cume envolve 3 dias de caminhada pela selva densa e por trilhas desafiadoras, seguidos de 2 dias de descida.

    Pacotes do Monte Roraima

    O PlanetaEXO oferece ótimos pacotes de trekking no Monte Roraima, que incluem hospedagem na Venezuela, equipamento de acampamento compartilhado, refeições e passeios guiados incríveis por alguns dos pontos mais emblemáticos dos tepuis.

    PACOTE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Trekking Monte Roraima 8 dias 7 dias de caminhada; visitas às principais atrações do Monte Roraima (Lago Gladys, Vale dos Cristais, Maverick, La Ventana, Jacuzzis, etc.); Acampamento Coati; imersão na cultura local. 8 dias R$ 6.950
    US$ 1,390
    € 1.200
    Trilha do Monte Roraima: Expedição Makunaima 10 dias 8 dias de caminhada; visitas às principais atrações do Monte Roraima (Lago Gladys, Vale dos Cristais, Maverick, La Ventana, Jacuzzis, etc.); Acampamento Coati; imersão na cultura indígena. 10 dias R$ 7.850
    US$ 1,570
    € 1.350

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 25 de maio de 2026, sujeito a alteração.

    Um trekker apontando para a vista do tepui Kukenán a partir do Monte Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Viaje ao Monte Roraima com o PlanetaEXO

    Descubra as maravilhas de um dos destinos mais fascinantes da Terra com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes do Monte Roraima.

    Da reserva a roteiros sob medida, nossa equipe trabalha com os melhores operadores locais para garantir férias seguras, responsáveis e memoráveis. Fale com a gente agora!

  • Guia de Mergulho em Fernando de Noronha

    Guia de Mergulho em Fernando de Noronha

    Descubra tudo o que você precisa saber para viver uma experiência incrível de mergulho e snorkeling em Fernando de Noronha

    Fernando de Noronha é conhecido pela beleza de suas águas cristalinas e praias de areia branca, além de uma atmosfera elegante e tranquila. Tudo isso faz do arquipélago um dos melhores destinos do Brasil para quem busca lazer e aventura na mesma medida.

    Mergulhar em Fernando de Noronha é a melhor forma de aproveitar tudo o que a natureza tem a oferecer. O mar reúne condições excelentes para os mergulhadores explorarem as paisagens submarinas e a vida marinha local. Não é à toa que viajantes do mundo inteiro cruzam o planeta para conhecer esta ilha encantadora!

    A scuba diver swims closely behind a nurse shark over a coral reef in the crystal-clear waters of Fernando de Noronha.
    Photo: All Angles

    Para ajudar você a planejar a sua viagem de mergulho no Brasil, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo que oferece pacotes de mergulho em Fernando de Noronha, preparou um guia de mergulho de Fernando de Noronha completo, com todas as informações de que você precisa. Confira a seguir!

    Sobre Fernando de Noronha

    Fernando de Noronha é a ilha principal, e a única habitada, de um arquipélago formado por 21 ilhas. Sua origem remonta a milhões de anos, quando um campo vulcânico hoje inativo submergiu no Oceano Atlântico.

    Em 1503, durante uma expedição portuguesa liderada pelo navegador Gonçalo Coelho e pelo explorador Fernão de Noronha (o nome não soa familiar?), as ilhas foram descobertas. Ao longo dos séculos, várias nações as ocuparam, e Holanda e França influenciaram bastante a cultura e a arquitetura locais, mas a essência brasileira permanece marcante e inegável.

     The iconic Morro dos Dois Irmãos rock formations rise from the turquoise ocean along a lush, cliff-lined beach in Fernando de Noronha.
    .

    Hoje, Noronha está sempre no topo da lista dos destinos mais desejados do Brasil e, em 2001, foi reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO por seu “valor universal excepcional.”

    Composto por duas unidades de conservação federais, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PARNAMAR) e a Área de Proteção Ambiental de Fernando de Noronha (APA), o arquipélago tem papel fundamental na conservação da rica biodiversidade brasileira.

    Onde fica Fernando de Noronha?

    Fernando de Noronha fica no Nordeste do Brasil, em Pernambuco, a 545 km da capital do estado, Recife. Cercado pelo Oceano Atlântico, o arquipélago tem área total de 26 km², sendo que 17 km² correspondem apenas à ilha principal.

    Como chegar a Fernando de Noronha?

    O Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN) recebe os turistas que chegam à ilha. As companhias Azul, GOL e LATAM operam voos diretos diários a partir de Recife (REC), enquanto os voos saindo de São Paulo (GRU) acontecem 4 vezes por semana.

    View from an airplane window showing the wing and the famous Morro do Pico peak as a flight arrives at Fernando de Noronha.
    @flor_decerejeirafotografia

    Os viajantes internacionais precisam desembarcar em Recife antes de seguir para o Aeroporto de Noronha, com voos diretos partindo de Buenos Aires (EZE/AEP), Lisboa (LIS), Porto (OPO), Madri (MAD), Orlando (MCO) e Santiago, no Chile (SCL). Também é possível fazer conexões em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte ou Brasília antes de embarcar rumo a Recife.

    Ao chegar, os turistas seguem para as suas acomodações, que costumam oferecer serviços de transfer privativo ou compartilhado.

    👉 Leia mais: como chegar a Fernando de Noronha, no Brasil?

    Qual é a melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha?

    A melhor época para o mergulho na ilha depende do tipo de experiência que você procura e da área que deseja explorar. Mais de 75% dos visitantes praticam algum tipo de mergulho, sendo as principais modalidades o mergulho livre e o mergulho autônomo.

    Essa variedade é muito apreciada pelos turistas, mas vale lembrar que Noronha tem estações distintas ao longo do ano, e elas podem influenciar essas atividades.

    A scuba diver explores the vibrant marine life of Brazil, completely surrounded by a massive school of bright yellow fish.
    Photo: All Angles

    Melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha

    Fernando de Noronha se divide entre o Mar de Dentro (Inner Sea), voltado para o litoral brasileiro, e o Mar de Fora (Outer Sea), direcionado à África e à Europa.

    Mar de Dentro

    As águas calmas do Mar de Dentro são ótimas para snorkeling e mergulho livre, sobretudo de junho a dezembro. Os pontos mais recomendados são a Praia do Porto, a Praia da Conceição e a Praia do Boldró.

    Quando o assunto é visibilidade da água, as melhores condições costumam ocorrer de agosto a dezembro, quando o mar fica no seu estado mais tranquilo.

    Mar de Fora

    De dezembro a maio, as águas agitadas do Mar de Fora são perfeitas para mergulhadores mais experientes e para quem busca paisagens submarinas complexas e uma variedade maior de espécies marinhas.

    A scuba diver observes a large green sea turtle swimming over a rocky underwater landscape during a dive in Fernando de Noronha.
    Photo: Thiege Rodrigues

    👉 Leia mais: melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha?

    Pontos de mergulho em Noronha

    Os melhores pontos de mergulho de Fernando de Noronha variam de acordo com as suas preferências. Se você tem pouca ou nenhuma experiência, ou prefere uma atividade mais relaxante para curtir o mar e observar peixes coloridos, formações rochosas e recifes de coral, Atalaia, Pedras Secas e Laje dos Dois Irmãos são ótimas opções.

    An experienced scuba diver hovers above the sandy ocean floor near a resting stingray at a dive spot in Fernando de Noronha.
    Photo: Pamella Rech

    A Baía dos Sanchos e a Baía dos Golfinhos são perfeitas para os amantes de animais e para quem sonha com o mergulho com tartarugas em Fernando de Noronha. Golfinhos, tartarugas-marinhas, arraias e tubarões-lixa costumam nadar tranquilamente perto dos mergulhadores, já acostumados com a presença humana.

    Você é um mergulhador experiente sedento por aventura? Então vá até a Ponta da Sapata, um dos pontos de mergulho mais famosos do Mar de Dentro, conhecido por uma caverna submarina de cerca de 18 metros de profundidade que abriga arraias enormes e o mero, um peixe dócil que pode chegar a 400 quilos.

    A Ressureta é outro ponto incrível para mergulhadores experientes. A 16 metros de profundidade, não é difícil encontrar barracudas, tubarões-de-recife, tartarugas-marinhas, moreias e muito mais.

    Seja em uma imersão tranquila ou em um mergulho cheio de adrenalina, Fernando de Noronha tem tudo o que você procura!

    👉 Leia mais: pontos de mergulho em Fernando de Noronha

    Iniciantes podem mergulhar em Fernando de Noronha?

    Sim, Fernando de Noronha é um ótimo lugar para o batismo de mergulho, uma imersão introdutória para quem nunca mergulhou antes.

    Fernando de Noronha Diving Guide
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    Com o apoio de instrutores locais e equipamentos de primeira qualidade, mergulhadores amadores exploram com segurança a beleza submarina do arquipélago. A sensação de viver isso é indescritível!

    Existem restrições ou licenças necessárias para mergulhar em Fernando de Noronha?

    As licenças são exigidas apenas para instrutores e empresas de mergulho, que precisam estar devidamente credenciados para operar. Confie somente em profissionais qualificados e licenciados!

    As restrições para os mergulhadores estão ligadas a possíveis condições de saúde, como problemas cardíacos, hipertensão, doenças respiratórias e gravidez. Antes de mergulhar, você preencherá um formulário com um questionário de avaliação de saúde para determinar se está apto ou não a mergulhar.

    Para evitar qualquer problema, siga sempre as orientações dos seus guias e instrutores.

    Vida marinha em Fernando de Noronha

    A rica vida marinha de Fernando de Noronha inclui uma extensa cobertura de recifes e centenas de espécies diferentes de animais, como 169 peixes recifais (10 endêmicos), 219 moluscos (3 endêmicos), 11 corais, 33 cnidários e 77 esponjas.

    A scuba diver explores a sunken shipwreck heavily encrusted with bright red and orange sponges in the deep waters of Fernando de Noronha.
    Photo: All Angles

    As tartarugas-marinhas também são parte importante da fauna local. De julho a dezembro, as praias de Noronha se tornam berçário da bela tartaruga-verde. Outras moradoras são as tartarugas-de-pente, que costumam se acomodar na areia para se alimentar e criar os filhotes.

    Esses animais notáveis são protegidos pelo Projeto Tamar e por um decreto-lei que proíbe a captura e o assédio de todas as espécies de tartarugas nas águas brasileiras.

    A large pod of spinner dolphins swims gracefully together through the clear blue ocean waters of Fernando de Noronha.
    Photo: Sandro Rodrigues

    De modo geral, setembro é o mês com as melhores condições para observar a vida marinha em Fernando de Noronha, embora ela possa ser vista o ano todo. Arraias, tartarugas-verdes, barracudas, tubarões-limão, moreias, tubarões-lixa, polvos, tartarugas-de-pente e golfinhos-rotadores estão entre os animais mais avistados.

    Além do mergulho, o que fazer em Fernando de Noronha?

    O mergulho é o principal motivo que leva muitos turistas a viajar para Fernando de Noronha, mas há outras atividades incríveis que valem muito a pena.

    Aerial view of people paddling a traditional Hawaiian canoe through the vibrant, transparent turquoise waters of Fernando de Noronha.
    @noronhacanoeclube

    Explore as praias

    As praias de Fernando de Noronha estão entre as mais bonitas que você verá na vida. Dá para nadar e fazer snorkeling nas águas azuis da Baía do Sancho, a 35ª melhor praia do planeta, segundo o The World’s 50 Best Beaches.

    As vistas impressionantes do Morro dos Dois Irmãos na Baía dos Porcos ou o clima surfista da Cacimba do Padre também são atrações obrigatórias.

    Outras praias que você não pode perder: Praia do Cachorro, Praia do Meio, Praia do Bode e Praia do Americano.

    Passeios pela ilha

    Explore os melhores pontos da ilha em veículos 4×4, a forma perfeita para quem visita Noronha pela primeira vez conhecer as atrações.

    Esses passeios fazem paradas em locais icônicos e costumam terminar com um pôr do sol memorável no Forte do Boldró.

    Atividades de aventura

    Noronha é um verdadeiro refúgio para os amantes de aventura. Explore trilhas cênicas como a Trilha do Atalaia ou a desafiadora trilha Capim-Açu, que revela belas paisagens intocadas.

    Para uma aventura única, experimente a canoa havaiana na Praia do Porto ao nascer do sol e se encante com os golfinhos em mar aberto.

    Visite os projetos de vida marinha

    Fernando de Noronha leva muito a sério a preservação do oceano e de suas criaturas. Algumas organizações ficam abertas à visitação o ano todo, permitindo que os viajantes conheçam melhor os esforços de proteção ambiental e até participem de algumas atividades.

    O Projeto Tamar se dedica às tartarugas-marinhas, enquanto o Projeto Golfinho Rotador cuida do bem-estar dos golfinhos-rotadores e de toda a vida marinha da ilha.

    Cultura e gastronomia local

    Mergulhe na cultura de Noronha explorando a Vila dos Remédios, coração histórico da ilha. Saboreie frutos do mar fresquíssimos em restaurantes renomados como o Mergulhão ou o Xica da Silva, e não deixe de provar iguarias locais como a tapioca!

    Contemplação do pôr do sol

    Os pores do sol de Fernando de Noronha são lendários. Vá até o Forte do Boldró ou a Praia da Conceição para ver o sol mergulhar no Atlântico em cenas de tirar o fôlego.

    Para uma opção mais tranquila, o Mirante dos Golfinhos é o lugar perfeito para quem precisa de alguns momentos de paz.

    A golden sunset illuminates the ocean waves and the Morro dos Dois Irmãos rock formations as surfers paddle in the water.
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    👉 Leia mais: 10 curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Quantos dias ficar em Fernando de Noronha?

    Em média, uma viagem de mergulho a Fernando de Noronha dura de 4 a 6 dias, tempo suficiente para explorar os pontos de mergulho, a vida marinha e as demais atrações naturais da ilha.

    Se possível, considere estender a sua estadia para vivenciar todo o espectro da vida submarina de Noronha (e quem sabe mergulhar de novo nos seus pontos favoritos ou procurar um animal específico) e aproveitar também as atividades fora d'água!

    Onde ficar em Fernando de Noronha?

    A ilha reúne opções para todas as necessidades e orçamentos, de refinados estabelecimentos cinco estrelas a quartos compartilhados em pequenos hostels. Confira!

    Luxury hotel deck featuring a swimming pool and comfortable lounge chairs facing the iconic Morro do Pico in Brazil.
    Photo: Hamares Boutique Hotel

    Hotéis de luxo

    Fernando de Noronha é um destino sofisticado, com alguns dos preços de hotel mais altos do Brasil, resultado da beleza e da exclusividade do arquipélago. As acomodações de luxo são muito requintadas e ideais para quem não abre mão de conforto, alta gastronomia e serviços de alto padrão.

    Costumam ficar bem mais perto de alguns pontos famosos, com vistas panorâmicas e a poucos passos de lugares como a Baía do Sueste, a Praia do Boldró e o Morro do Pico.

    Hotéis e pousadas intermediários

    Hotéis e pousadas de categoria intermediária são boas alternativas para diárias mais baratas sem abrir mão de uma estadia de qualidade.

    As acomodações são mais simples que as de luxo, mas continuam fazendo um ótimo trabalho ao oferecer conforto, comida deliciosa e lazer aos hóspedes.

    Acomodações básicas

    Viajantes com orçamento limitado podem optar por pousadas e hostels com quartos e banheiros privativos ou compartilhados.

    Essas acomodações podem ficar bem distantes dos pontos de mergulho de Noronha (geralmente de 1 a 2 km), mas costumam estar em ótimos bairros como a Vila dos Remédios, a Floresta Velha e a Floresta Nova, que oferecem restaurantes, mercados, bares e feiras.

    👉 Leia mais: onde ficar em Fernando de Noronha

    Quanto custa mergulhar em Fernando de Noronha?

    Considerando o tipo e o número de mergulhos, os equipamentos e os serviços, um passeio de mergulho autônomo em Fernando de Noronha custa a partir de R$ 2.000 por pessoa, com média de R$ 5.325. Os preços variam conforme a temporada, a duração da viagem etc.

    PASSEIO INCLUI DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    5 dias de mergulho em Fernando de Noronha 2 sessões de mergulho (duplo), passeio pela ilha04 (4×4), hospedagem com pensão completa, transfer de ida e volta. 5 dias US$ 920
    Pacote de 2 dias de Mergulho em Fernando de Noronha Mergulhos guiados, lastro + 2 cilindros (por dia), transfer de ida e volta. 2 dias US$ 400
    Curso de Mergulho Open Water Fernando de Noronha 2 aulas de mergulho na praia + 4 mergulhos guiados de barco (equipamento completo incluído), certificação internacional (PADI, SSI ou NAUI), transfer de ida e volta, 5 dias US$ 1,525
    Curso de Mergulho Avançado Aulas de mergulho, 5 mergulhos (4 diurnos + 1 noturno), equipamento completo, certificação internacional (SSI), transfer de ida e volta. 4 dias US$ 1,425

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 17 de março de 2026; sujeito a alterações.

    Se não estiver incluído, considere também os custos adicionais de equipamento (aluguel por dia):

    • Regulador: R$ 115
    • Colete equilibrador (BCD): R$ 115
    • Roupa de mergulho (neoprene): R$ 100
    • Máscara: R$ 30
    • Nadadeiras: R$ 30
    • Lanterna: R$ 155

    Fale com o PlanetaEXO para receber um orçamento personalizado. Teremos prazer em ajudar!

    Taxas, tarifas e outras informações importantes

    Todo viajante que visita Fernando de Noronha a turismo precisa pagar a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que garante a conservação dos recursos naturais do arquipélago. A TPA é cobrada individualmente e de acordo com o número de dias que cada pessoa vai passar na ilha.

    Para a sua comodidade, o ideal é pagar essa taxa antes do embarque. Basta seguir as orientações do site oficial de Noronha. No entanto, se o seu cartão de crédito não for emitido no Brasil, a TPA só pode ser paga no balcão do Aeroporto de Fernando de Noronha.

    A maioria dos pontos do arquipélago é protegida pelo Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. Para visitá-los, você deve comprar o ingresso on-line ou no Centro de Visitantes do parque (Vila do Boldró). O ingresso é válido por 10 dias. Mais informações aqui.

    Para viajar a Fernando de Noronha, estas são as taxas que todo turista precisa pagar:

    Scuba Diving Fernando de Noronha
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    • Ingresso do parque: R$ 384 por estadia para estrangeiros; R$ 192 para brasileiros
    • Taxa de Preservação Ambiental (TPA): R$ 105,79 por dia

    Outra forma de preservar o arquipélago é limitar o número de visitantes. Em 2023, leis estaduais e federais determinaram que apenas 11.000 pessoas por mês podem estar na ilha principal. Isso é ótimo para o meio ambiente e para o turismo, já que menos gente proporciona uma experiência mais exclusiva e tranquila, sem áreas lotadas nem filas longas.

    Mergulho em Fernando de Noronha com o PlanetaEXO

    Se as suas férias dos sonhos incluem mergulhar no Brasil, comece agora a planejar a sua viagem a Fernando de Noronha, um dos destinos naturais mais bonitos do país!

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo que oferece pacotes de mergulho em Fernando de Noronha, você vive o lado mais autêntico da ilha ao explorar paisagens submarinas de tirar o fôlego, com a orientação de profissionais altamente qualificados e tudo o que você precisa para uma viagem tranquila e sem preocupações. Fale com a gente agora mesmo!

  • 15 Curiosidades da Amazônia no Brasil

    15 Curiosidades da Amazônia no Brasil

    Vibrante e de valor inestimável para o planeta, a floresta amazônica é um dos principais destinos de ecoturismo. Reunimos aqui 15 curiosidades sobre a Amazônia!

    Bela, colossal, diversa e sempre no centro das discussões internacionais sobre meio ambiente, a Floresta Amazônica é, sem dúvida, um dos lugares mais fascinantes do planeta.

    Não à toa, o número de visitantes cresce a cada dia. Só nos primeiros quatro meses de 2025, o turismo no estado do Amazonas cresceu 13% no total, com um aumento de 21,85% no número de turistas estrangeiros, segundo a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas. E esses são os primeiros de muitos fatos sobre a Amazônia no Brasil!

    Para você ter um gostinho do que espera por você, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, reuniu uma lista com 15 curiosidades da Amazônia. Confira abaixo!

    1 – Qual é o tamanho da Floresta Amazônica?

    O tamanho da Floresta Amazônica impressiona: com uma área de 6,74 milhões de km², ela se estende por oito países diferentes da América do Sul: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Venezuela e Suriname. Não por acaso, é a maior floresta tropical do mundo.

    Para você ter uma ideia dessa imensidão, a Amazônia é quase do tamanho da Austrália (7.692.024 km²) ou duas vezes o tamanho da Índia (3.287.590 km²)!

    Mist rising above the dense Amazon Rainforest canopy at sunrise, showcasing the vast biodiversity of the Brazilian jungle.
    Photo: Andre Dib

    2 – A maior parte da Amazônia

    60% da Floresta Amazônica, cerca de 4,2 milhões de km², ficam no Brasil, distribuídos entre os estados do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão.

    A maior porção está no Amazonas (1.285.216 km²), seguido pelo Pará (947.303 km²) e pelo Mato Grosso (423.967 km²).

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    3 – Curiosidades da Amazônia: os números do Rio Amazonas que impressionam

    Algumas das curiosidades mais interessantes sobre a Amazônia no Brasil envolvem o Rio Amazonas. Até 2008, o Rio Nilo, na África, era considerado o mais longo do mundo, com seus 6.650 km.

    No entanto, imagens de satélite feitas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão ligado ao Ministério da Ciência, concluíram que o título na verdade pertence ao Rio Amazonas e aos seus imponentes 6.992 km.

    A nascente do rio fica na Cordilheira dos Andes, no Peru, enquanto a foz está na Ilha do Marajó, no estado do Pará, onde ele deságua no Oceano Atlântico. Nesse longo percurso, são mais de 1.000 afluentes entre Brasil, Colômbia e Peru, o que representa 20% de toda a água doce continental do planeta.

    Essa também é a maior bacia hidrográfica do mundo, com uma área de 7.000.000 m². O rio é a principal fonte de água para milhares de espécies de animais e milhões de plantas, além de ajudar a manter o clima da região.

    The winding Amazon River reflecting the golden sunset light as it flows through the dark green rainforest.
    @astro_alex_esa

    As pessoas também se beneficiam. Comunidades ribeirinhas e indígenas usam essas águas no dia a dia, mas o Rio Amazonas também é importante para atividades como pesca, agricultura, criação de animais e atrações turísticas, como os cruzeiros fluviais.

    👉 Leia mais: Os melhores cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    4 – Comunidades indígenas

    No total, o Brasil tem 1,7 milhão de indígenas, e metade deles tem a Amazônia como lar. São mais de 180 comunidades indígenas ocupando uma área de 1.110.000 km² na floresta, principalmente nos estados do Mato Grosso, Maranhão, Amazonas e Roraima. Os Yanomami são o maior grupo, com 27.152 pessoas, seguidos por Raposa Serra do Sol (26.176) e Évare I (20.177).

    Os povos indígenas já viviam no Brasil muito antes da chegada dos portugueses, em 1500. Proteger suas terras e apoiar suas causas são formas de preservar a cultura deles e a própria essência do país, ao mesmo tempo em que se cuida da biodiversidade amazônica.

    A group of indigenous people in the Amazon playing traditional long wind instruments and drums during a cultural ritual.
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    Embora existam alguns grupos isolados, a maioria das comunidades indígenas recebe visitantes para mostrar suas tradições e conscientizar sobre a importância da Floresta Amazônica.

    5 – Experiências culturais

    Uma das curiosidades mais impressionantes sobre a Amazônia no Brasil é o quanto a cultura é diversa nessa região. Além dos povos indígenas, a floresta abriga comunidades ribeirinhas, formadas principalmente por caboclos (pessoas não indígenas nascidas em território amazônico) e quilombolas (descendentes de africanos escravizados que fugiram dos engenhos para formar seus próprios grupos entre os séculos 16 e 19).

    Esse multiculturalismo rende experiências e tanto para muitos viajantes, que são recebidos pelos moradores para conviver com suas famílias e conhecer suas crenças, seus hábitos alimentares, seu artesanato e sua relação próxima com a natureza.

    A young boy paddling a wooden canoe on a dark river, representing the daily life of riverside communities in the Amazon.
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    6 – Fauna única

    O Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) do Brasil afirma que toda a fauna da Amazônia ainda não foi totalmente documentada. E, embora os pesquisadores tenham certeza de que há muito mais a descobrir, cerca de 30 milhões de espécies já foram oficialmente catalogadas até hoje.

    Em território brasileiro, são 311 tipos de mamíferos, 1.300 aves, 232 anfíbios, 273 répteis e 1.800 peixes. Alguns animais são considerados símbolos da Floresta Amazônica, como o boto-cor-de-rosa, o tamanduá-bandeira, a ariranha, o macaco-aranha, as piranhas e as sucuris.

    A Giant Otter, a symbol of Amazon wildlife, swimming in the water while eating a fish.
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    Outras criaturas pequenas têm um papel enorme no equilíbrio do ecossistema amazônico. Estima-se que mais de 2,5 milhões de espécies de insetos vivam na floresta, incluindo a maior coleção de espécies de borboletas do mundo: são pelo menos 133 só no Brasil, segundo o Amazonian Butterflies, um projeto do Museu Estadual de História Natural, em Karlsruhe, na Alemanha.

    7 – Flora abundante

    A organização sem fins lucrativos World-Transforming Technologies (WTT), em parceria com a Agência Bori, mapeou mais de 1.070 artigos científicos sobre plantas amazônicas publicados entre 2017 e 2021. O levantamento mostrou que a Amazônia brasileira abriga até 40.000 espécies, e a tendência é catalogar ainda mais.

    Os pesquisadores também estimam que 2.500 tipos de árvores cresçam na floresta, o que representa um terço de todas as árvores tropicais da Terra. Algumas são conhecidas no mundo todo, já que seus frutos viram receitas saborosas e até cosméticos, como o açaí, a castanha-do-pará, o buriti e o tucumã.

    Clusters of bright orange and red palm fruits hanging from a tree, illustrating the abundant flora of the Amazon Rainforest.
    Photo: Alex Da Riva

    8 – Paraíso do ecoturismo

    Uma das curiosidades mais marcantes da Amazônia são as opções inesquecíveis de ecoturismo, como trilhas guiadas, passeios de canoa pelas florestas alagadas, observação da vida selvagem, entre outras.

    Além de o governo se comprometer a criar políticas para incentivar viagens sustentáveis, os hotéis de selva na Amazônia têm seus próprios protocolos para garantir a conservação da floresta sem abrir mão dos roteiros e da qualidade da estadia.

    Captação de água da chuva, uso de energia solar e eólica, reciclagem e limite no número de hóspedes por passeio são apenas algumas dessas soluções.

    Tourists on an observation tower using large cameras and binoculars for wildlife observation in the Brazilian Amazon.
    Photo: Andre Dib

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Floresta Amazônica: 7 passeios para se conectar com a natureza

    9 – Encontro das Águas

    O Encontro das Águas é um fenômeno impressionante em que as águas dos rios Negro e Solimões, pretas e barrentas, respectivamente, correm lado a lado sem nunca se misturar. A cena é um verdadeiro espetáculo, mas como será que isso acontece?

    Existem três motivos para isso:

    • Velocidade da correnteza: enquanto o Rio Negro corre a 2 km/h, o Solimões é mais rápido, entre 4 e 6 km/h.
    • Temperatura: o Rio Negro é bem quente, com temperatura média de 28º C. A 22º C, o Solimões é bem mais frio.
    • Acidez: por causa da quantidade de ácidos orgânicos no Rio Negro, seu pH vai de 3,8 a 4,9, enquanto o do Solimões fica entre 4,5 e 7,8.
    A boat navigating the Meeting of Waters, where the black Rio Negro and brown Solimões River flow side by side without mixing.
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    10 – A árvore Sumaúma gigante

    Aqui vai mais uma curiosidade da Amazônia no Brasil: a floresta abriga uma árvore que pode chegar a 45 metros de altura! Estamos falando da famosa sumaúma (ou paineira).

    As sumaúmas mais antigas do país estão na Floresta Nacional do Tapajós, em Alter do Chão, no Pará. Acredita-se que a mais velha tenha entre 900 e 1.000 anos! Essa árvore é conhecida como a Rainha da Amazônia ou vovózona (a grande vovó). Combina, né?

    A large group of tourists holding hands to encircle the massive trunk of a Sumaúma tree, known as the Queen of the Amazon.
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    Essa sumaúma específica é tão grande que são precisos vinte e seis adultos para abraçar o tronco, e ela ainda é capaz de liberar milhares de litros de água no ar todos os dias.

    👉 Veja árvores sumaúma no nosso passeio: Cruzeiro pelo Rio Amazonas saindo de Alter do Chão

    11 – As chuvas da Amazônia

    No geral, chove entre 1.500 mm e 3.000 mm por ano em território amazônico. O volume é tão alto porque a bacia amazônica é imensa, então é natural que a chuva siga a mesma lógica.

    Vindo do Atlântico, o vento sopra em direção ao continente e leva umidade para a floresta. No começo, o solo e a vegetação absorvem a água. Depois, parte da chuva evaporada é transpirada de volta para a atmosfera, o que aumenta ainda mais o volume de chuva.

    Um estudo de 2022 da Universidade de São Paulo mostra que 25% da chuva das regiões Sul e Sudeste do Brasil está diretamente relacionada à imensa Floresta Amazônica, que fica lá no Norte. Isso também tem um grande impacto em toda a América do Sul.

    A guide looking up at the trees while walking through the water in a flooded forest area of the Amazon.
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    Esse sistema natural, porém, está ameaçado. O desmatamento, as queimadas e as mudanças climáticas vêm afetando muito as chuvas da Amazônia. A baixa dos rios é o maior problema, prejudicando o bem-estar de animais, plantas e das pessoas que dependem das águas para sobreviver.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    12 – Queimadas e desmatamento na Amazônia

    O desmatamento é péssimo para a Amazônia, mas as queimadas já provaram causar estragos ainda maiores. De janeiro a outubro de 2024, o fogo destruiu 67.000 km² de áreas naturais, enquanto o desmatamento afetou 6.300 km² entre julho de 2023 e agosto de 2024. Os dados foram divulgados na COP29 (29ª Conferência das Partes da UNFCCC) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).

    É um efeito dominó. O desmatamento na Amazônia significa mudança climática, que prejudica as chuvas. A falta de umidade e as altas temperaturas deixam o solo seco o suficiente para o fogo se espalhar sem dificuldade.

    Two hands placed on a tree trunk covered in small ants, highlighting the diverse insect life in the Amazon ecosystem.
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    A COP30, que aconteceu em Belém, capital do Pará, em 2025, reuniu líderes mundiais para criar planos de combate às queimadas, ao desmatamento e às consequências do aquecimento global que afetam diretamente a Amazônia e outros biomas, como o Pantanal.

    Políticas de prevenção a incêndios, fiscalização constante e leis voltadas a reduzir e reverter os danos ao meio ambiente são os melhores caminhos para resolver esses problemas.

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Floresta Amazônica: uma solução para o desmatamento

    13 – Sequestro de carbono

    O processo de capturar e armazenar o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera se chama sequestro de carbono. Esse gás de efeito estufa é muito nocivo ao meio ambiente, então a sua absorção ajuda a conter a mudança climática.

    Com dados de satélite, a organização sem fins lucrativos Amazon Conservation descobriu que as árvores amazônicas guardavam 56,8 bilhões de toneladas de CO2 acima do solo em 2022. Do ponto de vista científico, o termo "pulmão do mundo" não é bem exato, mas resume muito bem a importância da floresta para o ecossistema do planeta.

    A tall metal observation tower rising above the dense green canopy of the Amazon Rainforest under a cloudy sky.
    Photo: Andre Dib

    14 – Arquipélago de Anavilhanas

    Nem tudo está perdido. Os parques nacionais do Brasil são aliados e tanto na proteção da floresta, e Anavilhanas é um deles. Com uma área total de 350.000 ha, ele protege 400 ilhas no Rio Negro, o que o torna o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. O primeiro é Mariuá, também no Amazonas.

    De setembro a fevereiro, durante a seca, várias praias de rio surgem no horizonte do parque. Orla, Aracari, Bararoá e Camaleão são algumas das mais conhecidas.

    Aerial view of the Anavilhanas Archipelago showing lush green islands scattered across the dark waters of the Negro River.
    Photo: Felipe Castellari

    Dentro dos limites do parque nacional, o Anavilhanas Jungle Lodge, uma das melhores opções de hospedagem na Floresta Amazônica, oferece estadias cinco estrelas no coração da floresta, permitindo que os hóspedes mergulhem fundo na natureza sem nunca abrir mão do conforto e do luxo.

    15 – Manaus, a porta de entrada da Amazônia no Brasil

    Para fechar, a nossa última curiosidade sobre a Amazônia no Brasil é que Manaus, capital do Amazonas, é o principal polo de ecoturismo da região Norte e o melhor ponto de partida para explorar a floresta.

    Por isso, muitos viajantes preferem voar para Manaus, pelo Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), para aproveitar os passeios pela Amazônia com mais comodidade.

    The historic Teatro Amazonas opera house in Manaus, featuring a tiled dome and pink facade, serving as the gateway to the Amazon.
    @manausnasfotos

    👉 Leia mais: Manaus, Brasil – Guia de Viagem: o que fazer, onde ficar e muito mais!

    Escolha o seu passeio pela Amazônia com o PlanetaEXO

    As nossas 15 curiosidades da Amazônia com certeza deram vontade de viver essa grandiosidade de perto!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais e é especializada em viagens para a Amazônia. A nossa equipe está pronta para ajudar com tudo o que você precisar para planejar as suas próximas férias. Fale com a gente agora!

  • Melhor safári no Pantanal

    Melhor safári no Pantanal

    Quer explorar as maravilhas naturais do Brasil? Conheça os melhores passeios para a sua viagem ao Pantanal!

    Os melhores safáris no Pantanal são aqueles que proporcionam imersão total neste bioma fascinante, com muitas atividades voltadas a explorar sua biodiversidade impressionante.

    Com uma área de mais de 210.000 km², o Pantanal é o maior santuário de vida selvagem do Brasil. Alguns dos animais mais célebres do país vivem neste território, como jacarés, capivaras, araras e os maiores felinos das Américas: as onças-pintadas.

    👉 Veja nossos safáris e vida selvagem no Brasil

    A PlanetaEXO é especialista em pacotes para o Pantanal e escolhe a dedo os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem tenha roteiros variados, ótimas opções de hospedagem, práticas sustentáveis e momentos que ficam na memória. Confira!

    A wild jaguar walking on a river sandbar observed by tourists on a boat during a Jaguar safari in the Pantanal Brazil.
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    Safáris no Pantanal Norte e Sul

    Antes de começar a planejar a sua viagem, vale saber que o Pantanal é tão vasto e rico que se divide em dois lados: o Norte, no estado do Mato Grosso (com acesso por Cuiabá), e o Sul, no Mato Grosso do Sul (por Campo Grande). Como era de se esperar, as experiências em cada região são diferentes e merecem atenção antes de você fechar a reserva.

    O Pantanal Norte é ideal para ver onças-pintadas e fazer safáris de barco. A abundância de vida selvagem torna a área perfeita para fotógrafos e amantes da natureza ansiosos por avistar algumas das espécies mais fascinantes da América Latina.

    👉 Veja nossos safáris de onça-pintada no Pantanal

    Já o Pantanal Sul é conhecido pela imersão cultural e pelas experiências tradicionais de fazenda, que unem a pecuária a atividades de ecoturismo, como cavalgadas e passeios de canoa. Ver onças no Sul é bem mais difícil, embora não impossível, mas a observação de fauna continua imperdível!

    Travelers on a motorboat navigate a calm river during a vibrant orange sunset in the Pantanal
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    👉 Saiba mais sobre o Pantanal:

    Safáris de onça-pintada no Pantanal

    Como o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas, o Pantanal Norte é o principal destino, ainda que não o único, para quem tem como meta avistar esse felino magnífico.

    Além disso, os safáris de onça costumam ser um pouco mais caros que outras expedições, por causa das técnicas específicas usadas para que os viajantes aproveitem a experiência ao máximo sem estressar os animais.

    Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre

    Um dos principais safáris no Pantanal saindo de Cuiabá, esta experiência acontece em Porto Jofre, no município de Poconé, no fim da Rodovia Transpantaneira. São atividades incríveis para os amantes da natureza que sonham em ver onças circulando livremente pelo seu habitat natural.

    Navegando pelas águas calmas do Rio Cuiabá, você vai ver onças cochilando tranquilamente sobre as árvores, caminhando pelas margens, nadando ou até caçando. Guias locais acompanham o safári de barco para levar você aos melhores pontos de observação e dividir tudo o que sabem sobre o Pantanal.

    O passeio inclui hospedagem aconchegante, refeições deliciosas, transfers de ida e volta entre Cuiabá e Porto Jofre, guias que falam inglês, e safáris de barco diários para ver onças e outros animais do Pantanal, como tamanduás-bandeira, jacarés e centenas de espécies de aves.

    Two jaguars fighting in a river, a rare and intense wildlife sighting on a Jaguar safari.
    @larissa.pantanal

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    Fotografia de Onças no Pantanal

    Ideal para fotógrafos profissionais e amadores, este passeio de fotografia no Pantanal saindo de Cuiabá leva você ao coração do bioma para capturar e eternizar toda a sua beleza.

    Você será acompanhado por guias locais com vasta experiência em fotografia de natureza, que ajudam com as melhores técnicas para registrar imagens incríveis de onças-pintadas, araras, veados-mateiros, tuiuiús e muito mais.

    Quanto à hospedagem, há duas opções: o Flotel, um hotel flutuante na entrada do Parque Estadual Encontro das Águas, e o Berco Lodge, uma pousada clássica do Pantanal.

    A wildlife photographer capturing a jaguar on a riverbank during a specialized Pantanal safari.
    @larissa.pantanal

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    Safári de Luxo de Onça-Pintada no Pantanal Sul

    Sem dúvida um dos passeios no Pantanal saindo de Campo Grande mais marcantes, esta experiência é a mistura perfeita entre imersão na natureza e uma hospedagem de alto padrão.

    Embora aconteça no Sul, 100% dos visitantes que reservaram este safári nos últimos anos avistaram onças-pintadas. Isso graças à Casa Caiman e ao Onçafari, projeto de conservação que busca acostumar os animais à presença humana, o que amplia a consciência ambiental e ajuda a desenvolver o ecoturismo da região.

    Além da experiência sem igual de ver onças, as atividades incluem passeios de canoa, trilhas ecológicas e expedições noturnas para observar ainda mais a fauna.

    Hospedar-se no Caiman, uma das pousadas mais bem avaliadas do Pantanal, leva as suas férias a outro nível. Os quartos têm ar-condicionado, banheiro privativo e varanda, decoração sofisticada, além de sauna, academia, fogueira, piscina, decks para banho de sol, restaurante e bar. Tudo o que você precisa numa hospedagem de luxo!

    Safari vehicles parked on a dirt road observing jaguars crossing the path during a sustainable wildlife tour.
    Photo: Edu Fragoso

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    Safári de vida selvagem no Pantanal

    Os safáris de vida selvagem também são uma forma fantástica de explorar a fauna nativa. Como a maioria acontece no Sul, as chances de ver onças são pequenas, mas você ainda vai encontrar animais incríveis do Pantanal. Pelo mesmo motivo, essas experiências saem mais em conta, o que as torna uma ótima opção para quem viaja com o orçamento mais apertado.

    Guiados por especialistas, esses passeios no Pantanal são perfeitos para quem quer mergulhar de cabeça em um dos ecossistemas mais cativantes do mundo.

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande

    Safáris fotográficos, saídas noturnas e passeios de barco no Rio Aquidauana são atividades incríveis para observar a fauna do Pantanal, enquanto cavalgadas, trilhas e pesca de piranha revelam um pouco mais da vida local. Você vai se sentir um verdadeiro pantaneiro!

    Guias que falam inglês acompanham você durante toda a viagem para escolher os melhores lugares para observar antas, tamanduás-bandeira e o imponente tuiuiú.

    Na pousada, encha o prato com comida caseira feita com ingredientes frescos, divirta-se nas áreas de lazer, que incluem até uma quadra de vôlei de praia, e aproveite cada momento dessa hospedagem excepcional!

    A giant anteater with its distinctive long snout and black-and-white striped fur walks through shallow water and green aquatic plants in the Pantanal wetlands.
    Photo: Samuel Melim

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    Pantanal Sul Selvagem: Aventura na Planície Alagada Remota

    A Nhecolândia é uma das microrregiões mais emblemáticas do Pantanal, famosa por seus campos abertos, manchas de mata e lagoas sazonais perto do Rio Negro. Essa terra intocada é perfeita para quem tem sede de aventura e busca experiências no fundo da natureza.

    Embora os safáris de vida selvagem costumem ser econômicos, este se destaca pela exclusividade, pelos serviços de alto padrão e pelas atividades autênticas em uma área remota. Explore as áreas alagadas para avistar (e fotografar) algumas das espécies mais bonitas do Brasil: tatus-canastra, araras, capivaras, tucanos e muito mais.

    Além dos safáris fotográficos, o roteiro inclui canoagem, pesca e cavalgadas. Ao cruzar as planícies alagadas a cavalo, você vai entender de verdade o que é a vida pantaneira. Não esqueça o chapéu de vaqueiro!

    Ao anoitecer, relaxe em belos ecolodges com camas confortáveis, ar-condicionado, banheiro privativo, decoração charmosa e comodidades premium. Nas áreas comuns, aproveite o lounge, a biblioteca, o jardim ou o pomar. As duas opções de hospedagem (Baía das Pedras e Barranco Alto) oferecem vistas lindas do Pantanal que vão te deixar de queixo caído.

    View from inside a jeep traversing wet terrain, typical of an authentic Pantanal safari adventure.
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    Viagem ao Pantanal e Bonito no Brasil

    O Mato Grosso do Sul é abençoado com a diversidade natural dos biomas brasileiros, incluindo o Pantanal, o Cerrado e a Mata Atlântica.

    Neste safári de 5 dias pelo Pantanal, explore a maior planície alagada do planeta com passeios de barco, cavalgadas e safáris de fauna em veículos 4×4 para ver jaguatiricas, jacarés, ariranhas e veados em seu habitat natural.

    No terceiro dia, você pega a estrada rumo a Bonito (2 horas de viagem), onde vai conhecer alguns dos cenários mais bonitos do Brasil, como a Gruta de São Miguel, o Parque Ecológico Vale do Anhumas, a Barra do Sucuri e o Rio Formoso. Trilhas, banho em piscinas naturais e flutuação em rio são só algumas das atividades incríveis incluídas nesta viagem.

    Escolha a hospedagem para os dois destinos conforme suas preferências e necessidades. Todas as opções de hotel oferecem serviços excelentes, refeições deliciosas, pensão completa no Pantanal e meia pensão em Bonito, e estrutura adequada para casais, famílias ou quem viaja sozinho.

    Tourists snorkeling in a clear river with Dorado fish, a unique underwater Pantanal experience.
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    👉 Reserve agora: Viagem de 5 dias pelo Pantanal e Bonito no Brasil

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    Se você planeja viajar para o Pantanal Norte, uma excelente opção é este passeio saindo de Cuiabá. Em Poconé, participe de saídas noturnas, passeios de barco, cavalgadas e trilhas.

    Ver onças aqui pode ser difícil, embora não impossível, mas você ainda vai viver uma experiência emocionante nos safáris fotográficos para observar tuiuiús, cervos-do-pantanal e capivaras. Não deixe de registrar também a beleza da flora: vitórias-régias, orquídeas silvestres, bromélias e ipês (a flor nacional do Brasil).

    Aproveite os serviços premium da sua hospedagem e deixe o cansaço e as preocupações se dissolverem. Caia na piscina, pegue um bronzeado no deck e admire a paisagem natural.

    A silhouette of a capybara in tall grass during a golden sunset, with two small birds perched on its head and back
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    👉 Reserve agora: Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    Quanto custa um safári no Pantanal?

    O custo médio de um safári no Pantanal é de R$ 10.530 por pessoa. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a temporada, a duração da viagem, etc.

    Veja as principais informações abaixo e escolha a sua favorita!

    SAFÁRI DESTAQUES PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre (Cuiabá) Avistamento de onças, observação de fauna, passeios de barco, saídas noturnas. US$ 2,645
    Fotografia de Onças no Pantanal Visite áreas estratégicas para capturar ótimas imagens de onças e outros animais. Perfeito para fotógrafos profissionais e amadores. US$ 3,700
    Safári de Luxo de Onça-Pintada Ecolodge de alto padrão com ótimas chances de ver onças no Pantanal Sul (o único fora do Norte). US$ 3,200
    Passeio de vida selvagem no Pantanal (Campo Grande) Safári noturno e fotográfico, pesca de piranha, passeios de barco, cavalgadas. US$ 1,150
    Passeio de vida selvagem no Pantanal (Cuiabá) Safáris noturnos e fotográficos, trilhas, cavalgadas, passeios de barco no Rio Aquidauana. US$ 1,355
    Pantanal Sul Selvagem: Aventura na Planície Alagada Remota Observação de fauna, caminhadas guiadas, canoagem e cavalgadas em uma das áreas mais selvagens do Pantanal. US$ 2,275
    Viagem ao Pantanal e Bonito Safáris e passeios de barco no Pantanal Sul seguidos de mergulho e banho nos rios e piscinas naturais de Bonito. US$ 1,395

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 13 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Two travelers paddling a canoe through calm waters, an immersive way to explore the wetlands during a Pantanal tour.
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    Avaliações dos safáris no Pantanal

    Não há dúvida de que o Pantanal, no Brasil, é um dos destinos de ecoturismo mais espetaculares do planeta, mas o que dizem os viajantes? Com os melhores operadores do mercado, a PlanetaEXO já levou centenas de turistas a esse paraíso ao longo dos anos.

    Veja o que os nossos clientes acham de alguns dos nossos safáris no Pantanal!

    Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá

    “Meu marido e eu acabamos de fazer o passeio mais incrível no Pantanal. Nosso guia foi excepcional. Sabia de tudo, era paciente e apaixonado por cada ser que vive ali. Ficamos só 3 dias, mas vimos inúmeros animais e aves maravilhosos, incluindo 5 onças-pintadas lindas, uma família de ariranhas, jacaré, capivara, um tatu e uma tarântula!” – Felicia Lane-Owen (Reino Unido)

    “Nossa experiência superou todas as expectativas. Deu tudo certo do começo ao fim, e a PlanetaEXO tornou todo o processo o mais simples possível. O guia era realmente experiente e envolvente, e cada pessoa que encontramos pelo caminho contribuiu para uma experiência única e memorável. Recomendo muito!” – Gioia Vencato (Itália)

    Safári de Luxo de Onça-Pintada no Pantanal

    “Não me lembro de ter me hospedado em lugar melhor. Os passeios pela região foram fascinantes, graças ao conhecimento e ao jeito encantador dos guias. Caminhadas incríveis, momentos memoráveis. Nunca vou esquecer este lugar.” – Dan S. (Canadá)

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    “Tudo foi espetacular. A comida, o serviço, o cenário e, o mais importante, o safári no Pantanal. Já fiz safári na África e na Índia, e este superou os dois com folga… Você sente de verdade que poderia estar assistindo a um documentário do David Attenborough. Os guias contam com o apoio dos pesquisadores do Onçafari, que conseguem chegar perto das onças de um jeito que duvido que qualquer outro hotel consiga. Nosso guia foi encantador e extremamente experiente, não tenho elogios suficientes. Nem pense em reservar em outro lugar se quer ver onças… venha para cá! Isso é ecoturismo de classe mundial.” – Allymac (China)

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande

    “Vivemos momentos absolutamente incríveis e memoráveis na pousada. As atividades, as aventuras, a comida, toda a equipe e, principalmente, o nosso guia criaram um tempo perfeito para nós no Pantanal. Recomendaríamos a hospedagem sempre!” – Jennifer Bechtel (Alemanha)

    “Passamos momentos ótimos no Pantanal, com muitas atividades que nos fizeram amar ainda mais o lugar. Tivemos uma guia excelente, que ficou com a gente durante toda a estadia. Ela é incrivelmente simpática, se desdobra para que os passeios sejam completos e é muito apaixonada pelo Pantanal. Obrigado a todos por tornarem estas férias tão especiais!” – Matthew Austin (Estados Unidos)

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    “Tivemos uma ótima experiência e adoramos todas as atividades durante os 4 dias de estadia na pousada. Gostaria de agradecer especialmente à nossa guia. Ela conhecia profundamente a natureza do Pantanal e respondeu a todas as nossas perguntas durante os passeios. Além disso, garantiu que tudo fosse organizado de acordo com as nossas necessidades.” – Jip & Roy Heins (Holanda)

    Reserve a sua viagem ao Pantanal com a PlanetaEXO

    A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros pelo Pantanal. Trabalhamos para transformar as suas férias dos sonhos em realidade, ajudando com reservas, roteiros sob medida e tudo mais que você precisar.

    Também conectamos você aos melhores operadores do Pantanal para criar viagens autênticas que vão ficar para sempre na sua memória e no seu coração. Fale com a gente agora!

  • Preciso de um Visto para Visitar o Monte Roraima

    Preciso de um Visto para Visitar o Monte Roraima

    Visto para o Monte Roraima: as regras essenciais de entrada no Brasil e na Venezuela

    O Monte Roraima, uma das formações geológicas mais antigas do planeta, ergue-se na fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Com seus paredões verticais, ecossistemas isolados e um cenário único, atrai aventureiros do mundo inteiro. Mas, antes de fazer as malas, surge uma dúvida importante: preciso de visto para o Monte Roraima?

    Como 85% da montanha fica na Venezuela, todo viajante cruza a fronteira, mesmo começando pelo Brasil. Isso significa que as regras de visto do Brasil e da Venezuela podem valer para você, dependendo da sua nacionalidade. Entender esse ponto é fundamental para não ter surpresas na imigração.

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Monte Roraima, sabemos o quanto o planejamento do visto faz diferença. Antes de levarmos com sucesso aventureiros do mundo todo até o ponto de partida da trilha, muitos quase desistiram da viagem por falta de informação sobre as regras de imigração.

    Mas, com o preparo certo, a viagem flui sem dor de cabeça. Vamos ver quem precisa de visto e como conferir as fontes oficiais para o seu caso!

    Do I need a visa to visit Mount Roraima?
    Photo: Denis Minnetdinov

    Venezuela: países que precisam de visto

    A maioria dos viajantes da Europa e da América Latina entra na Venezuela sem visto, mas há exceções importantes. Vale lembrar que, para os países isentos, o acordo vale por 90 dias, apenas como turista, e nunca cobre atividades como trabalho ou estadas mais longas que o prazo previsto.

    Se o seu país não está na lista oficial de isenção, você precisa solicitar um Visto de Turismo (T) em um consulado venezuelano antes de chegar.

    Exemplos de países que precisam de visto para a Venezuela:

    • América do Norte: Estados Unidos, Canadá.
    • América Latina: Honduras, El Salvador, Guatemala, Panamá, República Dominicana, Cuba, Haiti, Guiana, Suriname, Chile, Peru.
    • Europa (fora da UE e sem associação a Schengen): Ucrânia, Moldávia, Kosovo, Albânia, Macedônia do Norte, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Sérvia.
    • Ásia: China, Índia, Paquistão, Bangladesh, Afeganistão, Vietnã, Filipinas, Nepal, Síria, Líbano, Arábia Saudita, Maldivas, Sri Lanka.

    Você pode conferir as informações oficiais no Ministério das Relações Exteriores da Venezuela (MPPRE) ou no consulado mais próximo. Também existem sites de consulta confiáveis, como o Sherpa.

    Top of Mount Roraima
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    Venezuela: países que não precisam de visto

    Segundo o Consulado da Venezuela na França, cidadãos da União Europeia e de boa parte da América Latina ficam isentos de visto por até 90 dias ao entrar na Venezuela a turismo.

    Exemplos de países isentos de visto para a Venezuela:

    • Europa: Alemanha, Áustria, Suíça, França, Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos (incluindo Aruba, Curaçao, Bonaire, Saba, Sint Maarten), Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Polônia e outros membros da UE.
    • América Latina: Argentina, Brasil, México, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Equador, Bolívia, Costa Rica, Nicarágua.
    • Ásia: Japão, Coreia do Sul, Malásia.
    • África: a África do Sul é isenta de visto por até 90 dias.

    Ou seja, um viajante da França, Países Baixos, Alemanha, Reino Unido ou México pode entrar na Venezuela por até 90 dias sem visto. O passaporte precisa estar válido por pelo menos 6 meses além da data de entrada.

    Para confirmar o seu caso, veja os Serviços Consulares da Venezuela na França ou use sites de consulta como o Sherpa.

    Brasil: países que precisam de visto

    A maioria dos viajantes da Europa e da América Latina também entra no Brasil sem visto, mas algumas nacionalidades precisam solicitar com antecedência.

    Países que precisam de visto para o Brasil:

    • América do Norte: Estados Unidos, Canadá.
    • Oceania: Austrália.
    • Ásia: Índia, China, Afeganistão, Paquistão, Bangladesh, Nepal, Sri Lanka, Vietnã, Filipinas, Irã, Iraque, Síria, Líbano.
    • Europa (fora da UE/Schengen): Kosovo.
    • África: a maioria dos países africanos precisa de visto, incluindo Nigéria, Etiópia, Quênia, Egito, Marrocos, Senegal, Gana, Tanzânia, entre outros.

    👉 Saiba mais: VISTOS – Ministério das Relações Exteriores do Brasil

    Do I need a visa to visit Mount Roraima?
    @alecio_cezar

    Brasil: países que não precisam de visto

    Cidadãos da União Europeia, Reino Unido, Japão e América Latina costumam entrar no Brasil sem visto para turismo de curta duração (até 90 dias).

    Exemplos de países isentos de visto para o Brasil:

    • União Europeia: Alemanha, França, Itália, Espanha, Países Baixos, Áustria, Bélgica, Grécia, Portugal, Polônia, Dinamarca etc.
    • Estados associados a Schengen: Suíça, Noruega, Islândia, Liechtenstein.
    • Europa de língua inglesa: Reino Unido, Irlanda.
    • América Latina: Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Peru, Paraguai, Bolívia, México, Equador, Costa Rica, Panamá.
    • Ásia-Pacífico: Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Israel.
    • África: Botsuana, Namíbia, África do Sul e Maurício são isentos de visto para visitas de curta duração.

    👉 Leia mais: Como chegar ao Monte Roraima

    Do I need a visa to visit Mount Roraima?
    Photo: Paolo Costa Baldi

    Lembrete importante: você sempre entra na Venezuela

    Mesmo começando pelo Brasil, o caminho até o Monte Roraima, na Venezuela, leva você a Santa Elena de Uairén e depois à comunidade indígena de Paraitepuy — o ponto de partida oficial da trilha, já em território venezuelano. Ou seja, você vai cruzar a fronteira e cumprir as regras de imigração venezuelanas.

    Por isso, embora muita gente entre no Brasil sem visto, ainda é preciso checar se a Venezuela exige visto para o seu passaporte. Confira sempre os requisitos de entrada na Venezuela com antecedência, já que pular essa etapa pode interromper a viagem antes mesmo de ela começar.

    👉 Leia mais: Qual é a dificuldade de subir o Monte Roraima

    Cidadãos dos EUA podem viajar à Venezuela? Segurança, visto e regras

    Em junho de 2026, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela (MPPRE) anunciou uma opção de solicitação digital que permite aos cidadãos norte-americanos pedir online um visto de turismo (e-visto) para entrar na Venezuela.

    Nesse procedimento, o solicitante paga uma taxa de US$ 180 por pedido, direto no portal da Cancillería Digital. Veja mais informações no canal oficial da Embaixada dos EUA em Caracas.

    Ainda assim, os cidadãos norte-americanos podem enfrentar alguns problemas no pagamento:

    • O pagamento funciona melhor com cartões de crédito Visa ou Mastercard; cartões de débito e American Express não são recomendados.
    • Muitos bancos dos EUA, seguindo as políticas de sanções impostas pelo país, criaram filtros antifraude para pagamentos online processados por entidades venezuelanas. Para concluir a transação, pode ser necessário entrar em contato com o banco para que as restrições ligadas à Venezuela sejam liberadas temporariamente.
    • Outra opção é processar o pagamento com um cartão Visa que não tenha sido emitido por um banco dos EUA.

    É importante saber que o Departamento de Estado dos EUA desaconselha qualquer viagem à Venezuela devido às tensões políticas, questões de segurança e falta de apoio consular. Antes de fazer qualquer plano, o viajante deve ler com atenção o alerta de viagem oficial dos EUA para a Venezuela.

    Sunset Mount Roraima
    @diaz

    Viajando com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Monte Roraima. Quando você reserva a sua viagem com a gente, não leva só um pacote de trekking: ganha um parceiro que apoia você em cada etapa. Além disso, nossas expedições são pensadas com sustentabilidade.

    Sua viagem ajuda as comunidades locais, protege o meio ambiente e coloca você frente a frente com um dos ecossistemas mais singulares do mundo. Se você já está pronto para essa experiência, vamos começar a planejar. Ainda em dúvida sobre como visitar o Monte Roraima? Fale com a gente agora!

    Atenção: as informações deste post foram atualizadas em 27 de junho de 2026. Antes de reservar a sua viagem ao Monte Roraima, confira os canais oficiais dos governos da Venezuela e do Brasil, além dos do seu próprio país.