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  • PlanetaEXO estreia “Conexão EXO” e debate sustentabilidade nos Lençóis Maranhenses

    PlanetaEXO estreia “Conexão EXO” e debate sustentabilidade nos Lençóis Maranhenses

    Em encontro inédito, a plataforma de ecoturismo reúne sua equipe com o operador local para discutir impacto comunitário e preservação ambiental frente à crescente projeção internacional da região.

    O PlanetaEXO, plataforma internacional especializada em turismo de aventura e sustentabilidade, anunciou o lançamento do “Conexão EXO”, uma iniciativa estratégica desenhada para aproximar seu time corporativo da realidade vivida pelos operadores turísticos na ponta. A primeira edição do evento teve como foco os Lençóis Maranhenses e contou com a participação dos fundadores da agência local Paraíso do Caju, parceira pioneira da iniciativa.

    O encontro serviu como um termômetro das transformações profundas pelas quais a região passa. Entre os temas centrais, destacaram-se o impacto econômico vital do turismo para as famílias nativas dos oásis, a parceria ética entre agências e comunidade, e os desafios urgentes trazidos pelo aumento exponencial de visitantes e o reconhecimento do parque como patrimônio.

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    Lucas (PlanetaEXO) e Marcelo (Paraíso do Caju). A proximidade com o parceiro local é pilar estratégico da plataforma. Foto: Marcelo Bonifácio.

    Para Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, a iniciativa reforça o DNA da empresa. “A proposta do Conexão EXO é transmitir internamente e para o mercado o nosso propósito, que é gerar um impacto positivo real nas comunidades dos nossos parceiros“, afirma Ribeiro. “Escolhemos iniciar com o Paraíso do Caju pela admiração que temos pela autenticidade e pelo compromisso social genuíno que eles mantêm. É um cuidado que conecta fortemente com a essência do PlanetaEXO.”

    Parceria que transforma vidas e negócios

    A escolha do Paraíso do Caju como primeiro convidado não foi acidental. Atuando na região desde 2013, a agência local se especializou em “passeios de aventura” e trekkings de imersão, construindo uma relação de simbiose com os moradores dos oásis.

    Alana Paixão, gestora do Paraíso do Caju, ressaltou durante o encontro como a aliança comercial impulsionou a profissionalização do turismo na área. “O PlanetaEXO é hoje nosso maior parceiro no envio de clientes e essa união tem sido fundamental para o nosso crescimento. Mas, acima de tudo, é uma relação pautada em muito respeito pelas comunidades e pelos condutores locais, garantindo que o impacto financeiro chegue de forma justa a quem vive dentro do Parque.”

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    Alana, do Paraíso do Caju, lidera uma operação pautada no respeito aos moradores e no fortalecimento da economia local. Foto: Isadora Sá.

    O desafio da sustentabilidade em meio ao “hype”

    O evento também abordou o outro lado da moeda: o crescimento vertiginoso do turismo nos Lençóis Maranhenses e a pressão sobre o ecossistema. Marcelo, guia experiente e sócio do Sítio Paraíso do Caju, trouxe um relato emocionante sobre a mudança de paradigma na região, mas alertou para a necessidade de responsabilidade coletiva.

    O turismo transformou radicalmente a vida das famílias nos oásis, que historicamente viviam da pesca e do extrativismo e hoje possuem segurança financeira e acesso à educação para os filhos”, relata Marcelo. “Porém, sentimos orgulho e ao mesmo tempo apreensão. Guiar pessoas do mundo todo — do Japão à França — no nosso quintal é uma honra, mas temos a responsabilidade imensa de manter a qualidade das travessias e preservar essa joia natural frente ao aumento do fluxo de visitantes.”

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    O guia Marcelo Zelarayán levanta a bandeira do PlanetaEXO nas dunas e comemora o sucesso da parceria. Foto: Isadora Sá.

    O “Conexão EXO” terá continuidade ao longo do ano, com a próxima edição já confirmada para abordar a Chapada Diamantina

  • 10 destinos globais imperdíveis para viagens sustentáveis em 2026

    10 destinos globais imperdíveis para viagens sustentáveis em 2026

    Prepare-se para admirar paisagens de tirar o fôlego e se encantar com incríveis destinos de turismo de natureza em diferentes cantos do planeta

    Florestas tropicais, pântanos, desertos, campos abertos e montanhas nevadas. Se você está disposto a planejar suas férias em lugares autênticos e menos óbvios ao redor do mundo, não faltam opções de viagens sustentáveis para pessoas que não recusam uma boa aventura.

    Os destinos de ecoturismo levam muito a sério sua responsabilidade com o meio ambiente, mas isso não significa que sua viagem será menos incrível. Alguns dos melhores hotéis do planeta seguem diretrizes criteriosas para respeitar práticas conscientes, ao mesmo tempo em que oferecem serviços premium e acomodações de alto padrão.

    Sustainable travel
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    Esses ecolodges, juntamente com empresas sustentáveis e outras instituições envolvidas em viagens ecológicas, são membros ativos da The Long Run, uma rede global de turismo de natureza. Com muito orgulho, o PlanetaEXO faz parte dessa organização impactante.

    Confira abaixo 10 destinos naturais para visitar em 2026!

    1) Caiman (Pantanal, Brasil)

    Procurando destinos de ecoturismo no Brasil? A Caiman foi fundada há mais de 35 anos com o objetivo de proteger a fauna, a flora e o patrimônio cultural do Pantanal. Com 53.000 hectares em um dos biomas mais fascinantes do país, esta experiência de viagem sustentável na maior planície alagada do mundo é diferente de tudo que você já viu.

    Os hóspedes ficam na Casa Caiman (fazenda transformada em ecolodge) ou na Baiazinha (villa privada exclusiva). Ambas incluem quartos com banheiro privativo com camas king-size, ar-condicionado, Wi-Fi, produtos de higiene pessoal, terraços e acesso à piscina, fogueira, restaurante e sala de jantar.

    A observação de onças-pintadas, em parceria com o Projeto Onçafari, é a atividade mais procurada, mas o itinerário da Caiman está repleto de trilhas, safáris, passeios noturnos, canoagem, passeios a cavalo e observação de pássaros.

    A Caiman é uma Global Ecosphere Retreat®, uma certificação de sustentabilidade que reconhece os membros da The Long Run que cumprem 91 critérios do pilar 4Cs. A norma é considerada uma das mais rigorosas do setor.

    Práticas de turismo sustentável: suporte e financiamento de programas ambientais (gestão florestal e prevenção de incêndios), oportunidades de emprego para os moradores da região e eventos focados na cultura pantaneira.

    👉 Visite a Caiman com o PlanetaEXO: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo

    Photo: Felipe Castellari

    2) Wolwedans (Reserva Natural NamibRand, Namíbia)

    No coração da Reserva Natural NamibRand encontra-se Wolwedans, um santuário de tranquilidade, autenticidade e paisagens africanas excepcionais. O deserto da Namíbia apresenta um brilho dourado sob a luz do sol, mas o céu se transforma num manto cintilante e estrelado quando a noite cai.

    Os hóspedes desfrutam de uma estadia requintada em cabanas e acampamentos espaçosos construídos em plataformas de madeira elevadas do solo. Cercado por areia avermelhada, delicie-se com as camas king-size, banheiros privativos, frigobares e poços de água para espantar o calor.

    As experiências incluem passeios panorâmicos, caminhadas no deserto, ciclismo nas dunas, passeios de balão e passeios a cavalo.

    Práticas de turismo sustentável: plantação de mais de 200 árvores, sistema de tratamento de água, oportunidades de trabalho para habitantes da região e difusão da cultura da Namíbia em passeios guiados.

    Wolwedans (NamibRand Nature Reserve, Namibia)
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    3) Nay Palad Hideaway (Ilha de Siargao, Filipinas)

    O Nay Palad Hideaway fica no sudeste da Ilha de Siargao, uma área protegida que preserva pântanos e ecossistemas terrestres e marinhos. Este ecolodge é fundamental para a preservação dos manguezais e da vida selvagem da região devido às suas práticas ecológicas e ao seu compromisso com a Paisagem Protegida Terrestre e Marinha da Ilha de Siargao (SIPLAS).

    O design das dez vilas de Nay Palad segue a autenticidade filipina e uma arquitetura rústica e charmosa que se integra perfeitamente à beleza paradisíaca da ilha. As áreas comuns incluem spa, pavilhão de ioga e meditação, academia, restaurante, piscina e quadra de pádel.

    Como um destino de ecoturismo que segue o conceito de barefoot luxury (união de conforto e serviços de alto padrão com simplicidade, sustentabilidade e conexão com a natureza), o Nay Palad Hideway oferece muitas experiências ao ar livre: passeios pelas ilhas, excursões, esportes aquáticos, caiaque nos manguezais, caminhadas, agricultura e construção de gaiolas de pesca. 

    Práticas de turismo sustentável: reabilitação de recifes de corais e florestas da região, proteção de animais ameaçados de extinção, suporte a empresas locais e valorização da cultura filipina.

    Nay Palad Hideaway (Siargao Island, Philippines)
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    4) Reserva Natural de Grootbos (Cabo Ocidental, África do Sul)

    A Reserva Natural Privada Grootbos está situada entre montanhas e uma floresta com vista para a impressionante vida marinha da Baía Walker. Esta área específica é extremamente importante para a conservação da flora, já que 70% das suas plantas não se encontram em nenhum outro lugar do planeta

    Uma das mais incríveis viagens sustentáveis da África também oferece experiência de hospedagem de alto padrão em suítes, vilas e chalés cercados por jardins deslumbrantes, florestas intocadas e vistas para o mar. Camas confortáveis, banheiros privativos, ar-condicionado, piso aquecido e salas de estar com lareira deixam tudo ainda melhor.

    Mergulhe na Província do Cabo Ocidental com a extensa lista de atividades oferecidas pelo Grootbos: passeios diversos (botânicos, de bicicleta, a cavalo e de barco), mergulho em gaiola com tubarões, observação de baleias, trilhas, safári marinho e costeiro, observação de pássaros, voos panorâmicos e visitas a comunidades locais. 

    Práticas de turismo sustentável: catalogação de plantas e insetos, reutilização de água da chuva, programas culturais e financiamento para novos empreendedores.

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    5) Estancia Cerro Guido (Patagônia, Chile)

    Estancia Cerro Guido é um lodge histórico fundado no início do século XX. Com mais de 100.000 hectares de paisagens naturais impressionantes, o local também funciona como uma fazenda focada em métodos tradicionais de criação de ovelhas, incluindo a tosquia artesanal.

    Entre campos abertos e montanhas nevadas, os hóspedes desfrutam de uma estadia all-inclusive em quartos de estilo inglês equipados com camas confortáveis, banheiros privativos, aquecimento central e amenities orgânicos. Nas áreas comuns, é possível circular livremente pelo jardim, estufa, sala de estar, passarelas de madeira, sala de selas, área interna de churrasqueira e um restaurante.

    A Estância Cerro Guido oferece atividades incríveis que integram a cultura local e os impressionantes recursos naturais da Patagônia, como safáris para observação de pumas e outros animais, cavalgadas, fly-fishing, tours arqueológicos e históricos, ciclismo e trilhas no Parque Nacional Torres del Paine.

    Práticas de turismo sustentável: proteção aos pumas, investimento em educação ambiental, preservação da pecuária patagônica e doações para iniciativas de conservação.

    Estancia Cerro Guido (Patagonia, Chile)
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    6) Batu Batu (Johor, Malásia)

    Construído por carpinteiros locais, o Batu Batu é um refúgio composto exclusivamente por vilas no Parque Marinho de Johor, na ilha isolada de Palau Tengah. Fundado em 2012, este incrível hotel ecológico é uma verdadeira jóia de viagens sustentáveis, paisagens deslumbrantes de mar azul-esverdeado, vegetação exuberante e serviços premium.

    Os hóspedes desfrutam de uma estadia incomparável em 22 vilas — 20 com um quarto e 2 com dois quartos —, todas cuidadosamente construídas com madeiras tropicais e arquitetura inspirada no design tradicional malaio. As acomodações incluem camas king size ou de solteiro, banheiros espaçosos e varandas privativas com vista total ou parcial para a selva ou o mar.

    As experiências incluem mergulho, trekking, caiaque, stand up paddle ou simplesmente relaxar na praia.

    Práticas de turismo sustentável: doação de parte dos lucros para projetos de conservação, apoio econômico à comunidade local e participação em programas educacionais e culturais.

    Batu Batu (Johor, Malaysia) - Sustainable travel
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    7) Lapa Rios (Península de Osa, Costa Rica)

    A Península de Osa é uma região selvagem e remota no sudoeste da Costa Rica. Apresenta vegetação intocada, rica biodiversidade e o Lapa Rios, um dos locais de turismo sustentável mais renomados da América Central.

    80% da reserva desse ecolodge é uma floresta primária, o que torna a vista das vilas e bangalôs de luxo de tirar o fôlego. As acomodações são equipadas com camas confortáveis, banheiros privativos, produtos de higiene pessoal, máquinas de café e até mesmo calçados para caminhada.

    Explore as belezas naturais da Costa Rica nadando no oceano, praticando canoagem nos manguezais, plantando árvores ou participando de passeios para observar pássaros e os animais marinhos do Golfo Dulce, onde golfinhos e baleias são vistos com frequência!

    Práticas de turismo sustentável: preservação de mais de 400 hectares de vegetação, apoio a projetos sociais e incorporação da cultura indígena da Costa Rica em diversas atividades.

    Lapa Rios (Osa Peninsula, Costa Rica)
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    8) Arkaba (Montes Flinders, Sul da Austrália)

    Arkaba é uma propriedade rural restaurada em 1850, cercada por 60.000 acres de áreas remotas e propriedade privada. Esse paraíso de viagens sustentáveis conta com paisagens incríveis, montanhas, vida selvagem diversa e uma rica cultura aborígine. Na língua Adnyamathanha — falada pelos povos indígenas dos Montes Flinders—, o nome do hotel significa “terra da abundância”.

    Arkaba é um grande exemplo de refúgio ecológico de luxo, acomodando apenas dez hóspedes por vez em quartos de estilo tradicional com banheiros privativos, ventiladores de teto, mesas de trabalho e acesso exclusivo à varanda.

    A principal atração é a The Arkaba Walk, um safári de vários dias que inclui visitas guiadas pelo Parque Nacional Ikara-Flinders Ranges e florestas de cipreste e eucalipto australiano.

    Práticas de turismo sustentável: participação em projetos de conservação, compra/contratação de produtos e serviços locais e assistência a grupos indígenas.

    Arkaba (Flinders Rangers, South Australia)
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    9) Estancia Los Potreros (Córdoba, Argentina)

    Embora Córdoba seja a segunda maior cidade da Argentina, a Estância Los Potreros é sinônimo de paz, conexão com a natureza e experiências sustentáveis longe dos circuitos turísticos. Sierras Chicas, uma cadeia de colinas entre os Pampas e os Andes, é adornada por campos verdes deslumbrantes e céu azul.

    A hospitalidade está na essência do Los Potreros — a família Begg, proprietária do imóvel, começou a receber hóspedes pagantes na década de 1940. Hoje em dia, há sete quartos com design interior simples, mas charmoso, com vigas de madeira, paredes de pedra, móveis antigos, camas confortáveis e até mesmo fogões a lenha. 

    Profundamente enraizadas na cultura gaúcha argentina, as atividades mais famosas são passeios a cavalo em campos abertos, corrida de barris, sortija (competição que envolve velocidade e agilidade) e polo, mas trilhas e observação de pássaros também fazem parte da experiência.

    Práticas de turismo sustentável: sistema de captação de água da chuva, priorização ao bem-estar animal, apoio econômico a partir da criação de empregos e contratação de prestadores locais.

    Estancia Los Potreros (Córdoba, Argentina)
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    10) Nikoi Island (Ilhas Riau, Indonésia)

    A duas horas e meia de Singapura, Nikoi é um resort privado de quase 15.000 hectares localizado no Arquipélago de Riau. Praias, águas cristalinas e uma mistura de florestas tropicais e manguezais fazem deste local um destino de turismo de aventura imperdível no Sudeste Asiático.

    Perfeito para famílias, Nakoi agrada a todos: noites de cinema e caças ao tesouro para as crianças, ioga e massagens para os pais que precisam de relaxamento. As vilas abertas são perfeitas para uma boa noite de sono graças às maravilhosas camas (casal, solteiro ou beliches), banheiros privativos, chuveiros ao ar livre e vistas deslumbrantes da praia.

    Explore a natureza selvagem da Indonésia praticando mergulho com snorkel, stand up paddle, caiaque, escalada ou trilhas. 

    Práticas de turismo sustentável: baixo consumo de água e energia, proteção da vida marinha, e criação de empregos e projetos educacionais para a comunidade local.

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    The Long Run e PlanetaEXO: uma combinação perfeita (e ecológica)

    Estabelecida em 2009 pela Fundação Zeitz, a rede The Long Run protege mais de 20 milhões de acres de biodiversidade em cinco continentes graças a dezenas de membros em todo o mundo. A missão da organização é apoiar empresas de turismo de aventura comprometidas com impactos positivos e de longo prazo.

    A estrutura 4Cs incorpora práticas sustentáveis e regenerativas em qualquer negócio de viagens. Portanto, os membros da The Long Run devem respeitar quatro pilares:

    • Conservação: biodiversidade, ação climática, gestão ambiental.
    • Comunidade: bem-estar dos funcionários, emprego ético, desenvolvimento sustentável, envolvimento com a comunidade.
    • Cultura: diversidade cultural, patrimônio, intercâmbio ético.
    • Comércio: práticas comerciais responsáveis, resiliência a longo prazo, conservação de recursos, comunidade, projetos culturais, planejamento de progressão.

    O desejo de fazer a diferença leva o PlanetaEXO a se esforçar ainda mais para garantir melhores condições para viajantes, pequenas empresas, comunidades locais e o meio ambiente. É por isso que se tornar a primeira empresa de viagens brasileira a integrar o The Long Run é uma grande conquista para iniciativas de ecoturismo mais saudáveis no Brasil — e um marco para todos que amam a natureza e viajar.

    👉 Saiba mais sobre o PlanetaEXO e o The Long Run (em inglês)

    Viagens sustentáveis no Brasil com PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, nos orgulhamos de nosso compromisso em oferecer as melhores experiências imersivas em alguns dos destinos naturais mais lindos do Brasil. 

    Como uma plataforma de ecoturismo que acredita que a sustentabilidade pode andar lado a lado com serviços de qualidade, trabalhamos incansavelmente para ajudar nossos clientes a viver as férias dos sonhos sem prejudicar — e fazendo o possível para proteger — os recursos naturais.

    A parceria com a The Long Run destaca nosso desejo e competência em beneficiar todos os envolvidos no ecoturismo. Fale conosco e reserve sua aventura com a gente!

  • 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!

    Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.

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    A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca  diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.

    Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasil e a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!

    1 – Lençóis Maranhenses (MA)

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    A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.

    Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.

    Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?

    A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.

    As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.

    Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

    A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.

    Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!

    Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia. 

    O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.

    👉 Saiba mais:

    2 – Amazônia (AM/PA)

    Photo: Isadora Sá

    Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.

    Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.

    O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc. 

    No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.

    Qual a melhor época na Amazônia?

    • Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
    • Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.

    Onde ficar na Amazônia?

    Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo. 

    • Amazonas:jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
    • Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.

    Como chegar à Amazônia?

    • Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
    • Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.

    👉 Saiba mais:

    3 – Barra do Garças (MT)

    Photo: Secrataria de Turismo de Barra do Garcas

    O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.

    Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.

    Qual a melhor época no Barra do Garças?

    Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!

    Onde ficar no Barra do Garças?

    Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.

    Como chegar em Barra do Garças?

    O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.

    4 – Chapada Diamantina (BA)

    Photo: Lucas Ribeiro

    Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.

    As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!

    Qual a melhor época na Chapada Diamantina?

    A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.

    👉 Saiba mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

    Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.

    Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!

    Como chegar na Chapada Diamantina?

    O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).

    Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km). 

    👉 Saiba mais:

    5 – Cambará do Sul (RS)

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    A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!

    Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.

    Qual a melhor época em Cambará do Sul?
    Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.

    Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:

    • Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
    • Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
    • Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira

    Onde ficar em Cambará do Sul?

    A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.

    Como chegar em Cambará do Sul?

    O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.

    6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)

    Quem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.

    A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.

    Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho. 

    Qual a melhor época no Jalapão?

    O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.

    Onde ficar no Jalapão?

    O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.

    Como chegar no Jalapão?

    Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!

    👉 Saiba mais:

    Serras Gerais

    No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.

    As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!

    Qual a melhor época em Serras Gerais?

    Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.

    Onde ficar em Serras Gerais?

    A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.

    Como chegar em Serras Gerais?

    O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município. 

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

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    Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.

    O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.

    Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?

    Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.

    É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!

    Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?

    Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!

    👉 Conheça a viagem: Trekking Chapada dos Veadeiros

    Como chegar na Chapada dos Veadeiros?

    A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.

    8 – Pantanal (MT/MS)

    O Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.

    Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.

    O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.

    Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.

    Qual a melhor época no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
    • Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.

    Como chegar no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
    • Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.

    Onde ficar no Pantanal?

    Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.

    • Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
    • Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.

    Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!

    👉 Saiba mais:

    9 – Vale do Catimbau (PE)

    Photo: Elias Rodrigues

    Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.

    O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!

    A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!

    Qual a melhor época do Vale do Catimbau?

    O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.

    Onde ficar no Vale do Catimbau?

    A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.

    Como chegar no Vale do Catimbau?

    Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro. 

    10 – Nobres (MT)

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    Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.

    Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!

    A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.

    Qual a melhor época em Nobres?

    A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!

    Onde ficar em Nobres?

    Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200

    Como chegar em Nobres?

    De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.

    11 – Serra da Capivara (PI)

    Photo: @educoelhoguia

    O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantes parques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.

    O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.

    Qual a melhor época na Serra da Capivara?

    Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.

    Onde ficar na Serra da Capivara?

    Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.

    Como chegar na Serra da Capivara?

    Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.

    12 – Cerrado (GO/MG/BA)

    Photo: Fe Albori

    A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.

    Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.

    Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.

    Qual a melhor época no Cerrado?

    Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios

    Como chegar no Cerrado?

    Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.

    👉 Conheça a viagem: Tour pelo Cerrado na Pousada Trijunção

    13 – Ibitipoca (MG)

    Conceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.

    Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.

    A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!

    Qual a melhor época em Ibitipoca?

    Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.

    Como chegar em Ibitipoca?

    Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.

    Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.

    14 – Abrolhos (BA)

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    Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.

    No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.

    Qual a melhor época em Abrolhos?

    A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.

    Onde ficar em Abrolhos?

    Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.

    Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!

    Como chegar em Abrolhos?

    Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.

    👉 Saiba mais:

    15 – Fernando de Noronha (PE)

    Fernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxo no Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.

    As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!

    Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!

    Qual a melhor época em Fernando de Noronha?

    Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.

    Onde ficar em Fernando de Noronha?

    O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.

    👉 Confira a viagem: Pacotes de Mergulho em Fernando de Noronha

    Como chegar em Fernando de Noronha?

    O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).

    👉 Saiba mais:

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    Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!

  • As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    Você ama trekking e estar em contato com a natureza? Descubra as trilhas mais bonitas do Brasil nesta lista cuidadosamente selecionada!

    O Brasil é o melhor lugar do planeta para viagens de aventura, segundo o US News & World Report — ficando à frente de destinos conhecidos pelo ecoturismo, como Nepal, Costa Rica e Nova Zelândia. A lista também menciona os atributos do país para justificar a primeira colocação: a simpatia dos moradores, ótimas oportunidades de lazer, clima agradável e vistas panorâmicas.

    As caminhadas ecológicas estão entre as atividades favoritas de qualquer aventureiro. As melhores trilhas no Brasil oferecem paisagens naturais de tirar o fôlego, incluindo campos abertos, montanhas, rios, cachoeiras, cavernas e vastas extensões de vegetação intocada.

    Como um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, o PlanetaEXO sabe tudo sobre os melhores trekkings do Brasil para viajantes que buscam conexões autênticas com a natureza. Confira a nossa lista logo abaixo!

    1 – Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Se você não for ao Vale do Pati, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, não estará vivenciando a experiência completa de caminhadas no país. Este destino incrível no estado da Bahia reserva algumas das travessias mais desafiadoras e emocionantes do território nacional.

    Trilheiros caminham por uma trilha rochosa em direção a montanhas distantes durante um pôr do sol dourado no Vale do Pati, Parque Nacional da Chapada Diamantina.
    Photo: Guillaume Leman

    As trilhas cruzam vistas deslumbrantes, passando por montanhas, formações rochosas, cavernas, mirantes, rios e cachoeiras. Nadar e refrescar-se nas cachoeiras do Funil e do Cachoeirão são atividades imperdíveis para todo viajante. O Morro do Castelo, um penhasco de 1.280 metros de altura, também é um dos grandes destaques de um trekking na Chapada Diamantina.

    Em média, um trekking no Vale do Pati exige 15 quilômetros de caminhada por dia, mas é possível estender (22 km) ou encurtar (8 km) essa distância. Tudo depende de quanto tempo você vai ficar, do tipo de experiência que procura e do quanto está disposto a caminhar.

    2 – Lençóis Maranhenses (MA)

    As dunas de areia e as lagoas de águas pluviais dos Lençóis Maranhenses podem fazer qualquer um se apaixonar. As paisagens são quase de outro mundo, com uma beleza tão impressionante que é difícil descrever a sensação que transmitem — e é exatamente por isso que esta é uma das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro caminha pelas vastas dunas de areia branca do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, emolduradas por galhos secos de árvores sob um céu azul.
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    Durante a sua caminhada pela areia branca, você encontrará lagoas deslumbrantes e interagirá com moradores locais atenciosos que farão você se sentir em casa. Em travessias de vários dias, os visitantes passam a noite nas casas dos residentes que vivem dentro do parque nacional, dormindo em redes e comendo refeições quentes após a longa jornada.

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias, o sol brilha forte e as chuvas cessam. Com o apoio de guias especializados, é recomendável que você fique pelo menos 3 dias para aproveitar ao máximo a experiência.

    👉 Explore a aventura: Trekking de 3 dias nos Lençóis Maranhenses

    3 – Petrópolis-Teresópolis, Serra dos Órgãos (RJ)

    Um erro comum é presumir que o Rio de Janeiro se resume à Praia de Copacabana, ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor. Embora a cidade abrigue essas atrações incríveis, o estado do Rio está repleto de destinos naturais que todo viciado em viagens deveria conhecer.

    Picos de montanhas dramáticos e recortados emergem em meio a uma névoa espessa ao nascer do sol no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, destacando a formação Dedo de Deus.
    Photo: Carlos Perez Couto

    Petrópolis e Teresópolis são duas cidades serranas divididas pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um dos melhores lugares para fazer trilha no Brasil. Sua enorme rede de caminhos chega a mais de 200 quilômetros, com opções para todos os níveis de dificuldade, trilhas suspensas e acesso especial para pessoas com deficiência.

    Cachoeiras (Véu da Noiva, Andorinhas), poços naturais (Paraíso, Capela, Sossego, Ponte Velha, Preguiça) e montanhas fazem parte da experiência. Os viajantes também podem desfrutar de escaladas na Verruga do Frade, no Pico do Garrafão e no mundialmente famoso Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros de altura cujo nome se deve ao seu formato alongado apontando para cima.

    4 – Ilha Grande (RJ)

    A Ilha Grande é uma ilha no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Existem 16 trilhas ecológicas de diferentes níveis de dificuldade que cruzam áreas isoladas de floresta tropical.

    Uma pessoa caminha ao longo da areia branca intocada e águas azuis cristalinas da Praia de Lopes Mendes na Ilha Grande, cercada por floresta tropical e montanhas.
    @fernando.ilhagrande

    Outro destaque é a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Os surfistas adoram, mas os trilheiros também. Para chegar lá, você pode escolher as trilhas T10 (Praias Grande de Palmas e Mangues), T11 (Praia do Pouso) ou T12 (Farol dos Castelhanos).

    Os circuitos na Ilha Grande variam de 4 a 7 dias, o que permite flexibilidade para um ritmo mais acelerado ou uma exploração mais minuciosa.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Brasil?

    5 – Monte Roraima (RR)

    O Monte Roraima é uma montanha na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. O ponto mais alto fica a 2.810 metros acima do nível do mar, o que representa um verdadeiro desafio para os trekkers sedentos por adrenalina. Em média, os roteiros para o Monte Roraima duram de 4 a 5 horas por dia, mas podem levar até 8 horas, dependendo do itinerário. As expedições variam de 6 a 10 dias.

    Um trilheiro senta-se na beira de um penhasco íngreme e rochoso de arenito no Monte Roraima, olhando para um vasto vale cheio de nuvens brancas e espessas.
    @roraimaadventures

    As piscinas naturais são um dos motivos pelos quais esta é uma das melhores trilhas de montanha na América do Sul. As águas cristalinas são perfeitas para se banhar, boiar e deixar todos os seus problemas irem embora.

    Outra experiência inesquecível é visitar o Vale dos Cristais, uma área repleta de quartzo branco que brilha no chão. Como o Monte Roraima é um gigantesco bloco de arenito, as mudanças de temperatura e a erosão ao longo dos anos formaram uma impressionante formação de cristais que atrai turistas de todo o planeta por sua beleza e supostos poderes energéticos.

    👉 Explore a aventura: Trekking no Monte Roraima de 8 dias

    6 – Serra Fina (SP/MG/RJ)

    Subidas íngremes e grandes altitudes são algumas das razões pelas quais a Serra Fina está sempre incluída nas listas das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro usando uma grande mochila verde está em um cume de montanha gramado, com vista para a expansiva e montanhosa paisagem da Serra Fina.
    @bernardoespinhaco

    Com trilhas que variam de 7 a 26 quilômetros, este é também um dos trekkings mais desafiadores do país. A trilha do Pico dos Três Estados, por exemplo, está localizada na fronteira dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse roteiro específico leva de 3 a 4 dias.

    Uma aventura tão exigente requer ótimo preparo físico. Os trilheiros costumam se preparar por meses antes de irem para a Serra Fina, certificando-se de comer bem, melhorar o condicionamento físico e fazer acompanhamentos médicos regulares.

    👉 Explore a aventura: Travessia da Serra Fina em 4 dias

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece algumas das melhores experiências para trekking no Brasil. Com grande diversidade, existem opções de caminhadas fáceis, moderadas e difíceis para todos os tipos de viajantes. Cânions, poços naturais, mirantes, vales e cachoeiras funcionam juntos como peças de um quebra-cabeça para criar cenários de cair o queixo que certamente conquistarão o seu coração.

    Um grupo de viajantes caminha em fila indiana ao longo de uma trilha estreita e gramada, cercada pelos exuberantes vales verdes do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Falando em cachoeiras, há várias que você precisa ver com os próprios olhos: Cristais, São Bento, Encantado, Almécegas (I e II), Rei do Prata, Sertão Zen, Mirante da Janela, Vale da Lua, Santa Bárbara, Catarata dos Couros, etc.

    A experiência na Chapada dos Veadeiros geralmente dura de 2 a 5 dias. Se você for ficar um pouco mais, também pode aproveitar algumas programações turísticas pela região, como comprar lembrancinhas feitas à mão nas feiras de rua da Vila de São Jorge e saborear uma boa refeição brasileira em Alto Paraíso, a cidade mais famosa da área.

    👉 Leia mais: Trekking na Chapada dos Veadeiros

    8 – Pico da Neblina (AM)

    O Pico da Neblina, no estado do Amazonas, é o ponto mais alto do Brasil: 2.995 metros acima do nível do mar. Para chegar ao topo, os aventureiros geralmente passam até 15 dias no parque nacional, dependendo do ritmo do grupo.

    Os picos imponentes e irregulares do Pico da Neblina erguem-se dramaticamente acima da densa copa verde da Floresta Amazônica sob um céu nublado.
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    Acampar na floresta faz parte da experiência, e os viajantes também podem se refrescar na Cachoeira do Tucano, explorar a Floresta Amazônica e interagir com a cultura local. Esse roteiro exige grande esforço físico, mas se você ama aventura, com certeza valerá a pena.

    A jornada também requer permissões especiais e guias especializados devido à sua localização nas terras Indígenas Yanomami.

    👉 Explore a aventura: Expedição ao Parque Nacional Pico da Neblina

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    Não há dúvida de que o Brasil é um dos melhores lugares para fazer caminhadas. Seja em campos de areia branca ou em regiões montanhosas que dividem espaço com cachoeiras e piscinas naturais, a aventura é sempre inesquecível.

    O PlanetaEXO, um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, conecta você com os melhores operadores locais para garantir uma viagem autêntica e sustentável em alguns dos destinos de natureza mais deslumbrantes do país. Entre em contato conosco agora!