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  • 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!

    Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.

    Aventureiros praticam rafting nas corredeiras do Jalapão durante uma expedição de ecoturismo
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    A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca  diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.

    Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasil e a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!

    1 – Lençóis Maranhenses (MA)

    Lagoas de água doce entre as dunas brancas dos Lençóis Maranhenses no Maranhão
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    A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.

    Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.

    Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?

    A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.

    As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.

    Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

    A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.

    Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!

    Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia. 

    O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.

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    2 – Amazônia (AM/PA)

    Floresta densa e rios serpenteando pela Amazônia, vistos do alto
    Photo: Isadora Sá

    Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.

    Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.

    O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc. 

    No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.

    Qual a melhor época na Amazônia?

    • Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
    • Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.

    Onde ficar na Amazônia?

    Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo. 

    • Amazonas:jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
    • Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.

    Como chegar à Amazônia?

    • Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
    • Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.

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    3 – Barra do Garças (MT)

    Paisagem natural de serras e rios em Barra do Garças, no Mato Grosso
    Photo: Secrataria de Turismo de Barra do Garcas

    O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.

    Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.

    Qual a melhor época no Barra do Garças?

    Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!

    Onde ficar no Barra do Garças?

    Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.

    Como chegar em Barra do Garças?

    O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.

    4 – Chapada Diamantina (BA)

    A imponente cachoeira da Fumacinha despencando entre os paredões da Chapada Diamantina
    Photo: Lucas Ribeiro

    Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.

    As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!

    Qual a melhor época na Chapada Diamantina?

    A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.

    👉 Saiba mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

    Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.

    Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!

    Como chegar na Chapada Diamantina?

    O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).

    Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km). 

    👉 Saiba mais:

    5 – Cambará do Sul (RS)

    Os profundos cânions de Cambará do Sul no Rio Grande do Sul
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    A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!

    Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.

    Qual a melhor época em Cambará do Sul?
    Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.

    Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:

    • Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
    • Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
    • Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira

    Onde ficar em Cambará do Sul?

    A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.

    Como chegar em Cambará do Sul?

    O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.

    6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)

    Dunas alaranjadas e veredas de buritis na paisagem do Jalapão, no TocantinsQuem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.

    A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.

    Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho. 

    Qual a melhor época no Jalapão?

    O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.

    Onde ficar no Jalapão?

    O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.

    Como chegar no Jalapão?

    Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!

    👉 Saiba mais:

    Serras Gerais

    No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.

    As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!

    Qual a melhor época em Serras Gerais?

    Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.

    Onde ficar em Serras Gerais?

    A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.

    Como chegar em Serras Gerais?

    O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município. 

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Jardim de Maytrea com suas paineiras e o cerrado da Chapada dos Veadeiros, em Goiás
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    Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.

    O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.

    Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?

    Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.

    É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!

    Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?

    Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!

    👉 Conheça a viagem: Trekking Chapada dos Veadeiros

    Como chegar na Chapada dos Veadeiros?

    A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.

    8 – Pantanal (MT/MS)

    Vida selvagem e áreas alagadas na vasta planície do PantanalO Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.

    Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.

    O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.

    Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.

    Qual a melhor época no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
    • Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.

    Como chegar no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
    • Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.

    Onde ficar no Pantanal?

    Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.

    • Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
    • Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.

    Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!

    👉 Saiba mais:

    9 – Vale do Catimbau (PE)

    Formações rochosas e vegetação da caatinga no Vale do Catimbau, em Pernambuco
    Photo: Elias Rodrigues

    Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.

    O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!

    A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!

    Qual a melhor época do Vale do Catimbau?

    O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.

    Onde ficar no Vale do Catimbau?

    A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.

    Como chegar no Vale do Catimbau?

    Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro. 

    10 – Nobres (MT)

    Araras sobrevoando a Lagoa das Araras em Nobres, no Mato Grosso
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    Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.

    Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!

    A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.

    Qual a melhor época em Nobres?

    A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!

    Onde ficar em Nobres?

    Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200

    Como chegar em Nobres?

    De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.

    11 – Serra da Capivara (PI)

    Paredões e formações rochosas do Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí
    Photo: @educoelhoguia

    O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantes parques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.

    O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.

    Qual a melhor época na Serra da Capivara?

    Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.

    Onde ficar na Serra da Capivara?

    Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.

    Como chegar na Serra da Capivara?

    Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.

    12 – Cerrado (GO/MG/BA)

    Paisagem aberta de vegetação típica do Cerrado brasileiro
    Photo: Fe Albori

    A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.

    Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.

    Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.

    Qual a melhor época no Cerrado?

    Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios

    Como chegar no Cerrado?

    Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.

    👉 Conheça a viagem: Tour pelo Cerrado na Pousada Trijunção

    13 – Ibitipoca (MG)

    Trilhas e formações rochosas do Parque Estadual de Ibitipoca, em Minas GeraisConceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.

    Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.

    A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!

    Qual a melhor época em Ibitipoca?

    Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.

    Como chegar em Ibitipoca?

    Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.

    Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.

    14 – Abrolhos (BA)

    Uma baleia-jubarte saltando nas águas do arquipélago de Abrolhos, na Bahia
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    Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.

    No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.

    Qual a melhor época em Abrolhos?

    A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.

    Onde ficar em Abrolhos?

    Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.

    Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!

    Como chegar em Abrolhos?

    Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.

    👉 Saiba mais:

    15 – Fernando de Noronha (PE)

    Praias e formações rochosas do arquipélago de Fernando de Noronha, em PernambucoFernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxo no Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.

    As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!

    Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!

    Qual a melhor época em Fernando de Noronha?

    Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.

    Onde ficar em Fernando de Noronha?

    O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.

    👉 Confira a viagem: Pacotes de Mergulho em Fernando de Noronha

    Como chegar em Fernando de Noronha?

    O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).

    👉 Saiba mais:

    Vista panorâmica do litoral paradisíaco de Fernando de Noronha
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    Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!

  • Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.

    No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.

    Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.

    Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.

    Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.Viajantes exploram um cenário natural deslumbrante do Brasil durante uma aventura em 2025

    Lençóis Maranhenses

    Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias

    Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.

    Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.Lagoas de água doce entre as dunas brancas dos Lençóis Maranhenses

    Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.

    Franck Nicolas

    👉 Explore as trilhas de caminhada nos Lençóis Maranhenses

    Vale do Pati (Chapada Diamantina)

    Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais

    No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.

    Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.Vista das montanhas e vales verdes do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.

    Dan Heath

    👉 Descubra as experiências de trekking no Vale do Pati

    Floresta Amazônica

    De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical

    A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.

    Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.Floresta densa e rios serpenteando pela Floresta Amazônica

    A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.

    Kristina Wagner

    👉 Escolha sua experiência na Amazônia

    Pantanal

    Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios

    No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.

    Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.Vida selvagem e áreas alagadas na vasta paisagem do Pantanal

    Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.

    Valerio Grandis

    👉 Veja as viagens para observação da vida selvagem no Pantanal

    Jalapão

    Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe

    Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.

    As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.Dunas alaranjadas e veredas na paisagem selvagem do Jalapão

    Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.

    Sarah Danflous

    👉 Explore as expedições ao Jalapão no CerradoA casa dos Aleixos cercada pelas montanhas do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar

    Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.

    Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.

    👉 Junte-se a nós em aventuras cinco estrelas que causam um impacto positivo.

  • Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário do PlanetaEXO revela como viagens sustentáveis avançam na conservação da floresta, ações locais que transformam discursos climáticos em prática e fortalecem comunidades amazônicas.

    São Paulo, novembro de 2025 – Após o encerramento da COP30 em Belém, um novo documentário chega para reforçar que a proteção da Amazônia depende, cada vez mais, de ações locais e contínuas. A plataforma de viagens sustentáveis PlanetaEXO acaba de lançar “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”, filme de 5 minutos que retrata como as comunidades amazônicas estão transformando o turismo em uma estratégia eficaz de conservação e geração de renda.

    O mini doc dirigido por Lucas Ribeiro, que é também fundador e CEO do PlanetaEXO, apresenta relatos de moradores que substituíram antigas atividades extrativistas por modelos de turismo de base comunitária. Ao acompanhar visitantes, compartilhar saberes tradicionais e cuidar diretamente do território, eles demonstram que é possível manter a floresta viva enquanto fortalecem suas economias locais.

    Os números recentes reforçam a urgência desse movimento. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia Legal registrou 5.796 km² de desmatamento, o menor índice em mais de uma década, segundo o PRODES/INPE. Mesmo assim, a degradação causada pelo fogo já responde por quase 40% das perdas recentes, indicando que a pressão sobre o bioma continua elevada. Para muitas famílias, o turismo desponta como uma alternativa concreta para permanecer no território sem recorrer a práticas que comprometem a floresta.

    Um dos depoimentos mais marcantes do filme sintetiza essa mudança de perspectiva. “O turismo me mostrou que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço e acaba ficando sem jantar. Isso é preço. Mas quando você entende o valor, é quando as coisas começam a mudar”, afirma Roberto Britto, ex-madeireiro e atual empreendedor do turismo.Arte de capa do documentário do PlanetaEXO sobre turismo sustentável na Amazônia

    O turismo me ensinou e me mostrou na prática que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço, e depois fica sem jantar. Isso é preço. Mas quando você começa a enxergar valor, aí as coisas começam a mudar.

    Roberto Britto

    O PlanetaEXO observa um crescente interesse por viagens responsáveis, o que fortalece projetos comunitários e amplia o impacto positivo do ecoturismo. Em 2025, a plataforma registrou um aumento de 210% no número de turistas na Amazônia em comparação ao ano anterior, com visitantes vindos dos Estados Unidos, França, Alemanha e outros países. 

    Dados do Banco Mundial mostram que o turismo sustentável já movimenta cerca de US$ 2,3 bilhões por ano na Amazônia. A cifra ainda é distante dos US$ 45 bilhões gerados por atividades extrativistas,mas trata-se de um mercado novo e em crescimento. O documentário do PlanetaEXO destaca exatamente as trajetórias de moradores da floresta que descobriram no turismo responsável uma fonte de renda mais sustentável. 

    “O filme mantém o foco nas pessoas por trás desses esforços. Em suas próprias palavras, elas descrevem como o turismo transformou a rotina, trouxe independência e ofereceu uma alternativa digna ao extrativismo”, diz Lucas Ribeiro. São relatos que complementam, de forma concreta, as discussões climáticas levantadas durante a COP30.

    Ficha Técnica “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”

    Formato: Documentário 

    Duração: 5 minutos

    Direção: Lucas Ribeiro
    Direção de Fotografia: Isadora Sá e Marcelo Bonifácio
    Edição: Marcelo Bonifácio
    Entrevistas: Larissa Mariano e Isadora Sá
    Assistência de Produção: Lucas Pinelli
    Agradecimentos Especiais: Equipe do Barco Zaltana

    Participações: Joarlison Garrido – Comunidade Nova Esperança; José Pancrácio – Comunidade Nova Esperança; Roberto Brito – Comunidade Tumbira; e Izolena Garrido – Comunidade Tumbira

  • PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    O turismo consciente e de impacto positivo acaba de ganhar um novo impulso no Brasil. O PlanetaEXO anuncia sua filiação à The Long Run, uma das principais redes globais dedicadas ao turismo sustentável.

    Com essa conquista, o PlanetaEXO se torna a primeira empresa de viagens brasileira a integrar a The Long Run, uma rede internacional de destinos comprometidos com o turismo responsável. No Brasil, a rede já conta com nomes como Refúgio Ecológico Caiman, Pousada Trijunção e Ibiti Projeto. Agora, esse compromisso também se estende às experiências oferecidas pelos parceiros cuidadosamente selecionados do PlanetaEXO, todos alinhados com a estrutura de 4 Cs da The Long Run: Conservação, Comunidade, Cultura e Comércio.

    “Estar ao lado de iniciativas tão importantes e ter o reconhecimento da The Long Run é um marco para nós”, afirma Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO. “Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.

    Conservation The Long Run
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    O que é a The Long Run e por que ela é importante

    Fundada pela Zeitz Foundation, a The Long Run é hoje uma das redes globais mais respeitadas na promoção do turismo que protege a natureza e apoia as comunidades locais. Seus membros se comprometem com quatro pilares fundamentais:

    • Conservação: Proteger a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental.
    • Comunidade: Envolver e beneficiar as populações locais.
    • Cultura: Promover e respeitar a diversidade cultural.
    • Comércio: Incentivar práticas comerciais sustentáveis a longo prazo.

    A admissão do PlanetaEXO seguiu um rigoroso processo de avaliação para garantir o alinhamento com esses princípios.

    Planetaexo The Long Run
    Photo: Lucas Neves

    Quem somos

    Fundado em 2021, o PlanetaEXO nasceu do desejo de conectar viajantes a aventuras autênticas e responsáveis, lideradas por guias locais e comunidades envolvidas na preservação ambiental. O projeto começou na Chapada Diamantina com a icônica trilha do Vale do Pati, mas desde o primeiro dia, o objetivo era mais amplo: tornar-se uma plataforma global para viagens sustentáveis.

    O PlanetaEXO faz mais do que organizar viagens, ele oferece experiências imersivas que priorizam o respeito ao meio ambiente e a liderança comunitária. Uma parte significativa da receita gerada pelos passeios vai diretamente para famílias locais, guias e pequenas empresas.

    “Nosso modelo foi projetado para ter um impacto positivo desde o início, não apenas para os viajantes, mas para todos os envolvidos. Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.”

    Lucas Ribeiro

    The Long Run
    Photo: Clovis Cruvinel

    O valor da colaboração global

    Em um mundo onde o turismo de massa muitas vezes prejudica os ecossistemas e apaga identidades culturais, The Long Run se destaca como um modelo de turismo transformador e inclusivo. A rede vai além das palavras da moda e promove benefícios profundos e de longo prazo para a natureza e as comunidades locais.

    Ao aderir a este movimento global, o PlanetaEXO não só se compromete com as melhores práticas, mas também ganha acesso à troca de conhecimentos, formação e colaboração internacional, ferramentas essenciais para melhorar o turismo orientado para o impacto, respeitando as realidades locais.

    Olhando para o futuro: o que vem por aí para a PlanetaEXO

    A adesão à The Long Run marca um novo capítulo na jornada do PlanetaEXO. Atualmente, a empresa está expandindo seus itinerários para novas regiões do Brasil e da América Latina, com foco em destinos de alto valor ecológico e cultural.

    A empresa também planeja investir em programas de treinamento, parcerias com projetos de conservação e melhorias tecnológicas para tornar as viagens sustentáveis mais acessíveis e eficientes.

    “Queremos mostrar que o turismo de aventura pode ser um verdadeiro catalisador para mudanças ambientais e sociais”, conclui Lucas Ribeiro. Nossa jornada está apenas começando.

    Iniciativa global The Long Run

    Sobre a The Long Run

    Fundada em 2009 pela Zeitz Foundation, a The Long Run é uma iniciativa global que apoia empresas de turismo comprometidas com um impacto positivo e de longo prazo. Com mais de 40 membros em cinco continentes, incluindo pousadas, reservas privadas e projetos comunitários, a rede protege atualmente mais de 20 milhões de acres de biodiversidade em todo o mundo.

    👉 Deseja saber mais sobre nosso compromisso como membro? Visite o perfil do PlanetaEXO no site da The Long Run.

  • As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    Você ama trekking e estar em contato com a natureza? Descubra as trilhas mais bonitas do Brasil nesta lista cuidadosamente selecionada!

    O Brasil é o melhor lugar do planeta para viagens de aventura, segundo o US News & World Report — ficando à frente de destinos conhecidos pelo ecoturismo, como Nepal, Costa Rica e Nova Zelândia. A lista também menciona os atributos do país para justificar a primeira colocação: a simpatia dos moradores, ótimas oportunidades de lazer, clima agradável e vistas panorâmicas.

    As caminhadas ecológicas estão entre as atividades favoritas de qualquer aventureiro. As melhores trilhas no Brasil oferecem paisagens naturais de tirar o fôlego, incluindo campos abertos, montanhas, rios, cachoeiras, cavernas e vastas extensões de vegetação intocada.

    Como um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, o PlanetaEXO sabe tudo sobre os melhores trekkings do Brasil para viajantes que buscam conexões autênticas com a natureza. Confira a nossa lista logo abaixo!

    1 – Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Se você não for ao Vale do Pati, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, não estará vivenciando a experiência completa de caminhadas no país. Este destino incrível no estado da Bahia reserva algumas das travessias mais desafiadoras e emocionantes do território nacional.

    Trilheiros caminham por uma trilha rochosa em direção a montanhas distantes durante um pôr do sol dourado no Vale do Pati, Parque Nacional da Chapada Diamantina.
    Photo: Guillaume Leman

    As trilhas cruzam vistas deslumbrantes, passando por montanhas, formações rochosas, cavernas, mirantes, rios e cachoeiras. Nadar e refrescar-se nas cachoeiras do Funil e do Cachoeirão são atividades imperdíveis para todo viajante. O Morro do Castelo, um penhasco de 1.280 metros de altura, também é um dos grandes destaques de um trekking na Chapada Diamantina.

    Em média, um trekking no Vale do Pati exige 15 quilômetros de caminhada por dia, mas é possível estender (22 km) ou encurtar (8 km) essa distância. Tudo depende de quanto tempo você vai ficar, do tipo de experiência que procura e do quanto está disposto a caminhar.

    2 – Lençóis Maranhenses (MA)

    As dunas de areia e as lagoas de águas pluviais dos Lençóis Maranhenses podem fazer qualquer um se apaixonar. As paisagens são quase de outro mundo, com uma beleza tão impressionante que é difícil descrever a sensação que transmitem — e é exatamente por isso que esta é uma das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro caminha pelas vastas dunas de areia branca do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, emolduradas por galhos secos de árvores sob um céu azul.
    .

    Durante a sua caminhada pela areia branca, você encontrará lagoas deslumbrantes e interagirá com moradores locais atenciosos que farão você se sentir em casa. Em travessias de vários dias, os visitantes passam a noite nas casas dos residentes que vivem dentro do parque nacional, dormindo em redes e comendo refeições quentes após a longa jornada.

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias, o sol brilha forte e as chuvas cessam. Com o apoio de guias especializados, é recomendável que você fique pelo menos 3 dias para aproveitar ao máximo a experiência.

    👉 Explore a aventura: Trekking de 3 dias nos Lençóis Maranhenses

    3 – Petrópolis-Teresópolis, Serra dos Órgãos (RJ)

    Um erro comum é presumir que o Rio de Janeiro se resume à Praia de Copacabana, ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor. Embora a cidade abrigue essas atrações incríveis, o estado do Rio está repleto de destinos naturais que todo viciado em viagens deveria conhecer.

    Picos de montanhas dramáticos e recortados emergem em meio a uma névoa espessa ao nascer do sol no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, destacando a formação Dedo de Deus.
    Photo: Carlos Perez Couto

    Petrópolis e Teresópolis são duas cidades serranas divididas pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um dos melhores lugares para fazer trilha no Brasil. Sua enorme rede de caminhos chega a mais de 200 quilômetros, com opções para todos os níveis de dificuldade, trilhas suspensas e acesso especial para pessoas com deficiência.

    Cachoeiras (Véu da Noiva, Andorinhas), poços naturais (Paraíso, Capela, Sossego, Ponte Velha, Preguiça) e montanhas fazem parte da experiência. Os viajantes também podem desfrutar de escaladas na Verruga do Frade, no Pico do Garrafão e no mundialmente famoso Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros de altura cujo nome se deve ao seu formato alongado apontando para cima.

    4 – Ilha Grande (RJ)

    A Ilha Grande é uma ilha no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Existem 16 trilhas ecológicas de diferentes níveis de dificuldade que cruzam áreas isoladas de floresta tropical.

    Uma pessoa caminha ao longo da areia branca intocada e águas azuis cristalinas da Praia de Lopes Mendes na Ilha Grande, cercada por floresta tropical e montanhas.
    @fernando.ilhagrande

    Outro destaque é a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Os surfistas adoram, mas os trilheiros também. Para chegar lá, você pode escolher as trilhas T10 (Praias Grande de Palmas e Mangues), T11 (Praia do Pouso) ou T12 (Farol dos Castelhanos).

    Os circuitos na Ilha Grande variam de 4 a 7 dias, o que permite flexibilidade para um ritmo mais acelerado ou uma exploração mais minuciosa.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Brasil?

    5 – Monte Roraima (RR)

    O Monte Roraima é uma montanha na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. O ponto mais alto fica a 2.810 metros acima do nível do mar, o que representa um verdadeiro desafio para os trekkers sedentos por adrenalina. Em média, os roteiros para o Monte Roraima duram de 4 a 5 horas por dia, mas podem levar até 8 horas, dependendo do itinerário. As expedições variam de 6 a 10 dias.

    Um trilheiro senta-se na beira de um penhasco íngreme e rochoso de arenito no Monte Roraima, olhando para um vasto vale cheio de nuvens brancas e espessas.
    @roraimaadventures

    As piscinas naturais são um dos motivos pelos quais esta é uma das melhores trilhas de montanha na América do Sul. As águas cristalinas são perfeitas para se banhar, boiar e deixar todos os seus problemas irem embora.

    Outra experiência inesquecível é visitar o Vale dos Cristais, uma área repleta de quartzo branco que brilha no chão. Como o Monte Roraima é um gigantesco bloco de arenito, as mudanças de temperatura e a erosão ao longo dos anos formaram uma impressionante formação de cristais que atrai turistas de todo o planeta por sua beleza e supostos poderes energéticos.

    👉 Explore a aventura: Trekking no Monte Roraima de 8 dias

    6 – Serra Fina (SP/MG/RJ)

    Subidas íngremes e grandes altitudes são algumas das razões pelas quais a Serra Fina está sempre incluída nas listas das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro usando uma grande mochila verde está em um cume de montanha gramado, com vista para a expansiva e montanhosa paisagem da Serra Fina.
    @bernardoespinhaco

    Com trilhas que variam de 7 a 26 quilômetros, este é também um dos trekkings mais desafiadores do país. A trilha do Pico dos Três Estados, por exemplo, está localizada na fronteira dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse roteiro específico leva de 3 a 4 dias.

    Uma aventura tão exigente requer ótimo preparo físico. Os trilheiros costumam se preparar por meses antes de irem para a Serra Fina, certificando-se de comer bem, melhorar o condicionamento físico e fazer acompanhamentos médicos regulares.

    👉 Explore a aventura: Travessia da Serra Fina em 4 dias

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece algumas das melhores experiências para trekking no Brasil. Com grande diversidade, existem opções de caminhadas fáceis, moderadas e difíceis para todos os tipos de viajantes. Cânions, poços naturais, mirantes, vales e cachoeiras funcionam juntos como peças de um quebra-cabeça para criar cenários de cair o queixo que certamente conquistarão o seu coração.

    Um grupo de viajantes caminha em fila indiana ao longo de uma trilha estreita e gramada, cercada pelos exuberantes vales verdes do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Falando em cachoeiras, há várias que você precisa ver com os próprios olhos: Cristais, São Bento, Encantado, Almécegas (I e II), Rei do Prata, Sertão Zen, Mirante da Janela, Vale da Lua, Santa Bárbara, Catarata dos Couros, etc.

    A experiência na Chapada dos Veadeiros geralmente dura de 2 a 5 dias. Se você for ficar um pouco mais, também pode aproveitar algumas programações turísticas pela região, como comprar lembrancinhas feitas à mão nas feiras de rua da Vila de São Jorge e saborear uma boa refeição brasileira em Alto Paraíso, a cidade mais famosa da área.

    👉 Leia mais: Trekking na Chapada dos Veadeiros

    8 – Pico da Neblina (AM)

    O Pico da Neblina, no estado do Amazonas, é o ponto mais alto do Brasil: 2.995 metros acima do nível do mar. Para chegar ao topo, os aventureiros geralmente passam até 15 dias no parque nacional, dependendo do ritmo do grupo.

    Os picos imponentes e irregulares do Pico da Neblina erguem-se dramaticamente acima da densa copa verde da Floresta Amazônica sob um céu nublado.
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    Acampar na floresta faz parte da experiência, e os viajantes também podem se refrescar na Cachoeira do Tucano, explorar a Floresta Amazônica e interagir com a cultura local. Esse roteiro exige grande esforço físico, mas se você ama aventura, com certeza valerá a pena.

    A jornada também requer permissões especiais e guias especializados devido à sua localização nas terras Indígenas Yanomami.

    👉 Explore a aventura: Expedição ao Parque Nacional Pico da Neblina

    Descubra as melhores trilhas no Brasil com o PlanetaEXO!

    Não há dúvida de que o Brasil é um dos melhores lugares para fazer caminhadas. Seja em campos de areia branca ou em regiões montanhosas que dividem espaço com cachoeiras e piscinas naturais, a aventura é sempre inesquecível.

    O PlanetaEXO, um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, conecta você com os melhores operadores locais para garantir uma viagem autêntica e sustentável em alguns dos destinos de natureza mais deslumbrantes do país. Entre em contato conosco agora!

  • Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    À medida que o desmatamento ameaça a Amazônia, o ecoturismo surge como uma solução importante, com startups como o PlanetaEXO liderando o caminho no apoio à conservação e às comunidades locais.

    A floresta amazônica, muitas vezes referida como os “pulmões da Terra”, enfrenta um dos seus desafios mais críticos em décadas. As taxas de desmatamento dispararam, com mais de 10.000 quilômetros quadrados de floresta sendo desmatados anualmente, impulsionados pela extração ilegal de madeira, mineração e conversão de terras para a agricultura. Além disso, incêndios florestais recordes e secas persistentes estão piorando a situação, com mais de 50.000 incêndios ativos em todo o Brasil.

    O turismo sustentável na Floresta Amazônica está surgindo como uma estratégia viável para combater essa crise ambiental e, ao mesmo tempo, apoiar as comunidades locais.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica
    “As visitas guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas.” – Foto: João Paulo Krajewski

    O PlanetaEXO, uma startup dedicada a viagens ecológicas, tem trabalhado em estreita colaboração com estas comunidades para oferecer passeios na Amazônia, que dão prioridade tanto à conservação ambiental como à capacitação da comunidade. “Vimos em primeira mão como os ecolodges e as excursões guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas “, diz Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    “Ao conectar os viajantes com experiências autênticas que beneficiam as comunidades locais, estamos promovendo um modelo de turismo que apoia tanto as pessoas como o planeta”, acrescenta.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica: como ele pode reduzir o desmatamento?
    Um santuário para a biodiversidade e um símbolo do turismo sustentável: Reserva Ecológica do Cristalino

    De acordo com um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o ecoturismo na floresta amazônica poderia reduzir o desmatamento, proporcionando uma fonte alternativa de rendimento às indústrias que exploram a floresta tropical.

    O WWF sugere que o turismo responsável pode ajudar a manter mais de 50% da biodiversidade da floresta, ao mesmo tempo que enfrenta os desafios climáticos, protegendo grandes extensões de terra do desmatamento.

    Empowering Local Communities through Sustainable Tourism

    Os benefícios do turismo sustentável não se limitam à proteção ambiental. O ecoturismo também está criando oportunidades econômicas para as comunidades locais, incluindo muitos grupos indígenas, que há muito tempo atuam como guardiões da Amazônia.

    Um exemplo poderoso dessa transformação, destacado pelo Projeto Draft, é a história de Roberto Brito Mendonça, de Iranduba, Amazonas. Como seu pai e avô antes dele, Roberto era um madeireiro, usando a floresta para sustentar sua família. Em 2008, quando suas terras passaram a fazer parte da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, seu sustento ficou em risco. Diante da incerteza, Roberto voltou-se para o turismo e, em 2012, começou a administrar a Pousada do Garrido, uma das 24 empresas de turismo da região.

    Ecoturismo na floresta amazônica - uma solução para o desmatamento
    “A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, quero dizer especialmente as vidas humanas que fazem parte dela”, diz Roberto Brito.

    “O acesso à educação e à tecnologia é essencial para a sustentabilidade”, diz Roberto. “Se todos tivessem essa oportunidade, poderíamos traçar um novo rumo para a floresta. A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, refiro-me especialmente às vidas humanas que fazem parte dela.”

    A sua história é um testemunho de como o turismo sustentável pode oferecer uma alternativa às indústrias extrativistas, permitindo que as comunidades locais preservem tanto a natureza como o seu modo de vida.

    Ecolodges dando o exemplo

    Lodges como o Uakari Lodge, na Reserva Mamirauá, em Tefé, e o Cristalino Lodge, em Alta Floresta, Mato Grosso, são exemplos de como as pousadas ecológicas desempenham um papel fundamental no ecoturismo. O Uakari, localizado num ecossistema semi inundado que representa 3% da Amazônia, tem como objetivo proteger a biodiversidade local e apoiar onze comunidades locais.

    O hotel opera com sustentabilidade em seu núcleo, usando energia solar, coletando e armazenando água da chuva e tratando o esgoto com microorganismos em vez de produtos químicos. Até as telhas do telhado são feitas de garrafas de plástico recicladas.

    Ecolodges liderando práticas sustentáveis - Uakari Lodge
    “O Uakari Lodge tem como objetivo proteger a biodiversidade local e, ao mesmo tempo, apoiar onze comunidades locais.”

    Os hóspedes são incentivados a reduzir ao mínimo o consumo de energia e todos os resíduos são tratados antes de serem devolvidos ao rio. Através do seu modelo de turismo comunitário, Uakari oferece oportunidades e formação à população local, assegurando que as operações do lodge têm um impacto mínimo no ambiente.

    Ecotourism in the Amazon Rainforest - A Solution to Deforestation

    Enquanto isso, o Cristalino Lodge se destaca como um ecolodge aninhado em uma das maiores reservas privadas da Amazônia, protegendo mais de 11.000 hectares de floresta – uma área quase duas vezes maior que a Ilha de Manhattan. Esta vasta área é mantida em condições intocadas, rica em biodiversidade, e apoia esforços críticos de conservação.

    Cristalino Jungle Lodge liderando o ecoturismo na Floresta Amazônica pelo exemplo
    Estar no topo da torre de 164 pés do Cristalino Lodge é uma visão de tirar o fôlego. – Foto: Andre Dib

    O lodge adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza, com sistemas de tratamento de efluentes e águas residuais, aquecimento solar de água, energia solar e reciclagem – todos protocolos concebidos para minimizar o impacto das suas operações. Ao limitar o número de hóspedes por guia em cada passeio, o Cristalino garante uma experiência de baixo impacto.

    Painéis solares instalados em um ecolodge sustentável na floresta amazônica
    “A pousada adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza.” – Foto Samuel Melim

    Os visitantes de ambos os lodges embarcam em caminhadas e excursões guiadas, experimentando a surpreendente complexidade dos ecossistemas da Amazônia.

    O Uakari Lodge serve de santuário para espécies únicas como o uakari de cara branca, enquanto o Cristalino Lodge apoia pesquisas que documentam mais de 1.356 espécies diferentes de plantas, incluindo seis até então desconhecidas pela ciência.

    Ao promover o turismo de baixo impacto, tanto o Uakari como o Cristalino contribuem para a preservação da floresta , ao mesmo tempo que proporcionam meios de subsistência sustentáveis às comunidades locais.

    Impacto econômico e global do turismo sustentável na Amazônia

    A comparação econômica entre o turismo sustentável e a exploração privada na Amazônia realça a importância das viagens ecológicas. De acordo com o Banco Mundial, o turismo sustentável na Amazônia está avaliado em cerca de 2,3 mil milhões de dólares por ano.

    Embora este valor represente apenas cerca de 5% dos 45 mil milhões de dólares gerados pela exploração privada da floresta através da agricultura, da exploração da madeira e da mineração, o ecoturismo é um aliado essencial nos esforços de conservação.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica, Brasil
    Foto: Samuel Melim

    Para além do seu valor financeiro, o turismo sustentável sensibiliza para a crise do desmatamento da Amazônia e para o seu impacto no clima global. Os turistas que testemunham a destruição em primeira mão são frequentemente inspirados a apoiar projetos de conservação nos seus países de origem. O ecoturismo também contribui para a educação ambiental, o que ajuda a promover uma compreensão mais profunda da necessidade de práticas sustentáveis em todo o mundo.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica - Araras Azuis
    Foto: Jorge Lopes

    Com as viagens ecológicas a contribuírem cada vez mais para a proteção e recuperação da natureza, o ecoturismo é capaz de moldar as opiniões globais sobre o desmatamento. Os viajantes apoiam estes esforços, criando uma situação vantajosa para todos, em que o turismo financia a preservação dos recursos naturais na Amazônia.

    Viaje com propósito, preserve a Amazônia!

    Como o desmatamento continua a ameaçar um dos ecossistemas mais importantes do mundo, o turismo sustentável oferece um caminho a seguir. Através da mudança dos incentivos econômicos e da sensibilização global, é possível reduzir a pressão sobre a Amazônia e proteger a sua biodiversidade para as gerações futuras.

    No PlanetaEXO, acreditamos que cada viajante tem o poder de fazer a diferença. Nossos passeios ecológicos oferecem experiências turísticas autênticas e responsáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades que dependem da floresta. Ao escolher o turismo sustentável, todos nós podemos ser parte da solução.

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