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  • Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Os Lençóis Maranhenses recebem visitantes o ano todo, mas o clima fica estável e as lagoas icônicas transbordam logo depois da estação chuvosa

    A melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses, como explicamos no nosso guia de viagem dos Lençóis Maranhenses, vai de maio a setembro, quando as lagoas atingem o volume máximo depois da estação chuvosa e o clima costuma ser mais estável.

    Aerial view of the dunes of Brazil with winding water channels reflecting the golden light of a vibrant sunset.
    Photo: Marcio Cabral

    Fora desse período, o destino continua oferecendo boas opções de lazer e contato com a natureza, mas a mudança de cenário provocada pelo clima altera os roteiros, principalmente no que diz respeito às lagoas.

    Ou seja, dá para aproveitar as dunas do Brasil o ano inteiro, mas saber quando ir aos Lençóis Maranhenses faz diferença: vale marcar a viagem na época certa para as atividades que você procura.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, preparou este guia completo com todo o cuidado. Confira abaixo!

    O clima nos Lençóis Maranhenses

    Os Lençóis Maranhenses têm clima tropical, com pouca variação de temperatura ao longo do ano. A estação chuvosa (de fevereiro a abril) traz chuvas intensas que levam lagos e rios ao nível máximo de água. A temperatura média fica entre 30°C e 32°C.

    Na estação seca (de maio a setembro), as temperaturas mudam pouco (31°C a 33°C) e as chuvas cessam, mas as lagoas continuam cheias: perfeitas para nadar, mergulhar e se refrescar em um clima estável e agradável.

    Nos meses seguintes, a partir de outubro, as lagoas começam a recuar, revelando a imensidão das dunas de areia e oferecendo uma forma diferente, mas igualmente marcante de conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

    Atenção: dá para indicar os padrões típicos de clima e as condições das lagoas nos Lençóis Maranhenses, mas o tempo é, por natureza, imprevisível. Como o volume de chuva e o estado das lagoas mudam de um ano para o outro, vale conferir a previsão do tempo dos Lençóis Maranhenses mais recente ao planejar a viagem, para ter expectativas mais precisas sobre a sua visita.

    Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses e suas lagoas: mês a mês

    As milhares de lagoas dos Lençóis Maranhenses são, sem dúvida, a principal atração do parque nacional. De tamanhos e profundidades variados, elas são conhecidas pelas águas de um azul cristalino e pelas condições perfeitas para nadar, mergulhar ou relaxar.

    Mas a formação delas está diretamente ligada ao volume de chuva. Vale a pena entender como se formaram os Lençóis Maranhenses em detalhes: é por isso que alguns meses são mais favoráveis do que outros para aproveitá-las.

    As lagoas dos Lençóis Maranhenses não são permanentes: são água de chuva presa entre as dunas. A chuva cai de janeiro a maio e enche as depressões da areia; a partir de outubro o sol evapora tudo até o deserto ficar branco de novo. É por isso que o mesmo parque parece outro lugar dependendo do mês em que você chega.

    Gráfico do nível das lagoas dos Lençóis Maranhenses mês a mês, baixo de dezembro a fevereiro e cheio de junho a setembro

    Mês Nível das lagoas O parque
    Janeiro ~10% O mês mais seco, dunas à vista
    Fevereiro ~20% Primeiras chuvas, primeiras lagoas
    Março ~40% Chuva forte, lagoas novas todo dia
    Abril ~60% O primeiro banho de verdade do ano
    Maio ~80% Lagoas formadas e o parque ainda vazio
    Junho ~95% Céu azul e lagoas no auge
    Julho 100% Água no máximo, alta temporada
    Agosto ~95% Ainda cheias, menos gente, começa o kitesurf
    Setembro ~75% Último mês com as lagoas cheias
    Outubro ~40% Diminuindo, mas ainda dá para nadar
    Novembro ~20% Muitas lagoas somem, as dunas dominam
    Dezembro ~10% Quase secas, restam algumas em Santo Amaro

    Médias de um ano típico. O volume de chuva muda de um ano para o outro.

    Lençóis Maranhenses em janeiro

    Janeiro traz um clima tranquilo enquanto as dunas se estendem por toda parte. Ideal para explorar com calma, é o período mais seco da região. As paisagens são diferentes, mais brancas e douradas (por causa da areia e da luz do sol) e com menos azul das lagoas, mas a beleza continua inegável.

    Durante o dia, as temperaturas ficam em torno de 31°C (87°F) e caem para 25°C (77°F) à noite. O clima é quente e úmido, então vale levar roupas leves e frescas.

    The sun sets brightly over undulating sand dunes and a shallow stream winding through the Lencois Maranhenses National Park in Brazil.
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    Por que visitar em janeiro?

    Janeiro marca a baixa temporada nos Lençóis, ideal para quem busca sossego e tranquilidade. Com menos movimento turístico e vistas livres, é também um ótimo momento para fotografia.

    Mesmo com as lagoas fora do auge, ainda dá para encontrar alguns pontos específicos para um mergulho refrescante.

    Lençóis Maranhenses em fevereiro

    Fevereiro é o mês de transição para a estação chuvosa, ideal para aproveitar os Lençóis antes do aumento das chuvas. As condições do clima mudam pouco e, assim como em janeiro, as temperaturas são amenas, mas as brisas suaves ficam bem mais perceptíveis.

    Por que visitar em fevereiro?

    Como fevereiro dá início à estação chuvosa, você vê as lagoas se enchendo aos poucos, um prenúncio da mudança de cenário. É um ótimo momento para fazer trilhas pelo parque e visitar áreas isoladas, como o Oásis da Baixa Grande e a Queimada dos Britos.

    👉 Explore a aventura: Travessia de 5 dias nos Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em março

    As temperaturas seguem a média de janeiro e fevereiro, acompanhadas de uma brisa agradável. Com a umidade chegando a 83%, o clima fica bastante abafado.

    Com o começo da estação chuvosa, uma renovação intensa toma conta do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Alimentadas pela chuva, novas lagoas se enchem a cada dia.

    A single person walks along the edge of a vibrant blue lagoon winding through vast white sand dunes under a dramatic cloudy sky.
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    Por que visitar em março?

    Março é um bom mês para ir, com a estação chuvosa a todo vapor. As lagoas ficam mais cheias e o cenário fica mais marcante. Também é ótimo para fazer trilhas, com temperaturas agradáveis e menos turistas por perto.

    👉 Descubra o trekking no Brasil

    Lençóis Maranhenses em abril

    As temperaturas variam de 25–30°C (77–86°F). Prepare-se para um clima quente com uma brisa suave. Embora as lagoas ainda não estejam no auge, abril traz a primeira oportunidade do ano de realmente nadar nas águas que começam a se formar.

    O clima agradável cria o cenário ideal para explorar a região, permitindo aproveitar trilhas e passeios com conforto.

    Por que visitar em abril?

    Trekking e todo tipo de diversão ao ar livre são ótimas atividades neste mês. Aproveite os Lençóis sem passar calor demais nem pegar muita chuva!

    👉 Leia mais: curiosidades sobre os Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em maio

    Em maio, as chuvas intensas diminuem, embora ainda seja possível enfrentar algumas tempestades rápidas. O clima é quente, a umidade é alta e inúmeras lagoas estão totalmente formadas entre as dunas, prontas para receber os visitantes.

    Ainda assim, é apenas o início da alta temporada, ou seja, o parque continua relativamente vazio. Por isso, muitos consideram maio a melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses.

    A woman sits on a patterned towel atop a dune, enjoying the warm Lençóis Maranhenses weather and watching the sunset over a serene lagoon.
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    Por que visitar em maio?

    Com menos chuva e as lagoas completamente cheias, maio é um mês excelente para reservar a viagem, graças ao menor movimento turístico e aos preços bem mais baixos. Época ótima para todas as principais atividades dos Lençóis, como trekking e banho de lagoa!

    Lençóis Maranhenses em junho

    Junho é um mês de inverno no Brasil, mas é justamente quando os Lençóis Maranhenses ficam no auge. Clima quente, menos umidade, poucas chances de chuva, céu de um azul intenso e lagoas totalmente cheias: tudo o que você precisa para viver uma grande experiência!

    Conforme a alta temporada avança, o parque nacional fica mais movimentado, mas nada que atrapalhe a sua viagem.

    Aerial view of vibrant blue pools nestled among stark white sand dunes, highlighting the Lençóis Maranhenses best time to visit lagoons months.
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    Por que visitar em junho?

    As lagoas estão no melhor momento e o clima fica bastante estável em junho. É uma época excelente para nadar, fazer passeios de barco pelo Rio Preguiças e trekking.

    Lençóis Maranhenses em julho

    As temperaturas mantêm uma média de 31°C (88°F) durante o dia e 24°C (76°F) à noite. Menos úmido e com pouca chance de chuva, julho preserva as ótimas condições para aproveitar os Lençóis.

    Por que visitar em julho?

    A alta temporada bomba em julho por causa das férias escolares no Brasil. O astral fica animado, mas ainda oferece momentos de relaxamento para quem precisa de um descanso mais que merecido, principalmente em Atins e Santo Amaro, as cidades-base mais tranquilas do parque nacional.

    👉 Leia mais: como chegar aos Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em agosto

    Agosto ainda é alta temporada, mas o parque fica menos cheio com o fim das férias escolares. O clima nos Lençóis Maranhenses é quente (32°C, 90°F) e a chance de chuva é bem pequena, então é uma ótima época para se refrescar nas lagoas e fazer passeios de barco.

    Agosto também é quando a temporada de kitesurfe começa a bombar. A Praia de Atins recebe turistas do mundo todo, que enchem o céu de kites coloridos.

    Por que visitar em agosto?

    Agosto é animado, mas um pouco menos cheio que julho, mesmo sendo alta temporada. É uma ótima época para aproveitar tudo o que os Lençóis Maranhenses oferecem e, quem sabe, fazer algumas aulas de kitesurfe na Praia de Atins!

    Lençóis Maranhenses em setembro

    Setembro ainda é considerado uma das melhores épocas para conhecer os Lençóis Maranhenses. O clima é quente, a umidade é baixa, a chance de chuva é quase zero e o parque fica ainda menos cheio.

     Top-down view of a person swimming in crystal-clear, shallow water over a textured sandy bottom during a Lençóis Maranhenses tour.
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    Por que visitar em setembro?

    Este mês oferece uma perspectiva diferente do parque. Com a baixa temporada se aproximando, você explora as imensas dunas de areia em um cenário mais tranquilo, longe das multidões de sempre. É a sua última chance de ver as lagoas completamente cheias!

    Lençóis Maranhenses em outubro

    O clima é quente e seco, o que significa que as lagoas vão ficando menores. O parque nacional fica ainda menos cheio, já que outubro marca o início da baixa temporada.

    Por que visitar em outubro?

    Mesmo sem estar no nível máximo, as lagoas ainda ficam cheias o suficiente para um mergulho refrescante. Outubro é mais calmo e tranquilo, perfeito para trilhas relaxantes, contato com a natureza e convívio com os moradores da região.

    Lençóis Maranhenses em novembro

    Novembro traz temperaturas entre 26–32°C (78–90°F), acompanhadas de ventos moderados. É quando o parque fica quase vazio, com as lagoas diminuindo e algumas até desaparecendo.

     A group of tourists walks across a dry, brown lagoon bed surrounded by large white sand dunes during the dry season.
    Photo: Glauco de Souza Santos

    Por que visitar em novembro?

    Com menos gente por perto e uma brisa agradável, novembro é uma ótima época para quem quer conhecer a natureza do parque de um jeito mais descontraído. É especialmente bom para fazer trekking e apreciar a beleza das dunas de areia.

    Lençóis Maranhenses em dezembro

    É difícil encontrar lagoas em dezembro, mas algumas resistem em Santo Amaro. Quem quer se refrescar pode curtir o mar e experimentar o kitesurfe na Praia de Atins, já que as temperaturas são altas e os dias costumam ter bastante vento.

     Tall palm trees cast shadows on a white beach overlooking calm ocean waters where boats cruise, showing how to get to Lençóis Maranhenses.
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    Por que visitar em dezembro?

    Mesmo com as lagoas quase secas, dezembro é um bom mês para quem quer fazer trilhas e aproveitar o parque com menos movimento turístico antes da estação chuvosa. Apesar da seca, Santo Amaro e a Praia de Atins são ótimos lugares para atividades aquáticas.

    Explore as dunas de areia e as lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Como você viu, a melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses depende do que você procura, já que o parque oferece experiências incríveis mesmo quando as lagoas icônicas não estão no auge.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, cuida de tudo o que você precisa para uma viagem memorável: a escolha da época ideal, roteiros sob medida, hospedagem, transfers e muito mais. Fale com a gente agora!

  • Melhor safári no Pantanal

    Melhor safári no Pantanal

    Quer explorar as maravilhas naturais do Brasil? Conheça os melhores passeios para a sua viagem ao Pantanal!

    Os melhores safáris no Pantanal são aqueles que proporcionam imersão total neste bioma fascinante, com muitas atividades voltadas a explorar sua biodiversidade impressionante.

    Com uma área de mais de 210.000 km², o Pantanal é o maior santuário de vida selvagem do Brasil. Alguns dos animais mais célebres do país vivem neste território, como jacarés, capivaras, araras e os maiores felinos das Américas: as onças-pintadas.

    👉 Veja nossos safáris e vida selvagem no Brasil

    O PlanetaEXO é especialista em pacotes para o Pantanal e escolhe a dedo os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem tenha roteiros variados, ótimas opções de hospedagem, práticas sustentáveis e momentos que ficam na memória. Confira!

    A wild jaguar walking on a river sandbar observed by tourists on a boat during a Jaguar safari in the Pantanal Brazil.
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    Safáris no Pantanal Norte e Sul

    Antes de começar a planejar a sua viagem, vale saber que o Pantanal é tão vasto e rico que se divide em dois lados: o Norte, no estado do Mato Grosso (com acesso por Cuiabá), e o Sul, no Mato Grosso do Sul (por Campo Grande). Como era de se esperar, as experiências em cada região são diferentes e merecem atenção antes de você fechar a reserva.

    O Pantanal Norte é ideal para ver onças-pintadas e fazer safáris de barco. A abundância de vida selvagem torna a área perfeita para fotógrafos e amantes da natureza ansiosos por avistar algumas das espécies mais fascinantes da América Latina.

    👉 Veja nossos safáris de onça-pintada no Pantanal

    Já o Pantanal Sul é conhecido pela imersão cultural e pelas experiências tradicionais de fazenda, que unem a pecuária a atividades de ecoturismo, como cavalgadas e passeios de canoa. Ver onças no Sul é bem mais difícil, embora não impossível, mas a observação de fauna continua imperdível!

    Travelers on a motorboat navigate a calm river during a vibrant orange sunset in the Pantanal
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    👉 Saiba mais sobre o Pantanal:

    Safáris de onça-pintada no Pantanal

    Como o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas, o Pantanal Norte é o principal destino, ainda que não o único, para quem tem como meta avistar esse felino magnífico.

    Além disso, os safáris de onça costumam ser um pouco mais caros que outras expedições, por causa das técnicas específicas usadas para que os viajantes aproveitem a experiência ao máximo sem estressar os animais.

    Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre

    Um dos principais safáris no Pantanal saindo de Cuiabá, esta experiência acontece em Porto Jofre, no município de Poconé, no fim da Rodovia Transpantaneira. São atividades incríveis para os amantes da natureza que sonham em ver onças circulando livremente pelo seu habitat natural.

    Navegando pelas águas calmas do Rio Cuiabá, você vai ver onças cochilando tranquilamente sobre as árvores, caminhando pelas margens, nadando ou até caçando. Guias locais acompanham o safári de barco para levar você aos melhores pontos de observação e dividir tudo o que sabem sobre o Pantanal.

    O passeio inclui hospedagem aconchegante, refeições deliciosas, transfers de ida e volta entre Cuiabá e Porto Jofre, guias que falam inglês, e safáris de barco diários para ver onças e outros animais do Pantanal, como tamanduás-bandeira, jacarés e centenas de espécies de aves.

    Two jaguars fighting in a river, a rare and intense wildlife sighting on a Jaguar safari.
    @larissa.pantanal

    👉 Reserve agora: Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre

    Fotografia de Onças no Pantanal

    Ideal para fotógrafos profissionais e amadores, este passeio de fotografia no Pantanal saindo de Cuiabá leva você ao coração do bioma para capturar e eternizar toda a sua beleza.

    Você será acompanhado por guias locais com vasta experiência em fotografia de natureza, que ajudam com as melhores técnicas para registrar imagens incríveis de onças-pintadas, araras, veados-mateiros, tuiuiús e muito mais.

    Quanto à hospedagem, há duas opções: o Flotel, um hotel flutuante na entrada do Parque Estadual Encontro das Águas, e o Berco Lodge, uma pousada clássica do Pantanal.

    A wildlife photographer capturing a jaguar on a riverbank during a specialized Pantanal safari.
    @larissa.pantanal

    👉 Reserve agora: Fotografia de Onças no Pantanal

    Safári de Luxo de Onça-Pintada no Pantanal Sul

    Sem dúvida um dos passeios no Pantanal saindo de Campo Grande mais marcantes, esta experiência é a mistura perfeita entre imersão na natureza e uma hospedagem de alto padrão.

    Embora aconteça no Sul, 100% dos visitantes que reservaram este safári nos últimos anos avistaram onças-pintadas. Isso graças à Casa Caiman e ao Onçafari, projeto de conservação que busca acostumar os animais à presença humana, o que amplia a consciência ambiental e ajuda a desenvolver o ecoturismo da região.

    Além da experiência sem igual de ver onças, as atividades incluem passeios de canoa, trilhas ecológicas e expedições noturnas para observar ainda mais a fauna.

    Hospedar-se no Caiman, uma das pousadas mais bem avaliadas do Pantanal, leva as suas férias a outro nível. Os quartos têm ar-condicionado, banheiro privativo e varanda, decoração sofisticada, além de sauna, academia, fogueira, piscina, decks para banho de sol, restaurante e bar. Tudo o que você precisa numa hospedagem de luxo!

    Safari vehicles parked on a dirt road observing jaguars crossing the path during a sustainable wildlife tour.
    Photo: Edu Fragoso

    👉 Reserve agora: Safári de Luxo de Onça-Pintada

    Safári de vida selvagem no Pantanal

    Os safáris de vida selvagem também são uma forma fantástica de explorar a fauna nativa. Como a maioria acontece no Sul, as chances de ver onças são pequenas, mas você ainda vai encontrar animais incríveis do Pantanal. Pelo mesmo motivo, essas experiências saem mais em conta, o que as torna uma ótima opção para quem viaja com o orçamento mais apertado.

    Guiados por especialistas, esses passeios no Pantanal são perfeitos para quem quer mergulhar de cabeça em um dos ecossistemas mais cativantes do mundo.

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande

    Safáris fotográficos, saídas noturnas e passeios de barco no Rio Aquidauana são atividades incríveis para observar a fauna do Pantanal, enquanto cavalgadas, trilhas e pesca de piranha revelam um pouco mais da vida local. Você vai se sentir um verdadeiro pantaneiro!

    Guias que falam inglês acompanham você durante toda a viagem para escolher os melhores lugares para observar antas, tamanduás-bandeira e o imponente tuiuiú.

    Na pousada, encha o prato com comida caseira feita com ingredientes frescos, divirta-se nas áreas de lazer, que incluem até uma quadra de vôlei de praia, e aproveite cada momento dessa hospedagem excepcional!

    A giant anteater with its distinctive long snout and black-and-white striped fur walks through shallow water and green aquatic plants in the Pantanal wetlands.
    Photo: Samuel Melim

    👉 Reserve agora: Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande

    Pantanal Sul Selvagem: Aventura na Planície Alagada Remota

    A Nhecolândia é uma das microrregiões mais emblemáticas do Pantanal, famosa por seus campos abertos, manchas de mata e lagoas sazonais perto do Rio Negro. Essa terra intocada é perfeita para quem tem sede de aventura e busca experiências no fundo da natureza.

    Embora os safáris de vida selvagem costumem ser econômicos, este se destaca pela exclusividade, pelos serviços de alto padrão e pelas atividades autênticas em uma área remota. Explore as áreas alagadas para avistar (e fotografar) algumas das espécies mais bonitas do Brasil: tatus-canastra, araras, capivaras, tucanos e muito mais.

    Além dos safáris fotográficos, o roteiro inclui canoagem, pesca e cavalgadas. Ao cruzar as planícies alagadas a cavalo, você vai entender de verdade o que é a vida pantaneira. Não esqueça o chapéu de vaqueiro!

    Ao anoitecer, relaxe em belos ecolodges com camas confortáveis, ar-condicionado, banheiro privativo, decoração charmosa e comodidades premium. Nas áreas comuns, aproveite o lounge, a biblioteca, o jardim ou o pomar. As duas opções de hospedagem (Baía das Pedras e Barranco Alto) oferecem vistas lindas do Pantanal que vão te deixar de queixo caído.

    View from inside a jeep traversing wet terrain, typical of an authentic Pantanal safari adventure.
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    Viagem ao Pantanal e Bonito no Brasil

    O Mato Grosso do Sul é abençoado com a diversidade natural dos biomas brasileiros, incluindo o Pantanal, o Cerrado e a Mata Atlântica.

    Neste safári de 5 dias pelo Pantanal, explore a maior planície alagada do planeta com passeios de barco, cavalgadas e safáris de fauna em veículos 4×4 para ver jaguatiricas, jacarés, ariranhas e veados em seu habitat natural.

    No terceiro dia, você pega a estrada rumo a Bonito (2 horas de viagem), onde vai conhecer alguns dos cenários mais bonitos do Brasil, como a Gruta de São Miguel, o Parque Ecológico Vale do Anhumas, a Barra do Sucuri e o Rio Formoso. Trilhas, banho em piscinas naturais e flutuação em rio são só algumas das atividades incríveis incluídas nesta viagem.

    Escolha a hospedagem para os dois destinos conforme suas preferências e necessidades. Todas as opções de hotel oferecem serviços excelentes, refeições deliciosas, pensão completa no Pantanal e meia pensão em Bonito, e estrutura adequada para casais, famílias ou quem viaja sozinho.

    Tourists snorkeling in a clear river with Dorado fish, a unique underwater Pantanal experience.
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    👉 Reserve agora: Viagem de 5 dias pelo Pantanal e Bonito no Brasil

    Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    Se você planeja viajar para o Pantanal Norte, uma excelente opção é este passeio saindo de Cuiabá. Em Poconé, participe de saídas noturnas, passeios de barco, cavalgadas e trilhas.

    Ver onças aqui pode ser difícil, embora não impossível, mas você ainda vai viver uma experiência emocionante nos safáris fotográficos para observar tuiuiús, cervos-do-pantanal e capivaras. Não deixe de registrar também a beleza da flora: vitórias-régias, orquídeas silvestres, bromélias e ipês (a flor nacional do Brasil).

    Aproveite os serviços premium da sua hospedagem e deixe o cansaço e as preocupações se dissolverem. Caia na piscina, pegue um bronzeado no deck e admire a paisagem natural.

    A silhouette of a capybara in tall grass during a golden sunset, with two small birds perched on its head and back
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    👉 Reserve agora: Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    Quanto custa um safári no Pantanal?

    O custo médio de um safári no Pantanal é de R$ 10.530 por pessoa. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a temporada, a duração da viagem, etc.

    Veja as principais informações abaixo e escolha a sua favorita!

    SAFÁRI DESTAQUES PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre (Cuiabá) Avistamento de onças, observação de fauna, passeios de barco, saídas noturnas. R$ 13.790
    Fotografia de Onças no Pantanal Visite áreas estratégicas para capturar ótimas imagens de onças e outros animais. Perfeito para fotógrafos profissionais e amadores. R$ 19.290
    Safári de Luxo de Onça-Pintada Ecolodge de alto padrão com ótimas chances de ver onças no Pantanal Sul (o único fora do Norte). R$ 16.680
    Passeio de vida selvagem no Pantanal (Campo Grande) Safári noturno e fotográfico, pesca de piranha, passeios de barco, cavalgadas. R$ 5.995
    Passeio de vida selvagem no Pantanal (Cuiabá) Safáris noturnos e fotográficos, trilhas, cavalgadas, passeios de barco no Rio Aquidauana. R$ 7.065
    Pantanal Sul Selvagem: Aventura na Planície Alagada Remota Observação de fauna, caminhadas guiadas, canoagem e cavalgadas em uma das áreas mais selvagens do Pantanal. R$ 11.860
    Viagem ao Pantanal e Bonito Safáris e passeios de barco no Pantanal Sul seguidos de mergulho e banho nos rios e piscinas naturais de Bonito. R$ 7.270

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 13 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Two travelers paddling a canoe through calm waters, an immersive way to explore the wetlands during a Pantanal tour.
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    Avaliações dos safáris no Pantanal

    Não há dúvida de que o Pantanal, no Brasil, é um dos destinos de ecoturismo mais espetaculares do planeta, mas o que dizem os viajantes? Com os melhores operadores do mercado, o PlanetaEXO já levou centenas de turistas a esse paraíso ao longo dos anos.

    Veja o que os nossos clientes acham de alguns dos nossos safáris no Pantanal!

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    Reserve a sua viagem ao Pantanal com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros pelo Pantanal. Trabalhamos para transformar as suas férias dos sonhos em realidade, ajudando com reservas, roteiros sob medida e tudo mais que você precisar.

    Também conectamos você aos melhores operadores do Pantanal para criar viagens autênticas que vão ficar para sempre na sua memória e no seu coração. Fale com a gente agora!

  • Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Não sabe qual é a melhor época para viajar para a Amazônia? Este guia ensina tudo sobre as estações da floresta e ajuda você a planejar as próximas férias!

    Com duas estações muito bem definidas (época de cheia e época de seca), a melhor época para visitar a Amazônia depende do que você procura na Floresta Amazônica. É um destino para o ano inteiro, mas alguns períodos favorecem certas atividades mais do que outros.

    O calor está presente o ano inteiro, mas é na umidade que você deve prestar atenção, afinal, é uma floresta tropical. A chuva costuma aparecer todos os dias, mas há momentos específicos em que as tempestades ficam mais frequentes. E não se preocupe: sua experiência não vai ser prejudicada!

    Para ajudar no planejamento das suas férias, o PlanetaEXO, plataforma especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia sobre quando ir para a Amazônia e reservar sua viagem. Confira abaixo!

    Visitar a Amazônia na época de cheia

    Dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril e maio

    A época de cheia é quando as chuvas são mais intensas, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica um pouco mais ameno, com temperatura média de 25,8 ºC (78 ºF).

    As tempestades atingem a floresta todos os dias, mas sua viagem não vai ser prejudicada, já que elas duram cerca de uma hora por dia. Quando o céu abre, você pode retomar as atividades ao ar livre e aproveitar o passeio.

    Outro destaque impressionante da estação chuvosa são os igapós. A chuva intensa faz com que algumas áreas da floresta fiquem inundadas. Dependendo do nível dos rios, a água pode chegar a até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto os animais aquáticos quanto os humanos.

    Large Samauma tree with buttress roots submerged in the dark waters of the flooded Amazon forest.
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    O inverno amazônico

    Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (de dezembro a março) atinge os estados do Norte.

    Apesar do nome, a estação não tem a ver com temperatura, que continua alta como sempre, e sim com a intensidade das chuvas, que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que o volume de chuva que normalmente cairia em um mês inteiro caia em dois ou três dias.

    Esse fenômeno acontece por alguns motivos:

    • Ausência de estações bem definidas no Norte
    • Oscilação de uma faixa de nuvens sobre a linha do Equador
    • Transporte de umidade vindo do Atlântico Norte
    • Fenômenos climáticos específicos, como o La Niña

    Nada disso prejudica a sua experiência de viagem, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras nesse período, como detalhamos a seguir.

    O que fazer durante a época de cheia na Amazônia?

    Esta é a estação perfeita para os roteiros aquáticos. Por causa das chuvas fortes, você não caminha pela floresta, você navega por ela:

    • Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre copas de árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
    • Observação de fauna: Os animais terrestres costumam subir para as copas quando a floresta inunda, o que facilita muito avistar preguiças e macacos. Várias espécies de aves e os famosos botos-cor-de-rosa também aparecem com frequência.
    • Destinos para a época de cheia na Amazônia: o Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar nesse período. Explore labirintos de água, admire a fauna e participe de passeios de canoa.
    • Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma ótima forma de viver a natureza sob uma perspectiva totalmente nova.
    Tourist navigating a canoe through the green canopy of the flooded Amazon rainforest looking up at the trees.
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    👉 Leia mais: Cruzeiro na Amazônia

    Visitar a Amazônia na época de seca

    Junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro

    Entre junho e novembro, a época de seca deixa a temperatura mais quente, com média de 27,9 ºC (82 ºF). Ainda chove, mas com menos frequência e menor volume de água. Isso permite que as cheias escoem, liberando várias trilhas que antes estavam submersas, embora ainda exista uma quantidade considerável de áreas alagadas.

    Menos chuva também significa rios mais baixos e uma visão melhor de diferentes espécies de peixes e até dos botos-cor-de-rosa. Quando a água baixa, os animais aquáticos ficam com menos espaço para nadar, então se concentram em zonas menores.

    Fique atento: de outubro a dezembro, as secas prolongadas estão ficando mais frequentes, o que faz os rios encolherem, limita o acesso a algumas áreas e pode reduzir os encontros com certas espécies de animais e plantas. A expectativa é que os rios comecem a subir aos poucos em novembro e dezembro. As condições melhoram bastante em janeiro, então a recomendação é reservar o seu tour a partir desse mês.

    Young boy standing at the entrance of a mossy cave exploring the Amazon jungle.
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    O que fazer durante a época de seca na Amazônia?

    Os roteiros por terra são o destaque da época de seca, mas ainda dá para fazer ótimas atividades aquáticas:

    • Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para curtir praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimas opções.
    • Trilhas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas leves ou longas travessias pela floresta, incluindo cavernas e cachoeiras, além de acampamentos e caminhadas noturnas.
    • Focagem noturna: Como a área alagada diminui drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos rios principais e dos lagos que restam. À noite, a “focagem” (apontar lanternas para os olhos deles) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com um pouco de sorte, você também pode ver outras criaturas noturnas.
    • Cruzeiros fluviais na Amazônia: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis da Amazônia, porque dá para aproveitá-los tanto na época de cheia quanto na época de seca.
    Silhouette of a person doing a yoga tree pose on an Amazon river beach at sunset.
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    👉 Leia mais: Melhores Lugares para Visitar na Amazônia, no Brasil

    Alta e baixa temporada na Amazônia, no Brasil

    A alta temporada é a época do ano em que mais gente visita um determinado destino. O aumento da procura não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar pontos como preços mais altos, mais visitantes e menor disponibilidade nos melhores hotéis na Amazônia.

    Estes costumam ser os meses mais movimentados:

    • Dezembro e janeiro: feriados, férias e recessos de trabalho e escola fazem as pessoas viajarem mais.
    • Fevereiro: o Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Depois de quatro dias de festa, o movimento turístico na Amazônia tende a crescer (normalmente na segunda metade de fevereiro, dependendo do calendário do ano).
    • Junho, julho e agosto: período de férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e da Europa.
    Two squirrel monkeys sitting on a tree branch grooming each other in the jungle.
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    A baixa temporada acontece nos meses que não citamos acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, essa é a melhor época na Amazônia!

    O clima da Floresta Amazônica

    A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Cada um deles, claro, tem suas próprias características, opções de viagem e padrões de clima.

    Para ajudar você a decidir qual é o melhor mês para ir à Amazônia, confira os widgets abaixo e veja como está o clima agora nesses lugares.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Manaus, Amazonas

    Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior parte, cerca de 29% da Amazônia brasileira, chegando a 1.450.000 km². É maior que o Peru inteiro (1.285.216 km²)!

    Por isso o Amazonas é o destino mais procurado por quem quer mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né?

    Belém, Pará

    O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. Aqui a Amazônia ocupa uma área menor, com “apenas” 930.000 km². É quase do tamanho da Tanzânia (947.303 km²), na África.

    Veja abaixo como está o clima agora em Belém, a capital do Pará.

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Alta Floresta é uma cidade de Mato Grosso com mais de sessenta e dois mil habitantes, no norte do estado e no sul da Amazônia. Aqui a floresta ocupa 470.000 km², maior que o território da Califórnia (423.967 km²).

    Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:

    A melhor época para visitar a Amazônia no Brasil é quando você quiser!

    Como é um destino para o ano inteiro, a Amazônia oferece experiências incríveis em qualquer período, e a melhor época para visitar a Amazônia depende só da sua agenda e das suas preferências.

    Agora é só escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajuda com tudo o que você precisar para transformar as suas férias em um dos melhores momentos da sua vida. Fale com a gente agora!

  • O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    Os lodges na Amazônia oferecem estadias confortáveis, serviços de alto padrão e imersão total na natureza

    Visitar a Floresta Amazônica está na lista de desejos de viajantes do mundo inteiro. Ainda assim, muita gente se pergunta se um ambiente tão selvagem é o lugar certo para esquecer o trabalho e as responsabilidades que ficaram em casa. A aventura é garantida, mas e o descanso?

    Felizmente, os melhores hotéis de selva da Amazônia no Brasil oferecem infraestrutura incrível em plena floresta, além de serviços premium e roteiros personalizados. O resultado é uma estadia de alto padrão que prova uma coisa: ecoturismo e conforto combinam perfeitamente.

    Precisa de uma mão para planejar a viagem? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou uma lista com opções de hospedagem incríveis. Confira abaixo!

    Cristalino Lodge

    Tourists stand on an observation tower above the canopy at Cristalino Lodge, a top Amazon rainforest hotel.
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    O Cristalino Lodge fica em uma reserva natural privada no sul da Amazônia. Com as melhores estadias e protocolos rígidos de preservação da floresta, é considerado um dos ecolodges mais notáveis do mundo pela National Geographic.

    A RPPN Cristalino (Reserva Particular do Patrimônio Natural) é a segunda maior reserva privada da floresta, com 27.000 acres, o dobro da ilha de Manhattan (NY). A fauna rica chama atenção: são mais de 600 espécies de aves e dezenas de mamíferos, incluindo macacos, ariranhas, catetos e antas.

    Se você ama observação de aves, ou de qualquer outro tipo de fauna, vai se apaixonar pelas torres de observação de 50 metros (164 pés), que abrem uma vista e tanto da floresta. O nascer e o pôr do sol vistos dessa altura ficam para sempre na memória!

    Depois de um dia inteiro de trilha ou canoagem nos rios Teles Pires e Cristalino, os hóspedes voltam para instalações de luxo, com bangalôs sofisticados e áreas comuns elegantes (salas de leitura e conferências, restaurante de cozinha local, bar e o querido deck flutuante).

    • Localização: Alta Floresta, Mato Grosso
    • Acesso: 40 minutos de carro a partir de Alta Floresta + trajeto de barco
    Lounge chairs and green umbrellas on the floating deck at Cristalino Lodge, an amazing Amazon eco lodge in Brazil.
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    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Anavilhanas Jungle Lodge

    A refined bungalow with a thatched roof and a hammock on the balcony at Anavilhanas Jungle Lodge in Brazil.
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    O Anavilhanas Jungle Lodge já poderia ser um dos melhores hotéis de selva na Amazônia só pela localização, no coração do Parque Nacional de Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Mas este lugar extraordinário reserva muito mais.

    Viva momentos inesquecíveis nas atividades cheias de aventura, como trilhas, passeios de barco, pesca esportiva, expedições noturnas, exploração de cavernas, passeios ao pôr do sol e por aí vai. Fique de olho para avistar jacarés, araras coloridas, botos simpáticos e outras criaturas fascinantes!

    Na parte de estrutura, este hotel de selva na Amazônia tem de tudo: bangalôs e chalés refinados com TV, frigobar, ar-condicionado, Wi-Fi, chuveiro quente e varandas privativas com vista panorâmica.

    Você ainda pode nadar na piscina, treinar na academia, relaxar com uma massagem, provar pratos brasileiros deliciosos ou tomar um drink no bar flutuante. Quem diria que a Amazônia podia ser tão luxuosa?

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A woman relaxes on a wooden floating deck over the river at Anavilhanas Jungle Lodge, one of the best Amazon lodges in Brazil.
    Photo: Felipe Castellari

    Juma Amazon Lodge

    High-end bungalows built on tall stilts over the river at Juma Amazon Lodge, a premier Amazon jungle lodge in Brazil.
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    Quando o assunto é hotel de selva em Manaus, o Juma Amazon Lodge é parada obrigatória para quem ama a natureza.

    Apoiado em práticas sustentáveis, como energia solar, tratamento de efluentes e reciclagem, o Juma é ecológico sem abrir mão de uma experiência de alto padrão. As acomodações ficam sobre palafitas de quase 15 metros (49 pés) de altura. Os bangalôs lindos ficam na copa das árvores, o que garante uma experiência imersiva e ainda protege da água nas cheias sazonais.

    Aproveite as áreas comuns do hotel: tome um drink no bar, saboreie pratos tradicionais brasileiros no restaurante, nade na piscina ou pegue um sol no deck flutuante.

    Com sede de aventura? Encare trilhas pela selva, suba em árvores, pesque piranhas, reme de canoa pelos rios amazônicos, entre nas expedições noturnas, visite comunidades indígenas e curta outras atividades que aceleram o coração!

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    • Localização: Autazes, Amazonas
    • Acesso: 45 minutos de barco a partir de Manaus + 1 hora de carro + 1 hora de barco
    A floating deck and pool illuminated at night at Juma Amazon Lodge in the Amazon rainforest.
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    Mirante do Gavião

    The unique wooden architecture of Mirante do Gavião lodge illuminated at dusk, representing one of the best Amazon jungle lodges in Brazil.
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    Você vai ficar de queixo caído ao ver o Mirante do Gavião de perto. O projeto de arquitetura marcante usa estruturas de madeira que lembram as asas de uma ave de rapina. É um aceno ao nome do lodge: o mirante de onde o gavião observa a floresta. Sacada inteligente, né?

    São três tipos de acomodação (Premium, Luxury e Tree House), e cada quarto vem com ar-condicionado, camas confortáveis, banheiro espaçoso e frigobar. Dependendo da categoria, você ainda encontra varandas privativas, redes e banheiras de hidromassagem.

    Quer um pouco de ação? Sem problema! Este ecolodge tem atividades de sobra: trilhas, trilhas aquáticas, passeios noturnos para avistar animais, canoagem, exploração de cavernas e visitas a vilarejos e comunidades indígenas.

    Quando não estiver explorando a floresta, você pode se divertir na sala de jogos, relaxar na área de bem-estar, cair na piscina ou saborear um prato feito com ingredientes frescos e locais no Camu-Camu, o restaurante fine dining do lodge.

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A luxury room with a large glass window facing the forest at Mirante do Gavião in the Amazon rainforest.
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    👉 Leia mais: Os melhores cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    Uakari Lodge

    Floating bungalows on the river water at Uakari Lodge, an immersive Amazon rainforest lodge experience.
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    Não existe nada como o Uakari Lodge. Erguido com segurança sobre palafitas no meio da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, ele flutua sobre as águas do rio, o que aprofunda a sensação de imersão total na natureza. Um dos melhores hotéis de selva da Amazônia brasileira, o lodge foi incluído pela Lonely Planet numa lista de experiências imperdíveis na floresta.

    As práticas sustentáveis do Uakari não miram só o meio ambiente (energia solar, captação de água da chuva, reciclagem…): elas também chegam às comunidades. Operado pelo Instituto Mamirauá e por lideranças locais, este hotel da Floresta Amazônica gera renda para grupos ribeirinhos e cria incentivos para a conservação dos recursos naturais da região.

    E tem mais: as acomodações são um espetáculo à parte. A estrutura flutuante reúne cinco bangalôs com duas suítes cada, todos voltados para o rio, com vistas incríveis da floresta. Fora dos quartos, os hóspedes aproveitam as ótimas áreas comuns (deck, restaurante, bar, sala de vídeo e até uma biblioteca).

    O roteiro reúne uma grande variedade de atividades: passeios noturnos, trilhas, pescaria, visitas a vilarejos, canoagem, passeios de barco para observar a fauna e muito mais!

    • Localização: Tefé, Amazonas
    • Acesso: Voo de Manaus a Tefé + 1 hora e 30 minutos de barco
    A wooden deck with comfortable sofas overlooking the floating bungalows and river at Uakari Lodge in Brazil.
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    Amazon Turtle Lodge

    Aerial view of Amazon Turtle Lodge located by the river and deep inside the Brazilian Amazon rainforest.
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    Procurando algo mais em conta? O Amazon Turtle Lodge é uma excelente pousada de selva para quem quer gastar menos. Mas não se engane: preço amigável não significa abrir mão das experiências mais incríveis na floresta!

    Perto do Rio Guaporé, a localização é perfeita para mergulhar de cabeça na natureza. Charmoso e pitoresco, o lodge tem três tipos de bangalô: Rustic, Masonry e Superior, todos com camas confortáveis, ar-condicionado e banheiro privativo. Você também pode fazer as refeições no restaurante, tomar um drink no bar ou se divertir na sala de jogos e no espaço de TV.

    A lista generosa de atividades é outro motivo para este ser um dos ecolodges mais marcantes da Amazônia brasileira: caiaque, stand-up paddle, canoagem, trilhas, observação de aves, busca por fauna, pesca de piranha, passeio de barco até o Encontro das Águas, visita ao mercado de frutas local (Ceasa) e volta pelos vilarejos vizinhos.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3h30 de Manaus (estrada + barco)
    A comfortable and affordable bungalow bedroom with two beds at Amazon Turtle Lodge in Brazil.
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    Dolphin Lodge

     Aerial view of Dolphin Lodge showing its floating deck, boats, and chalets surrounded by the Amazon forest.
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    Fazendo jus ao nome, o Dolphin Lodge fica em uma área preservada onde é comum avistar botos, além de jacarés, macacos, aves e outras espécies belíssimas.

    Levando o ecoturismo a outro patamar, as ações sustentáveis são parte central do lugar: contratação de moradores locais, excursões de baixo impacto ambiental, reciclagem, uso reduzido de plástico e protocolos para proteger a fauna.

    O hotel tem seis chalés em terra firme e quatro bangalôs no Rio Memori, todos com vistas de tirar o fôlego. Os hóspedes relaxam na palhoça com redes e provam a comida brasileira preparada todos os dias pela equipe da cozinha.

    Entre as atividades estão trilhas na selva, observação da fauna, pescaria, passeios de barco, aulas de sobrevivência, camping na floresta e visitas a comunidades locais.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    Wooden chalets with thatched roofs connected by a walkway at Dolphin Lodge, a great Amazon rainforest hotel.
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    Quanto custa se hospedar em um hotel de selva na Amazônia?

    O custo médio para se hospedar em um hotel de selva na Amazônia é de R$ 11.000 por pessoa. Mas atenção: os preços variam conforme a categoria da acomodação, a temporada, a duração da viagem etc.

    Veja mais informações sobre as melhores pousadas na Amazônia:

    LODGE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cristalino Jungle Lodge Estadia de alto padrão, perto dos rios Cristalino e Teles Pires, torres de observação para ver aves e fauna, trilhas, canoagem e passeios de barco. 5 dias R$ 17.470
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia sofisticada, expedições (Anavilhanas, Rio Negro e Cavernas do Madadá), observação da fauna, trilhas, canoagem, passeios de barco, pescaria e aulas de arco e flecha. 6 dias R$ 16.670
    Juma Amazon Lodge Estadia confortável, passeios noturnos, trilhas, canoagem, pescaria, contemplação do nascer do sol, árvores de sumaúma e visitas a comunidades locais. 5 dias R$ 11.255
    Mirante do Gavião Estadia de luxo, expedições em Anavilhanas e no Rio Negro, trilhas, passeios noturnos, observação da fauna, trilhas aquáticas, contemplação do pôr do sol e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 12.545
    Uakari Lodge Ecolodge flutuante (Reserva Mamirauá), trilhas, canoagem, interação com botos, passeios noturnos, pescaria e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 5.945
    Amazon Turtle Lodge Estadia acessível, trilhas, canoagem, pescaria, observação de aves, passeios ao pôr do sol, Encontro das Águas e visitas a comunidades caboclas. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 3.095
    Dolphin Lodge Encontro das Águas, trekking na selva, safári noturno, contemplação do nascer do sol e visitas a comunidades locais. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 2.228

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 12 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Conheça os melhores hotéis de selva na Amazônia com o PlanetaEXO

    Viu como você não precisa escolher entre aventura e conforto? Com essas pousadas na Amazônia cheias de estrutura, dá para ter o melhor dos dois mundos numa só viagem!

    Especialista em viagens para a Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com operadores locais respeitados e seleciona a dedo os melhores roteiros para experiências sustentáveis e prazerosas em alguns dos lugares mais bonitos do país. Fale com a gente agora!

  • Melhor época para visitar o Pantanal

    Melhor época para visitar o Pantanal

    Por ser um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, vale a pena saber tudo sobre as estações e o clima antes de planejar a sua viagem ao Pantanal!

    De acordo com o nosso guia de viagem do Pantanal, a melhor época para visitar o Pantanal é de maio a outubro, período que abrange as estações intermediária e seca. Mesmo assim, este é um destino para o ano inteiro, já que cada estação traz oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante transformação.

    Assim como acontece em outras áreas alagadas pelo mundo, a subida e a descida anuais do nível da água no Pantanal sustentam todo o seu sistema ecológico. Embora o clima da região e o comportamento da fauna sejam fortemente influenciados por essas estações, elas vêm ficando mais imprevisíveis a cada dia por causa das mudanças climáticas, o que pode gerar variações nas previsões.

    Three Hyacinth Macaws flying in formation against a clear blue sky, a common sight during a Pantanal safari trip.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    Por isso, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, preparou um guia completo para você entender as estações e o clima desse lugar incrível. Veja mais abaixo!

    As estações e o clima do Pantanal mês a mês

    O Pantanal tem quatro estações principais bem definidas: chuvosa, úmida, intermediária e seca.

    Por causa da sua localização no planalto brasileiro, as temperaturas se mantêm relativamente estáveis o ano todo, com média de 27°C (80°F). Neste guia, a gente explica as diferenças entre cada estação e a melhor época para reservar o seu safári no Pantanal.

    👉 Conheça o nosso safári e vida selvagem no Brasil

    Estação chuvosa no Pantanal (novembro e dezembro)

    A estação chuvosa começa em novembro e vai até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e pintando a paisagem de um verde vibrante. É o início do ciclo de regeneração: a flora cresce e a fauna volta a se espalhar.

    A fartura de comida atrai centenas de espécies de aves, que aproveitam para ensinar os filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são vistos com frequência, mas os avistamentos de mamíferos ficam mais raros.

    A temperatura média em novembro e dezembro no Pantanal fica entre 23°C e 28°C (73°F a 82°F), com a umidade subindo à medida que as chuvas chegam.

    An aerial view of a boat navigating through lush green waterways during the wet season, the best time to visit the Pantanal for landscape photography.
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    Estação úmida no Pantanal (dezembro, janeiro, fevereiro e março)

    A estação úmida no Pantanal também é marcada pelas chuvas. Nesse período, as planícies alagam e os rios transbordam, criando um imenso ambiente aquático.

    Janeiro e fevereiro no Pantanal são os meses de mais chuva da estação, deixando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É a época ideal para explorar o bioma de barco, já que os cursos d'água se expandem e dão acesso a áreas remotas.

    A fauna, que inclui jacarés, capivaras e incontáveis espécies de aves, prospera nesse ambiente, mas o acesso a algumas áreas pode ficar limitado por causa do nível alto das águas.

    Com a umidade alta, a temperatura média na estação úmida varia de 24°C a 29°C (75°F a 84°F).

     A jaguar leaping from a log into the water, capturing the intense wildlife action seen on Pantanal tours.
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    Estação intermediária no Pantanal (abril, maio e junho)

    De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação úmida para a seca. Conforme o nível da água começa a baixar e mais terra fica exposta, os animais que tinham se espalhado com a cheia voltam para as planícies.

    É um ótimo momento para observação de aves, já que muitas espécies se reúnem ao redor das águas que restam. A paisagem começa a secar, mas a vegetação continua verde e exuberante, criando um belo contraste visual.

    Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno, que deixa as expedições noturnas ainda mais gostosas. Em maio, as temperaturas ficam constantemente agradáveis, ótimas para o melhor safári no Pantanal durante o dia!

    As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C (72°F a 81°F), garantindo um clima levemente fresco, mas confortável para explorar.

    A capybara resting on the grass near a caiman by the water's edge, typical of the diverse wildlife in the Pantanal wetlands.
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    Estação seca no Pantanal (julho, agosto, setembro e outubro)

    A estação seca é provavelmente a melhor época para observar a vida selvagem. Conforme as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se concentrar em torno dos poucos pontos de água que sobram, o que facilita o avistamento.

    Agosto, em especial, é conhecido pelos céus limpos e pouquíssima chuva, ideal para safáris e passeios fotográficos. Também é uma ótima época para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas deixam a exploração mais acessível.

    A temperatura média nesse período varia de 20°C a 26°C (68°F a 79°F), o que a torna a estação mais agradável para atividades ao ar livre.

    A traveler horseback riding through shallow wetlands, a popular activity when exploring the Pantanal.
    Photo: VisitMS

    Qual a melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal?

    No Pantanal Norte, que é onde ver onças-pintadas no Pantanal como em nenhum outro lugar do mundo, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios assim que o nível da água baixa: entre a estação intermediária (maio a junho) e seguem se reunindo até outubro, durante a estação seca.

    Isso aumenta muito as chances de avistar onças e, por isso, muita gente considera essa a melhor época para ir ao Pantanal, aproveitando momentos e tanto nos safáris de barco em Porto Jofre para observar esses animais magníficos no seu habitat natural.

    Já no Pantanal Sul existe um tesouro escondido: um refúgio ecológico que oferece o Safári de Onças de Luxo. Ali dá para ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, porque elas vivem protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safáris são feitos em veículos 4×4, o que garante uma experiência empolgante e imersiva.

    A jaguar resting on a tree branch in the North Pantanal, observed during the dry season which is the best time to visit the Pantanal for big cats.
    Photo: Henk-Bogaard

    👉 Leia mais: Pantanal Norte ou Sul

    O clima no Pantanal Norte

    Porto Jofre, no município de Poconé, em Mato Grosso, é a principal cidade do Pantanal Norte e concentra a maioria dos lodges. Veja como está o clima agora:

    👉 Planeje a sua visita nos nossos passeios pelo Pantanal Norte

    O clima no Pantanal Sul

    Corumbá, em Mato Grosso do Sul, é uma das cidades que dão acesso ao Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são portas de entrada importantes para essa área alagada. Veja o clima atual:

    👉 Leia mais: como chegar no Pantanal, no Brasil

    Reserve a sua viagem ao Pantanal com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe qual a melhor época para visitar o Pantanal, no Brasil, e conhece um pouco mais sobre o clima e as estações, bora começar a planejar as suas férias!

    O PlanetaEXO é especializada em passeios pelo Pantanal e trabalha com os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem e a sua estadia sejam diferentes de tudo que você já viveu. Fale com a gente agora!

  • Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Descubra todas as opções para chegar a Barreirinhas, Atins e Santo Amaro, as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, no Brasil

    Onde ficam os Lençóis Maranhenses? A resposta está no nosso guia de viagem dos Lençóis Maranhenses: o parque fica no nordeste do Brasil, no estado do Maranhão. Você chega sem complicação pela capital, São Luís, que concentra o aeroporto internacional mais próximo, e de lá segue para uma das cidades-base da aventura: Barreirinhas, Atins ou Santo Amaro.

    A backpacker walks across the vast white sand dunes of Lençóis Maranhenses National Park under a cloudy sky.
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    O trajeto é demorado, já que o último trecho exige algumas horas de estrada até o destino. Além de saber como chegar aos Lençóis, vale considerar o tempo de viagem ao planejar o roteiro, para aproveitar cada segundo sem sustos pelo caminho.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, o PlanetaEXO preparou um guia completo com tudo o que você precisa para um transfer tranquilo. Confira abaixo!

    Como chegar a São Luís?

    Chegar a São Luís, no Maranhão, é o primeiro passo rumo aos Lençóis Maranhenses para a maioria dos visitantes nacionais e internacionais.

    O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ) recebe voos diários de algumas das maiores cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília. Consulte o Google Flights para achar as melhores opções.

    O único voo internacional direto (sem conexão por nenhuma das cidades citadas acima) sai de Lisboa, Portugal, duas vezes por semana. A companhia responsável é a TAP Air Portugal.

    Como ir de São Luís a Barreirinhas?

    A cerca de 260 km a leste de São Luís, Barreirinhas é a principal porta de entrada dos Lençóis Maranhenses, a cidade com a melhor infraestrutura e o ponto de partida de muitos passeios.

    A pristine turquoise lagoon rests between the expansive white sand dunes near Barreirinhas.
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    De ônibus

    Operada pela Expresso Guanabara e pela Crisbell, a viagem de ônibus do Terminal Rodoviário de São Luís até Barreirinhas leva 4 a 5 horas.

    Você desembarca na Av. Rodoviário Canequinho ou na Av. 31 de Março, dependendo do itinerário. Os dois pontos dão acesso fácil ao parque nacional.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    De carro

    Alugue um carro no Aeroporto de São Luís (SLZ) e dirija até Barreirinhas por cerca de 4 horas. Locadoras como Unidas, Movida e Localiza são opções confiáveis.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são econômicas e práticas, com conforto e segurança para quem só quer relaxar durante o trajeto.

    A FrankTur (WhatsApp: +55 98 99167-7766) é uma operadora experiente que oferece transfers diários por uma tarifa fixa (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Barreirinhas: Saídas às 03h30, 08h00, 14h30 e 17h00.
    • Barreirinhas → São Luís: Saídas às 06h00, 09h00, 14h00 e 16h30.

    De transfer privativo

    Para mais flexibilidade e privacidade, considere um transfer privativo (São Luís ⇌ Barreirinhas, cerca de 4h). Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.070 (dia) / R$ 1.220 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.375 (dia) / R$ 1.525 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (dia) / R$ 2.650 (noite)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    De avião

    Embora o Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) seja o aeroporto mais próximo dos Lençóis Maranhenses, os voos comerciais estão suspensos desde março de 2025. Mesmo assim, ele segue operando para aeronaves executivas e fretadas.

    O PlanetaEXO pode organizar voos fretados para a sua comodidade. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Atins de São Luís?

    Se você quer saber como chegar até os Lençóis, vale entender também o acesso por Atins, uma vila de pescadores tranquila em Barreirinhas, numa parte mais isolada do parque nacional. Naturalmente, o caminho é ir até Barreirinhas e, de lá, seguir para Atins.

    De barco

    O passeio de barco saindo de Barreirinhas pelo Rio Preguiças dura cerca de 1 hora e 15 minutos. O ritmo mais lento do trajeto já entrega o clima tranquilo de Atins e revela as paisagens naturais do caminho.

     Passengers ride a yellow motorboat with blue canopies along the Preguiças River on their way to Atins.
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    Veja duas opções:

    • Transfer de barco compartilhado: a K-BEÇA TURISMO (WhatsApp: +55 98 8827-7715) tem saídas em grupo diárias de Atins para Barreirinhas às 07h00 e de Barreirinhas para Atins às 12h30. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer de barco privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    De veículo 4×4

    Outra opção é sair de Barreirinhas em um veículo 4×4. O trajeto de 1 hora pode balançar um pouco, mas é um jeito animado de chegar até os Lençóis e admirar a natureza pelo caminho. O transfer privativo custa R$ 1.188.

    • Transfer compartilhado: a Monalisa Atins (WhatsApp: +55 98 9101-0124) faz o trajeto de 4×4 entre Barreirinhas e Atins às 05h00, 09h00 e 14h00. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    Como chegar a Santo Amaro de São Luís?

    Santo Amaro é a cidade-base mais tranquila e remota do parque nacional. A 237 km a sudeste de São Luís, é o ponto final de vários treks nos Lençóis Maranhenses. É uma ótima alternativa para quem busca menos movimento turístico e desconexão total do mundo lá fora.

    A traveler carrying a backpack walks barefoot along the shoreline of a peaceful lagoon in Santo Amaro.
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    👉 Conheça o melhor trekking no Brasil

    De carro

    Alugue um carro no aeroporto de São Luís em locadoras como Unidas, Movida ou Localiza e dirija cerca de 3 horas e 45 minutos até Santo Amaro. Como não há locadoras na cidade, você vai precisar devolver o veículo na capital.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são opções práticas para quem procura transfers em conta. Com viagens de 3 horas e 30 minutos, a operadora Paperinho da Van (WhatsApp: +55 98 98468-4146) tem saídas diárias com tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Santo Amaro: Saídas às 04h00, 13h00 e 16h00.
    • Santo Amaro → São Luís: Saídas às 05h00, 09h00 e 14h00.

    De transfer privativo

    Para quem quer mais flexibilidade, reservar um transfer privativo (Santo Amaro ⇌ São Luís, cerca de 4h) é uma ótima opção. Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.125 (dia) / R$ 1.275 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.437,50 (dia) / R$ 1.587,50 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (dia) / R$ 2.650 (noite)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Barreirinhas de Jericoacoara?

    Agora que você já sabe como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís, é hora de entender o acesso por Jijoca de Jericoacoara, no estado do Ceará.

    Jericoacoara é uma vila paradisíaca, conhecida pelas praias intocadas e pelas formações rochosas impressionantes. Faz parte da Rota das Emoções, um roteiro de 6 dias que inclui também o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os Lençóis Maranhenses.

    How to get to Barreirinhas from Jericoacoara? - Maps

    Pela beleza natural e pela proximidade entre os Lençóis e Jericoacoara (382 km), é comum os viajantes irem de um para o outro e aproveitarem mais as férias no Nordeste brasileiro.

    De carro

    A viagem de carro de Jericoacoara até Barreirinhas leva cerca de 7 horas. Você pode alugar o carro em locadoras como a Localiza e devolvê-lo em São Luís no fim da viagem.

    De transfer compartilhado ou privativo

    A Rota Combo (WhatsApp: +55 86 99993-0111) é uma das principais operadoras na rota Jericoacoara-Barreirinhas, com transfers em grupo ou privativos em vários horários e tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços).

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio e de São Paulo

    A maioria dos turistas estrangeiros desembarca no Rio de Janeiro ou em São Paulo para chegar aos Lençóis, já que são as maiores cidades do Brasil.

    Silhouetted people walk across the sand dunes of Lençóis Maranhenses at sunset.
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    Do Rio, os voos saem do Aeroporto do Galeão (GIG) para São Luís (SLZ) três vezes por semana. De São Paulo, os voos para a capital do Maranhão saem todos os dias do Aeroporto de Viracopos (VCP) e três vezes por semana de Congonhas (CGH) e Guarulhos (GRU). Todos os voos são operados por LATAM, GOL ou Azul.

    Também dá para ir de ônibus, mas a viagem é bem longa. Saindo da Rodoviária Novo Rio até São Luís, o trajeto leva 2 dias e 14 horas. De São Paulo, os passageiros embarcam na Rodoviária do Tietê e chegam ao Maranhão em 2 dias e 18 horas.

    Como não existe linha direta das rodoviárias do Rio ou de São Paulo para as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, ainda é preciso pegar outro ônibus de São Luís a Barreirinhas (mais 4 a 5 horas).

    Reserve a sua viagem aos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Saber como chegar aos Lençóis é importante para organizar a viagem, mas quando você viaja com a gente, a única preocupação é aproveitar!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando com os melhores operadores locais, cuidamos de cada etapa das suas férias, da hospedagem a roteiros sob medida e opções de transfer. Fale com a gente agora!

  • Onde ver onças-pintadas no Pantanal

    Onde ver onças-pintadas no Pantanal

    As onças-pintadas vivem em vários países do continente americano, mas o Pantanal, no Brasil, é o melhor lugar para observá-las

    Misteriosa, silenciosa e a predadora de topo indiscutível da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muita gente o mais bonito entre os grandes felinos, com sua bela pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.

     A spotted jaguar sits among green vegetation in the Brazilian Pantanal biome.
    @thewildlifejunkie

    Ver esses animais lindos na natureza é um sonho para muitos amantes de bichos, que viajam o mundo inteiro e se embrenham em florestas e áreas alagadas só para ter um vislumbre deles. O melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, mas alguns detalhes merecem atenção, e você encontra todos eles no nosso guia de viagem do Pantanal.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, o PlanetaEXO preparou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar onças-pintadas na natureza, com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!

    Existem onças-pintadas no Brasil?

    Sim, existem onças-pintadas no Brasil. Afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos que existem no mundo (173 mil, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população: mais de 50% do total global.

    A jaguar swims across a dark river in the Pantanal at night.
    Photo: Matias Ternes

    As onças-pintadas também vivem no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, na Guiana, no México, na Costa Rica, em Belize e no sul dos Estados Unidos.

    👉 Leia mais: Como chegar no Pantanal, Brasil

    Onde ver onças-pintadas no Brasil?

    As onças-pintadas estão por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade do país, seguida pelo Pantanal, pelo Cerrado, pela Mata Atlântica e pela Caatinga.

    A large Pantanal jaguar rests comfortably on a thick tree branch.

    Embora a Amazônia tenha mais indivíduos, eles não são fáceis de avistar por causa da vegetação densa e do tamanho impressionante do bioma. Por isso, o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.

    E um detalhe curioso: as onças da Amazônia são menores que as do Pantanal, porque caçar na mata fechada é mais difícil do que nas áreas alagadas. Naturalmente, isso influencia a dieta e o padrão de crescimento delas.

    👉 Leia mais: 15 animais incríveis do Pantanal

    Qual é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?

    O Pantanal Norte é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também dá para avistá-las no Sul. Veja mais a seguir.

    Onças-pintadas no Pantanal Norte

    O Pantanal Norte oferece ótimas chances de ver onças-pintadas na natureza, principalmente em Porto Jofre, no município de Poconé.

    Esse é considerado o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas por vários motivos, como alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável, incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d'água.

    Porto Jofre é banhada pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piriqui e Paraguai, que atraem as onças e facilitam o melhor safári no Pantanal de barco.

    👉 Conheça a aventura: Safári de Onças no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá

    A jaguar walks along the sandy bank of a river in the Pantanal, Brazil, as tourists in a distant boat observe and take photos.
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    Onças-pintadas no Pantanal Sul

    Embora o Norte roube a cena quando o assunto é ver onças-pintadas no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53 mil hectares, a Caiman, um refúgio ecológico na cidade de Miranda, oferece hospedagem e passeios de observação da vida selvagem.

    Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes da Caiman podem participar de safáris terrestres em que é possível ver onças-pintadas. Na verdade, esse é o único lugar do Sul onde esses felinos são observados com frequência, com 98% de chance de avistamento.

    O trabalho das duas instituições ajuda as onças a se acostumarem com a presença de veículos e pessoas, sempre a uma distância respeitosa, é claro, o que permite avistamentos frequentes sem alterar o comportamento natural delas. Onçafari e Caiman também promovem pesquisa científica e a reintrodução de animais à natureza para garantir que a fauna local seja sempre bem cuidada.

    👉 Leia mais: 5 projetos de conservação do Pantanal que fazem a diferença

    Melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal

    Seja no Pantanal Norte ou Sul, a melhor época para visitar o Pantanal em busca de onças-pintadas é durante as estações intermediária e seca (de maio a outubro), quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair dos esconderijos para circular pelas margens dos rios.

    Isso não só torna bem mais fácil ver onças e outros animais, como também garante clima e condições de água ideais para safáris, passeios de barco, caminhadas, tours fotográficos e cavalgadas.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    Quanto custa um safári de onças no Pantanal?

    O custo médio de um safári de onças no Pantanal é R$ 14.865. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a estação, a duração da viagem e outros fatores.

    Confira abaixo os safáris de onças do PlanetaEXO no Pantanal Norte e no Pantanal Sul!

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Onças no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá Pantanal Norte. Safári para avistar onças e a vida selvagem, passeios de barco, tours noturnos. 4 dias R$ 13.790
    Tour Fotográfico de Onças no Pantanal Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem). 6 dias R$ 19.280
    Safári Econômico de Onças no Pantanal Pantanal Norte. Viagem em conta, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, tours noturnos, caminhadas, contemplação do nascer e do pôr do sol. 4 dias R$ 9.690
    Safári de Luxo de Onças no Pantanal Pantanal Sul. Safáris terrestres para avistar onças e a fauna local, tours noturnos, caminhadas, canoagem. 4 dias R$ 16.705

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.

    Ver onças-pintadas no Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe que o melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, é hora de começar a planejar sua viagem!

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem incrível: hospedagens confortáveis, roteiros sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Fale com a gente agora!

  • 10 curiosidades sobre a Chapada Diamantina e seu Parque Nacional

    10 curiosidades sobre a Chapada Diamantina e seu Parque Nacional

    Da criação do parque ao diamante negro de 3.167 quilates: o que a Chapada Diamantina guarda em 1.521 km² de serras, grutas e cachoeiras.

    No coração da Bahia, a Chapada Diamantina reúne serras, grutas, cachoeiras e trilhas que atraem aventureiros do mundo inteiro, com o parque nacional no centro de tudo. Se você está montando o roteiro agora, o guia de viagem da Chapada Diamantina cobre a parte prática; aqui a gente vai atrás do que quase ninguém conta.

    O primeiro dos fatos sobre a Chapada Diamantina começa pela origem do Parque Nacional da Chapada Diamantina: ele nasceu em 1985, quando foi criada uma unidade de conservação para proteger a Serra do Sincorá, cadeia de montanhas que fica bem no meio do estado da Bahia.

    a man sitting under a rocky overhang observing a vast green valley and flat-topped mountains in Chapada Diamantina.
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    Quer saber mais sobre o seu próximo destino de férias? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes da Chapada Diamantina, reuniu 10 curiosidades sobre a Chapada Diamantina que vão bem além do óbvio. Confira abaixo!

    1. Um americano do Arizona no meio da Bahia

    Parece história inventada, mas quem deu o empurrão decisivo para a criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina foi um americano do Arizona. Em 1977, o biólogo Roy Funch chegou ao Brasil pelo Peace Corps, agência federal dos Estados Unidos que envia americanos para trabalhar em projetos de países em desenvolvimento.

    American biologist Roy Funch, former director and key figure in the creation of Chapada Diamantina National Park, talking outdoors.
    Reprodução: Rede Globo

    Ele trabalhou na gestão de parques nacionais ao lado de outros especialistas, pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), hoje Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O grupo ficava em Brasília, mas um dia viajou para a Bahia com um objetivo bem específico: fazer trekking na Chapada Diamantina, prática pouco comum no Brasil naquela época.

    Roy se encantou com o lugar e, ao mesmo tempo, levou um susto com o tamanho do garimpo. Mesmo em queda no fim dos anos 1970, a atividade ainda era forte o bastante para castigar o ecossistema. Foi por volta dessa época que ele se mudou de vez para a Chapada e começou a trabalhar como guia. No meio do caminho, traduziu artigos científicos, viveu de artesanato, formou outros guias e escreveu livros sobre a região.

    Vendo o potencial da Chapada para conservar recursos naturais e dar uma nova vida à comunidade garimpeira, Roy teve a ideia de criar uma trilha ligando a cidade de Lençóis ao Vale do Capão e começou a fazer campanha pela criação de um parque nacional. Em 1979, mandou uma carta às autoridades brasileiras com a proposta e reativou os contatos que tinha feito ao longo dos anos com gente capaz de ajudá-lo.

    Em setembro de 1985, o Parque Nacional da Chapada Diamantina foi criado, e Roy Funch assumiu como primeiro diretor, cargo que ocupou por seis anos. Pouco depois, virou cidadão brasileiro oficialmente. Ele mora até hoje em Lençóis, a poucos minutos da entrada do parque.

    2. Maior que muito país por aí

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina ocupa cerca de 1.521 km² (152 mil hectares). É área suficiente para engolir países e regiões administrativas inteiras: as Ilhas Faroe têm 1.393 km², Hong Kong tem 1.114 km², Singapura tem 745 km², Malta tem 315 km² e as Maldivas, 300 km².

    Panoramic view of the vast valley and green mountains illuminated by the sun under a blue sky in Chapada Diamantina National Park.
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    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina?

    3. O maior diamante negro do mundo saiu daqui

    Nos séculos 18 e 19, a Chapada Diamantina foi a área de garimpo de diamantes mais forte do planeta. Em 1895, mais de cem anos antes de a mineração ser proibida de vez (1996), foi encontrado ali o maior diamante negro do mundo, com 3.167 quilates.

    Sepia-toned historical photograph of two miners working on diamond exploration in a river in the Chapada Diamantina region.
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    Batizada de Sérgio, em homenagem ao garimpeiro que a encontrou, Sérgio Borges de Oliveira, a pedra foi vendida por alguns milhares de dólares a um comerciante britânico de diamantes, que mandou fazer réplicas e as enviou para Londres.

    O Sérgio original acabou quebrado em pedaços e vendido para uso industrial. Em 2024, o Museu de Mineralogia de Paris enviou uma réplica ao Brasil.

    4. A Chapada Diamantina já foi mar

    Pode soar estranho no meio da serra, mas a Chapada Diamantina já foi mar: há quase 2 bilhões de anos, toda a região ficava debaixo do Mar do Espinhaço.

     Tourist in an orange shirt sitting on a rock formation overlooking the vastness of a green valley in Chapada Diamantina.
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    Com o tempo, a paisagem mudou de forma drástica por causa das mudanças climáticas e do movimento das placas tectônicas, que deixaram fendas profundas e depressões pelo caminho. É essa história antiga que explica a geologia complexa do lugar.

    👉 Leia mais: Melhor época para visitar a Chapada Diamantina

    5. Um destino de trekking premiado

    O Vale do Pati, dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, foi eleito o melhor destino de trekking do Brasil pelo Ministério do Turismo em 2010.

    Além da extensão da travessia (mais de 70 km), o vale também foi reconhecido pela beleza do percurso, que passa por cachoeiras, grutas e vegetação nativa cheia de bichos.

    6. Mais de 300 cachoeiras catalogadas

    Com mais de 300 cachoeiras catalogadas oficialmente, o mergulho gelado no fim da caminhada é a recompensa de quem encara quilômetros de subida e terreno irregular no meio das montanhas.

    Person standing on a large rock admiring a gigantic waterfall cascading down immense rock walls in Chapada Diamantina.
    Photo: Lucas Ribeiro

    Ver todas em uma viagem só é impossível, mas dá para garantir as mais conhecidas: Fumaça, Fumacinha, Buracão, Cachoeirão, Funil e Mosquito.

    👉 Leia mais: Cachoeiras da Chapada Diamantina: as melhores trilhas e os cantos escondidos

    7. Quase cem grutas em uma cidade só

    A cidade de Iraquara, que faz parte do complexo da Chapada Diamantina, tem quase cem cavernas mapeadas, entre elas algumas das mais visitadas da região: Gruta da Lapa Doce, Gruta da Pratinha, Gruta da Torrinha e Gruta Azul.

    Interior of a cave with impressive geological formations, stalactites, and stalagmites under warm artificial lighting in Chapada Diamantina.
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    Nas cidades vizinhas, reserve tempo para o Poço Azul (Nova Redenção), o Poço Encantado (Itaetê), a Gruta do Lapão (Lençóis) e a Gruta da Paixão (Andaraí).

    8. Três biomas dividindo o mesmo parque

    O bioma da Chapada Diamantina não é um só: a biodiversidade daqui mistura fauna e flora do Cerrado, da Caatinga e da Mata Atlântica no mesmo território.

    Bird with vibrant green plumage and colorful details perched on a thin branch, illustrating the rich biodiversity of Chapada Diamantina.
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    Entre os animais, as aves roubam a cena: carcarás, urutaus e o endêmico beija-flor-de-gravata-vermelha. Na turma dos mamíferos, dá para cruzar com tamanduás-mirins, saguis-de-tufos-pretos e, com mais sorte, onças-pardas.

    A flora não fica atrás, principalmente na variedade de orquídeas, bromélias e cactos. Nas trilhas, é comum ver flores coloridas enfeitando a vegetação baixa.

    👉 Leia mais: 20 animais do Brasil: curiosidades e onde encontrar cada um

    9. O detox digital acontece sem você pedir

    Se a ideia é desligar de vez do ritmo da cidade, a Chapada Diamantina entrega exatamente isso, já que o sinal de celular dentro do parque é fraco em alguns pontos e simplesmente inexistente na maior parte do tempo.

    Tourist relaxing sitting directly under the large, refreshing water flow of a waterfall in Chapada Diamantina National Park.
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    Além do detox digital forçado, a falta de sinal muda a viagem: você presta atenção no que está na sua frente, e não na tela do celular.

    10. O guia é seu melhor amigo na trilha

    Contratar guia é o que separa uma caminhada bonita de uma viagem que você entende de verdade, porque são eles que contam a história e os fatos sobre a Chapada Diamantina que não estão em placa nenhuma.

     Tour guide wearing a blue shirt and a tourist analyzing a trail map together at a mountainous viewpoint in Chapada Diamantina National Park.
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    Esses profissionais qualificados também são essenciais para a sua segurança: conhecem a região de cor e sabem onde estão os riscos que podem estragar a viagem.

    Na Chapada Diamantina, siga sempre as orientações do seu guia.

    Conheça de perto o Parque Nacional da Chapada Diamantina com o PlanetaEXO

    Viu quanta história cabe na Chapada? Agora é escolher as datas e começar a planejar a viagem para ver tudo isso de perto.

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo que monta o seu pacote para a Chapada Diamantina do começo ao fim: reservas, hospedagem e roteiros sob medida, sempre ao lado dos melhores operadores locais, para garantir uma viagem sustentável e umas férias que valem cada quilômetro de trilha. Fale com a gente agora!

  • Parques Nacionais no Brasil que todo amante da natureza deveria visitar

    Parques Nacionais no Brasil que todo amante da natureza deveria visitar

    Os parques nacionais são importantes para proteger a natureza, mas também oferecem experiências incríveis de ecoturismo que podem atender a todas as necessidades de aventura dos viajantes.

    Essenciais para a preservação de ecossistemas de grande relevância ecológica e beleza cênica, os setenta e cinco Parques Nacionais no Brasil também são ativos importantes para a pesquisa científica, educação ambiental e formas não exploratórias de se conectar com a natureza — o que afeta diretamente o ecoturismo.

    Embora os parques da Tijuca (Rio de Janeiro) e do Iguaçu (Paraná) sejam os mais visitados do país — atraindo 4,6 e 2 milhões de visitantes todos os anos, respectivamente —, existem outros dos melhores parques nacionais do Brasil que oferecem experiências fantásticas para viajantes que não se cansam de atividades ao ar livre.

    Se você é um aficionado pela natureza, então definitivamente deve explorar os parques nacionais brasileiros! O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, montou uma lista de destinos notáveis fora da rota tradicional. Confira abaixo!

    1 – Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA)

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina (área total: 152.000 ha), no estado da Bahia, é um dos principais destinos do Brasil para viagens de aventura. Com cachoeiras deslumbrantes (Fumacinha, Buracão, Sossego, Mixila, etc.), poços naturais, mirantes, cânions e vegetação diversificada, é o lugar perfeito para uma imersão total na natureza.

    Turista sentado em um penhasco rochoso com vista para os cânions verdes do Parque Nacional da Chapada Diamantina no Brasil.
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    O Vale do Pati é considerado a melhor trilha do Brasil por muitos praticantes de trekking devido às suas rotas incríveis que cruzam rios, cavernas, montanhas e antigas formações rochosas.

    Outra experiência imperdível é nadar no Poço Azul, um lago subterrâneo de águas cristalinas que ganham um belo tom azul quando a luz do sol corta as fendas da caverna.

    Por que visitar?

    Faça trilhas pela beleza incomparável do Vale do Pati, explore cavernas escondidas, refresque-se em dezenas de cachoeiras e viva momentos inesquecíveis em lagos subterrâneos hipnotizantes.

    2 – Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA)

    Certamente um dos parques mais de cair o queixo do país, os Lençóis Maranhenses (área total: 155.000 ha), no estado do Maranhão, destacam-se pelas lindas dunas de areia branca e lagoas de água da chuva dividindo o mesmo espaço. Rios, manguezais e praias também habitam este belo cenário que lembra um deserto.

    Vista aérea das dunas de areia branca e lagoas verdes de água da chuva no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
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    A beleza de outro mundo do parque é reconhecida internacionalmente. Em julho de 2024, a UNESCO nomeou os Lençóis Maranhenses como um Patrimônio Mundial.

    Por que visitar?

    Os Lençóis Maranhenses abrigam o maior campo de dunas da América do Sul, oferecendo mais de 36.000 lagoas que aparecem e desaparecem de acordo com o volume das chuvas.

    É a opção de férias perfeita para viajantes que buscam experiências pacíficas e cenários naturais esplêndidos.

    3 – Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE)

    Localizado na costa nordeste do Brasil, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (área total: 11.000 ha) protege um arquipélago de vinte e uma ilhas no estado de Pernambuco.

    Embora seja um dos destinos de viagem mais desejados do país, Fernando de Noronha limita o número de viajantes para garantir sua conservação. De acordo com as leis federais e estaduais, apenas 11.000 pessoas por mês são permitidas na ilha (incluindo moradores, trabalhadores e turistas).

    Mergulhador nadando com uma tartaruga marinha nas águas claras do Parque Nacional de Fernando de Noronha.
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    Essa é uma das razões pelas quais o parque é tão bonito e bem preservado. Com recifes de corais vibrantes e rica vida marinha, é um lugar incrível para mergulho com cilindro e observação de golfinhos, tartarugas e várias espécies de peixes.

    As praias intocadas de Noronha são um espetáculo à parte. A Baía do Sancho, em particular, a atração principal, até foi nomeada a melhor praia do mundo pelos usuários do TripAdvisor em 2023.

    Por que visitar?

    As praias cristalinas de Fernando de Noronha são perfeitas para tomar sol, relaxar e praticar atividades aquáticas, como natação, mergulho com snorkel, canoagem e bicicleta aquática.

    Além disso, o Projeto Tamar, uma organização que protege várias espécies de tartarugas marinhas, é sediado na ilha e recebe visitantes durante todo o ano.

    4 – Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT/MS)

    Como parte da maior área úmida do planeta, o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (135.000 ha) é dividido entre dois estados — Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Vista aérea do pôr do sol sobre as vastas áreas alagadas e rios do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense.
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    Lar de três grandes biomas brasileiros (Cerrado, Mata Atlântica e Floresta Amazônica), a flora e a fauna do Pantanal desempenham um papel enorme no equilíbrio do ecossistema da América do Sul.

    Este é um dos parques essenciais para viajantes que amam a observação da vida selvagem, com mais de 650 espécies de pássaros, 120 de mamíferos e 50 de répteis.

    Por que visitar?

    Animais incríveis vagam pelo Pantanal, como capivaras, jacarés, tuiuiús e onças-pintadas. Safáris fotográficos e focagem noturna são atividades perfeitas para observar a vida selvagem.

    👉 Leia mais: Onde é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?

    5 – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO)

    Situado no nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (área total: 240.000 ha) apresenta vegetação exuberante, centenas de nascentes de água, cachoeiras, mirantes, dezenas de trilhas de diferentes níveis de dificuldade e antigas formações rochosas.

    Vista de um mirante rochoso mostrando uma cachoeira distante e vegetação exuberante no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Cientistas afirmam que essas rochas têm mais de um bilhão de anos, época em que a Terra era formada por crostas continentais espalhadas pelos oceanos — milhões de anos antes da Pangeia. Com o tempo, fenômenos naturais cristalizaram a areia do mar e das praias, criando belos cristais de quartzo.

    Por que visitar?

    A atmosfera encantadora da Chapada dos Veadeiros atrai trilheiros e viajantes espirituais que buscam uma conexão mais próxima com a natureza e os supostos poderes de cura dos cristais.

    Com mais de 2.000 cachoeiras catalogadas, é um destino maravilhoso para nadar, tirar fotos ou simplesmente relaxar perto da água.

    6 – Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ)

    O Parque Nacional da Serra dos Órgãos (área total: 20.000 ha) protege a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro, estendendo-se por quatro cidades diferentes: Petrópolis, Teresópolis, Magé e Guapimirim.

    O parque é ótimo se você gosta de observar a vida selvagem — há 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis —, mas é ainda melhor para trekking.

    Nascer do sol nebuloso sobre os picos de montanhas irregulares e trilhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos no Brasil.
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    Belos cenários naturais adornam 200 km de trilhas, incluindo a caminhada até o imponente Dedo de Deus, uma montanha que atinge quase 1.700 metros acima do nível do mar.

    Por que visitar?

    A Serra dos Órgãos é recomendada principalmente para pessoas com bom preparo físico que gostam de trilhas desafiadoras e alpinismo. É uma experiência exigente, mas a beleza deste parque vale mais do que a pena.

    👉 Leia mais: Saiba qual é a melhor época para visitar o Brasil

    7 – Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)

    Viajantes curiosos que amam história não podem perder a chance de ir ao Parque Nacional da Serra da Capivara (área total: 130.000 ha) no estado do Piauí. Um Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1991, este lugar hipnotizante é um verdadeiro tesouro para entusiastas da ciência e de antigas civilizações humanas.

    Mulher observando antigas pinturas rupestres em uma parede de pedra dentro do Parque Nacional da Serra da Capivara.
    @gaiavani

    Entre penhascos rochosos e cânions profundos, você encontrará 400 sítios arqueológicos — alguns deles com mais de 10.000 anos — com pinturas rupestres fascinantes e gravuras feitas pelos primeiros humanos da América do Sul.

    Na Serra da Capivara, é obrigatório que os grupos sejam acompanhados por guias licenciados. Isso garante a preservação do parque e permite passeios personalizados e lições envolventes sobre este ambiente incrível e seu passado.

    Por que visitar?

    A Serra da Capivara é certamente um dos grandes destinos para entrar em contato com a história humana. O parque não é apenas o maior sítio de pinturas rupestres do mundo, mas também exibe vistas deslumbrantes de cânions antigos, vegetação densa e um céu azul infinito.

    8 – Parque Nacional do Monte Roraima (RR)

    Na tríplice fronteira de Brasil, Venezuela e Guiana, o Parque Nacional do Monte Roraima (área total: 117.600 ha), no estado de Roraima, é excelente para caminhadas, acampamento selvagem e alpinismo. O topo da montanha chega a quase 2.900 metros acima do nível do mar!

    Trilha de caminhada passando pela savana em direção aos penhascos imponentes do Parque Nacional do Monte Roraima.
    @dmitrideigatu

    O Monte Roraima está localizado em sua maior parte em território venezuelano, então é comum que os viajantes também explorem o Parque Nacional Canaima (área total: 3.000.000 ha) em Bolívar. É lá que você encontrará o Vale dos Cristais, uma impressionante formação natural de quartzo.

    Você também pode nadar nos rios (Orinoco, Essequibo, Amazonas) e piscinas naturais, observar a rica fauna e flora, e participar de maravilhosos, porém exigentes, passeios de trekking.

    Por que visitar?

    O Monte Roraima é uma das formações geológicas mais antigas da Terra, datando de quase 2 bilhões de anos. Envolto em mistério e belas vistas, cativa os visitantes com seus penhascos imponentes e ecossistemas fascinantes, oferecendo um vislumbre inspirador das maravilhas da Mãe Natureza.

    👉 Leia mais: 10 Dicas de Viagem para o Monte Roraima para aproveitar ao máximo sua viagem

    9 – Parque Nacional do Jaú (AM)

    O maior do estado do Amazonas (e durante muito tempo considerado o maior parque nacional do Brasil), o Parque Nacional do Jaú (área total: 2.272.000 ha) protege uma boa parte da Floresta Amazônica e de sua bacia hidrográfica, ambas imensuravelmente valiosas para o ecossistema do planeta.

    Dois macacos descansando em um galho de árvore na floresta amazônica do Parque Nacional do Jaú.
    @parquenacionaldojau

    Os viajantes podem fazer caminhadas na selva, observar animais selvagens, passear de barco, pescar piranhas e outras espécies locais e visitar praias de água doce.

    As condições climáticas ditam os itinerários na Amazônia. É importante prestar atenção tanto à estação seca quanto à chuvosa para saber quando é a melhor época para visitar.

    Por que visitar?

    Os turistas mergulham fundo no coração da Amazônia ao visitar o Jaú, que guarda experiências excepcionais na natureza que certamente ficarão gravadas em suas mentes e corações por muito tempo.

    Além das maravilhas naturais, tesouros arqueológicos estão aninhados nas instalações do parque. Petróglifos da era Neolítica localizados perto das margens do Rio Jaú são elementos fundamentais para entender a história humana na América do Sul.

    10 – Parque Nacional de Anavilhanas (AM)

    Anavilhanas (área total: 350.000 ha) está sempre incluído nas listas dos melhores parques do país por proteger mais de 400 ilhas no Rio Negro. É o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, atrás apenas de Mariuá, também no Amazonas.

    Os turistas se divertem muito quando o assunto é aventura. Observação da vida selvagem, interação com botos-cor-de-rosa da Amazônia, trilhas na floresta, trilhas aquáticas e visitas a praias de água doce são experiências obrigatórias em Anavilhanas.

    Vista aérea das águas escuras do Rio Negro e ilhas florestadas do Parque Nacional de Anavilhanas ao pôr do sol.
    Photo: Felipe Castellari

    Por que visitar?

    O contraste da areia branca das ilhas com as águas escuras do Rio Negro cria belas vistas, capazes de encantar viajantes de qualquer idade. Existem centenas de praias fluviais, mas algumas são completamente imperdíveis: Orla, Aracari, Bararoá, Iluminado, Sobrado e Camaleão.

    Rica biodiversidade, imersão na floresta e engajamento com as comunidades locais para aprender sobre a cultura amazônica são outras razões para visitar Anavilhanas.

    👉 Leia mais: 15 Animais da Amazônia – Desvende a Vida Selvagem no Brasil

    11 – Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA)

    O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (área total: 88.000 ha), um arquipélago no estado da Bahia, foi estabelecido em 1983, mas este é o mesmo lugar pelo qual o naturalista inglês Charles Darwin se apaixonou em 1832, durante sua viagem de 5 anos ao redor do mundo para coletar dados sobre evolução biológica.

    Baleia-jubarte rompendo a superfície do oceano perto de um barco no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
    @projetobaleiajubarte

    O livro The Beagle Record: Selections From the Original Pictorial Records and Written Accounts of the Voyage of the H.M.S. Beagle (1979), publicado por seu bisneto, Richard Keynes, menciona o fascínio de Darwin pela vegetação verde, abundantes espécies de pássaros e recifes de corais de Abrolhos.

    O parque é essencial para preservar a mais rica biodiversidade marinha do Atlântico Sul, lar de tartarugas marinhas, aves marinhas, corais Mussismilia braziliensis e baleias-jubarte.

    Um ótimo destino para mergulhadores e admiradores da vida marinha, as atividades de Abrolhos incluem caminhadas, stand-up paddle, snorkeling e mergulho com cilindro.

    Por que visitar?

    A bela mistura de cores de Abrolhos — verde para as árvores, azul para o mar, branco para a areia e todas as cores do arco-íris para os recifes de corais — pode deixar qualquer um sem fôlego e temendo o momento de se despedir deste paraíso.

    Os entusiastas da vida selvagem terão um presente com a observação de baleias-jubarte. De julho a novembro, o arquipélago se torna um local privilegiado para a observação de baleias, à medida que essas criaturas magníficas migram para a área para procriar e amamentar seus filhotes.

    Pronto para visitar os parques brasileiros? Planeje suas férias com o PlanetaEXO!

    Agora tudo o que você precisa fazer é escolher o seu favorito — ou mais de um! — para começar a planejar sua próxima viagem.

    Quer você seja atraído por trilhas na floresta, praias e cachoeiras deslumbrantes, ou montanhismo, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma aventura inesquecível para viajantes de todo o mundo. Entre em contato conosco agora!

  • Melhores Opções de Cruzeiro na Amazônia no Brasil

    Melhores Opções de Cruzeiro na Amazônia no Brasil

    Desfrute de uma experiência excepcional de ecoturismo com os melhores passeios fluviais, acomodações confortáveis a bordo e atividades maravilhosas na floresta em um cruzeiro na Amazônia.

    Navios de cruzeiro são amados por muitas pessoas, mas você sabia que é possível navegar em rios? Melhor ainda, você sabia que pode navegar pelos rios da Amazônia no Brasil, como o Rio Negro, o Rio Tapajós e o todo-poderoso Rio Amazonas?

    A bordo de embarcações confortáveis, os passageiros desfrutam de serviços de alta qualidade prestados por tripulações atenciosas, acomodações premium e roteiros perfeitos para turistas que buscam o melhor cruzeiro na Amazônia.

    O PlanetaEXO, especialista em ecoturismo e em pacotes de viagem para Amazônia, selecionou experiências fantásticas para todos os tipos de viajantes. Trabalhando ao lado dos operadores locais mais conceituados da região, oferecemos apenas as melhores vivências. Confira abaixo!

    1 – Katerre

    A Katerre possui algumas das melhores opções de cruzeiro no Amazonas. A bordo do Jacaré-Açu, um belo barco de madeira com três andares e oito cabines, até dezesseis hóspedes podem desfrutar das maravilhas da floresta da forma mais autêntica possível.

    Deslizando pelo Rio Negro, impressionar-se com a beleza da floresta é inevitável. O céu é limpo, com tons alaranjados no início da manhã e azul quando o sol está mais brilhante. As árvores são vibrantes e verdes. A água é escura, mas ainda assim pacífica e acolhedora, permitindo uma experiência mais profunda na natureza.

    Para o The New York Times, o jornalista Seth Kugel disse que “trocou piscinas de borda infinita por paisagens aquáticas infinitas” quando decidiu escolher um Cruzeiro pela Amazônia em vez de hotéis na Amazônia.

    As atividades ao ar livre incluem trilhas, visitas a comunidades locais, passeios de barco, observação de vida selvagem, pescaria, natação, relaxamento em praias fluviais, etc.

    Turistas pulando no rio a partir do convés superior do barco de madeira Jacaré-Açu ao pôr do sol, durante uma experiência autêntica de cruzeiro na Amazônia.
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    Além disso, os visitantes também têm uma ótima experiência de estadia em cabines aconchegantes com camas de casal ou beliches, ar-condicionado, banheiros privativos, chuveiro com água quente, além de lençóis e toalhas limpas.

    As áreas comuns incluem sala de jantar, sala de estar, um bar e um solário com cadeiras, mesas, redes, espreguiçadeiras e um potente sistema de som para tocar música. Bateu a fome? Este cruzeiro no Amazonas oferece pratos deliciosos da culinária local — três refeições por dia e lanches!

    Disponível em roteiros de 4, 5 ou 7 dias. Saiba mais sobre esta aventura.

    2 – Kaiara

    O barco branco Belle Amazon navegando na água, parte da frota Kaiara que oferece opções de Cruzeiro pela Amazônia.
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    A Kaiara se destaca por ser uma das únicas opções de cruzeiro na Amazônia a partir de Belém, capital do Pará. Com três embarcações diferentes (Amazon Dolphin, Belle Amazon e Tupaiú), os viajantes têm a chance imperdível de navegar em Alter do Chão, uma pequena cidade às margens do Rio Tapajós.

    Itinerários personalizados incluem trilhas, natação em igarapés, visitas a praias fluviais e comunidades locais, aulas de artesanato, pesca recreativa, observação noturna, contemplação do nascer do sol, etc.

    Considerada uma experiência focada na gastronomia, os pratos incríveis feitos com carinho por uma talentosa dupla de mãe e filha são um dos grandes destaques, segundo o Financial Times.

    Os barcos também contam com cabines confortáveis — com camas de casal, solteiro ou beliches, ar-condicionado e banheiros privativos —, salas de jantar, salas de estar, varandas e decks com belas vistas panorâmicas. Saiba mais sobre esta aventura.

    3 – La Jangada

    O elegante catamarã La Jangada navegando em um cruzeiro no rio Amazonas, cercado por árvores, oferecendo uma mistura de conforto e aventura.
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    Inspirado em A Jangada: Oitocentas Léguas no Amazonas de Júlio Verne, o nome do La Jangada vem do título original francês deste icônico romance, La Jangada: Huit Cents lieues sur l’Amazone.

    Moderno e esteticamente agradável, este catamarã chique mima os passageiros com seus deques espaçosos, design refinado e doze cabines com suíte e ar-condicionado.

    Este Cruzeiro pela Amazônia é a mistura perfeita de conforto e aventura. As viagens de vários dias incluem uma vasta lista de atividades, como trilhas, passeios de barco, observação de animais, pesca, visitas a cachoeiras e piscinas naturais, acampamento na floresta, exploração do arquipélago de Anavilhanas e do Parque Nacional do Jaú, interação com comunidades indígenas e ribeirinhas, etc.

    As áreas comuns dispõem de um charmoso terraço com mesas e cadeiras, dois lounges com sofás e TVs, um restaurante que serve deliciosa comida amazônica e brasileira, um bar com drinks clássicos e autorais, uma sala de palestras e uma sala de cinema.

    O La Jangada é um incrível cruzeiro na Amazônia, mas está disponível apenas para fretamento. Fale com a nossa equipe para mais informações.

    4 – Untamed Amazon

    O barco Untamed Amazon apresentando um design moderno com casco amarelo, conhecido por ser uma opção sustentável em um Cruzeiro pela Amazônia.
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    O barco Untamed Amazon é descrito como a experiência de cruzeiro sustentável definitiva. Parcialmente movido a energia solar, também possui um sistema avançado de tratamento de água e motores eficientes que seguem padrões ambientais internacionais.

    Esta estadia cinco estrelas inclui oito espaçosas cabines com suíte — seis delas com janelas do chão ao teto para garantir as vistas mais deslumbrantes da floresta —, comodidades de alta qualidade, restaurante de culinária local, bar, sala de jantar, sala de estar, deques ao sol e áreas de entretenimento.

    Oito itinerários diferentes — além de cruzeiros de Réveillon, eventos corporativos e viagens sob medida — incluem canoagem, safáris fotográficos, passeios turísticos noturnos, caminhadas na selva e muito mais.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    5 – Amazon Clipper Premium Cruise

    Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.

    A embarcação Amazon Clipper Premium ancorada, oferecendo uma experiência luxuosa de navio de pequeno porte em um cruzeiro saindo de Manaus.
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    Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.

    São dezesseis cabines com suíte e ar-condicionado, com camas de solteiro ou queen-size, excelentes comodidades, sala de palestras, piscina, jacuzzi, deck de lazer, área gourmet, sala de jantar, lounge, solário e um grande deck de observação com uma fantástica visão 360 graus.

    Vista aérea do Amazon Clipper Premium navegando por um afluente estreito e sinuoso cercado pela densa floresta em um cruzeiro no rio Amazonas.
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    Atividades maravilhosas aguardam em viagens de 6 dias pelas águas dos rios Amazonas e Negro: observação de estrelas, trilhas aquáticas, passeios noturnos, natação, passeios de barco, visitas a comunidades nativas, etc.

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    6 – Tucano Amazon River Cruise

    Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.

    Três pessoas remam caiaques verdes em um rio calmo em frente a um barco de vários andares chamado Tucano, com árvores exuberantes na margem ao fundo.
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    Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.

    É por isso que este cruzeiro na Amazônia é a opção perfeita para quem deseja levar a observação da vida selvagem para o próximo nível, já que o sistema de controle de poluição sonora é eficiente para evitar assustar os animais. As atividades também incluem caminhadas guiadas, passeios noturnos, safáris em pequenos barcos, caiaque, etc.

    Uma mulher com um vestido colorido listrado olha pela janela da sala de jantar de um barco de madeira, que possui mesas com toalhas brancas e taças de vinho.
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    Dezesseis convidados podem descansar confortavelmente em oito cabines diferentes com suíte e ar-condicionado (camas de solteiro, casal, queen-size e beliches), e relaxar na sala de jantar, lounge ou deck de observação.

    Disponível em roteiros de 5 a 7 dias. Veja mais detalhes sobre o Cruzeiro na Amazônia no barco Tucano.

    Quanto custa um Cruzeiro pela Amazônia?

    Considerando acomodação, serviços, itinerários diversos e a infraestrutura das embarcações, um cruzeiro no Amazonas custa em média R$ 18.000 por pessoa. Os preços variam de acordo com a categoria da cabine, temporada, duração da viagem, etc.

    Confira os preços e outras informações abaixo:

    CRUZEIRO FLUVIAL DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Cruzeiro na Amazônia (Katerre) Trilhas, passeios de barco, observação de vida selvagem, pesca, praias fluviais, visita a vilas locais. 4 dias
    5 dias
    7 dias
    R$ 13.030 
    Cruzeiro saindo de Alter do Chão (Kaiara) Expedição no Rio Tapajós (Alter do Chão, Pará), trilhas, observação de vida selvagem, canoagem, observação noturna, visita a comunidades locais. 5 dias R$ 13.660
    La Jangada Observação de vida selvagem, interação com grupos indígenas, passeios de barco, trilhas na selva, pesca, safáris noturnos. 5 dias R$ 41.019 
    Untamed Amazon Barco ecológico, canoagem, trilhas, safáris fotográficos, passeios noturnos, pesca recreativa. 4 dias
    5 dias
    R$ 20.712
    Amazon Clipper Premium Cruise Expedições nos rios Amazonas e Negro, trilhas aquáticas, natação, passeios de barco, observação de estrelas, comunidades nativas. 6 dias R$ 9.970
    Tucano Amazon River Cruise Expedições no Complexo de Conservação da Amazônia Central, trilhas, passeios noturnos, caiaque, safári em skiff. 5 dias
    7 dias
    R$ 14.300

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 10 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Cruzeiro na Amazônia: avaliações de clientes

    Em parceria com os operadores locais mais confiáveis, o PlanetaEXO já ajudou inúmeros viajantes de todo o mundo a embarcarem em um incrível cruzeiro pela Amazônia.

    Veja o que nossos clientes acham dessas experiências!

    Tudo o que você precisa saber sobre cruzeiros na Amazônia

    Qual é a melhor época para fazer um cruzeiro pela Amazônia?

    Os cruzeiros fluviais operam durante o ano todo, mas os roteiros variam de acordo com as estações (cheia ou seca).

    Veja mais informações: melhor época para ir para Amazônia

    Os cruzeiros na Amazônia são seguros?

    Sim, as opções de cruzeiro no Amazonas são seguras. As embarcações seguem protocolos de segurança rigorosos e há socorristas entre os membros da tripulação para oferecer assistência, se necessário. Em caso de emergência, uma lancha rápida está pronta para resgatar os passageiros e levá-á-los à cidade mais próxima.

    Quanto tempo duram as viagens de cruzeiro na Amazônia?

    Os cruzeiros fluviais são experiências de vários dias. O PlanetaEXO oferece pacotes que duram de 4 a 13 dias, mas também é possível estender ou personalizar a sua viagem.

    O que devo levar na mala para um cruzeiro na Amazônia?

    Roupas leves, sapatos confortáveis, chapéus ou bonés, óculos de sol, capa de chuva, uma lanterna, protetor solar, repelente de insetos, itens essenciais de viagem (documentos, dinheiro em espécie, cartão de débito/crédito, medicamentos de uso pessoal), carregador portátil e cabos (celulares, câmeras, laptops, tablets).

    O que esperar de um cruzeiro pela Amazônia?

    Espere se impressionar com a imensidão e a beleza da Amazônia no Brasil. Navegar pelos rios permite que você explore a natureza de uma perspectiva totalmente nova e admire a fauna e a flora do ecossistema mais rico do mundo.

    Enquanto isso, acomodações elegantes e serviços premium garantem uma experiência de alto padrão para casais e famílias.

    Vale a pena fazer um Cruzeiro na Amazônia?

    Mais do que vale a pena! Os passeios fluviais são algumas das atividades mais fascinantes da região, porque apresentam a fusão perfeita entre ecoturismo e conforto: conexão com a natureza, turismo responsável e exclusividade. É, de fato, uma experiência inesquecível.

    Pronto para planejar o seu Cruzeiro pela Amazônia?

    Agora que você sabe tudo sobre as melhores opções de cruzeiro na Amazônia, que tal começarmos a planejar as suas próximas férias?

    Como especialistas em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais para oferecer experiências inesquecíveis para todos os viajantes. Entre em contato conosco agora!