Quer explorar as maravilhas naturais do Brasil? Conheça os melhores passeios para a sua viagem ao Pantanal!
Os melhores safáris no Pantanal são aqueles que proporcionam imersão total neste bioma fascinante, com muitas atividades voltadas a explorar sua biodiversidade impressionante.
Com uma área de mais de 210.000 km², o Pantanal é o maior santuário de vida selvagem do Brasil. Alguns dos animais mais célebres do país vivem neste território, como jacarés, capivaras, araras e os maiores felinos das Américas: as onças-pintadas.
A PlanetaEXO é especialista em pacotes para o Pantanal e escolhe a dedo os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem tenha roteiros variados, ótimas opções de hospedagem, práticas sustentáveis e momentos que ficam na memória. Confira!
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Safáris no Pantanal Norte e Sul
Antes de começar a planejar a sua viagem, vale saber que o Pantanal é tão vasto e rico que se divide em dois lados: o Norte, no estado do Mato Grosso (com acesso por Cuiabá), e o Sul, no Mato Grosso do Sul (por Campo Grande). Como era de se esperar, as experiências em cada região são diferentes e merecem atenção antes de você fechar a reserva.
O Pantanal Norte é ideal para ver onças-pintadas e fazer safáris de barco. A abundância de vida selvagem torna a área perfeita para fotógrafos e amantes da natureza ansiosos por avistar algumas das espécies mais fascinantes da América Latina.
Já o Pantanal Sul é conhecido pela imersão cultural e pelas experiências tradicionais de fazenda, que unem a pecuária a atividades de ecoturismo, como cavalgadas e passeios de canoa. Ver onças no Sul é bem mais difícil, embora não impossível, mas a observação de fauna continua imperdível!
Além disso, os safáris de onça costumam ser um pouco mais caros que outras expedições, por causa das técnicas específicas usadas para que os viajantes aproveitem a experiência ao máximo sem estressar os animais.
Um dos principais safáris no Pantanal saindo de Cuiabá, esta experiência acontece em Porto Jofre, no município de Poconé, no fim da Rodovia Transpantaneira. São atividades incríveis para os amantes da natureza que sonham em ver onças circulando livremente pelo seu habitat natural.
Navegando pelas águas calmas do Rio Cuiabá, você vai ver onças cochilando tranquilamente sobre as árvores, caminhando pelas margens, nadando ou até caçando. Guias locais acompanham o safári de barco para levar você aos melhores pontos de observação e dividir tudo o que sabem sobre o Pantanal.
O passeio inclui hospedagem aconchegante, refeições deliciosas, transfers de ida e volta entre Cuiabá e Porto Jofre, guias que falam inglês, e safáris de barco diários para ver onças e outros animais do Pantanal, como tamanduás-bandeira, jacarés e centenas de espécies de aves.
Ideal para fotógrafos profissionais e amadores, este passeio de fotografia no Pantanal saindo de Cuiabá leva você ao coração do bioma para capturar e eternizar toda a sua beleza.
Você será acompanhado por guias locais com vasta experiência em fotografia de natureza, que ajudam com as melhores técnicas para registrar imagens incríveis de onças-pintadas, araras, veados-mateiros, tuiuiús e muito mais.
Quanto à hospedagem, há duas opções: o Flotel, um hotel flutuante na entrada do Parque Estadual Encontro das Águas, e o Berco Lodge, uma pousada clássica do Pantanal.
Sem dúvida um dos passeios no Pantanal saindo de Campo Grande mais marcantes, esta experiência é a mistura perfeita entre imersão na natureza e uma hospedagem de alto padrão.
Embora aconteça no Sul, 100% dos visitantes que reservaram este safári nos últimos anos avistaram onças-pintadas. Isso graças à Casa Caiman e ao Onçafari, projeto de conservação que busca acostumar os animais à presença humana, o que amplia a consciência ambiental e ajuda a desenvolver o ecoturismo da região.
Além da experiência sem igual de ver onças, as atividades incluem passeios de canoa, trilhas ecológicas e expedições noturnas para observar ainda mais a fauna.
Hospedar-se no Caiman, uma das pousadas mais bem avaliadas do Pantanal, leva as suas férias a outro nível. Os quartos têm ar-condicionado, banheiro privativo e varanda, decoração sofisticada, além de sauna, academia, fogueira, piscina, decks para banho de sol, restaurante e bar. Tudo o que você precisa numa hospedagem de luxo!
Os safáris de vida selvagem também são uma forma fantástica de explorar a fauna nativa. Como a maioria acontece no Sul, as chances de ver onças são pequenas, mas você ainda vai encontrar animais incríveis do Pantanal. Pelo mesmo motivo, essas experiências saem mais em conta, o que as torna uma ótima opção para quem viaja com o orçamento mais apertado.
Guiados por especialistas, esses passeios no Pantanal são perfeitos para quem quer mergulhar de cabeça em um dos ecossistemas mais cativantes do mundo.
Safáris fotográficos, saídas noturnas e passeios de barco no Rio Aquidauana são atividades incríveis para observar a fauna do Pantanal, enquanto cavalgadas, trilhas e pesca de piranha revelam um pouco mais da vida local. Você vai se sentir um verdadeiro pantaneiro!
Guias que falam inglês acompanham você durante toda a viagem para escolher os melhores lugares para observar antas, tamanduás-bandeira e o imponente tuiuiú.
Na pousada, encha o prato com comida caseira feita com ingredientes frescos, divirta-se nas áreas de lazer, que incluem até uma quadra de vôlei de praia, e aproveite cada momento dessa hospedagem excepcional!
A Nhecolândia é uma das microrregiões mais emblemáticas do Pantanal, famosa por seus campos abertos, manchas de mata e lagoas sazonais perto do Rio Negro. Essa terra intocada é perfeita para quem tem sede de aventura e busca experiências no fundo da natureza.
Embora os safáris de vida selvagem costumem ser econômicos, este se destaca pela exclusividade, pelos serviços de alto padrão e pelas atividades autênticas em uma área remota. Explore as áreas alagadas para avistar (e fotografar) algumas das espécies mais bonitas do Brasil: tatus-canastra, araras, capivaras, tucanos e muito mais.
Além dos safáris fotográficos, o roteiro inclui canoagem, pesca e cavalgadas. Ao cruzar as planícies alagadas a cavalo, você vai entender de verdade o que é a vida pantaneira. Não esqueça o chapéu de vaqueiro!
Ao anoitecer, relaxe em belos ecolodges com camas confortáveis, ar-condicionado, banheiro privativo, decoração charmosa e comodidades premium. Nas áreas comuns, aproveite o lounge, a biblioteca, o jardim ou o pomar. As duas opções de hospedagem (Baía das Pedras e Barranco Alto) oferecem vistas lindas do Pantanal que vão te deixar de queixo caído.
O Mato Grosso do Sul é abençoado com a diversidade natural dos biomas brasileiros, incluindo o Pantanal, oCerrado e a Mata Atlântica.
Neste safári de 5 dias pelo Pantanal, explore a maior planície alagada do planeta com passeios de barco, cavalgadas e safáris de fauna em veículos 4×4 para ver jaguatiricas, jacarés, ariranhas e veados em seu habitat natural.
No terceiro dia, você pega a estrada rumo a Bonito (2 horas de viagem), onde vai conhecer alguns dos cenários mais bonitos do Brasil, como a Gruta de São Miguel, o Parque Ecológico Vale do Anhumas, a Barra do Sucuri e o Rio Formoso. Trilhas, banho em piscinas naturais e flutuação em rio são só algumas das atividades incríveis incluídas nesta viagem.
Escolha a hospedagem para os dois destinos conforme suas preferências e necessidades. Todas as opções de hotel oferecem serviços excelentes, refeições deliciosas, pensão completa no Pantanal e meia pensão em Bonito, e estrutura adequada para casais, famílias ou quem viaja sozinho.
Se você planeja viajar para o Pantanal Norte, uma excelente opção é este passeio saindo de Cuiabá. Em Poconé, participe de saídas noturnas, passeios de barco,cavalgadas e trilhas.
Ver onças aqui pode ser difícil, embora não impossível, mas você ainda vai viver uma experiência emocionante nos safáris fotográficos para observar tuiuiús, cervos-do-pantanal e capivaras. Não deixe de registrar também a beleza da flora: vitórias-régias, orquídeas silvestres, bromélias e ipês (a flor nacional do Brasil).
Aproveite os serviços premium da sua hospedagem e deixe o cansaço e as preocupações se dissolverem. Caia na piscina, pegue um bronzeado no deck e admire a paisagem natural.
O custo médio de um safári no Pantanal é de R$ 10.530 por pessoa. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a temporada, a duração da viagem, etc.
Veja as principais informações abaixo e escolha a sua favorita!
Safáris e passeios de barco no Pantanal Sul seguidos de mergulho e banho nos rios e piscinas naturais de Bonito.
US$ 1,395
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 13 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.
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Avaliações dos safáris no Pantanal
Não há dúvida de que o Pantanal, no Brasil, é um dos destinos de ecoturismo mais espetaculares do planeta, mas o que dizem os viajantes? Com os melhores operadores do mercado, a PlanetaEXO já levou centenas de turistas a esse paraíso ao longo dos anos.
Veja o que os nossos clientes acham de alguns dos nossos safáris no Pantanal!
Safári de Onça-Pintada no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá
“Meu marido e eu acabamos de fazer o passeio mais incrível no Pantanal. Nosso guia foi excepcional. Sabia de tudo, era paciente e apaixonado por cada ser que vive ali. Ficamos só 3 dias, mas vimos inúmeros animais e aves maravilhosos, incluindo 5 onças-pintadas lindas, uma família de ariranhas, jacaré, capivara, um tatu e uma tarântula!” – Felicia Lane-Owen (Reino Unido)
“Nossa experiência superou todas as expectativas. Deu tudo certo do começo ao fim, e a PlanetaEXO tornou todo o processo o mais simples possível. O guia era realmente experiente e envolvente, e cada pessoa que encontramos pelo caminho contribuiu para uma experiência única e memorável. Recomendo muito!” – Gioia Vencato (Itália)
Safári de Luxo de Onça-Pintada no Pantanal
“Não me lembro de ter me hospedado em lugar melhor. Os passeios pela região foram fascinantes, graças ao conhecimento e ao jeito encantador dos guias. Caminhadas incríveis, momentos memoráveis. Nunca vou esquecer este lugar.” – Dan S. (Canadá)
“Tudo foi espetacular. A comida, o serviço, o cenário e, o mais importante, o safári no Pantanal. Já fiz safári na África e na Índia, e este superou os dois com folga… Você sente de verdade que poderia estar assistindo a um documentário do David Attenborough. Os guias contam com o apoio dos pesquisadores do Onçafari, que conseguem chegar perto das onças de um jeito que duvido que qualquer outro hotel consiga. Nosso guia foi encantador e extremamente experiente, não tenho elogios suficientes. Nem pense em reservar em outro lugar se quer ver onças… venha para cá! Isso é ecoturismo de classe mundial.” – Allymac (China)
Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande
“Vivemos momentos absolutamente incríveis e memoráveis na pousada. As atividades, as aventuras, a comida, toda a equipe e, principalmente, o nosso guia criaram um tempo perfeito para nós no Pantanal. Recomendaríamos a hospedagem sempre!” – Jennifer Bechtel (Alemanha)
“Passamos momentos ótimos no Pantanal, com muitas atividades que nos fizeram amar ainda mais o lugar. Tivemos uma guia excelente, que ficou com a gente durante toda a estadia. Ela é incrivelmente simpática, se desdobra para que os passeios sejam completos e é muito apaixonada pelo Pantanal. Obrigado a todos por tornarem estas férias tão especiais!” – Matthew Austin (Estados Unidos)
Passeio de vida selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá
“Tivemos uma ótima experiência e adoramos todas as atividades durante os 4 dias de estadia na pousada. Gostaria de agradecer especialmente à nossa guia. Ela conhecia profundamente a natureza do Pantanal e respondeu a todas as nossas perguntas durante os passeios. Além disso, garantiu que tudo fosse organizado de acordo com as nossas necessidades.” – Jip & Roy Heins (Holanda)
Reserve a sua viagem ao Pantanal com a PlanetaEXO
A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros pelo Pantanal. Trabalhamos para transformar as suas férias dos sonhos em realidade, ajudando com reservas, roteiros sob medida e tudo mais que você precisar.
Também conectamos você aos melhores operadores do Pantanal para criar viagens autênticas que vão ficar para sempre na sua memória e no seu coração. Fale com a gente agora!
Por ser um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, vale a pena saber tudo sobre as estações e o clima antes de planejar a sua viagem ao Pantanal!
De acordo com o nosso guia de viagem do Pantanal, a melhor época para visitar o Pantanal é de maio a outubro, período que abrange as estações intermediária e seca. Mesmo assim, este é um destino para o ano inteiro, já que cada estação traz oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante transformação.
Assim como acontece em outras áreas alagadas pelo mundo, a subida e a descida anuais do nível da água no Pantanal sustentam todo o seu sistema ecológico. Embora o clima da região e o comportamento da fauna sejam fortemente influenciados por essas estações, elas vêm ficando mais imprevisíveis a cada dia por causa das mudanças climáticas, o que pode gerar variações nas previsões.
Photo: Felipe Castellari, Caiman
Por isso, a PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, preparou um guia completo para você entender as estações e o clima desse lugar incrível. Veja mais abaixo!
As estações e o clima do Pantanal mês a mês
O Pantanal tem quatro estações principais bem definidas: chuvosa, úmida, intermediária e seca.
Por causa da sua localização no planalto brasileiro, as temperaturas se mantêm relativamente estáveis o ano todo, com média de 27°C (80°F). Neste guia, a gente explica as diferenças entre cada estação e a melhor época para reservar o seu safári no Pantanal.
A estação chuvosa começa em novembro e vai até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e pintando a paisagem de um verde vibrante. É o início do ciclo de regeneração: a flora cresce e a fauna volta a se espalhar.
A fartura de comida atrai centenas de espécies de aves, que aproveitam para ensinar os filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são vistos com frequência, mas os avistamentos de mamíferos ficam mais raros.
A temperatura média em novembro e dezembro no Pantanal fica entre 23°C e 28°C (73°F a 82°F), com a umidade subindo à medida que as chuvas chegam.
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Estação úmida no Pantanal (dezembro, janeiro, fevereiro e março)
A estação úmida no Pantanal também é marcada pelas chuvas. Nesse período, as planícies alagam e os rios transbordam, criando um imenso ambiente aquático.
Janeiro e fevereiro no Pantanal são os meses de mais chuva da estação, deixando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É a época ideal para explorar o bioma de barco, já que os cursos d'água se expandem e dão acesso a áreas remotas.
A fauna, que inclui jacarés, capivaras e incontáveis espécies de aves, prospera nesse ambiente, mas o acesso a algumas áreas pode ficar limitado por causa do nível alto das águas.
Com a umidade alta, a temperatura média na estação úmida varia de 24°C a 29°C (75°F a 84°F).
Photo: Aleksandrs Orlovs
Estação intermediária no Pantanal (abril, maio e junho)
De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação úmida para a seca. Conforme o nível da água começa a baixar e mais terra fica exposta, os animais que tinham se espalhado com a cheia voltam para as planícies.
É um ótimo momento para observação de aves, já que muitas espécies se reúnem ao redor das águas que restam. A paisagem começa a secar, mas a vegetação continua verde e exuberante, criando um belo contraste visual.
Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno, que deixa as expedições noturnas ainda mais gostosas. Em maio, as temperaturas ficam constantemente agradáveis, ótimas para o melhor safári no Pantanal durante o dia!
As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C (72°F a 81°F), garantindo um clima levemente fresco, mas confortável para explorar.
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Estação seca no Pantanal (julho, agosto, setembro e outubro)
A estação seca é provavelmente a melhor época para observar a vida selvagem. Conforme as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se concentrar em torno dos poucos pontos de água que sobram, o que facilita o avistamento.
Agosto, em especial, é conhecido pelos céus limpos e pouquíssima chuva, ideal para safáris e passeios fotográficos. Também é uma ótima época para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas deixam a exploração mais acessível.
A temperatura média nesse período varia de 20°C a 26°C (68°F a 79°F), o que a torna a estação mais agradável para atividades ao ar livre.
Photo: VisitMS
Qual a melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal?
No Pantanal Norte, que é onde ver onças-pintadas no Pantanal como em nenhum outro lugar do mundo, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios assim que o nível da água baixa: entre a estação intermediária (maio a junho) e seguem se reunindo até outubro, durante a estação seca.
Isso aumenta muito as chances de avistar onças e, por isso, muita gente considera essa a melhor época para ir ao Pantanal, aproveitando momentos e tanto nos safáris de barco em Porto Jofre para observar esses animais magníficos no seu habitat natural.
Já no Pantanal Sul existe um tesouro escondido: um refúgio ecológico que oferece o Safári de Onças de Luxo. Ali dá para ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, porque elas vivem protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safáris são feitos em veículos 4×4, o que garante uma experiência empolgante e imersiva.
Porto Jofre, no município de Poconé, em Mato Grosso, é a principal cidade do Pantanal Norte e concentra a maioria dos lodges. Veja como está o clima agora:
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O clima no Pantanal Sul
Corumbá, em Mato Grosso do Sul, é uma das cidades que dão acesso ao Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são portas de entrada importantes para essa área alagada. Veja o clima atual:
Agora que você já sabe qual a melhor época para visitar o Pantanal, no Brasil, e conhece um pouco mais sobre o clima e as estações, bora começar a planejar as suas férias!
A PlanetaEXO é especializada em passeios pelo Pantanal e trabalha com os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem e a sua estadia sejam diferentes de tudo que você já viveu. Fale com a gente agora!
As onças-pintadas vivem em vários países do continente americano, mas o Pantanal, no Brasil, é o melhor lugar para observá-las
Misteriosa, silenciosa e a predadora de topo indiscutível da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muita gente o mais bonito entre os grandes felinos, com sua bela pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.
@thewildlifejunkie
Ver esses animais lindos na natureza é um sonho para muitos amantes de bichos, que viajam o mundo inteiro e se embrenham em florestas e áreas alagadas só para ter um vislumbre deles. O melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, mas alguns detalhes merecem atenção, e você encontra todos eles no nosso guia de viagem do Pantanal.
Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, a PlanetaEXO preparou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar onças-pintadas na natureza, com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!
Existem onças-pintadas no Brasil?
Sim, existem onças-pintadas no Brasil. Afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos que existem no mundo (173 mil, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população: mais de 50% do total global.
As onças-pintadas também vivem no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, na Guiana, no México, na Costa Rica, em Belize e no sul dos Estados Unidos.
As onças-pintadas estão por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade do país, seguida pelo Pantanal, pelo Cerrado, pela Mata Atlântica e pela Caatinga.
Embora a Amazônia tenha mais indivíduos, eles não são fáceis de avistar por causa da vegetação densa e do tamanho impressionante do bioma. Por isso, o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.
E um detalhe curioso: as onças da Amazônia são menores que as do Pantanal, porque caçar na mata fechada é mais difícil do que nas áreas alagadas. Naturalmente, isso influencia a dieta e o padrão de crescimento delas.
Qual é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?
O Pantanal Norte é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também dá para avistá-las no Sul. Veja mais a seguir.
Onças-pintadas no Pantanal Norte
O Pantanal Norte oferece ótimas chances de ver onças-pintadas na natureza, principalmente em Porto Jofre, no município de Poconé.
Esse é considerado o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas por vários motivos, como alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável, incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d'água.
Porto Jofre é banhada pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piriqui e Paraguai, que atraem as onças e facilitam o melhor safári no Pantanal de barco.
Embora o Norte roube a cena quando o assunto é ver onças-pintadas no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53 mil hectares, a Caiman, um refúgio ecológico na cidade de Miranda, oferece hospedagem e passeios de observação da vida selvagem.
Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes da Caiman podem participar de safáris terrestres em que é possível ver onças-pintadas. Na verdade, esse é o único lugar do Sul onde esses felinos são observados com frequência, com 98% de chance de avistamento.
O trabalho das duas instituições ajuda as onças a se acostumarem com a presença de veículos e pessoas, sempre a uma distância respeitosa, é claro, o que permite avistamentos frequentes sem alterar o comportamento natural delas. Onçafari e Caiman também promovem pesquisa científica e a reintrodução de animais à natureza para garantir que a fauna local seja sempre bem cuidada.
Seja no Pantanal Norte ou Sul, a melhor época para visitar o Pantanal em busca de onças-pintadas é durante as estações intermediária e seca (de maio a outubro), quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair dos esconderijos para circular pelas margens dos rios.
Isso não só torna bem mais fácil ver onças e outros animais, como também garante clima e condições de água ideais para safáris, passeios de barco, caminhadas, tours fotográficos e cavalgadas.
O custo médio de um safári de onças no Pantanal é R$ 14.865. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a estação, a duração da viagem e outros fatores.
Confira abaixo os safáris de onças da PlanetaEXO no Pantanal Norte e no Pantanal Sul!
Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem).
Pantanal Norte. Viagem em conta, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, tours noturnos, caminhadas, contemplação do nascer e do pôr do sol.
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.
Ver onças-pintadas no Brasil com a PlanetaEXO
Agora que você já sabe que o melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, é hora de começar a planejar sua viagem!
A PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem incrível: hospedagens confortáveis, roteiros sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Fale com a gente agora!
Os parques nacionais são importantes para proteger a natureza, mas também oferecem experiências incríveis de ecoturismo que podem atender a todas as necessidades de aventura dos viajantes.
Essenciais para a preservação de ecossistemas de grande relevância ecológica e beleza cênica, os setenta e cinco Parques Nacionais no Brasil também são ativos importantes para a pesquisa científica, educação ambiental e formas não exploratórias de se conectar com a natureza — o que afeta diretamente o ecoturismo.
Embora os parques da Tijuca (Rio de Janeiro) e do Iguaçu (Paraná) sejam os mais visitados do país — atraindo 4,6 e 2 milhões de visitantes todos os anos, respectivamente —, existem outros dos melhores parques nacionais do Brasil que oferecem experiências fantásticas para viajantes que não se cansam de atividades ao ar livre.
Se você é um aficionado pela natureza, então definitivamente deve explorar os parques nacionais brasileiros! A PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, montou uma lista de destinos notáveis fora da rota tradicional. Confira abaixo!
1 – Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA)
O Parque Nacional da Chapada Diamantina (área total: 152.000 ha), no estado da Bahia, é um dos principais destinos do Brasil para viagens de aventura. Com cachoeiras deslumbrantes (Fumacinha, Buracão, Sossego, Mixila, etc.), poços naturais, mirantes, cânions e vegetação diversificada, é o lugar perfeito para uma imersão total na natureza.
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O Vale do Pati é considerado a melhor trilha do Brasil por muitos praticantes de trekking devido às suas rotas incríveis que cruzam rios, cavernas, montanhas e antigas formações rochosas.
Outra experiência imperdível é nadar no Poço Azul, um lago subterrâneo de águas cristalinas que ganham um belo tom azul quando a luz do sol corta as fendas da caverna.
Por que visitar?
Faça trilhas pela beleza incomparável do Vale do Pati, explore cavernas escondidas, refresque-se em dezenas de cachoeiras e viva momentos inesquecíveis em lagos subterrâneos hipnotizantes.
2 – Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA)
Certamente um dos parques mais de cair o queixo do país, os Lençóis Maranhenses (área total: 155.000 ha), no estado do Maranhão, destacam-se pelas lindas dunas de areia branca e lagoas de água da chuva dividindo o mesmo espaço. Rios, manguezais e praias também habitam este belo cenário que lembra um deserto.
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A beleza de outro mundo do parque é reconhecida internacionalmente. Em julho de 2024, a UNESCO nomeou os Lençóis Maranhenses como um Patrimônio Mundial.
Por que visitar?
Os Lençóis Maranhenses abrigam o maior campo de dunas da América do Sul, oferecendo mais de 36.000 lagoas que aparecem e desaparecem de acordo com o volume das chuvas.
É a opção de férias perfeita para viajantes que buscam experiências pacíficas e cenários naturais esplêndidos.
3 – Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE)
Embora seja um dos destinos de viagem mais desejados do país, Fernando de Noronha limita o número de viajantes para garantir sua conservação. De acordo com as leis federais e estaduais, apenas 11.000 pessoas por mês são permitidas na ilha (incluindo moradores, trabalhadores e turistas).
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Essa é uma das razões pelas quais o parque é tão bonito e bem preservado. Com recifes de corais vibrantes e rica vida marinha, é um lugar incrível para mergulho com cilindro e observação de golfinhos, tartarugas e várias espécies de peixes.
As praias intocadas de Noronha são um espetáculo à parte. A Baía do Sancho, em particular, a atração principal, até foi nomeada a melhor praia do mundo pelos usuários do TripAdvisor em 2023.
Por que visitar?
As praias cristalinas de Fernando de Noronha são perfeitas para tomar sol, relaxar e praticar atividades aquáticas, como natação, mergulho com snorkel, canoagem e bicicleta aquática.
Além disso, o Projeto Tamar, uma organização que protege várias espécies de tartarugas marinhas, é sediado na ilha e recebe visitantes durante todo o ano.
4 – Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT/MS)
Como parte da maior área úmida do planeta, o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (135.000 ha) é dividido entre dois estados — Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
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Lar de três grandes biomas brasileiros (Cerrado, Mata Atlântica e Floresta Amazônica), a flora e a fauna do Pantanal desempenham um papel enorme no equilíbrio do ecossistema da América do Sul.
Este é um dos parques essenciais para viajantes que amam a observação da vida selvagem, com mais de 650 espécies de pássaros, 120 de mamíferos e 50 de répteis.
Por que visitar?
Animais incríveis vagam pelo Pantanal, como capivaras, jacarés, tuiuiús e onças-pintadas. Safáris fotográficos e focagem noturna são atividades perfeitas para observar a vida selvagem.
Situado no nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (área total: 240.000 ha) apresenta vegetação exuberante, centenas de nascentes de água, cachoeiras, mirantes, dezenas de trilhas de diferentes níveis de dificuldade e antigas formações rochosas.
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Cientistas afirmam que essas rochas têm mais de um bilhão de anos, época em que a Terra era formada por crostas continentais espalhadas pelos oceanos — milhões de anos antes da Pangeia. Com o tempo, fenômenos naturais cristalizaram a areia do mar e das praias, criando belos cristais de quartzo.
Por que visitar?
A atmosfera encantadora da Chapada dos Veadeiros atrai trilheiros e viajantes espirituais que buscam uma conexão mais próxima com a natureza e os supostos poderes de cura dos cristais.
Com mais de 2.000 cachoeiras catalogadas, é um destino maravilhoso para nadar, tirar fotos ou simplesmente relaxar perto da água.
6 – Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ)
O Parque Nacional da Serra dos Órgãos (área total: 20.000 ha) protege a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro, estendendo-se por quatro cidades diferentes: Petrópolis, Teresópolis, Magé e Guapimirim.
O parque é ótimo se você gosta de observar a vida selvagem — há 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis —, mas é ainda melhor para trekking.
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Belos cenários naturais adornam 200 km de trilhas, incluindo a caminhada até o imponente Dedo de Deus, uma montanha que atinge quase 1.700 metros acima do nível do mar.
Por que visitar?
A Serra dos Órgãos é recomendada principalmente para pessoas com bom preparo físico que gostam de trilhas desafiadoras e alpinismo. É uma experiência exigente, mas a beleza deste parque vale mais do que a pena.
Viajantes curiosos que amam história não podem perder a chance de ir ao Parque Nacional da Serra da Capivara (área total: 130.000 ha) no estado do Piauí. Um Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1991, este lugar hipnotizante é um verdadeiro tesouro para entusiastas da ciência e de antigas civilizações humanas.
@gaiavani
Entre penhascos rochosos e cânions profundos, você encontrará 400 sítios arqueológicos — alguns deles com mais de 10.000 anos — com pinturas rupestres fascinantes e gravuras feitas pelos primeiros humanos da América do Sul.
Na Serra da Capivara, é obrigatório que os grupos sejam acompanhados por guias licenciados. Isso garante a preservação do parque e permite passeios personalizados e lições envolventes sobre este ambiente incrível e seu passado.
Por que visitar?
A Serra da Capivara é certamente um dos grandes destinos para entrar em contato com a história humana. O parque não é apenas o maior sítio de pinturas rupestres do mundo, mas também exibe vistas deslumbrantes de cânions antigos, vegetação densa e um céu azul infinito.
8 – Parque Nacional do Monte Roraima (RR)
Na tríplice fronteira de Brasil, Venezuela e Guiana, o Parque Nacional do Monte Roraima (área total: 117.600 ha), no estado de Roraima, é excelente para caminhadas, acampamento selvagem e alpinismo. O topo da montanha chega a quase 2.900 metros acima do nível do mar!
@dmitrideigatu
O Monte Roraima está localizado em sua maior parte em território venezuelano, então é comum que os viajantes também explorem o Parque Nacional Canaima (área total: 3.000.000 ha) em Bolívar. É lá que você encontrará o Vale dos Cristais, uma impressionante formação natural de quartzo.
Você também pode nadar nos rios (Orinoco, Essequibo, Amazonas) e piscinas naturais, observar a rica fauna e flora, e participar de maravilhosos, porém exigentes, passeios de trekking.
Por que visitar?
O Monte Roraima é uma das formações geológicas mais antigas da Terra, datando de quase 2 bilhões de anos. Envolto em mistério e belas vistas, cativa os visitantes com seus penhascos imponentes e ecossistemas fascinantes, oferecendo um vislumbre inspirador das maravilhas da Mãe Natureza.
O maior do estado do Amazonas (e durante muito tempo considerado o maior parque nacional do Brasil), o Parque Nacional do Jaú (área total: 2.272.000 ha) protege uma boa parte da Floresta Amazônica e de sua bacia hidrográfica, ambas imensuravelmente valiosas para o ecossistema do planeta.
@parquenacionaldojau
Os viajantes podem fazer caminhadas na selva, observar animais selvagens, passear de barco, pescar piranhas e outras espécies locais e visitar praias de água doce.
As condições climáticas ditam os itinerários na Amazônia. É importante prestar atenção tanto à estação seca quanto à chuvosa para saber quando é a melhor época para visitar.
Por que visitar?
Os turistas mergulham fundo no coração da Amazônia ao visitar o Jaú, que guarda experiências excepcionais na natureza que certamente ficarão gravadas em suas mentes e corações por muito tempo.
Além das maravilhas naturais, tesouros arqueológicos estão aninhados nas instalações do parque. Petróglifos da era Neolítica localizados perto das margens do Rio Jaú são elementos fundamentais para entender a história humana na América do Sul.
10 – Parque Nacional de Anavilhanas (AM)
Anavilhanas (área total: 350.000 ha) está sempre incluído nas listas dos melhores parques do país por proteger mais de 400 ilhas no Rio Negro. É o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, atrás apenas de Mariuá, também no Amazonas.
Os turistas se divertem muito quando o assunto é aventura. Observação da vida selvagem, interação com botos-cor-de-rosa da Amazônia, trilhas na floresta, trilhas aquáticas e visitas a praias de água doce são experiências obrigatórias em Anavilhanas.
Photo: Felipe Castellari
Por que visitar?
O contraste da areia branca das ilhas com as águas escuras do Rio Negro cria belas vistas, capazes de encantar viajantes de qualquer idade. Existem centenas de praias fluviais, mas algumas são completamente imperdíveis: Orla, Aracari, Bararoá, Iluminado, Sobrado e Camaleão.
Rica biodiversidade, imersão na floresta e engajamento com as comunidades locais para aprender sobre a cultura amazônica são outras razões para visitar Anavilhanas.
O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (área total: 88.000 ha), um arquipélago no estado da Bahia, foi estabelecido em 1983, mas este é o mesmo lugar pelo qual o naturalista inglês Charles Darwin se apaixonou em 1832, durante sua viagem de 5 anos ao redor do mundo para coletar dados sobre evolução biológica.
@projetobaleiajubarte
O livro The Beagle Record: Selections From the Original Pictorial Records and Written Accounts of the Voyage of the H.M.S. Beagle (1979), publicado por seu bisneto, Richard Keynes, menciona o fascínio de Darwin pela vegetação verde, abundantes espécies de pássaros e recifes de corais de Abrolhos.
O parque é essencial para preservar a mais rica biodiversidade marinha do Atlântico Sul, lar de tartarugas marinhas, aves marinhas, corais Mussismilia braziliensis e baleias-jubarte.
Um ótimo destino para mergulhadores e admiradores da vida marinha, as atividades de Abrolhos incluem caminhadas, stand-up paddle, snorkeling e mergulho com cilindro.
Por que visitar?
A bela mistura de cores de Abrolhos — verde para as árvores, azul para o mar, branco para a areia e todas as cores do arco-íris para os recifes de corais — pode deixar qualquer um sem fôlego e temendo o momento de se despedir deste paraíso.
Os entusiastas da vida selvagem terão um presente com a observação de baleias-jubarte. De julho a novembro, o arquipélago se torna um local privilegiado para a observação de baleias, à medida que essas criaturas magníficas migram para a área para procriar e amamentar seus filhotes.
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Quer você seja atraído por trilhas na floresta, praias e cachoeiras deslumbrantes, ou montanhismo, a PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma aventura inesquecível para viajantes de todo o mundo. Entre em contato conosco agora!
Os Lençóis Maranhenses são um destino para o ano todo, mas o clima é mais estável e as icônicas lagoas ficam cheias logo após a estação das chuvas
A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é de maio a setembro, quando as lagoas estão mais cheias após a época das chuvas e o clima é geralmente mais estável.
Photo: Marcio Cabral
Fora desse período, o destino ainda oferece ótimas opções de lazer e conexão com a natureza, mas a mudança de cenário causada pela influência climática altera os roteiros, especialmente no que diz respeito às lagoas.
Em outras palavras, as dunas podem ser aproveitadas o ano todo, mas há alguns detalhes a considerar para garantir que sua viagem seja agendada no momento ideal para as atividades que você busca.
Saiba mais no guia completo que o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses, preparou com muito cuidado. Confira abaixo!
O clima nos Lençóis Maranhenses
A região possui um clima tropical com pouca variação de temperatura ao longo do ano. A estação chuvosa (fevereiro a abril) apresenta fortes precipitações que fazem com que os lagos e rios alcancem seus níveis mais altos de água. A temperatura média é de 30°C a 32°C.
Na estação seca (maio a setembro), as temperaturas não mudam muito (31°C a 33°C) e as chuvas param, mas as lagoas permanecem cheias e perfeitas para nadar, mergulhar e se banhar sob um clima agradável e estável.
À medida que avançamos para os últimos meses do ano, a partir de outubro, as lagoas começam a secar, revelando a imensidão das dunas de areia e apresentando uma maneira diferente, porém igualmente fascinante, de vivenciar o Parque Nacional Lençóis Maranhenses.
Atenção: Embora seja possível prever os padrões climáticos típicos e as condições das lagoas, o clima é inerentemente imprevisível. Como a quantidade real de chuva e o estado das lagoas variam de ano para ano, é importante verificar as previsões meteorológicas mais recentes ao planejar sua viagem.
Qual é a melhor época para visitar as lagoas dos Lençóis Maranhenses: mês a mês
As milhares de lagoas são, sem dúvida, a atração principal do parque nacional. Com diferentes tamanhos e profundidades, elas são conhecidas por suas águas de um azul cristalino e condições perfeitas para nadar, mergulhar ou relaxar.
Visitar os Lençóis Maranhenses em janeiro traz uma atmosfera serena enquanto as dunas se estendem em sua vastidão. Ideal para explorações pacíficas, esta é a estação mais seca da região. As paisagens são diferentes, mais brancas e douradas devido à areia e à luz do sol e menos decoradas com o azul das lagoas, mas a beleza ainda é inegável.
As temperaturas diurnas giram em torno de 31°C e caem para 25°C à noite. O clima é quente e úmido, portanto, o uso de roupas leves e frescas é recomendado.
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Por que visitar em janeiro?
Janeiro marca a baixa temporada, perfeito para pessoas que buscam solitude e tranquilidade. Com menos atividade turística e vistas ininterruptas, também é um momento maravilhoso para a fotografia.
Embora as lagoas não estejam no seu auge, ainda é possível encontrar alguns pontos selecionados para um mergulho refrescante.
Lençóis Maranhenses em fevereiro
Ver os Lençóis Maranhenses em fevereiro significa presenciar o mês de transição para a estação das chuvas, perfeito para aproveitar a região antes do aumento das precipitações. As condições climáticas não mudam muito e, assim como em janeiro, as temperaturas são amenas, mas brisas suaves são muito mais perceptíveis.
Por que visitar em fevereiro?
À medida que fevereiro anuncia o início da estação chuvosa, você testemunhará as lagoas se enchendo lentamente, oferecendo um vislumbre da mudança de cenário. É um ótimo momento para fazer trilhas pelo parque e visitar zonas isoladas, como o Oásis de Baixa Grande e a Queimada dos Britos.
As temperaturas seguem a média de janeiro e fevereiro, acompanhadas por uma brisa adorável. Como a umidade chega a 83%, o clima se torna consideravelmente abafado.
Com o início da estação chuvosa, uma renovação vibrante toma conta da região. Alimentadas pela chuva, lagoas recém-formadas se enchem a cada dia.
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Por que visitar em março?
Março é um bom momento para visitar, pois a estação chuvosa está a todo vapor. As lagoas ficam mais cheias e o cenário se torna mais impressionante. Também é excelente para caminhadas, com temperaturas agradáveis e menos turistas ao redor.
Lençóis Maranhenses em abril
As temperaturas variam de 25 a 30°C. Esteja preparado para um clima quente acompanhado por uma brisa suave. Embora as lagoas ainda não estejam em sua capacidade máxima, os Lençóis Maranhenses em abril oferecem a primeira oportunidade do ano para realmente nadar em corpos d’água emergentes.
O clima agradável cria o cenário perfeito para explorar a região, permitindo que os viajantes desfrutem de trilhas e passeios confortavelmente.
Por que visitar em abril?
Trilhas e todos os tipos de diversão ao ar livre são atividades excelentes durante este mês. Aproveite os Lençóis sem ficar superaquecido ou preso em muita chuva!
Em maio, as chuvas intensas diminuem — embora ainda seja possível enfrentar algumas tempestades rápidas. O clima é quente, a umidade é alta e inúmeras lagoas estão totalmente formadas ao longo das dunas, prontas para receber os visitantes.
Apesar disso, é apenas o início da alta temporada, o que significa que o parque ainda está relativamente vazio. Portanto, maio é considerado por muitos como a resposta definitiva sobre qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses.
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Por que visitar em maio?
Com menos chuva e lagoas completamente cheias, maio é um mês excelente para reservar sua viagem devido ao menor tráfego de turistas e preços consideravelmente mais baixos. É um momento maravilhoso para todas as atividades principais, como caminhadas e natação!
Lençóis Maranhenses em junho
Junho é um mês de inverno no Brasil, mas é quando a região brilha mais. Clima quente, menos umidade, pequenas chances de chuva, céu azul vibrante, lagoas totalmente cheias — tudo que você precisa para uma experiência inesquecível!
À medida que a alta temporada avança, o parque nacional fica mais movimentado, mas não é nada que afete negativamente sua viagem.
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Por que visitar em junho?
As lagoas estão em seu auge e o clima é bastante estável em junho. É um momento fantástico para nadar, fazer passeios de barco pelo Rio Preguiças e praticar trekking.
Lençóis Maranhenses em julho
As temperaturas mantêm uma média de 31°C durante o dia e 24°C à noite. Menos úmido e com modesta chance de chuva, julho preserva as fantásticas condições para aproveitar os passeios.
Por que visitar em julho?
A alta temporada está no auge em julho devido às férias escolares no Brasil. A atmosfera é lindamente animada, mas ainda proporciona momentos de relaxamento para os visitantes que precisam de um descanso merecido — especialmente em Atins e Santo Amaro, as cidades-base mais tranquilas do parque nacional.
Ainda é alta temporada em agosto, mas o parque fica menos lotado já que as férias escolares acabaram. O clima é quente — 32°C — e há muito pouca chance de chuva, então é um ótimo momento para se refrescar nas lagoas e participar de passeios de barco.
Agosto também é quando a temporada de kitesurf começa a bombar. A Praia de Atins recebe turistas de todo o mundo, que adornam o céu brilhante com pipas coloridas.
Por que visitar em agosto?
Agosto é animado, porém um pouco menos lotado que julho, apesar de ser alta temporada. É um ótimo momento para aproveitar tudo o que o destino tem a oferecer e talvez fazer algumas aulas de kitesurf na Praia de Atins!
Lençóis Maranhenses em setembro
Setembro ainda é considerado uma das melhores épocas para visitar. O clima é quente, a umidade é baixa, a chance de chuva é quase zero e o parque está ainda menos lotado.
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Por que visitar em setembro?
Este mês oferece uma perspectiva única do parque. À medida que a baixa temporada se aproxima, você pode explorar as vastas dunas de areia em um ambiente mais sereno, longe das multidões habituais. É sua última chance de ver as lagoas completamente cheias!
Lençóis Maranhenses em outubro
O clima é quente e seco, o que significa que as lagoas estão ficando menores. O parque nacional fica ainda menos lotado, pois outubro marca o início da baixa temporada.
Por que visitar em outubro?
Embora as lagoas não estejam em seu nível mais alto, elas ainda estão cheias o suficiente para um mergulho refrescante. Outubro é mais calmo e tranquilo, perfeito para caminhadas relaxantes, contemplação da natureza e interação com os moradores locais.
Lençóis Maranhenses em novembro
Novembro traz uma faixa de temperatura entre 26–32°C, acompanhada de ventos moderados. É quando o parque está quase vazio, pois as lagoas ficam menores e algumas até desaparecem.
Glauco de Souza Santos
Por que visitar em novembro?
Com menos pessoas ao redor e uma brisa agradável, novembro é um momento fantástico para quem quer vivenciar a beleza natural do parque de uma forma mais descontraída. É uma época particularmente boa para trekking e para apreciar a beleza das dunas de areia.
Lençóis Maranhenses em dezembro
É difícil encontrar lagoas em dezembro, mas algumas permanecem em Santo Amaro. Os viajantes que querem se refrescar podem curtir o mar e experimentar o kitesurf na Praia de Atins, já que as temperaturas são quentes e os dias costumam ventar bastante.
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Por que visitar em dezembro?
Embora as lagoas estejam quase completamente secas, dezembro é um bom mês para as pessoas que querem fazer caminhadas e curtir o parque com menos tráfego de turistas antes da estação das chuvas. Apesar da seca, Santo Amaro e a Praia de Atins são ótimos lugares para atividades aquáticas.
Explore as dunas de areia e as lagoas com o PlanetaEXO
Como você pôde ver, qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses depende muito do que você está procurando, pois o parque oferece oportunidades para experiências incríveis mesmo quando as icônicas lagoas não estão em seu nível máximo.
Desfrute de uma experiência excepcional de ecoturismo com os melhores passeios fluviais, acomodações confortáveis a bordo e atividades maravilhosas na floresta em um cruzeiro na Amazônia.
Navios de cruzeiro são amados por muitas pessoas, mas você sabia que é possível navegar em rios? Melhor ainda, você sabia que pode navegar pelos rios da Amazônia no Brasil, como o Rio Negro, o Rio Tapajós e o todo-poderoso Rio Amazonas?
A bordo de embarcações confortáveis, os passageiros desfrutam de serviços de alta qualidade prestados por tripulações atenciosas, acomodações premium e roteiros perfeitos para turistas que buscam o melhor cruzeiro na Amazônia.
O PlanetaEXO, especialista em ecoturismo e em pacotes de viagem para Amazônia, selecionou experiências fantásticas para todos os tipos de viajantes. Trabalhando ao lado dos operadores locais mais conceituados da região, oferecemos apenas as melhores vivências. Confira abaixo!
1 – Katerre
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A Katerre possui algumas das melhores opções de cruzeiro no Amazonas. A bordo do Jacaré-Açu, um belo barco de madeira com três andares e oito cabines, até dezesseis hóspedes podem desfrutar das maravilhas da floresta da forma mais autêntica possível.
Deslizando pelo Rio Negro, impressionar-se com a beleza da floresta é inevitável. O céu é limpo, com tons alaranjados no início da manhã e azul quando o sol está mais brilhante. As árvores são vibrantes e verdes. A água é escura, mas ainda assim pacífica e acolhedora, permitindo uma experiência mais profunda na natureza.
Para o The New York Times, o jornalista Seth Kugel disse que “trocou piscinas de borda infinita por paisagens aquáticas infinitas” quando decidiu escolher um Cruzeiro pela Amazônia em vez dehotéis na Amazônia.
As atividades ao ar livre incluem trilhas, visitas a comunidades locais, passeios de barco, observação de vida selvagem, pescaria, natação, relaxamento em praias fluviais, etc.
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Além disso, os visitantes também têm uma ótima experiência de estadia em cabines aconchegantes com camas de casal ou beliches, ar-condicionado, banheiros privativos, chuveiro com água quente, além de lençóis e toalhas limpas.
As áreas comuns incluem sala de jantar, sala de estar, um bar e um solário com cadeiras, mesas, redes, espreguiçadeiras e um potente sistema de som para tocar música. Bateu a fome? Este cruzeiro no Amazonas oferece pratos deliciosos da culinária local — três refeições por dia e lanches!
Grande, moderno e sofisticado, o imponente Zaltana é considerado por muitos o melhor Cruzeiro pela Amazônia de luxo no Brasil.
Com dez cabines espaçosas — todas com camas de casal ou solteiro, ar-condicionado, decoração elegante, banheiros privativos, amenidades e janelas do chão ao teto que oferecem vistas panorâmicas da floresta —, até 20 hóspedes podem navegar confortavelmente nesta impressionante embarcação para viver a experiência mais incrível de suas vidas.
O Zaltana também inclui uma sala de TV e entretenimento (com internet de alta velocidade), sala de estar e um deck com chuveiro, mesas e cadeiras. Os hóspedes podem tomar um drink no bar do convés principal ou saborear as delícias do restaurante requintado especializado em pratos amazônicos.
Além das atividades típicas (trilhas na selva, pesca, observação de animais, etc.), o itinerário também inclui explorar as ilhas e praias fluviais do Parque Nacional de Anavilhanas e um maravilhoso luau na Praia Grande. Saiba mais sobre esta aventura.
3 – Kaiara
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A Kaiara se destaca por ser uma das únicas opções de cruzeiro na Amazônia a partir de Belém, capital do Pará. Com três embarcações diferentes (Amazon Dolphin, Belle Amazon e Tupaiú), os viajantes têm a chance imperdível de navegar em Alter do Chão, uma pequena cidade às margens do Rio Tapajós.
Itinerários personalizados incluem trilhas, natação em igarapés, visitas a praias fluviais e comunidades locais, aulas de artesanato, pesca recreativa, observação noturna, contemplação do nascer do sol, etc.
Considerada uma experiência focada na gastronomia, os pratos incríveis feitos com carinho por uma talentosa dupla de mãe e filha são um dos grandes destaques, segundo o Financial Times.
Os barcos também contam com cabines confortáveis — com camas de casal, solteiro ou beliches, ar-condicionado e banheiros privativos —, salas de jantar, salas de estar, varandas e decks com belas vistas panorâmicas. Saiba mais sobre esta aventura.
4 – La Jangada
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Inspirado em A Jangada: Oitocentas Léguas no Amazonas de Júlio Verne, o nome do La Jangada vem do título original francês deste icônico romance, La Jangada: Huit Cents lieues sur l’Amazone.
Moderno e esteticamente agradável, este catamarã chique mima os passageiros com seus deques espaçosos, design refinado e doze cabines com suíte e ar-condicionado.
Este Cruzeiro pela Amazônia é a mistura perfeita de conforto e aventura. As viagens de vários dias incluem uma vasta lista de atividades, como trilhas, passeios de barco, observação de animais, pesca, visitas a cachoeiras e piscinas naturais, acampamento na floresta, exploração do arquipélago de Anavilhanas e do Parque Nacional do Jaú, interação com comunidades indígenas e ribeirinhas, etc.
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As áreas comuns dispõem de um charmoso terraço com mesas e cadeiras, dois lounges com sofás e TVs, um restaurante que serve deliciosa comida amazônica e brasileira, um bar com drinks clássicos e autorais, uma sala de palestras e uma sala de cinema.
O barco Untamed Amazon é descrito como a experiência de cruzeiro sustentável definitiva. Parcialmente movido a energia solar, também possui um sistema avançado de tratamento de água e motores eficientes que seguem padrões ambientais internacionais.
Esta estadia cinco estrelas inclui oito espaçosas cabines com suíte — seis delas com janelas do chão ao teto para garantir as vistas mais deslumbrantes da floresta —, comodidades de alta qualidade, restaurante de culinária local, bar, sala de jantar, sala de estar, deques ao sol e áreas de entretenimento.
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Oito itinerários diferentes — além de cruzeiros de Réveillon, eventos corporativos e viagens sob medida — incluem canoagem, safáris fotográficos, passeios turísticos noturnos, caminhadas na selva e muito mais.
Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.
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Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.
São dezesseis cabines com suíte e ar-condicionado, com camas de solteiro ou queen-size, excelentes comodidades, sala de palestras, piscina, jacuzzi, deck de lazer, área gourmet, sala de jantar, lounge, solário e um grande deck de observação com uma fantástica visão 360 graus.
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Atividades maravilhosas aguardam em viagens de 6 dias pelas águas dos rios Amazonas e Negro: observação de estrelas, trilhas aquáticas, passeios noturnos, natação, passeios de barco, visitas a comunidades nativas, etc.
Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.
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Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.
É por isso que este cruzeiro na Amazônia é a opção perfeita para quem deseja levar a observação da vida selvagem para o próximo nível, já que o sistema de controle de poluição sonora é eficiente para evitar assustar os animais. As atividades também incluem caminhadas guiadas, passeios noturnos, safáris em pequenos barcos, caiaque, etc.
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Dezesseis convidados podem descansar confortavelmente em oito cabines diferentes com suíte e ar-condicionado (camas de solteiro, casal, queen-size e beliches), e relaxar na sala de jantar, lounge ou deck de observação.
Considerando acomodação, serviços, itinerários diversos e a infraestrutura das embarcações, um cruzeiro no Amazonas custa em média R$ 18.000 por pessoa. Os preços variam de acordo com a categoria da cabine, temporada, duração da viagem, etc.
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 10 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.
Cruzeiro na Amazônia: avaliações de clientes
Em parceria com os operadores locais mais confiáveis, o PlanetaEXO já ajudou inúmeros viajantes de todo o mundo a embarcarem em um incrível cruzeiro pela Amazônia.
Veja o que nossos clientes acham dessas experiências!
Sim, as opções de cruzeiro no Amazonas são seguras. As embarcações seguem protocolos de segurança rigorosos e há socorristas entre os membros da tripulação para oferecer assistência, se necessário. Em caso de emergência, uma lancha rápida está pronta para resgatar os passageiros e levá-á-los à cidade mais próxima.
Quanto tempo duram as viagens de cruzeiro na Amazônia?
Os cruzeiros fluviais são experiências de vários dias. O PlanetaEXO oferece pacotes que duram de 4 a 13 dias, mas também é possível estender ou personalizar a sua viagem.
O que devo levar na mala para um cruzeiro na Amazônia?
Roupas leves, sapatos confortáveis, chapéus ou bonés, óculos de sol, capa de chuva, uma lanterna, protetor solar, repelente de insetos, itens essenciais de viagem (documentos, dinheiro em espécie, cartão de débito/crédito, medicamentos de uso pessoal), carregador portátil e cabos (celulares, câmeras, laptops, tablets).
O que esperar de um cruzeiro pela Amazônia?
Espere se impressionar com a imensidão e a beleza da Amazônia no Brasil. Navegar pelos rios permite que você explore a natureza de uma perspectiva totalmente nova e admire a fauna e a flora do ecossistema mais rico do mundo.
Enquanto isso, acomodações elegantes e serviços premium garantem uma experiência de alto padrão para casais e famílias.
Vale a pena fazer um Cruzeiro na Amazônia?
Mais do que vale a pena! Os passeios fluviais são algumas das atividades mais fascinantes da região, porque apresentam a fusão perfeita entre ecoturismo e conforto: conexão com a natureza, turismo responsável e exclusividade. É, de fato, uma experiência inesquecível.
Pronto para planejar o seu Cruzeiro pela Amazônia?
Agora que você sabe tudo sobre as melhores opções de cruzeiro na Amazônia, que tal começarmos a planejar as suas próximas férias?
De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!
Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.
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A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.
Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasile a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!
1 – Lençóis Maranhenses (MA)
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A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.
Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.
Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?
A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.
As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.
Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?
A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.
Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!
Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!
Como chegar aos Lençóis Maranhenses?
Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia.
O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.
Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.
Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.
O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc.
No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.
Qual a melhor época na Amazônia?
Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.
Onde ficar na Amazônia?
Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo.
Amazonas: há jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.
Como chegar à Amazônia?
Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.
O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.
Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.
Qual a melhor época no Barra do Garças?
Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!
Onde ficar no Barra do Garças?
Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.
Como chegar em Barra do Garças?
O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.
4 – Chapada Diamantina (BA)
Photo: Lucas Ribeiro
Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.
As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!
Qual a melhor época na Chapada Diamantina?
A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.
Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.
Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!
Como chegar na Chapada Diamantina?
O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).
Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km).
A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!
Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.
Qual a melhor época em Cambará do Sul? Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.
Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:
Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira
Onde ficar em Cambará do Sul?
A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.
Como chegar em Cambará do Sul?
O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.
6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)
Quem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.
A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!
Jalapão
O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.
Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho.
Qual a melhor época no Jalapão?
O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.
Onde ficar no Jalapão?
O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.
Como chegar no Jalapão?
Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!
No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.
As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!
Qual a melhor época em Serras Gerais?
Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.
Onde ficar em Serras Gerais?
A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.
Como chegar em Serras Gerais?
O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município.
7 – Chapada dos Veadeiros (GO)
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Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.
O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.
Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?
Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.
É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!
Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?
Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!
A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.
8 – Pantanal (MT/MS)
O Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.
Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.
O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.
Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.
Qual a melhor época no Pantanal?
Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.
Como chegar no Pantanal?
Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.
Onde ficar no Pantanal?
Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.
Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.
Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!
Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.
O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!
A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!
Qual a melhor época do Vale do Catimbau?
O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.
Onde ficar no Vale do Catimbau?
A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.
Como chegar no Vale do Catimbau?
Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro.
10 – Nobres (MT)
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Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.
Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!
A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.
Qual a melhor época em Nobres?
A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!
Onde ficar em Nobres?
Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200.
Como chegar em Nobres?
De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.
11 – Serra da Capivara (PI)
Photo: @educoelhoguia
O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantesparques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.
O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.
Qual a melhor época na Serra da Capivara?
Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.
Onde ficar na Serra da Capivara?
Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.
Como chegar na Serra da Capivara?
Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.
12 – Cerrado (GO/MG/BA)
Photo: Fe Albori
A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.
Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.
Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.
Qual a melhor época no Cerrado?
Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios.
Como chegar no Cerrado?
Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.
Conceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.
Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.
A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!
Qual a melhor época em Ibitipoca?
Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.
Como chegar em Ibitipoca?
Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.
Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.
14 – Abrolhos (BA)
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Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.
No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.
Qual a melhor época em Abrolhos?
A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.
Onde ficar em Abrolhos?
Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.
Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!
Como chegar em Abrolhos?
Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.
Fernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxono Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.
As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!
Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!
Qual a melhor época em Fernando de Noronha?
Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.
Onde ficar em Fernando de Noronha?
O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.
O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).
Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO
Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!
2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.
No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.
Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.
Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.
Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.
Lençóis Maranhenses
Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias
Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.
Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.
Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.
Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais
No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.
Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.
Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.
De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical
A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.
Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.
A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.
Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios
No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.
Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.
Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.
Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe
Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.
As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.
Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.
O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar
Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.
Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.
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Não tem certeza de qual a melhor época para ir para Amazônia? Este guia vai te ensinar tudo sobre as estações da floresta e te ajudar a planejar suas próximas férias!
Com duas estações muito bem definidas (seca e chuvosa), a melhor época para visitar Amazônia depende do que você procura. Este é um destino para o ano todo, mas alguns períodos são mais favoráveis para certas atividades do que outros.
O tempo é quente durante todo o ano, mas é no clima da Amazônia e sua umidade que você deve prestar atenção — afinal, é uma floresta tropical. A chuva é uma ocorrência quase diária, mas existem épocas específicas em que as tempestades são mais comuns. Mas não se preocupe: sua experiência não será afetada!
Para ajudar no planejamento da sua viagem para a Amazônia, o PlanetaEXO, uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, reuniu um guia sobre quando você deve reservar sua viagem. Confira abaixo!
Visitar a Amazônia na estação chuvosa
Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio
A estação chuvosa é quando a precipitação é mais intensa, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica ligeiramente mais fresco, com uma temperatura média de 25,8 ºC.
As tempestades atingem a floresta diariamente, mas sua viagem não será prejudicada, já que elas duram apenas cerca de uma hora por dia. Quando o céu limpa, você pode voltar para fora e aproveitar. Se você planeja visitar a Amazônia em janeiro, por exemplo, encontrará os rios começando a encher, criando paisagens únicas.
Outra característica impressionante da estação chuvosa são os igapós. A intensa chuva faz com que algumas áreas das florestas fiquem inundadas. Dependendo dos níveis dos rios, a água pode atingir até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto animais subaquáticos quanto humanos.
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Inverno Amazônico
Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (dezembro a março) afeta os estados do Norte.
Apesar do nome, a estação não é realmente sobre temperatura — que permanece alta, como de costume —, mas sobre a intensidade da chuva que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que a quantidade de chuva que cairia normalmente em um mês inteiro caia em dois ou três dias.
Esse fenômeno acontece por algumas razões:
Falta de uma estação bem definida no Norte
Oscilação de uma faixa de nebulosidade sobre o Equador
Transporte de umidade do Atlântico Norte
Fenômenos climáticos específicos, como La Niña
Sua experiência de viagem não é afetada negativamente por isso, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras durante esse período, como detalhado abaixo.
O que fazer durante a estação chuvosa na Floresta Amazônica?
Esta é a época perfeita para itinerários relacionados à água. Devido à forte chuva, você não caminha pela floresta, você navega por ela:
Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre as copas das árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
Observação de vida selvagem: Animais terrestres tendem a subir para as copas das árvores quando a floresta inunda, tornando muito mais fácil avistar preguiças e macacos. Várias espécies de pássaros e os famosos botos-cor-de-rosa também são vistos frequentemente.
Destinos para a estação chuvosa na Amazônia: O Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar durante este período. Explore labirintos de água, admire a vida selvagem e participe de passeios de canoa.
Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma maneira maravilhosa de vivenciar a natureza de uma perspectiva totalmente nova.
Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro e Novembro
Entre junho e novembro, a estação seca torna a temperatura mais quente, com uma média de 27,9 ºC. Ainda chove, mas é menos frequente e o volume de água é menor. Isso permite que as inundações drenem, desbloqueando várias trilhas de caminhada que estavam anteriormente submersas — embora ainda haja uma quantidade considerável de áreas alagadas.
Menos chuva também significa rios mais baixos e uma melhor visão de diferentes espécies de peixes e até botos. Quando a água recua, os animais aquáticos têm menos espaço para nadar, então sua ocupação se concentra em zonas menores.
Tenha em mente: de outubro a dezembro, estações secas prolongadas estão se tornando mais frequentes, fazendo com que os rios encolham, limitando o acesso a algumas áreas e potencialmente reduzindo encontros com algumas espécies de animais e plantas. Espera-se que os rios comecem a subir lentamente em novembro e dezembro. As condições são muito melhores em janeiro, então a recomendação é reservar seu passeio a partir deste mês.
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O que fazer durante a estação seca na Floresta Amazônica?
Roteiros terrestres são os destaques da estação seca, o que para muitos é a melhor época da Amazônia, mas ainda é muito possível fazer atividades aquáticas incríveis:
Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para visitar praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimos locais.
Caminhadas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas modestas ou longos trekkings na floresta — incluindo cavernas e cachoeiras —, bem como acampamentos e caminhadas noturnas.
Focagem noturna: Como a área inundada encolhe drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos principais rios e lagos restantes. À noite, a “focagem” (iluminar com lanternas seus olhos) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com alguma sorte, você pode ver outras criaturas noturnas também.
Cruzeiros no rio Amazonas: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis na Amazônia, pois podem ser aproveitados tanto na estação chuvosa quanto na seca.
A alta temporada é a época do ano em que o maior número de pessoas visita um determinado destino. O aumento da demanda não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar aspectos como preços mais altos, mais visitantes e disponibilidade reduzida nos melhoreshotéis na Amazônia.
Os seguintes meses costumam ser os mais movimentados:
Dezembro e Janeiro: Feriados, férias e recessos escolares/trabalho fazem com que as pessoas viajem mais.
Fevereiro: O Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Após quatro dias de festividades, a atividade turística na Amazônia tende a crescer (geralmente na segunda quinzena de fevereiro, dependendo do calendário anual).
Junho, Julho e Agosto: Férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e Europa.
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A baixa temporada ocorre durante os meses não mencionados acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, esta é a melhor época para ir para Amazônia!
Clima da Amazônia
A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Todos eles, claro, têm suas próprias características, opções de viagem e padrões climáticos.
Para te ajudar a decidir quando ir, confira os widgets abaixo para ver como está o tempo agora nesses locais.
Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior porção — cerca de 29% da Amazônia brasileira, variando 1.450.00 km². É maior que todo o país do Peru (1.285.216 km²)!
É por isso que o Amazonas é o destino mais procurado por pessoas que querem mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né? Abaixo, você confere a previsão do tempo em Manaus:
Belém, Pará
O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. A Amazônia ocupa uma área menor aqui, com “apenas” 930.00 km². É quase tão grande quanto a Tanzânia (947.303 km²), na África.
Veja abaixo como está o tempo agora em Belém, a capital do Pará.
Alta Floresta, Mato Grosso
Alta Floresta é uma cidade no Mato Grosso com uma população de mais de sessenta e duas mil pessoas, localizada no norte do estado e sul da Amazônia. A floresta tropical ocupa 470.000 km² — maior que a área da Califórnia (423.967 km²).
Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:
A melhor época para visitar Amazônia no Brasil é quando você quiser!
Como um destino para o ano todo, a Amazônia permite experiências incríveis a qualquer momento — tudo depende da sua agenda e preferências.
Agora tudo o que você precisa fazer é escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajudará com tudo o que você precisa para fazer das suas férias um dos melhores momentos da sua vida. Entre em contato conosco agora!
Descubra todas as opções de como chegar a Barreirinhas, Atins e Santo Amaro, as cidades-base dos Lençóis Maranhenses no Brasil.
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses está localizado no Nordeste do Brasil, no estado do Maranhão. O acesso é fácil a partir da capital, São Luís, que conta com o aeroporto internacional mais próximo. De lá, basta seguir para uma das cidades-base para dar início à sua aventura: Barreirinhas, Atins ou Santo Amaro.
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O trajeto é um pouco demorado, pois a etapa final exige algumas horas de estrada até chegar ao seu destino. Além de entender como chegar aos Lençóis Maranhenses, é importante considerar o tempo de viagem ao planejar seu roteiro, para que você possa aproveitar cada segundo sem surpresas desagradáveis.
Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses, o PlanetaEXO criou um guia completo com todas as informações que você precisa para um traslado tranquilo. Confira abaixo!
Como chegar a São Luís?
Chegar em São Luís, no Maranhão, é o primeiro passo para viajar para os Lençóis Maranhenses para a maioria dos visitantes nacionais e internacionais.
O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ) recebe voos diários de algumas das maiores cidades do Brasil, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília. Verifique o Google Flights para encontrar as melhores opções.
O único voo internacional direto — sem conexão com nenhuma das cidades mencionadas acima — parte de Lisboa, Portugal, duas vezes por semana. A operadora é a TAP Air Portugal.
Como chegar a Barreirinhas saindo de São Luís?
Localizada a cerca de 260 km a leste de São Luís, Barreirinhas é a principal porta de entrada para os Lençóis Maranhenses, a cidade com a melhor infraestrutura e o ponto de partida para muitos passeios.
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De ônibus
Operada pela Expresso Guanabara e Crisbell, a viagem de ônibus do Terminal Rodoviário de São Luís até Barreirinhas leva de 4 a 5 horas.
Você descerá na Av. Rodoviário Canequinho ou na Av. 31 de Março, dependendo do itinerário. Ambos os locais oferecem fácil acesso ao parque nacional.
Alugue um carro no Aeroporto de São Luís (SLZ) e dirija até Barreirinhas por cerca de 4 horas. Agências de locação como Unidas, Movida e Localiza são opções confiáveis.
De van compartilhada
Os serviços de van compartilhada são econômicos e convenientes, proporcionando conforto e segurança para os viajantes que querem apenas relaxar.
A FrankTur (WhatsApp: +55 98 99167-7766) é uma operadora experiente que oferece traslados diários por um valor fixo (entre em contato para consultar os preços):
São Luís → Barreirinhas: Saídas às 03:30, 08:00, 14:30 e 17:00.
Barreirinhas → São Luís: Saídas às 06:00, 09:00, 14:00 e 16:30.
De transfer privativo
Para maior flexibilidade e privacidade, considere um transfer privativo (São Luís ⇌ Barreirinhas, aprox. 4h). Os detalhes de preço são os seguintes:
Embora o Aeroporto dos Lençóis Maranhenses (Aeroporto Municipal de Barreirinhas – BRB) seja o aeroporto mais próximo do parque, os voos comerciais estão suspensos desde março de 2025. No entanto, ele ainda opera para aeronaves executivas e fretadas.
Se você quer saber como chegar aos Lençóis Maranhenses, é importante entender como acessá-los via Atins, uma pacata vila de pescadores localizada em Barreirinhas, em uma parte mais isolada do parque nacional. Naturalmente, você precisa ir para Barreirinhas e depois seguir para Atins.
De barco
A viagem de barco saindo de Barreirinhas ao longo do Rio Preguiças leva cerca de 1 hora e 15 minutos. O ritmo mais lento da viagem é uma forma de entrar na atmosfera pacífica de Atins e apreciar as belas paisagens naturais.
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Aqui estão algumas opções:
Transfer de barco compartilhado: A K-BEÇA TURISMO (WhatsApp: +55 98 8827-7715) oferece saídas diárias em grupo de Atins para Barreirinhas às 07:00 e de Barreirinhas para Atins às 12:30. Entre em contato para consultar os preços.
Transfer de barco privativo: Para mais privacidade e flexibilidade, entre em contato com o PlanetaEXO para reservar seu transfer privativo.
De veículo 4×4
Outra opção é sair de Barreirinhas em um veículo 4×4. O trajeto de 1 hora pode ser um pouco acidentado, mas é uma maneira emocionante de chegar e contemplar a beleza natural do local.
Transfer Compartilhado: A Monalisa Atins (WhatsApp: +55 98 9101-0124) oferece viagens de 4×4 entre Barreirinhas e Atins às 05:00, 09:00 e 14:00. Entre em contato para consultar os preços.
Santo Amaro é a cidade-base mais tranquila e remota do parque nacional. Localizada a 237 km a sudeste de São Luís, serve como ponto final para vários dos incríveis trekkings nos Lençóis Maranhenses. É uma ótima alternativa para quem busca menos atividade turística e desconexão total do mundo exterior.
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De carro
Alugue um carro no aeroporto de São Luís em empresas como Unidas, Movida ou Localiza e dirija por cerca de 3 horas e 45 minutos até Santo Amaro. Como não há agências de aluguel de carros na cidade, você precisará devolver o veículo na capital.
De van compartilhada
Vans compartilhadas são opções práticas para viajantes que buscam traslados econômicos. Com viagens que duram 3 horas e 30 minutos, a operadora Paperinho da Van (WhatsApp: +55 98 98468-4146) oferece saídas diárias com tarifas individuais fixas (entre em contato para consultar os preços):
São Luís → Santo Amaro: Saídas às 04:00, 13:00 e 16:00.
Santo Amaro → São Luís: Saídas às 05:00, 09:00 e 14:00.
De transfer privativo
Para quem busca maior flexibilidade, reservar um transfer privativo (Santo Amaro ⇌ São Luís, aprox. 4h) é uma ótima opção. Os custos são os seguintes:
Como chegar a Barreirinhas saindo de Jericoacoara?
Agora que você já sabe como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís, é hora de entender como acessá-lo via Jijoca de Jericoacoara, no estado do Ceará.
Jericoacoara é uma vila paradisíaca conhecida por suas praias intocadas e belas formações rochosas. Faz parte da Rota das Emoções, um roteiro de 6 dias que também inclui o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os próprios Lençóis.
Devido à beleza natural e à considerável proximidade entre os Lençóis e Jericoacoara (382 km), é comum que os viajantes se desloquem entre ambos para aproveitar ainda mais as férias no Nordeste brasileiro.
De carro
A viagem de carro de Jericoacoara a Barreirinhas leva cerca de 7 horas. Você pode alugar um carro em agências como a Localiza e devolvê-lo em São Luís no final da sua viagem.
De transfer compartilhado ou privativo
A Rota Combo (WhatsApp: +55 86 99993-0111) é uma das principais operadoras na rota Jericoacoara-Barreirinhas, oferecendo serviços de transporte em grupo ou privativo em vários horários e tarifas fixas individuais (entre em contato para consultar os preços).
Como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio de Janeiro e de São Paulo
A maioria dos turistas estrangeiros desembarca no Rio de Janeiro ou em São Paulo para chegar ao Maranhão, já que estas são as maiores cidades do Brasil.
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Para quem busca como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio de Janeiro, os voos partem do Aeroporto do Galeão (GIG) para São Luís (SLZ) três vezes por semana. Para saber como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo de São Paulo, os voos para a capital maranhense partem diariamente do Aeroporto de Viracopos (VCP) e três vezes por semana de Congonhas (CGH) e Guarulhos (GRU). Todos os voos são operados pela LATAM, GOL ou Azul.
Também é possível ir de ônibus, mas a viagem é bastante longa. Partindo da Rodoviária Novo Rio para São Luís, a jornada leva 2 dias e 14 horas. De São Paulo, os passageiros embarcam na Rodoviária do Tietê e chegam ao Maranhão em 2 dias e 18 horas.
Como não há opções de viagem direta para as cidades-base saindo das rodoviárias do Rio ou de São Paulo, os turistas ainda precisam pegar outro ônibus de São Luís para Barreirinhas (mais 4 a 5 horas extras).
Reserve seus pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO
Entender como chegar aos Lençóis Maranhenses é importante para organizar a sua viagem, mas quando você viaja com a gente, sua única preocupação é se divertir!