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  • Parques Nacionais no Brasil que todo amante da natureza deveria visitar

    Parques Nacionais no Brasil que todo amante da natureza deveria visitar

    Os parques nacionais são importantes para proteger a natureza, mas também oferecem experiências incríveis de ecoturismo que podem atender a todas as necessidades de aventura dos viajantes.

    Essenciais para a preservação de ecossistemas de grande relevância ecológica e beleza cênica, os setenta e cinco Parques Nacionais no Brasil também são ativos importantes para a pesquisa científica, educação ambiental e formas não exploratórias de se conectar com a natureza — o que afeta diretamente o ecoturismo.

    Embora os parques da Tijuca (Rio de Janeiro) e do Iguaçu (Paraná) sejam os mais visitados do país — atraindo 4,6 e 2 milhões de visitantes todos os anos, respectivamente —, existem outros dos melhores parques nacionais do Brasil que oferecem experiências fantásticas para viajantes que não se cansam de atividades ao ar livre.

    Se você é um aficionado pela natureza, então definitivamente deve explorar os parques nacionais brasileiros! A PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, montou uma lista de destinos notáveis fora da rota tradicional. Confira abaixo!

    1 – Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA)

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina (área total: 152.000 ha), no estado da Bahia, é um dos principais destinos do Brasil para viagens de aventura. Com cachoeiras deslumbrantes (Fumacinha, Buracão, Sossego, Mixila, etc.), poços naturais, mirantes, cânions e vegetação diversificada, é o lugar perfeito para uma imersão total na natureza.

    Turista sentado em um penhasco rochoso com vista para os cânions verdes do Parque Nacional da Chapada Diamantina no Brasil.
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    O Vale do Pati é considerado a melhor trilha do Brasil por muitos praticantes de trekking devido às suas rotas incríveis que cruzam rios, cavernas, montanhas e antigas formações rochosas.

    Outra experiência imperdível é nadar no Poço Azul, um lago subterrâneo de águas cristalinas que ganham um belo tom azul quando a luz do sol corta as fendas da caverna.

    Por que visitar?

    Faça trilhas pela beleza incomparável do Vale do Pati, explore cavernas escondidas, refresque-se em dezenas de cachoeiras e viva momentos inesquecíveis em lagos subterrâneos hipnotizantes.

    2 – Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA)

    Certamente um dos parques mais de cair o queixo do país, os Lençóis Maranhenses (área total: 155.000 ha), no estado do Maranhão, destacam-se pelas lindas dunas de areia branca e lagoas de água da chuva dividindo o mesmo espaço. Rios, manguezais e praias também habitam este belo cenário que lembra um deserto.

    Vista aérea das dunas de areia branca e lagoas verdes de água da chuva no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
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    A beleza de outro mundo do parque é reconhecida internacionalmente. Em julho de 2024, a UNESCO nomeou os Lençóis Maranhenses como um Patrimônio Mundial.

    Por que visitar?

    Os Lençóis Maranhenses abrigam o maior campo de dunas da América do Sul, oferecendo mais de 36.000 lagoas que aparecem e desaparecem de acordo com o volume das chuvas.

    É a opção de férias perfeita para viajantes que buscam experiências pacíficas e cenários naturais esplêndidos.

    3 – Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE)

    Localizado na costa nordeste do Brasil, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (área total: 11.000 ha) protege um arquipélago de vinte e uma ilhas no estado de Pernambuco.

    Embora seja um dos destinos de viagem mais desejados do país, Fernando de Noronha limita o número de viajantes para garantir sua conservação. De acordo com as leis federais e estaduais, apenas 11.000 pessoas por mês são permitidas na ilha (incluindo moradores, trabalhadores e turistas).

    Mergulhador nadando com uma tartaruga marinha nas águas claras do Parque Nacional de Fernando de Noronha.
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    Essa é uma das razões pelas quais o parque é tão bonito e bem preservado. Com recifes de corais vibrantes e rica vida marinha, é um lugar incrível para mergulho com cilindro e observação de golfinhos, tartarugas e várias espécies de peixes.

    As praias intocadas de Noronha são um espetáculo à parte. A Baía do Sancho, em particular, a atração principal, até foi nomeada a melhor praia do mundo pelos usuários do TripAdvisor em 2023.

    Por que visitar?

    As praias cristalinas de Fernando de Noronha são perfeitas para tomar sol, relaxar e praticar atividades aquáticas, como natação, mergulho com snorkel, canoagem e bicicleta aquática.

    Além disso, o Projeto Tamar, uma organização que protege várias espécies de tartarugas marinhas, é sediado na ilha e recebe visitantes durante todo o ano.

    4 – Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT/MS)

    Como parte da maior área úmida do planeta, o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (135.000 ha) é dividido entre dois estados — Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Vista aérea do pôr do sol sobre as vastas áreas alagadas e rios do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense.
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    Lar de três grandes biomas brasileiros (Cerrado, Mata Atlântica e Floresta Amazônica), a flora e a fauna do Pantanal desempenham um papel enorme no equilíbrio do ecossistema da América do Sul.

    Este é um dos parques essenciais para viajantes que amam a observação da vida selvagem, com mais de 650 espécies de pássaros, 120 de mamíferos e 50 de répteis.

    Por que visitar?

    Animais incríveis vagam pelo Pantanal, como capivaras, jacarés, tuiuiús e onças-pintadas. Safáris fotográficos e focagem noturna são atividades perfeitas para observar a vida selvagem.

    👉 Leia mais: Onde é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?

    5 – Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO)

    Situado no nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (área total: 240.000 ha) apresenta vegetação exuberante, centenas de nascentes de água, cachoeiras, mirantes, dezenas de trilhas de diferentes níveis de dificuldade e antigas formações rochosas.

    Vista de um mirante rochoso mostrando uma cachoeira distante e vegetação exuberante no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Cientistas afirmam que essas rochas têm mais de um bilhão de anos, época em que a Terra era formada por crostas continentais espalhadas pelos oceanos — milhões de anos antes da Pangeia. Com o tempo, fenômenos naturais cristalizaram a areia do mar e das praias, criando belos cristais de quartzo.

    Por que visitar?

    A atmosfera encantadora da Chapada dos Veadeiros atrai trilheiros e viajantes espirituais que buscam uma conexão mais próxima com a natureza e os supostos poderes de cura dos cristais.

    Com mais de 2.000 cachoeiras catalogadas, é um destino maravilhoso para nadar, tirar fotos ou simplesmente relaxar perto da água.

    6 – Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ)

    O Parque Nacional da Serra dos Órgãos (área total: 20.000 ha) protege a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro, estendendo-se por quatro cidades diferentes: Petrópolis, Teresópolis, Magé e Guapimirim.

    O parque é ótimo se você gosta de observar a vida selvagem — há 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis —, mas é ainda melhor para trekking.

    Nascer do sol nebuloso sobre os picos de montanhas irregulares e trilhas do Parque Nacional da Serra dos Órgãos no Brasil.
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    Belos cenários naturais adornam 200 km de trilhas, incluindo a caminhada até o imponente Dedo de Deus, uma montanha que atinge quase 1.700 metros acima do nível do mar.

    Por que visitar?

    A Serra dos Órgãos é recomendada principalmente para pessoas com bom preparo físico que gostam de trilhas desafiadoras e alpinismo. É uma experiência exigente, mas a beleza deste parque vale mais do que a pena.

    👉 Leia mais: Saiba qual é a melhor época para visitar o Brasil

    7 – Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)

    Viajantes curiosos que amam história não podem perder a chance de ir ao Parque Nacional da Serra da Capivara (área total: 130.000 ha) no estado do Piauí. Um Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1991, este lugar hipnotizante é um verdadeiro tesouro para entusiastas da ciência e de antigas civilizações humanas.

    Mulher observando antigas pinturas rupestres em uma parede de pedra dentro do Parque Nacional da Serra da Capivara.
    @gaiavani

    Entre penhascos rochosos e cânions profundos, você encontrará 400 sítios arqueológicos — alguns deles com mais de 10.000 anos — com pinturas rupestres fascinantes e gravuras feitas pelos primeiros humanos da América do Sul.

    Na Serra da Capivara, é obrigatório que os grupos sejam acompanhados por guias licenciados. Isso garante a preservação do parque e permite passeios personalizados e lições envolventes sobre este ambiente incrível e seu passado.

    Por que visitar?

    A Serra da Capivara é certamente um dos grandes destinos para entrar em contato com a história humana. O parque não é apenas o maior sítio de pinturas rupestres do mundo, mas também exibe vistas deslumbrantes de cânions antigos, vegetação densa e um céu azul infinito.

    8 – Parque Nacional do Monte Roraima (RR)

    Na tríplice fronteira de Brasil, Venezuela e Guiana, o Parque Nacional do Monte Roraima (área total: 117.600 ha), no estado de Roraima, é excelente para caminhadas, acampamento selvagem e alpinismo. O topo da montanha chega a quase 2.900 metros acima do nível do mar!

    Trilha de caminhada passando pela savana em direção aos penhascos imponentes do Parque Nacional do Monte Roraima.
    @dmitrideigatu

    O Monte Roraima está localizado em sua maior parte em território venezuelano, então é comum que os viajantes também explorem o Parque Nacional Canaima (área total: 3.000.000 ha) em Bolívar. É lá que você encontrará o Vale dos Cristais, uma impressionante formação natural de quartzo.

    Você também pode nadar nos rios (Orinoco, Essequibo, Amazonas) e piscinas naturais, observar a rica fauna e flora, e participar de maravilhosos, porém exigentes, passeios de trekking.

    Por que visitar?

    O Monte Roraima é uma das formações geológicas mais antigas da Terra, datando de quase 2 bilhões de anos. Envolto em mistério e belas vistas, cativa os visitantes com seus penhascos imponentes e ecossistemas fascinantes, oferecendo um vislumbre inspirador das maravilhas da Mãe Natureza.

    👉 Leia mais: 10 Dicas de Viagem para o Monte Roraima para aproveitar ao máximo sua viagem

    9 – Parque Nacional do Jaú (AM)

    O maior do estado do Amazonas (e durante muito tempo considerado o maior parque nacional do Brasil), o Parque Nacional do Jaú (área total: 2.272.000 ha) protege uma boa parte da Floresta Amazônica e de sua bacia hidrográfica, ambas imensuravelmente valiosas para o ecossistema do planeta.

    Dois macacos descansando em um galho de árvore na floresta amazônica do Parque Nacional do Jaú.
    @parquenacionaldojau

    Os viajantes podem fazer caminhadas na selva, observar animais selvagens, passear de barco, pescar piranhas e outras espécies locais e visitar praias de água doce.

    As condições climáticas ditam os itinerários na Amazônia. É importante prestar atenção tanto à estação seca quanto à chuvosa para saber quando é a melhor época para visitar.

    Por que visitar?

    Os turistas mergulham fundo no coração da Amazônia ao visitar o Jaú, que guarda experiências excepcionais na natureza que certamente ficarão gravadas em suas mentes e corações por muito tempo.

    Além das maravilhas naturais, tesouros arqueológicos estão aninhados nas instalações do parque. Petróglifos da era Neolítica localizados perto das margens do Rio Jaú são elementos fundamentais para entender a história humana na América do Sul.

    10 – Parque Nacional de Anavilhanas (AM)

    Anavilhanas (área total: 350.000 ha) está sempre incluído nas listas dos melhores parques do país por proteger mais de 400 ilhas no Rio Negro. É o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, atrás apenas de Mariuá, também no Amazonas.

    Os turistas se divertem muito quando o assunto é aventura. Observação da vida selvagem, interação com botos-cor-de-rosa da Amazônia, trilhas na floresta, trilhas aquáticas e visitas a praias de água doce são experiências obrigatórias em Anavilhanas.

    Vista aérea das águas escuras do Rio Negro e ilhas florestadas do Parque Nacional de Anavilhanas ao pôr do sol.
    Photo: Felipe Castellari

    Por que visitar?

    O contraste da areia branca das ilhas com as águas escuras do Rio Negro cria belas vistas, capazes de encantar viajantes de qualquer idade. Existem centenas de praias fluviais, mas algumas são completamente imperdíveis: Orla, Aracari, Bararoá, Iluminado, Sobrado e Camaleão.

    Rica biodiversidade, imersão na floresta e engajamento com as comunidades locais para aprender sobre a cultura amazônica são outras razões para visitar Anavilhanas.

    👉 Leia mais: 15 Animais da Amazônia – Desvende a Vida Selvagem no Brasil

    11 – Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA)

    O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (área total: 88.000 ha), um arquipélago no estado da Bahia, foi estabelecido em 1983, mas este é o mesmo lugar pelo qual o naturalista inglês Charles Darwin se apaixonou em 1832, durante sua viagem de 5 anos ao redor do mundo para coletar dados sobre evolução biológica.

    Baleia-jubarte rompendo a superfície do oceano perto de um barco no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
    @projetobaleiajubarte

    O livro The Beagle Record: Selections From the Original Pictorial Records and Written Accounts of the Voyage of the H.M.S. Beagle (1979), publicado por seu bisneto, Richard Keynes, menciona o fascínio de Darwin pela vegetação verde, abundantes espécies de pássaros e recifes de corais de Abrolhos.

    O parque é essencial para preservar a mais rica biodiversidade marinha do Atlântico Sul, lar de tartarugas marinhas, aves marinhas, corais Mussismilia braziliensis e baleias-jubarte.

    Um ótimo destino para mergulhadores e admiradores da vida marinha, as atividades de Abrolhos incluem caminhadas, stand-up paddle, snorkeling e mergulho com cilindro.

    Por que visitar?

    A bela mistura de cores de Abrolhos — verde para as árvores, azul para o mar, branco para a areia e todas as cores do arco-íris para os recifes de corais — pode deixar qualquer um sem fôlego e temendo o momento de se despedir deste paraíso.

    Os entusiastas da vida selvagem terão um presente com a observação de baleias-jubarte. De julho a novembro, o arquipélago se torna um local privilegiado para a observação de baleias, à medida que essas criaturas magníficas migram para a área para procriar e amamentar seus filhotes.

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    Agora tudo o que você precisa fazer é escolher o seu favorito — ou mais de um! — para começar a planejar sua próxima viagem.

    Quer você seja atraído por trilhas na floresta, praias e cachoeiras deslumbrantes, ou montanhismo, a PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em turismo de aventura no Brasil, trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma aventura inesquecível para viajantes de todo o mundo. Entre em contato conosco agora!

  • Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Os Lençóis Maranhenses são um destino para o ano todo, mas o clima é mais estável e as icônicas lagoas ficam cheias logo após a estação das chuvas

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é de maio a setembro, quando as lagoas estão mais cheias após a época das chuvas e o clima é geralmente mais estável.

    Vista aérea das dunas do Brasil com canais de água sinuosos refletindo a luz dourada de um pôr do sol vibrante no Parque Nacional Lençóis Maranhenses.
    Photo: Marcio Cabral

    Fora desse período, o destino ainda oferece ótimas opções de lazer e conexão com a natureza, mas a mudança de cenário causada pela influência climática altera os roteiros, especialmente no que diz respeito às lagoas.

    Em outras palavras, as dunas podem ser aproveitadas o ano todo, mas há alguns detalhes a considerar para garantir que sua viagem seja agendada no momento ideal para as atividades que você busca.

    Saiba mais no guia completo que o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses, preparou com muito cuidado. Confira abaixo!

    O clima nos Lençóis Maranhenses

    A região possui um clima tropical com pouca variação de temperatura ao longo do ano. A estação chuvosa (fevereiro a abril) apresenta fortes precipitações que fazem com que os lagos e rios alcancem seus níveis mais altos de água. A temperatura média é de 30°C a 32°C.

    Na estação seca (maio a setembro), as temperaturas não mudam muito (31°C a 33°C) e as chuvas param, mas as lagoas permanecem cheias e perfeitas para nadar, mergulhar e se banhar sob um clima agradável e estável.

    À medida que avançamos para os últimos meses do ano, a partir de outubro, as lagoas começam a secar, revelando a imensidão das dunas de areia e apresentando uma maneira diferente, porém igualmente fascinante, de vivenciar o Parque Nacional Lençóis Maranhenses.

    Atenção: Embora seja possível prever os padrões climáticos típicos e as condições das lagoas, o clima é inerentemente imprevisível. Como a quantidade real de chuva e o estado das lagoas variam de ano para ano, é importante verificar as previsões meteorológicas mais recentes ao planejar sua viagem.

    Qual é a melhor época para visitar as lagoas dos Lençóis Maranhenses: mês a mês

    As milhares de lagoas são, sem dúvida, a atração principal do parque nacional. Com diferentes tamanhos e profundidades, elas são conhecidas por suas águas de um azul cristalino e condições perfeitas para nadar, mergulhar ou relaxar.

    No entanto, a formação delas está diretamente ligada ao volume de chuvas, o que significa que alguns meses são mais ou menos favoráveis para aproveitá-las.

    Lençóis Maranhenses em janeiro

    Visitar os Lençóis Maranhenses em janeiro traz uma atmosfera serena enquanto as dunas se estendem em sua vastidão. Ideal para explorações pacíficas, esta é a estação mais seca da região. As paisagens são diferentes, mais brancas e douradas devido à areia e à luz do sol e menos decoradas com o azul das lagoas, mas a beleza ainda é inegável.

    As temperaturas diurnas giram em torno de 31°C e caem para 25°C à noite. O clima é quente e úmido, portanto, o uso de roupas leves e frescas é recomendado.

    O sol brilha forte sobre dunas de areia onduladas e um riacho raso que serpenteia pelo Parque Nacional Lençóis Maranhenses.
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    Por que visitar em janeiro?

    Janeiro marca a baixa temporada, perfeito para pessoas que buscam solitude e tranquilidade. Com menos atividade turística e vistas ininterruptas, também é um momento maravilhoso para a fotografia.

    Embora as lagoas não estejam no seu auge, ainda é possível encontrar alguns pontos selecionados para um mergulho refrescante.

    Lençóis Maranhenses em fevereiro

    Ver os Lençóis Maranhenses em fevereiro significa presenciar o mês de transição para a estação das chuvas, perfeito para aproveitar a região antes do aumento das precipitações. As condições climáticas não mudam muito e, assim como em janeiro, as temperaturas são amenas, mas brisas suaves são muito mais perceptíveis.

    Por que visitar em fevereiro?

    À medida que fevereiro anuncia o início da estação chuvosa, você testemunhará as lagoas se enchendo lentamente, oferecendo um vislumbre da mudança de cenário. É um ótimo momento para fazer trilhas pelo parque e visitar zonas isoladas, como o Oásis de Baixa Grande e a Queimada dos Britos.

    👉 Explore a aventura: Travessia Lençóis Maranhenses 5 dias

    Lençóis Maranhenses em março

    As temperaturas seguem a média de janeiro e fevereiro, acompanhadas por uma brisa adorável. Como a umidade chega a 83%, o clima se torna consideravelmente abafado.

    Com o início da estação chuvosa, uma renovação vibrante toma conta da região. Alimentadas pela chuva, lagoas recém-formadas se enchem a cada dia.

    Uma única pessoa caminha pela margem de uma vibrante lagoa azul, serpenteando por vastas dunas de areia branca sob um céu nublado.
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    Por que visitar em março?

    Março é um bom momento para visitar, pois a estação chuvosa está a todo vapor. As lagoas ficam mais cheias e o cenário se torna mais impressionante. Também é excelente para caminhadas, com temperaturas agradáveis e menos turistas ao redor.

    Lençóis Maranhenses em abril

    As temperaturas variam de 25 a 30°C. Esteja preparado para um clima quente acompanhado por uma brisa suave. Embora as lagoas ainda não estejam em sua capacidade máxima, os Lençóis Maranhenses em abril oferecem a primeira oportunidade do ano para realmente nadar em corpos d’água emergentes.

    O clima agradável cria o cenário perfeito para explorar a região, permitindo que os viajantes desfrutem de trilhas e passeios confortavelmente.

    Por que visitar em abril?

    Trilhas e todos os tipos de diversão ao ar livre são atividades excelentes durante este mês. Aproveite os Lençóis sem ficar superaquecido ou preso em muita chuva!

    👉 Leia mais: 10 curiosidades sobre os Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em maio

    Em maio, as chuvas intensas diminuem — embora ainda seja possível enfrentar algumas tempestades rápidas. O clima é quente, a umidade é alta e inúmeras lagoas estão totalmente formadas ao longo das dunas, prontas para receber os visitantes.

    Apesar disso, é apenas o início da alta temporada, o que significa que o parque ainda está relativamente vazio. Portanto, maio é considerado por muitos como a resposta definitiva sobre qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses.

    Uma mulher sentada em uma toalha estampada no topo de uma duna, aproveitando o clima agradável e assistindo ao pôr do sol sobre uma lagoa serena.
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    Por que visitar em maio?

    Com menos chuva e lagoas completamente cheias, maio é um mês excelente para reservar sua viagem devido ao menor tráfego de turistas e preços consideravelmente mais baixos. É um momento maravilhoso para todas as atividades principais, como caminhadas e natação!

    Lençóis Maranhenses em junho

    Junho é um mês de inverno no Brasil, mas é quando a região brilha mais. Clima quente, menos umidade, pequenas chances de chuva, céu azul vibrante, lagoas totalmente cheias — tudo que você precisa para uma experiência inesquecível!

    À medida que a alta temporada avança, o parque nacional fica mais movimentado, mas não é nada que afete negativamente sua viagem.

    Vista aérea de piscinas azuis vibrantes aninhadas entre dunas de areia branca, destacando os meses em que as lagoas estão mais cheias.
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    Por que visitar em junho?

    As lagoas estão em seu auge e o clima é bastante estável em junho. É um momento fantástico para nadar, fazer passeios de barco pelo Rio Preguiças e praticar trekking.

    Lençóis Maranhenses em julho

    As temperaturas mantêm uma média de 31°C durante o dia e 24°C à noite. Menos úmido e com modesta chance de chuva, julho preserva as fantásticas condições para aproveitar os passeios.

    Por que visitar em julho?

    A alta temporada está no auge em julho devido às férias escolares no Brasil. A atmosfera é lindamente animada, mas ainda proporciona momentos de relaxamento para os visitantes que precisam de um descanso merecido — especialmente em Atins e Santo Amaro, as cidades-base mais tranquilas do parque nacional.

    👉 Leia mais: como visitar os Lençóis Maranhenses

    Lençóis Maranhenses em agosto

    Ainda é alta temporada em agosto, mas o parque fica menos lotado já que as férias escolares acabaram. O clima é quente — 32°C — e há muito pouca chance de chuva, então é um ótimo momento para se refrescar nas lagoas e participar de passeios de barco.

    Agosto também é quando a temporada de kitesurf começa a bombar. A Praia de Atins recebe turistas de todo o mundo, que adornam o céu brilhante com pipas coloridas.

    Por que visitar em agosto?

    Agosto é animado, porém um pouco menos lotado que julho, apesar de ser alta temporada. É um ótimo momento para aproveitar tudo o que o destino tem a oferecer e talvez fazer algumas aulas de kitesurf na Praia de Atins!

    Lençóis Maranhenses em setembro

    Setembro ainda é considerado uma das melhores épocas para visitar. O clima é quente, a umidade é baixa, a chance de chuva é quase zero e o parque está ainda menos lotado.

    Vista de cima de uma pessoa nadando em águas rasas e cristalinas sobre um fundo de areia texturizada durante um passeio guiado.
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    Por que visitar em setembro?

    Este mês oferece uma perspectiva única do parque. À medida que a baixa temporada se aproxima, você pode explorar as vastas dunas de areia em um ambiente mais sereno, longe das multidões habituais. É sua última chance de ver as lagoas completamente cheias!

    Lençóis Maranhenses em outubro

    O clima é quente e seco, o que significa que as lagoas estão ficando menores. O parque nacional fica ainda menos lotado, pois outubro marca o início da baixa temporada.

    Por que visitar em outubro?

    Embora as lagoas não estejam em seu nível mais alto, elas ainda estão cheias o suficiente para um mergulho refrescante. Outubro é mais calmo e tranquilo, perfeito para caminhadas relaxantes, contemplação da natureza e interação com os moradores locais.

    Lençóis Maranhenses em novembro

    Novembro traz uma faixa de temperatura entre 26–32°C, acompanhada de ventos moderados. É quando o parque está quase vazio, pois as lagoas ficam menores e algumas até desaparecem.

    Um grupo de turistas caminha pelo leito seco e marrom de uma lagoa, cercado por grandes dunas de areia branca, durante a estação seca.
    Glauco de Souza Santos

    Por que visitar em novembro?

    Com menos pessoas ao redor e uma brisa agradável, novembro é um momento fantástico para quem quer vivenciar a beleza natural do parque de uma forma mais descontraída. É uma época particularmente boa para trekking e para apreciar a beleza das dunas de areia.

    Lençóis Maranhenses em dezembro

    É difícil encontrar lagoas em dezembro, mas algumas permanecem em Santo Amaro. Os viajantes que querem se refrescar podem curtir o mar e experimentar o kitesurf na Praia de Atins, já que as temperaturas são quentes e os dias costumam ventar bastante.

    Altas palmeiras lançam sombras em uma praia de areia branca com vista para as águas calmas do oceano onde barcos navegam.
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    Por que visitar em dezembro?

    Embora as lagoas estejam quase completamente secas, dezembro é um bom mês para as pessoas que querem fazer caminhadas e curtir o parque com menos tráfego de turistas antes da estação das chuvas. Apesar da seca, Santo Amaro e a Praia de Atins são ótimos lugares para atividades aquáticas.

    Explore as dunas de areia e as lagoas com o PlanetaEXO

    Como você pôde ver, qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses depende muito do que você está procurando, pois o parque oferece oportunidades para experiências incríveis mesmo quando as icônicas lagoas não estão em seu nível máximo.

    O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses, ajuda você com tudo o que precisa para uma viagem inesquecível, incluindo a escolha do período adequado, roteiros sob medida, acomodação, traslados, etc. Entre em contato agora mesmo!

  • Melhores Opções de Cruzeiro na Amazônia no Brasil

    Melhores Opções de Cruzeiro na Amazônia no Brasil

    Desfrute de uma experiência excepcional de ecoturismo com os melhores passeios fluviais, acomodações confortáveis a bordo e atividades maravilhosas na floresta em um cruzeiro na Amazônia.

    Navios de cruzeiro são amados por muitas pessoas, mas você sabia que é possível navegar em rios? Melhor ainda, você sabia que pode navegar pelos rios da Amazônia no Brasil, como o Rio Negro, o Rio Tapajós e o todo-poderoso Rio Amazonas?

    A bordo de embarcações confortáveis, os passageiros desfrutam de serviços de alta qualidade prestados por tripulações atenciosas, acomodações premium e roteiros perfeitos para turistas que buscam o melhor cruzeiro na Amazônia.

    O PlanetaEXO, especialista em ecoturismo e em pacotes de viagem para Amazônia, selecionou experiências fantásticas para todos os tipos de viajantes. Trabalhando ao lado dos operadores locais mais conceituados da região, oferecemos apenas as melhores vivências. Confira abaixo!

    1 – Katerre

    Vista aérea de um barco da Katerre navegando pelos canais sinuosos do Rio Negro em um cruzeiro na Amazônia, cercado por uma vegetação verde e exuberante.
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    A Katerre possui algumas das melhores opções de cruzeiro no Amazonas. A bordo do Jacaré-Açu, um belo barco de madeira com três andares e oito cabines, até dezesseis hóspedes podem desfrutar das maravilhas da floresta da forma mais autêntica possível.

    Deslizando pelo Rio Negro, impressionar-se com a beleza da floresta é inevitável. O céu é limpo, com tons alaranjados no início da manhã e azul quando o sol está mais brilhante. As árvores são vibrantes e verdes. A água é escura, mas ainda assim pacífica e acolhedora, permitindo uma experiência mais profunda na natureza.

    Para o The New York Times, o jornalista Seth Kugel disse que “trocou piscinas de borda infinita por paisagens aquáticas infinitas” quando decidiu escolher um Cruzeiro pela Amazônia em vez de hotéis na Amazônia.

    As atividades ao ar livre incluem trilhas, visitas a comunidades locais, passeios de barco, observação de vida selvagem, pescaria, natação, relaxamento em praias fluviais, etc.

    Turistas pulando no rio a partir do convés superior do barco de madeira Jacaré-Açu ao pôr do sol, durante uma experiência autêntica de cruzeiro na Amazônia.
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    Além disso, os visitantes também têm uma ótima experiência de estadia em cabines aconchegantes com camas de casal ou beliches, ar-condicionado, banheiros privativos, chuveiro com água quente, além de lençóis e toalhas limpas.

    As áreas comuns incluem sala de jantar, sala de estar, um bar e um solário com cadeiras, mesas, redes, espreguiçadeiras e um potente sistema de som para tocar música. Bateu a fome? Este cruzeiro no Amazonas oferece pratos deliciosos da culinária local — três refeições por dia e lanches!

    Disponível em roteiros de 4, 5 ou 7 dias. Saiba mais sobre esta aventura.

    2 – Zaltana

    O luxuoso barco fluvial Zaltana ancorado no rio durante um cruzeiro na Amazônia ao pôr do sol, mostrando seu design moderno e estrutura espaçosa.
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    Grande, moderno e sofisticado, o imponente Zaltana é considerado por muitos o melhor Cruzeiro pela Amazônia de luxo no Brasil.

    Com dez cabines espaçosas — todas com camas de casal ou solteiro, ar-condicionado, decoração elegante, banheiros privativos, amenidades e janelas do chão ao teto que oferecem vistas panorâmicas da floresta —, até 20 hóspedes podem navegar confortavelmente nesta impressionante embarcação para viver a experiência mais incrível de suas vidas.

    O Zaltana também inclui uma sala de TV e entretenimento (com internet de alta velocidade), sala de estar e um deck com chuveiro, mesas e cadeiras. Os hóspedes podem tomar um drink no bar do convés principal ou saborear as delícias do restaurante requintado especializado em pratos amazônicos.

    Além das atividades típicas (trilhas na selva, pesca, observação de animais, etc.), o itinerário também inclui explorar as ilhas e praias fluviais do Parque Nacional de Anavilhanas e um maravilhoso luau na Praia Grande. Saiba mais sobre esta aventura.

    3 – Kaiara

    O barco branco Belle Amazon navegando na água, parte da frota Kaiara que oferece opções de Cruzeiro pela Amazônia.
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    A Kaiara se destaca por ser uma das únicas opções de cruzeiro na Amazônia a partir de Belém, capital do Pará. Com três embarcações diferentes (Amazon Dolphin, Belle Amazon e Tupaiú), os viajantes têm a chance imperdível de navegar em Alter do Chão, uma pequena cidade às margens do Rio Tapajós.

    Itinerários personalizados incluem trilhas, natação em igarapés, visitas a praias fluviais e comunidades locais, aulas de artesanato, pesca recreativa, observação noturna, contemplação do nascer do sol, etc.

    Considerada uma experiência focada na gastronomia, os pratos incríveis feitos com carinho por uma talentosa dupla de mãe e filha são um dos grandes destaques, segundo o Financial Times.

    Os barcos também contam com cabines confortáveis — com camas de casal, solteiro ou beliches, ar-condicionado e banheiros privativos —, salas de jantar, salas de estar, varandas e decks com belas vistas panorâmicas. Saiba mais sobre esta aventura.

    4 – La Jangada

    O elegante catamarã La Jangada navegando em um cruzeiro no rio Amazonas, cercado por árvores, oferecendo uma mistura de conforto e aventura.
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    Inspirado em A Jangada: Oitocentas Léguas no Amazonas de Júlio Verne, o nome do La Jangada vem do título original francês deste icônico romance, La Jangada: Huit Cents lieues sur l’Amazone.

    Moderno e esteticamente agradável, este catamarã chique mima os passageiros com seus deques espaçosos, design refinado e doze cabines com suíte e ar-condicionado.

    Este Cruzeiro pela Amazônia é a mistura perfeita de conforto e aventura. As viagens de vários dias incluem uma vasta lista de atividades, como trilhas, passeios de barco, observação de animais, pesca, visitas a cachoeiras e piscinas naturais, acampamento na floresta, exploração do arquipélago de Anavilhanas e do Parque Nacional do Jaú, interação com comunidades indígenas e ribeirinhas, etc.

    Vista aérea do barco La Jangada ancorado perto da selva, destacando seu espaçoso convés superior e proximidade com a natureza da Amazônia.
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    As áreas comuns dispõem de um charmoso terraço com mesas e cadeiras, dois lounges com sofás e TVs, um restaurante que serve deliciosa comida amazônica e brasileira, um bar com drinks clássicos e autorais, uma sala de palestras e uma sala de cinema.

    O La Jangada é um incrível cruzeiro na Amazônia, mas está disponível apenas para fretamento. Fale com a nossa equipe para mais informações.

    5 – Untamed Amazon

    O barco Untamed Amazon apresentando um design moderno com casco amarelo, conhecido por ser uma opção sustentável em um Cruzeiro pela Amazônia.
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    O barco Untamed Amazon é descrito como a experiência de cruzeiro sustentável definitiva. Parcialmente movido a energia solar, também possui um sistema avançado de tratamento de água e motores eficientes que seguem padrões ambientais internacionais.

    Esta estadia cinco estrelas inclui oito espaçosas cabines com suíte — seis delas com janelas do chão ao teto para garantir as vistas mais deslumbrantes da floresta —, comodidades de alta qualidade, restaurante de culinária local, bar, sala de jantar, sala de estar, deques ao sol e áreas de entretenimento.

    Foto aérea do barco Untamed Amazon mostrando os painéis solares no telhado, destacando seu sistema de energia ecológica em um cruzeiro no Amazonas.
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    Oito itinerários diferentes — além de cruzeiros de Réveillon, eventos corporativos e viagens sob medida — incluem canoagem, safáris fotográficos, passeios turísticos noturnos, caminhadas na selva e muito mais.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    6 – Amazon Clipper Premium Cruise

    Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.

    A embarcação Amazon Clipper Premium ancorada, oferecendo uma experiência luxuosa de navio de pequeno porte em um cruzeiro saindo de Manaus.
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    Uma das opções de ecoturismo mais antigas da região, operando com força há mais de 35 anos, a Amazon Clipper oferece alguns dos melhores roteiros de cruzeiro saindo de Manaus na categoria de embarcações de pequeno porte. O MV Premium é a embarcação mais luxuosa da frota deles, perfeita para pessoas que desejam uma estadia de alto padrão.

    São dezesseis cabines com suíte e ar-condicionado, com camas de solteiro ou queen-size, excelentes comodidades, sala de palestras, piscina, jacuzzi, deck de lazer, área gourmet, sala de jantar, lounge, solário e um grande deck de observação com uma fantástica visão 360 graus.

    Vista aérea do Amazon Clipper Premium navegando por um afluente estreito e sinuoso cercado pela densa floresta em um cruzeiro no rio Amazonas.
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    Atividades maravilhosas aguardam em viagens de 6 dias pelas águas dos rios Amazonas e Negro: observação de estrelas, trilhas aquáticas, passeios noturnos, natação, passeios de barco, visitas a comunidades nativas, etc.

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    7 – Tucano Amazon River Cruise

    Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.

    Três pessoas remam caiaques verdes em um rio calmo em frente a um barco de vários andares chamado Tucano, com árvores exuberantes na margem ao fundo.
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    Outro excelente navio de pequeno porte é o Tucano, um iate a motor de tamanho modesto com um motor veloz. Este design o ajuda a alcançar lugares que outros barcos não conseguem, tornando-o a única embarcação capaz de explorar as partes mais profundas do Complexo de Conservação da Amazônia Central, em Novo Airão, uma pequena cidade a 195 km de distância. Este é um roteiro fantástico de cruzeiro saindo de Manaus.

    É por isso que este cruzeiro na Amazônia é a opção perfeita para quem deseja levar a observação da vida selvagem para o próximo nível, já que o sistema de controle de poluição sonora é eficiente para evitar assustar os animais. As atividades também incluem caminhadas guiadas, passeios noturnos, safáris em pequenos barcos, caiaque, etc.

    Uma mulher com um vestido colorido listrado olha pela janela da sala de jantar de um barco de madeira, que possui mesas com toalhas brancas e taças de vinho.
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    Dezesseis convidados podem descansar confortavelmente em oito cabines diferentes com suíte e ar-condicionado (camas de solteiro, casal, queen-size e beliches), e relaxar na sala de jantar, lounge ou deck de observação.

    Disponível em roteiros de 5 a 7 dias. Veja mais detalhes sobre o Cruzeiro na Amazônia no barco Tucano.

    Quanto custa um Cruzeiro pela Amazônia?

    Considerando acomodação, serviços, itinerários diversos e a infraestrutura das embarcações, um cruzeiro no Amazonas custa em média R$ 18.000 por pessoa. Os preços variam de acordo com a categoria da cabine, temporada, duração da viagem, etc.

    Confira os preços e outras informações abaixo:

    CRUZEIRO FLUVIAL DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Cruzeiro na Amazônia (Katerre) Trilhas, passeios de barco, observação de vida selvagem, pesca, praias fluviais, visita a vilas locais. 4 dias
    5 dias
    7 dias
    R$ 13.030 
    Cruzeiro de Luxo na Amazônia (Zaltana) Estadia sofisticada, Encontro das Águas, Anavilhanas, observação de vida selvagem, trilhas, pesca de piranhas, praias fluviais, luau. 5 dias R$ 19.600
    Cruzeiro saindo de Alter do Chão (Kaiara) Expedição no Rio Tapajós (Alter do Chão, Pará), trilhas, observação de vida selvagem, canoagem, observação noturna, visita a comunidades locais. 5 dias R$ 13.660
    La Jangada Observação de vida selvagem, interação com grupos indígenas, passeios de barco, trilhas na selva, pesca, safáris noturnos. 13 dias R$41.019 
    Untamed Amazon Barco ecológico, canoagem, trilhas, safáris fotográficos, passeios noturnos, pesca recreativa. 5 dias R$ 20.712
    Amazon Clipper Premium Cruise Expedições nos rios Amazonas e Negro, trilhas aquáticas, natação, passeios de barco, observação de estrelas, comunidades nativas. 6 dias R$ 9.970
    Tucano Amazon River Cruise Expedições no Complexo de Conservação da Amazônia Central, trilhas, passeios noturnos, caiaque, safári em skiff. 5 dias

    7 dias

    R$ 14.300

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 10 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Cruzeiro na Amazônia: avaliações de clientes

    Em parceria com os operadores locais mais confiáveis, o PlanetaEXO já ajudou inúmeros viajantes de todo o mundo a embarcarem em um incrível cruzeiro pela Amazônia.

    Veja o que nossos clientes acham dessas experiências!

     

    Tudo o que você precisa saber sobre cruzeiros na Amazônia

    Qual é a melhor época para fazer um cruzeiro pela Amazônia?

    Os cruzeiros fluviais operam durante o ano todo, mas os roteiros variam de acordo com as estações (cheia ou seca).

    Veja mais informações: melhor época para ir para Amazônia

    Os cruzeiros na Amazônia são seguros?

    Sim, as opções de cruzeiro no Amazonas são seguras. As embarcações seguem protocolos de segurança rigorosos e há socorristas entre os membros da tripulação para oferecer assistência, se necessário. Em caso de emergência, uma lancha rápida está pronta para resgatar os passageiros e levá-á-los à cidade mais próxima.

    Quanto tempo duram as viagens de cruzeiro na Amazônia?

    Os cruzeiros fluviais são experiências de vários dias. O PlanetaEXO oferece pacotes que duram de 4 a 13 dias, mas também é possível estender ou personalizar a sua viagem.

    O que devo levar na mala para um cruzeiro na Amazônia?

    Roupas leves, sapatos confortáveis, chapéus ou bonés, óculos de sol, capa de chuva, uma lanterna, protetor solar, repelente de insetos, itens essenciais de viagem (documentos, dinheiro em espécie, cartão de débito/crédito, medicamentos de uso pessoal), carregador portátil e cabos (celulares, câmeras, laptops, tablets).

    O que esperar de um cruzeiro pela Amazônia?

    Espere se impressionar com a imensidão e a beleza da Amazônia no Brasil. Navegar pelos rios permite que você explore a natureza de uma perspectiva totalmente nova e admire a fauna e a flora do ecossistema mais rico do mundo.

    Enquanto isso, acomodações elegantes e serviços premium garantem uma experiência de alto padrão para casais e famílias.

    Vale a pena fazer um Cruzeiro na Amazônia?

    Mais do que vale a pena! Os passeios fluviais são algumas das atividades mais fascinantes da região, porque apresentam a fusão perfeita entre ecoturismo e conforto: conexão com a natureza, turismo responsável e exclusividade. É, de fato, uma experiência inesquecível.

    Pronto para planejar o seu Cruzeiro pela Amazônia?

    Agora que você sabe tudo sobre as melhores opções de cruzeiro na Amazônia, que tal começarmos a planejar as suas próximas férias?

    Como especialistas em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais para oferecer experiências inesquecíveis para todos os viajantes. Entre em contato conosco agora!

  • Qual o melhor lugar para ver onças no Pantanal?

    Qual o melhor lugar para ver onças no Pantanal?

    As onças-pintadas são moradoras de vários países do continente americano, mas descobrir onde ver onça no Pantanal, no Brasil, é o grande segredo para o melhor avistamento.

    Misteriosa, furtiva e a indiscutível predadora ápice da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muitos a mais bela entre os grandes felinos, com sua deslumbrante pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.

    Uma onça-pintada sentada entre a vegetação verde no bioma do Pantanal brasileiro.
    @thewildlifejunkie

    Avistar essas criaturas magníficas na natureza é um sonho que se torna realidade para muitos amantes de animais, que viajam o mundo todo e entram fundo em selvas e áreas alagadas para ter pelo menos um vislumbre delas. O melhor lugar para observá-las é no Pantanal, mas há algumas coisas que você precisa considerar.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Pantanal, o PlanetaEXO criou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar a onça do Pantanal na natureza — com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!

    Existem onças-pintadas no Brasil?

    Sim, existem onças-pintadas no Brasil — afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos no mundo (173.000, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população, abrigando mais de 50% de todo o contingente global.

    Uma onça-pintada nada cruzando um rio escuro no Pantanal à noite.
    Photo: Matias Ternes

    As onças-pintadas também são encontradas no Peru, Colômbia, Venezuela, Argentina, Guiana, México, Costa Rica, Belize e no sul dos EUA.

    👉 Leia mais: Como chegar no Pantanal

    Onde ver onças-pintadas no Brasil?

    As onças estão espalhadas por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade no país, seguida pelo Pantanal, o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga.

    Uma grande onça do Pantanal descansa confortavelmente em um galho grosso de árvore.

    Embora existam mais indivíduos na Amazônia, eles não são fáceis de avistar devido à vegetação densa e ao tamanho impressionante do bioma. Portanto, o Pantanal é o melhor lugar para avistar onças, pois a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.

    E aqui vai uma curiosidade: As onças da Amazônia são menores que a onça do Pantanal porque caçar na floresta densa é mais difícil do que nas planícies alagadas. Naturalmente, isso afeta suas dietas e o padrão de crescimento.

    👉 Leia mais: 15 Animais e Curiosidades sobre a Vida Selvagem no Pantanal

    Qual o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?

    A região norte é o melhor lugar para ver onça no Pantanal, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também é perfeitamente possível avistá-las no sul. Saiba mais abaixo.

    A onça do Pantanal na Região Norte

    O Pantanal Norte oferece chances maravilhosas de avistar a onça-pintada no Pantanal em seu habitat natural, particularmente em Porto Jofre, localizado no município de Poconé.

    As onças-pintadas que residem nesta reserva estão acostumadas com a presença humana, garantindo uma chance de 98% de avistamento. Para se ter uma ideia, nos últimos três anos, todos os visitantes tiveram a oportunidade de ver as onças-pintadas pelo menos uma vez. Outro ponto a ter em mente sobre as onças do Pantanal Sul é que, como elas são protegidas na reserva e os passeios são feitos em veículos 4×4, você pode avistá-las durante os safáris o ano todo!

    Uma onça-pintada caminha ao longo da margem arenosa de um rio no Pantanal, Brasil, enquanto turistas em um barco distante observam e tiram fotos.
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    Este é considerado o melhor lugar para ver onças no mundo por vários motivos, como a alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável — incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d’água.

    Porto Jofre é banhado pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piquiri e Paraguai, que atraem a onça do Pantanal e facilitam os safáris no Pantanal de barco.

    👉 Explore a aventura: Expedição Onça-Pintada no Pantanal Norte

    A onça-pintada no Pantanal Sul

    Embora o Norte roube a cena quando o assunto é descobrir onde tem onça no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53.000 hectares, o Caiman, um refúgio ecológico situado na cidade de Miranda, funciona como um verdadeiro santuário da onça-pintada, oferecendo acomodação e passeios de observação da vida selvagem.

    Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes do Caiman podem participar de safáris terrestres onde é possível ver onças. De fato, este é o único lugar no Sul onde esses felinos são frequentemente observados, com 98% de chance de avistamento.

    Os esforços de ambas as instituições ajudam a garantir que as onças se acostumem à presença de veículos e humanos — a uma distância respeitosa, é claro —, permitindo avistamentos frequentes sem alterar seu comportamento natural. O Onçafari e o Caiman também promovem pesquisas científicas e a reintrodução de animais na natureza para garantir que a vida selvagem local seja sempre bem cuidada.

    👉 Leia mais: 5 Projetos de Conservação do Pantanal que Fazem a Diferença

    Qual a melhor época para visitar o Pantanal e ver onças-pintadas?

    Seja no Norte ou no Sul, para garantir que você verá a onça-pintada no Pantanal, os melhores momentos são durante as estações intermediária e seca (maio a outubro). Entender o clima do Pantanal é fundamental, pois é quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair de seus esconderijos para circular pelas margens dos rios.

    Isso não apenas facilita consideravelmente a observação de onças e outros animais, mas as condições meteorológicas e da água também são adequadas para safáris, passeios de barco, trilhas, passeios fotográficos e cavalgadas.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    Quanto custa um roteiro para ver a onça do Pantanal?

    O custo médio de um passeio focado na onça-pintada no Pantanal é de R$ 14.865. Os preços variam de acordo com a categoria da acomodação, temporada, duração da viagem, etc.

    Confira abaixo os roteiros do PlanetaEXO focados na onça do Pantanal, tanto no Norte quanto no Sul!

    ROTEIRO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Expedição Onça-Pintada no Pantanal Norte Pantanal Norte. Safári para avistamento de onças e vida selvagem, passeios de barco, passeios noturnos. 4 dias R$ 13.785
    Passeio Fotográfico de Onças-Pintadas no Pantanal Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhado por guias com vasto conhecimento em fotografia de vida selvagem). 6 dias R$ 19.280
    Safári Econômico com Onças-Pintadas no Pantanal Pantanal Norte. Viagem econômica, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, passeios noturnos, trilhas, contemplação do nascer/pôr do sol. 4 dias R$ 9.690
    Safári Exclusivo com Onça-Pintada no Pantanal Pantanal Sul. Safáris terrestres para avistamento de onças e vida selvagem local, passeios noturnos, trilhas, canoagem. 4 dias R$ 16.700

    *Por pessoa, com base em acomodação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e da disponibilidade. Taxa de câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.

    Observação de onças-pintadas no Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você sabe que o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, é hora de começar a planejar as suas férias!

    O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem inesquecível, incluindo acomodações confortáveis, roteiros feitos sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Entre em contato conosco agora!

  • 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!

    Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.

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    A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca  diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.

    Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasil e a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!

    1 – Lençóis Maranhenses (MA)

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    A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.

    Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.

    Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?

    A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.

    As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.

    Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

    A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.

    Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!

    Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia. 

    O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.

    👉 Saiba mais:

    2 – Amazônia (AM/PA)

    Photo: Isadora Sá

    Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.

    Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.

    O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc. 

    No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.

    Qual a melhor época na Amazônia?

    • Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
    • Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.

    Onde ficar na Amazônia?

    Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo. 

    • Amazonas:jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
    • Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.

    Como chegar à Amazônia?

    • Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
    • Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.

    👉 Saiba mais:

    3 – Barra do Garças (MT)

    Photo: Secrataria de Turismo de Barra do Garcas

    O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.

    Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.

    Qual a melhor época no Barra do Garças?

    Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!

    Onde ficar no Barra do Garças?

    Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.

    Como chegar em Barra do Garças?

    O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.

    4 – Chapada Diamantina (BA)

    Photo: Lucas Ribeiro

    Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.

    As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!

    Qual a melhor época na Chapada Diamantina?

    A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.

    👉 Saiba mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

    Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.

    Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!

    Como chegar na Chapada Diamantina?

    O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).

    Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km). 

    👉 Saiba mais:

    5 – Cambará do Sul (RS)

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    A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!

    Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.

    Qual a melhor época em Cambará do Sul?
    Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.

    Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:

    • Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
    • Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
    • Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira

    Onde ficar em Cambará do Sul?

    A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.

    Como chegar em Cambará do Sul?

    O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.

    6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)

    Quem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.

    A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.

    Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho. 

    Qual a melhor época no Jalapão?

    O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.

    Onde ficar no Jalapão?

    O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.

    Como chegar no Jalapão?

    Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!

    👉 Saiba mais:

    Serras Gerais

    No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.

    As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!

    Qual a melhor época em Serras Gerais?

    Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.

    Onde ficar em Serras Gerais?

    A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.

    Como chegar em Serras Gerais?

    O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município. 

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

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    Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.

    O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.

    Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?

    Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.

    É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!

    Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?

    Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!

    👉 Conheça a viagem: Trekking Chapada dos Veadeiros

    Como chegar na Chapada dos Veadeiros?

    A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.

    8 – Pantanal (MT/MS)

    O Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.

    Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.

    O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.

    Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.

    Qual a melhor época no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
    • Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.

    Como chegar no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
    • Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.

    Onde ficar no Pantanal?

    Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.

    • Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
    • Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.

    Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!

    👉 Saiba mais:

    9 – Vale do Catimbau (PE)

    Photo: Elias Rodrigues

    Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.

    O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!

    A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!

    Qual a melhor época do Vale do Catimbau?

    O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.

    Onde ficar no Vale do Catimbau?

    A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.

    Como chegar no Vale do Catimbau?

    Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro. 

    10 – Nobres (MT)

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    Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.

    Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!

    A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.

    Qual a melhor época em Nobres?

    A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!

    Onde ficar em Nobres?

    Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200

    Como chegar em Nobres?

    De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.

    11 – Serra da Capivara (PI)

    Photo: @educoelhoguia

    O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantes parques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.

    O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.

    Qual a melhor época na Serra da Capivara?

    Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.

    Onde ficar na Serra da Capivara?

    Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.

    Como chegar na Serra da Capivara?

    Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.

    12 – Cerrado (GO/MG/BA)

    Photo: Fe Albori

    A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.

    Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.

    Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.

    Qual a melhor época no Cerrado?

    Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios

    Como chegar no Cerrado?

    Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.

    👉 Conheça a viagem: Tour pelo Cerrado na Pousada Trijunção

    13 – Ibitipoca (MG)

    Conceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.

    Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.

    A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!

    Qual a melhor época em Ibitipoca?

    Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.

    Como chegar em Ibitipoca?

    Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.

    Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.

    14 – Abrolhos (BA)

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    Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.

    No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.

    Qual a melhor época em Abrolhos?

    A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.

    Onde ficar em Abrolhos?

    Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.

    Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!

    Como chegar em Abrolhos?

    Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.

    👉 Saiba mais:

    15 – Fernando de Noronha (PE)

    Fernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxo no Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.

    As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!

    Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!

    Qual a melhor época em Fernando de Noronha?

    Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.

    Onde ficar em Fernando de Noronha?

    O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.

    👉 Confira a viagem: Pacotes de Mergulho em Fernando de Noronha

    Como chegar em Fernando de Noronha?

    O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).

    👉 Saiba mais:

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    Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!

  • Qual é o melhor Safári no Pantanal?

    Qual é o melhor Safári no Pantanal?

    Ansioso para explorar as maravilhas naturais do Brasil? Descubra os melhores roteiros para a sua viagem para o Pantanal!

    O melhor safári no Pantanal é aquele que permite uma imersão total neste bioma fascinante, com muitas atividades focadas em explorar sua biodiversidade impressionante.

    Abrangendo uma área de mais de 210.000 km², o Pantanal é o melhor lugar do Brasil para observar a vida selvagem. Ao pesquisar onde fica o Pantanal, você descobrirá que esta região abriga alguns dos animais mais célebres do país, como jacarés, capivaras, araras e o maior felino das Américas: a onça-pintada.

    O PlanetaEXO é especialista em pacotes de viagem para o Pantanal e seleciona a dedo os melhores operadores locais para garantir que sua viagem inclua roteiros diversificados, ótimas opções de estadia, práticas ecológicas e momentos inesquecíveis. Confira!

    Uma onça-pintada selvagem caminhando em um banco de areia no rio observada por turistas em um safári no Mato Grosso.
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    Safári no Pantanal: Norte e Sul

    Antes de começar a planejar sua viagem, é importante saber que o Pantanal é tão rico que se divide em dois lados: o Norte, onde você pode fazer um safári no Mato Grosso (acessível via Cuiabá), e o Sul, onde acontece o Safári no Mato Grosso do Sul (via Campo Grande). Naturalmente, as experiências em cada região são diferentes e devem ser consideradas antes de reservar sua viagem.

    O Pantanal Norte é ideal para avistar onças e passeios de barco. A abundância de vida selvagem torna esta área perfeita para fotógrafos e entusiastas da natureza que mal podem esperar para ver algumas das espécies mais fascinantes da América Latina.

    Enquanto isso, o Pantanal Sul é conhecido pela imersão cultural e experiências tradicionais em fazendas, misturando a pecuária com atividades de ecoturismo, como cavalgadas e canoagem. Ver onças é um pouco mais difícil no Sul — embora não seja impossível — mas a observação da vida selvagem continua imperdível!

    Viajantes em um barco a motor navegam por um rio calmo durante um pôr do sol vibrante no Pantanal.
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    👉 Saiba mais sobre o Pantanal:

    Safári de Onça-Pintada no Pantanal

    Sendo o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas, o Pantanal Norte é o principal destino — embora não o único — para viajantes cujo objetivo principal é avistar este felino magnífico.

    Além disso, as expedições focadas na onça tendem a ter um valor diferenciado. Se você procura saber sobre preços de safári no Pantanal, considere que técnicas específicas são necessárias para garantir que os viajantes aproveitem a experiência sem estressar os animais, e essa exclusividade e logística impactam o investimento.

    Safári de Onça-Pintada no Pantanal Norte

    Um dos principais passeios saindo de Cuiabá, esta experiência acontece em Porto Jofre Pantanal, no município de Poconé, ao final da Rodovia Transpantaneira. Oferece atividades incríveis para amantes da natureza que sonham em ver onças vagando em seu habitat natural.

    Navegando pelas águas calmas do Rio Cuiabá, você poderá ver onças tirando uma soneca no topo das árvores, passeando pelas margens, nadando ou até caçando presas. Guias locais estarão com você durante o safári de barco para levá-lo a pontos estratégicos de observação e compartilhar seu conhecimento sobre o Pantanal.

    Este roteiro inclui hospedagem aconchegante, refeições deliciosas, traslados de ida e volta entre Cuiabá e Porto Jofre, guias especializados e safáris diários de barco para ver onças e outros animais do Pantanal, como tamanduás-bandeira, jacarés e centenas de espécies diferentes de aves.

    Duas onças lutando em um rio, um avistamento raro e intenso da vida selvagem durante um safári no Pantanal.
    @larissa.pantanal

    👉 Reserve agora: Safári de Onça-Pintada em Porto Jofre

    Passeio Fotográfico de Onças-Pintadas no Pantanal

    Ideal para fotógrafos profissionais e amadores, este tour fotográfico no Pantanal saindo de Cuiabá leva você a uma viagem ao coração do bioma para capturar e eternizar sua beleza deslumbrante.

    Você será acompanhado por guias locais com vasta experiência em fotografia de vida selvagem para ajudá-lo com as melhores técnicas para tirar fotos incríveis de onças, araras, veados-catingueiros, tuiuiús e muito mais.

    Em relação à hospedagem, existem duas opções disponíveis: Flotel, um hotel flutuante na entrada do Parque Estadual Encontro das Águas, e Berco Lodge, uma pousada clássica do Pantanal.

    Fotógrafo de vida selvagem capturando uma onça na margem de um rio durante um safári no Mato Grosso.
    @larissa.pantanal

    👉 Reserve agora: Passeio Fotográfico de Onças-Pintadas no Pantanal

    Safári de Luxo no Sul do Pantanal

    Certamente um dos pacotes para o Pantanal mais marcantes saindo de Campo Grande, esta experiência é a mistura perfeita entre imersão na natureza e uma estadia de alto padrão.

    Embora este passeio aconteça no Sul, 100% dos visitantes que o reservaram nos últimos anos avistaram onças. Isso se deve ao trabalho da Casa Caiman e do Onçafari, um projeto de conservação cujo objetivo é habituar os animais à presença humana, o que consequentemente aumenta a conscientização sobre questões ambientais e ajuda a desenvolver o ecoturismo da área.

    Além da experiência inigualável de avistar onças neste safári no Pantanal Mato Grosso do Sul, as atividades também incluem passeios de canoa, caminhadas ecológicas e expedições noturnas para mais observação da vida selvagem.

    Ao se hospedar na Caiman, uma das pousadas mais bem avaliadas do Pantanal, suas férias são elevadas a outro nível. Os hóspedes desfrutam de quartos com ar-condicionado, banheiros privativos e varandas, decoração sofisticada, sauna, academia, fogueira, piscina, decks, restaurante e bar. É tudo o que você precisa em uma acomodação de luxo!

    Veículos de safári estacionados em uma estrada de terra observando onças cruzando o caminho durante um passeio sustentável.
    Photo: Edu Fragoso

    👉 Reserve agora: Safári de Luxo no Pantanal

    Safári de Vida Selvagem no Pantanal

    Os safáris de vida selvagem também são uma maneira fantástica de explorar a fauna nativa. Como a maioria deles ocorre no Sul, as chances de avistar onças são menores, mas você ainda verá incríveis animais do Pantanal. Pelo mesmo motivo, essas experiências são mais acessíveis, tornando-se uma ótima opção para viajantes com orçamento mais apertado que buscam bons preços de safári no Pantanal.

    Lideradas por guias especializados, essas viagens ao Pantanal são perfeitas para quem deseja mergulhar fundo em um dos ecossistemas mais cativantes do mundo.

    Excursão Pantanal Sul saindo de Campo Grande

    Safáris fotográficos, excursões noturnas e passeios de barco no Rio Aquidauana são atividades incríveis para avistar a vida selvagem, enquanto cavalgadas, caminhadas e pesca de piranha permitem que você tenha um vislumbre mais profundo da vida local. Você se sentirá um verdadeiro Pantaneiro!

    Guias estarão com você durante toda a viagem para escolher os melhores locais para observar antas, tamanduás-bandeira e o imponente tuiuiú.

    Na pousada, satisfaça seu apetite com comida incrível feita com ingredientes frescos, divirta-se nas áreas de lazer — incluindo uma quadra de vôlei de areia! — e aproveite esta estadia excepcional!

    Um tamanduá-bandeira com seu focinho longo distinto e pelagem preta e branca caminha por águas rasas e plantas aquáticas verdes no Pantanal.
    Photo: Samuel Melim

    👉 Reserve agora: Excursão Pantanal Sul saindo de Campo Grande

    Pantanal Sul Selvagem: Aventura em Áreas Remotas

    A Nhecolândia é uma das microrregiões mais icônicas do Pantanal, famosa por seus campos abertos, manchas de floresta e lagoas sazonais perto do Rio Negro. Esta terra intocada é perfeita para viajantes que têm sede de aventura e buscam experiências profundas na natureza.

    Enquanto os safáris de vida selvagem são geralmente econômicos, este se destaca por sua exclusividade, serviços de alto padrão e atividades autênticas em uma área remota. Explore as áreas alagadas para avistar (e fotografar) algumas das espécies mais bonitas do Brasil: tatus-canastra, araras, capivaras, tucanos e muitas outras.

    Além dos safáris fotográficos, o itinerário também inclui canoagem, pesca e cavalgadas. Ao cruzar as planícies alagadas a cavalo, você entenderá o que é realmente a vida pantaneira. Não esqueça seu chapéu!

    Ao anoitecer, relaxe em belos ecolodges equipados com camas confortáveis, ar-condicionado, banheiros privativos, decoração charmosa e comodidades premium. Nas áreas comuns, aproveite sua estadia no lounge, biblioteca, jardim ou pomar. Ambas as opções de hospedagem (Baía das Pedras e Barranco Alto) oferecem vistas deslumbrantes do Pantanal que certamente o deixarão de queixo caído.

    Vista de dentro de um jipe atravessando terreno molhado, típico de uma aventura autêntica de safári no Pantanal.
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    Roteiro Pantanal e Bonito no Brasil

    Mato Grosso do Sul é abençoado com a beleza natural diversa dos biomas brasileiros, incluindo o Pantanal, o Cerrado e a Mata Atlântica.

    Neste Safári no Mato Grosso do Sul de 5 dias, explore a maior área úmida da Terra com passeios de barco, cavalgadas e tours de vida selvagem em veículos 4×4 para ver jaguatiricas, jacarés, ariranhas e cervos em seu habitat nativo.

    No terceiro dia, você pegará a estrada em direção a Bonito (2 horas de viagem), onde experimentará alguns dos cenários mais bonitos do Brasil, como a Gruta de São Miguel, o Parque Ecológico Vale Anhumas, a Barra do Sucuri e o Rio Formoso. Trilhas, natação em piscinas naturais e flutuação em rios são apenas algumas das atividades incríveis incluídas nesta viagem.

    Escolha sua acomodação para ambos os destinos com base em suas preferências e necessidades. Todas as opções de hotel oferecem excelentes serviços, refeições deliciosas — pensão completa no Pantanal e meia pensão em Bonito —, e instalações apropriadas para casais, famílias ou viajantes solo.

    Turistas praticando snorkeling em um rio claro com peixes Dourados, uma experiência única no Pantanal.
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    Excursão no Pantanal saindo de Cuiabá

    Se você está planejando viajar para o Pantanal Norte e aproveitar o clima do Pantanal, uma excelente opção é esta experiência saindo de Cuiabá. Em Poconé, participe de excursões noturnas, passeios de barco, cavalgadas e caminhadas.

    Avistar onças pode ser difícil aqui — embora não impossível —, mas você ainda terá uma experiência emocionante em safáris fotográficos para observar tuiuiús, cervos-do-pantanal e capivaras. Certifique-se de capturar a beleza da flora também: vitórias-régias, orquídeas selvagens, bromélias e ipês (flor símbolo do Brasil).

    Aproveite os serviços premium de sua acomodação e deixe o cansaço e os problemas desaparecerem. Mergulhe na piscina, pegue um bronzeado no deck e aprecie a vista natural de tirar o fôlego.

    Uma silhueta de uma capivara na grama alta durante um pôr do sol dourado, com dois pequenos pássaros empoleirados em sua cabeça e costas.
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    Quanto custa um safári no Pantanal?

    O valor médio de um safári no Pantanal é de R$ 10.530 por pessoa. Os preços variam de acordo com a categoria da acomodação, a época do ano, a duração da viagem, entre outros fatores.

    Confira as principais informações abaixo e escolha o seu roteiro favorito!

    SAFÁRI DESTAQUES PREÇO INICIAL*
    Safári de Onça-Pintada em Porto Jofre (Cuiabá) Avistamento de onças, observação da vida selvagem, passeios de barco, focagem noturna. R$ 13.782,35
    Passeio Fotográfico de Onças-Pintadas Visite áreas estratégicas para capturar fotos incríveis de onças e outros animais. Perfeito para fotógrafos. R$ 19.280,00
    Safári de Luxo no Pantanal Ecolodge de alto padrão com grandes chances de avistar onças no Pantanal Sul (o único fora do Norte). R$ 16.700,00
    Excursão Pantanal Sul (Campo Grande) Safári noturno e fotográfico, pesca de piranha, passeios de barco, cavalgadas. R$ 6.000,00
    Excursão no Pantanal (Cuiabá) Safáris noturnos e fotográficos, trekking, cavalgadas, passeios de barco no Rio Aquidauana. R$ 7.060,00
    Pantanal Sul Selvagem: Aventura Remota Observação da vida selvagem, caminhadas guiadas, canoagem e cavalgadas em uma das áreas mais selvagens. R$ 11.865,00
    Roteiro Pantanal e Bonito Safáris e passeios de barco no Pantanal Sul seguidos de snorkeling e natação em Bonito. R$ 7.270,00

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade.

    Dois viajantes remando uma canoa em águas calmas, uma forma imersiva de explorar as áreas alagadas durante um passeio no Pantanal.
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    Avaliações de safári no Pantanal

    Está claro que o Pantanal no Brasil é um dos destinos de ecoturismo mais espetaculares do planeta, mas o que os viajantes dizem? Com os melhores operadores turísticos do mercado, a PlanetaEXO levou centenas de turistas a este paraíso ao longo dos anos.

    Veja o que nossos clientes pensam sobre alguns dos nossos roteiros de safári no Pantanal!

    Reserve sua viagem para o Pantanal com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Pantanal. Estamos comprometidos em transformar suas férias dos sonhos em realidade, ajudando com reservas, itinerários personalizados e tudo o mais que você possa precisar.

    Também conectamos você aos melhores operadores de turismo do Pantanal para criar viagens autênticas que ficarão para sempre gravadas em sua memória — e em seu coração. Entre em contato conosco agora!

  • Qual é a Melhor Época para Visitar o Pantanal?

    Qual é a Melhor Época para Visitar o Pantanal?

    Sendo um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, saiba tudo sobre as estações e o clima antes de planejar sua viagem para o Pantanal!

    A melhor época para ir ao Pantanal é de maio a outubro, abrangendo as estações vazante (intermediária) e seca. No entanto, este é um destino para o ano todo, já que suas estações apresentam oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante mudança.

    Assim como em outras áreas úmidas ao redor do mundo, o sobe e desce anual dos níveis da água fornece a base para o sistema ecológico da região. Embora o clima do Pantanal e o comportamento da vida selvagem sejam fortemente influenciados por essas estações, elas estão se tornando mais imprevisíveis a cada dia devido às mudanças climáticas — o que pode causar variações nas previsões.

    Três Araras-Azuis voando em formação contra um céu azul claro, uma visão comum durante um safari no Pantanal.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    É por isso que o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para o Pantanal, reuniu um guia completo para ajudá-lo a entender as estações e o clima neste lugar fantástico. Veja mais abaixo!

    Estações e o clima no Pantanal mês a mês

    O Pantanal possui quatro estações principais bem definidas: chuvosa (cheia), vazante (intermediária) e seca.

    Devido à sua localização no Planalto Central Brasileiro, as temperaturas permanecem relativamente consistentes durante todo o ano, com a temperatura do Pantanal girando em torno de uma média de 27°C. Neste guia, explicaremos as diferenças entre cada estação e o melhor momento para reservar sua aventura.

    Estação Chuvosa (Novembro e Dezembro)

    A estação chuvosa começa em novembro e dura até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e transformando a paisagem em um verde vibrante. Isso marca o início do ciclo de regeneração, com a flora crescendo e a vida selvagem começando a se dispersar novamente.

    As fontes abundantes de alimento atraem centenas de espécies de pássaros, que aproveitam a oportunidade para ensinar seus filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são frequentemente avistados, mas os avistamentos de mamíferos tornam-se menos frequentes.

    O Pantanal em dezembro e novembro apresenta temperaturas variando de 23°C a 28°C, com aumento da umidade conforme as chuvas começam.

    Vista aérea de um barco navegando por canais verdes exuberantes durante a estação chuvosa, uma época fotogênica na viagem para o Pantanal.
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    Estação Cheia (Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março)

    A estação cheia no Pantanal também é caracterizada por chuvas. Durante este período, as planícies inundam e os rios transbordam, criando um vasto ambiente aquático.

    O Pantanal em janeiro e fevereiro recebe o maior volume de chuvas, tornando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É o momento ideal para explorar o bioma de barco, já que as vias navegáveis se expandem e oferecem acesso a áreas remotas.

    A vida selvagem — incluindo jacarés, capivaras e inúmeras espécies de pássaros — prospera nesta atmosfera, mas o acesso a algumas áreas pode ser limitado devido aos altos níveis da água.

    Com alta umidade, a temperatura média durante a estação cheia varia de 24°C a 29°C.

    Uma onça saltando de um tronco para a água, capturando a intensa ação da vida selvagem vista em passeios na região onde fica o Pantanal.
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    Estação Intermediária ou Vazante (Abril, Maio e Junho)

    De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação cheia para a seca. À medida que os níveis de água começam a baixar e mais terra fica exposta, os animais que haviam se dispersado com a inundação retornam às planícies.

    Este momento é excelente para observação de aves, pois muitas espécies se reúnem nas águas restantes. A paisagem começa a secar, mas a vegetação permanece exuberante e verde, oferecendo um belo contraste visual.

    Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno que pode tornar as expedições noturnas ainda mais encantadoras. Em maio, as temperaturas são consistentemente agradáveis — ótimas para um safari no Pantanal durante o dia!

    As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C, proporcionando um clima no Pantanal levemente fresco, mas confortável para exploração.

    Uma capivara descansando na grama perto de um jacaré à beira da água, típico da melhor época no Pantanal para ver animais.
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    Estação Seca (Julho, Agosto, Setembro e Outubro)

    A estação seca é, sem dúvida, a melhor época no Pantanal para observação da vida selvagem. À medida que as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se agrupar ao redor dos poços de água restantes, tornando-os mais fáceis de serem avistados.

    Agosto, em particular, é conhecido por céus claros e muito pouca chuva, ideal para safaris e tours fotográficos. É também um ótimo momento para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas tornam a exploração mais acessível.

    A temperatura média varia de 20°C a 26°C, tornando esta a estação mais agradável para atividades ao ar livre.

    Um viajante andando a cavalo por áreas úmidas rasas, uma atividade popular em uma viagem para o Pantanal.
    Photo: VisitMS

    Qual a melhor época para ver onças no Pantanal?

    No Pantanal Norte — também conhecido como o melhor lugar do mundo para ver onças —, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios à medida que o nível da água começa a baixar, entre a estação intermediária (maio a junho), e continuam a se reunir até outubro, durante a estação seca.

    Isso aumenta significativamente as chances de avistar onças, tornando este o momento ideal para muitos viajantes que desejam saber quando ir ao Pantanal. Em Porto Jofre, é possível desfrutar de momentos inesquecíveis em safaris de barco para observar essas criaturas magníficas em seu habitat natural.

    No entanto, no Pantanal Sul, existe uma joia escondida: um refúgio ecológico que oferece o Safari de Onça de Luxo. Aqui, os visitantes podem ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, pois elas são protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safaris são feitos em veículos 4×4, proporcionando uma experiência emocionante e imersiva.

    Uma onça descansando em um galho de árvore no Pantanal Norte, observada durante a estação seca, a melhor época para ir ao Pantanal para ver felinos.
    Photo: Henk-Bogaard

    👉 Leia mais: Saiba onde fica o Pantanal (Norte ou Sul) e qual o melhor para visitar

    Clima no Pantanal Norte

    Porto Jofre, no município de Poconé, Mato Grosso, é a principal localidade do Pantanal Norte, onde a maioria das pousadas está localizada. Veja como está o tempo agora:

    Clima no Pantanal Sul

    Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é uma das cidades vizinhas do Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são importantes portais para o Pantanal. Este é o clima atual:

    👉 Leia mais: Como chegar no Pantanal, Brasil

    Reserve sua viagem para o Pantanal com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe qual a melhor época para ir ao Pantanal e aprendeu um pouco mais sobre o clima e as estações, vamos começar a planejar suas férias!

    O PlanetaEXO é especializado em safári no Pantanal e trabalha com os melhores operadores locais para garantir que sua experiência de viagem e estadia seja inigualável. Entre em contato conosco agora!

  • Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.

    No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.

    Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.

    Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.

    Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.

    Lençóis Maranhenses

    Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias

    Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.

    Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.

    Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.

    Franck Nicolas

    👉 Explore as trilhas de caminhada nos Lençóis Maranhenses

    Vale do Pati (Chapada Diamantina)

    Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais

    No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.

    Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.

    Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.

    Dan Heath

    👉 Descubra as experiências de trekking no Vale do Pati

    Floresta Amazônica

    De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical

    A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.

    Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.

    A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.

    Kristina Wagner

    👉 Escolha sua experiência na Amazônia

    Pantanal

    Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios

    No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.

    Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.

    Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.

    Valerio Grandis

    👉 Veja as viagens para observação da vida selvagem no Pantanal

    Jalapão

    Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe

    Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.

    As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.

    Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.

    Sarah Danflous

    👉 Explore as expedições ao Jalapão no Cerrado

    O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar

    Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.

    Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.

    👉 Junte-se a nós em aventuras cinco estrelas que causam um impacto positivo.

  • Clima da Amazônia: Qual a Melhor Época para Visitar?

    Clima da Amazônia: Qual a Melhor Época para Visitar?

    Não tem certeza de qual a melhor época para ir para Amazônia? Este guia vai te ensinar tudo sobre as estações da floresta e te ajudar a planejar suas próximas férias!

    Com duas estações muito bem definidas (seca e chuvosa), a melhor época para visitar Amazônia depende do que você procura. Este é um destino para o ano todo, mas alguns períodos são mais favoráveis para certas atividades do que outros.

    O tempo é quente durante todo o ano, mas é no clima da Amazônia e sua umidade que você deve prestar atenção — afinal, é uma floresta tropical. A chuva é uma ocorrência quase diária, mas existem épocas específicas em que as tempestades são mais comuns. Mas não se preocupe: sua experiência não será afetada!

    Para ajudar no planejamento da sua viagem para a Amazônia, o PlanetaEXO, uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, reuniu um guia sobre quando você deve reservar sua viagem. Confira abaixo!

    Visitar a Amazônia na estação chuvosa

    Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio

    A estação chuvosa é quando a precipitação é mais intensa, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica ligeiramente mais fresco, com uma temperatura média de 25,8 ºC.

    As tempestades atingem a floresta diariamente, mas sua viagem não será prejudicada, já que elas duram apenas cerca de uma hora por dia. Quando o céu limpa, você pode voltar para fora e aproveitar. Se você planeja visitar a Amazônia em janeiro, por exemplo, encontrará os rios começando a encher, criando paisagens únicas.

    Outra característica impressionante da estação chuvosa são os igapós. A intensa chuva faz com que algumas áreas das florestas fiquem inundadas. Dependendo dos níveis dos rios, a água pode atingir até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto animais subaquáticos quanto humanos.

    Grande árvore Samauma com raízes tubulares submersas nas águas escuras da floresta amazônica inundada, típico do clima da Amazônia na estação cheia.
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    Inverno Amazônico

    Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (dezembro a março) afeta os estados do Norte.

    Apesar do nome, a estação não é realmente sobre temperatura — que permanece alta, como de costume —, mas sobre a intensidade da chuva que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que a quantidade de chuva que cairia normalmente em um mês inteiro caia em dois ou três dias.

    Esse fenômeno acontece por algumas razões:

    • Falta de uma estação bem definida no Norte
    • Oscilação de uma faixa de nebulosidade sobre o Equador
    • Transporte de umidade do Atlântico Norte
    • Fenômenos climáticos específicos, como La Niña

    Sua experiência de viagem não é afetada negativamente por isso, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras durante esse período, como detalhado abaixo.

    O que fazer durante a estação chuvosa na Floresta Amazônica?

    Esta é a época perfeita para itinerários relacionados à água. Devido à forte chuva, você não caminha pela floresta, você navega por ela:

    • Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre as copas das árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
    • Observação de vida selvagem: Animais terrestres tendem a subir para as copas das árvores quando a floresta inunda, tornando muito mais fácil avistar preguiças e macacos. Várias espécies de pássaros e os famosos botos-cor-de-rosa também são vistos frequentemente.
    • Destinos para a estação chuvosa na Amazônia: O Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar durante este período. Explore labirintos de água, admire a vida selvagem e participe de passeios de canoa.
    • Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma maneira maravilhosa de vivenciar a natureza de uma perspectiva totalmente nova.
    Turista navegando em uma canoa pela copa verde da floresta amazônica inundada, olhando para as árvores.
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    👉 Leia mais: Melhores Cruzeiros no Amazonas

    Visitar a Amazônia na estação seca

    Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro e Novembro

    Entre junho e novembro, a estação seca torna a temperatura mais quente, com uma média de 27,9 ºC. Ainda chove, mas é menos frequente e o volume de água é menor. Isso permite que as inundações drenem, desbloqueando várias trilhas de caminhada que estavam anteriormente submersas — embora ainda haja uma quantidade considerável de áreas alagadas.

    Menos chuva também significa rios mais baixos e uma melhor visão de diferentes espécies de peixes e até botos. Quando a água recua, os animais aquáticos têm menos espaço para nadar, então sua ocupação se concentra em zonas menores.

    Tenha em mente: de outubro a dezembro, estações secas prolongadas estão se tornando mais frequentes, fazendo com que os rios encolham, limitando o acesso a algumas áreas e potencialmente reduzindo encontros com algumas espécies de animais e plantas. Espera-se que os rios comecem a subir lentamente em novembro e dezembro. As condições são muito melhores em janeiro, então a recomendação é reservar seu passeio a partir deste mês.

    Menino parado na entrada de uma caverna coberta de musgo explorando a selva amazônica.
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    O que fazer durante a estação seca na Floresta Amazônica?

    Roteiros terrestres são os destaques da estação seca, o que para muitos é a melhor época da Amazônia, mas ainda é muito possível fazer atividades aquáticas incríveis:

    • Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para visitar praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimos locais.
    • Caminhadas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas modestas ou longos trekkings na floresta — incluindo cavernas e cachoeiras —, bem como acampamentos e caminhadas noturnas.
    • Focagem noturna: Como a área inundada encolhe drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos principais rios e lagos restantes. À noite, a “focagem” (iluminar com lanternas seus olhos) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com alguma sorte, você pode ver outras criaturas noturnas também.
    • Cruzeiros no rio Amazonas: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis na Amazônia, pois podem ser aproveitados tanto na estação chuvosa quanto na seca.
    Silhueta de uma pessoa fazendo uma pose de ioga em uma praia de rio amazônica ao pôr do sol em Alter do Chão.
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    👉Leia mais: Melhores lugares para visitar na Amazônia

    Alta e baixa temporada na Amazônia, Brasil

    A alta temporada é a época do ano em que o maior número de pessoas visita um determinado destino. O aumento da demanda não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar aspectos como preços mais altos, mais visitantes e disponibilidade reduzida nos melhores hotéis na Amazônia.

    Os seguintes meses costumam ser os mais movimentados:

    • Dezembro e Janeiro: Feriados, férias e recessos escolares/trabalho fazem com que as pessoas viajem mais.
    • Fevereiro: O Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Após quatro dias de festividades, a atividade turística na Amazônia tende a crescer (geralmente na segunda quinzena de fevereiro, dependendo do calendário anual).
    • Junho, Julho e Agosto: Férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e Europa.
    Dois macacos-de-cheiro sentados em um galho de árvore se limpando na selva.
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    A baixa temporada ocorre durante os meses não mencionados acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, esta é a melhor época para ir para Amazônia!

    Clima da Amazônia

    A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Todos eles, claro, têm suas próprias características, opções de viagem e padrões climáticos.

    Para te ajudar a decidir quando ir, confira os widgets abaixo para ver como está o tempo agora nesses locais.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    Manaus, Amazonas

    Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior porção — cerca de 29% da Amazônia brasileira, variando 1.450.00 km². É maior que todo o país do Peru (1.285.216 km²)!

    É por isso que o Amazonas é o destino mais procurado por pessoas que querem mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né? Abaixo, você confere a previsão do tempo em Manaus:

    Belém, Pará

    O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. A Amazônia ocupa uma área menor aqui, com “apenas” 930.00 km². É quase tão grande quanto a Tanzânia (947.303 km²), na África.

    Veja abaixo como está o tempo agora em Belém, a capital do Pará.

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Alta Floresta é uma cidade no Mato Grosso com uma população de mais de sessenta e duas mil pessoas, localizada no norte do estado e sul da Amazônia. A floresta tropical ocupa 470.000 km² — maior que a área da Califórnia (423.967 km²).

    Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:

    A melhor época para visitar Amazônia no Brasil é quando você quiser!

    Como um destino para o ano todo, a Amazônia permite experiências incríveis a qualquer momento — tudo depende da sua agenda e preferências.

    Agora tudo o que você precisa fazer é escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajudará com tudo o que você precisa para fazer das suas férias um dos melhores momentos da sua vida. Entre em contato conosco agora!

  • Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Descubra todas as opções de como chegar a Barreirinhas, Atins e Santo Amaro, as cidades-base dos Lençóis Maranhenses no Brasil.

    O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses está localizado no Nordeste do Brasil, no estado do Maranhão. O acesso é fácil a partir da capital, São Luís, que conta com o aeroporto internacional mais próximo. De lá, basta seguir para uma das cidades-base para dar início à sua aventura: Barreirinhas, Atins ou Santo Amaro.

    Duas pessoas caminham pela beira de uma lagoa azul brilhante cercada pelas dunas brancas, aproveitando um dos pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses.
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    O trajeto é um pouco demorado, pois a etapa final exige algumas horas de estrada até chegar ao seu destino. Além de entender como chegar aos Lençóis Maranhenses, é importante considerar o tempo de viagem ao planejar seu roteiro, para que você possa aproveitar cada segundo sem surpresas desagradáveis.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses, o PlanetaEXO criou um guia completo com todas as informações que você precisa para um traslado tranquilo. Confira abaixo!

    Como chegar a São Luís?

    Chegar em São Luís, no Maranhão, é o primeiro passo para viajar para os Lençóis Maranhenses para a maioria dos visitantes nacionais e internacionais.

    O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ) recebe voos diários de algumas das maiores cidades do Brasil, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília. Verifique o Google Flights para encontrar as melhores opções.

    O único voo internacional direto — sem conexão com nenhuma das cidades mencionadas acima — parte de Lisboa, Portugal, duas vezes por semana. A operadora é a TAP Air Portugal.

    Como chegar a Barreirinhas saindo de São Luís?

    Localizada a cerca de 260 km a leste de São Luís, Barreirinhas é a principal porta de entrada para os Lençóis Maranhenses, a cidade com a melhor infraestrutura e o ponto de partida para muitos passeios.

    Uma lagoa azul-turquesa intocada repousa entre as extensas dunas de areia branca perto de Barreirinhas.
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    De ônibus

    Operada pela Expresso Guanabara e Crisbell, a viagem de ônibus do Terminal Rodoviário de São Luís até Barreirinhas leva de 4 a 5 horas.

    Você descerá na Av. Rodoviário Canequinho ou na Av. 31 de Março, dependendo do itinerário. Ambos os locais oferecem fácil acesso ao parque nacional.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para ir aos Lençóis Maranhenses?

    De carro

    Alugue um carro no Aeroporto de São Luís (SLZ) e dirija até Barreirinhas por cerca de 4 horas. Agências de locação como Unidas, Movida e Localiza são opções confiáveis.

    De van compartilhada

    Os serviços de van compartilhada são econômicos e convenientes, proporcionando conforto e segurança para os viajantes que querem apenas relaxar.

    A FrankTur (WhatsApp: +55 98 99167-7766) é uma operadora experiente que oferece traslados diários por um valor fixo (entre em contato para consultar os preços):

    • São Luís → Barreirinhas: Saídas às 03:30, 08:00, 14:30 e 17:00.
    • Barreirinhas → São Luís: Saídas às 06:00, 09:00, 14:00 e 16:30.

    De transfer privativo

    Para maior flexibilidade e privacidade, considere um transfer privativo (São Luís ⇌ Barreirinhas, aprox. 4h). Os detalhes de preço são os seguintes:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.062,50 (dia) / R$ 1.187,50 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.375 (dia) / R$ 1.500 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (geral)

    Os serviços de transfer privativo são oferecidos pelo PlanetaEXO. Entre em contato conosco para mais informações!

    De avião

    Embora o Aeroporto dos Lençóis Maranhenses (Aeroporto Municipal de Barreirinhas – BRB) seja o aeroporto mais próximo do parque, os voos comerciais estão suspensos desde março de 2025. No entanto, ele ainda opera para aeronaves executivas e fretadas.

    O PlanetaEXO pode organizar voos fretados para sua maior conveniência. Entre em contato conosco para mais informações!

    Como chegar a Atins saindo de São Luís?

    Se você quer saber como chegar aos Lençóis Maranhenses, é importante entender como acessá-los via Atins, uma pacata vila de pescadores localizada em Barreirinhas, em uma parte mais isolada do parque nacional. Naturalmente, você precisa ir para Barreirinhas e depois seguir para Atins.

    De barco

    A viagem de barco saindo de Barreirinhas ao longo do Rio Preguiças leva cerca de 1 hora e 15 minutos. O ritmo mais lento da viagem é uma forma de entrar na atmosfera pacífica de Atins e apreciar as belas paisagens naturais.

    Passageiros viajam em uma lancha amarela com toldos azuis pelo Rio Preguiças a caminho de Atins.
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    Aqui estão algumas opções:

    • Transfer de barco compartilhado: A K-BEÇA TURISMO (WhatsApp: +55 98 8827-7715) oferece saídas diárias em grupo de Atins para Barreirinhas às 07:00 e de Barreirinhas para Atins às 12:30. Entre em contato para consultar os preços.
    • Transfer de barco privativo: Para mais privacidade e flexibilidade, entre em contato com o PlanetaEXO para reservar seu transfer privativo.

    De veículo 4×4

    Outra opção é sair de Barreirinhas em um veículo 4×4. O trajeto de 1 hora pode ser um pouco acidentado, mas é uma maneira emocionante de chegar e contemplar a beleza natural do local.

    • Transfer Compartilhado: A Monalisa Atins (WhatsApp: +55 98 9101-0124) oferece viagens de 4×4 entre Barreirinhas e Atins às 05:00, 09:00 e 14:00. Entre em contato para consultar os preços.
    • Transfer Privativo: Para mais privacidade e flexibilidade, entre em contato com o PlanetaEXO para reservar o seu.

    Como chegar a Santo Amaro saindo de São Luís?

    Santo Amaro é a cidade-base mais tranquila e remota do parque nacional. Localizada a 237 km a sudeste de São Luís, serve como ponto final para vários dos incríveis trekkings nos Lençóis Maranhenses. É uma ótima alternativa para quem busca menos atividade turística e desconexão total do mundo exterior.

    Um viajante carregando uma mochila caminha descalço pela margem de uma lagoa tranquila em Santo Amaro, o aeroporto mais próximo dos lençóis maranhenses ficando a algumas horas de distância.
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    De carro

    Alugue um carro no aeroporto de São Luís em empresas como Unidas, Movida ou Localiza e dirija por cerca de 3 horas e 45 minutos até Santo Amaro. Como não há agências de aluguel de carros na cidade, você precisará devolver o veículo na capital.

    De van compartilhada

    Vans compartilhadas são opções práticas para viajantes que buscam traslados econômicos. Com viagens que duram 3 horas e 30 minutos, a operadora Paperinho da Van (WhatsApp: +55 98 98468-4146) oferece saídas diárias com tarifas individuais fixas (entre em contato para consultar os preços):

    • São Luís → Santo Amaro: Saídas às 04:00, 13:00 e 16:00.
    • Santo Amaro → São Luís: Saídas às 05:00, 09:00 e 14:00.

    De transfer privativo

    Para quem busca maior flexibilidade, reservar um transfer privativo (Santo Amaro ⇌ São Luís, aprox. 4h) é uma ótima opção. Os custos são os seguintes:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.125 (dia) / R$ 1.250 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.437,50 (dia) / R$ 1.562,50 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.750 (geral)

    Os serviços de transfer privativo são oferecidos pelo PlanetaEXO. Entre em contato conosco para mais informações!

    Como chegar a Barreirinhas saindo de Jericoacoara?

    Agora que você já sabe como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís, é hora de entender como acessá-lo via Jijoca de Jericoacoara, no estado do Ceará.

    Jericoacoara é uma vila paradisíaca conhecida por suas praias intocadas e belas formações rochosas. Faz parte da Rota das Emoções, um roteiro de 6 dias que também inclui o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os próprios Lençóis.

    How to get to Barreirinhas from Jericoacoara? - Maps

    Devido à beleza natural e à considerável proximidade entre os Lençóis e Jericoacoara (382 km), é comum que os viajantes se desloquem entre ambos para aproveitar ainda mais as férias no Nordeste brasileiro.

    De carro

    A viagem de carro de Jericoacoara a Barreirinhas leva cerca de 7 horas. Você pode alugar um carro em agências como a Localiza e devolvê-lo em São Luís no final da sua viagem.

    De transfer compartilhado ou privativo

    A Rota Combo (WhatsApp: +55 86 99993-0111) é uma das principais operadoras na rota Jericoacoara-Barreirinhas, oferecendo serviços de transporte em grupo ou privativo em vários horários e tarifas fixas individuais (entre em contato para consultar os preços).

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio de Janeiro e de São Paulo

    A maioria dos turistas estrangeiros desembarca no Rio de Janeiro ou em São Paulo para chegar ao Maranhão, já que estas são as maiores cidades do Brasil.

    Pessoas em silhueta caminham pelas dunas de areia dos Lençóis Maranhenses ao pôr do sol.
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    Para quem busca como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio de Janeiro, os voos partem do Aeroporto do Galeão (GIG) para São Luís (SLZ) três vezes por semana. Para saber como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo de São Paulo, os voos para a capital maranhense partem diariamente do Aeroporto de Viracopos (VCP) e três vezes por semana de Congonhas (CGH) e Guarulhos (GRU). Todos os voos são operados pela LATAM, GOL ou Azul.

    Também é possível ir de ônibus, mas a viagem é bastante longa. Partindo da Rodoviária Novo Rio para São Luís, a jornada leva 2 dias e 14 horas. De São Paulo, os passageiros embarcam na Rodoviária do Tietê e chegam ao Maranhão em 2 dias e 18 horas.

    Como não há opções de viagem direta para as cidades-base saindo das rodoviárias do Rio ou de São Paulo, os turistas ainda precisam pegar outro ônibus de São Luís para Barreirinhas (mais 4 a 5 horas extras).

    Reserve seus pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Entender como chegar aos Lençóis Maranhenses é importante para organizar a sua viagem, mas quando você viaja com a gente, sua única preocupação é se divertir!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando com os melhores operadores locais, cuidamos de cada etapa das suas férias, incluindo acomodação, roteiros sob medida e opções de traslado. Entre em contato conosco agora!