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  • Dia da Terra: 10 Projetos de Conservação Transformadores no Brasil

    Dia da Terra: 10 Projetos de Conservação Transformadores no Brasil

    Em celebração ao Dia da Terra, comemorado em 22 de abril,nós selecionamos 10 iniciativas de impacto que unem a conservação da biodiversidade ao desenvolvimento sustentável de comunidades brasileiras

    Em comemoração ao Dia da Terra, o PlanetaEXO, plataforma especializada em ecoturismo e viagens responsáveis, destaca o trabalho de organizações que estão na linha de frente da proteção ambiental no Brasil. O país, lar da maior biodiversidade do mundo, enfrenta desafios climáticos crescentes, o que torna o apoio a esses ecossistemas mais urgente do que nunca.

    Baseando-se em sua missão de conectar viajantes a experiências de impacto positivo e inspirado pelo lema deste ano do Dia da Terra (“Our Power, Our Planet”, ou, em tradução livre,“Nosso Poder, Nosso Planeta”), o PlanetaEXO reuniu uma seleção especial com as 10 principais iniciativas de preservação da fauna, da flora e de desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais no Brasil.

    “Iniciativas destinadas a proteger a vida selvagem e as comunidades tradicionais são imperativas para garantir que nossos biomas sobrevivam a problemas como o aquecimento global e o desmatamento. Ao mesmo tempo, o turismo responsável atua como uma ferramenta fundamental, pois aumenta a conscientização do público e impulsiona diretamente a economia local,” diz Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    Confira agora 10 iniciativas essenciais de conservação no Brasil:

    1.Projeto Onçafari (Mato Grosso do Sul)

    Pioneiro na conservação da biodiversidade, o Onçafari foca em aumentar a conscientização sobre as onças-pintadas e em promover o ecoturismo como uma alternativa sustentável de geração de renda. No Pantanal, realiza pesquisas, educação ambiental e a reintrodução de animais na natureza.

    Uma onça-pintada caminhando por uma planície gramada no Pantanal enquanto um grupo de turistas observa de um veículo de safári amarelo como parte do Projeto Onçafari.
    Photo: Donal Boyd

    Como ajudar: Apoie visitando o Refúgio Caiman por meio do turismo responsável, acompanhando as atividades do projeto nas redes sociais ou fazendo uma doação direta.

    2. Projeto Tamar (Litoral Brasileiro)

    Reconhecido internacionalmente, o Projeto Tamar atua há décadas na proteção das tartarugas marinhas em áreas costeiras vitais. Combina pesquisa científica, monitoramento de praias e inclusão social de comunidades do litoral brasileiro.

     Dois pesquisadores em uma praia de areia medindo uma grande tartaruga marinha com uma fita métrica, destacando os esforços do Projeto Tamar para proteger a vida marinha.
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    Como ajudar: Conheça os centros de visitantes do projeto em Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Pernambuco (Fernando de Noronha) e compre produtos oficiais nas lojas físicas e virtuais, ou contribua com doações para a Fundação Projeto Tamar

    3. Fundação Amazônia Sustentável – Programa Pensa (Amazonas)

    A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) combate a vulnerabilidade social na Amazônia através do Programa de Empreendedorismo e Negócios Sustentáveis (Pensa). O foco é o turismo de base comunitária em Unidades de Conservação, transformando a floresta em pé em um ativo econômico que já gerou milhões em renda para comunidades ribeirinhas.

    Uma mulher usando um avental preto com a marca FAS Ribeirinha levanta as mãos de alegria, ao lado de outras pessoas celebrando o programa da Fundação Amazônia Sustentável.
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    Como ajudar: Priorize roteiros de turismo comunitário na Amazônia operados por comunidades parceiras da FAS e apoie a instituição através de doações para projetos de educação e saúde na floresta.

    4. Projeto Baleia Jubarte (Bahia e Espírito Santo)

    Trabalhando nos principais berçários da espécie no Atlântico Sul, esta iniciativa mescla ciência e fomento ao turismo de observação de baleias sustentável (whale watching), gerando renda local sem prejudicar o ciclo de vida dos animais.

    Uma grande baleia jubarte saltando na superfície do oceano com a nadadeira peitoral erguida contra um céu azul claro, mostrando a vida marinha na Bahia.
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    Como ajudar: Participe de expedições sustentáveis de observação de baleias com parceiros credenciados ou adquira produtos oficiais da instituição.

    5. Instituto Arara Azul (Mato Grosso do Sul e Mato Grosso)

    Um exemplo de sucesso em que a ciência salvou uma espécie da extinção. Através do monitoramento de ninhos naturais e artificiais, o projeto permitiu que a população de araras-azuis crescesse significativamente no bioma pantaneiro.

    Uma arara-azul vibrante em pleno voo com as asas abertas contra um céu claro no bioma Pantanal.
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    Como ajudar: Adote simbolicamente um ninho ou filhote, compre produtos oficiais da marca ou faça doações pelo site oficial do instituto.

    6. Projeto Golfinho Rotador (Pernambuco)

    Sediado em Fernando de Noronha, atua há mais de 30 anos na pesquisa e proteção dos golfinhos-rotadores. É fundamental para garantir que o turismo na ilha ocorra sem interferir no comportamento natural e no descanso desses cetáceos.

    Um golfinho-rotador saltando alto para fora da água azul do oceano, espirrando água enquanto gira, protegido pelo Projeto Golfinho Rotador em Pernambuco.
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    Como ajudar: Respeite rigorosamente as regras do Parque Nacional Marinho ao visitar Noronha, conheça o Centro de Visitantes do projeto ou faça doações diretas.

    7. Ibiti Projeto (Minas Gerais)

    Focado na regeneração da Mata Atlântica e no turismo regenerativo, o projeto refloresta áreas degradadas e protege a fauna nativa — com destaque para o muriqui-do-norte — em total harmonia com as vilas da região de Ibitipoca.

    Um macaco muriqui-do-norte de pelo claro descansando entre os galhos verdes das árvores na Mata Atlântica, protegido pelo Projeto Ibiti em Minas Gerais.
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    Como ajudar: Pratique o turismo regenerativo visitando o projeto e priorize o consumo de produtos sustentáveis produzidos pela comunidade local.

    8. Programa Lobos da Canastra – Instituto Pró-Carnívoros (Minas Gerais)

    Atuando na Serra da Canastra, este projeto concentra-se na proteção do lobo-guará, monitorando os animais e trabalhando com produtores rurais para mitigar conflitos e promover a coexistência pacífica no Cerrado.

    Um lobo-guará com sua distinta pelagem marrom-avermelhada parcialmente escondido enquanto está em pé na grama alta e seca no bioma Cerrado.
    Photo: Adriano Gambarini

    Como ajudar: Divulgue as campanhas educativas do projeto (como a “Sou amigo do lobo”) ou faça doações pelo site do Instituto Pró-Carnívoros.

    9. Associação de Artesãos de Mateiros (Tocantins)

    Exemplo emblemático de conservação pelo uso sustentável, a associação atua como guardiã do Cerrado no Jalapão. A colheita do Capim Dourado é feita sob normas rígidas que respeitam o ciclo de sementeio da planta, garantindo a regeneração do ecossistema e a renda das comunidades quilombolas.

    Um grupo de mulheres de pé em um campo verde exuberante sob um céu nublado, segurando artesanatos tecidos feitos de Capim Dourado na região do Jalapão.
    Photo: Loiro Cunha

    Como ajudar: Valorize o turismo de base comunitária ao visitar o Jalapão e adquira artesanato original com selo de origem, respeitando o período oficial de colheita.

    10. Projeto “Na Rota do TamanduAÍ” – Instituto Tamanduá (Maranhão)

    Atuando nos Lençóis Maranhenses, este projeto estuda e protege o tamanduaí, a menor espécie de tamanduá do mundo. A iniciativa capacita as comunidades locais para o ecoturismo sustentável como alternativa à vulnerabilidade social e à degradação ambiental.

    Um pequeno tamanduá-seda marrom-claro agarrado a um galho de árvore grosso com um fundo de floresta verde desfocado nos Lençóis Maranhenses.
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    Como ajudar: Opte por guias e roteiros de base comunitária nos Lençóis Maranhenses e apoie as campanhas de educação ambiental do Instituto Tamanduá.

    Dia da Terra 2026 celebra o poder de cada um na defesa ambiental

    Desde 2009, uma resolução da ONU estabelece o dia 22 de abril como Dia Internacional da Mãe Terra ou Dia da Terra, uma data internacional criada para conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente e incentivar ações concretas contra problemas como poluição, mudanças climáticas e perda de biodiversidade. 

    A celebração da data começou nos Estados Unidos em 1970, bem antes do reconhecimento oficial das Nações Unidas. Hoje, o Earth Day mobiliza milhões de pessoas ao redor do mundo. 

    O lema de 2026 “Our Power, our Planet” ou, em tradução livre “Nosso Poder, Nosso Planeta”, celebra o poder das pessoas e da mobilização comunitária na defesa ambiental. Saiba mais sobre a data e a mobilização mundial no site oficial EarthDay.org.

    Apoie a conservação no Brasil por meio do ecoturismo com o PlanetaEXO.

    PlanetaEXO é uma plataforma dedicada ao ecoturismo responsável, conectando viajantes a experiências autênticas na natureza e fortalecendo iniciativas comunitárias em todo o Brasil. A empresa atua em parceria com comunidades locais, guias e projetos de conservação para promover viagens que valorizam cultura, biodiversidade e sustentabilidade.

  • COP30 Brasil: O que fazer além da conferência – Explore a natureza do Brasil

    COP30 Brasil: O que fazer além da conferência – Explore a natureza do Brasil

    Aventuras sustentáveis no Brasil para viajantes que participarão da COP30, oferecendo experiências naturais selecionadas que conectam você com a floresta, seu povo e a agenda climática.

    Para aqueles que planejam participar da conferência ou acompanhá-la de perto, há uma pergunta fundamental: O que fazer no Brasil durante a COP30? Esta é uma excelente oportunidade para explorar a Floresta Amazônica e outros destinos únicos, como o Pantanal, o Monte Roraima e a Chapada Diamantina. E nada faz mais sentido durante uma conferência sobre o clima do que apoiar o ecoturismo, que beneficia diretamente os esforços de conservação e as comunidades locais.

    A COP30 Brasil, realizada em Belém, Pará, de 10 a 21 de novembro de 2025, chamará a atenção global para a Amazônia, uma região vital para a regulação climática e a biodiversidade. Ao visitar o Brasil, você ajuda a preservar seus ecossistemas, apoia o turismo sustentável e promove ações climáticas.

    O que fazer no Brasil durante a COP30
    Foto: Johan

    Com isso em mente, explore passeios pela Floresta Amazônica e outros destinos com a PlanetaEXO durante a COP30 Brasil e escolha uma experiência que apoie o ecoturismo como uma solução real e eficaz para a conservação e as mudanças climáticas. Estas são viagens autênticas pela vida selvagem para exploradores conscientes:

    Explore a Floresta Amazônica

    Você já imaginou explorar a Amazônia por meio de experiências selecionadas, desde canoagem em florestas alagadas até visitas a comunidades ribeirinhas? Esses passeios pela natureza conectam os aventureiros à cultura local, à biodiversidade e às ações climáticas.

    Cruzeiro pelos rios da Amazônia

    A COP30 Brasil é um convite para entender a importância da conservação ambiental, certo? Para quem busca mudanças a partir da reunião, viajar com consciência já significa agir. E pode ser ainda melhor com um cruzeiro fluvial na Floresta Amazônica!

    Junte-se à Katerre em um cruzeiro de 5 dias pela Amazônia a bordo do barco Jacaré-Açu, onde você explorará o Encontro das Águas, visitará comunidades indígenas e testemunhará a incrível biodiversidade do Arquipélago das Anavilhanas e do Parque Nacional de Jaú.

    Como chegar de Belém: voos diários de Belém para Manaus; o barco parte do porto de Manaus.

    Cruzeiro na Amazônia 
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    👉 Não perca esta oportunidade: Faça um cruzeiro pela Floresta Amazônica agora e viva esta experiência com a PlanetaEXO!

    Ideal para escapadas curtas: descubra a Amazônia em 3 dias

    Com pouco tempo disponível? Este tour de 3 dias pela selva amazônica oferece uma imersão profunda e significativa na floresta tropical sem a necessidade de uma longa visita. Você ficará hospedado em uma confortável pousada à beira do rio e explorará a selva de canoa, fará caminhadas guiadas, observará a vida selvagem e visitará a casa de um caboclo local na vila de Careiro da Várzea.

    A experiência inclui pensão completa, bangalôs privativos e guias locais especializados, prontos para lhe apresentar a floresta, incluindo o Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões se encontram. É uma viagem curta, mas intensa.

    O que fazer no Brasil durante a COP30
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    Como chegar de Belém: voe para Manaus e depois faça conexão para Tefé. A equipe da pousada irá recebê-lo no aeroporto e levá-lo de carro até o porto, seguido de um traslado de barco até a pousada.

    👉 Deseja vivenciar a Amazônia além da COP30? Experimente o Passeio de 3 dias pela selva amazônica saindo de Manaus

    Explore a área protegida do Instituto Mamirauá

    Explore a Reserva Mamirauá, parte do Complexo de Conservação da Amazônia Central, uma região reconhecida pela UNESCO por sua biodiversidade excepcional. Hospede-se em uma pousada ecológica flutuante cercada pelos ricos ecossistemas da Amazônia e desfrute de atividades como safáris noturnos, pesca de piranhas e visitas a comunidades locais.

    O que fazer no Brasil durante a COP30
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    Ideal para os participantes da COP30, esta experiência oferece a oportunidade de se conectar com a natureza enquanto aprende sobre a conservação pioneira e as pesquisas realizadas pelo Instituto Mamirauá.

    Como chegar de Belém: voe para Manaus e depois faça conexão para Tefé. A equipe da pousada irá buscá-lo de barco no aeroporto de Tefé!

    👉 Participe de uma aventura inesquecível na Amazônia: Reserve sua experiência em uma pousada ecológica!

    Uma verdadeira aventura de sobrevivência na selva

    Abrace a Amazônia como nunca antes com esta emocionante aventura de sobrevivência. Aventure-se nas profundezas da floresta tropical, onde você fará caminhadas, passeios de canoa e acampará na selva. Aprenda técnicas de sobrevivência, como pesca, identificação de plantas e navegação fluvial, enquanto observa a vibrante vida selvagem em seu habitat natural.

    Perfeito para quem busca uma experiência autêntica e imersiva, este passeio pela natureza oferece uma verdadeira conexão com a natureza, longe de qualquer zona de conforto.

    Como chegar de Belém: voos diários para Manaus; traslado do hotel ou aeroporto incluído.

    Aventura Real de Sobrevivência na Floresta
    @lucasdguerra

    👉 Pronto para a excursão de 4 dias de sobrevivência na selva amazônica? Mergulhe nesta aventura!

    O melhor das excursões pela floresta amazônica em 4 dias

    Que tal mergulhar na Amazônia sem um compromisso prolongado? Explore o Encontro das Águas, caminhe por trilhas na selva e observe pássaros enquanto avista espécies únicas na floresta tropical.

    Esta é a opção perfeita para quem deseja uma experiência completa na Amazônia sem precisar gastar muito tempo. Hospede-se em uma confortável pousada, com guias especializados que o levarão para conhecer a cultura cabocla local e a rica biodiversidade da floresta tropical.

    Como chegar de Belém: voos rápidos para Manaus estão disponíveis diariamente.

    Encontro das Águas
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    👉 Não perca esta viagem completa! Confira nosso Passeio de 4 dias pela selva amazônica brasileira

    Experimente viagens com vida selvagem e observação de pássaros

    Uma opção menos conhecida, mas fascinante, está localizada no estado do Mato Grosso, onde a Amazônia começa a encontrar o Pantanal. No Cristalino Jungle Lodge, os visitantes exploram uma reserva privada reconhecida por sua biodiversidade e trabalho de conservação. Esta área é considerada uma das mais ricas em espécies de pássaros do planeta e atrai pesquisadores de todo o mundo.

    Com trilhas guiadas, torres de observação, passeios pelo rio e acomodações excepcionais, a experiência Cristalino é uma ótima opção para quem busca combinar natureza e relevância científica, tudo com o mínimo impacto.

    Ideal para quem procura passeios e viagens para a COP30 que destacam descobertas científicas e biodiversidade.

    Como chegar de Belém: voe para Alta Floresta com escala em Cuiabá; o traslado do aeroporto para o lodge está incluído.

    Avistamento de Aves na Floresta Amazônica
    Foto: Samuel Melim

    Interessado em explorar um dos melhores modelos de conservação do Brasil? Descubra o Cristalino Jungle Lodge.

    Descubra outros passeios pela natureza no Brasil durante a COP30

    Além da Floresta Amazônica, o Brasil oferece outros ecossistemas de tirar o fôlego, onde o ecoturismo prospera. Se você estiver prolongando sua estadia após a COP30 ou planejando uma escapada paralela, considere estas experiências inesquecíveis que combinam aventura, sustentabilidade e imersão cultural:

    Caminhe pela terra ancestral do Monte Roraima (RR)

    Caminhe entre as nuvens e lendas antigas! O Monte Roraima, uma das mais antigas formações geológicas da Terra, fica na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana. Esta remota montanha em forma de mesa é cercada por mitos, biodiversidade e paisagens impressionantes.

    Chegue ao cume do Monte Roraima

    Escolha entre duas aventuras inesquecíveis, ambas levando você ao cume desta montanha lendária. Se você tem pouco tempo, a caminhada de 8 dias oferece um itinerário mais curto que ainda chega ao cume, com uma noite no topo e visitas à Comunidade Indígena Paraitepuy, acampamento selvagem e o deslumbrante mirante “La Ventana”.

    Caminhada Monte Roraima
    @na7hann

    👉 Procurando uma aventura mais curta, mas intensa? Descubra a Caminhada de 8 dias no Monte Roraima

    Para aqueles que buscam uma experiência mais profunda e transfronteiriça, a expedição de 10 dias cobre a subida completa, a exploração do cume e a descida pelo lado venezuelano, uma jornada fisicamente exigente que oferece uma conexão profunda com esta terra antiga.

    Como chegar de Belém: voo para Boa Vista (via Brasília); traslado em veículo 4×4 até o ponto de partida da caminhada incluído.

    👉 Deseja ir até o fim? Explore a expedição completa de 10 dias ao Monte Roraima

    Viagens pela vida selvagem: safáris imersivos no Pantanal

    O Pantanal é o melhor lugar para observação da vida selvagem. Ao contrário da densa Amazônia, suas paisagens abertas oferecem vistas claras dos animais em seu habitat natural. Como a maior zona úmida tropical do mundo, é o lar de onças-pintadas, ariranhas, capivaras e centenas de espécies de pássaros.

    Safári de onça-pintada no Pantanal: luxo e conservação

    Hospede-se em uma pousada ecológica de 53.000 hectares no Pantanal brasileiro, uma região conhecida por sua incrível biodiversidade e fortes esforços de conservação. Este safári de luxo de 4 dias inclui safáris de barco, passeios de jipe e canoagem, oferecendo encontros próximos com animais selvagens como jacarés, capivaras e centenas de espécies de pássaros.

    É uma maneira significativa de se conectar com a natureza durante a COP30 Brasil, ao mesmo tempo em que apoia a sustentabilidade e relaxa com conforto.

    Como chegar de Belém: voe para Cuiabá com escala em Brasília ou São Paulo; a pousada providencia o transporte para o Pantanal.

    Imersão em Safari do Pantanal
    Foto: Edu Fragoso

    👉 Pronto para descobrir as maravilhas naturais do Pantanal? Explore este destino em uma área ambientalmente protegida

    Pantanal e Bonito: 5 dias de natureza e aventura

    Combine dois belos destinos brasileiros em uma viagem: explore o Pantanal e Bonito no Brasil nesta aventura de ecoturismo de 5 dias. Observe a vida selvagem no Pantanal e descubra os rios cristalinos e cavernas de Bonito. Desfrute de safáris de barco, passeios a cavalo e mergulho com snorkel em um dos rios mais claros do mundo!

    Como chegar de Belém: voe para Campo Grande via São Paulo; o traslado rodoviário para o Pantanal e Bonito está incluído.

    Mergulho em Bonito
    @shirleytf4

    👉 Mergulhe nas maravilhas naturais do Brasil: Participe hoje mesmo desta aventura inesquecível!

    Mergulhe nas terras altas da Chapada Diamantina

    O Parque Nacional da Chapada Diamantina, no interior da Bahia, é um dos principais destinos de trekking do Brasil. Com trilhas que cruzam cânions, planaltos, rios e trechos da Mata Atlântica, a região oferece uma mistura de biodiversidade e impressionantes formações geológicas moldadas pela água e pelo tempo.

    Siga uma das trilhas mais icônicas do Brasil

    A clássica trilha do Vale do Pati leva você por um dos vales mais belos da América do Sul. O percurso inclui travessias de rios, subidas a mirantes panorâmicos como o Cachoeirão e pernoites em casas de famílias locais. Cada dia termina com um mergulho refrescante em cachoeiras ou piscinas naturais.

    Chapada Diamantina Trek
    Foto: Guillaume Leman

    👉 Tem pouco tempo? Experimente a Trilha do Vale do Pati de 3 dias

    Descubra trilhas remotas e mirantes

    Embarque em uma aventura de 6 dias pela Chapada Diamantina, caminhando por locais deslumbrantes como o Vale do Pati, as cachoeiras Buracão e Fumacinha, além dos lagos cristalinos Poço Azul e Poço Encantado.

    Esta caminhada moderada oferece uma combinação perfeita de belas paisagens, encontros com a vida selvagem e experiências autênticas. Guias especializados garantirão que você aproveite ao máximo esta viagem imersiva.

    Observação: esta caminhada é moderada, ideal para quem tem experiência básica em trilhas.

    Como chegar de Belém: voe para Salvador (Bahia) e continue por transporte terrestre até a cidade de Lençóis, principal porta de entrada para o Parque Nacional da Chapada Diamantina.

    Cachoeira Buracão Chapada Diamantina
    @albagonma

    👉 Procurando uma imersão mais profunda? Descubra a Caminhada Ultimate Chapada Diamantina de 6 dias

    No entanto, se você quiser explorar outras opções de passeios no Vale do Pati com formatos e durações diferentes, confira nossa seleção completa aqui!

    Viajar com propósito com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, acreditamos que cada viagem pode causar um impacto positivo. É por isso que criamos experiências que combinam aventura, preservação ambiental e intercâmbio cultural. Durante a COP30 Brasil, enquanto o mundo está de olho no Brasil, convidamos você a ir além do evento e vivenciar o que está em jogo: não apenas na teoria, mas na prática.

    Ao escolher o turismo sustentável, você faz parte de um movimento que protege a floresta, valoriza o conhecimento local e constrói um futuro mais sustentável. Deixe sua viagem fazer parte da solução.

    Deseja ajuda para escolher o que fazer no Brasil durante a COP30?

    Se você está procurando uma escapada rápida entre as sessões ou planejando uma imersão mais profunda após a conferência, nossa equipe está aqui para orientá-lo.

    Da exuberante Floresta Amazônica aos vastos pântanos do Pantanal, o Brasil oferece viagens de vida selvagem incomparáveis que vão muito além das salas de conferência. Não há melhor momento para explorar esses passeios pela natureza além da COP30 Brasil!

    Fale com nossa equipe e planeje sua expedição com um propósito.

    Leia mais: 

  • Dia Mundial do Meio ambiente: 10 dicas para reduzir plástico ao viajar na natureza

    Dia Mundial do Meio ambiente: 10 dicas para reduzir plástico ao viajar na natureza

    Enquanto o mundo discute soluções para a crise do plástico, o turismo consciente e as experiências de viagem sustentáveis estão ganhando espaço na conservação ambiental.

    Em 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente chama a atenção para um dos maiores desafios contemporâneos: poluição plástica. Criada pelas Nações Unidas, a data é dedicada à reflexão sobre a urgência da preservação ambiental. Em 2025, o tema escolhido é “Acabar com a poluição plástica global”,  reforçando o alerta sobre os impactos do consumo excessivo de plástico, que já extrapola os oceanos e atinge corpos humanos, a cadeia alimentar e ecossistemas inteiros.

    De acordo com a Oceana, organização internacional que defende a preservação dos mares, o Brasil está entre os maiores poluidores de plástico do planeta. O país despeja 1,3 milhão de toneladas de plástico todos os anos. Como resultado, há uma pressão crescente por mudanças estruturais e hábitos mais conscientes. No setor de turismo, o ecoturismo vem se consolidando como uma alternativa viável e educativa para aqueles que querem explorar o mundo com menos impacto ambiental.

    Como reduzir o uso de plástico na natureza
    Foto: Yuliya Taba

    Com base na experiência do PlanetaEXO com o turismo baseado na natureza e de baixo impacto, reunimos dicas simples e eficazes para ajudar a reduzir o uso de plástico durante a viagem. Em linha com a mensagem do  Dia Mundial do Meio Ambiente, essas práticas destacam como o ecoturismo pode aumentar a conscientização por meio da experiência direta.

    “Ao oferecer viagens a áreas remotas e muitas vezes frágeis, o ecoturismo faz com que as pessoas testemunhem os danos causados pela poluição plástica. Elas voltam mudadas. Essa mudança pessoal é o primeiro passo para o impacto coletivo“, diz Lucas Ribeiro, fundador da plataforma. Confira as dicas abaixo:

    1. Leve sua própria garrafa reutilizável

    Parece óbvio, mas esse ainda é um dos hábitos mais negligenciados entre os viajantes. As garrafas plásticas ainda estão entre os principais tipos de resíduos encontrados em trilhas, rios e praias. Para evitar o descarte desse material, leve sempre uma garrafa reutilizável. Os modelos com isolamento térmico ou filtros são ideais para manter a água fresca e segura durante longas expedições, sem depender de embalagens descartáveis.

    2. Diga não às embalagens plásticas nas trilhas

    Evite consumir lanches processados, como barras de cereais ou batatas fritas, que geram resíduos difíceis de gerenciar em áreas naturais. Escolha alimentos frescos ou secos transportados em recipientes reutilizáveis, panos encerados ou sacolas de tecido. Além de reduzir o desperdício, você incentiva um consumo mais consciente.

    3. Faça parte da limpeza

    Mesmo quando não é seu, recolher o lixo que encontrar pelo caminho é um gesto de responsabilidade coletiva. Sacos plásticos, tampas de garrafas e embalagens são comuns em trilhas e em áreas arborizadas. Ao removê-las, você contribui diretamente para a preservação do ecossistema e inspira outros viajantes a fazer o mesmo.

    Dia Mundial do Meio Ambiente 2025
    Photo: Neustock Images

    4. Informe-se e compartilhe

    Antes de viajar, informe-se sobre os impactos da poluição plástica na região e as melhores práticas adotadas localmente. Durante sua viagem, compartilhe esse conhecimento com outras pessoas, seja em conversas ou nas mídias sociais. Exemplos individuais ajudam a formar uma cultura coletiva de respeito ao meio ambiente.

    5. Escolha protetores solares sem plástico e microplásticos

    Muitos protetores solares vêm em embalagens plásticas e também contêm microplásticos em sua composição, que acabam em rios e mares, afetando diretamente a vida aquática. Escolha opções biodegradáveis e sem plástico com embalagens sólidas ou recarregáveis. É uma escolha simples que reduz seu impacto ambiental sem comprometer a proteção da pele.

    👉 Você também quer saber mais sobre os impactos positivos do ecoturismo? Clique aqui para ler

    6. Incentivar e apoiar as comunidades locais que reciclam

    Em muitos destinos naturais, o gerenciamento de resíduos é realizado por cooperativas ou pequenos grupos locais. O apoio a essas iniciativas, seja contratando seus serviços ou comprando produtos reciclados, fortalece a economia da região e contribui diretamente para a redução de plásticos descartados irregularmente.

    Comunidades locais que reciclam
    Foto: People Images

    7. Armazene seu lixo até encontrar o local certo para descartá-lo

    Em trilhas ou em áreas remotas, pode ser difícil encontrar latas de lixo ou pontos de coleta. Portanto, leve um saco resistente para guardar seu lixo até que possa descartá-lo adequadamente. Essa é uma medida básica, mas essencial, para evitar o acúmulo de lixo em áreas protegidas.

    8. Evite lanches embalados industrialmente nas trilhas

    Além de gerar mais resíduos, esses produtos geralmente não são reutilizáveis ou recicláveis no campo. Prepare seus próprios lanches com antecedência ou compre a granel. Isso evita o uso de plásticos descartáveis e também permite escolhas alimentares mais saudáveis e econômicas.

    Maneiras de reduzir plástico na natureza
    Photo: Panaramka

    9. Use recipientes reutilizáveis para armazenar alimentos e itens pessoais

    Eles são práticos para transportar lanches, sobras de comida ou produtos de higiene durante a viagem. E, embora possa parecer irônico usar recipientes plásticos para combater o uso excessivo de plástico, a reutilização é exatamente o que faz a diferença. Um recipiente leve e durável usado por um longo período de tempo evita que dezenas de embalagens descartáveis sejam usadas durante uma viagem.

    10. Deixe claro que você não quer plástico ao comprar algo

    Ao fazer compras em feiras, mercados ou barracas, informe ao vendedor que você não precisa de saco, canudo ou talheres de plástico. Muitos estabelecimentos fornecem esses itens automaticamente. Quando os consumidores expressam uma preferência, eles ajudam a quebrar padrões e incentivam mudanças.

    👉 Por que não dar uma olhada nos 7 principais destinos de ecoturismo para visitar no Brasil? Leia aqui

    Viaje com consciencia com o ecoturismo
    Photo: Ticiana Giehl

    Viaje com consciência

    A redução do uso de plástico em viagens não exige grandes sacrifícios, apenas conscientização. Cada escolha feita durante o planejamento e a execução de uma viagem pode ter um impacto direto no ambiente visitado. O ecoturismo por si só não resolverá a crise do plástico, mas é parte da resposta: ele promove o conhecimento, incentiva o comportamento sustentável e fortalece as comunidades que dependem da preservação.

    Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, o convite é claro: viaje de forma mais consciente, com menos plástico e com mais propósito.

    Descubra como sua próxima viagem pode fazer a diferença. Explore os passeios baseados na natureza do PlanetaEXO e faça parte de uma maneira mais sustentável de viajar.

  • Para onde vai o meu lixo? Dicas práticas para separar resíduos e apoiar a reciclagem

    Para onde vai o meu lixo? Dicas práticas para separar resíduos e apoiar a reciclagem

    Saiba como separar resíduos corretamente e apoiar a reciclagem

    Lixo é assunto sério. O PlanetaEXO, empresa com sede em São Paulo que atua com turismo de natureza e impacto positivo, quer ampliar o debate sobre o destino desses resíduos e incentivar hábitos mais conscientes. Na capital paulista, por exemplo, são mais de 12 milhões de habitantes gerando um volume imenso de resíduos diariamente. Foi assim que nasceu o Café com Propósito, um evento criado em parceria com o Spaces Vila Madalena, para promover reflexões e soluções locais.

    São Paulo produz cerca de 12 mil toneladas de lixo por dia, segundo o Recicla Sampa. Cada pessoa gera, em média, 1,5 kg de resíduos diariamente. Ainda assim, a maioria não se vê como parte do problema, nem da solução. Existe um sistema inteiro por trás da coleta, com cooperativas, triagem e catadores, que depende da nossa colaboração.

    Entender o que acontece com o lixo depois que sai da nossa casa é o primeiro passo. Separar corretamente os resíduos evita danos ao meio ambiente e ajuda quem trabalha na cadeia da reciclagem. Informar-se é o começo da mudança. Confira abaixo algumas maneiras simples de separar resíduos corretamente.

    1 – Lixo molhado e lixo seco devem ser separados

    Evite misturar lixo molhado (restos de comida, folhas e papel sujo) com recicláveis. Lave e seque embalagens antes de descartá-las (isso mesmo!). Se possível, crie uma composteira para transformar resíduos orgânicos em adubo natural (húmus).

    Por exemplo, aqui no Spaces Vila Madalena a separação é feita por latas de lixo nomeadas, em lixos orgânicos e recicláveis. Os colaboradores que usam o espaço são incentivados a realizar o descarte de maneira correta, e assim, colaboram o processo.

    2 – Nem todos os descartes vão na mesma sacola

    Seringas, giletes e vidros quebrados não devem ser colocados com o lixo comum. Para evitar acidentes com coletores, coloque-os em caixas separadas ou sacolas identificadas com a mensagem “contém objeto cortante”. Se quiser evitar incidentes também com animais, o uso das caixas é ainda mais indicado.

    3 – Atenção aos resíduos especiais

    São materiais que não podem ir nem para o lixo comum nem para a coleta seletiva: pilhas, baterias, lâmpadas, óleo de cozinha, pneus, remédios, eletrônicos, etc. Esses resíduos contêm substâncias tóxicas e podem causar sérios danos ao meio ambiente se descartados incorretamente. A plataforma Recicla Sampa indica pontos de coleta em São Paulo para cada tipo de material.

    4 – Evite usar sacos pretos

    Parece detalhe, mas faz diferença: sacos brancos ou azuis facilitam a identificação do conteúdo pelos coletores, agilizando a separação e a triagem para reciclagem.

    5 – Conheça e apoie iniciativas locais

    No Brasil, há mais de 800 mil catadores de recicláveis, segundo dados da EBC. Eles são responsáveis por 58% da coleta de plástico no país. Muitos atuam em cooperativas, que têm papel fundamental na cadeia de reciclagem e na geração de renda. Apoiar esses movimentos, seja com doações ou essas ações simples de separação do lixo para a reciclagem, é parte do incentivo.

    Coletor de reciclaveis
    Foto: People Images

     

    6 – Entenda os tipos de plástico

    Nem todo plástico é igual. Há dois principais: os de vida longa (como os presentes em eletrônicos) e os de vida curta (como embalagens descartáveis). Este último representa mais de 30% da produção de plásticos no mundo e, muitas vezes, é usado apenas uma vez.

    O plástico pode levar até 400 anos para se decompor, por isso é essencial reduzir seu uso e preferir embalagens recicláveis ou biodegradáveis.

    7 – … E por falar em plástico

    No Brasil, menos de 2% do plástico é reciclado. Isso mostra como ainda temos um caminho longo pela frente. Procure o símbolo de reciclagem nas embalagens. Quando ele estiver presente, é sinal de que o material pode ser reciclado. Mesmo quando não houver símbolo, descarte em sacolas de lixo seco, assim, o trabalho de triagem será feito por cooperativas ou centrais de reciclagem.

    Simbolo de reciclagem nas embalagens plasticas
    Foto: Plastico.com

     

    Não é só jogar fora?

    Não existe “fora”. Ao jogar algo “fora”, costumamos pensar que o problema desaparece. Mas tudo que produzimos continua no planeta. Solo, rios, oceanos e até o ar que respiramos podem ser impactados por aquilo que descartamos de forma incorreta.

    Por isso, é fundamental repensar nossos hábitos e adotar uma postura mais responsável. Atitudes simples no dia a dia fazem parte de um esforço coletivo que transforma o destino dos resíduos, e o futuro do planeta.

    O papel do PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, acreditamos que cada aventura pode causar um impacto positivo. Por isso, além de promover viagens sustentáveis na natureza, estamos sempre atualizando nossas práticas ambientais e fortalecendo parcerias com comunidades locais. Entendemos que a mudança começa em nós, e queremos caminhar lado a lado com quem acredita no mesmo.

    Se você leu até aqui, não pare no conteúdo: coloque em prática. E compartilhe. O mundo precisa de mais gente engajada nessa causa.

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  • PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    O turismo consciente e de impacto positivo acaba de ganhar um novo impulso no Brasil. O PlanetaEXO anuncia sua filiação à The Long Run, uma das principais redes globais dedicadas ao turismo sustentável.

    Com essa conquista, o PlanetaEXO se torna a primeira empresa de viagens brasileira a integrar a The Long Run, uma rede internacional de destinos comprometidos com o turismo responsável. No Brasil, a rede já conta com nomes como Refúgio Ecológico Caiman, Pousada Trijunção e Ibiti Projeto. Agora, esse compromisso também se estende às experiências oferecidas pelos parceiros cuidadosamente selecionados do PlanetaEXO, todos alinhados com a estrutura de 4 Cs da The Long Run: Conservação, Comunidade, Cultura e Comércio.

    “Estar ao lado de iniciativas tão importantes e ter o reconhecimento da The Long Run é um marco para nós”, afirma Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO. “Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.

    Conservation The Long Run
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    O que é a The Long Run e por que ela é importante

    Fundada pela Zeitz Foundation, a The Long Run é hoje uma das redes globais mais respeitadas na promoção do turismo que protege a natureza e apoia as comunidades locais. Seus membros se comprometem com quatro pilares fundamentais:

    • Conservação: Proteger a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental.
    • Comunidade: Envolver e beneficiar as populações locais.
    • Cultura: Promover e respeitar a diversidade cultural.
    • Comércio: Incentivar práticas comerciais sustentáveis a longo prazo.

    A admissão do PlanetaEXO seguiu um rigoroso processo de avaliação para garantir o alinhamento com esses princípios.

    Planetaexo The Long Run
    Photo: Lucas Neves

    Quem somos

    Fundado em 2021, o PlanetaEXO nasceu do desejo de conectar viajantes a aventuras autênticas e responsáveis, lideradas por guias locais e comunidades envolvidas na preservação ambiental. O projeto começou na Chapada Diamantina com a icônica trilha do Vale do Pati, mas desde o primeiro dia, o objetivo era mais amplo: tornar-se uma plataforma global para viagens sustentáveis.

    O PlanetaEXO faz mais do que organizar viagens, ele oferece experiências imersivas que priorizam o respeito ao meio ambiente e a liderança comunitária. Uma parte significativa da receita gerada pelos passeios vai diretamente para famílias locais, guias e pequenas empresas.

    “Nosso modelo foi projetado para ter um impacto positivo desde o início, não apenas para os viajantes, mas para todos os envolvidos. Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.”

    Lucas Ribeiro

    The Long Run
    Photo: Clovis Cruvinel

    O valor da colaboração global

    Em um mundo onde o turismo de massa muitas vezes prejudica os ecossistemas e apaga identidades culturais, The Long Run se destaca como um modelo de turismo transformador e inclusivo. A rede vai além das palavras da moda e promove benefícios profundos e de longo prazo para a natureza e as comunidades locais.

    Ao aderir a este movimento global, o PlanetaEXO não só se compromete com as melhores práticas, mas também ganha acesso à troca de conhecimentos, formação e colaboração internacional, ferramentas essenciais para melhorar o turismo orientado para o impacto, respeitando as realidades locais.

    Olhando para o futuro: o que vem por aí para a PlanetaEXO

    A adesão à The Long Run marca um novo capítulo na jornada do PlanetaEXO. Atualmente, a empresa está expandindo seus itinerários para novas regiões do Brasil e da América Latina, com foco em destinos de alto valor ecológico e cultural.

    A empresa também planeja investir em programas de treinamento, parcerias com projetos de conservação e melhorias tecnológicas para tornar as viagens sustentáveis mais acessíveis e eficientes.

    “Queremos mostrar que o turismo de aventura pode ser um verdadeiro catalisador para mudanças ambientais e sociais”, conclui Lucas Ribeiro. Nossa jornada está apenas começando.

    Iniciativa global The Long Run

    Sobre a The Long Run

    Fundada em 2009 pela Zeitz Foundation, a The Long Run é uma iniciativa global que apoia empresas de turismo comprometidas com um impacto positivo e de longo prazo. Com mais de 40 membros em cinco continentes, incluindo pousadas, reservas privadas e projetos comunitários, a rede protege atualmente mais de 20 milhões de acres de biodiversidade em todo o mundo.

    👉 Deseja saber mais sobre nosso compromisso como membro? Visite o perfil do PlanetaEXO no site da The Long Run.

  • Dia da Terra: 5 impactos positivos do ecoturismo

    Dia da Terra: 5 impactos positivos do ecoturismo

    No dia 22 de abril é celebrado o Dia Internacional da Terra, uma data que reforça a importância de repensarmos nossa relação com os recursos natura

    Em um cenário de consumo excessivo e degradação ambiental, o turismo também precisa ser repensado. Segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), a indústria do turismo é responsável por cerca de 8% das emissões globais de gases de efeito estufa (dados de 2023).

    No entanto, o turismo, se bem planejado, pode ser parte da solução. É nesse contexto que se destaca o ecoturismo sustentável. “O ecoturismo, quando feito de forma responsável e com o envolvimento das comunidades locais, pode gerar renda sem destruir os ecossistemas. Ele transforma visitantes em aliados da conservação”, diz Lucas Ribeiro, fundador da PlanetaEXO, uma plataforma global de ecoturismo.

    Por isso, iniciativas que envolvem comunidades locais e respeitam os limites dos ecossistemas são mais eficazes na preservação da natureza e na construção de alternativas econômicas sustentáveis.

    Neste Dia da Terra, veja a seguir 5 impactos positivos do ecoturismo:

    1. Conservação da biodiversidade

    O ecoturismo estimula a preservação de áreas naturais ao gerar valor econômico associado à conservação. Destinos que antes enfrentavam desmatamento, caça e mineração ilegal passam a ver na proteção da biodiversidade uma fonte de renda contínua e legítima.

    Caiman - Pantanal
    Foto: Felipe Castellari

    2. Fortalecimento das comunidades locais

    Ao empregar guias, artesãos, pequenos produtores e donos de hospedagens familiares, o ecoturismo distribui renda de forma descentralizada. “Esse modelo ajuda a manter as pessoas no território, com dignidade e protagonismo”, explica Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    positive impacts of ecotourism
    Foto: Aurelie-Poilleux

    3. Educação ambiental

    Viagens de ecoturismo proporcionam experiências de aprendizado direto com a natureza e com os saberes locais. Visitantes conhecem de perto os desafios ambientais de cada região e voltam para casa mais conscientes do seu papel como cidadãos.

    Cristalino Lodge - Amazônia
    Foto: João Paulo Krajewski

    4. Estímulo à economia circular

    A lógica do “consumir local” é central no ecoturismo. Alimentação, transporte e produtos típicos são priorizados, fortalecendo cadeias curtas de produção e reduzindo a pegada de carbono associada à viagem.

    Cerrado Rupestre - Jalapão
    Foto: Clovis Cruvinel

    5. Reconexão com o planeta

    Mais do que um estilo de viagem, o ecoturismo convida a uma mudança de mentalidade: sair do modo consumo e entrar em um ritmo mais atento, mais sensível aos ritmos da terra. Em tempos de urgência ambiental, essa atitude se torna um gesto político.

    Lençóis Maranhenses
    Foto: Paraíso do Caju

    Sustentabilidade

    Em biomas sob forte pressão – como a Amazônia e o Pantanal – os impactos positivos do ecoturismo têm se mostrado uma alternativa concreta ao avanço de atividades predatórias como o desmatamento, a mineração e o turismo descontrolado.

    Mais do que um simples passeio em meio à natureza, esse tipo de turismo convida à reconexão: com o meio ambiente, com os modos de vida tradicionais e, acima de tudo, com os limites do planeta. Em tempos de emergência climática, escassez de água e degradação acelerada do ecossistema, essa reconexão não é mais uma escolha individual. É uma necessidade coletiva, urgente e inevitável.

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  • Os Bombeiros Voluntários da Chapada Diamantina

    Os Bombeiros Voluntários da Chapada Diamantina

    Muito antes de o turismo ser uma constante no Vale do Capão, na Chapada Diamantina, um grupo de moradores locais se reunia para combater os incêndios cada vez mais frequentes e, em sua maioria, criminosos que surgiam na região; A cada incêndio, um novo desastre ambiental que levaria anos para ser recuperado; Para proteger o local onde viviam, em 1997, foi formado o primeiro grupo de bombeiros voluntários no Vale do Capão; Foram eles que, sem a ajuda do governo ou de equipamentos especializados, escalaram as montanhas para apagar o fogo;

    Outro incêndio criminoso no Vale do Capão, 2021, Chapada Diamantina.

    A partir dos anos 2000, o aumento do número de turistas nas trilhas deu a esse grupo mais um motivo para criar a Associação de Visitantes do Vale do Capão (ACV-VC); Uma sede foi instalada na entrada da trilha da Cachoeira da Fumaça e os organizadores lideraram a promoção do ecoturismo sustentável, recebendo os visitantes e oferecendo serviços de guia e informações sobre a região;

    Além da grande missão de incentivar a consciência ambiental para o desenvolvimento sustentável da região, a associação também presta serviços de defesa civil, resgatando feridos em áreas remotas, e ainda são os principais bombeiros que atuam em conjunto com as demais equipes de brigadistas voluntários das cidades da Chapada;

    Sem fins lucrativos, os membros da ACV-VC não são remunerados e dependem do apoio da comunidade e dos turistas para fazer doações em dinheiro; Esse investimento financeiro é utilizado para apoiar a realização de cursos e treinamentos para os guias associados; a compra de equipamentos de proteção e combate a incêndios; a manutenção de trilhas; o desenvolvimento de ações de educação ambiental para a comunidade; além de contribuir para a estrutura da sede;

    Deseja colaborar com a ACV-VC?

    Para fazer doações em dinheiro
    Associação de Condutores de Visitantes do Vale do Capão
    PIX: 04.131.046/0001-09 (CNPJ)

    Para fazer doações de materiais, escreva para
    contato@acvvc.org