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  • Pantanal ou Amazônia: Qual você Deve Escolher?

    Pantanal ou Amazônia: Qual você Deve Escolher?

    Ambos biomas brasileiros incríveis, o Pantanal é o lar da onça-pintada e outros animais fantásticos, enquanto a Floresta Amazônica permite experiências inacreditáveis na selva

    Ao planejar uma aventura pelas paisagens mais selvagens do Brasil, dois destinos certamente vêm à mente: o Pantanal ou a Amazônia. Ambos são potências ecológicas repletas de biodiversidade, mas oferecem experiências distintas.

    Vista aérea de um barco de turismo navegando por um rio sinuoso através da paisagem verdejante da Amazônia.
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    Simplesmente comparar roteiros de viagem não é suficiente, já que Pantanal e Amazônia estão entre os biomas mais ricos do planeta em termos de biodiversidade e beleza intocada. De suas maneiras únicas, eles proporcionam atividades incríveis para quem deseja se conectar com a natureza em sua forma mais exuberante.

    Turistas observando uma onça-pintada descansando em um galho de árvore durante um safári de vida selvagem no Pantanal.
    Photo: @larissa_pantanal

    Como especialista em pacotes de viagem para o Pantanal e para a Amazônia, o PlanetaEXO preparou um guia para ajudar você a escolher onde passar suas próximas férias. Confira abaixo!

    Pantanal é na Amazônia?

    Não, o Pantanal não fica na Amazônia. Embora sejam biomas vizinhos no Brasil, eles possuem ecossistemas bastante diferentes.

    Abrangendo os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é considerado a maior planície alagável do mundo.

    Enquanto isso, a Amazônia é a maior floresta tropical da Terra, cobrindo áreas de oito estados diferentes: Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Maranhão. Entender a diferença entre Pantanal e Amazônia é o primeiro passo para decidir sua viagem.

    Safári no Pantanal: observação da vida selvagem em seu auge

    Se o seu sonho é ver a vida selvagem de perto, o Pantanal é o destino perfeito. Além da fauna incrivelmente rica, as paisagens abertas tornam muito mais fácil avistar animais em seu habitat natural em comparação a qualquer outro lugar do Brasil.

    De barco ou em veículos 4×4, um safári no Pantanal permite aos visitantes algumas das melhores experiências de observação de fauna do mundo. Com a ajuda de guias especializados que conhecem os lugares certos para avistar animais, você pode ver capivaras, ariranhas, jacarés, araras, etc.

    Silhueta de uma capivara com pássaros pousados em suas costas contra um pôr do sol laranja vibrante no Pantanal.
    Photo: Ondrej Prosicky

    Todas as espécies são fascinantes, mas é seguro dizer que o maior felino das Américas é a estrela do show. A região Norte, especialmente perto da cidade de Porto Jofre, é considerada o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas.

    A abundância de vida selvagem no Pantanal é um destaque marcante em comparação a outros biomas. Passeios na selva amazônica são maravilhosos para uma imersão total na natureza, mas avistar animais lá exige mais paciência e um pouco de sorte.

    Close de uma onça-pintada se camuflando naturalmente em meio à folhagem densa nas áreas úmidas brasileiras.
    Photo: Felipe Castellari

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    A imensidão da Floresta Amazônica

    A Floresta Amazônica é um mar verde sem fim. Com árvores que atingem mais de 40 metros de altura, a floresta cria um ambiente fechado e úmido onde a luz solar mal toca o solo, abrigando milhares de espécies de plantas e animais.

    Caminhar na Amazônia é quase místico. Diferentes sons e aromas são envolvidos pela grandeza da floresta e um constante senso de mistério. Tal atmosfera pode tornar qualquer pessoa muito consciente do poder acolhedor, porém implacável, da Mãe Natureza.

    Um viajante está na base de um tronco de árvore maciço envolto em vinhas, olhando para a densa e verde copa da floresta amazônica.
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    Ao participar de tours na Amazônia, os viajantes testemunham a importância dos rios, que determinam o modo de vida local como estradas naturais que conectam comunidades ribeirinhas e garantem o acesso adequado às partes mais profundas da floresta.

    Negro, Solimões e Amazonas são apenas alguns dos rios que cortam a vegetação e formam igarapés (pequenos cursos d’água), igapós (florestas alagadas) e vistas deslumbrantes de valor imensurável para a fauna, flora e moradores locais.

    Um boto cor-de-rosa sobe para respirar, mostrando sua cor distinta contra as águas escuras e negras do Rio Negro.
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    A vida selvagem é rica, mas discreta. Exceto pelos botos-cor-de-rosa, a maioria dos animais vive nas copas das árvores, é camuflada pela selva ou só se revela à noite. O foco aqui é a imersão: sentir o cheiro da terra molhada, ouvir a música da natureza, respirar ar puro e entender o privilégio de estar cercado pelo ecossistema mais complexo do planeta.

    👉 Confira nossos pacotes: Pacotes de viagem para a Amazônia

    Experiências na Amazônia e no Pantanal

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são espetaculares. Não há destino melhor — apenas a melhor opção para as suas preferências.

    Enquanto a Amazônia se destaca pela vastidão de sua floresta fechada, rios imponentes e os sons constantes da selva, o Pantanal hipnotiza com seus campos alagados, vegetação aberta e o espetáculo da vida selvagem à vista. Apesar das diferenças contrastantes, esses dois destinos selvagens representam a riqueza da biodiversidade brasileira e do turismo sustentável.

    Além de entender o que torna cada bioma tão grandioso, também é importante destacar como as experiências são influenciadas por suas distinções.

    Duas onças-pintadas interagindo em seu habitat natural no Pantanal.
    @matthias_kern_photography

    Atividades nos passeios no Pantanal

    Reserve sua viagem para o Pantanal se você ama:

    • Safáris fotográficos: explore as áreas úmidas de barco ou carro 4×4 para avistar alguns dos mais belos animais brasileiros, incluindo onças-pintadas, tamanduás, antas, tucanos e muito mais.
    • Observação de aves: mantenha os olhos abertos para avistar algumas das aves nativas, incluindo tucanos, araras e o enigmático tuiuiú.
    • Cavalgadas: adentre as planícies alagadas a cavalo como um verdadeiro pantaneiro.
    • Trekking: acompanhado por guias qualificados, caminhe pelos campos abertos e mergulhe na natureza.
    • Passeios de barco e pesca esportiva: descubra as áreas úmidas participando de passeios de barco e pesque espécies típicas do Pantanal, como pacu e dourado (pesque e solte).
    • Vida na fazenda: algumas hospedagens são, na verdade, fazendas adaptadas, mas o dia a dia ainda é fortemente baseado na cultura pantaneira — e os hóspedes são mais do que bem-vindos a participar.
    • Nascer e pôr do sol cinematográficos: os céus abertos oferecem vistas inesquecíveis ao amanhecer ou quando o sol se põe.

    Lembre-se: os roteiros variam no Pantanal Norte ou Sul. Certifique-se de conhecer as diferenças de ambas as regiões antes de reservar sua viagem!

    Grupo de turistas andando a cavalo pelas áreas úmidas do Pantanal guiados por especialistas locais.
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    Atividades nos passeios na Amazônia

    Planeje suas férias na Amazônia se você não se cansa de:

    • Caminhadas na floresta: mergulhe na mata caminhando com guias especializados para explorar a fauna, a flora e as tradições locais.
    • Cruzeiro nos rios Amazônicos: embarcações de alto padrão proporcionam uma experiência única de navegação pelos rios nos parques nacionais de Anavilhanas e do Jaú.
    • Passeios de barco: barcos menores e canoas navegando por igarapés e igapós são algumas das atividades mais autênticas na floresta.
    • Expedições noturnas: animais (jacarés, cobras, sapos, corujas…) tendem a circular pela floresta mais livremente quando a noite cai, tornando este um momento ideal para observação da vida selvagem na Amazônia.
    • Avistamento de botos: ao contrário de outros animais nativos, os icônicos botos-cor-de-rosa não são tímidos e são frequentemente avistados durante passeios de barco pelos rios Solimões e Negro.
    • Hospedagem na floresta e hotéis flutuantes: experiências de estadia rústicas ou sofisticadas, sempre integradas à natureza.
    • Visitas a comunidades ribeirinhas e indígenas: contato com culturas locais, culinária tradicional, artesanato e até cerimônias conduzidas por líderes indígenas.

    👉 Leia mais: Melhores coisas para fazer na Floresta Amazônica

    Homens indígenas tocando instrumentos de sopro tradicionais durante uma cerimônia cultural na Amazônia.
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    Como chegar no Pantanal e na Amazônia?

    O Pantanal e a Floresta Amazônica estão localizados em regiões remotas, com desafios logísticos que podem influenciar diretamente a experiência turística. No entanto, com o crescimento do ecoturismo no Brasil e o desenvolvimento da infraestrutura local, essas viagens tornaram-se cada vez mais viáveis.

    Dividido entre Norte e Sul, o Pantanal é acessível via Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), ambas capitais conectadas por estradas de terra às pousadas e fazendas. A estação seca (maio a outubro) é um ótimo momento para observação da vida selvagem e outras atividades ao ar livre devido à diminuição do nível da água.

    👉 Leia mais:

    Dois veículos de safári abertos parando em uma estrada de terra para observar uma onça-pintada deitada no chão.
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    Se você está viajando para a Amazônia, a rota depende de quais áreas você vai visitar. Manaus, capital do Amazonas, é a principal porta de entrada para as florestas, servida por voos diretos das principais cidades brasileiras, mas também há passeios nos estados do Pará e Mato Grosso

    Os níveis dos rios variam muito entre as estações chuvosa e seca, então as atividades podem mudar dependendo da época do ano. A estação chuvosa (dezembro a maio) é melhor para canoagem, enquanto a estação seca (junho a dezembro) permite caminhadas mais longas.

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    Turistas em uma pequena canoa motorizada navegando por um rio amazônico no crepúsculo.
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    Sustentabilidade e impacto local

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são biomas de importância global para a conservação ambiental. O turismo sustentável provou ser uma ferramenta poderosa para preservar essas regiões e apoiar as comunidades locais.

    Ao escolher hospedagens responsáveis, contratar guias locais, optar por operadores que seguem práticas sustentáveis e participar de atividades focadas em educação ambiental, os turistas contribuem diretamente para manter as comunidades e valorizar a biodiversidade.

    Um guia de ecoturismo segurando binóculos ao lado de um veículo do projeto Onçafari.
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    Esforços de ecoturismo, como hotéis ecológicos na Amazônia ou fazendas adaptadas no Pantanal, ajudam a gerar renda para as populações locais e criam alternativas ao desmatamento, caça ilegal e exploração predatória dos recursos naturais.

    Priorizar experiências que respeitem os ritmos da natureza, limitem o número de visitantes e estejam comprometidas com práticas sustentáveis é essencial para garantir que essas paisagens continuem existindo para as gerações futuras.

    Uma mulher segurando uma muda de árvore nativa para um projeto de sustentabilidade e reflorestamento na Amazônia.
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    👉 Saiba mais e apoie:

    Conclusão: você deve escolher a Floresta Amazônica ou o Pantanal?

    Vá para o Pantanal para uma observação de vida selvagem mais fácil, paisagens abertas e experiências no estilo safári, ou escolha a Amazônia se você procura exploração imersiva na selva, encontros culturais e a sensação de estar no meio de uma floresta tropical.

    Melhor ainda: planeje sua viagem para ambos os destinos, já que cada um revela um lado único da beleza selvagem do Brasil.

    Não há escolha errada, apenas diferentes tipos de aventuras!

    Viajantes usando binóculos para observar a vida selvagem enquanto caminham pela selva amazônica.
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    Viaje para o Pantanal ou Amazônia com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Pantanal e para a Amazônia, então por que escolher apenas um destino quando você pode fazer os dois?

    Trabalhamos com os melhores operadores locais para garantir que sua experiência de viagem seja diferente de qualquer outra. Das reservas aos roteiros, nossa equipe estará com você em cada passo do caminho. Fale conosco agora!

  • Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.

    No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.

    Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.

    Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.

    Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.

    Lençóis Maranhenses

    Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias

    Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.

    Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.

    Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.

    Franck Nicolas

    👉 Explore as trilhas de caminhada nos Lençóis Maranhenses

    Vale do Pati (Chapada Diamantina)

    Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais

    No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.

    Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.

    Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.

    Dan Heath

    👉 Descubra as experiências de trekking no Vale do Pati

    Floresta Amazônica

    De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical

    A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.

    Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.

    A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.

    Kristina Wagner

    👉 Escolha sua experiência na Amazônia

    Pantanal

    Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios

    No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.

    Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.

    Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.

    Valerio Grandis

    👉 Veja as viagens para observação da vida selvagem no Pantanal

    Jalapão

    Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe

    Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.

    As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.

    Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.

    Sarah Danflous

    👉 Explore as expedições ao Jalapão no Cerrado

    O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar

    Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.

    Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.

    👉 Junte-se a nós em aventuras cinco estrelas que causam um impacto positivo.

  • Clima da Amazônia: Qual a Melhor Época para Visitar?

    Clima da Amazônia: Qual a Melhor Época para Visitar?

    Não tem certeza de qual a melhor época para ir para Amazônia? Este guia vai te ensinar tudo sobre as estações da floresta e te ajudar a planejar suas próximas férias!

    Com duas estações muito bem definidas (seca e chuvosa), a melhor época para visitar Amazônia depende do que você procura. Este é um destino para o ano todo, mas alguns períodos são mais favoráveis para certas atividades do que outros.

    O tempo é quente durante todo o ano, mas é no clima da Amazônia e sua umidade que você deve prestar atenção — afinal, é uma floresta tropical. A chuva é uma ocorrência quase diária, mas existem épocas específicas em que as tempestades são mais comuns. Mas não se preocupe: sua experiência não será afetada!

    Para ajudar no planejamento da sua viagem para a Amazônia, o PlanetaEXO, uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, reuniu um guia sobre quando você deve reservar sua viagem. Confira abaixo!

    Visitar a Amazônia na estação chuvosa

    Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio

    A estação chuvosa é quando a precipitação é mais intensa, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica ligeiramente mais fresco, com uma temperatura média de 25,8 ºC.

    As tempestades atingem a floresta diariamente, mas sua viagem não será prejudicada, já que elas duram apenas cerca de uma hora por dia. Quando o céu limpa, você pode voltar para fora e aproveitar. Se você planeja visitar a Amazônia em janeiro, por exemplo, encontrará os rios começando a encher, criando paisagens únicas.

    Outra característica impressionante da estação chuvosa são os igapós. A intensa chuva faz com que algumas áreas das florestas fiquem inundadas. Dependendo dos níveis dos rios, a água pode atingir até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto animais subaquáticos quanto humanos.

    Grande árvore Samauma com raízes tubulares submersas nas águas escuras da floresta amazônica inundada, típico do clima da Amazônia na estação cheia.
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    Inverno Amazônico

    Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (dezembro a março) afeta os estados do Norte.

    Apesar do nome, a estação não é realmente sobre temperatura — que permanece alta, como de costume —, mas sobre a intensidade da chuva que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que a quantidade de chuva que cairia normalmente em um mês inteiro caia em dois ou três dias.

    Esse fenômeno acontece por algumas razões:

    • Falta de uma estação bem definida no Norte
    • Oscilação de uma faixa de nebulosidade sobre o Equador
    • Transporte de umidade do Atlântico Norte
    • Fenômenos climáticos específicos, como La Niña

    Sua experiência de viagem não é afetada negativamente por isso, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras durante esse período, como detalhado abaixo.

    O que fazer durante a estação chuvosa na Floresta Amazônica?

    Esta é a época perfeita para itinerários relacionados à água. Devido à forte chuva, você não caminha pela floresta, você navega por ela:

    • Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre as copas das árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
    • Observação de vida selvagem: Animais terrestres tendem a subir para as copas das árvores quando a floresta inunda, tornando muito mais fácil avistar preguiças e macacos. Várias espécies de pássaros e os famosos botos-cor-de-rosa também são vistos frequentemente.
    • Destinos para a estação chuvosa na Amazônia: O Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar durante este período. Explore labirintos de água, admire a vida selvagem e participe de passeios de canoa.
    • Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma maneira maravilhosa de vivenciar a natureza de uma perspectiva totalmente nova.
    Turista navegando em uma canoa pela copa verde da floresta amazônica inundada, olhando para as árvores.
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    👉 Leia mais: Melhores Cruzeiros no Amazonas

    Visitar a Amazônia na estação seca

    Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro e Novembro

    Entre junho e novembro, a estação seca torna a temperatura mais quente, com uma média de 27,9 ºC. Ainda chove, mas é menos frequente e o volume de água é menor. Isso permite que as inundações drenem, desbloqueando várias trilhas de caminhada que estavam anteriormente submersas — embora ainda haja uma quantidade considerável de áreas alagadas.

    Menos chuva também significa rios mais baixos e uma melhor visão de diferentes espécies de peixes e até botos. Quando a água recua, os animais aquáticos têm menos espaço para nadar, então sua ocupação se concentra em zonas menores.

    Tenha em mente: de outubro a dezembro, estações secas prolongadas estão se tornando mais frequentes, fazendo com que os rios encolham, limitando o acesso a algumas áreas e potencialmente reduzindo encontros com algumas espécies de animais e plantas. Espera-se que os rios comecem a subir lentamente em novembro e dezembro. As condições são muito melhores em janeiro, então a recomendação é reservar seu passeio a partir deste mês.

    Menino parado na entrada de uma caverna coberta de musgo explorando a selva amazônica.
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    O que fazer durante a estação seca na Floresta Amazônica?

    Roteiros terrestres são os destaques da estação seca, o que para muitos é a melhor época da Amazônia, mas ainda é muito possível fazer atividades aquáticas incríveis:

    • Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para visitar praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimos locais.
    • Caminhadas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas modestas ou longos trekkings na floresta — incluindo cavernas e cachoeiras —, bem como acampamentos e caminhadas noturnas.
    • Focagem noturna: Como a área inundada encolhe drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos principais rios e lagos restantes. À noite, a “focagem” (iluminar com lanternas seus olhos) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com alguma sorte, você pode ver outras criaturas noturnas também.
    • Cruzeiros no rio Amazonas: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis na Amazônia, pois podem ser aproveitados tanto na estação chuvosa quanto na seca.
    Silhueta de uma pessoa fazendo uma pose de ioga em uma praia de rio amazônica ao pôr do sol em Alter do Chão.
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    👉Leia mais: Melhores lugares para visitar na Amazônia

    Alta e baixa temporada na Amazônia, Brasil

    A alta temporada é a época do ano em que o maior número de pessoas visita um determinado destino. O aumento da demanda não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar aspectos como preços mais altos, mais visitantes e disponibilidade reduzida nos melhores hotéis na Amazônia.

    Os seguintes meses costumam ser os mais movimentados:

    • Dezembro e Janeiro: Feriados, férias e recessos escolares/trabalho fazem com que as pessoas viajem mais.
    • Fevereiro: O Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Após quatro dias de festividades, a atividade turística na Amazônia tende a crescer (geralmente na segunda quinzena de fevereiro, dependendo do calendário anual).
    • Junho, Julho e Agosto: Férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e Europa.
    Dois macacos-de-cheiro sentados em um galho de árvore se limpando na selva.
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    A baixa temporada ocorre durante os meses não mencionados acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, esta é a melhor época para ir para Amazônia!

    Clima da Amazônia

    A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Todos eles, claro, têm suas próprias características, opções de viagem e padrões climáticos.

    Para te ajudar a decidir quando ir, confira os widgets abaixo para ver como está o tempo agora nesses locais.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    Manaus, Amazonas

    Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior porção — cerca de 29% da Amazônia brasileira, variando 1.450.00 km². É maior que todo o país do Peru (1.285.216 km²)!

    É por isso que o Amazonas é o destino mais procurado por pessoas que querem mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né? Abaixo, você confere a previsão do tempo em Manaus:

    Belém, Pará

    O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. A Amazônia ocupa uma área menor aqui, com “apenas” 930.00 km². É quase tão grande quanto a Tanzânia (947.303 km²), na África.

    Veja abaixo como está o tempo agora em Belém, a capital do Pará.

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Alta Floresta é uma cidade no Mato Grosso com uma população de mais de sessenta e duas mil pessoas, localizada no norte do estado e sul da Amazônia. A floresta tropical ocupa 470.000 km² — maior que a área da Califórnia (423.967 km²).

    Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:

    A melhor época para visitar Amazônia no Brasil é quando você quiser!

    Como um destino para o ano todo, a Amazônia permite experiências incríveis a qualquer momento — tudo depende da sua agenda e preferências.

    Agora tudo o que você precisa fazer é escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajudará com tudo o que você precisa para fazer das suas férias um dos melhores momentos da sua vida. Entre em contato conosco agora!

  • Quantos dias você deve passar na Amazônia, Brasil?

    Quantos dias você deve passar na Amazônia, Brasil?

    Ao planejar sua viagem para a Amazônia, não se esqueça de considerar a logística, as estações do ano e o seu estilo de viagem

    Para vivenciar verdadeiramente a floresta tropical, é recomendável reservar uma viagem de pelo menos 3 dias completos, mas decidir quantos dias você deve passar na Amazônia depende de quais experiências você busca, bem como do clima e das estações do ano.

    Vista aérea do rio Amazonas serpenteando pela densa floresta tropical no Brasil durante um nascer do sol dourado.
    Photo: Anderson Coelho

    A logística também desempenha um papel fundamental no planejamento das férias — a floresta cobre mais de 4 milhões de quilômetros quadrados apenas dentro das fronteiras brasileiras. De fato, para alguns turistas estrangeiros, apenas chegar ao Brasil já pode ser uma longa jornada por si só, portanto, o gerenciamento do tempo é crucial.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO tem vasta experiência no planejamento de roteiros para a maior floresta tropical do mundo. Confira nosso guia completo abaixo e siga nossas dicas!

    O que determina quanto tempo você deve ficar na Amazônia?

    Antes de definir a duração da sua estadia, vale a pena considerar alguns fatores que moldarão a sua experiência:

    Logística

    A maioria dos viajantes que vai conhecer a Amazônia no Brasil chega via Manaus, capital do Amazonas e um dos principais portões de entrada, servido por voos diários de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belém, etc.

    Um barco de cruzeiro fluvial navegando pelas águas calmas do rio Amazonas, cercado pela exuberante selva verde.
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    A partir de Manaus, duas das áreas de proteção mais próximas na Amazônia são o Arquipélago de Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú. Anavilhanas fica ao longo do Rio Negro, perto da cidade de Novo Airão, a cerca de 180–200 km da capital, e pode ser alcançada em aproximadamente 2 a 3 horas de estrada. O Jaú é acessado pela mesma cidade base, mas requer uma viagem de barco adicional pelo rio para chegar ao seu interior remoto.

    Para locais mais distantes como Tefé (~520 km) e Alter do Chão (~600 km), a viagem exige mais planejamento. Enquanto a jornada fluvial pode levar entre 1 a 3 dias, dependendo da correnteza, um voo reduz o tempo de deslocamento para pouco mais de uma hora.

    Um dos destinos de vida selvagem mais renomados no sul da Amazônia é a região do Cristalino, localizada no estado de Mato Grosso. Ao contrário das áreas ao redor de Manaus, o acesso começa com um voo para a cidade de Alta Floresta. De lá, os viajantes continuam com uma viagem de carro de 1,5 horas, seguida por um passeio de barco de 30 minutos ao longo do Rio Cristalino, que leva a reservas privadas e pousadas cercadas pela floresta.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia?

    Estações e clima

    Saber qual é a melhor época para visitar a Amazônia tem grande influência na sua viagem, já que as estações moldam os níveis dos rios, o comportamento da vida selvagem e as condições das trilhas.

    Pôr do sol dourado refletindo nas águas calmas de uma floresta de igapó inundada na Amazônia.
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    A estação chuvosa vai de dezembro a maio, marcada por chuvas fortes que deixam os rios mais cheios e causam inundações em algumas áreas da floresta. As atividades incluem nadar e andar de canoa nos igapós, passeios de barco, observação de vida selvagem e cruzeiros fluviais.

    De junho a novembro, na estação seca, os rios diminuem e as trilhas de caminhada ficam desobstruídas. É o momento perfeito para fazer caminhadas, acampar, fazer focagem noturna e visitar as praias de rio.

    O clima amazônico também é algo a se considerar. Embora o volume de chuvas seja maior durante a estação chuvosa, as tempestades são comuns durante todo o ano, embora geralmente sejam rápidas e não afetem negativamente os passeios. Quente e úmida, as temperaturas variam de uma média de 25,8 ºC a 27,9 ºC.

    Estilo e ritmo de viagem

    Algumas pessoas preferem jornadas lentas e imersivas com tempo para se desconectar, participar de expedições de vários dias e explorar a cultura e as principais atrações de Manaus. Ficar mais tempo permite um maior contato com a natureza e trocas significativas com as comunidades locais, incluindo grupos indígenas e ribeirinhos que compartilham seus conhecimentos ancestrais e sua forte ligação com a floresta.

    Dois viajantes fazendo trilha sob uma enorme formação rochosa na floresta em Presidente Figueiredo.
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    Viajantes com cronogramas limitados também podem viver experiências incríveis em menos dias, mas é importante notar que a Amazônia favorece um ritmo de vida mais lento. A natureza, afinal, vive no seu próprio tempo.

    Portanto, 3 dias dão a você um vislumbre bom o suficiente da floresta, mas uma viagem para a Amazônia de 4 a 7 dias é ideal para aproveitar ao máximo. Se você não tem certeza de quanto tempo ficar por lá, a lógica é clara: quanto mais dias, melhor!

    Viagem de 3 dias: conforto e natureza

    Ideal para famílias, casais e viajantes que buscam uma introdução confortável e segura ao ecossistema amazônico. Os hotéis de selva possuem ótimos roteiros ao ar livre, ao mesmo tempo que oferecem uma infraestrutura completa para uma excelente experiência de hospedagem.

    Um quarto confortável e iluminado em um hotel de selva na Amazônia com teto de palha, cercado por vegetação nativa.
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    As atividades incluem caminhadas na floresta, canoagem, observação da vida selvagem, contemplação do nascer/pôr do sol e tempo de lazer nos quartos privativos e nas áreas comuns do hotel.

    👉 Leia mais: Melhores hotéis na Amazônia

    Viagem de 4 dias: imersão e sobrevivência

    Explore mais a fundo a Amazônia e siga para zonas mais tranquilas e preservadas. É a oportunidade perfeita para estabelecer uma conexão real com a natureza e absorver o seu conhecimento.

    Dois guias locais construindo uma estrutura de madeira durante um passeio de sobrevivência na selva na Amazônia.
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    Os guias locais podem ensinar a você técnicas básicas de sobrevivência, como extrair água de cipós, identificar plantas medicinais e até mesmo montar armadilhas simples. Além disso, um profissional experiente pode acompanhá-lo enquanto você acampa entre as árvores e ensiná-lo a cozinhar sua própria comida em uma fogueira improvisada.

    Você também pode se aventurar em Presidente Figueiredo, conhecida como a “Terra das Cachoeiras”, para se refrescar em uma das 150 cachoeiras e cavernas de arenito. Aqui estão alguns pontos imperdíveis: Caverna da Judeia, Caverna do Maroaga, e as Cachoeiras de Iracema e Araras.

    Viagem de 5 a 7 dias: explorando reservas naturais

    Há muito o que se fazer em uma semana, como visitar unidades de conservação que exigem passeios de barco para chegar a áreas inacessíveis ao turismo de massa.

    Vista aérea das ilhas labirínticas e canais estreitos do Arquipélago de Anavilhanas no Rio Negro.
    Photo: Felipe Castellari

    Alguns hotéis de selva e cruzeiros fluviais levam seus hóspedes ao Parque Nacional de Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 400 ilhas. Navegar por seus canais estreitos é uma experiência labiríntica e fascinante.

    No Parque Nacional do Jaú, caminhe pela floresta para chegar às sumaúmas, árvores gigantes que se estima terem 500 anos de idade. Suas raízes são tão grandes que armazenam grandes quantidades de água para nutrir o bioma e podem até produzir sons vibratórios quando atingidas com força suficiente.

    Viajantes que amam experiências culturais podem visitar comunidades ribeirinhas para aprender mais sobre o dia a dia delas, incluindo aspectos da alimentação, artesanato e os desafios da conservação.

    👉 Leia mais: Melhores cruzeiros na Amazônia

    Viagem de 10 a 15 dias: expedições épicas

    Teste seus limites com jornadas que exploram as partes mais remotas e selvagens da Floresta Amazônica, como fazer trekking e acampar no Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil. Fazendo fronteira com a Venezuela, o destino é território Yanomami, o que requer autorizações rigorosas para acesso e guias indígenas que habitam a região.

    Paredões rochosos íngremes e imponentes parcialmente cobertos por uma névoa espessa no Parque Nacional do Pico da Neblina.
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    Envolve longos dias de caminhada, subidas íngremes e condições climáticas imprevisíveis. A preparação física e mental é essencial, mas a aventura vale muito a pena pela beleza das paisagens naturais, o contato com os nativos e a atmosfera quase mística.

    Os Melhores Pacotes de Viagem para a Amazônia

    De luxuosos cruzeiros fluviais e pousadas confortáveis a acampamentos na selva, aqui estão algumas opções de roteiros do PlanetaEXO para ajudar você a decidir quantos dias passar na Amazônia!

    ROTEIRO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Aventura na Amazônia saindo de Manaus Caminhada, canoagem, pesca, observação de vida selvagem, contemplação do nascer do sol, Encontro das Águas, visita a comunidades locais. 3 dias R$ 3.095
    Aventura na Selva Amazônica Ciclismo, caminhada, caiaque, cachoeiras em Presidente Figueiredo, acampamento na floresta. 3 dias R$ 2.170
    Sobrevivência na Selva Amazônica Técnicas de sobrevivência, acampamento na floresta, caminhada, observação de vida selvagem, canoagem, Encontro das Águas. 4 dias R$ 5.070
    Mirante do Gavião Amazon Lodge Estadia de alto padrão no Mirante do Gavião, Rio Negro (natação, caiaque, stand-up paddle), observação de vida selvagem, passeios noturnos, caminhadas, visita a comunidades locais. 4 dias R$ 9.940
    Cruzeiro Fluvial na Amazônia Cruzeiro fluvial no Parque Nacional de Anavilhanas, caminhadas, observação de vida selvagem, pesca, passeios noturnos, visita a praias fluviais e comunidades locais. 5 dias R$ 14.540
    Cristalino Jungle Lodge Acomodação de luxo, observação de vida selvagem, canoagem, passeios de barco, caminhadas. 5 dias R$ 17.470
    Trekking e Sobrevivência na Amazônia Acampamento na floresta, técnicas de sobrevivência, caminhada, canoagem, observação de vida selvagem, pesca noturna, passeios de barco. 6 dias R$ 7.070
    Cruzeiro na Amazônia Brasileira Cruzeiro de luxo em Novo Airão, Encontro das Águas, caminhada, observação da vida selvagem, Caverna do Madadá, praias fluviais, Parques Nacionais de Anavilhanas e Jaú, visita a comunidades indígenas. 7 dias R$ 17.850
    Expedição ao Parque Nacional do Pico da Neblina Trekking, acampamento na floresta, observação da vida selvagem, imersão cultural com o grupo indígena Yanomami. 15 dias R$ 23.000

    *Por pessoa, em base de acomodação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 12 de março de 2026; sujeita a alterações.

    Explorando a Floresta Amazônica com o PlanetaEXO

    Não importa quantos dias você decida passar na Amazônia — nossa equipe está pronta para ajudá-lo a viver as melhores férias da sua vida em qualquer cenário!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia. Ao trabalhar com as melhores agências e operadores locais, atendemos a todas as suas preferências e necessidades, ao mesmo tempo em que causamos um impacto positivo nas comunidades locais e no meio ambiente. Entre em contato agora mesmo!

  • Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário do PlanetaEXO revela como viagens sustentáveis avançam na conservação da floresta, ações locais que transformam discursos climáticos em prática e fortalecem comunidades amazônicas.

    São Paulo, novembro de 2025 – Após o encerramento da COP30 em Belém, um novo documentário chega para reforçar que a proteção da Amazônia depende, cada vez mais, de ações locais e contínuas. A plataforma de viagens sustentáveis PlanetaEXO acaba de lançar “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”, filme de 5 minutos que retrata como as comunidades amazônicas estão transformando o turismo em uma estratégia eficaz de conservação e geração de renda.

    O mini doc dirigido por Lucas Ribeiro, que é também fundador e CEO do PlanetaEXO, apresenta relatos de moradores que substituíram antigas atividades extrativistas por modelos de turismo de base comunitária. Ao acompanhar visitantes, compartilhar saberes tradicionais e cuidar diretamente do território, eles demonstram que é possível manter a floresta viva enquanto fortalecem suas economias locais.

    Os números recentes reforçam a urgência desse movimento. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia Legal registrou 5.796 km² de desmatamento, o menor índice em mais de uma década, segundo o PRODES/INPE. Mesmo assim, a degradação causada pelo fogo já responde por quase 40% das perdas recentes, indicando que a pressão sobre o bioma continua elevada. Para muitas famílias, o turismo desponta como uma alternativa concreta para permanecer no território sem recorrer a práticas que comprometem a floresta.

    Um dos depoimentos mais marcantes do filme sintetiza essa mudança de perspectiva. “O turismo me mostrou que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço e acaba ficando sem jantar. Isso é preço. Mas quando você entende o valor, é quando as coisas começam a mudar”, afirma Roberto Britto, ex-madeireiro e atual empreendedor do turismo.

    O turismo me ensinou e me mostrou na prática que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço, e depois fica sem jantar. Isso é preço. Mas quando você começa a enxergar valor, aí as coisas começam a mudar.

    Roberto Britto

    O PlanetaEXO observa um crescente interesse por viagens responsáveis, o que fortalece projetos comunitários e amplia o impacto positivo do ecoturismo. Em 2025, a plataforma registrou um aumento de 210% no número de turistas na Amazônia em comparação ao ano anterior, com visitantes vindos dos Estados Unidos, França, Alemanha e outros países. 

    Dados do Banco Mundial mostram que o turismo sustentável já movimenta cerca de US$ 2,3 bilhões por ano na Amazônia. A cifra ainda é distante dos US$ 45 bilhões gerados por atividades extrativistas,mas trata-se de um mercado novo e em crescimento. O documentário do PlanetaEXO destaca exatamente as trajetórias de moradores da floresta que descobriram no turismo responsável uma fonte de renda mais sustentável. 

    “O filme mantém o foco nas pessoas por trás desses esforços. Em suas próprias palavras, elas descrevem como o turismo transformou a rotina, trouxe independência e ofereceu uma alternativa digna ao extrativismo”, diz Lucas Ribeiro. São relatos que complementam, de forma concreta, as discussões climáticas levantadas durante a COP30.

    Ficha Técnica “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”

    Formato: Documentário 

    Duração: 5 minutos

    Direção: Lucas Ribeiro
    Direção de Fotografia: Isadora Sá e Marcelo Bonifácio
    Edição: Marcelo Bonifácio
    Entrevistas: Larissa Mariano e Isadora Sá
    Assistência de Produção: Lucas Pinelli
    Agradecimentos Especiais: Equipe do Barco Zaltana

    Participações: Joarlison Garrido – Comunidade Nova Esperança; José Pancrácio – Comunidade Nova Esperança; Roberto Brito – Comunidade Tumbira; e Izolena Garrido – Comunidade Tumbira

  • Parque Nacional do Jaú: No coração da Amazônia

    Parque Nacional do Jaú: No coração da Amazônia

    Descubra o Parque Nacional do Jaú no Brasil, uma das maiores áreas protegidas da Amazônia, incluindo sua localização, história, cultura, vida selvagem e muito mais!

    O Parque Nacional do Jaú cobre uma impressionante área de 2,27 milhões de hectares no meio da Amazônia no Brasil, protegendo toda a bacia do rio Jaú, um afluente de águas escuras do rio Negro.

    Como a quarta maior reserva florestal do Brasil e o terceiro maior parque do mundo com floresta tropical intacta, o Jaú preserva florestas alagadas e ecossistemas raros que abrigam uma biodiversidade incrível. Seus rios escuros refletem o céu e a floresta como um espelho, criando paisagens que mudam constantemente ao longo das estações.

    Vista aérea de um barco regional navegando pela bacia do rio Jaú, cercado pela imensa floresta verdejante da Amazônia.
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    Ficou curioso para saber mais sobre ele? A PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para a Amazônia, preparou um guia completo sobre o Jaú. Confira abaixo!

    A História do Parque Nacional do Jaú

    O Jaú foi criado em setembro de 1980 para proteger uma das maiores bacias de águas escuras do mundo. Seu nome vem do peixe jaú, uma espécie de bagre gigante que habita esses rios.

    O parque abriga sítios arqueológicos e antigas gravuras rupestres esculpidas em pedras, como as encontradas na gruta do Jaú, sendo evidências da presença humana na Amazônia há milhares de anos. Esses vestígios destacam a importância cultural da área ao lado de sua riqueza natural.

    Hoje, ele se destaca como um símbolo global da conservação amazônica, preservando ecossistemas essenciais para a biodiversidade e o equilíbrio climático, ao mesmo tempo em que protege um valioso patrimônio cultural.

    Relevância Ecológica Global

    Desde 2000, o Parque Nacional do Jaú é considerado um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO como área central do Complexo de Conservação da Amazônia Central, que é formado pelo Jaú, pelo Parque Nacional de Anavilhanas, pela Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã e pela Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

    Ele também é considerado uma reserva da biosfera (uma designação internacional da UNESCO para áreas que equilibram a conservação da biodiversidade com o desenvolvimento humano sustentável) e um Sítio Ramsar (uma área úmida designada como de importância internacional sob a Convenção de Ramsar, um tratado ambiental intergovernamental assinado no Irã em 1971).

    Onde está localizado o Parque Nacional do Jaú?

    Para quem deseja saber onde fica Jaú, ele está localizado entre os municípios de Novo Airão e Barcelos, no Amazonas, na região Norte do Brasil. A entrada do parque fica a aproximadamente 220 km de Manaus, a capital do estado.

    Como chegar ao Parque Nacional do Jaú?

    O ponto de partida para qualquer visita é Manaus, a principal porta de entrada da Amazônia brasileira. De lá, os viajantes se juntam a passeios guiados que os levam diretamente para Novo Airão e para a área protegida do Jaú.

    Saindo de Manaus, é preciso dirigir pelas rodovias AM-070 e AM-352 até Novo Airão (2 a 3 horas). Depois, os viajantes devem seguir pelo rio Negro de lancha ou barco a motor por mais 1 a 2 horas.

    Devido à rota exigente e à autorização obrigatória para entrar no parque, é recomendável que os viajantes contratem operadoras de turismo devidamente credenciadas para fornecer toda a logística de transporte, como a PlanetaEXO.

    A densa floresta verde da Amazônia refletindo como um espelho perfeito nas águas calmas e escuras do rio.
    Foto: Dalia McGill

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    Melhor Época para Visitar o Parque Nacional do Jaú

    A Floresta Amazônica possui duas estações principais que moldam cada experiência na mata. Entre março e agosto, os rios sobem e formam os igapós (florestas inundadas). É uma ótima época para andar de canoa pelas áreas alagadas e observar a vida selvagem!

    De setembro a fevereiro, as águas baixam e praias de areia surgem ao longo do rio Negro e de seus afluentes. As trilhas se tornam mais acessíveis, permitindo que os visitantes cheguem a cachoeiras e formações rochosas, como as do rio Carabinani.

    Cada estação oferece perspectivas únicas. Se você prefere remar entre florestas submersas ou caminhar até cachoeiras e cavernas antigas, a sua escolha depende do seu estilo de viagem.

    Troncos finos de árvores emergindo das águas escuras nos igapós, ou florestas alagadas, da Amazônia.
    Foto: Meyriane de Mira Teixeira

    👉 Leia mais: melhor época para visitar a Amazônia

    Fauna, Flora e Sistemas Protegidos

    De acordo com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o Jaú abriga cerca de 400 tipos de plantas, incluindo espécies que só crescem em áreas alagadas, como a macaricuia e o mucucu do igapó. Por todo o seu território, também há árvores de açaí e castanheiras-do-brasil.

    Os animais no Parque Nacional do Jaú são igualmente diversos. O parque possui a maior variedade de peixes elétricos do mundo, que fazem parte das 263 espécies de peixes catalogadas oficialmente na região. Outros animais notáveis são os peixes-boi-da-amazônia, jacarés-açu, harpias, ariranhas, botos-cor-de-rosa, onças-pintadas, etc.

    Como parte do Projeto Parques e Reservas do Ibama — uma iniciativa que busca promover planos de desenvolvimento sustentável liderada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis —, o Jaú é o centro geográfico do Corredor Ecológico da Amazônia.

    Close-up de um peixe elétrico rosado nadando entre plantas aquáticas verdes na Amazônia.
    Foto: Alex Zakletsky

    👉 Leia mais: Melhores destinos e passeios de vida selvagem no Brasil

    Curiosidades sobre o Parque Nacional do Jaú

    Explore mais detalhes fascinantes sobre o Parque Nacional do Jaú que ilustram por que ele está classificado entre os destinos mais encantadores da Amazônia:

    • Tamanho: Com 2,27 milhões de hectares, o Jaú é o maior parque nacional da Amazônia brasileira. Para colocar em perspectiva, ele é maior do que o País de Gales, El Salvador e a Eslovênia.
    • Estilo de exploração: A única forma de visitar com responsabilidade é por meio de expedições organizadas, principalmente cruzeiros em pequenos grupos que garantem segurança e sustentabilidade.
    • Diversidade de experiências: Em uma única viagem, você pode visitar cavernas formadas há 700 milhões de anos, nadar em rios de águas escuras, participar de safáris noturnos e interagir com famílias ribeirinhas e indígenas.

    O que fazer no Parque Nacional do Jaú

    As atividades dentro do Jaú são sempre conduzidas por guias locais experientes e projetadas para respeitar as regras de conservação. Em vez do turismo de massa, os visitantes participam de expedições em pequenos grupos que destacam tanto a natureza quanto a cultura.

    Uma das principais atividades é a canoagem por rios de águas escuras e igapós. Aqui, os viajantes têm a possibilidade de avistar ariranhas, pássaros exóticos ou até mesmo jacarés durante passeios noturnos. As trilhas também fazem parte dos roteiros, oferecendo a chance de caminhar sob a floresta e aprender mais sobre as plantas e animais nativos.

    Outra experiência inesquecível é visitar a comunidade do Aturiá. Os visitantes interagem com as famílias locais, provam frutas da estação e aprendem sobre a vida diária na Amazônia. Combinados com mergulhos refrescantes em piscinas naturais e cachoeiras, esses momentos revelam o quão diversa a floresta é.

     Um viajante rema uma pequena canoa de madeira por um rio inundado de águas escuras na Amazônia.
    Foto: Johan

    👉 Leia mais: melhores lodges na Amazônia

    Expedição Katerre

    As Expedições Katerre são a forma mais completa de explorar o Jaú e seus arredores. Operados em barcos confortáveis com design rústico e três andares, esses cruzeiros fluviais combinam aventura com serviço all-inclusive.

    • Cruzeiro de 5 dias na Amazônia do Brasil: Esta jornada leva os viajantes de Novo Airão pelo Parque Nacional de Anavilhanas até o coração do Jaú. Os destaques incluem trilhas para as Grutas do Madadá, passeios de canoa, observação da vida selvagem, intercâmbios culturais com as comunidades locais e expedições noturnas de canoa.
    • Expedição de Cruzeiro de 7 dias na Amazônia do Brasil: Expandindo a experiência, este pacote inclui o Encontro das Águas em Manaus, visitas a Velho Airão (uma histórica vila abandonada), gravuras rupestres e mais dias dentro do Jaú. Os viajantes desfrutam de observação de aves, imersão cultural em vilarejos ribeirinhos e trilhas na floresta até imensas árvores samaúma.

    Ambas as opções são expedições em pequenos grupos com no máximo 16 passageiros. Como resultado, cada jornada oferece uma maneira íntima e autêntica de vivenciar o parque.

    Um barco regional de madeira rústico com três andares navega suavemente por um rio escuro da Amazônia sob um céu azul.
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    👉 Leia mais: melhores cruzeiros na Amazônia

    Viajando para o Parque Nacional do Jaú com a PlanetaEXO

    Escolher a PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios e pacotes para a Floresta Amazônica no Brasil, significa viajar com propósito. Cada expedição é organizada em parceria com operadoras locais, garantindo que os benefícios econômicos permaneçam na comunidade enquanto os padrões ambientais são respeitados.

    As expedições equilibram conforto e autenticidade, com barcos e lodges projetados para experiências imersivas e roteiros que destacam tanto a natureza quanto a cultura. Ao participar de uma dessas jornadas, você vive as férias dos seus sonhos e apoia diretamente projetos que protegem a vida selvagem e fortalecem o turismo de base comunitária. Entre em contato agora!

  • Como Chegar na Amazônia?

    Como Chegar na Amazônia?

    Não sabe como ir para Amazônia? Confira nosso guia com rotas para o Amazonas, Mato Grosso e Pará e aprenda tudo o que você precisa saber!

    Se você está pesquisando sobre como chegar na Amazônia para começar a planejar suas próximas férias, é importante ressaltar que, ao contrário da crença popular, o acesso não é nada difícil. A melhor forma de chegar lá é pegando um voo e pousando em Manaus, a capital do estado do Amazonas.

    No entanto, você pode escolher rotas diferentes — especialmente se estiver visitando a Amazônia em outros estados. Do aeroporto da Amazônia (ou de outros aeroportos da região), você pode chegar à floresta em si por via terrestre ou de barco, geralmente com serviços de transfer fornecidos pelas próprias acomodações.

    Vista aérea de um rio azul sinuoso fluindo através da densa vegetação verde, um ótimo cenário para quem busca uma viagem para Amazônia.
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    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia que faz parceria com os melhores operadores locais, o PlanetaEXO montou um guia de viagem para a  Amazônia no Brasil para responder a todas as suas perguntas. Confira!

    Onde fica a Floresta Amazônica no Brasil?

    A Amazônia está localizada na região Norte do Brasil. Embora se estenda pela Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Guiana, Venezuela e Suriname, mais de 59% do bioma está localizado dentro das fronteiras brasileiras.

    O Amazonas é o estado principal, mas a floresta também se estende pelo Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins. 

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    Como chegar a Manaus?

    A rota para a Amazônia partindo de Manaus é a mais conveniente, pois a capital do Amazonas é considerada a porta de entrada para o bioma. Os turistas voam para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), que recebe voos de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Turistas estrangeiros podem chegar a Manaus saindo de Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR), já que não há voos diretos da Europa ou dos Estados Unidos. Para residentes nos EUA, as companhias aéreas Copa e Avianca oferecem as opções de voo mais convenientes com escalas no Panamá e na Colômbia.

    Viajante em pé em um píer de madeira olhando para um pequeno hidroavião ancorado no rio, uma opção de como ir para Amazônia e chegar ao lodge.
    Photo: Felipe Castellari

    Partindo de países europeus e norte-americanos, os voos geralmente fazem escala em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB) antes de chegar ao destino final. Dessas cidades, as companhias aéreas Azul e GOL voam direto para Manaus.

    Após chegar a Manaus, o transporte para a floresta é necessário. A maioria dos pacotes de viagem para Amazônia do PlanetaEXO inclui serviços de transfer privativo ou em grupo fornecidos pelos hotéis, que exigem um trajeto de 30 minutos de carro até o Porto da Ceasa e passeios de barco até a acomodação — cuja duração depende da localização de cada uma.

    Turistas em uma canoa motorizada explorando as águas calmas do rio, uma cena comum para quem pesquisa como chegar na Amazônia.
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    Alguns hotéis de selva estão localizados em áreas muito isoladas, o que torna a rota consideravelmente longa, com vários trajetos de carro, ônibus ou barco. Pode parecer muito, mas não se preocupe! A viagem até a acomodação é uma aventura por si só, pois você poderá vivenciar coisas incríveis logo no seu primeiro dia, como visitar mercados de frutas, observar animais, testemunhar o Encontro das Águas, etc.

    Imagem aérea de drone de um eco-lodge construído sobre palafitas; a escolha ideal de hotéis na Amazônia.
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    👉 Leia mais:

    Como chegar na Amazônia em Alta Floresta, Mato Grosso?

    Alta Floresta está localizada na parte norte de Mato Grosso, no extremo sul da Amazônia. Esta adorável cidade abriga o Cristalino Jungle Lodge, um dos hotéis de selva mais renomados do mundo. Não acredite apenas na nossa palavra — a National Geographic também acha isso!

    Alta torre de observação de metal subindo acima do dossel da Floresta Amazônica no Cristalino Jungle Lodge em Mato Grosso.
    Photo: Andre Dib

    O aeroporto da Amazônia em Alta Floresta é o Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias (AFL), atendido pela Azul Linhas Aéreas com voos de Cuiabá (CGB) e São Paulo (VCP) 2 a 3 vezes por semana. Antes de pousar nessas cidades, você pode ter uma escala em outros lugares. Verifique os detalhes do seu voo com atenção!

    Alta Floresta também fica perto de outros biomas notáveis, como o Pantanal, famoso pela observação de onças-pintadas. Muitos Pacotes para o Pantanal partem de Cuiabá, proporcionando a oportunidade perfeita para vivenciar mais da incrível diversidade natural do Brasil.

    Onça-pintada descansando confortavelmente em um galho de árvore grosso no Pantanal brasileiro.
    Photo: Jorge Lopes

    Como chegar na Amazônia no Pará

    Fazendo fronteira com o estado do Amazonas, o Pará permite conhecer um lado diferente da floresta tropical do Brasil. Ainda bela e cheia de maravilhas, mas com sua própria singularidade de recursos naturais e riqueza cultural. 

    As principais atrações amazônicas do Pará são a requintada Ilha do Marajó e Alter do Chão, a melhor praia do Brasil segundo o The Guardian, que a descreveu como “a resposta da selva ao Caribe”.

    Belém

    A maneira mais fácil de chegar ao Pará é pousar em Belém, a capital do estado. O Aeroporto Internacional de Belém (BEL) é servido por voos diretos de várias cidades brasileiras: Belo Horizonte (CNF), Brasília (BSB), Fortaleza (FOR), Manaus (MAO), Recife (REC), Rio de Janeiro (GIG), São Luís (SLZ) e São Paulo (GRU/VCP).

    Vista aérea do histórico mercado Ver-o-Peso e dos barcos atracados na orla de Belém do Pará.
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    Turistas estrangeiros também podem voar direto para Belém saindo de Bogotá (BOG), Lisboa (LIS), Fort Lauderdale (FLL) e Miami (MIA).

    As companhias aéreas GOL, LATAM e Azul operam tanto rotas nacionais quanto internacionais.

    Santarém

    Se você for para Alter do Chão, deve reservar seu voo para Santarém (STM), uma cidade a 1.167 km de Belém. Para chegar lá, você pode partir de Belém (BEL), Brasília (BSB), Manaus (MAO) ou Porto Trombetas (TMT).

    Praia de areia branca da Ilha do Amor se estendendo até as águas límpidas do Rio Tapajós em Alter do Chão.
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    Você também pode chegar ao seu destino de barco pelo Porto de Belém ou Porto de Santarém. As viagens de barco duram mais de 36 horas, tempo suficiente para você aproveitar um belo passeio pelos rios Amazonas e Tapajós. Assista ao nascer ou ao pôr do sol, admire o Encontro das Águas e mantenha os olhos abertos para pássaros e animais aquáticos.

    Os barcos são relativamente modestos, mas ainda assim confortáveis e seguros. Os passageiros podem reservar suas próprias cabines (com camas de casal, banheiros privativos, ar-condicionado, TV e frigobar) ou passar a noite em redes espalhadas pelos andares. As refeições (café da manhã, almoço, jantar e lanches) são vendidas separadamente. 

    👉 Explore esta aventura: Cruzeiro no Rio Amazonas saindo de Alter do Chão

    Dicas valiosas de como chegar na Amazônia

    Você aprendeu como ir para Amazônia no Brasil por diferentes rotas, estados e cidades. Para tornar sua jornada ainda mais tranquila, aqui estão algumas dicas valiosas de como chegar na Amazônia:

    • Para pegar um voo para Amazônia, a rota saindo de São Paulo oferece mais opções de voos diretos e conexões em Viracopos (VCP) e Guarulhos (GRU).
    • Saindo do Rio de Janeiro para a Floresta Amazônica, o Galeão (GIG) é o principal aeroporto para viajantes que vão para Manaus e Belém.
    • A melhor época para ir para Amazônia é um detalhe crucial para o seu roteiro, então consulte com antecedência.
    • Verifique o Google Flights para encontrar passagens aéreas acessíveis.
    • Se você optar por ir de Belém a Santarém (ou vice-versa) de barco, a Ibarco é uma das operadoras mais conhecidas no Norte do Brasil.

    O PlanetaEXO está aqui para auxiliá-lo com as melhores opções de transfer para viagens no Amazonas, Mato Grosso ou Pará. A maioria dos nossos passeios inclui serviços de transfer privativo para sua conveniência. Entre em contato conosco e confira mais informações!

    Barco tradicional de madeira navegando pelas calmas águas amazônicas durante um pôr do sol dourado refletindo no rio.
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    A Amazônia brasileira está chamando por você!

    Agora que você já sabe tudo sobre como chegar na Amazônia, a maior floresta tropical da Terra, é hora de começar a planejar sua viagem!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia. Trabalhando com os melhores operadores locais, podemos ajudar a comunidade, proteger o meio ambiente e organizar a viagem dos seus sonhos. Entre em contato conosco agora!

  • Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Confira nossas dicas de Manaus para aproveitar a cidade ao máximo e mergulhe neste lugar maravilhoso que mistura a atmosfera urbana com as riquezas naturais da Amazônia!

    Manaus, capital do estado do Amazonas, Brasil, foi listada pelo The New York Times como um dos 52 lugares no mundo que valem a pena visitar. Os visitantes fazem paradas rápidas lá a caminho da Floresta Amazônica, mas a maioria nem imagina a beleza e a autenticidade deste lugar.

    Além das maravilhas naturais, Manaus é cheia de história e cultura. Como a principal porta de entrada para a Amazônia, a capital oferece algo para todos — desde cruzeiros fluviais a expedições na selva e uma culinária local que reflete a biodiversidade da região.

    O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia, criou um guia de viagem completo para ajudar você a explorar esta cidade incrível. Leia mais abaixo!

    Sobre Manaus

    Manaus foi fundada no século XVII como um forte português, mas cresceu rapidamente durante o Ciclo da Borracha no final dos anos 1800. Recebeu este nome em homenagem ao grupo indígena Manaós, que habitava o território na época. Manaus significa “mãe dos deuses”.

    Fachada histórica de edifício colonial rosa e vermelho em Manaus, apresentando arquitetura da era do ciclo da borracha.
    @manauschibata

    O Ciclo da Borracha foi tão próspero que Manaus ficou conhecida como a “Paris dos Trópicos”, mas não durou muito devido à forte concorrência do exterior. Mesmo assim, a cidade se reinventou como uma metrópole regional onde vivem 2,3 milhões de pessoas hoje, além de ser um próspero centro de ecoturismo que mistura arquitetura colonial, mercados movimentados e paisagens exuberantes.

    Onde fica Manaus?

    Para quem se pergunta onde fica Manaus, a cidade está localizada no estado do Amazonas, na Região Norte do Brasil. Situada no centro-leste do estado, é uma área metropolitana fortemente influenciada pelos rios Negro e Amazonas.

    Pelo que Manaus é famosa?

    Manaus é conhecida principalmente como a principal porta de entrada para a Floresta Amazônica e um enorme destino de ecoturismo não apenas no Brasil, mas no mundo.

    A mistura única de aspectos urbanos e recursos naturais é o que torna uma viagem a Manaus tão fascinante e digna de visita.

    Vista aérea de um rio azul sinuoso fluindo através da exuberante Floresta Amazônica verde perto de Manaus.
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    Melhor época para visitar Manaus

    A cidade de Manaus tem um clima de floresta tropical, com duas estações principais: a estação chuvosa (dezembro a maio) e a estação seca (junho a novembro).

    Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio

    A floresta está em seu momento mais exuberante e vibrante, tornando-se a melhor época para ir para Amazônia se você busca passeios de barco. Com os níveis de água mais altos, você pode explorar os igapós (florestas inundadas) de canoa, o que garante uma perspectiva única da Amazônia.

    Árvores da floresta amazônica refletidas nas águas escuras e calmas de uma floresta inundada durante a estação chuvosa.
    Photo: @buyehelen

    Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro

    Ótimo período para caminhadas e observação da vida selvagem, pois os animais se reúnem perto dos rios e fontes de água. É também o momento perfeito para visitar o famoso Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões se encontram.

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    Como chegar a Manaus?

    A maioria dos viajantes chega a Manaus voando para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), servido por voos diretos de várias grandes cidades brasileiras (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo) e alguns destinos internacionais.

    Não há voos diretos dos EUA ou da Europa, então turistas estrangeiros devem viajar para Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR) primeiro, ou fazer conexão no Brasil.

    Voos partindo de países da América do Norte ou Europa geralmente têm escalas em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB). Desses destinos, leva-se de 3 a 4 horas para chegar a Manaus com as companhias aéreas Azul ou GOL.

    Vista da janela de um avião olhando para a asa em direção às nuvens e paisagem amazônica abaixo.
    @villaamazonia

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    O que fazer em Manaus?

    Um guia de viagem estaria incompleto sem uma lista sobre o que fazer em Manaus — a cidade oferece uma ampla gama de experiências e passeios que permitem aos visitantes vivenciar e desfrutar da beleza natural da Amazônia e da cultura local.

    Confira a seleção do PlanetaEXO de atividades imperdíveis!

    Passeio pelo Centro Histórico

    Embarque em um passeio pelo centro histórico de Manaus para mergulhar no núcleo cultural e gastronômico da cidade.

    Caminhe por edifícios tradicionais e marcos que mostram a rica herança de Manaus, incluindo o Mercado Adolpho Lisboa, o Palácio Rio Negro, a Igreja de São Sebastião e o Museu Casa Eduardo Ribeiro. Perfeito para quem ama história e experiências culturais!

    Fonte de ferro verde localizada em uma praça pública no centro histórico de Manaus cercada por árvores.
    @janelasdemanaus

    Teatro Amazonas

    O Teatro Amazonas é uma parte fundamental da história de Manaus. Construído durante o período do ciclo da borracha, costumava ser uma grande casa de ópera. Hoje em dia, como um dos marcos mais queridos da capital, está aberto para visitação.

    Ao visitar o teatro, passeie pelo Largo de São Sebastião, onde você pode explorar a encantadora igreja central e a praça animada ao redor.

    Endereço: Av. Eduardo Ribeiro, 659 — Centro, Manaus

    A fachada neoclássica rosa e a cúpula de azulejos coloridos do Teatro Amazonas em Manaus sob um céu azul.
    @manausnasfotos

    MUSA (Museu da Amazônia)

    O MUSA apresenta a diversidade sociocultural e biológica da Amazônia através de exposições temáticas e trilhas na floresta.

    Localizado em uma área de 100 hectares na Reserva Florestal Adolpho Ducke, possui uma torre de observação de 42 metros e centenas de espécies de plantas, como orquídeas, bromélias, aráceas, palmeiras, etc. Você também pode ver animais, incluindo cobras, escorpiões, aranhas e borboletas.

    Endereço: Av. Margarita, 6305 (antiga Av. Uirapuru) — Jorge Teixeira, Manaus

    Alta torre de observação de metal erguendo-se acima da densa copa verde da floresta amazônica no MUSA.
    @alaisooon

    Encontro das Águas

    O Encontro das Águas é um dos fenômenos naturais mais incríveis do Brasil. Devido às diferenças na velocidade da correnteza, temperatura e acidez, os rios Negro e Solimões se encontram, mas não se misturam.

    As águas pretas e marrons criam uma linha de contraste perfeita na água, dividindo sem esforço os dois rios em uma visão de cair o queixo.

    Vista aérea mostrando a linha divisória distinta onde o Rio Negro preto encontra o Rio Solimões marrom.
    @fromflora

    👉 Leia mais: 15 curiosidades sobre a Floresta Amazônica

    Bosque da Ciência (INPA)

    Para os amantes dos animais, o Bosque da Ciência, administrado pelo INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), é quase uma atração obrigatória para turistas visitando Manaus.

    Participe de visitas guiadas e aprenda tudo sobre vários animais amazônicos soltos, desde abelhas nativas até ariranhas. Se a vida selvagem não for seu principal interesse, as exposições também fornecem informações fascinantes sobre a flora da região e a biodiversidade única.

    Endereço: Av. Bem-Te-Vi, s/n — Petrópolis, Manaus

    Pequenos macacos-de-cheiro descansando juntos em cima de uma placa verde no Bosque da Ciência INPA.
    @yu.jhima

    Mirante Lúcia Almeida

    Para uma vista deslumbrante de Manaus no Brasil, o Mirante Lúcia Almeida é um local imperdível. Localizado perto do Teatro Amazonas, oferece vistas panorâmicas da cidade e do Rio Negro.

    É um lugar perfeito para relaxar, tirar fotos e apreciar o charme único do horizonte de Manaus.

    Endereço: Av. Sete de Setembro, 8 — Centro, Manaus

    Vista noturna do edifício iluminado do Mirante Lúcia Almeida refletido na água do rio em Manaus.
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    Melhores passeios na Amazônia saindo de Manaus

    A maioria dos passeios na Amazônia parte de Manaus, com destino a incríveis pontos de ecoturismo na floresta, como Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú, Presidente Figueiredo e Careiro. Veja algumas opções abaixo!

    PACOTE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cruzeiro na Amazônia Acomodação a bordo, expedições para Anavilhanas e Jaú, exploração de cavernas, caminhadas, praias fluviais, observação de vida selvagem, visita a grupos indígenas. 4 dias
    5 dias
    7 dias
    R$ 13.030
    Cruzeiro de Luxo na Amazônia Acomodação de luxo a bordo, Encontro das Águas, Lago Janauari, caminhada na selva, pesca, passeios de barco, passeios noturnos, praias fluviais, luau. 5 dias R$ 19.600
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia de luxo em Anavilhanas, caminhadas, canoagem, observação de vida selvagem, pesca, aulas de arco e flecha, visita a comunidades locais. 6 dias R$ 16.670
    Aventura na Amazônia Brasileira Estadia acessível, observação de aves, pesca, passeios de canoa, caminhadas na floresta, Encontro das Águas, visita a mercados locais. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 3.095
    Hotel Mirante do Gavião Estadia de alto padrão, caiaque, stand-up paddle, exploração de cavernas, observação de vida selvagem, passeios de barco. 4 dias
    5 dias
    R$ 9.940
    Expedição de Caiaque na Amazônia Caiaque, acampamento na floresta, caminhadas, pesca, focagem de jacarés, visita a locais. 4 dias R$ 3.187
    Tour de Sobrevivência na Selva Acampamento na floresta, aulas de técnicas de sobrevivência, trekking, canoagem, observação de vida selvagem. 4 dias
    6 dias
    R$ 5.070

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 6 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    O PlanetaEXO tem uma seleção completa de fantásticos pacotes de viagem para Amazônia. Descubra nossas aventuras!

    👉 Leia mais:

    Como se locomover em Manaus?

    Para saber como se locomover em Manaus, existem algumas opções:

    • Ônibus públicos: A cidade de Manaus tem um sistema de ônibus acessível, mas pode estar lotado nos horários de pico e ocasionalmente não ser confiável. A segurança é uma preocupação devido a furtos, então mantenha itens valiosos seguros e fique alerta. Verifique rotas com aplicativos como Moovit e Ônibus Manaus.
    • Aplicativos de transporte: Uber e 99 App oferecem viagens seguras com preços definidos, tornando-os ideais para viajantes solo, viagens noturnas e pessoas que não conhecem a área.
    • Balsas e serviços de barco: Para transporte fluvial, balsas e barcos partindo do Porto de Manaus podem levá-lo a áreas vizinhas e mais profundamente na Amazônia. Use operadores respeitáveis e siga as diretrizes de segurança para uma jornada segura.
    Pôr do sol sobre a orla de Manaus mostrando barcos atracados na área do porto flutuante.
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    Onde comer em Manaus

    A cidade é conhecida por ser um centro da culinária amazônica, famosa por pratos que você não encontrará em nenhum outro lugar. Ficou com fome? O guia de viagem de Manaus do PlanetaEXO listou alguns locais para você experimentar os sabores únicos da floresta!

    Biatüwi $$$

    Biatüwi é uma casa de culinária indígena no coração de Manaus, oferecendo uma experiência única enraizada na cultura indígena amazônica.

    Endereço: R. Bernardo Ramos, 97 — Centro, Manaus

    Close de uma pessoa polvilhando farinha de mandioca em um prato de peixe assado servido em uma folha de bananeira.
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    Caxiri Manaus $$$

    Com uma excelente vista do Teatro Amazonas, o Caxiri oferece uma experiência gastronômica sofisticada que celebra a culinária local. O menu é descrito como uma fusão de pratos tradicionais brasileiros com a cultura amazônica.

    Endereço: R. 10 de Julho, 495 — Centro, Manaus

    Prato sofisticado com camarão servido em uma tigela branca em um restaurante de Manaus.
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    Tambaqui de Banda $$

    O prato principal do Tambaqui de Banda é o tambaqui grelhado ao estilo tradicional. Conhecido mundialmente por seu amor e respeito pelos sabores amazônicos, o restaurante possui mesas internas e externas — com uma bela vista do Teatro Amazonas.

    Endereço: R. José Clemente, 596 — Centro, Manaus

    O Lenhador $$$

    O Lenhador serve vários pratos tradicionais, com grande foco em carnes regionais e porções generosas. Famoso por sua atmosfera rústica, é um local favorito para quem busca vivenciar a culinária local.

    Endereço: Av. do Turismo, 2371 — Ponta Negra, Manaus

    Peixe Tambaqui grelhado servido inteiro em uma folha de bananeira com vinagrete e rodelas de limão.
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    Peixaria Morada do Peixe $$

    Encantador restaurante de frutos do mar, a Peixaria Morada do Peixe é celebrada por seu peixe fresco e pratos amazônicos autênticos. Especializada em pratos regionais como tambaqui e pirarucu, oferece uma atmosfera relaxante perfeita para desfrutar da herança culinária de Manaus.

    Endereço: Beco Goiania, Conjunto Jardim Versalles — Planalto, Manaus

    Banzeiro Manaus $$$

    Misturando sabores tradicionais com técnicas contemporâneas, o menu do Banzeiro Manaus apresenta vários pratos regionais, com foco em receitas e ingredientes locais como tacacá, tambaqui, cupuaçu e até formigas saúvas.

    Endereço: R. Libertador, 102, — Nossa Senhora das Graças, Manaus

    Cachaçaria do Dedé $$$

    Famosa por sua seleção de cachaças premium e pratos de inspiração amazônica, a Cachaçaria do Dedé oferece uma experiência gastronômica única que mistura sabores locais com tradições culinárias brasileiras.

    Endereço: R. do Comercio, 1003-F (Box 4) — Parque 10 de Novembro, Manaus

    Onde ficar em Manaus

    Manaus tem ótimas opções de acomodação para atender diferentes orçamentos e preferências. Se você está procurando onde ficar em Manaus, saiba que muitos hotéis estão localizados perto das principais atrações, facilitando a exploração da cidade. Se você busca as melhores pousadas em Manaus ou hotéis de luxo, veja abaixo:

    Hotel Villa Amazonia ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Hotel boutique no centro histórico com vista para o jardim, um restaurante de inspiração amazônica e uma piscina de pedra natural.

    Endereço: R. 10 de Julho, 315 — Centro, Manaus

    Piscina externa cercada por jardins tropicais e varandas do Hotel Villa Amazonia.
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    Hotel Mural Living ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno e minimalista localizado no coração de Manaus, oferecendo quartos limpos e aconchegantes com decoração contemporânea. Perfeito para viajantes que buscam conforto e praticidade perto das principais atrações da cidade.

    Endereço: R. Doutor Moreira, 168 — Centro, Manaus

    Hostel Manaus ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado perto do centro histórico de Manaus, o Hostel Manaus possui acomodações econômicas em uma atmosfera vibrante e acolhedora. Ideal para mochileiros, dispõe de dormitórios compartilhados, quartos privados e um terraço na cobertura com vista para a cidade.

    Endereço: R. Lauro Calvacante, 231 — Centro, Manaus

    Vista exterior do edifício amarelo do Hostel Manaus sombreado por grandes árvores verdes.
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    Manaus Hóteis Millennium ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado dentro do Millennium Shopping, o hotel oferece quartos com varandas, piscina na cobertura e vistas panorâmicas.

    Endereço: Av. Djalma Batista, 1661 — Chapada, Manaus

    Seringal Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️

    A apenas 50 metros do Teatro Amazonas, oferece quartos aconchegantes com ar-condicionado, Wi-Fi e buffet de café da manhã.

    Endereço: R. Monsenhor Coutinho, 758 — Centro, Manaus

    Ramada by Wyndham Manaus Torres Center ⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno perto do Distrito Industrial com quartos contemporâneos, academia, restaurante no local e buffet de café da manhã à vontade. Ideal para viajantes a negócios e lazer.

    Endereço: Av. José Lindoso, 280, Coroado — Manaus

    Juma Ópera Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado no coração de Manaus e diretamente em frente ao icônico Teatro Amazonas, o Juma Ópera Hotel oferece uma mistura de charme histórico e luxo moderno. Com quartos elegantes, piscina na cobertura e um restaurante gourmet com culinária amazônica, é uma excelente escolha para quem busca uma estadia de alto nível perto dos marcos culturais da cidade.

    Endereço: R. 10 de Julho, 481 — Centro, Manaus

    Piscina na cobertura do Juma Ópera Hotel oferecendo uma vista direta da cúpula do Teatro Amazonas.
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    Manaus é seguro?

    No geral, Manaus é segura, mas como em qualquer outro destino, é importante ter cuidado com a integridade física, saúde e seus pertences pessoais. Aqui estão algumas dicas de segurança para sua viagem:

    • Bancos e Caixas Eletrônicos: Visite bancos apenas durante o dia, quando há segurança presente. Saque apenas pequenas quantias e evite caixas eletrônicos onde não haja ninguém por perto — se possível, não vá sozinho.
    • Segurança com dinheiro: Mantenha o dinheiro separado e considere carregar uma carteira falsa ou doleira com o mínimo de dinheiro para diminuir o impacto de um possível roubo.
    • Áreas públicas e pontos turísticos: Fique atento a batedores de carteira em áreas movimentadas. Evite exibir itens valiosos abertamente e use uma bolsa segura para seus pertences.
    • Vacinas: Embora não seja obrigatória, a vacina contra a febre amarela é recomendada para pessoas que vão à Amazônia — especialmente em países vizinhos, como Bolívia e Colômbia. O risco de malária é baixo, embora alguns escolham medicação preventiva. Certifique-se de que sua vacina antitetânica também esteja em dia para maior segurança.
    • Preparação para o clima: Manaus é quente e úmida, então mantenha-se hidratado, use roupas leves e use repelente de insetos — especialmente em áreas de floresta.

    Manaus, Brasil: mais do que apenas uma porta de entrada para a Floresta Amazônica

    Manaus é mais do que apenas uma parada rápida no caminho para a Amazônia — é um lugar fascinante com uma história complexa, cultura rica e paisagens naturais deslumbrantes. Ao reservar sua viagem à Amazônia, considere reservar alguns dias para explorar a cidade. Você vai adorar!

    Sol laranja brilhante se pondo atrás das silhuetas escuras das árvores da floresta amazônica.
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    Como uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com os melhores operadores locais para garantir a melhor experiência, desde a sua partida em Manaus até a participação em atividades no meio da floresta. Entre em contato conosco agora!

  • Parque Nacional de Anavilhanas, o arquipélago da Amazônia no Brasil

    Parque Nacional de Anavilhanas, o arquipélago da Amazônia no Brasil

    Descubra tudo o que você precisa saber sobre o Parque Nacional de Anavilhanas na Floresta Amazônica, incluindo sua história, como chegar, a melhor época para visitar, o que fazer e muito mais!

    O Parque Nacional de Anavilhanas abriga o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Localizado no Rio Negro, na Amazônia no Brasil (travel guide), ele possui mais de 400 ilhas e 60 lagos, com até 60% de sua área submersa durante a estação chuvosa, transformando a paisagem a cada ano.

    Um boto-cor-de-rosa nada perto da superfície de águas escuras e calmas.

    O arquipélago de Anavilhanas protege ecossistemas únicos de várzea (um terreno plano, fértil e extenso, geralmente localizado às margens dos rios amazônicos) e igapó (floresta inundada) enquanto promove o turismo sustentável. Essa mudança impulsionou a economia da cidade de Novo Airão e o tornou o parque nacional mais visitado da Amazônia brasileira.

    Para ajudar você a conhecer melhor o parque, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para a Amazônia, elaborou um guia completo sobre onde fica, como visitar, as melhores atividades e muito mais. Confira abaixo!

    A História do Parque Nacional de Anavilhanas

    Acredita-se que o nome Anavilhanas tenha se originado do Rio Aneuene ou Anauini, que antes era chamado de Anaviana e depois Anavilhena.

    Uma vista aérea mostra as águas escuras do Rio Negro cortando a copa verde exuberante da floresta amazônica.
    Foto: João Paulo Krajewski

    Suas origens remontam a 1981, quando foi criado como Estação Ecológica de Anavilhanas, uma categoria voltada para a pesquisa científica e educação ambiental. No entanto, essa designação entrou em conflito com a realidade da região, que era mais adequada para o turismo sustentável. Em 2008, o ICMBio reclassificou a área como parque nacional, expandindo seus limites para 350.000 hectares e abrindo-a para a visitação responsável.

    A mudança também ajudou a conter a extração ilegal de madeira, que antes era comum na bacia do Rio Negro, e deu às comunidades locais novas oportunidades por meio do ecoturismo. Hoje, a maior parte da população de Novo Airão depende direta ou indiretamente do turismo, desde a condução de passeios até o artesanato e a hospitalidade.

    👉 Leia mais: Os melhores lugares para visitar na Amazônia no Brasil

    Reconhecimentos Mundiais

    Desde 2000, o arquipélago de Anavilhanas faz parte do Complexo de Conservação da Amazônia Central, um Patrimônio Mundial da UNESCO que também inclui o Parque Nacional do Jaú e a Reserva Mamirauá.

    Um pôr do sol vibrante reflete sobre a complexa rede de ilhas e águas no arquipélago de Anavilhanas.
    Foto: Felipe Castellari

    Ele também é reconhecido como um Sítio Ramsar, uma área úmida de importância global, designada pela Convenção de Ramsar—um tratado internacional assinado em 1971 no Irã, voltado para a conservação e uso racional de áreas úmidas (pântanos, manguezais, lagoas, etc.) com a participação de mais de 160 países.

    Esses reconhecimentos garantem visibilidade internacional, proteção a longo prazo e apoio ao turismo responsável que beneficia as comunidades locais enquanto protege a biodiversidade.

    Como Chegar ao Parque Nacional de Anavilhanas?

    A principal porta de entrada para Anavilhanas é Manaus, a capital do estado do Amazonas. O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO) recebe voos diretos de Miami (MIA), Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) e Curaçao (CUR), além de inúmeras conexões diárias de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras cidades brasileiras.

    Um hidroavião branco e vermelho flutua nas águas calmas do Rio Negro, oferecendo uma opção de transporte para a Amazônia.
    Foto: Felipe Castellari

    De Manaus, a maneira mais popular de chegar ao parque é por estrada até Novo Airão, uma pequena cidade ribeirinha localizada a 180 km de distância. A viagem de carro leva cerca de 2 a 3 horas pelas rodovias AM-070 e AM-352.

    Os visitantes também podem contratar serviços de transfer privativo, alugar um carro ou até mesmo fretar um hidroavião para pousar diretamente no Rio Negro. Novo Airão é considerada o principal ponto de acesso a Anavilhanas, com barcos partindo todos os dias para explorar as ilhas.

    Outra opção é chegar pelo rio. Os traslados de barco de Manaus para Novo Airão levam de 8 a 12 horas e permitem aos viajantes testemunhar o famoso Encontro das Águas, onde as águas escuras do Rio Negro e as águas barrentas do Rio Solimões fluem lado a lado sem se misturar.

    Para quem procura uma opção mais rápida, as lanchas rápidas podem fazer o mesmo trajeto em cerca de 3 a 4 horas, dependendo das condições do rio. Muitos roteiros combinam essa viagem com cruzeiros fluviais, proporcionando aos visitantes uma experiência completa na região.

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    Melhor Época para Visitar o Parque Nacional de Anavilhanas no Brasil

    O parque é um destino para o ano todo, mas a experiência muda drasticamente com as estações. Na verdade, essa é uma característica que torna Anavilhanas ainda mais singular!

    • Estação Seca (Setembro–Fevereiro): Praias de areia branca surgem por entre as ilhas, oferecendo condições ideais para banhos e observação de aves. Algumas espécies chegam a fazer ninhos nos bancos de areia durante este período. Trilhas pelas florestas inundáveis podem ser exploradas a pé.
    • Estação Chuvosa (Março–Agosto): O nível da água sobe até 16 metros, inundando 60% da área do parque. É a época perfeita para explorar os igapós de canoa e observar animais aquáticos como ariranhas e botos.
    • Meses de Transição: De outubro a dezembro, as secas prolongadas podem reduzir o acesso a algumas áreas, mas as condições melhoram novamente a partir de janeiro.

    👉 Leia mais: melhor época para visitar a Amazônia

    Fauna, Flora e os Sistemas Protegidos de Anavilhanas na Amazônia

    A biodiversidade do Parque Nacional de Anavilhanas é surpreendente. Os igapós inundam sazonalmente, criando habitats para plantas e vida selvagem únicas. Os visitantes podem avistar árvores gigantes de macucu, orquídeas e espécies frutíferas como açaí e cupuaçu. Entre os mais emblemáticos animais da Amazônia estão o boto-cor-de-rosa, ariranhas, preguiças, macacos guariba e jacarés-açus.

    Os observadores de pássaros ficarão encantados com a possibilidade de avistar tucanos, araras e até a majestosa harpia. Nos rios e lagos, mais de 300 espécies de peixes prosperam, incluindo o pirarucu, as piranhas e a dourada.

    A pesquisa científica em Anavilhanas é vital e já traz descobertas importantes. Um estudo recente do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) descobriu que as comunidades de formigas nas ilhas diferem das comunidades de terra-firme (floresta não inundada), com as inundações sazonais impulsionando mudanças na composição das espécies. Algumas formigas se adaptam mudando-se para as copas das árvores, enquanto outras lutam para sobreviver.

    Tudo isso (e muito mais) reforça o papel do parque em proteger a biodiversidade e avançar no conhecimento ecológico.

    👉 Leia mais: Os Melhores Destinos de Vida Selvagem no Brasil

    Curiosidades sobre Anavilhanas

    Descubra mais fatos fascinantes sobre Anavilhanas que destacam ainda mais por que o parque é considerado um dos lugares mais cativantes da Amazônia:

    • 3 Bocas: um dos pontos mais cênicos do arquipélago, onde três canais se encontram, criando águas espelhadas e vegetação exuberante.
    • As Cavernas do Madadá ficam próximas: formações de arenito com mais de 700 milhões de anos, acessíveis por trilhas que começam nos limites do parque.
    • Sem mosquitos: graças à acidez do Rio Negro, a área é muito menos afetada por mosquitos do que a maioria das regiões tropicais.
    • Número de visitantes: Anavilhanas recebe cerca de 40.000 visitantes por ano, tornando-se o parque nacional mais visitado da Amazônia brasileira.
    • Cerca de 60 lagos: além das mais de 400 ilhas, o arquipélago abriga dezenas de lagos que sustentam uma grande variedade de vida selvagem.

    O que Fazer no Parque Nacional de Anavilhanas?

    Um guia local rema uma canoa de madeira cheia de turistas pelos canais alagados do Parque Nacional de Anavilhanas
    Foto: Isadora Sá

    Anavilhanas oferece uma ampla gama de atividades que variam conforme a estação do ano:

    • Passeios de barco: pelos canais de água e lagos, com a possibilidade de avistar botos-cor-de-rosa, jacarés e muitas espécies de aves.
    • Praias de areia branca: quando o volume dos rios diminui, muitas praias surgem. Perfeitas para nadar e relaxar na estação seca!
    • Igapós (florestas inundadas): ideais para passeios de canoa ou caiaque pelos cursos de água durante a estação chuvosa.
    • Trilhas na selva: veja árvores gigantes, orquídeas e até mesmo esculturas rupestres pré-históricas caminhando pela floresta quando o nível da água baixar.
    • Visite as bases do ICMBio: os visitantes podem fazer paradas nas estruturas de pesquisa e monitoramento para aprender sobre as medidas de conservação em andamento e a proteção desse frágil ecossistema. Nas áreas ao redor, durante focagens noturnas e perto de algumas bases do ICMBio, grandes jacarés também fazem aparições ocasionais.

    👉 Leia mais: As melhores coisas para fazer na Floresta Amazônica no Brasil

    Os Melhores Passeios no Arquipélago de Anavilhanas

    Algumas das melhores experiências na Floresta Amazônica ocorrem no Parque Nacional de Anavilhanas, Brasil. Descubra os passeios disponíveis no PlanetaEXO!

    Anavilhanas Jungle Lodge

    Uma das melhores maneiras de vivenciar o parque é se hospedando no anavilhanas jungle lodge, um ecolodge premiado localizado em Novo Airão. Unindo conforto com sustentabilidade, o hotel oferece excursões guiadas, como pesca de piranhas, focagem noturna, canoagem e visitas a comunidades locais.

    Um bangalô luxuoso com teto de palha e iluminação interna acolhedora fica aninhado entre árvores verdes exuberantes no Anavilhanas Jungle Lodge.
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    Os hóspedes também podem aprender sobre projetos científicos apoiados pelo lodge, incluindo o monitoramento da biodiversidade com pesquisadores do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e estudos inovadores sobre fungos para o “micoturismo”, que destacam o mundo pouco conhecido, mas fascinante, dos fungos da Amazônia.

    Com bangalôs de luxo com vista para o Rio Negro, uma piscina panorâmica e uma culinária de inspiração amazônica, o hotel é um refúgio e, ao mesmo tempo, um centro de conservação.

    Cruzeiros Fluviais na Amazônia

    Outra ótima maneira de vivenciar o parque é a bordo de um dos melhores cruzeiros na Amazônia, partindo de Manaus e navegando pelo Rio Negro. Misturando aventura e conforto, o itinerário inclui canoagem pelos igapós, pesca de piranha, trilhas na selva e encontros próximos com o boto-cor-de-rosa.

     Um barco de cruzeiro fluvial de madeira tradicional de vários níveis navega pelas águas escuras e reflexivas da Amazônia.
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    Os viajantes também visitam comunidades indígenas e ribeirinhas, exploram lagoas escondidas e avistam animais silvestres, como araras, preguiças e peixes pirarucu.

    A bordo, os hóspedes desfrutam de cabines com ar-condicionado, culinária local e áreas de lazer como solário e lounge, tornando a jornada tão agradável quanto o destino de Anavilhanas.

    👉 Explore a aventura: Cruzeiros de 4 dias e 7 dias na Amazônia do Brasil

    Mirante do Gavião

    Hospedar-se no Mirante do Gavião é uma das melhores maneiras de descobrir Anavilhanas. A partir de sua localização privilegiada no Rio Negro, os hóspedes saem em passeios diários pelo arquipélago, seja para caminhar até as Cavernas do Madadá, explorar florestas inundadas de canoa ou relaxar nas praias de areia branca durante a estação seca.

    A arquitetura de madeira única em forma de barco do hotel Mirante do Gavião brilha calorosamente à noite na floresta.
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    O lodge também conecta os viajantes à cultura local, incluindo visitas a comunidades ribeirinhas, centros de artesanato e iniciativas de conservação. Ao pôr do sol, os passeios de barco pelo Rio Negro oferecem vistas inesquecíveis das ilhas do parque, seguidos por excursões noturnas para avistar jacarés e outros animais.

    Entre as aventuras, o Mirante do Gavião oferece conforto e exclusividade, tornando-o a base perfeita para combinar relaxamento com os melhores passeios no Parque Nacional de Anavilhanas.

    👉 Leia mais: melhores lodges na Amazônia

    Cruzeiro de Luxo na Amazônia

    O Cruzeiro de Luxo na Amazônia a bordo do Zaltana é uma viagem de 5 dias pelo Rio Negro e pelo arquipélago de Anavilhanas. Os hóspedes exploram lagos escondidos e igarapés (canais de água estreitos), caminham até árvores gigantescas, pescam piranhas e encontram botos-cor-de-rosa, além de visitar comunidades indígenas e ribeirinhas.

    O barco fluvial de luxo Zaltana flutua calmamente no Rio Negro, oferecendo cruzeiros sofisticados pelo arquipélago de Anavilhanas.
    Foto: Isadora Sá

    Com 10 cabines com suítes, vistas panorâmicas e culinária de inspiração amazônica, o Zaltana oferece uma das maneiras mais confortáveis e exclusivas de vivenciar a floresta tropical.

    👉 Leia mais: melhores cruzeiros na Amazônia

    Tabela comparativa de preços para cada passeio em Anavilhanas

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO INICIAL*
    Anavilhanas Jungle Lodge Acomodação de luxo, visitas a comunidades locais, Cavernas do Madadá, passeios guiados (canoagem, caminhada, observação de vida selvagem, passeios noturnos, etc.) 6 dias US$ 3.330
    Cruzeiro no Rio Amazônia Acomodação a bordo (cabines suítes privativas), Lago Janauari, visitas a grupos indígenas, passeios guiados (pesca de piranhas, caminhada, canoagem, avistamento de animais silvestres, etc.) 4 dias

    7 dias

    US$ 2.605
    Mirante do Gavião Acomodação de alto padrão, Rio Negro, Cavernas do Madadá, visitas a comunidades ribeirinhas, passeios guiados (caminhadas, caiaque, observação de vida selvagem, etc.) 4 dias US$ 2.000
    Cruzeiro de Luxo na Amazônia Acomodação em barco fluvial de luxo, Encontro das Águas, Lago Janauari, visitas a comunidades locais, passeios guiados (observação de vida selvagem, focagem noturna, caminhada, pesca de piranha, etc.). 5 dias US$ 3.920

    *Por pessoa, com base em acomodação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 14 de maio de 2026; sujeita a alterações.

    Viajando para o Parque Nacional de Anavilhanas, no Brasil, com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para a Amazônia, as viagens para Anavilhanas são projetadas para conectar os viajantes com a natureza enquanto apoiam comunidades locais e projetos de conservação. Ao reservar conosco, você garante que as suas férias contribuam para manter a floresta amazônica em pé.

    Nós ajudamos os viajantes a encontrar o equilíbrio perfeito entre lazer, aventura e sustentabilidade. Nosso diferencial está em oferecer experiências autênticas guiadas pelos melhores operadores locais, que conhecem a floresta melhor do que ninguém. Entre em contato agora!

  • 15 Curiosidades da Floresta Amazônica

    15 Curiosidades da Floresta Amazônica

    Vibrante e incrivelmente valiosa para o planeta, a floresta brasileira é um dos principais destinos de ecoturismo. Aqui estão nossas 15 curiosidades da Floresta Amazônica!

    Bela, colossal, diversa e sempre no centro das atenções nas discussões internacionais sobre o meio ambiente, a Amazônia no Brasil é, sem dúvida, um dos lugares mais fascinantes do planeta.

    É por isso que o número de visitantes cresce a cada dia. Somente nos primeiros quatro meses de 2025, o turismo no estado do Amazonas cresceu um total de 13%, com um aumento de 21,85% em turistas estrangeiros, de acordo com a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas. Aqui está sua primeira curiosidade sobre a Floresta Amazônica no Brasil!

    Para dar um gostinho do que espera por você, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia, reuniu uma lista com 15 fatos divertidos sobre a Amazônia. Confira abaixo!

    1 – Qual o tamanho da floresta Amazônica?

    O tamanho da floresta Amazônica é impressionante: com uma área de 6,74 milhões de km², ela se estende por oito países diferentes na América do Sul: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Venezuela e Suriname. Não é surpresa que seja a maior floresta tropical da Terra.

    Para te dar uma ideia de quão massivo é isso, a Amazônia é quase do tamanho da Austrália (7.692.024 km²) ou duas vezes o tamanho da Índia (3.287.590 km²)!

    Névoa subindo acima da densa copa da Floresta Amazônica ao nascer do sol, mostrando a vasta biodiversidade da selva brasileira.
    Photo: Andre Dib

    2 – A maior parte da Floresta Amazônica

    60% da área da Floresta Amazônica — aproximadamente 4,2 milhões de km² — está localizada no Brasil, dividida entre os estados do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão.

    Se você quer saber onde fica a maior parte da Floresta Amazônica, a resposta é no Amazonas (1.285.216 km²), seguido pelo Pará (947.303 km²) e Mato Grosso (423.967 km²).

    👉 Leia mais: Como chegar na Amazônia?

    3 – Os números massivos do Rio Amazonas

    Algumas das mais interessantes curiosidades da floresta envolvem o Rio Amazonas. Até 2008, o Rio Nilo, na África, era considerado o mais longo do mundo, com 6.650 km.

    No entanto, imagens de satélite tiradas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) concluíram que esse título na verdade pertence ao Rio Amazonas e seus imponentes 6.992 km.

    A nascente do rio fica na Cordilheira dos Andes, no Peru, enquanto sua foz está localizada na Ilha do Marajó, no estado do Pará, onde deságua no Oceano Atlântico. Esse longo caminho tem mais de 1.000 afluentes ao longo do Brasil, Colômbia e Peru, representando 20% de toda a água doce continental do planeta.

    Esta também é a maior bacia do mundo, com uma área de 7.000.000 m². O rio é a principal fonte de água para milhares de espécies diferentes de animais e milhões de plantas, contribuindo para a manutenção do clima da Floresta Amazônica.

    O sinuoso Rio Amazonas refletindo a luz dourada do pôr do sol enquanto flui pela floresta verde escura.
    @astro_alex_esa

    As pessoas também se beneficiam. Comunidades ribeirinhas e indígenas usam essas águas para suas necessidades diárias, mas o Rio Amazonas também é importante para atividades como pesca, agricultura, pecuária e atrações turísticas — como um cruzeiro no Amazonas.

    👉 Leia mais: Melhores cruzeiros na Amazônia do Brasil

    4 – Comunidades indígenas

    No total, o Brasil tem 1,7 milhão de indígenas, sendo que metade deles chama a Amazônia de lar. Existem mais de 180 comunidades indígenas ocupando uma área de 1.110.000 km² na floresta, principalmente nos estados de Mato Grosso, Maranhão, Amazonas e Roraima. Os Yanomami são o maior grupo, com 27.152 pessoas, seguidos pela Raposa Serra do Sol (26.176) e Évare I (20.177).

    As comunidades indígenas viviam no Brasil muito antes da chegada dos portugueses em 1500. Proteger suas terras e apoiar suas causas são formas de preservar sua cultura e a própria essência do país, ao mesmo tempo em que cuidam da biodiversidade amazônica.

    Um grupo de indígenas na Amazônia tocando instrumentos de sopro tradicionais e tambores durante um ritual cultural.
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    Embora existam alguns grupos isolados, a maioria das comunidades indígenas recebe visitantes para ensiná-los sobre suas tradições e aumentar a conscientização sobre a importância da Floresta Amazônica.

    5 – Experiências culturais

    Um dos fatos mais surpreendentes sobre a Amazônia no Brasil é o quão diversa a cultura nesta região realmente é. Além dos povos indígenas, a floresta é o lar de comunidades ribeirinhas — compostas principalmente por caboclos e quilombolas (descendentes de africanos escravizados que fugiram de engenhos de açúcar para criar seus próprios grupos entre os séculos XVI e XIX).

    Esse multiculturalismo oferece experiências incríveis para muitos viajantes, que são recebidos pelos moradores locais para interagir com suas famílias e aprender sobre suas crenças, hábitos alimentares, artesanato e a relação próxima com a natureza.

    Um menino remando uma canoa de madeira em um rio escuro, representando a vida cotidiana das comunidades ribeirinhas na Amazônia.
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    6 – Vida selvagem única

    O Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) do Brasil afirma que toda a fauna amazônica ainda não foi totalmente documentada. Embora os pesquisadores tenham certeza de que ainda há muito mais para descobrir, cerca de 30 milhões de espécies já foram oficialmente catalogadas.

    Em território brasileiro, existem 311 tipos de mamíferos, 1.300 aves, 232 anfíbios, 273 répteis e 1.800 peixes. Alguns animais da Floresta Amazônica são considerados símbolos da região, como botos-cor-de-rosa, tamanduás-bandeira, ariranhas, macacos-aranha, piranhas e sucuris.

    Uma Ariranha, símbolo da vida selvagem da Amazônia, nadando na água enquanto come um peixe.
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    Outras pequenas criaturas desempenham um grande papel no equilíbrio do ecossistema amazônico. Estima-se que mais de 2,5 milhões de espécies de insetos vivam na floresta, incluindo a maior coleção de espécies de borboletas do mundo — pelo menos 133 apenas no Brasil, de acordo com o Amazonian Butterflies, um projeto do Museu Estadual de História Natural em Karlsruhe, Alemanha.

    7 – Flora abundante

    A organização sem fins lucrativos World-Transforming Technologies (WTT), em associação com a Agência Bori, mapeou mais de 1.070 artigos científicos sobre plantas amazônicas publicados de 2017 a 2021. A operação conseguiu apontar que a Amazônia brasileira abriga até 40.000 espécies — com mais a serem catalogadas, muito provavelmente.

    Os pesquisadores também estimam que 2.500 tipos de árvores crescem na floresta, representando um terço de todas as árvores tropicais da Terra. Algumas delas são conhecidas mundialmente, pois seus frutos são usados para delícias saborosas e até cosméticos, como açaí, castanha-do-pará, buriti e tucumã.

    Cachos de frutos de palmeira laranja e vermelho brilhantes pendurados em uma árvore, ilustrando a flora abundante da Floresta Amazônica.
    Photo: Alex Da Riva

    8 – Hotspot de ecoturismo

    Um dos fatos mais significativos sobre a floresta Amazônica são as inesquecíveis alternativas de ecoturismo, incluindo caminhadas guiadas, canoagem por florestas inundadas, observação da vida selvagem, etc.

    Não apenas o governo está comprometido em criar políticas para promover viagens sustentáveis, mas os melhores hotéis de selva da Amazônia têm seu próprio conjunto de protocolos para garantir a conservação da floresta sem comprometer os roteiros e as experiências de estadia.

    Captação de água da chuva, uso de energia solar/eólica, reciclagem e limitação do número de hóspedes por passeio são apenas algumas soluções.

    Turistas em uma torre de observação usando câmeras grandes e binóculos para observação da vida selvagem na Amazônia brasileira.
    Photo: Andre Dib

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Amazônia: 7 passeios para se conectar com a natureza

    9 – Encontro das Águas

    O Encontro das Águas é um fenômeno notável onde as águas dos rios Negro e Solimões — preto e marrom, respectivamente — correm lado a lado, mas nunca se misturam. Esse cenário é um verdadeiro espetáculo para os olhos, mas como isso acontece?

    Existem três razões para isso:

    • Velocidade da corrente: Enquanto a velocidade do Rio Negro é de 2 km/h, o Solimões é mais rápido, fluindo de 4 a 6 km/h.
    • Temperatura: O Rio Negro é bastante quente, com uma temperatura média de 28º C. A 22º C, o Solimões é muito mais frio.
    • Acidez: Devido à quantidade de ácidos orgânicos no Rio Negro, seus níveis de pH variam de 3,8 a 4,9, enquanto os do Solimões ficam entre 4,5 e 7,8.
    Um barco navegando no Encontro das Águas, onde o Rio Negro preto e o Rio Solimões marrom fluem lado a lado sem se misturar.
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    10 – Árvores Sumaúma

    Aqui vai outra curiosidade sobre a Amazônia no Brasil: a floresta é o lar de uma árvore que pode crescer até 45 metros de altura! Estamos falando da icônica sumaúma.

    As sumaúmas mais antigas do país estão localizadas na Floresta Nacional do Tapajós, em Alter do Chão, Pará. Acredita-se que a mais antiga tenha entre 900 e 1.000 anos! Essa árvore é conhecida como a Rainha da Amazônia ou vovózona. Apropriado, não é?

    Um grande grupo de turistas de mãos dadas para cercar o tronco maciço de uma árvore Sumaúma, conhecida como a Rainha da Amazônia.
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    Esta árvore sumaúma em particular é tão grande que são necessários vinte e seis adultos para abraçar seu tronco, enquanto ela também é capaz de liberar milhares de litros de água no ar todos os dias.

    👉 Veja árvores sumaúma com nosso passeio: Cruzeiro no Rio Amazonas saindo de Alter do Chão

    11 – Chuvas na Amazônia

    No geral, chove entre 1.500 mm e 3.000 mm por ano no território amazônico. O volume é tão alto porque a bacia amazônica é tão vasta que é natural que a chuva siga a mesma lógica.

    Vindo do Atlântico, o vento sopra em direção ao continente, o que traz umidade para a floresta. A princípio, o solo e a vegetação absorvem a água. Então, parte da chuva evaporada é transpirada para a atmosfera, o que aumenta a precipitação.

    Um estudo de 2022 da Universidade de São Paulo mostra que 25% da chuva do Brasil no Sul e no Sudeste está diretamente relacionada à Floresta Amazônica — que fica lá no Norte. Ela também tem um grande impacto em toda a América do Sul.

    Um guia olhando para as árvores enquanto caminha pela água em uma área de floresta inundada da Amazônia.
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    Esse sistema natural, no entanto, está sob ameaça. O desmatamento, os incêndios florestais e as mudanças no clima da floresta Amazônica têm afetado muito as chuvas. Os baixos níveis de água são o maior problema, prejudicando o bem-estar de animais, plantas e pessoas que dependem dos rios para sobreviver.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar a Amazônia?

    12 – Incêndios florestais e desmatamento na Amazônia

    O desmatamento é algo terrível para a Amazônia, mas provou-se que os incêndios florestais criam baixas ainda maiores. De janeiro a outubro de 2024, os incêndios destruíram 67.000 km² de áreas naturais, enquanto o desmatamento afetou 6.300 km² entre julho de 2023 e agosto de 2024. As informações foram divulgadas na COP29 (29ª Conferência das Partes da UNFCCC) pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).

    É um efeito dominó. O desmatamento na Amazônia significa mudanças climáticas, o que prejudica as chuvas. A falta de umidade e as altas temperaturas tornam o solo seco o suficiente para que o fogo se espalhe sem dificuldade.

    Duas mãos colocadas em um tronco de árvore coberto de pequenas formigas, destacando a diversidade de vida de insetos no ecossistema amazônico.
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    A COP30, que acontecerá em Belém, capital do Pará, em 2025, reunirá líderes mundiais para desenvolver planos para lidar com incêndios, desmatamento e as consequências do aquecimento global que afetam diretamente a Amazônia e outros biomas, como o Pantanal.

    Políticas de prevenção de incêndios, vigilância constante e leis focadas em minimizar e reverter danos ao meio ambiente são as melhores formas de resolver esses problemas.

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    13 – Sequestro de carbono

    O processo de captura e armazenamento de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera é chamado de sequestro de carbono. Esse gás de efeito estufa é muito prejudicial ao meio ambiente, o que significa que sua absorção ajuda a prevenir as mudanças climáticas.

    Por meio de dados de satélite, a organização sem fins lucrativos Amazon Conservation descobriu que as árvores amazônicas continham 56,8 bilhões de toneladas métricas de CO2 acima do solo em 2022. Do ponto de vista científico, o termo “pulmões do mundo” não é muito preciso, mas resume muito bem a importância da floresta tropical para o ecossistema do planeta.

    O processo de captura e armazenamento de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera é chamado de sequestro de carbono.
    Photo: Andre Dib

    14 – Arquipélago de Anavilhanas

    Nem tudo está perdido. Os Parques Nacionais para visitar em 2025 são ativos extraordinários para cuidar da floresta — e Anavilhanas é um deles. Cobrindo uma área total de 350.000 ha, ele protege 400 ilhas no Rio Negro, tornando-o o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. O primeiro é Mariuá, também no Amazonas.

    De setembro a fevereiro, durante a estação seca, muitas praias fluviais aparecem no horizonte do parque. Orla, Aracari, Bararoá e Camaleão são algumas das mais famosas.

    Vista aérea do Arquipélago de Anavilhanas mostrando ilhas verdes exuberantes espalhadas pelas águas escuras do Rio Negro.
    Photo: Felipe Castellari

    Localizado dentro dos limites do parque nacional, o Anavilhanas Jungle Lodge, um dos hotéis na Amazônia com melhores opções de acomodação, oferece experiências de estadia cinco estrelas no coração da floresta, permitindo que os hóspedes mergulhem fundo na natureza sem nunca deixar o conforto e o luxo de lado.

    15 – Manaus, porta de entrada para a Amazônia no Brasil

    Por fim, nossa última curiosidade sobre a Amazônia no Brasil é que Manaus, a capital do Amazonas, é o principal centro de ecoturismo na região Norte e o melhor ponto de partida para explorar a floresta tropical.

    É por isso que muitos viajantes optam por voar para Manaus, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), para aproveitar seus passeios na Amazônia com mais conveniência.

    O histórico Teatro Amazonas em Manaus, com uma cúpula de azulejos e fachada rosa, servindo como porta de entrada para a Amazônia.
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    👉 Leia mais: Guia de viagem de Manaus: o que fazer, onde ficar e onde comer

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    Nossos 15 fatos sobre a floresta Amazônica certamente fizeram você querer experimentar essa grandiosidade em primeira mão!

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