Category: Histórias

  • Da chuva de Seattle ao sol do Brasil: a jornada solo de Samantha pela Amazônia e pelo Jalapão

    Da chuva de Seattle ao sol do Brasil: a jornada solo de Samantha pela Amazônia e pelo Jalapão

    Samantha Sage compartilha sua experiência de explorar o Brasil sozinha para inspirar mulheres viajantes em homenagem ao Mês da Mulher

    Quando o inverno frio e chuvoso de Seattle se tornou exaustivo demais para Samantha Sage (@sage_gonewild), uma consultora de tecnologia de 34 anos dos Estados Unidos, ela percebeu que não estava apenas procurando por férias — ela estava em busca de uma aventura.

    Com a liberdade de trabalhar de qualquer lugar, ela arrumou as malas para uma jornada solo de seis semanas pelo Brasil, uma viagem que a levaria das praias icônicas do Rio de Janeiro às paisagens remotas e quase místicas da Floresta Amazônica e do Jalapão.

    Para explorar esses destinos específicos, ela confiou no PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de aventura no Brasil, para garantir uma viagem segura e gratificante. Em homenagem ao Mês da Mulher, contamos a história dela logo abaixo.

    Descobrindo a imensidão da Amazônia

    Para Samantha, a Amazônia foi uma revelação. Embora ela já tivesse visto florestas tropicais antes, nada a preparou para a magnitude dos rios. “Você ouve falar que os rios na Amazônia são muito grandes, mas você realmente não consegue conceitualizar isso até estar lá.”

    Hospedando-se em um hotel de selva na Amazônia, ela desfrutou de uma experiência excepcionalmente íntima. Como a única hóspede, recebeu atenção personalizada de guias nascidos e criados na região.

    Samantha Sage smiles while holding a small caiman during a guided nighttime ecotourism tour in the Brazilian Amazon.
    @sage_gonewild

    Sua viagem foi repleta de avistamentos de animais da Amazônia, incluindo um momento engraçado em que ela confundiu uma cabeça lisa na água com outra coisa.

    “Eu surtei. Meu cérebro imediatamente pensou que era uma sucuri, mas meu guia olhou para mim como se eu fosse louca e disse: ‘É uma ariranha’”, ela ri, contando como ficou animada com a possibilidade de ver a estrela da franquia Anaconda em seu habitat natural — embora ainda tenha ficado feliz em ver a ariranha gigante.

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    A magia espontânea do Jalapão

    A decisão de Samantha de visitar o Jalapão foi despertada por uma única e cativante foto da Lagoa do Japonês que ela viu online.

    Apesar de admitir sua falta de planejamento, a escolha impulsiva valeu a pena. Ela ficou hipnotizada pela diversidade do cenário, das dunas douradas aos fervedouros (nascentes naturais onde a pressão da água impede que você afunde).

    Samantha Sage floats peacefully on her back in the crystal-clear waters of the Jalapão, Brazil.
    @sage_gonewild

    Ela credita grande parte do sucesso da viagem aos profissionais que a guiaram. “Os guias realmente podem definir o sucesso ou o fracasso de uma viagem”, ela observou. “Meu guia foi simplesmente incrível e fez com que a experiência fosse ainda melhor do que eu esperava.”

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    Empoderamento através da viagem solo

    Muito além das vistas deslumbrantes, essa viagem foi profundamente pessoal. Samantha descobriu que viajar sozinha pelo Brasil foi importante para que ela crescesse e se tornasse uma versão mais forte e confiante de si mesma. “Isso realmente me ajudou a superar inseguridades, como cultivar o conforto com a minha própria personalidade única”, ela explicou.

    Samantha Sage wears sunglasses and an orange life jacket while smiling on an adventure boat ride near massive cascading waterfalls in Brazil.
    @sage_gonewild

    Apesar de ter recebido conselhos de cautela de outras pessoas antes de sua partida, Samantha sentiu-se segura e acolhida pelo povo brasileiro, que descreveu como “animado e paciente”. Agora, ela incentiva outras mulheres a darem o salto e explorarem o mundo em seus próprios termos. Seu maior conselho é evitar pensar demais; ela acredita que, se você passar muito tempo remoendo medos em potencial, nunca sairá de casa.

    Para Samantha, um pouco de impulsividade, quando equilibrada com a segurança, pode ser uma coisa maravilhosa. Ela incentiva futuras aventureiras a permanecerem flexíveis e a aceitarem mudanças de planos, já que algumas de suas melhores experiências aconteceram quando as coisas não saíram como o roteiro indicava.

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    Reservando sua viagem com o PlanetaEXO

    Embora Samantha seja a favor da flexibilidade, o PlanetaEXO ajudou a estruturar uma viagem segura e agradável em dois destinos diferentes. Afinal, até mesmo a espontaneidade precisa de um pouco de organização.

    Somos uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de aventura no Brasil que ajuda viajantes de todo o mundo a planejar suas viagens de acordo com suas preferências e necessidades. Desde a reserva de acomodações até a escolha dos melhores roteiros, nossa equipe está pronta para ajudá-lo com as férias dos seus sonhos. Entre em contato conosco agora!

  • Ecoturismo cresce entre mulheres que viajam sozinhas pelo Brasil

    Ecoturismo cresce entre mulheres que viajam sozinhas pelo Brasil

    De Roraima ao Jalapão, seis viajantes do Brasil e do mundo mostram como explorar a natureza sozinha pode ser uma experiência transformadora

    “A sensação pode ser um pouco amedrontadora, mas é libertadora. Hoje me conheço mais porque me permiti conhecer outras pessoas”, disse Mariana Sampaio (26), engenheira elétrica baiana que viajou sozinha para a Chapada Diamantina e a Amazônia. O medo inicial existiu, mas enfrentá-lo foi exatamente o que transformou a jornada em um marco pessoal.

     Mulher sorridente vestindo blusa roxa, apoiada nas raízes grossas e retorcidas de uma árvore gigante no meio de uma floresta verde exuberante.
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    Para muitas mulheres, a ideia de viajar desacompanhada desperta preocupações com a solidão e a segurança. No entanto, um movimento crescente dentro do ecoturismo nacional vem mostrando que, com planejamento, escolha criteriosa de roteiros e apoio de profissionais qualificados, é possível transformar a viagem solo em uma experiência estruturada e acolhedora.

    No Mês da Mulher, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, reuniu relatos de seis viajantes nacionais e internacionais que optaram por explorar a natureza brasileira sozinhas. Veja mais a seguir!

    Viajar sozinha não é estar sozinha

    Um dos principais mitos da viagem solo é a solidão. Na prática, muitas mulheres relatam o oposto e contam que ficaram mais abertas a novas conexões.

    Quando a ecóloga neozelandesa Olivia Bird (24) decidiu subir o Monte Roraima, temeu ser a única estrangeira no grupo. O receio se dissipou rapidamente ao ser acolhida por outras brasileiras viajando sozinhas e ao interagir com mulheres indígenas que atuavam na expedição. “Há outras mulheres fazendo o mesmo, você não precisa se sentir só”, afirma.

    Além de Olivia, as viajantes relatam como as experiências de trilha, acampamento e conexão cultural nas profundezas de Roraima ajudam a criar laços entre visitantes, guias e comunidades.

    Mulher em pé sob uma enorme formação rochosa escura esculpida pela natureza, equilibrada sobre uma base estreita em uma paisagem de pedras sob sol forte.
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    Estrutura faz diferença para quem se preocupa com segurança

    A preocupação com a segurança no Brasil é real, mas a realidade dos destinos de natureza surpreende. A bióloga Kristina Wagner (44), da Alemanha, delineou um planejamento completo antes de explorar a Amazônia e o Pantanal.

    “Eu me senti segura o tempo todo. As pessoas estavam sempre tentando me ajudar”, relata. Ela também destaca que a tranquilidade veio da decisão de viajar com operadores experientes e guias locais, que conhecem rotas, protocolos e dinâmicas regionais.

    O mesmo ponto é reforçado pela norte-americana Samantha Sage (34), que visitou o Jalapão (TO) e a Amazônia. “Os guias fazem toda a diferença. Viajar sozinha me ajudou a ter ainda mais confiança na minha própria personalidade.”

    Mulher viajando sozinha em meio à natureza durante uma aventura de ecoturismo no Brasil

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    A natureza como respiro e sem restrição de idade

    Para a gerente de marketing Andreia Yamasaki (35), de São Paulo, inserir-se na natureza é uma necessidade de autocuidado e saúde mental em meio à tensão da rotina. “É um respiro. Não vou deixar de ir a um destino só porque não tenho companhia”, afirma.

     Mulher sorridente sentada de pernas cruzadas e braços abertos sobre uma rocha, admirando um vale verde com uma montanha imponente de topo plano ao fundo.
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    A busca por essa pausa não vê idade. A psicoterapeuta holandesa Katharina Bongaertz (60) é a viajante mais frequente do PlanetaEXO. Após criar os filhos e consolidar sua carreira, ela encontrou no Brasil um novo capítulo da paixão por viajar. Ao lado do povo Yanomami, escalou o Pico da Neblina, o ponto mais alto do país. “É importante desafiar a si mesma e encontrar novas fronteiras em todos os níveis.”

    A hiker stands with arms raised in victory on a high, rocky cliff edge extending above a thick layer of white clouds.
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    Guia prático do Ministério do Turismo e conselhos de quem viaja sozinha

    No dia 5 de março de 2026, o Ministério do Turismo lançou um guia inédito para mulheres que se aventuram sozinhas. A partir de uma pesquisa realizada entre agosto e setembro de 2025, mais de 2.700 mulheres de todos os cantos do Brasil foram entrevistadas para a elaboração do material.

    Além de reunir recomendações referentes à segurança e aproveitamento geral da experiência, o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas também mapeou diferentes perfis de viajantes, incluindo mulheres maduras, mães que viajam com seus filhos, entusiastas de ecoturismo, gastronomia, bem-estar, etc.

    Com base em suas experiências ao desbravar destinos naturais pelo Brasil, as mulheres que compartilharam suas histórias neste texto também deixam alguns conselhos para outras aventureiras que desejam viajar sozinhas:

    • “Regra dos 10 Minutos” (Andreia): permita-se reclamar por 10 minutos diante de um imprevisto. Depois, siga em frente e tenha em mente que o acaso também faz parte da experiência.
    • Vá com medo mesmo (Mariana): o receio é natural, mas não pode dominar. O importante é diferenciar medo real da paralisia mental.
    • Priorize estrutura e guias locais (Kristina e Olivia): escolher operadores comprometidos com turismo responsável aumenta a segurança e fortalece a economia local. Confie em profissionais qualificados.
    • Esteja aberta ao improviso (Samantha): Imprevistos fazem parte da experiência e, muitas vezes, se tornam as melhores histórias. Planejar é importante, mas não pode se tornar um empecilho para viver o extraordinário.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Os melhores roteiros para viajantes solo no PlanetaEXO

    Mulheres que viajam sozinhas só se preocupam em aproveitar cada segundo das férias ao explorar a natureza com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil.

    Trabalhando com os melhores operadores locais em diferentes destinos brasileiros, consideramos as preferências e necessidades de cada viajante para garantir sua segurança, conforto e experiências autênticas. Fale conosco!

  • A Natureza Remota do Brasil está se Tornando um Refúgio para Mulheres Viajantes Estrangeiras

    A Natureza Remota do Brasil está se Tornando um Refúgio para Mulheres Viajantes Estrangeiras

    Trocando o medo pela liberdade, aventureiras solo estão descobrindo conexões humanas profundas e a grandiosidade da natureza em destinos de ecoturismo

    Ao planejar uma viagem para o maior país da América do Sul, o maior obstáculo que muitas mulheres estrangeiras enfrentam não é a barreira do idioma — é superar os equívocos internacionais e as manchetes alarmantes sobre segurança. No entanto, aquelas que superam essa apreensão inicial são recompensadas com uma realidade totalmente diferente assim que entram nas maravilhas naturais do Brasil.

    Longe das grandes cidades, as férias comuns se transformam rapidamente em uma jornada profundamente pessoal de calor humano e autodescoberta. Imersas ao ar livre, essas aventureiras encontram um espírito acolhedor que os guias de viagem simplesmente não conseguem capturar, criando experiências que mudam fundamentalmente a forma como veem o mundo.

    Em homenagem ao Mês da Mulher, o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em aventuras no Brasil, reuniu histórias de mulheres viajantes estrangeiras que se aventuraram em alguns dos cenários naturais mais impressionantes do país para defender como as mulheres podem e devem ocupar todos os espaços.

    Horizontes infinitos: Liberdade para aventureiras internacionais

    Para as mulheres viajantes estrangeiras, a imensidão das paisagens naturais do Brasil é inspiradora. Dos Estados Unidos, Samantha Sage (34), que trocou o inverno chuvoso de Seattle por um mergulho profundo de seis semanas no Brasil, sentiu isso imediatamente.

    “Você ouve falar que os rios da Amazônia são muito grandes, mas você realmente não consegue conceituar isso até estar lá”, diz ela. Ela também ficou completamente encantada com os fervedouros, as nascentes de águas cristalinas do Jalapão (Tocantins).

    Viajante flutuando pacificamente nas águas cristalinas de um fervedouro no Jalapão, Brasil.
    @sage_gonewild

    A escritora britânica Emma Phillips (30) encontrou uma sensação semelhante de paz enquanto navegava em um cruzeiro fluvial de cinco dias pelo Rio Negro na Amazônia. Ela descreve que o rio oferece uma sensação de “enorme abertura e tranquilidade”, o que contrastou lindamente com a floresta intensa e abrangente.

    Katharina Bongaertz (60), da Holanda, ficou igualmente cativada por essa grandiosidade. Originalmente, ela planejava uma viagem de um mês, mas o Brasil a atraiu por cinco. Provando que a aventura não tem limite de idade, ela fez trilhas no Pico da Neblina e explorou a Chapada Diamantina. “Prefiro espaços amplos e abertos, sem cercas, onde posso caminhar livremente. É fortalecedor, e levo essa força para casa comigo todas as vezes”, afirma ela.

    Aventureira sentada na beira de uma rocha admirando as vastas e abertas paisagens verdes da Chapada Diamantina.
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    Mulheres Indígenas e matriarcado

    Embora a vida selvagem e as paisagens sejam deslumbrantes, foram as mulheres locais que deixaram o impacto mais profundo. Olivia Bird (24), uma ecologista da Nova Zelândia, viajou pelo mundo para ver as maravilhas naturais do Monte Roraima de perto.

    Ao longo da trilha, ela ficou maravilhada com a resiliência da equipe de apoio indígena, principalmente as mulheres. “Vi mulheres com metade do meu tamanho, de chinelos, carregando suprimentos pesados sem esforço e passando rapidamente por nós, trilheiros que estávamos lutando, apesar de nossos equipamentos de alta tecnologia”, ela relembra.

    Mulher ecoturista parada em uma trilha de terra com a deslumbrante maravilha natural do Monte Roraima ao fundo.
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    Na Floresta Amazônica, a bióloga alemã Kristina Wagner (44) teve uma experiência semelhante. Ao visitar uma comunidade ribeirinha que cultivava mandioca, ela ficou profundamente comovida ao ver as mulheres atuando como figuras centrais de sua comunidade.

    “Foi incrível ver famílias lideradas por mulheres. Vi a avó, a filha e a neta, várias gerações, todas trabalhando juntas”, ela observou, destacando o forte contraste com a dinâmica familiar na Alemanha, onde os parentes costumam viver vidas mais separadas.

    Emma também notou o profundo impacto de se conectar com as raízes locais. Acompanhada por guias locais que usaram o conhecimento de seus ancestrais para transformar a floresta em uma sala de aula, ela viu como o turismo autêntico e não predatório pode elevar as comunidades.

    “Ver o turismo ser usado com uma abordagem tão responsável para melhorar a vida das pessoas e preservar o meio ambiente foi uma inspiração”, afirma ela, definindo a experiência como uma forma de entender verdadeiramente a diversidade cultural.

    👉 Leia mais: Mulheres no ecoturismo: a presença feminina que faz as coisas acontecerem

    Hospitalidade brasileira para hóspedes globais

    É normal sentir alguma apreensão inicial ao viajar para lugares desconhecidos, mas a natureza acolhedora do povo brasileiro rapidamente derruba esses muros.

    Olivia estava nervosa por ser a única mulher estrangeira em seu grupo de trekking no Monte Roraima, mas esse medo não durou muito. Uma brasileira que também viajava sozinha a colocou sob sua proteção, e todo o grupo fez questão de ensiná-la um pouco de português básico.

    Esse calor humano se estende a todos os tipos de viajantes. Emma, viajando como uma mulher queer ao lado de sua parceira brasileira, Jamille, admite que sentiu uma ansiedade interna sobre como o relacionamento delas seria recebido. No entanto, ela foi recebida com total respeito.

    Um dos momentos mais tocantes aconteceu na cozinha do barco, quando uma cozinheira local compartilhou que sua própria filha também era queer. “Acho que ela ficou feliz em ver a nossa dinâmica se desenrolar na frente dela. Foi adorável”, compartilha Emma.

    A escritora britânica Emma e sua parceira brasileira Jamille sorrindo juntas durante um cruzeiro fluvial na Amazônia.
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    Kristina, que inicialmente estava cautelosa devido a equívocos internacionais sobre o Brasil, viu em primeira mão como as mulheres locais cuidam umas das outras. “Eu me senti segura o tempo todo. As pessoas estavam constantemente se esforçando para me ajudar”, ela compartilha.

    Em um ônibus para o Pantanal, quando um homem tentava assediá-la de forma insistente, uma passageira brasileira não hesitou em intervir e pediu que ele a deixasse em paz. Rapidamente, sua paz de espírito foi restaurada.

    Lições para a jornada

    O Brasil deu a essas mulheres muito mais do que apenas memórias dignas de cartões-postais. Com base em seu tempo explorando o país, elas conseguiram desmistificar mitos comuns e compartilhar conselhos valiosos para outras mulheres viajantes estrangeiras que desejam explorar o país.

    Emma (Reino Unido)

    “Viajar é uma maneira incrível de explorar a diversidade cultural, de sempre lembrar que não existe apenas uma maneira de viver ou de estar neste mundo. Então, por que não ir? Ir com um grupo é como você pode ter apoio e tornar as coisas mais fáceis.”

    Kristina (Alemanha)

    “Não tenha medo de pedir ajuda. Os brasileiros são incrivelmente amigáveis e acolhedores, e estão sempre prontos para apoiá-la. Além de se preparar para o tamanho imenso dos rios da Amazônia, reserve um tempo para observar a força da cultura local. Você ficará surpresa e inspirada ao ver as mulheres atuando como líderes poderosas e matriarcas altamente respeitadas nas comunidades ribeirinhas.”

    Samantha (EUA)

    “Não hesite em viajar para o interior e para destinos de natureza. Eles provaram ser incrivelmente seguros, o que contradiz completamente o que você ouve internacionalmente. Além disso, não deixe de adicionar as padarias brasileiras ao seu roteiro — especialmente em São Paulo. Elas são imperdíveis!”

    Katharina (Holanda)

    “No ecoturismo e nos destinos de natureza, você pode realmente relaxar e se sentir completamente segura. Nas grandes cidades, a melhor abordagem é simplesmente usar o bom senso. Use aplicativos de transporte e evite exibir pertences caros. Fora isso, mantenha o coração aberto e conecte-se com o povo brasileiro — eles são gentis, acolhedores e realmente têm música em suas almas.”

     Mulher viajando sozinha, em pé, com os braços erguidos em sinal de vitória na beira de um penhasco de alta montanha acima das nuvens no Brasil.
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    👉 Leia mais: O ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo para mulheres através de planejamento e redes de apoio

    Viajando pelo Brasil com o PlanetaEXO

    Ao longo dos anos, o PlanetaEXO recebeu inúmeras turistas internacionais no Brasil, oferecendo todo o suporte necessário para que elas pudessem explorar a natureza de maneira segura, autêntica e responsável.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em aventuras no Brasil, nós oferecemos oportunidades incríveis de exploração que não agridem o meio ambiente e ainda apoiam as comunidades locais. Entre em contato agora!

  • Mulheres no Ecoturismo: Presença Feminina que Faz o Setor Acontecer

    Mulheres no Ecoturismo: Presença Feminina que Faz o Setor Acontecer

    De guias que quebram padrões a lideranças comunitárias que transformaram a economia local, conheça mulheres do ecoturismo que movimentam experiências autênticas em todo o Brasil

    Quando se fala em explorar os destinos mais remotos do Brasil, os holofotes costumam focar nas paisagens exuberantes ou na coragem de quem viaja. No entanto, existe uma engrenagem vital e invisível garantindo que a imersão na natureza seja segura, acolhedora e sustentável.

    Mulher de blusa azul apontando pela janela de uma casa rústica, representando a força motriz feminina na linha de frente das viagens de natureza no Brasil.
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    As mulheres são hoje força motriz nos bastidores e na linha de frente do ecoturismo, tanto no Brasil como no mundo. Dados da Organização Mundial do Turismo revelam que 54% da força de trabalho no turismo global é feminina — participação que cresce também no mercado das viagens de natureza e aventura.

    Neste Mês da Mulher, o PlanetaEXO, plataforma de turismo sustentável especializada em viagens de aventura pelo Brasil, joga luz sobre as histórias de profissionais que provam como a presença das mulheres no ecoturismo não é apenas uma questão de sobrevivência, mas também de profunda transformação socioeconômica.

    Superando preconceitos e mostrando competência

    A profissão de guia de natureza ainda carrega um forte estereótipo masculino. No Jalapão (TO), onde a proporção chega a ser de cinco mulheres para cerca de 300 guias homens, Mychelle Leal (28) sentiu o preconceito na pele ao abrir sua própria agência. Muitas vezes, a desconfiança vinha dos próprios colegas ou de turistas que questionavam sua capacidade ao volante ou em emergências. 

    A resposta de Mychelle vem com a competência no trabalho. Foi ela quem assumiu a liderança e ajudou um turista picado por um escorpião durante uma expedição em que os homens não sabiam como reagir. “Hoje, sei me posicionar. A mulher precisa focar no turista e no trabalho bem feito e não dar ouvidos a quem só quer atrapalhar”, decreta.

    No Pantanal (MT), a bióloga e guia Danielle Rocha (24) enfrentou barreiras semelhantes. Embora seja muito elogiada pelos clientes, ela frequentemente nota olhares de dúvida de guias homens em relação ao seu porte físico.

    Não deixo que isso me abale. O gênero não te desabilita para trabalhar com segurança, logística e cuidado. Na verdade, a mulher tem até mais sensibilidade para captar se alguém no grupo não está bem”, explica Danielle, que também é fotógrafa de vida selvagem.

    Mulher fotografando a natureza da carroceria de um veículo de safári, ilustrando o trabalho de guias e fotógrafas de vida selvagem no ecoturismo.
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    👉 Leia mais: Ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo de mulheres com planejamento e rede de apoio

    Acolhimento feminino e irmandade em campo

    A sensibilidade mencionada por Danielle é o que transforma a experiência de quem viaja. No Vale do Pati, na Chapada Diamantina (BA), a guia Rayssa Soares (32) relata o impacto de conduzir grupos inteiramente femininos.

    Recentemente, ela guiou nove mulheres britânicas e adaptou a experiência para extrair o melhor de cada uma. “O acolhimento é diferente. As viajantes sentem que somos da mesma carne, compartilhamos os mesmos desafios íntimos e dores. Isso cria um elo de confiança e conforto imediato”.

    Mulher em pé na beira de um penhasco rochoso admirando montanhas e vales, simbolizando as experiências autênticas guiadas por mulheres no ecoturismo.
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    👉 Leia mais: O que as mulheres estrangeiras realmente descobrem ao desbravar a natureza do Brasil

    Legado e resistência de anfitriãs nativas

    Para quem acha que a dedicação tem limites, as mulheres do ecoturismo que abrem as portas de suas casas nos vilarejos mais isolados provam o contrário.

    No Vale do Pati, Nara Oliveira (42) assumiu um legado histórico. Sua família foi a primeira a receber turistas na região, há cerca de 30 anos, na conhecida “Casa do Seu Wilson”. Hoje, ela concilia a rotina ininterrupta de gerenciar a hospedagem rústica com a criação da filha de dois anos.

    Não tem sábado, domingo ou feriado. Aqui oferecemos o básico da sobrevivência na montanha, com energia solar restrita e sem luxo”, explica Nara. Para ela, o turismo salvou a comunidade, que antes dependia apenas da agricultura e hoje prospera sem desmatar. “A economia melhorou muito localmente e as queimadas acabaram. Juntou o útil ao agradável”.

    Anfitriã cozinhando com grandes panelas em uma cozinha rústica com vapor, destacando o legado de mulheres nativas que abrem as portas de suas casas.
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    O mesmo sentimento de propósito é compartilhado por Dona Dete (47), anfitriã no coração dos Lençóis Maranhenses (MA). Antes do turismo, ela carregava peso por horas a fio para vender peixes e sustentar os cinco filhos. Hoje, acorda às 3h da manhã todos os dias para preparar o café e receber até 70 turistas em seu oásis. “A vida era muito difícil. O turismo dá trabalho, mas faço com todo amor e carinho”.

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    Independência financeira e mudança de vida

    Mais do que quebrar barreiras sociais, o ecoturismo tem um papel fundamental na emancipação financeira feminina. Na Amazônia, as atividades mudaram a vida da cozinheira Keli Lima (29), que trabalha em um cruzeiro, o Katerre.

    Ela começou como camareira, abraçou todas as oportunidades para aprender e hoje comanda a cozinha de embarcações. Isso possibilitou a conquista de um sonho: a casa própria. “Antes era muito difícil para as jovens. O turismo é a maior renda hoje. Se mandam eu fazer algo que não sei, encaro e aprendo. Tem que ter coragem”, incentiva.

    Mulher de avental segurando pratos com pães frescos em uma embarcação, representando a independência financeira feminina conquistada através do turismo.
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    Também na Amazônia, Paula Gomes (32), subgerente do Mirante do Gavião, lodge no município de Novo Airão, a 200 km de Manaus, ressalta que a qualificação é a chave. “O turismo move todos os setores do município. As mulheres vêm assumindo funções e hierarquias que antes só tinham homens. O pontapé inicial é se qualificar”, orienta. Com 12 anos de casa, ela começou nas vendas, formou-se em gestão e hoje também pode atuar como guia.

    Conselhos de quem faz o turismo acontecer

    Para as mulheres que sonham em trabalhar no ecoturismo, as profissionais deixam dicas importantes:

    • Qualifique-se e ocupe os espaços: não espere o cenário ideal. Estude, faça cursos e esteja pronta. A qualificação abre portas.
    • Foque no cliente, não nos julgamentos: em ambientes dominados por homens, o melhor escudo é a qualidade do trabalho e a satisfação dos grupos atendidos.
    • Abandone a zona de conforto: para quem trabalha na natureza, a prioridade passa a ser a segurança e o bem-estar de todos diante das imprevisibilidades.
    • Mergulhe de cabeça: a experiência exige doação e vivência. Não deixe que fatores externos ou a falta de rotina tradicional a afastem de assumir a liderança na natureza.

    Dona Dete, posing for a photo in a house in Lençóis Maranhenses

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    Mulheres do ecoturismo e PlanetaEXO: a parceria perfeita

    O PlanetaEXO, plataforma de turismo sustentável especializada em viagens de aventura pelo Brasil, trabalha com diversas profissionais mulheres para criar experiências inesquecíveis nos destinos de natureza mais deslumbrantes do país.

    Ao caminhar lado a lado com as mulheres do ecoturismo, contribuímos com o desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais para construir dinâmicas mais saudáveis e, é claro, proporcionar viagens incríveis a viajantes de todo o mundo. Fale conosco!

  • A jornada de uma viajante solo alemã pela Amazônia e pelo Pantanal

    A jornada de uma viajante solo alemã pela Amazônia e pelo Pantanal

    Em celebração ao Mês da Mulher, o PlanetaEXO compartilha a história inspiradora de Kristina Wagner, uma bióloga alemã que embarcou em uma inesquecível aventura solo pelo Brasil.

    Visitando inicialmente o Rio de Janeiro para uma conferência científica, Kristina Wagner, uma bióloga alemã de 44 anos, decidiu estender sua estadia para explorar dois biomas brasileiros: a Amazônia e o Pantanal.

    A bióloga Kristina Wagner está no palco a apresentar na conferência científica EUSAAT no Rio de Janeiro, antes da sua aventura de ecoturismo no Brasil.
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    Impulsionada por sua paixão por animais e pela natureza, ela escolheu viajar com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros de aventura no Brasil, devido ao nosso forte compromisso com viagens ecológicas e o apoio às comunidades locais.

    Escolhi uma empresa brasileira porque parecia estranho ir ao Brasil e ter uma operadora alemã organizando a minha viagem”, explicou Kristina. “Eu também queria apoiar as comunidades locais. Foi essencial para mim viajar de forma responsável.

    Aqui está um olhar sobre a jornada de Kristina, seus encontros com a vida selvagem e sua experiência fortalecedora como uma mulher viajando sozinha no Brasil!

    Descobrindo a magia da Amazônia

    A aventura de Kristina começou na Floresta Amazônica, onde ela se hospedou no acolhedor Turtle Lodge, no município do Careiro, Amazonas.

    Para ela, a experiência foi brilhante desde o início, começando com um passeio de barco para testemunhar o famoso Encontro das Águas — um fenômeno onde os rios Negro e Solimões correm lado a lado, mas nunca se misturam. “É tão lindo. Não temos nada que se compare na Europa”, maravilhou-se Kristina.

    As águas escuras do Rio Negro e as águas arenosas do Rio Solimões fluem lado a lado sem se misturarem durante um passeio de barco na Amazônia.
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    Como bióloga, a biodiversidade da região a deixou maravilhada. Navegando pelos rios de barco, ela avistou botos-cor-de-rosa, macacos-prego, jacarés e outros belos animais da Amazônia. Além da vida selvagem, Kristina apreciou profundamente as conexões culturais que fez. “Foi realmente como ficar com o povo local. Eu aprendi muito.

    Ela visitou uma família local que cultivava mandioca e ficou comovida ao ver várias gerações trabalhando juntas. Ficou especialmente impressionada ao ver uma mulher muito respeitada como a chefe da família, oferecendo um belo contraste com a dinâmica familiar, muitas vezes separada, na Alemanha.

    Uma de suas lembranças mais mágicas aconteceu em um passeio de barco exclusivo. Enquanto o resto do seu grupo optou por acampar na selva durante a noite (o que ela evitou devido ao medo de aranhas), Kristina foi presenteada com um passeio de barco particular onde os botos pulavam ao redor da embarcação. “Eles estavam tão perto que eu quase podia tocá-los”, lembrou. “Foi realmente incrível.

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    Maravilhas da vida selvagem no Pantanal

    Depois da Amazônia, Kristina passou quatro dias explorando o Pantanal, que ela descreveu como uma “experiência totalmente diferente, mas igualmente incrível”.

    Um jacaré selvagem descansa em uma margem lamacenta de rio cercada por folhagem verde, exibindo a rica biodiversidade encontrada nos pacotes de ecoturismo no Brasil.
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    Seus dias foram preenchidos com passeios a cavalo, trilhas na selva e canoagem ao longo do Rio Miranda. Os avistamentos de vida selvagem foram espetaculares — ela encontrou tatus, capivaras, araras e jacarés.

    Durante ambos os passeios, Kristina notou que os guias foram excepcionais. “Foi muito importante para mim ver que os guias respeitavam o meio ambiente, eram cuidadosos com os animais e não os perturbavam”, enfatizou, destacando isso como um fator crucial para ela, como uma viajante com consciência ecológica.

    👉 Leia mais: Mulheres no ecoturismo: presença feminina que faz as coisas acontecerem

    Explorando o Brasil como uma viajante solo

    Como muitos viajantes estrangeiros, Kristina teve preocupações iniciais com a segurança antes de chegar ao Brasil, particularmente no Rio de Janeiro, devido às histórias negativas frequentemente retratadas no exterior. No entanto, sua experiência real mostrou uma imagem muito diferente.

    As águas calmas do rio refletem o céu azul brilhante, rodeadas pela densa vegetação verde da Floresta Amazónica durante um passeio de barco.

    Eu me senti segura o tempo todo”, relatou. “As pessoas estavam sempre tentando me ajudar e me proteger. Todo mundo foi tão amigável.” Embora ela tenha passado por um momento desafiador quando um homem tentou insistentemente conversar com ela em um transporte para o Pantanal, um passageiro brasileiro mais velho interveio rapidamente e disse para ele deixá-la em paz, o que a fez se sentir segura novamente de forma rápida.

    Kristina reconheceu que precauções gerais são necessárias em todos os lugares — até mesmo em sua cidade natal, Munique —, mas concluiu que a reputação negativa de segurança do Brasil era imprecisa com base em sua jornada.

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    Uma mensagem para o Mês da Mulher

    Para Kristina, viajar é uma fonte de imenso empoderamento. “Eu me sinto mais livre e poderosa quando viajo, porque vejo que sim, eu consigo fazer isso; eu sou capaz”, refletiu. Navegar por um país imenso como o Brasil sem falar português foi um desafio que ela dominou com alegria, servindo como prova de sua própria resiliência.

    Uma árvore alta florescendo com vibrantes flores rosas se destaca contra um céu azul claro, realçando a bela flora da natureza selvagem brasileira.
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    Enquanto celebramos o Mês da Mulher, Kristina deixa uma mensagem para outras mulheres que podem estar hesitando em viajar sozinhas: “Mesmo que você tenha medo de se sentir sozinha ou que as pessoas digam que não é certo fazer isso quando você é uma mulher sozinha, você ainda deve tentar. Tenha coragem.

    Ela enfatiza que ser uma mulher viajando sozinha nunca deve impedi-la de explorar o mundo e, se ir sozinha parecer muito assustador, levar uma amiga é sempre uma ótima opção.

    Resumindo sua experiência, ela compartilhou: “Eu reservei o passeio em um Hotel de Selva na Amazônia com o PlanetaEXO e foi perfeito. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora… Eu amei cada minuto!

    Kristina já está sonhando com sua próxima viagem ao Brasil, com um possível cruzeiro fluvial na Amazônia em seu radar. Mal podemos esperar para recebê-la de volta!

    👉 Leia mais: Mulheres com mais de 50 anos quebram estereótipos e provam que a aventura não tem idade

    Explorando a natureza selvagem do Brasil com o PlanetaEXO

    Ao confiar no PlanetaEXO para organizar sua viagem para a Amazônia e o Pantanal, Kristina pôde desfrutar de conforto e imersão total na natureza em alguns dos destinos mais impressionantes do mundo.

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em roteiros de aventura no Brasil, não apenas proporcionamos experiências inesquecíveis que ficam gravadas nos corações e almas dos nossos viajantes, mas também apoiamos as comunidades locais e seguimos diretrizes para proteger o meio ambiente. Entre em contato conosco agora!

  • Mulheres 50+ Quebram Estereótipos e Provam que a Aventura não Enxerga Idade

    Mulheres 50+ Quebram Estereótipos e Provam que a Aventura não Enxerga Idade

    De expedições imersivas na Amazônia a trekkings no Himalaia, viajantes acima dos 50 anos mostram que esta fase da vida traz a liberdade e a confiança ideais para explorar a natureza

    Esqueça a ideia de que turismo de natureza é exclusividade dos mais jovens. Cada vez mais, mulheres viajantes acima dos 50 anos estão calçando botas de trilha, arrumando mochilas, desbravando montanhas, fazendo safáris e mergulhando em expedições remotas.

    Mulher madura fazendo rafting no Jalapão

    Essa tendência já foi percebida pelo mercado de turismo, que se adapta para oferecer roteiros que permitam a essas mulheres viver grandes aventuras.  Seja pela independência conquistada após a criação dos filhos, pela estabilidade financeira ou pela simples vontade de desafiar os próprios limites, elas encontram na natureza uma fonte inesgotável de liberdade, autoconhecimento e conexão.

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, a viajante mais frequente é uma mulher de 60 anos. Conheça essa e outras histórias de mulheres que mostram que a maturidade é o passaporte ideal para a aventura!

    A holandesa de 60 anos que se apaixonou pelo Brasil

    Katharina Bongaertz, uma psicoterapeuta holandesa de 60 anos, planejava passar apenas um mês no Brasil durante um período sabático em 2023. Porém, a cultura vibrante e as paisagens a cativaram de tal forma que ela acabou ficando quatro meses. Foi assim que Katharina se tornou a viajante mais frequente do PlanetaEXO. Em três anos, ela coleciona sete expedições na natureza brasileira.

    Ela já caminhou pelos platôs do Monte Roraima, explorou as dunas dos Lençóis Maranhenses, mergulhou nas selvas profundas da Amazônia e conquistou o Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil. Sobre esta última aventura, ela relembra: “Foi uma experiência incrível e profundamente especial. Caminhei ao lado de guias Yanomami e passei 10 dias imersa na rotina deles, dormindo em redes.”

     

    Mulher posando para foto na Chapada Diamantina
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    Em um cotidiano europeu que envolve atender pacientes dentro de um consultório, a natureza oferece o contraste ideal para Katharina: vastidão, sabedoria e ausência de cercas e grades. Ela é categórica ao afirmar que a vida ao ar livre a transformou. “Acho que sou muito mais aventureira hoje do que era nos meus 20 ou 30 anos. É importante se desafiar, encontrar novos horizontes e ultrapassar barreiras”.

    Katharina já está com a próxima viagem ao Brasil programada. Seu próximo destino é o Pantanal, em busca de onças-pintadas.

    👉 Leia mais: O que as mulheres estrangeiras realmente descobrem ao desbravar a natureza do Brasil

    Exploradora brasileira aponta idade como vantagem estratégica

    Luciana Palma, cirurgiã plástica carioca de 55 anos, também é uma colecionadora de destinos de peso. Sua lista inclui Atacama, Patagônia, Jalapão, Lençóis Maranhenses, Pico das Agulhas Negras e sua grande paixão, a Chapada dos Veadeiros, onde já esteve três vezes.

    Como uma viajante acima dos 50 anos, Luciana não enxerga a idade como uma limitação, mas uma fase de vantagens estratégicas. “Meus filhos já estão grandes, então não tenho essa preocupação. Além disso, a tecnologia e os meios de comunicação hoje nos dão muito mais segurança”, explica.

    Ela também destaca como o planejamento e a escolha de bons guias são a chave para o sucesso. Prova de sua vitalidade foi a conclusão da temida Travessia da Serra Fina (tríplice divisa de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), que normalmente dura quatro dias, em apenas dois, enfrentando ventanias e muito cansaço, mas com segurança.

    Mulher sorridente tomando banho nas águas calmas de um rio cercado por árvores verdes, jogando água para o ar com os braços abertos.
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    Seu recado para mulheres que temem se aventurar é prático e direto: “Não tem por que se privar de realizar seu desejo por medo. Existem profissionais que asseguram a infraestrutura. Comece por um destino de aventura perto de você. Dê-se isso de presente e vá ganhando confiança para passos maiores”.

    👉 Leia mais: 5 roteiros de aventura para mulheres: segurança, natureza e liberdade

    Mãe e filho no teto do mundo: conexão e ritmo próprio no Nepal

    A arquiteta paulista Mila Ricetti, de 56 anos, já havia cruzado o Vale do Pati, na Bahia, e rodado 10.000 km na garupa de uma moto pela Patagônia, o que a ajudou a quebrar tabus pessoais e descobrir a potência feminina nas estradas. Mas foi em outubro de 2025 que ela viveu uma de suas maiores aventuras — o trekking de Mardi Himal, no Nepal, acompanhada de seu filho Lorenzo, de 24 anos.

    Apesar do receio inicial com o próprio preparo cardiovascular para as subidas intensas do Himalaia, Mila encontrou na jornada o equilíbrio perfeito entre esforço e acolhimento. “Fui no meu ritmo. Eu não tinha a expectativa de que precisava fincar a bandeira lá no topo, mas cheguei e vi o nascer do sol de lá. Foi surpreendente e me fez muito bem perceber que posso contar com o meu corpo”, compartilha.

    Mulher e um jovem com mochilas de trilha sorriem ao lado de uma estátua dourada de Buda, com as grandiosas montanhas nevadas do Himalaia ao fundo.
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    Mila destaca que a maturidade traz a resiliência para entender que o desconforto temporário, como a ausência de banho quente em grandes altitudes, faz parte da experiência e é imensamente recompensado pelas paisagens de tirar o fôlego. “O preparo mental é fundamental. A coragem serve para quebrar barreiras. Se jogar e entender as nossas possibilidades empodera a gente e empodera outras pessoas”.

    👉 Leia mais:

    Os melhores roteiros para viajantes acima dos 50 anos no PlanetaEXO

    Sejam em experiências solo ou em grupo, mulheres maduras de todo o mundo podem explorar as maravilhas da natureza com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil.

    Em todas as etapas da viagem, nosso time de reservas e parceiros locais cuidam de cada detalhe para que suas férias sejam inesquecíveis, sempre tomando cuidado para acomodar as preferências e necessidades de cada viajante. Fale conosco!

  • 5 Roteiros de Aventura no Brasil para Mulheres: Segurança, Natureza e Liberdade

    5 Roteiros de Aventura no Brasil para Mulheres: Segurança, Natureza e Liberdade

    Protagonistas na indústria e nas decisões de viagem, mulheres impulsionam o turismo de aventura, movimento que inspirou o PlanetaEXO na seleção dos destinos

    O Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, abre espaço para reflexões sobre lutas históricas e igualdade de direitos, temas que têm ressonância concreta no turismo atual. Além da presença no mercado de turismo, explorar o mundo aparece cada vez mais como parte dos projetos de vida femininos.

    Mulher de costas em um barco de madeira navegando por um rio cercado por floresta densa, vestindo camisa azul com a frase live an adventure.
    Photo: Marcelo Bonifácio

    Em 2025, a pesquisa “Os Sonhos Delas”, realizada pela ONG Think Olga, mostrou que viajar pelo mundo é um desejo prioritário para 67% das brasileiras entre 18 e 29 anos e para 59% das mulheres a partir dos 30, superando metas como estabilidade financeira e consolidação de carreira.

    Nesse contexto, o turismo de aventura também cresce entre o público feminino, espelhando uma busca por experiências autênticas, conexão com a natureza e ambientes de troca.

    Pensando nisso, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, selecionou 5 roteiros de aventura para mulheres. Veja a seguir!

    Trekking no Vale do Pati (Chapada Diamantina, BA)

    Considerado um dos trekkings mais cênicos do mundo, o Vale do Pati é um convite para se desligar das preocupações da vida cotidiana. Caminhar pelos imponentes planaltos e vales da Chapada Diamantina é uma prova de força física e mental.

    O roteiro oferece acolhimento nas casas dos nativos (patizeiros), garantindo rica imersão cultural e uma rede de apoio segura do primeiro ao último passo.

    Mulher sentada na beira de um penhasco rochoso contemplando a imensidão verde dos planaltos e vales da Chapada Diamantina.Amazônia (AM)
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    👉 Leia mais: Ecoturismo no Brasil impulsiona viagens solo de mulheres com planejamento e rede de apoio

    Amazônia (AM)

    Para aquelas que buscam total imersão na natureza, mas não querem abrir mão do conforto, a experiência em um lodge na Floresta Amazônica é o equilíbrio perfeito.

    As viajantes exploram trilhas e rios com guias especializados, vivenciando a biodiversidade com tranquilidade e excelente estrutura.

    Mulher em pé admirando o tronco gigante e imponente de uma árvore antiga em meio à densa vegetação verde da Floresta Amazônica.
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    👉 Leia mais: Conheça as mulheres que lideram e fazem o ecoturismo brasileiro acontecer

    Travessia dos Lençóis Maranhenses (MA)

    Caminhar pelas deslumbrantes dunas brancas e mergulhar em lagoas cristalinas é uma experiência de pura liberdade, mostrando-se um dos roteiros de aventura para mulheres mais queridos do Brasil.

    A travessia a pé pelo Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses fomenta um forte senso de irmandade entre as integrantes do grupo, que criam laços enquanto compartilham a imensidão de um cenário que purifica e renova as energias.

    Mulher caminhando nas águas rasas e cristalinas de uma lagoa cercada pelas grandes dunas de areia branca dos Lençóis Maranhenses.
    Photo: Isadora Sá

    Monte Roraima (Fronteira Brasil/Venezuela)

    Um destino ideal para almas desbravadoras. A expedição ao topo deste imponente tepui, conhecido como “Mundo Perdido”, é uma jornada de transformação.

    O Monte Roraima permite que mulheres de todas as idades conquistem não apenas uma das formações mais antigas do planeta, mas também seus próprios limites internos.

     Silhueta de mulher com os braços erguidos em sinal de vitória na beira do penhasco rochoso do Monte Roraima, acima das nuvens brancas.
    Photo: Katharina Bongaertz

    👉 Leia mais: Mulheres 50+ quebram estereótipos e provam que não há fronteiras para explorar o planeta

    Jalapão e Serras Gerais (TO)

    Um convite ao autocuidado e à contemplação. Fugindo do ritmo frenético dos centros urbanos, esta rota combina a energia revitalizante dos fervedouros de águas azul-turquesa do Jalapão com o charme inexplorado das Serras Gerais.

    Ideal para mulheres que desejam desbravar o novo, flutuar em águas transparentes e celebrar sua independência em um ambiente seguro e acolhedor.

    Mulher de biquíni flutuando de braços abertos nas águas cristalinas e azul-turquesa de um fervedouro natural cercado por rochas no Jalapão.
    Photo: Samantha Sage

    👉 Leia mais: O que as mulheres estrangeiras realmente descobrem ao desbravar a natureza do Brasil

    Encontre roteiros de aventura para mulheres no PlanetaEXO

    Como uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens de aventura pelo Brasil, o PlanetaEXO desenvolve roteiros de aventura de todos os tipos, inclusive para mulheres maduras ou que viajam sozinhas e que sonham em desbravar as belezas do nosso país.

    Sempre pensando em segurança, sustentabilidade e experiências memoráveis, nosso time organiza cada etapa da sua viagem de acordo com as suas preferências e necessidades. Fale conosco!

  • Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    A Chapada Diamantina é um dos destinos mais cobiçados do Brasil para os amantes da natureza.

    Com suas montanhas majestosas, cachoeiras deslumbrantes e rica biodiversidade, a região é o paraíso dos aventureiros. No entanto, explorar essas maravilhas naturais com responsabilidade requer um guia experiente e consciente. É aí que entra Lucas Neves, um guia de turismo de aventura e parceiro da PlanetaEXO que dedicou sua carreira a promover o turismo sustentável na região.

    Quem é Lucas Neves?
    Aos 28 anos, Lucas é natural do Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Ele encontrou na profissão de guia de turismo de aventura a oportunidade de combinar sua paixão pela natureza com a liberdade de ser autônomo. Lucas também trabalha como brigadista na Brigada Voluntária do Vale do Capão, combatendo incêndios florestais, resgatando pessoas feridas em áreas remotas e salvando animais silvestres em áreas urbanas. Como diz Lucas, “Além de ser uma oportunidade de trabalhar com o que eu amo (montanhas, trilhas, aventura), na realidade local é uma profissão que me permite ser autônomo, ter mais liberdade, o que é algo que valorizo muito”.

    Turismo sustentável como uma missão
    Para Lucas Neves, o turismo sustentável não é apenas um slogan, mas uma missão de vida. “Por meio de práticas com impacto mínimo no meio ambiente e da transmissão de conhecimento aos visitantes, essa consciência se multiplica”, diz Lucas. Ele acredita que a sustentabilidade começa com educação e conscientização. Antes de cada caminhada, Lucas faz questão de apresentar aos visitantes o ambiente único da Chapada Diamantina, explicando as práticas que minimizam o impacto humano. Durante as caminhadas, ele demonstra essas práticas em ação, mostrando o impacto positivo que elas têm sobre o meio ambiente local, não apenas em curto prazo, mas também em médio e longo prazo.Guia Lucas Neves demonstra práticas de turismo sustentável em trilha na Chapada Diamantina

    Lucas Neves no mirante do Vale do Pati, Chapada Diamatina

    Práticas sustentáveis em ação
    Lucas adota uma série de iniciativas para promover o turismo sustentável. Ele está envolvido em programas de educação ambiental na comunidade local, ensinando as gerações mais jovens sobre a importância da conservação. Além disso, ele faz questão de contratar os serviços de nativos locais e incentiva os turistas a comprar artesanato e produtos culinários locais. Essas ações não apenas ajudam a economia local, mas também incentivam uma forma de turismo que respeita e valoriza a cultura e o meio ambiente locais.

    A experiência do viajante
    Para Lucas, o objetivo é ser o elo entre o cliente e a natureza. Ele personaliza cada roteiro com base no perfil do viajante, levando em conta fatores como condicionamento físico e clima. O foco é sempre a segurança, mas também a superação das expectativas dos visitantes, permitindo que eles se integrem e se entreguem ao máximo ao objetivo do roteiro.

    Guia fantástico! Nós nos divertimos muito com sua orientação, Lucas. Você realmente ama a natureza e seu trabalho, e isso fica evidente!

    Ole, from Germany

    Caminhante observa o pôr do sol do mirante do Vale do Pati, na Chapada Diamantina

    Ole, da Alemanha

    O papel do PlanetaEXO
    A parceria com a PlanetaEXO amplia esses esforços. “A parceria com a PlanetaEXO, por meio da alta frequência de trabalho em parceria e da remuneração justa acima do que o mercado costuma pagar, me permite pagar treinamentos para me aperfeiçoar como profissional”, diz Lucas. A empresa faz questão de contratar guias e outros funcionários locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades da Chapada Diamantina. O aprendizado do inglês, proporcionado pela PlanetaEXO, abriu portas para Lucas, permitindo que ele interagisse com clientes de outros países e enriquecesse sua visão de mundo.

    De acordo com Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, Lucas Neves serve como modelo inspirador:

    Desde os primeiros dias da PlanetaEXO, percebemos em Lucas Neves não apenas um guia talentoso, mas um profissional cujos valores se identificavam profundamente com a missão da nossa empresa: o desenvolvimento sustentável do turismo e o fortalecimento das comunidades locais. Ele se tornou uma fonte de inspiração para aqueles que estão ingressando ou considerando uma carreira no turismo sustentável. Dois anos após o início dessa frutífera colaboração, posso dizer com confiança que nossa missão foi cumprida – e ainda estamos apenas no começo. A parceria com Lucas Neves é um testemunho vivo do impacto positivo que podemos alcançar quando valores, paixão e profissionalismo se alinham. Estamos entusiasmados com o que o futuro nos reserva e confiantes de que essa parceria continuará a dar muitos frutos para as comunidades da Chapada Diamantina e para o mundo do turismo sustentável como um todo.

    Desafios e recompensas
    Ser guia em uma área tão biodiversa e sensível como a Chapada Diamantina não é tarefa fácil. Lucas ressalta que um dos maiores desafios é atender a públicos com perfis extremamente diferentes, mantendo sempre sua mente focada e positiva. No entanto, ele se mantém atualizado e informado por meio da comunicação constante com outros guias e membros da comunidade local.

    Pegadas da mudança
    Lucas Neves não é apenas um guia; ele é um embaixador do turismo sustentável e um defensor da comunidade local. Sua parceria com a PlanetaEXO exemplifica como o turismo responsável pode ser uma força para o bem, beneficiando tanto os visitantes quanto as comunidades anfitriãs. Em um mundo que precisa desesperadamente de mais sustentabilidade e consciência ambiental, figuras como Lucas são verdadeiros faróis de esperança.

  • O trekking do Vale do Pati é para todas as idades?

    O trekking do Vale do Pati é para todas as idades?

    Essa foi, com certeza, a maior aventura de nossas vidas!

    Germano

    O tempo estava chuvoso e a previsão era de mais chuva ainda. O grupo de 7 amigos da Paraíba pensou em desistir da viagem, mas o apelo por uma nova aventura falou mais alto. E assim, temerosos, mas determinados, foram ao encontro da equipe da PlanetaEXO no ponto de partida para o Vale do Pati, a cidade de Guiné.Grupo de aventureiros reunido no ponto de partida do trekking ao Vale do Pati

    Ana Karla, Roberto, Germano, Ana Claudia, Jória, Robertinho e Adriana.

    Apresentados a Saulo e Gil, os guias que os conduziriam nos próximos 4 dias de trekking no Vale do Pati, o grupo sentiu a segurança necessária para se entregar a esse desafio. E com seus bastões de caminhada, iniciaram os primeiros 300 metros de elevação em meio à chuva, neblina, lama e pedras escorregadias para chegar ao primeiro ponto de parada e cartão postal do Vale: o Mirante do Pati.

    Com o coração aberto e já emocionados por ver tamanha grandiosidade da natureza, eles puderam experimentar a primeira impressão da transformação que os aguardava. Seus joelhos já estavam reclamando e o cansaço pedia que voltassem para o conforto de casa, mas eles não desistiram. A experiência concebida pelo líder do grupo, Germano, 59 anos, estava apenas começando… E essa é uma jornada de vencedores!

    Nossos guias fizeram a diferença! Técnica, paciência, tranquilidade, sempre atenciosa e com incentivo!

    Ana Cláudia

    Já na casa do nativo Sr. Wilson, o grupo pôde descansar e ser bem recebido pela família que, durante a estadia, ofereceu refeições saborosas e reforçadas e o melhor do conforto de sua casa, que, por sinal, não inclui chuveiro quente, nem wi-fi, mas o necessário para acordar animado para o dia seguinte.

    A caminhada de 5 horas para chegar ao Cachoeirão de cima foi desafiadora, mas a viagem de volta seria ainda mais difícil. Esse é um privilégio para aqueles que fazem caminhadas na chuva, as cachoeiras são radiantes! Uma ducha e um lanche renovaram o ânimo para enfrentar o retorno da chuva forte, os escorregões e a confiança uns nos outros e nas mãos de seus guias. Eram quase nove horas quando eles voltaram para casa, exaustos, mas vibrantes. “Abrir a sessão de chope para comemorar” – disse Germano.

    A essa altura da viagem, eles já estavam se sentindo fortes, confiantes e transformados. Os dias que se seguiram foram uma celebração nas cachoeiras e piscinas naturais, com o sabor de quem acaba de descobrir um pouco mais sobre si mesmo. No último dia, o “grand finale” dos desafios: subir a Rampa do Pati para ir embora. Um misto de emoção e cansaço, mas a certeza de uma experiência inesquecível.

    Com certeza, uma nova maneira de viajar agora faz parte da vida desse corajoso grupo! E SIM, o trekking do Vale do Pati é para todas as idades!

    Bem-vindos à nossa família, aventureiros do PlanetaEXO!

    Obrigado pela experiência que o EXO nos proporcionou. Um abraço fraterno, em especial, aos nossos guias Saulo e Gil, muito eficientes e atenciosos conosco.

    Roberto

    “Obrigado pelo carinho, conhecimento técnico, e mais ainda pela paciência, poder de estimular e vibrar juntos! Parabenizo-os pela educação e cuidado dado individualmente, pelo poder de agregar, pela força mental e física do Saulo e do Gil. Além do carinho e gentileza, sempre nos agraciando com palavras, conversas e sorrisos!“

    Ana Karla

    Muito bem, pessoal!

    Exibir mapa

    Logotipo da PlanetaEXO em destaque ao final do relato da aventura

    Essa aventura apoia as comunidades locais e as viagens sustentáveis na Chapada Diamantina, Brasil
  • Chapada Diamantina Solo? Leia a história de Fernanda

    Chapada Diamantina Solo? Leia a história de Fernanda

    Fernanda é viciada em aventura e quer viajar pelo mundo, o que é inspirador; Mas é seguro para as mulheres viajarem sozinhas?

    É claro que a escolha do destino é o primeiro passo da aventura; No Brasil, um dos destinos mais procurados pelas mulheres aventureiras para viajar é a Chapada Diamantina;

    O desafio de Fernanda começou muito antes da trilha de três dias no Vale do Pati; Enfrentando muitas dificuldades para chegar à Chapada Diamantina, essa jovem determinada do sul do Brasil, que vive na Guatemala, encontrou uma maneira de chegar lá; Afinal de contas, visitar a trilha mais bonita do Brasil estava no topo de sua lista de desejos; Ela chegou ao ponto de partida em Guiné, onde encontrou seu guia Lucas, que a informou sobre a caminhada e verificou seu equipamento antes de iniciar a aventura; Fernanda ainda não sabia, mas seriam 3 dias lindos com muito sol e noites absurdamente estreladas;

    As montanhas e a paisagem impressionaram Fernanda de imediato e a entusiasmaram com a aventura de viajar sozinha pela Chapada Diamantina que estava prestes a começar; Caminhando pela chapada das Gerais do Rio Preto, ela chegou rapidamente ao mirante do Vale do Pati e seguiu em direção à cachoeira dos Funis, momento perfeito para uma pausa, refrescando-se e saboreando um piquenique sem lactose cuidadosamente preparado por seu guia; Recarregada, Fernanda continuou a caminhada enquanto apreciava um lindo pôr do sol; Que ótima maneira de terminar o primeiro dia!

    Acordar com o som dos pássaros não tem preço! A aventura continuou em direção ao Morro do Castelo. Essa trilha é considerada uma das mais bonitas e difíceis do Vale do Pati, mas não para a Fernanda, que chegou ao topo em cerca de 1 hora – normalmente é feita em 2 horas; A subida foi rápida para Fernanda, mas ela teve tempo de explorar as cavernas e contemplar sua vista panorâmica de 360°; Guiada por Lucas, Fernanda foi ao Poço da Árvore, outro lugar encantador, onde desfrutou de suas piscinas naturais e cachoeiras cercadas pelos cânions do vale; Relaxada, Fernanda se dirigiu para o local de pernoite, a Prefeitura, onde se sentiu em casa, mimada como membro da família de Jailson e Maria;

    Após um farto café da manhã, é hora de se despedir da família anfitriã e iniciar a subida pela fenda da Prefeitura; Essa trilha pode ser difícil e não é para todos, devido ao seu terreno acidentado e rochoso, que pode ser muito escorregadio e perigoso em dias de chuva; Depois de apreciar uma vista única do Morro do Castelo, Fernanda segue para o mirante da Cachoeira do Cachoeirão, um cenário de tirar o fôlego com 260 m de altura; De outro mundo!

    “A Fernanda realmente anda rápido e estava muito interessada nas histórias da região, por isso ficamos mais tempo na última parada para sincronizar a descida com o pôr do sol”. Assim relatou o guia Lucas, que ficou impressionado com o excelente preparo físico de Fernanda; Poder encerrar a aventura com o pôr do sol visto do alto do Aleixo, na Serra do Sincorá, não tem preço;Fernanda admirando o pôr do sol do alto do Aleixo, na Serra do Sincorá

    Puxa! Não tenho palavras para descrever a loucura que foi essa faixa! A PlanetaEXO me deu muito apoio desde o início para que tudo funcionasse e foi super prestativa o tempo todo em relação a qualquer necessidade que eu pudesse ter; E Lucas, meu anfitrião, REALMENTE, nunca tive um anfitrião melhor; Super simpática, muito conectada com toda a história e biodiversidade do parque, super atenciosa e flexível! Chegamos

    Fernanda Jung

    Que desafio, pessoal..;

    Exibir mapa

    Sem dúvida, Fernanda não se arrepende de todo o esforço que fez para viajar sozinha pela Chapada Diamantina e explorar o Vale do Pati! Em três dias, ela explorou todas as principais atrações desse belo vale; Depois dessa experiência maravilhosa, estamos ansiosos para nos juntarmos a ela novamente em uma nova aventura em outro paraíso em nosso planeta!


    Selo de plantio de árvore que apoia o turismo sustentável na Chapada Diamantina
    Esta aventura apoiou a comunidade local e o turismo sustentável na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil