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  • 15 animais da Amazônia: desvende a vida selvagem no Brasil

    15 animais da Amazônia: desvende a vida selvagem no Brasil

    O ecossistema mais rico da Terra abriga inúmeras espécies de animais. Descubra a fauna amazônica!

    Quem vai visitar a Amazônia encontra uma floresta densa e diversa, que reúne mais de 2.500 espécies de árvores e 30.000 tipos de plantas, de um total de 100.000 em toda a América do Sul. Se a flora é abundante, a fauna não fica atrás.

    De mamíferos a peixes, de anfíbios a aves, os animais da Amazônia impressionam tanto quanto o lugar que chamam de casa. A floresta é o bioma brasileiro com mais espécies e abriga mais de 75% dos mamíferos e 80% das aves do território nacional.

    Para você descobrir os segredos dessas criaturas, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, selecionou 15 dos mais fascinantes animais da Amazônia brasileira, que vivem na maior floresta tropical do planeta. Confira abaixo!

    Quais animais da Amazônia vivem na floresta, no Brasil?

    Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), existem cerca de 30 milhões de animais na selva amazônica, sem contar os que ainda não foram catalogados.

    Os rios abrigam quase 3.000 espécies de peixes e mamíferos notáveis, enquanto predadores, macacos e aves se escondem entre as árvores.

    Aerial view of a winding river surrounded by the dense green vegetation of the Amazon Rainforest in Brazil.
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    Vale lembrar: embora a fauna amazônica seja inegavelmente rica, os animais se camuflam na vegetação densa ou têm hábitos noturnos. Não é impossível avistá-los, mas é menos comum do que no Pantanal, considerado o melhor lugar para observar a vida selvagem no Brasil.

    👉 Leia mais: Pantanal ou Amazônia: qual escolher?

    1) Boto-cor-de-rosa

    A pink Amazon river dolphin with its head above water and mouth open, showcasing the friendly wildlife of Brazil.
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    Talvez o maior símbolo da fauna amazônica, o boto-cor-de-rosa é conhecido pela pele rosada e pela simpatia: costuma se aproximar e interagir com as pessoas. Apesar da fama no Brasil, também vive em outros países (Bolívia, Equador, Colômbia, Peru e Venezuela).

    Curiosidades sobre o boto-cor-de-rosa:

    • É o maior golfinho de água doce do mundo: chega a 2,5 metros e pesa, em média, 200 kg.
    • Os machos são maiores e mais rosados, e as fêmeas, menores e acinzentadas.
    • Para se locomover pelos rios e pelas florestas alagadas e encontrar comida nas águas escuras do bioma, o boto conta com um sistema de ecolocalização muito desenvolvido.
    • Diz a lenda que, na lua cheia de junho, o boto vira um homem charmoso. Em forma humana, ele frequenta as festas, seduz as mulheres e volta para o rio, deixando-as para trás. O mito era muito usado na tradição popular para explicar filhos sem pai conhecido.

    2) Peixe-boi-da-amazônia

    A large Amazonian manatee swimming slowly underwater in its natural habitat.
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    O peixe-boi-da-amazônia é o menor peixe-boi do mundo: mede até 3 metros e pesa, em média, 450 kg. Esse gigante manso é protegido por lei no Brasil desde 1967, mas ainda é caçado para o comércio ilegal de carne, e os filhotes acabam presos por acidente em redes de pesca.

    Curiosidades sobre o peixe-boi-da-amazônia:

    • Como uma impressão digital, cada peixe-boi tem uma mancha branca ou rosada na barriga.
    • Na região da Ilha de Marajó (Pará) e no litoral do Amapá, o peixe-boi-da-amazônia vive em simpatria com o parente marinho (o peixe-boi-marinho).
    • Ao se alimentar de plantas aquáticas e semiaquáticas, ajuda na ciclagem de nutrientes dos rios e no controle da vegetação.
    • Discreto e bastante solitário, tem expectativa de vida estimada em 60 anos.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    3) Harpia

    Close-up of a large harpy eagle with gray feathers looking down sharply from the Amazon jungle.
    Photo: Ivo Kruusamägi

    Um dos animais da Amazônia mais fascinantes, a harpia é a maior ave de rapina das Américas: alcança pouco mais de 2 metros de envergadura e pesa até 9 kg (fêmeas) e 5 kg (machos). Como predadora de topo, se alimenta de preguiças e macacos, com garras fortes o bastante para arrancá-los dos galhos.

    Curiosidades sobre a harpia:

    • Alguns povos indígenas do Brasil a chamam de uiraçu, que significa “ave das aves”. Também acreditam que ela seja a personificação dos chefes das tribos.
    • Apesar do tamanho, é difícil avistá-la, por causa da agilidade e do hábito solitário.
    • Costuma escolher as árvores mais altas (acima de 40 m) para construir os ninhos.
    • Como caça animais relativamente grandes, a harpia precisa de áreas de, em média, 100 km², o equivalente a 10.000 campos de futebol!

    4) Arara-azul

    A hyacinth macaw with bright blue feathers and yellow facial features flying across the sky.
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    De penas azul-vivo e detalhes amarelos, a arara-azul voa em pares ou em grupos e é muito fiel ao parceiro. Infelizmente, está ameaçada de extinção por causa da caça, do comércio ilegal e do desmatamento.

    Curiosidades sobre a arara-azul:

    • Alimenta-se dos frutos de duas palmeiras (acuri e bocaiúva).
    • Por volta dos sete anos, começa a procurar parceiros para se reproduzir.
    • Nos primeiros 45 dias de vida, é extremamente frágil e não consegue se defender, nem mesmo de baratas e formigas.
    • Também vive no Pantanal e no Cerrado.

    5) Macaco-barrigudo

    A robust woolly monkey with brownish-gray fur resting comfortably on a tree branch in the Amazon Rainforest.
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    O macaco-barrigudo tem características bem marcantes: cabeça arredondada coberta por pelos curtos e pelos longos pelo abdômen, o que dá a impressão de uma barriga avantajada. É justamente essa aparência que deu nome ao simpático primata.

    Curiosidades sobre o macaco-barrigudo:

    • Vive principalmente na Floresta Amazônica de terra firme, mas pode usar as matas alagadas nos períodos de grande oferta de frutas.
    • Habita a área do interflúvio Negro-Solimões, exceto a porção leste. Também aparece na Colômbia, no Equador, no Peru e na Venezuela.
    • A pelagem lembra lã, num tom cinza-amarronzado, um pouco mais claro na cabeça.
    • Classificado como animal gregário, vive em grandes grupos (de 12 a 70 indivíduos).

    👉 Leia mais: Melhores destinos e passeios de vida selvagem no Brasil

    6) Cachorro-do-mato-de-orelha-curta

     A rare short-eared dog with a dark greyish coat standing near a muddy riverbank in the Amazon.
    @galo_zapata_rios

    O cachorro-do-mato-de-orelha-curta está na lista dos animais da floresta amazônica considerados raros, já que é bem difícil de avistar. Esse jeito arredio funciona como proteção, mas o desmatamento pode colocá-lo em risco.

    Curiosidades sobre o cachorro-do-mato-de-orelha-curta:https://www.instagram.com/p/65A8NhHGnx/

    • Alimenta-se de pequenos mamíferos, répteis, aves, insetos e peixes.
    • Parece um cachorro de porte médio, com pelagem marrom-escura ou acinzentada, focinho comprido e peso acima de 10 kg.
    • Há registros do animal em várzeas, florestas de terra firme, brejos, plantações de bambu e ao longo dos rios.
    • Como evita o contato com humanos, o conhecimento sobre a espécie ainda é bastante limitado.

    7) Piranha-vermelha

    A red-bellied piranha swimming among green aquatic plants in the muddy waters of the Amazon.
    Photo: H. Zell

    Ao contrário do que muita gente pensa, as piranhas não estão entre os animais mais perigosos da Amazônia. A piranha-vermelha, em especial, não costuma atacar pessoas, apesar dos dentes triangulares bem afiados.

    Curiosidades sobre a piranha-vermelha:

    • A dieta inclui insetos, invertebrados aquáticos, moluscos, crustáceos, outros peixes, frutas, sementes e plantas aquáticas.
    • Muito valorizada na culinária local, é considerada afrodisíaca.
    • Vive em rios, lagos e lagoas de água barrenta.
    • Reproduz-se na estação chuvosa, principalmente de abril a maio. As fêmeas depositam cerca de 5.000 ovos na vegetação recém-submersa, em ninhos construídos pelos machos.

    👉 Leia mais: Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    8) Ariranha

    A giant otter swimming in the river with its mouth wide open while eating its prey.
    Photo: João Marcos Rosa

    Classificada como predadora territorial, a ariranha é bem mais agressiva do que a lontra-anã-asiática. Excelente nadadora e caçadora habilidosa, tem peixes, caranguejos, rãs, cobras e lagartos entre os pratos favoritos.

    Curiosidades sobre a ariranha:

    • Comum na Amazônia, também vive em outros biomas brasileiros (Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica).
    • Reconhece-se pelas manchas brancas no pescoço (únicas em cada indivíduo).
    • Vive em grupos de até 20 integrantes, formados por um casal e vários filhotes.
    • As ariranhas usam uma espécie de banheiro comunitário, que também serve para marcar o território com o cheiro característico.

    9) Uacari

    A uakari monkey with a bright red face and long fur sitting quietly on a tree branch.
    Photo: Denis Jervis

    Uacari é o nome comum dos macacos do Novo Mundo do gênero Cacajao. As características mais marcantes são a ausência de pelos no alto da cabeça e o rosto avermelhado: quanto mais vermelho o rosto, mais saudável está o animal.

    Curiosidades sobre o uacari:

    • Também é conhecido como macaco-inglês.
    • É nativo do Brasil, mas também aparece na Amazônia colombiana e peruana.
    • Embora esteja classificado como espécie vulnerável na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN, tem uma população considerável perto da cidade de Tefé.
    • Foi a grande inspiração para o Uakari Lodge, um hotel de selva na Reserva Mamirauá.

    👉 Leia mais: Melhores lodges na Floresta Amazônica do Brasil

    10) Onça-pintada

    A spotted jaguar resting completely relaxed on a thick tree branch in the Amazon vegetation.
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    O Pantanal é o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas, mas elas também fazem parte da vida selvagem da Floresta Amazônica e até do Cerrado. Essa variação de habitat tem uma explicação: a incrível capacidade de adaptação do maior felino das Américas.

    Curiosidades sobre a onça-pintada:

    • Até outubro de 2025, pouco mais de 6.300 onças-pintadas haviam sido registradas em áreas protegidas da Amazônia, segundo o Instituto Mamirauá.
    • A vegetação densa da Amazônia torna a caça mais difícil do que nos campos abertos do Pantanal. Por isso, as onças-pintadas da região amazônica são menores.
    • Pesquisadores descobriram recentemente que as onças-pintadas conseguem miar como gatos, principalmente na comunicação entre fêmeas e filhotes.
    • Assim como a impressão digital humana, as rosetas (as manchas pretas espalhadas pelo corpo da onça) funcionam como identificação de cada indivíduo.

    11) Jacaré-açu

    The textured head and bright eyes of a large black caiman floating quietly on the dark Amazon water.
    Photo: Marcelo Bonifácio

    Mortal e silencioso, o jacaré-açu é mestre em camuflagem e caça predadores igualmente perigosos, como a sucuri. Nos passeios noturnos, é um dos animais da Amazônia mais fáceis de avistar, graças aos olhos que brilham no escuro.

    Curiosidades sobre o jacaré-açu:

    • É um dos maiores crocodilianos do mundo: passa de 4 metros e pesa 400 kg.
    • Quando jovem, é caçado por outros animais, mas se torna predador de topo na fase adulta, por causa do tamanho enorme.
    • Diferentemente de outras espécies brasileiras, o jacaré-açu é solitário e raramente aparece perto de outros indivíduos.
    • É essencial para o equilíbrio ecológico do ecossistema amazônico e ajuda a controlar as populações de capivaras, peixes, mamíferos e até aves.

    👉 Leia mais: Melhores cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    12) Sapo-cururu

     Close-up of a cane toad showing its coarse skin and warts in the Amazon jungle.
    Photo: C. Brück

    O sapo-cururu é fascinante, mas pouca gente chega perto por causa da aparência (pele grossa, verrugas pelo corpo e uma cara pouco amigável) e do veneno leitoso que ele lança nos atacantes, capaz de afetar o coração e provocar alucinações. Quem diria que ele seria um dos animais mais perigosos da Floresta Amazônica?

    Curiosidades sobre o sapo-cururu:

    • Reproduz-se em qualquer época do ano, e as fêmeas põem até 30.000 ovos.
    • Grande e corpulento, pode pesar até 1 kg (especialmente as fêmeas prenhas).
    • É conhecido pelo coaxar altíssimo e quase incessante quando procura parceiras.
    • O jato de veneno pode alcançar quase 2 metros de distância.

    13) Preguiça-de-garganta-pálida

    A pale-throated sloth hanging upside down from a thin tree branch in the dense Amazon Rainforest.
    @devinbelliston

    Lenta e preguiçosa, a preguiça-de-garganta-pálida dorme mais de 14 horas por dia. Raramente desce das árvores, só para fazer as necessidades uma vez por semana. Embora o desmatamento possa ameaçar esses bichos da Amazônia, eles são vistos com frequência, porque há uma população saudável espalhada pela floresta.

    Curiosidades sobre a preguiça-de-garganta-pálida:

    • O deslocamento diário de uma preguiça é de cerca de 38 metros, e nada além disso.
    • Em comparação com a lentidão em terra, é surpreendentemente boa nadadora e bem rápida na água.
    • Apesar das garras afiadas, a preguiça-de-garganta-pálida não enfrenta os predadores e só as usa para subir nas árvores.
    • Para escapar de predadores como harpias, onças-pintadas e cobras grandes, costuma se movimentar apenas quando a noite chega.

    👉 Leia mais: 20 animais do Brasil: curiosidades e onde encontrá-los

    14) Poraquê

    An electric eel with a long cylindrical body swimming underwater near dark green aquatic plants.
    Photo: Alex Zakletsky

    O poraquê da Amazônia tem um nome de origem indígena: poraquê, do tupi, significa “aquele que faz dormir”. E faz sentido: as descargas elétricas ficam em torno de 500 volts, mas podem chegar a 1.500 volts, segundo estudos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

    Curiosidades sobre o poraquê:

    • De corpo cilíndrico e alongado, parecido com o de uma cobra, pode chegar a 2,5 metros de comprimento.
    • Há duas espécies: Electrophorus voltai (encontrada no Pará, no Amazonas, em Rondônia e no Mato Grosso) e Electrophorus electricus (encontrada no norte do Amapá, no Amazonas e em Roraima, além da Guiana Francesa e do Suriname).
    • Como uma pilha, a parte frontal do corpo tem carga positiva, e a ponta da cauda, carga negativa.
    • O Electrophorus voltai foi batizado em homenagem ao físico italiano Alessandro Volta, criador da pilha.

    15) Sucuri

     A massive green anaconda snake curled up tightly on the grass near the Amazon River.
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    Famosa na cultura pop e temida por humanos e animais, a sucuri é mortal, mas não peçonhenta. Quando encontra a presa (mamíferos, aves, anfíbios, répteis, peixes), enrola o corpo robusto em volta da vítima até sufocá-la. Aí começa o banquete.

    Curiosidades sobre a sucuri:

    • Existem cinco espécies: sucuri-verde, sucuri-verde-do-norte, sucuri-amarela, sucuri-beni e sucuri-de-manchas-escuras.
    • A sucuri-verde é a maior (até 7 metros e 130 kg) e a mais comum na fauna do Rio Amazonas.
    • Em português, recebe vários nomes: sucuris, boiaçus, boiçus, arigboias, sucurijus, viborões, entre outros.
    • A franquia de terror Anaconda tem sete filmes. O primeiro, lançado em 1997, foi um enorme sucesso de bilheteria e hoje é considerado um clássico cult.

    Veja os animais da Amazônia de perto com o PlanetaEXO

    Embora os animais da floresta amazônica sejam bastante tímidos, dá para avistar alguns deles em passeios de barco, trilhas guiadas ou tours noturnos, principalmente botos-cor-de-rosa, preguiças, jacarés e várias espécies de aves.

    👉 Conheça nossos passeios de vida selvagem no Brasil

    Com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia, você explora a natureza de um jeito autêntico e responsável. Nosso time trabalha com os melhores parceiros locais para garantir a aventura da sua vida. Fale com a gente agora!

  • Animais do Pantanal: fauna e vida selvagem

    Animais do Pantanal: fauna e vida selvagem

    Da onça-pintada ao tamanduá-bandeira e ao lobo-guará, descubra os segredos de alguns dos mais fascinantes animais do Pantanal e prepare-se para o seu safári pela vida selvagem!

    Como mostra o nosso guia de viagem do Pantanal, essa é uma das regiões com maior biodiversidade do planeta. Imagine ver onças-pintadas tomando sol nas margens dos rios, araras cruzando o céu e tamanduás-bandeira atravessando savanas imensas.

    Diferente da Floresta Amazônica, as paisagens abertas do Pantanal e suas cheias sazonais criam as condições ideais para encontros reais com a vida selvagem. Essa imensa planície alagada abriga mais de 650 espécies de aves, 120 mamíferos e centenas de répteis e peixes.

    Two tourists use binoculars to spot Pantanal animals during a safari trip in the wetlands.
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    Por isso a PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, reuniu algumas curiosidades sobre os animais do Pantanal mais famosos. Confira abaixo!

    1. Onça-pintada: a estrela do Pantanal

    A onça-pintada é a estrela absoluta do Pantanal. É o maior felino das Américas e um predador poderoso, capaz de abater jacarés, cervos e até sucuris.

    O melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal fica no Norte (Mato Grosso), principalmente em Porto Jofre, Poconé. Elas costumam aparecer durante a estação seca (julho a outubro).

    Veja algumas curiosidades que tornam a onça-pintada tão única:

    • Nadadoras excelentes, costumam caçar dentro da água.
    • O Pantanal é o maior santuário de onças-pintadas do planeta, com cerca de 20–25% da população mundial da espécie (entre 4.000 e 7.000 indivíduos).
    • A força da mordida está entre as mais fortes de todos os mamíferos, capaz de esmagar ossos e carapaças.
    • São animais solitários e territoriais, e cada um precisa de uma grande área de habitat preservado.
    A jaguar, the star of Pantanal animals, walks through the water while baring its teeth.
    @octaviocampossalles

    No Pantanal Sul, os avistamentos de onças acontecem o ano todo em reservas ecológicas protegidas. Os melhores safáris no Pantanal, como o Safári de Luxo em Busca da Onça-Pintada, costumam ser feitos em veículos 4×4, o que garante uma experiência mais terrestre do que as excursões de barco do Norte.

    👉 Conheça nossos safáris de onça-pintada no Pantanal

    2. Capivara: o maior roedor do mundo

    As capivaras talvez sejam os moradores mais conhecidos do Pantanal. São animais sociáveis e tranquilos, quase sempre vistos em grandes grupos descansando à beira dos rios ou pastando nos campos alagados. Com as patas em formato de nadadeira e o temperamento calmo, se dão muito bem nas paisagens semiaquáticas da região.

    Veja por que as capivaras são tão importantes para a vida selvagem do Pantanal:

    • Podem chegar a 60 cm de altura e pesar mais de 60 kg.
    • Nadadoras de primeira, chegam a dormir dentro da água com apenas o focinho para fora.
    • São tão dóceis que garças e jaçanãs costumam pousar em suas costas.
    • Convivem em harmonia com espécies como jacarés e aves aquáticas.
    A group of capybaras rests on a grassy riverbank, showcasing the social nature of these Pantanal animals.
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    👉 Não perca a chance de ver as capivaras de perto: Passeio de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    3. Jacaré: o réptil furtivo

    Os jacarés aparecem nas margens dos rios, nas lagoas de água barrenta e, às vezes, até atravessando as trilhas. Como parte da família dos aligatorídeos, têm um papel essencial no ecossistema: controlam as populações de peixes e servem de presa para grandes predadores como onças-pintadas e sucuris.

    Características que fazem do jacaré um dos animais mais emblemáticos do Pantanal:

    • O jacaré-do-pantanal é a espécie mais comum, e outras seis espécies de jacaré vivem pela América do Sul.
    • Os machos podem chegar a 3 metros de comprimento.
    • É comum vê-los tomando sol de boca aberta para regular a temperatura do corpo.
    • Há mais jacarés do que pessoas no Pantanal: a região abriga mais de 10 milhões de jacarés, enquanto menos de 1 milhão de pessoas vivem no entorno.
    The head of a Yacare caiman surfaces from the blue water, a common sight in Pantanal wildlife.
    Photo: Keith Ladzinski

    4. Ariranha: brincalhona e ameaçada

    Para muita gente, as ariranhas são os animais mais carismáticos do Pantanal. Chegam a 1,7 metro de comprimento e vivem em grupos familiares muito unidos e barulhentos, que se comunicam por meio de guinchos, latidos e assobios.

    Veja o que torna as ariranhas tão especiais:

    • Alimentam-se quase só de peixes, consumindo vários quilos por dia.
    • Trabalham muito bem em equipe e se juntam em grandes grupos para encurralar as presas.
    • Patas com membranas, pelagem densa e corpo hidrodinâmico fazem delas nadadoras exímias.
    • São consideradas ameaçadas de extinção e dependem de habitats protegidos para sobreviver.
    A giant river otter holds a fish in its paws while eating in the dark water.
    @chamiltonjames

    👉 Leia mais: 5 projetos de conservação do Pantanal que fazem a diferença

    5. Araras: as mensageiras coloridas

    O Pantanal abriga algumas das araras mais impressionantes do mundo, entre elas a arara-azul-grande, o maior papagaio voador do planeta. Com envergadura de mais de 1,2 metro e penas de um azul vibrante, é impossível não notá-la. Você também vai encontrar araras-vermelhas e araras-canindé fazendo ninho nas árvores ou voando em pares.

    Principais características das araras do Pantanal:

    • Formam casais monogâmicos para a vida toda.
    • Seus chamados são altos e inconfundíveis, ecoando por toda a copa das árvores.
    • Frutas, sementes e castanhas são itens essenciais da dieta.
    • Observar as araras em liberdade é um dos grandes destaques para quem gosta de aves e se interessa pela fauna do Pantanal.
    Three vibrant Hyacinth macaws fly together against a clear blue sky.
    Photo: Felipe Castelllari

    6. Sucuri: a serpente lendária

    Dá para dizer que as sucuris estão entre os animais mais misteriosos e mal compreendidos do Pantanal. Essas enormes serpentes constritoras podem chegar a 6 metros de comprimento e costumam viver em brejos e águas rasas. Apesar do tamanho, são discretas e dificilmente vistas.

    Características que revelam a verdadeira natureza delas:

    • Não são peçonhentas, mas matam enrolando e sufocando a presa.
    • A dieta inclui peixes, aves, capivaras e até jacarés!
    • Apesar dos mitos e do que se vê na mídia, as sucuris raramente atacam pessoas.
    • Por causa do comportamento esquivo, são avistadas com pouca frequência.

    6. Sucuri: a serpente mítica

    A sucuri está entre os animais mais misteriosos e mal compreendidos do Pantanal. Essas serpentes constritoras podem chegar a 6 metros de comprimento e costumam viver em brejos e águas rasas. Apesar do tamanho, são discretas e raramente vistas.

    O que você precisa saber sobre a sucuri:

    • Não são peçonhentas: matam enrolando e sufocando a presa.
    • A dieta inclui peixes, aves, capivaras e até jacarés!
    • Apesar dos mitos e do que se vê na mídia, a sucuri raramente ataca pessoas.
    • Por causa do comportamento esquivo, é difícil avistá-la.
    The head of a massive anaconda glides just above the water surface in the wetland marshes.
    Photo: Utopia_88

    Curiosidade: o suspense Anaconda, de 1997, gravado na Floresta Amazônica, deixou essas cobras famosas no mundo todo. Outros seis filmes vieram depois ao longo dos anos, incluindo o remake de 2025 com Jack Black e o ator brasileiro Selton Mello. A franquia inteira mostra sucuris apavorantes, mas as da vida real são bem menos dramáticas.

    7. Piranhas: pequenas, mas ferozes

    As piranhas são habitantes conhecidas dos rios e lagos do Pantanal. Famosas pelos dentes afiados e pela mordida forte, costumam se alimentar de peixes, insetos e até plantas. Apesar da fama assustadora, raramente atacam pessoas e preferem evitar confusão.

    O que você precisa saber sobre as piranhas:

    • Na estação seca elas ficam mais agressivas por causa da comida escassa.
    • As mandíbulas potentes permitem rasgar a carne com rapidez.
    • Muitas espécies são onívoras e também comem plantas.
    • A pesca esportiva, com soltura do peixe, é possível em passeios no Pantanal guiados por especialistas locais.
    A close-up view of a piranha showing its scales and shape, a famous part of the Pantanal fauna.
    Photo: Bernard Dupont

    Curiosidade: assim como as sucuris, as piranhas também são estrelas de cinema. A franquia de terror Piranha começou em 1978 como uma paródia de Tubarão. A série terminou com o quinto filme, Piranha 3DD, em 2012.

    8. Jaguatirica: o pequeno felino esquivo

    As jaguatiricas são pequenos felinos manchados, nativos da América do Sul. De hábitos noturnos e esquivos, escondem-se na vegetação densa, o que torna os encontros na natureza bastante raros. Ainda assim, esse felino elegante tem um papel essencial no equilíbrio ecológico da vida selvagem do Pantanal.

    Curiosidades sobre as jaguatiricas que vale a pena conhecer:

    • Ao caçar pequenos mamíferos, aves e répteis, ajudam a controlar a população desses animais.
    • Solitárias e territoriais, têm mais ou menos o tamanho de um gato doméstico, só que bem mais musculosas.
    • Os avistamentos são raros, mas possíveis em safáris noturnos ou por armadilhas fotográficas.
    • Como muitos animais do Pantanal, dependem do habitat para sobreviver.
    An ocelot stands on a rocky outcrop against a blue sky, scanning its surroundings.
    Photo: slowmotiongli

    9. Cervo-do-pantanal: o gigante gentil

    Perfeitamente adaptado à vida nas áreas alagadas, o cervo-do-pantanal é a maior espécie de cervo da América do Sul. As pernas longas permitem que ele se desloque com facilidade pelas áreas inundadas, enquanto a pelagem avermelhada ajuda a se camuflar entre os capins altos do Pantanal.

    Fatos importantes sobre o cervo-do-pantanal:

    • Costuma ser tímido perto das pessoas e é mais ativo à noite.
    • A população é vulnerável por causa da perda de habitat e de doenças.
    • As áreas protegidas do Pantanal são um refúgio essencial para a espécie.
    • A presença dele costuma ser sinal de um ecossistema saudável.
    A female marsh deer stands protectively next to her fawn on a dirt path.
    @rafamattosphoto

    10. Tucano-toco: ícone de bico colorido

    Símbolo conhecido do Brasil, o tucano-toco chama a atenção pelo enorme bico alaranjado e pela plumagem marcante em preto e branco. Apesar do tamanho, o bico é surpreendentemente leve e serve para várias funções, principalmente alcançar frutas em galhos distantes.

    O que você precisa saber sobre os tucanos-toco:

    • Frutas, insetos e até pequenos animais fazem parte da dieta.
    • O bico grande também ajuda a controlar a temperatura do corpo no calor.
    • O canto rouco é ouvido com mais frequência ao amanhecer e ao entardecer.
    • Descansam em ocos de árvores, mas também aparecem bastante empoleirados nas copas.
    A Toco toucan perches on a tree branch holding a small fruit in its large orange beak.
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    👉 Leia mais: 10 curiosidades sobre o Pantanal

    11. Anta: a jardineira da floresta

    As antas são os maiores mamíferos terrestres da América do Sul. Ao espalhar sementes pelas fezes, ajudam a regenerar as florestas e a manter os ecossistemas do Pantanal saudáveis.

    Veja o que torna as antas tão especiais:

    • Alimentam-se de frutas, folhas e plantas aquáticas.
    • Defecam na água como estratégia para despistar predadores.
    • Têm hábitos principalmente noturnos e preferem a solidão.
    • Boas nadadoras, costumam descansar submersas quando o calor aperta.
    A lowland tapir keeps its head above water while swimming in a river.
    @rafamattosphoto

    12. Quati: o forrageador curioso

    Os quatis são mamíferos sociáveis e de hábitos diurnos, muito vistos em grupos procurando comida pelas trilhas e nas bordas da mata. Com o focinho longo e flexível, remexem folhas e terra atrás de insetos, frutas e pequenos animais.

    Algumas curiosidades sobre os quatis e por que são peças-chave da fauna do Pantanal:

    • A cauda erguida e anelada ajuda o grupo a se manter visualmente conectado.
    • São muito adaptáveis e aparecem com frequência perto de áreas habitadas.
    • Curiosos e espertos, exploram tudo, mas não é recomendável dar comida a eles.
    • Têm um papel importante no ecossistema ao controlar a população de insetos.
     A group of ring-tailed coatis with raised tails forages for food in the green grass.
    Photo: VisitMS

    13. Tamanduá-bandeira: uma maravilha que caminha

    Os tamanduás-bandeira estão entre os mamíferos mais curiosos e fascinantes do Pantanal. Sem nenhum dente e com uma língua pegajosa de 60 centímetros, conseguem devorar dezenas de milhares de formigas e cupins por dia.

    Algumas coisas que tornam o tamanduá-bandeira único:

    • As garras poderosas servem para rasgar formigueiros e cupinzeiros e para se defender.
    • São solitários e mais ativos nas primeiras horas da manhã.
    • A cauda peluda, a pelagem única e o andar lento facilitam a identificação.
    • Apesar do tamanho, não são agressivos e ficam tímidos perto das pessoas.
    A giant anteater walks across the grassy savannah, a highlight of giant anteater sightings in the Pantanal region.
    Photo: Felipe Castellari

    👉 Quer avistar tamanduás-bandeira na região do Pantanal? Confira: Viagem de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande

    14. Lobo-guará: a “raposa de pernas de pau”

    O lobo-guará não é lobo nem raposa, mas uma espécie própria, de família única. Com pernas longas e finas e pelagem avermelhada, caminha com elegância pelos capins altos do Pantanal, geralmente ao entardecer ou à noite.

    Traços marcantes do lobo-guará:

    • Segundo lendas locais, teriam habilidades sobrenaturais, incluindo poderes hipnóticos para proteger o bioma e capturar presas.
    • A dieta é onívora e inclui roedores, aves e frutas como a lobeira, também chamada de fruta-do-lobo.
    • De hábitos noturnos, é raramente visto, mas seu uivo fantasmagórico pode ser ouvido à noite.
    • Por serem tímidos e solitários, qualquer avistamento é ainda mais especial.
     A maned wolf with long legs steps carefully through shallow green water.
    Photo: Ian Fox

    15. Tuiuiú: símbolo do Pantanal

    O tuiuiú é a ave voadora mais alta da América do Sul e um símbolo marcante da vida selvagem do Pantanal. Com o pescoço preto e vermelho e uma envergadura enorme, costuma ser visto caminhando pelas áreas alagadas rasas em busca de peixes, sapos e outros animais aquáticos.

    Por que o tuiuiú se destaca:

    • Formam casais para a vida toda e reutilizam o mesmo ninho ano após ano.
    • Os ninhos são construídos em árvores altas e podem passar de um metro de largura.
    • O voo elegante e o tamanho fazem dele um dos favoritos de quem observa aves.
    • As áreas onde se alimentam ficam mais expostas durante a estação seca.
    A majestic Jabiru stork displays its black neck and red throat pouch against a green background.
    @luiz4mendes

    Fauna e flora do Pantanal: sempre em harmonia

    O Pantanal é famoso pelos seus animais, mas a vegetação é igualmente fascinante. A região é um mosaico de ecossistemas, com campos alagados sazonalmente, savanas, florestas e habitats aquáticos.

    Essa diversidade permite que plantas como o carandá, o ipê e espécies aquáticas como o aguapé prosperem e convivam em harmonia com os animais do Pantanal.

    Espécies de plantas de destaque no Pantanal:

    • Buriti (Mauritia flexuosa): palmeira de frutos comestíveis; se dá bem em solos úmidos.
    • Aroeira (Schinus terebinthifolia): árvore medicinal de frutinhos rosados.
    • Cambará (Vochysia divergens): comum nas matas alagadas, ajuda na regeneração.
    • Capim-sucuriú (Paspalum spp.): capim nativo, essencial para os herbívoros.
    • Guanandi (Calophyllum brasiliense): árvore que gosta de umidade e estabiliza o solo.
    A large Pink Ipê tree stands in full bloom in a field, highlighting the beauty of Pantanal flora.
    .

    Essas plantas oferecem alimento e abrigo para os animais e ainda têm um papel essencial na regulação do ciclo da água e na filtragem de poluentes. Juntas, fauna e flora se sustentam em perfeita sintonia, tornando o Pantanal um ecossistema muito resiliente do ponto de vista ecológico.

    Qual a melhor época para visitar o Pantanal?

    A melhor época para observar a vida selvagem vai de maio a outubro, quando a estação seca reduz o nível da água e os animais se concentram nas lagoas e rios que restam. Isso torna bem mais frequentes os avistamentos de onças-pintadas, capivaras, jacarés e aves.

    Durante a estação chuvosa (novembro a março), a paisagem fica verde e exuberante. A observação de aves é especialmente gratificante nesse período, mas o acesso às áreas mais remotas pode ser mais difícil.

    An aerial view captures the vast Pantanal wetlands and lagoons illuminated by a sunset.
    Photo: Leo Mercon

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar o Pantanal?

    Como chegar ao Pantanal?

    O Pantanal se divide em duas grandes regiões de acesso: Norte e Sul. Para conhecer o Pantanal Norte, voe até Cuiabá (Mato Grosso) e siga de carro até áreas como Poconé e Porto Jofre. Para explorar o Pantanal Sul, voe até Campo Grande (Mato Grosso do Sul), com acesso a regiões como Miranda e Aquidauana.

    A partir de qualquer uma dessas bases, você chega aos ecolodges e às reservas de veículo 4×4, de barco ou de avião pequeno. Os traslados costumam ser organizados pelas operadoras de turismo ou pelas hospedagens.

    👉 Leia mais: Como chegar ao Pantanal, no Brasil

    Pantanal Norte ou Sul: qual região é melhor para ver a fauna?

    O Pantanal Norte é mais conhecido pelos avistamentos de onça-pintada e pelos safáris de barco ao longo do rio Cuiabá. É ideal para fotógrafos, profissionais ou amadores.

    O Pantanal Sul oferece mais safáris terrestres de 4×4 ou a cavalo e é ótimo para uma variedade maior de mamíferos, aves e répteis. Também é mais fácil de acessar o ano todo, graças à infraestrutura melhor.

    Vale lembrar: apesar de o Pantanal ser um dos melhores lugares do mundo para observar a vida selvagem, continua sendo natureza, então nenhum avistamento é 100% garantido. E é justamente isso que torna cada momento tão autêntico e especial!

    👉 Leia mais: Pantanal Norte ou Sul: qual você deve visitar?

    Venha admirar os animais do Pantanal com a PlanetaEXO!

    Percebeu como a vida selvagem do Pantanal é incrível? Seja para ver uma onça-pintada atravessando um rio a nado ou para descobrir a pé plantas e animais raros, esse destino oferece experiências como nenhum outro.

    Você pode ver todas essas maravilhas com os próprios olhos viajando com a PlanetaEXO, especialista em viagens para o Pantanal. Ao trabalhar com os melhores operadores locais, transformamos a sua viagem dos sonhos em realidade. Fale com a gente agora!

    👉 Conheça nossos passeios de safári e vida selvagem no Brasil

  • Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Não sabe qual é a melhor época para viajar para a Amazônia? Este guia ensina tudo sobre as estações da floresta e ajuda você a planejar as próximas férias!

    Com duas estações muito bem definidas (época de cheia e época de seca), a melhor época para visitar a Amazônia depende do que você procura na Floresta Amazônica. É um destino para o ano inteiro, mas alguns períodos favorecem certas atividades mais do que outros.

    O calor está presente o ano inteiro, mas é na umidade que você deve prestar atenção, afinal, é uma floresta tropical. A chuva costuma aparecer todos os dias, mas há momentos específicos em que as tempestades ficam mais frequentes. E não se preocupe: sua experiência não vai ser prejudicada!

    Para ajudar no planejamento das suas férias, o PlanetaEXO, plataforma especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia sobre quando ir para a Amazônia e reservar sua viagem. Confira abaixo!

    Visitar a Amazônia na época de cheia

    Dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril e maio

    A época de cheia é quando as chuvas são mais intensas, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica um pouco mais ameno, com temperatura média de 25,8 ºC (78 ºF).

    As tempestades atingem a floresta todos os dias, mas sua viagem não vai ser prejudicada, já que elas duram cerca de uma hora por dia. Quando o céu abre, você pode retomar as atividades ao ar livre e aproveitar o passeio.

    Outro destaque impressionante da estação chuvosa são os igapós. A chuva intensa faz com que algumas áreas da floresta fiquem inundadas. Dependendo do nível dos rios, a água pode chegar a até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto os animais aquáticos quanto os humanos.

    Large Samauma tree with buttress roots submerged in the dark waters of the flooded Amazon forest.
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    O inverno amazônico

    Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (de dezembro a março) atinge os estados do Norte.

    Apesar do nome, a estação não tem a ver com temperatura, que continua alta como sempre, e sim com a intensidade das chuvas, que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que o volume de chuva que normalmente cairia em um mês inteiro caia em dois ou três dias.

    Esse fenômeno acontece por alguns motivos:

    • Ausência de estações bem definidas no Norte
    • Oscilação de uma faixa de nuvens sobre a linha do Equador
    • Transporte de umidade vindo do Atlântico Norte
    • Fenômenos climáticos específicos, como o La Niña

    Nada disso prejudica a sua experiência de viagem, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras nesse período, como detalhamos a seguir.

    O que fazer durante a época de cheia na Amazônia?

    Esta é a estação perfeita para os roteiros aquáticos. Por causa das chuvas fortes, você não caminha pela floresta, você navega por ela:

    • Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre copas de árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
    • Observação de fauna: Os animais terrestres costumam subir para as copas quando a floresta inunda, o que facilita muito avistar preguiças e macacos. Várias espécies de aves e os famosos botos-cor-de-rosa também aparecem com frequência.
    • Destinos para a época de cheia na Amazônia: o Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar nesse período. Explore labirintos de água, admire a fauna e participe de passeios de canoa.
    • Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma ótima forma de viver a natureza sob uma perspectiva totalmente nova.
    Tourist navigating a canoe through the green canopy of the flooded Amazon rainforest looking up at the trees.
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    👉 Leia mais: Cruzeiro na Amazônia

    Visitar a Amazônia na época de seca

    Junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro

    Entre junho e novembro, a época de seca deixa a temperatura mais quente, com média de 27,9 ºC (82 ºF). Ainda chove, mas com menos frequência e menor volume de água. Isso permite que as cheias escoem, liberando várias trilhas que antes estavam submersas, embora ainda exista uma quantidade considerável de áreas alagadas.

    Menos chuva também significa rios mais baixos e uma visão melhor de diferentes espécies de peixes e até dos botos-cor-de-rosa. Quando a água baixa, os animais aquáticos ficam com menos espaço para nadar, então se concentram em zonas menores.

    Fique atento: de outubro a dezembro, as secas prolongadas estão ficando mais frequentes, o que faz os rios encolherem, limita o acesso a algumas áreas e pode reduzir os encontros com certas espécies de animais e plantas. A expectativa é que os rios comecem a subir aos poucos em novembro e dezembro. As condições melhoram bastante em janeiro, então a recomendação é reservar o seu tour a partir desse mês.

    Young boy standing at the entrance of a mossy cave exploring the Amazon jungle.
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    O que fazer durante a época de seca na Amazônia?

    Os roteiros por terra são o destaque da época de seca, mas ainda dá para fazer ótimas atividades aquáticas:

    • Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para curtir praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimas opções.
    • Trilhas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas leves ou longas travessias pela floresta, incluindo cavernas e cachoeiras, além de acampamentos e caminhadas noturnas.
    • Focagem noturna: Como a área alagada diminui drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos rios principais e dos lagos que restam. À noite, a “focagem” (apontar lanternas para os olhos deles) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com um pouco de sorte, você também pode ver outras criaturas noturnas.
    • Cruzeiros fluviais na Amazônia: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis da Amazônia, porque dá para aproveitá-los tanto na época de cheia quanto na época de seca.
    Silhouette of a person doing a yoga tree pose on an Amazon river beach at sunset.
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    👉 Leia mais: Melhores Lugares para Visitar na Amazônia, no Brasil

    Alta e baixa temporada na Amazônia, no Brasil

    A alta temporada é a época do ano em que mais gente visita um determinado destino. O aumento da procura não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar pontos como preços mais altos, mais visitantes e menor disponibilidade nos melhores hotéis na Amazônia.

    Estes costumam ser os meses mais movimentados:

    • Dezembro e janeiro: feriados, férias e recessos de trabalho e escola fazem as pessoas viajarem mais.
    • Fevereiro: o Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Depois de quatro dias de festa, o movimento turístico na Amazônia tende a crescer (normalmente na segunda metade de fevereiro, dependendo do calendário do ano).
    • Junho, julho e agosto: período de férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e da Europa.
    Two squirrel monkeys sitting on a tree branch grooming each other in the jungle.
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    A baixa temporada acontece nos meses que não citamos acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, essa é a melhor época na Amazônia!

    O clima da Floresta Amazônica

    A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Cada um deles, claro, tem suas próprias características, opções de viagem e padrões de clima.

    Para ajudar você a decidir qual é o melhor mês para ir à Amazônia, confira os widgets abaixo e veja como está o clima agora nesses lugares.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Manaus, Amazonas

    Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior parte, cerca de 29% da Amazônia brasileira, chegando a 1.450.000 km². É maior que o Peru inteiro (1.285.216 km²)!

    Por isso o Amazonas é o destino mais procurado por quem quer mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né?

    Belém, Pará

    O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. Aqui a Amazônia ocupa uma área menor, com “apenas” 930.000 km². É quase do tamanho da Tanzânia (947.303 km²), na África.

    Veja abaixo como está o clima agora em Belém, a capital do Pará.

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Alta Floresta é uma cidade de Mato Grosso com mais de sessenta e dois mil habitantes, no norte do estado e no sul da Amazônia. Aqui a floresta ocupa 470.000 km², maior que o território da Califórnia (423.967 km²).

    Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:

    A melhor época para visitar a Amazônia no Brasil é quando você quiser!

    Como é um destino para o ano inteiro, a Amazônia oferece experiências incríveis em qualquer período, e a melhor época para visitar a Amazônia depende só da sua agenda e das suas preferências.

    Agora é só escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajuda com tudo o que você precisar para transformar as suas férias em um dos melhores momentos da sua vida. Fale com a gente agora!

  • Pantanal ou Amazônia: qual escolher?

    Pantanal ou Amazônia: qual escolher?

    Dois biomas brasileiros incríveis: o Pantanal abriga onças-pintadas e outros animais fantásticos, enquanto a Floresta Amazônica proporciona experiências únicas na selva

    Na hora de planejar uma aventura pelas paisagens mais selvagens do Brasil, dois destinos costumam vir à mente: o Pantanal ou a Amazônia. Os dois são potências ecológicas transbordando biodiversidade, mas oferecem experiências bem diferentes.

    Aerial view of a tour boat navigating a winding river through the lush green landscape of the Amazon.
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    Comparar roteiros lado a lado não basta, já que os dois destinos estão entre os biomas mais ricos do planeta em biodiversidade e beleza intocada. Cada um a seu jeito, eles oferecem atividades incríveis para quem quer se conectar com a natureza na sua forma mais exuberante.

    Tourists watching a jaguar resting on a tree branch during a wildlife safari tour in the Pantanal.
    Photo: @larissa_pantanal

    Especialista em pacotes para o Pantanal e em viagens para a Amazônia no Brasil, a PlanetaEXO montou um guia para te ajudar a escolher onde passar as próximas férias. Confira abaixo!

    O Pantanal fica na Amazônia?

    Não, o Pantanal não faz parte da Floresta Amazônica. Apesar de serem biomas vizinhos no Brasil, têm ecossistemas bem diferentes.

    Espalhado pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é considerado a maior planície alagável do mundo.

    Já a Amazônia é a maior floresta tropical do planeta, presente em oito estados diferentes: Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Maranhão.

    Safári no Pantanal: a melhor observação de vida selvagem

    Se o seu sonho é ver animais de perto, o Pantanal é o destino perfeito. Além da fauna riquíssima, as paisagens abertas tornam muito mais fácil avistar os bichos no habitat natural do que em qualquer outro lugar do Brasil.

    De barco ou de 4×4, o safári no Pantanal garante algumas das melhores experiências de observação de vida selvagem do mundo. Com guias experientes que conhecem os lugares certos para encontrar os animais, você pode ver capivaras, ariranhas, jacarés, araras e muito mais.

    Silhouette of a capybara with birds perched on its back against a vibrant orange sunset in the Pantanal.
    Photo: Ondrej Prosicky

    Todas as espécies fascinam, mas dá para dizer que o maior felino das Américas é a estrela do show. A região Norte, principalmente perto da cidade de Porto Jofre, é considerada o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas.

    A abundância de vida selvagem é um diferencial e tanto do Pantanal em relação a outros biomas. As viagens pela selva amazônica no Brasil são ótimas para uma imersão total na natureza, mas avistar animais por lá exige mais paciência e uma pitada de sorte.

    Close-up of a jaguar engaging in natural camouflage amidst dense foliage in the Brazilian wetlands.
    Photo: Felipe Castellari

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    A imensidão da Floresta Amazônica

    A Floresta Amazônica é um mar de verde sem fim. Com árvores que passam dos 40 metros de altura, a floresta forma um ambiente fechado e úmido onde a luz do sol mal chega ao chão e onde vivem milhares de espécies de plantas e animais.

    Caminhar pela Amazônia é quase místico. Sons e aromas diferentes se misturam à grandiosidade da mata e a uma sensação constante de mistério. Essa atmosfera faz qualquer um sentir o poder acolhedor, mas implacável, da natureza.

    A traveler stands at the base of a massive tree trunk wrapped in vines, gazing up into the dense, green canopy of the Amazon rainforest.
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    Ao participar de passeios pela Amazônia no Brasil, o viajante percebe a importância dos rios, que ditam o modo de vida local como verdadeiras estradas naturais: conectam as comunidades ribeirinhas e dão acesso às partes mais profundas da floresta.

    Negro, Solimões e Amazonas são apenas alguns dos rios que cortam a vegetação e formam igarapés (pequenos cursos d'água), igapós (florestas alagadas) e paisagens de valor incalculável para a fauna, a flora e os moradores.

    A pink river dolphin surfaces to breathe, showing its distinct color against the dark, black waters of the Rio Negro.
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    A vida selvagem é rica, mas discreta. Fora os botos-cor-de-rosa, a maioria dos animais vive nas copas das árvores, se camufla na mata ou só aparece à noite. O foco aqui é a imersão: sentir o cheiro da terra molhada, ouvir a música da natureza, respirar ar puro e entender o privilégio de estar cercado pelo ecossistema mais complexo do planeta.

    👉 Conheça nossos pacotes: viagens para a Floresta Amazônica no Brasil

    Experiências na Amazônia e no Pantanal

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são espetaculares. Não existe destino melhor, existe a melhor opção para o seu perfil.

    Enquanto a Amazônia impressiona pela imensidão da mata fechada, pelos rios caudalosos e pelo som constante da selva, o Pantanal encanta com seus campos alagados, a vegetação aberta e o espetáculo da vida selvagem à vista. Apesar dos contrastes, esses dois destinos selvagens representam a riqueza da biodiversidade brasileira e do turismo sustentável.

    Além de entender o que torna cada bioma tão especial, vale destacar como essas diferenças moldam cada experiência.

    Two jaguars grooming each other in their natural habitat in the Pantanal.
    @matthias_kern_photography

    Atividades nos passeios pelo Pantanal

    Reserve sua viagem ao Pantanal se você curte:

    • Safári fotográfico: explore a planície de barco ou de 4×4 para avistar alguns dos animais brasileiros mais bonitos, como onças-pintadas, tamanduás, antas, tucanos e muitos outros.
    • Observação de aves: fique de olho para avistar aves nativas, como tucanos, araras e o enigmático tuiuiú.
    • Cavalgada: embrenhe-se pela planície alagada a cavalo, como um verdadeiro pantaneiro.
    • Trilhas: acompanhado por guias qualificados, caminhe pelos campos abertos e mergulhe na natureza.
    • Passeios de barco e pesca esportiva (pesque e solte): descubra a planície em passeios de barco e fisgue espécies típicas do Pantanal, como o pacu e o dourado.
    • Vida na fazenda: algumas pousadas são, na verdade, sedes de fazenda adaptadas, mas o dia a dia ainda gira em torno da cultura do campo, da qual os hóspedes podem participar à vontade.
    • Amanheceres e entardeceres de cinema: o céu aberto de horizonte a horizonte rende cenas que ficam na memória quando o dia nasce ou o sol se põe.

    Fique atento: os roteiros mudam bastante entre o Pantanal Norte e o Sul. Conheça as diferenças das duas regiões antes de fechar a sua viagem!

    Group of tourists horseback riding through the Pantanal wetlands guided by local experts.

    Atividades nos passeios pela Amazônia

    Planeje suas férias na Amazônia se você não vive sem:

    • Caminhadas na floresta: mergulhe na mata em trilhas com guias experientes para explorar a fauna, a flora e as tradições locais.
    • Cruzeiros fluviais: embarcações de alto padrão proporcionam uma navegação única pelos rios dos parques nacionais de Anavilhanas e Jaú.
    • Passeios de barco: percorrer os igarapés e igapós em barcos menores e canoas é uma das atividades mais autênticas da floresta.
    • Expedições noturnas: os animais (jacarés, cobras, sapos, corujas…) circulam com mais liberdade quando a noite cai, o que torna esse o momento ideal para observar a vida selvagem na Amazônia.
    • Encontro com botos-cor-de-rosa: ao contrário dos outros animais nativos, os icônicos botos-cor-de-rosa não são tímidos e costumam aparecer nos passeios de barco pelos rios Solimões e Negro.
    • Hospedagem na floresta e em casas flutuantes: estadias rústicas ou sofisticadas, sempre integradas à natureza.
    • Visita a comunidades ribeirinhas e indígenas: contato com culturas locais, culinária tradicional, artesanato e até cerimônias conduzidas por líderes indígenas.

    👉 Leia mais: O que fazer na Floresta Amazônica no Brasil

    Indigenous men playing traditional wind instruments during a cultural ceremony in the Amazon.

    Como chegar ao Pantanal e à Amazônia no Brasil?

    O Pantanal e a Floresta Amazônica ficam em regiões remotas, com desafios logísticos que influenciam diretamente a experiência do turista. Mas, com o crescimento do ecoturismo no Brasil e a melhora da infraestrutura local, essas viagens estão cada vez mais acessíveis.

    Dividido entre Norte e Sul, o Pantanal é acessado por Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), capitais ligadas às pousadas e fazendas por estradas de terra. A estação seca (maio a outubro) é uma ótima época para observar a fauna e curtir atividades ao ar livre, já que o nível da água baixa.

    👉 Leia mais:

    Two open-air safari vehicles stopping on a dirt road to observe a jaguar lying on the ground.

    Se o destino é a Amazônia, o trajeto depende das áreas que você vai visitar. Manaus, capital do Amazonas, é a principal porta de entrada para as florestas, com voos diretos das principais cidades brasileiras, mas também há passeios nos estados do Pará e de Mato Grosso.

    O nível dos rios varia muito entre a estação chuvosa e a seca, então as atividades mudam conforme a época do ano. A estação chuvosa (dezembro a maio) é a melhor para remar de canoa, enquanto a estação seca (junho a dezembro) permite caminhadas mais longas.

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    Tourists on a small motorized canoe navigating an Amazon river at twilight.

    Sustentabilidade e impacto local

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são biomas de importância global para a conservação ambiental. O turismo sustentável tem se mostrado uma ferramenta poderosa para preservar essas regiões e apoiar as comunidades locais.

    Ao escolher hospedagens responsáveis, contratar guias locais, optar por operadoras com práticas sustentáveis e participar de atividades voltadas à educação ambiental, o turista contribui diretamente para manter as comunidades e fortalecer a biodiversidade.

    An ecotourism guide holding binoculars standing next to an Onçafari project vehicle.

    Iniciativas de ecoturismo, como as pousadas ecológicas na Amazônia ou as fazendas adaptadas no Pantanal, ajudam a gerar renda para as populações locais e criam alternativas ao desmatamento, à caça ilegal e à exploração predatória dos recursos naturais.

    Priorizar experiências que respeitam o ritmo da natureza, limitam o número de visitantes e assumem o compromisso com práticas sustentáveis é essencial para garantir que essas paisagens continuem existindo para as próximas gerações.

    A woman holding a native tree sapling for a sustainability and reforestation project in the Amazon.

    👉 Saiba mais e apoie:

    Afinal, você deve escolher a Floresta Amazônica ou o Pantanal?

    Vá para o Pantanal se quer observar a fauna com mais facilidade, paisagens abertas e experiências no estilo safári; escolha a Amazônia se procura uma exploração imersiva na selva, encontros culturais e a sensação de estar no meio de uma floresta tropical.

    Melhor ainda: planeje uma viagem aos dois destinos, já que cada um revela um lado diferente da natureza selvagem do Brasil.

    Aqui não tem escolha errada, só tipos diferentes de aventura!

    Travelers using binoculars to spot wildlife while hiking through the Amazon jungle.
    Photo: Samuel Melim

    Viaje para o Pantanal ou a Amazônia com a PlanetaEXO

    A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal e em expedições pela Amazônia no Brasil, então por que escolher só um destino se você pode conhecer os dois?

    Trabalhamos com as melhores operadoras locais para garantir uma experiência de viagem diferente de tudo. Da reserva ao roteiro, nosso time acompanha você em cada etapa. Fale com a gente agora!

  • O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    Os lodges na Amazônia oferecem estadias confortáveis, serviços de alto padrão e imersão total na natureza

    Visitar a Floresta Amazônica está na lista de desejos de viajantes do mundo inteiro. Ainda assim, muita gente se pergunta se um ambiente tão selvagem é o lugar certo para esquecer o trabalho e as responsabilidades que ficaram em casa. A aventura é garantida, mas e o descanso?

    Felizmente, os melhores hotéis de selva da Amazônia no Brasil oferecem infraestrutura incrível em plena floresta, além de serviços premium e roteiros personalizados. O resultado é uma estadia de alto padrão que prova uma coisa: ecoturismo e conforto combinam perfeitamente.

    Precisa de uma mão para planejar a viagem? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou uma lista com opções de hospedagem incríveis. Confira abaixo!

    Cristalino Lodge

    Tourists stand on an observation tower above the canopy at Cristalino Lodge, a top Amazon rainforest hotel.
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    O Cristalino Lodge fica em uma reserva natural privada no sul da Amazônia. Com as melhores estadias e protocolos rígidos de preservação da floresta, é considerado um dos ecolodges mais notáveis do mundo pela National Geographic.

    A RPPN Cristalino (Reserva Particular do Patrimônio Natural) é a segunda maior reserva privada da floresta, com 27.000 acres, o dobro da ilha de Manhattan (NY). A fauna rica chama atenção: são mais de 600 espécies de aves e dezenas de mamíferos, incluindo macacos, ariranhas, catetos e antas.

    Se você ama observação de aves, ou de qualquer outro tipo de fauna, vai se apaixonar pelas torres de observação de 50 metros (164 pés), que abrem uma vista e tanto da floresta. O nascer e o pôr do sol vistos dessa altura ficam para sempre na memória!

    Depois de um dia inteiro de trilha ou canoagem nos rios Teles Pires e Cristalino, os hóspedes voltam para instalações de luxo, com bangalôs sofisticados e áreas comuns elegantes (salas de leitura e conferências, restaurante de cozinha local, bar e o querido deck flutuante).

    • Localização: Alta Floresta, Mato Grosso
    • Acesso: 40 minutos de carro a partir de Alta Floresta + trajeto de barco
    Lounge chairs and green umbrellas on the floating deck at Cristalino Lodge, an amazing Amazon eco lodge in Brazil.
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    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Anavilhanas Jungle Lodge

    A refined bungalow with a thatched roof and a hammock on the balcony at Anavilhanas Jungle Lodge in Brazil.
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    O Anavilhanas Jungle Lodge já poderia ser um dos melhores hotéis de selva na Amazônia só pela localização, no coração do Parque Nacional de Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Mas este lugar extraordinário reserva muito mais.

    Viva momentos inesquecíveis nas atividades cheias de aventura, como trilhas, passeios de barco, pesca esportiva, expedições noturnas, exploração de cavernas, passeios ao pôr do sol e por aí vai. Fique de olho para avistar jacarés, araras coloridas, botos simpáticos e outras criaturas fascinantes!

    Na parte de estrutura, este hotel de selva na Amazônia tem de tudo: bangalôs e chalés refinados com TV, frigobar, ar-condicionado, Wi-Fi, chuveiro quente e varandas privativas com vista panorâmica.

    Você ainda pode nadar na piscina, treinar na academia, relaxar com uma massagem, provar pratos brasileiros deliciosos ou tomar um drink no bar flutuante. Quem diria que a Amazônia podia ser tão luxuosa?

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A woman relaxes on a wooden floating deck over the river at Anavilhanas Jungle Lodge, one of the best Amazon lodges in Brazil.
    Photo: Felipe Castellari

    Juma Amazon Lodge

    High-end bungalows built on tall stilts over the river at Juma Amazon Lodge, a premier Amazon jungle lodge in Brazil.
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    Quando o assunto é hotel de selva em Manaus, o Juma Amazon Lodge é parada obrigatória para quem ama a natureza.

    Apoiado em práticas sustentáveis, como energia solar, tratamento de efluentes e reciclagem, o Juma é ecológico sem abrir mão de uma experiência de alto padrão. As acomodações ficam sobre palafitas de quase 15 metros (49 pés) de altura. Os bangalôs lindos ficam na copa das árvores, o que garante uma experiência imersiva e ainda protege da água nas cheias sazonais.

    Aproveite as áreas comuns do hotel: tome um drink no bar, saboreie pratos tradicionais brasileiros no restaurante, nade na piscina ou pegue um sol no deck flutuante.

    Com sede de aventura? Encare trilhas pela selva, suba em árvores, pesque piranhas, reme de canoa pelos rios amazônicos, entre nas expedições noturnas, visite comunidades indígenas e curta outras atividades que aceleram o coração!

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    • Localização: Autazes, Amazonas
    • Acesso: 45 minutos de barco a partir de Manaus + 1 hora de carro + 1 hora de barco
    A floating deck and pool illuminated at night at Juma Amazon Lodge in the Amazon rainforest.
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    Mirante do Gavião

    The unique wooden architecture of Mirante do Gavião lodge illuminated at dusk, representing one of the best Amazon jungle lodges in Brazil.
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    Você vai ficar de queixo caído ao ver o Mirante do Gavião de perto. O projeto de arquitetura marcante usa estruturas de madeira que lembram as asas de uma ave de rapina. É um aceno ao nome do lodge: o mirante de onde o gavião observa a floresta. Sacada inteligente, né?

    São três tipos de acomodação (Premium, Luxury e Tree House), e cada quarto vem com ar-condicionado, camas confortáveis, banheiro espaçoso e frigobar. Dependendo da categoria, você ainda encontra varandas privativas, redes e banheiras de hidromassagem.

    Quer um pouco de ação? Sem problema! Este ecolodge tem atividades de sobra: trilhas, trilhas aquáticas, passeios noturnos para avistar animais, canoagem, exploração de cavernas e visitas a vilarejos e comunidades indígenas.

    Quando não estiver explorando a floresta, você pode se divertir na sala de jogos, relaxar na área de bem-estar, cair na piscina ou saborear um prato feito com ingredientes frescos e locais no Camu-Camu, o restaurante fine dining do lodge.

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A luxury room with a large glass window facing the forest at Mirante do Gavião in the Amazon rainforest.
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    👉 Leia mais: Os melhores cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    Uakari Lodge

    Floating bungalows on the river water at Uakari Lodge, an immersive Amazon rainforest lodge experience.
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    Não existe nada como o Uakari Lodge. Erguido com segurança sobre palafitas no meio da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, ele flutua sobre as águas do rio, o que aprofunda a sensação de imersão total na natureza. Um dos melhores hotéis de selva da Amazônia brasileira, o lodge foi incluído pela Lonely Planet numa lista de experiências imperdíveis na floresta.

    As práticas sustentáveis do Uakari não miram só o meio ambiente (energia solar, captação de água da chuva, reciclagem…): elas também chegam às comunidades. Operado pelo Instituto Mamirauá e por lideranças locais, este hotel da Floresta Amazônica gera renda para grupos ribeirinhos e cria incentivos para a conservação dos recursos naturais da região.

    E tem mais: as acomodações são um espetáculo à parte. A estrutura flutuante reúne cinco bangalôs com duas suítes cada, todos voltados para o rio, com vistas incríveis da floresta. Fora dos quartos, os hóspedes aproveitam as ótimas áreas comuns (deck, restaurante, bar, sala de vídeo e até uma biblioteca).

    O roteiro reúne uma grande variedade de atividades: passeios noturnos, trilhas, pescaria, visitas a vilarejos, canoagem, passeios de barco para observar a fauna e muito mais!

    • Localização: Tefé, Amazonas
    • Acesso: Voo de Manaus a Tefé + 1 hora e 30 minutos de barco
    A wooden deck with comfortable sofas overlooking the floating bungalows and river at Uakari Lodge in Brazil.
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    Amazon Turtle Lodge

    Aerial view of Amazon Turtle Lodge located by the river and deep inside the Brazilian Amazon rainforest.
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    Procurando algo mais em conta? O Amazon Turtle Lodge é uma excelente pousada de selva para quem quer gastar menos. Mas não se engane: preço amigável não significa abrir mão das experiências mais incríveis na floresta!

    Perto do Rio Guaporé, a localização é perfeita para mergulhar de cabeça na natureza. Charmoso e pitoresco, o lodge tem três tipos de bangalô: Rustic, Masonry e Superior, todos com camas confortáveis, ar-condicionado e banheiro privativo. Você também pode fazer as refeições no restaurante, tomar um drink no bar ou se divertir na sala de jogos e no espaço de TV.

    A lista generosa de atividades é outro motivo para este ser um dos ecolodges mais marcantes da Amazônia brasileira: caiaque, stand-up paddle, canoagem, trilhas, observação de aves, busca por fauna, pesca de piranha, passeio de barco até o Encontro das Águas, visita ao mercado de frutas local (Ceasa) e volta pelos vilarejos vizinhos.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3h30 de Manaus (estrada + barco)
    A comfortable and affordable bungalow bedroom with two beds at Amazon Turtle Lodge in Brazil.
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    Dolphin Lodge

     Aerial view of Dolphin Lodge showing its floating deck, boats, and chalets surrounded by the Amazon forest.
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    Fazendo jus ao nome, o Dolphin Lodge fica em uma área preservada onde é comum avistar botos, além de jacarés, macacos, aves e outras espécies belíssimas.

    Levando o ecoturismo a outro patamar, as ações sustentáveis são parte central do lugar: contratação de moradores locais, excursões de baixo impacto ambiental, reciclagem, uso reduzido de plástico e protocolos para proteger a fauna.

    O hotel tem seis chalés em terra firme e quatro bangalôs no Rio Memori, todos com vistas de tirar o fôlego. Os hóspedes relaxam na palhoça com redes e provam a comida brasileira preparada todos os dias pela equipe da cozinha.

    Entre as atividades estão trilhas na selva, observação da fauna, pescaria, passeios de barco, aulas de sobrevivência, camping na floresta e visitas a comunidades locais.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    Wooden chalets with thatched roofs connected by a walkway at Dolphin Lodge, a great Amazon rainforest hotel.
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    Quanto custa se hospedar em um hotel de selva na Amazônia?

    O custo médio para se hospedar em um hotel de selva na Amazônia é de R$ 11.000 por pessoa. Mas atenção: os preços variam conforme a categoria da acomodação, a temporada, a duração da viagem etc.

    Veja mais informações sobre as melhores pousadas na Amazônia:

    LODGE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cristalino Jungle Lodge Estadia de alto padrão, perto dos rios Cristalino e Teles Pires, torres de observação para ver aves e fauna, trilhas, canoagem e passeios de barco. 5 dias R$ 17.470
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia sofisticada, expedições (Anavilhanas, Rio Negro e Cavernas do Madadá), observação da fauna, trilhas, canoagem, passeios de barco, pescaria e aulas de arco e flecha. 6 dias R$ 16.670
    Juma Amazon Lodge Estadia confortável, passeios noturnos, trilhas, canoagem, pescaria, contemplação do nascer do sol, árvores de sumaúma e visitas a comunidades locais. 5 dias R$ 11.255
    Mirante do Gavião Estadia de luxo, expedições em Anavilhanas e no Rio Negro, trilhas, passeios noturnos, observação da fauna, trilhas aquáticas, contemplação do pôr do sol e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 12.545
    Uakari Lodge Ecolodge flutuante (Reserva Mamirauá), trilhas, canoagem, interação com botos, passeios noturnos, pescaria e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 5.945
    Amazon Turtle Lodge Estadia acessível, trilhas, canoagem, pescaria, observação de aves, passeios ao pôr do sol, Encontro das Águas e visitas a comunidades caboclas. 3 dias4 dias5 dias R$ 3.095
    Dolphin Lodge Encontro das Águas, trekking na selva, safári noturno, contemplação do nascer do sol e visitas a comunidades locais. 3 dias4 dias5 dias R$ 2.228 US$ 425

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 12 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Conheça os melhores hotéis de selva na Amazônia com o PlanetaEXO

    Viu como você não precisa escolher entre aventura e conforto? Com essas pousadas na Amazônia cheias de estrutura, dá para ter o melhor dos dois mundos numa só viagem!

    Especialista em viagens para a Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com operadores locais respeitados e seleciona a dedo os melhores roteiros para experiências sustentáveis e prazerosas em alguns dos lugares mais bonitos do país. Fale com a gente agora!

  • Melhor época para visitar o Pantanal

    Melhor época para visitar o Pantanal

    Por ser um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, vale a pena saber tudo sobre as estações e o clima antes de planejar a sua viagem ao Pantanal!

    De acordo com o nosso guia de viagem do Pantanal, a melhor época para visitar o Pantanal é de maio a outubro, período que abrange as estações intermediária e seca. Mesmo assim, este é um destino para o ano inteiro, já que cada estação traz oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante transformação.

    Assim como acontece em outras áreas alagadas pelo mundo, a subida e a descida anuais do nível da água no Pantanal sustentam todo o seu sistema ecológico. Embora o clima da região e o comportamento da fauna sejam fortemente influenciados por essas estações, elas vêm ficando mais imprevisíveis a cada dia por causa das mudanças climáticas, o que pode gerar variações nas previsões.

    Three Hyacinth Macaws flying in formation against a clear blue sky, a common sight during a Pantanal safari trip.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    Por isso, a PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, preparou um guia completo para você entender as estações e o clima desse lugar incrível. Veja mais abaixo!

    As estações e o clima do Pantanal mês a mês

    O Pantanal tem quatro estações principais bem definidas: chuvosa, úmida, intermediária e seca.

    Por causa da sua localização no planalto brasileiro, as temperaturas se mantêm relativamente estáveis o ano todo, com média de 27°C (80°F). Neste guia, a gente explica as diferenças entre cada estação e a melhor época para reservar o seu safári no Pantanal.

    👉 Conheça o nosso safári e vida selvagem no Brasil

    Estação chuvosa no Pantanal (novembro e dezembro)

    A estação chuvosa começa em novembro e vai até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e pintando a paisagem de um verde vibrante. É o início do ciclo de regeneração: a flora cresce e a fauna volta a se espalhar.

    A fartura de comida atrai centenas de espécies de aves, que aproveitam para ensinar os filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são vistos com frequência, mas os avistamentos de mamíferos ficam mais raros.

    A temperatura média em novembro e dezembro no Pantanal fica entre 23°C e 28°C (73°F a 82°F), com a umidade subindo à medida que as chuvas chegam.

    An aerial view of a boat navigating through lush green waterways during the wet season, the best time to visit the Pantanal for landscape photography.
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    Estação úmida no Pantanal (dezembro, janeiro, fevereiro e março)

    A estação úmida no Pantanal também é marcada pelas chuvas. Nesse período, as planícies alagam e os rios transbordam, criando um imenso ambiente aquático.

    Janeiro e fevereiro no Pantanal são os meses de mais chuva da estação, deixando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É a época ideal para explorar o bioma de barco, já que os cursos d'água se expandem e dão acesso a áreas remotas.

    A fauna, que inclui jacarés, capivaras e incontáveis espécies de aves, prospera nesse ambiente, mas o acesso a algumas áreas pode ficar limitado por causa do nível alto das águas.

    Com a umidade alta, a temperatura média na estação úmida varia de 24°C a 29°C (75°F a 84°F).

     A jaguar leaping from a log into the water, capturing the intense wildlife action seen on Pantanal tours.
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    Estação intermediária no Pantanal (abril, maio e junho)

    De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação úmida para a seca. Conforme o nível da água começa a baixar e mais terra fica exposta, os animais que tinham se espalhado com a cheia voltam para as planícies.

    É um ótimo momento para observação de aves, já que muitas espécies se reúnem ao redor das águas que restam. A paisagem começa a secar, mas a vegetação continua verde e exuberante, criando um belo contraste visual.

    Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno, que deixa as expedições noturnas ainda mais gostosas. Em maio, as temperaturas ficam constantemente agradáveis, ótimas para o melhor safári no Pantanal durante o dia!

    As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C (72°F a 81°F), garantindo um clima levemente fresco, mas confortável para explorar.

    A capybara resting on the grass near a caiman by the water's edge, typical of the diverse wildlife in the Pantanal wetlands.
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    Estação seca no Pantanal (julho, agosto, setembro e outubro)

    A estação seca é provavelmente a melhor época para observar a vida selvagem. Conforme as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se concentrar em torno dos poucos pontos de água que sobram, o que facilita o avistamento.

    Agosto, em especial, é conhecido pelos céus limpos e pouquíssima chuva, ideal para safáris e passeios fotográficos. Também é uma ótima época para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas deixam a exploração mais acessível.

    A temperatura média nesse período varia de 20°C a 26°C (68°F a 79°F), o que a torna a estação mais agradável para atividades ao ar livre.

    A traveler horseback riding through shallow wetlands, a popular activity when exploring the Pantanal.
    Photo: VisitMS

    Qual a melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal?

    No Pantanal Norte, que é onde ver onças-pintadas no Pantanal como em nenhum outro lugar do mundo, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios assim que o nível da água baixa: entre a estação intermediária (maio a junho) e seguem se reunindo até outubro, durante a estação seca.

    Isso aumenta muito as chances de avistar onças e, por isso, muita gente considera essa a melhor época para ir ao Pantanal, aproveitando momentos e tanto nos safáris de barco em Porto Jofre para observar esses animais magníficos no seu habitat natural.

    Já no Pantanal Sul existe um tesouro escondido: um refúgio ecológico que oferece o Safári de Onças de Luxo. Ali dá para ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, porque elas vivem protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safáris são feitos em veículos 4×4, o que garante uma experiência empolgante e imersiva.

    A jaguar resting on a tree branch in the North Pantanal, observed during the dry season which is the best time to visit the Pantanal for big cats.
    Photo: Henk-Bogaard

    👉 Leia mais: Pantanal Norte ou Sul

    O clima no Pantanal Norte

    Porto Jofre, no município de Poconé, em Mato Grosso, é a principal cidade do Pantanal Norte e concentra a maioria dos lodges. Veja como está o clima agora:

    👉 Planeje a sua visita nos nossos passeios pelo Pantanal Norte

    O clima no Pantanal Sul

    Corumbá, em Mato Grosso do Sul, é uma das cidades que dão acesso ao Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são portas de entrada importantes para essa área alagada. Veja o clima atual:

    👉 Leia mais: como chegar no Pantanal, no Brasil

    Reserve a sua viagem ao Pantanal com a PlanetaEXO

    Agora que você já sabe qual a melhor época para visitar o Pantanal, no Brasil, e conhece um pouco mais sobre o clima e as estações, bora começar a planejar as suas férias!

    A PlanetaEXO é especializada em passeios pelo Pantanal e trabalha com os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem e a sua estadia sejam diferentes de tudo que você já viveu. Fale com a gente agora!

  • Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Descubra todas as opções para chegar a Barreirinhas, Atins e Santo Amaro, as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, no Brasil

    Onde ficam os Lençóis Maranhenses? A resposta está no nosso guia de viagem dos Lençóis Maranhenses: o parque fica no nordeste do Brasil, no estado do Maranhão. Você chega sem complicação pela capital, São Luís, que concentra o aeroporto internacional mais próximo, e de lá segue para uma das cidades-base da aventura: Barreirinhas, Atins ou Santo Amaro.

    A backpacker walks across the vast white sand dunes of Lençóis Maranhenses National Park under a cloudy sky.
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    O trajeto é demorado, já que o último trecho exige algumas horas de estrada até o destino. Além de saber como chegar aos Lençóis, vale considerar o tempo de viagem ao planejar o roteiro, para aproveitar cada segundo sem sustos pelo caminho.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, o PlanetaEXO preparou um guia completo com tudo o que você precisa para um transfer tranquilo. Confira abaixo!

    Como chegar a São Luís?

    Chegar a São Luís, no Maranhão, é o primeiro passo rumo aos Lençóis Maranhenses para a maioria dos visitantes nacionais e internacionais.

    O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ) recebe voos diários de algumas das maiores cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília. Consulte o Google Flights para achar as melhores opções.

    O único voo internacional direto (sem conexão por nenhuma das cidades citadas acima) sai de Lisboa, Portugal, duas vezes por semana. A companhia responsável é a TAP Air Portugal.

    Como ir de São Luís a Barreirinhas?

    A cerca de 260 km a leste de São Luís, Barreirinhas é a principal porta de entrada dos Lençóis Maranhenses, a cidade com a melhor infraestrutura e o ponto de partida de muitos passeios.

    A pristine turquoise lagoon rests between the expansive white sand dunes near Barreirinhas.
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    De ônibus

    Operada pela Expresso Guanabara e pela Crisbell, a viagem de ônibus do Terminal Rodoviário de São Luís até Barreirinhas leva 4 a 5 horas.

    Você desembarca na Av. Rodoviário Canequinho ou na Av. 31 de Março, dependendo do itinerário. Os dois pontos dão acesso fácil ao parque nacional.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    De carro

    Alugue um carro no Aeroporto de São Luís (SLZ) e dirija até Barreirinhas por cerca de 4 horas. Locadoras como Unidas, Movida e Localiza são opções confiáveis.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são econômicas e práticas, com conforto e segurança para quem só quer relaxar durante o trajeto.

    A FrankTur (WhatsApp: +55 98 99167-7766) é uma operadora experiente que oferece transfers diários por uma tarifa fixa (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Barreirinhas: Saídas às 03h30, 08h00, 14h30 e 17h00.
    • Barreirinhas → São Luís: Saídas às 06h00, 09h00, 14h00 e 16h30.

    De transfer privativo

    Para mais flexibilidade e privacidade, considere um transfer privativo (São Luís ⇌ Barreirinhas, cerca de 4h). Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.062,50 (dia) / R$ 1.187,50 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.375 (dia) / R$ 1.500 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (geral)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    De avião

    Embora o Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) seja o aeroporto mais próximo dos Lençóis Maranhenses, os voos comerciais estão suspensos desde março de 2025. Mesmo assim, ele segue operando para aeronaves executivas e fretadas.

    O PlanetaEXO pode organizar voos fretados para a sua comodidade. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Atins de São Luís?

    Se você quer saber como chegar até os Lençóis, vale entender também o acesso por Atins, uma vila de pescadores tranquila em Barreirinhas, numa parte mais isolada do parque nacional. Naturalmente, o caminho é ir até Barreirinhas e, de lá, seguir para Atins.

    De barco

    O passeio de barco saindo de Barreirinhas pelo Rio Preguiças dura cerca de 1 hora e 15 minutos. O ritmo mais lento do trajeto já entrega o clima tranquilo de Atins e revela as paisagens naturais do caminho.

     Passengers ride a yellow motorboat with blue canopies along the Preguiças River on their way to Atins.
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    Veja duas opções:

    • Transfer de barco compartilhado: a K-BEÇA TURISMO (WhatsApp: +55 98 8827-7715) tem saídas em grupo diárias de Atins para Barreirinhas às 07h00 e de Barreirinhas para Atins às 12h30. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer de barco privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    De veículo 4×4

    Outra opção é sair de Barreirinhas em um veículo 4×4. O trajeto de 1 hora pode balançar um pouco, mas é um jeito animado de chegar até os Lençóis e admirar a natureza pelo caminho.

    • Transfer compartilhado: a Monalisa Atins (WhatsApp: +55 98 9101-0124) faz o trajeto de 4×4 entre Barreirinhas e Atins às 05h00, 09h00 e 14h00. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    Como chegar a Santo Amaro de São Luís?

    Santo Amaro é a cidade-base mais tranquila e remota do parque nacional. A 237 km a sudeste de São Luís, é o ponto final de vários treks nos Lençóis Maranhenses. É uma ótima alternativa para quem busca menos movimento turístico e desconexão total do mundo lá fora.

    A traveler carrying a backpack walks barefoot along the shoreline of a peaceful lagoon in Santo Amaro.
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    👉 Conheça o melhor trekking no Brasil

    De carro

    Alugue um carro no aeroporto de São Luís em locadoras como Unidas, Movida ou Localiza e dirija cerca de 3 horas e 45 minutos até Santo Amaro. Como não há locadoras na cidade, você vai precisar devolver o veículo na capital.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são opções práticas para quem procura transfers em conta. Com viagens de 3 horas e 30 minutos, a operadora Paperinho da Van (WhatsApp: +55 98 98468-4146) tem saídas diárias com tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Santo Amaro: Saídas às 04h00, 13h00 e 16h00.
    • Santo Amaro → São Luís: Saídas às 05h00, 09h00 e 14h00.

    De transfer privativo

    Para quem quer mais flexibilidade, reservar um transfer privativo (Santo Amaro ⇌ São Luís, cerca de 4h) é uma ótima opção. Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.125 (dia) / R$ 1.250 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.437,50 (dia) / R$ 1.562,50 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.750 (geral)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Barreirinhas de Jericoacoara?

    Agora que você já sabe como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís, é hora de entender o acesso por Jijoca de Jericoacoara, no estado do Ceará.

    Jericoacoara é uma vila paradisíaca, conhecida pelas praias intocadas e pelas formações rochosas impressionantes. Faz parte da Rota das Emoções, um roteiro de 6 dias que inclui também o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os Lençóis Maranhenses.

    How to get to Barreirinhas from Jericoacoara? - Maps

    Pela beleza natural e pela proximidade entre os Lençóis e Jericoacoara (382 km), é comum os viajantes irem de um para o outro e aproveitarem mais as férias no Nordeste brasileiro.

    De carro

    A viagem de carro de Jericoacoara até Barreirinhas leva cerca de 7 horas. Você pode alugar o carro em locadoras como a Localiza e devolvê-lo em São Luís no fim da viagem.

    De transfer compartilhado ou privativo

    A Rota Combo (WhatsApp: +55 86 99993-0111) é uma das principais operadoras na rota Jericoacoara-Barreirinhas, com transfers em grupo ou privativos em vários horários e tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços).

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio e de São Paulo

    A maioria dos turistas estrangeiros desembarca no Rio de Janeiro ou em São Paulo para chegar aos Lençóis, já que são as maiores cidades do Brasil.

    Silhouetted people walk across the sand dunes of Lençóis Maranhenses at sunset.
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    Do Rio, os voos saem do Aeroporto do Galeão (GIG) para São Luís (SLZ) três vezes por semana. De São Paulo, os voos para a capital do Maranhão saem todos os dias do Aeroporto de Viracopos (VCP) e três vezes por semana de Congonhas (CGH) e Guarulhos (GRU). Todos os voos são operados por LATAM, GOL ou Azul.

    Também dá para ir de ônibus, mas a viagem é bem longa. Saindo da Rodoviária Novo Rio até São Luís, o trajeto leva 2 dias e 14 horas. De São Paulo, os passageiros embarcam na Rodoviária do Tietê e chegam ao Maranhão em 2 dias e 18 horas.

    Como não existe linha direta das rodoviárias do Rio ou de São Paulo para as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, ainda é preciso pegar outro ônibus de São Luís a Barreirinhas (mais 4 a 5 horas).

    Reserve a sua viagem aos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Saber como chegar aos Lençóis é importante para organizar a viagem, mas quando você viaja com a gente, a única preocupação é aproveitar!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando com os melhores operadores locais, cuidamos de cada etapa das suas férias, da hospedagem a roteiros sob medida e opções de transfer. Fale com a gente agora!

  • Como chegar na Amazônia no Brasil?

    Como chegar na Amazônia no Brasil?

    Como chegar na Amazônia no Brasil?

    Não sabe como visitar a Amazônia? Confira nosso guia com as rotas para o Amazonas, Mato Grosso e Pará e descubra tudo o que você precisa saber!

    Se você está se perguntando como visitar a Amazônia e como chegar até lá para começar a planejar as próximas férias, vale esclarecer uma coisa: ao contrário do que muita gente pensa, o acesso não é nada complicado. A melhor forma de chegar é voando até Manaus, a capital do estado do Amazonas. De Manaus, muitos viajantes seguem mais fundo na floresta em cruzeiros na Amazônia.

    Aerial view of a winding blue river flowing through the dense green vegetation of the Amazon Rainforest in Brazil.
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    Mas você pode optar por rotas diferentes, principalmente se for conhecer a Amazônia em outros estados. Do aeroporto, dá para chegar à floresta de verdade por terra ou de barco, quase sempre com os transfers oferecidos pelos lodges.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, que trabalha com os melhores operadores locais, o PlanetaEXO preparou um guia completo para tirar todas as suas dúvidas. Confira!

    Onde fica a Amazônia no Brasil?

    A Amazônia fica na região Norte do Brasil. Apesar de se estender por Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Guiana, Venezuela e Suriname, mais de 59% do bioma está dentro do território brasileiro.

    O Amazonas é o principal estado, mas a floresta também avança por Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins.

    👉 Leia mais: A melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Como chegar em Manaus?

    A rota de Manaus até a floresta é a mais prática, já que a capital do Amazonas é considerada a porta de entrada do bioma. Os turistas desembarcam no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), o principal aeroporto de Manaus, que recebe voos de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Quem vem de fora chega a Manaus a partir de Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR), porque não há voos diretos da Europa nem dos Estados Unidos. Para quem mora nos EUA, as companhias Copa e Avianca oferecem as opções mais convenientes, com conexões no Panamá e na Colômbia.

    Traveler standing on a wooden pier looking at a small seaplane docked in the Amazon river ready for boarding.
    Photo: Felipe Castellari

    Vindo de países da Europa ou da América do Norte, os voos geralmente fazem escala em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB) antes de seguir ao destino final. A partir dessas cidades, a Azul e a GOL oferecem voos para Manaus sem conexão.

    Depois de chegar a Manaus, é preciso um transporte até a floresta. A maioria dos passeios do PlanetaEXO na Amazônia inclui transfers privativos ou em grupo oferecidos pelos lodges, que envolvem um trajeto de 30 minutos de carro até o Porto da Ceasa e um trecho de barco até o hotel, com duração que varia conforme a localização de cada hospedagem.

    Tourists riding a motorized canoe exploring the calm waters of the Amazon Rainforest river at dusk
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    Alguns lodges ficam em áreas bem isoladas, o que torna o percurso mais longo, com vários trechos de carro, ônibus ou barco. Pode parecer muita coisa, mas fique tranquilo! O caminho até a hospedagem já é uma aventura por si só, porque você vive experiências incríveis logo no primeiro dia, como passar por feiras de frutas, avistar animais, ver o Encontro das Águas e por aí vai.

    Aerial drone shot of an eco-lodge built on stilts surrounded by the dark waters of the Amazon river and lush jungle.
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    👉 Leia mais:

    Como chegar na Amazônia em Alta Floresta, Mato Grosso?

    Alta Floresta fica no norte do Mato Grosso, na borda sul da Amazônia. É nessa cidade charmosa que está o Cristalino Jungle Lodge, um dos lodges de selva mais renomados do mundo. E não é só a gente que diz: a National Geographic também acha!

    Tall metal observation tower rising above the Amazon rainforest canopy at Cristalino Jungle Lodge in Mato Grosso.
    Photo: Andre Dib

    O aeroporto da Amazônia em Alta Floresta é o Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias (AFL), atendido pela Azul com voos de Cuiabá (CGB) e São Paulo (VCP) 2–3 vezes por semana. Antes de pousar nessas cidades, você pode ter uma escala em outros lugares. Confira bem os detalhes do seu voo!

    Alta Floresta também fica perto de outros biomas marcantes, como o Pantanal, famoso pelos avistamentos de onça-pintada. Muitos passeios pelo Pantanal saem de Cuiabá, o que é a oportunidade perfeita para conhecer mais da incrível diversidade natural do Brasil.

    Jaguar resting comfortably on a thick tree branch in the Brazilian wetlands.
    Photo: Jorge Lopes

    Como chegar na Amazônia no Pará

    Vizinho do estado do Amazonas, o Pará revela um outro lado da floresta brasileira. Continua lindo e cheio de surpresas, mas com riquezas naturais e culturais bem próprias.

    As principais atrações amazônicas do Pará são a belíssima Ilha de Marajó e Alter do Chão, a melhor praia do Brasil segundo o The Guardian, que a descreveu como “a resposta da selva ao Caribe”.

    Belém

    O jeito mais fácil de chegar ao Pará é desembarcar em Belém, a capital do estado. O Aeroporto Internacional de Belém (BEL) recebe voos diretos de várias cidades brasileiras: Belo Horizonte (CNF), Brasília (BSB), Fortaleza (FOR), Manaus (MAO), Recife (REC), Rio de Janeiro (GIG), São Luís (SLZ) e São Paulo (GRU/VCP).

    Aerial view of the historic Ver-o-Peso market and docked boats on the riverfront in Belém do Pará.
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    Turistas estrangeiros também podem voar direto para Belém a partir de Bogotá (BOG), Lisboa (LIS), Fort Lauderdale (FLL) e Miami (MIA).

    As companhias GOL, LATAM e Azul operam tanto rotas nacionais quanto internacionais.

    Santarém

    Se o seu destino é Alter do Chão, o ideal é reservar seu voo para Santarém (STM), uma cidade a 1.167 km (725 milhas) de Belém. Para chegar lá, você pode partir de Belém (BEL), Brasília (BSB), Manaus (MAO) ou Porto Trombetas (TMT).

     White sand beach of Ilha do Amor stretching into the clear waters of the Tapajós River in Alter do Chão.
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    Você também pode chegar ao seu destino de barco, saindo do Porto de Belém ou do Porto de Santarém. As viagens de barco duram mais de 36 horas, tempo de sobra para curtir um belo trajeto pelos rios Amazonas e Tapajós. Assista ao nascer ou ao pôr do sol, admire o Encontro das Águas e fique de olho nas aves e nos animais aquáticos.

    Os barcos são relativamente simples, mas ainda assim confortáveis e seguros. Os passageiros podem reservar cabines próprias (com cama de casal, banheiro privativo, ar-condicionado, TV e frigobar) ou passar a noite em redes espalhadas pelos conveses. As refeições (café da manhã, almoço, jantar e lanches) são vendidas à parte.

    👉 Conheça esta aventura: Cruzeiro pelo Rio Amazonas saindo de Alter do Chão

    Dicas valiosas de como ir para a Amazônia

    Você já aprendeu como chegar na Amazônia no Brasil por diferentes rotas, estados e cidades. Para deixar a sua viagem ainda mais tranquila, separamos algumas dicas valiosas:

    • A rota de São Paulo até a Amazônia é a que oferece mais opções de voos diretos e conexões, por Viracopos (VCP) e Guarulhos (GRU).
    • Saindo do Rio de Janeiro para a Amazônia, o Galeão (GIG) é o principal aeroporto para quem vai a Manaus e Belém.
    • Consulte o Google Voos para encontrar passagens em conta.
    • Se você optar por ir de Belém a Santarém (ou vice-versa) de barco, a Ibarco é uma das operadoras mais conhecidas do Norte do Brasil.

    O PlanetaEXO está aqui para ajudar você com as melhores opções de transfer para viagens ao Amazonas, Mato Grosso ou Pará. A maioria dos nossos passeios já inclui transfers privativos para a sua comodidade. Fale com a gente e saiba mais!

    Traditional wooden riverboat navigating the calm Amazon waters during a golden sunset reflecting on the river.
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    A Amazônia brasileira está chamando por você!

    Agora que você sabe tudo sobre como chegar à maior floresta tropical do planeta, é hora de começar a planejar a sua viagem!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia no Brasil. Ao trabalhar com os melhores operadores locais, conseguimos apoiar a comunidade, proteger o meio ambiente e organizar a viagem dos seus sonhos. Fale com a gente agora!

  • Cachoeiras da Chapada Diamantina: melhores trilhas e joias escondidas

    Cachoeiras da Chapada Diamantina: melhores trilhas e joias escondidas

    Conheça as cachoeiras que não podem ficar de fora da sua viagem ao Parque Nacional da Chapada Diamantina!

    As cachoeiras da Chapada Diamantina estão entre as mais conhecidas e mais queridas do Brasil. Para chegar até elas, você caminha por trilhas que cruzam serras, vales profundos, grutas antigas, vegetação fechada e mirantes com vista aberta, como mostra o nosso guia de viagem da Chapada Diamantina.

    Já pensou em terminar uma trilha nadando num poço natural cercado de paredões? Ou parar num mirante e ver mais de vinte quedas d'água caindo ao mesmo tempo? Na Chapada Diamantina isso não é sonho distante: são experiências reais esperando por você!

    A cascading waterfall flowing into a calm natural pool with red rocks in Chapada Diamantina National Park.
    @brunoononogaki

    Se você está planejando uma aventura em um dos melhores destinos de trekking do mundo, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes da Chapada Diamantina, preparou uma lista de cachoeiras que não podem faltar no seu roteiro. Confira abaixo!

    Cachoeirão

    O Cachoeirão é um dos cenários mais conhecidos da Chapada. Na época das chuvas, mais de 20 filetes d'água caem de cerca de 280 metros de altura, formando uma cortina que toma todo o paredão. De cima, você vê o Vale do Pati se abrindo até o horizonte, emoldurado por montanhas.

    De baixo, a perspectiva muda por completo: poços de água escura refletem as paredes do cânion enquanto as quedas despencam bem na sua frente.

    Como chegar no Cachoeirão?

    Mirante do Cachoeirão

    O mirante de cima faz parte do roteiro de 3 dias na Chapada Diamantina. A caminhada costuma começar no povoado de Guiné e entra no Vale do Pati por trilhas íngremes de montanha. São subidas, travessias de rio e algumas horas de trekking até a borda do paredão, com vista panorâmica do vale e das cachoeiras.

    Two hikers look down from a high cliff edge at Cachoeirão Waterfall plunging into the deep green Vale do Pati canyon.
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    Base do Cachoeirão

    A base faz parte da travessia do Vale do Pati de 5 dias. O percurso é mais longo e mais exigente, e leva você para dentro do cânion. A trilha passa por mata fechada e terreno rochoso até os poços logo abaixo das quedas, onde dá para nadar e olhar as cachoeiras de baixo para cima.

    A hiker wearing a hat and jacket looks up at the towering 280-meter water streams of Cachoeirão Waterfall from its rocky base.
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    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina (Parque Nacional)?

    Cachoeira do Funil

    Uma das cachoeiras escondidas mais bonitas do Brasil, a Cachoeira do Funil tem uma queda de cerca de 20 metros que cai em poços naturais cercados de mata, um refúgio tranquilo no meio do vale. É justamente essa calmaria que atrai quem procura lugares com menos gente.

    Cachoeira do Funil

    Provavelmente uma das cachoeiras escondidas mais bonitas do Brasil, a Cachoeira do Funil tem uma queda de cerca de 20 metros que despenca em piscinas naturais cercadas por mata densa, criando um refúgio tranquilo no meio de um vale deslumbrante. Sua beleza serena faz dela um dos destaques para quem procura lugares menos movimentados.

    A woman sits on a rock near the calm natural pool of Funil Waterfall, a 20-meter drop surrounded by dense green vegetation.
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    Como chegar na Cachoeira do Funil?

    O acesso costuma ser em travessias de vários dias pelo Vale do Pati, com saída de Guiné ou do Vale do Capão. A trilha inclui travessias de rio e trechos de mata, muitas vezes combinados com uma parada na Cachoeira da Angélica.

    Cachoeira do Buracão

    A Cachoeira do Buracão é considerada a mais aventureira da Chapada Diamantina. A queda de 85 metros fica escondida dentro de um cânion estreito, o tal buracão que dá nome ao lugar. Para chegar até ela, você nada ou boia pela garganta do rio até parar bem na base da queda. Não é toda cachoeira que deixa você chegar tão perto de tanta força.

     Buracão Waterfall drops 85 meters inside a narrow rocky canyon with layered walls, ending in a dark natural pool.
    @brunoononogaki

    Como chegar no Buracão?

    Perto de Ibicoara, o Buracão é alcançado por uma caminhada guiada de 3 km por mata e trechos rochosos. Mesmo com o acesso remoto, está entre as quedas mais visitadas do parque.

    👉 Explore a aventura: trilha da Chapada Diamantina em 6 dias

    Cachoeira da Fumaça

    Com 340 metros, a Cachoeira da Fumaça é a terceira mais alta do Brasil, atrás apenas da Cachoeira da Neblina (450 m), no Rio de Janeiro, e do El Dorado, no estado do Amazonas.

    Vista de cima, a água desce tão fina que evapora antes de tocar o chão, e é daí que vem o efeito de fumaça. Para quem quer um desafio maior, a trilha até a base é puxada e revela uma cachoeira completamente diferente.

    The 340-meter Fumaça Waterfall flows over a steep cliff, with its water turning into a smoke-like mist before reaching the bottom.
    @estreladalvadiamantina

    Como chegar na Cachoeira da Fumaça?

    Mirante da Cachoeira da Fumaça

    A trilha sai do Vale do Capão e segue por 6 km entre platôs rochosos e mirantes até a borda do paredão. Normalmente feita em meio dia, é a forma mais popular de ver a cachoeira.

    Base da Cachoeira da Fumaça

    O acesso começa perto de Lençóis, acompanha o Rio Ribeirão e enfrenta trechos íngremes de mata até chegar à base. Com 3 a 4 dias de duração, é uma travessia selvagem e exigente. Entre subidas fortes, trechos técnicos e acampamentos isolados, você precisa de bom preparo físico e do apoio de um guia profissional.

    👉 Explore a aventura: roteiro de 7 dias na Chapada Diamantina

    Cachoeira do Mosquito

    A Cachoeira do Mosquito é uma das mais convidativas de todo o Parque Nacional da Chapada Diamantina. A queda de 60 metros cai num poço largo, perfeito para nadar. O nome vem do passado garimpeiro da região: os garimpeiros chamavam de mosquitos os diamantes pequenininhos que encontravam na água.

    A woman stands on a rock stretching her arms at the base of the 60-meter Mosquito Waterfall, surrounded by a wide swimming pool.
    @laneferraz

    Como chegar na Cachoeira do Mosquito?

    A cerca de 40 minutos de Lençóis, o acesso é simples: um trecho de estrada de terra e uma descida curta por trilha marcada (uns 20 minutos). Vale ir com guia local, principalmente na época de chuva, quando o caminho fica escorregadio.

    Cachoeira do Samuel

    A Cachoeira do Samuel também está entre as mais altas da Chapada Diamantina, com uma queda de cerca de 100 metros. Escondida numa área de mata perto de Andaraí, ela desaba entre paredões de rocha e vegetação fechada.

    Mesmo sem a fama da Fumaça ou do Buracão, o Samuel compensa a caminhada para quem quer cenário grande num canto mais silencioso e pouco visitado.

     The tall Samuel Waterfall cascades down massive rocky walls into a dark pool, surrounded by lush forest near Andaraí.
    @pablofotografias

    Como chegar na Cachoeira do Samuel?

    O caminho até a Cachoeira do Samuel usa as antigas estradas do garimpo, na região do Roncador. A travessia é longa e exigente: 18 km ida e volta (cerca de 3 horas em cada sentido, por mata fechada, travessias de rio e trechos leves de escalaminhada).

    Cachoeira da Fumacinha

    A Cachoeira da Fumacinha é uma das mais remotas e imponentes da Chapada, com queda vertical de cerca de 100 metros dentro de um cânion estreito. O cenário é bruto: paredões altíssimos, uma caverna escura na base e o barulho constante da água, uma recompensa e tanto para quem encara a jornada longa.

    A hiker wearing a hat stands at the edge of a dark pool, looking up at the dramatic 100-meter vertical drop of Fumacinha Waterfall inside a narrow canyon.
    @alicesantos.nutri

    Como chegar na Cachoeira da Fumacinha?

    Perto de Ibicoara, a Fumacinha exige uma travessia puxada de 18 km ida e volta, com travessias de rio, blocos de pedra e trechos de mata. Pela dificuldade, contratar um guia local é altamente recomendado. É uma das melhores trilhas da Chapada Diamantina para quem gosta de desafio!

    Cachoeira do Herculano

    A Cachoeira do Herculano fica longe das rotas turísticas principais, o que faz dela um destino realmente fora do circuito. Com paredões de 100 metros e um poço grande na base, é o tipo de lugar onde você aproveita a natureza em paz.

    A silhouette of a person standing on rocks near a dark cave entrance, looking out at the rugged 100-meter cliffs of Herculano Waterfall.
    @poliana_barbosa_guia

    Como chegar na Cachoeira do Herculano?

    Perto de Andaraí, o Herculano exige caminhada guiada por trilhas de mata pouco marcadas e travessias de rio. O percurso não é sinalizado, e é por isso que ir com um profissional faz tanta diferença. A distância é moderada, mas a área é isolada, o que reforça a sensação de exclusividade.

    Cachoeira Encantada

    Uma das cachoeiras mais impressionantes da Chapada Diamantina, a Cachoeira Encantada tem uma queda de cerca de 230 metros. A água despenca dentro de um cânion profundo e, quando o sol bate na neblina, forma arco-íris.

    Por ficar longe de tudo, recebe bem menos visitantes que as outras. Para quem encara o caminho, a vista compensa cada passo, principalmente na época de chuva, quando o volume de água é maior.

    The 230-meter Encantada Waterfall plunges over flat, terraced rocky ledges into a deep canyon near Itaetê.
    @anderson_liiima_bunenen_

    Como chegar na Cachoeira Encantada?

    Perto de Itaetê, o acesso exige caminhada guiada por trilhas de mata e terreno rochoso. A travessia leva várias horas e é considerada de dificuldade moderada, mas entrega uma das vistas mais impressionantes de todo o parque nacional.

    Cachoeira do Sossego

    O nome não engana: a Cachoeira do Sossego é uma queda tranquila de 20 metros que forma um poço natural cercado de blocos de pedra. A trilha já é parte da aventura, passando por cascatas menores e trechos de rocha até a queda final. Muita gente ainda para no Ribeirão do Meio, famoso pelo escorrega natural, na volta. É uma das melhores trilhas de cachoeira da região!

    A person swims in the peaceful, dark natural pool at the base of the 20-meter Sossego Waterfall near Lençóis.
    @lilianflorio

    Como chegar na Cachoeira do Sossego?

    Saindo de Lençóis, são 7 km de caminhada (cerca de 3 horas em cada sentido) acompanhando o Rio Ribeirão, com trechos sobre pedras e travessias de córrego. Ir com guia local é o mais indicado!

    Cachoeira do Mixila

    Com uma queda de cerca de 80 metros dentro de um cânion estreito, a Cachoeira do Mixila é para exploradores de verdade. Chegar até ela já é aventura: o caminho tem trechos de river trekking e, em alguns pontos, rapel leve. O acesso difícil e a baixa visitação mantêm a área bem preservada.

    A bright rainbow forms in the mist of Mixila Waterfall, an 80-meter drop hidden deep inside a narrow rocky canyon.
    @taynaguiasaothome

    Como chegar na Cachoeira do Mixila?

    Saindo de Lençóis, o Mixila é alcançado em caminhada guiada de um dia inteiro ou de dois dias, acompanhando o Rio Capivari. No caminho, você passa por quedas menores como a Capivari e o Poção. Pelos trechos técnicos e pelas travessias de rio, ir com guia é fortemente recomendado.

    Dá para nadar nas cachoeiras?

    Se você está se perguntando se dá para nadar nas cachoeiras, a resposta é sim, mas depende de qual delas.

    Muitas das cachoeiras deste artigo têm poços naturais ótimos para banho, enquanto outras são melhor aproveitadas do mirante ou têm acesso complicado. Para o seu trekking sair redondo e seguro, siga as nossas dicas:

    • Buracão: você nada ou boia pelo cânion até o poço na base.
    • Mosquito: poço natural grande, ideal para um mergulho.
    • Sossego: poço calmo entre as pedras, ótimo para uma parada.
    • Mixila: poços fundos ao longo do cânion, para nadadores aventureiros.
    • Cachoeirão (por baixo): poços na base do cânion, com acesso por uma travessia mais longa.
    • Fumacinha: poço natural dentro do cânion, com água quase sempre muito fria.
    • Herculano: poço grande e fundo na base, perfeito para nadar.
    • Samuel: poço formado pela queda alta, bom para o banho depois da trilha.
    • Funil: cascatas bonitas com um poço grande na base, ideal para nadar.
    • Encantada: exige uma travessia de cânion rigorosa e tecnicamente difícil.

    Melhor aproveitadas do mirante:

    • Mirante do Cachoeirão: só vista panorâmica.
    • Mirante da Fumaça: famoso pelo efeito de fumaça, sem acesso a poço.

    Fique atento: cuidado com pedras escorregadias e correnteza forte, e siga sempre as orientações do seu guia!

    Two travelers relax in the shallow golden waters of a Chapada Diamantina waterfall pool, with a vivid rainbow shining across the mist.
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    Por que a água é escura?

    A cor de chá das águas da Chapada Diamantina vem dos taninos liberados por folhas e matéria orgânica ao longo dos rios. É uma característica natural, não poluição, ou seja, a água é totalmente segura para banho.

    Dependendo da profundidade e da luz, a água aparece dourada, âmbar ou quase preta, o que dá aos poços um visual bem particular. As formações de rocha arenosa da região funcionam como filtros naturais e mantêm a água livre de impurezas.

    An aerial view of a powerful waterfall dropping down stepped rocks into a dark, tea-colored pool, surrounded by dense green forest.
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    👉 Leia mais: 10 dicas de viagem para a Chapada Diamantina

    A água das cachoeiras na Chapada Diamantina é fria? Qual a melhor época para visitar?

    Como os rios nascem na serra, a maioria das cachoeiras fica gelada o ano inteiro. Depois de horas de trilha no sol, esse banho frio vira parte da aventura!

    • Seca (maio a setembro): trilhas mais fáceis, mas algumas cachoeiras perdem volume.
    • Chuva (novembro a março): cachoeiras cheias e muito fotogênicas, mas trilhas escorregadias.
    • Pós-seca (abril e maio, setembro e outubro): o melhor equilíbrio, com bom volume de água e trilhas acessíveis.
    A person sits against a dark rock wall, enjoying a refreshing shower under the cascading cold waters of a mountain-fed waterfall.
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    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina e o que esperar do clima?

    Conheça as melhores trilhas da Chapada Diamantina com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo, cada pacote para a Chapada Diamantina vai muito além de bater foto no mirante. Viajando com a gente, você apoia um turismo responsável, que protege a natureza e fortalece as comunidades locais.

    Nossos operadores locais não conhecem só as trilhas: eles compartilham histórias, tradições e o conhecimento de quem vive ali para mostrar o quanto o parque nacional é rico. Fale com a gente agora!

    No geral, é um artigo muito bem escrito, que capta a aventura de fazer trekking na Chapada Diamantina! Mesmo assim, alguns erros importantes de fato, geografia e acessibilidade passaram batido.

  • Pantanal Norte ou Sul: qual região visitar

    Pantanal Norte ou Sul: qual região visitar

    O Pantanal Norte é ideal para ver onças-pintadas e fazer safáris fotográficos, enquanto o Pantanal Sul é perfeito para observar a vida selvagem e mergulhar na cultura local. Vamos descobrir qual é a melhor opção para você!

    👉 Veja nossos safáris de onça-pintada no Pantanal

    Como mostra o nosso guia de viagem do Pantanal, essa região do Brasil se divide em duas partes bem distintas: Norte e Sul. As duas são incríveis e valem a viagem, mas você chega a elas por estados e cidades diferentes, e cada uma oferece um estilo próprio de safári e de ecoturismo.

    Entender as diferenças entre o Pantanal Norte e o Pantanal Sul é essencial para planejar a viagem e saber exatamente o que esperar em termos de experiências, deslocamentos e hospedagem.

    A PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal e que trabalha com os melhores operadores locais, montou um guia completo com as principais diferenças entre as duas regiões para ajudar você a decidir qual destino combina mais com o seu estilo de viagem. Confira abaixo!

    O que é o Pantanal?

    O Pantanal, no Centro-Oeste do Brasil, é a maior planície alagável do mundo e o bioma mais bem preservado do país, com 84% da paisagem original ainda intacta, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Pela sua importância ambiental, foi declarado Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO e Reserva da Biosfera em 2000.

    Panoramic aerial view of flooded plains, winding rivers, and green forests of Pantanal, Brazil under a bright sun.
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    Com mais de 210.000 km², é tão grande que se estende por dois estados: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Se você está na dúvida entre o Pantanal Norte ou Sul, a resposta depende do que você procura: ver onças-pintadas, mergulhar na cultura local ou ter um acesso mais fácil.

    Pantanal Norte: safáris de onça-pintada e aventuras remotas

    A wild jaguar walking along a riverbank during a North Pantanal safari, the premier region for jaguar sightings and wildlife tours.
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    • Acesso principal: Cuiabá (Mato Grosso)
    • Destino mais procurado: Porto Jofre, pela Rodovia Transpantaneira
    • Melhor época para ir: julho a outubro (estação seca)
    • Destaque principal: passeios de barco para avistar onças-pintadas

    O Pantanal Norte sofre forte influência da Floresta Amazônica, com vegetação mais densa e fechada, além de áreas alagadas, rios e lagos. É também um dos melhores lugares do mundo para ver onças-pintadas no Pantanal, principalmente entre junho e outubro, nas margens do rio Cuiabá.

    Se as suas prioridades são observar a vida selvagem, viver experiências culturais ou curtir atividades na água, um safári no Pantanal Norte é, muito provavelmente, a melhor escolha para você!

    Tourists and photographers observing a jaguar in a tree, a highlight of a Pantanal trip focused on wildlife photography in the Northern Pantanal.
    @larissa_pantanal

    👉 Leia também:

    Prós e contras do Pantanal Norte

    Prós:

    • Altas chances de avistar onças-pintadas.
    • Chance de ver aves e espécies influenciadas pela Amazônia que não descem para o Sul.
    • Ótimo para fotógrafos e amantes da vida selvagem, principalmente na estação seca, de julho a outubro, quando a fauna fica ainda mais diversa.

    Contras:

    • Localização remota, deslocamentos longos.
    • Menos contato com o dia a dia da fazenda e do peão pantaneiro.
    • Os safáris de onça costumam ser mais caros por causa da alta procura, da disponibilidade limitada e da logística complexa.
    A family of capybaras on a grassy bank, a common wildlife sighting on a Pantanal tour in both the North and South regions.
    Photo: Ondrej Prosicky

    Pantanal Sul: experiência de fazenda tradicional e safáris para a família

    • Acesso principal: Campo Grande (Mato Grosso do Sul)
    • Principais áreas: Aquidauana, Miranda, Corumbá
    • Melhor época para ir: maio a setembro (estação seca)
    • Destaque principal: hospedagem em fazendas tradicionais e exploração por terra

    O Pantanal Sul tem uma paisagem de savanas e áreas de mata influenciada pelo Cerrado e pelo Chaco Paraguaio. O resultado são campos mais abertos e limpos, que rendem ótimas oportunidades para atividades em terra firme e encontros de perto com a fauna, tudo em um ambiente muito bem preservado.

    Tourists in an open-air vehicle enjoying a South Pantanal adventure, ideal for land-based Pantanal safaris and exploring the savanna.
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    A maioria dos lodges são fazendas de gado, ativas ou desativadas, que foram transformadas em hospedagens menores e mais aconchegantes, com foco em experiências ligadas ao Pantanal e às tradições de fazenda. Canoagem, safáris terrestres, cavalgadas e observação da vida selvagem estão entre as atividades mais comuns.

    Traditional cowboys riding horses in the Southern Pantanal, offering cultural immersion often included in a Pantanal road trip or farm stay.
    Photo: Samuel Betkowski

    O Pantanal Sul também combina muito bem com uma passagem por Bonito, um dos maiores destinos de ecoturismo do Brasil, famoso pela flutuação em rios de água cristalina e pela exploração de cavernas.

    👉 Explore os nossos passeios no Pantanal Sul

    👉 Saiba mais e reserve agora: roteiro de 5 dias pelo Pantanal e Bonito

    Para quem prioriza praticidade e conforto na viagem, o Pantanal Sul oferece uma experiência mais tranquila e acessível!

    Prós e contras do Pantanal Sul

    Prós:

    • Acesso mais fácil a partir de Campo Grande.
    • Imersão cultural na rotina do pantaneiro e nas tradições locais.
    • Hospedagem voltada para conforto e exclusividade, incluindo lodges de luxo como o Caiman.
    • Atividades em terra variadas, como caminhadas, cavalgadas e observação da vida selvagem.
    • Ótimo para quem quer conhecer o Pantanal gastando menos.
    • Fácil acesso a Bonito (MS).

    Contras:

    • Menores chances de ver onças-pintadas, elas existem e aparecem em certas áreas, mas em quantidade e frequência menores do que no Norte.
    • A fauna fica mais dispersa do que no Norte, o que significa que os safáris terrestres exigem mais paciência na observação dos animais.

    A scenic sunset with palm trees in the Southern Pantanal, known for its open landscapes and accessible Pantanal tours.

    Pantanal Norte ou Sul no Brasil: qual é o mais indicado para você?

    Veja como escolher a região ideal para a sua viagem ao Pantanal, de acordo com a experiência que você procura.

    Escolha o Pantanal Norte, no Brasil, se você quiser:

    Reserve seu passeio no Pantanal Norte se você quer:

    • Safáris de onça e fotografia de natureza: o melhor lugar para observar onças-pintadas, principalmente de julho a outubro.
    • Safáris de barco e observação da fauna: os passeios de barco também são ótimos para avistar outros animais do Pantanal, como jacarés, capivaras, tamanduás-bandeira, araras-azuis e muito mais.

    Reserve seu passeio no Pantanal Sul se você quer:

    • Atividades em terra: caminhadas guiadas, cavalgadas e safáris de observação.
    • Estender a viagem por Bonito, no Mato Grosso do Sul: destino famoso pela flutuação em rios de água cristalina e por piscinas naturais subterrâneas;
    • Imersão nas tradições rurais: viva o cotidiano local e conheça tudo sobre a música, a comida e outros aspectos da cultura pantaneira.
    A flock of birds flying at sunset during the dry season, which is often cited as the best time to visit the Pantanal for wildlife viewing.
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    Quanto custa um passeio no Pantanal?

    O custo médio de um passeio no Pantanal é de R$ 10.400 por pessoa. Os preços variam conforme a categoria de hospedagem, a estação, a duração da viagem, etc.

    Ainda na dúvida entre o Pantanal Norte ou Sul? Compare as opções de passeios que selecionamos a dedo nas duas regiões!

    Passeios no Pantanal Norte

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Tour Fotográfico de Onças no Pantanal Registre fotos incríveis da fauna abundante (recomendado para fotógrafos profissionais e amadores). 6 dias US$ 3,700
    Safári de Onça-Pintada em Porto Jofre, Cuiabá Conheça Porto Jofre, lar da maior população de onças-pintadas do mundo. 4 dias US$ 2,650
    Safári de Onça Econômico no Pantanal Várias chances de avistar onças-pintadas, capivaras, jacarés e aves exóticas. 4 dias US$ 1,860
    Passeio no Pantanal saindo de Cuiabá Observação da vida selvagem e cavalgadas por campos abertos e áreas alagadas. 4 dias US$ 1,355

    Passeios no Pantanal Sul

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Luxo de Onça e Vida Selvagem Lodge sofisticado com ótimas chances de avistar onças-pintadas no Pantanal Sul. 4 dias US$ 3,200
    Passeio pelo Pantanal e Bonito Vá das áreas alagadas até Bonito por paisagens que mudam pelo caminho. 5 dias US$ 1,395
    Viagem de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande As atividades incluem safáris fotográficos e noturnos, passeios de barco e pescaria de piranha. 4 dias US$ 1,150
    Passeio Econômico no Pantanal Aventura em conta com quartos compartilhados, safáris a pé, passeios de barco e cavalgadas. 4 dias US$ 660

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 13 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Dá para visitar o Pantanal Norte e o Sul na mesma viagem?

    Sim, mas isso exige tempo e uma boa logística. As duas áreas ficam a mais de 1.000 km de distância e não há estrada direta entre elas.

    Se você está planejando um roteiro mais longo e quer conhecer as duas, voar entre Cuiabá e Campo Grande é a melhor opção.

    Close-up of a jaguar resting in the North Pantanal, the best destination for travelers seeking intense Pantanal safari experiences.
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    👉 Leia também: Como chegar no Pantanal, no Brasil

    Afinal, Pantanal Norte ou Sul?

    O Pantanal Norte é a sua melhor aposta se você busca ver onças-pintadas, fazer safáris de barco, fotografar a fauna ou viver uma experiência mais selvagem e remota.

    Já o Pantanal Sul combina mais com quem procura acesso fácil, ecolodges confortáveis, observação de vida selvagem sem foco nas onças e uma variedade maior de atividades em terra. É também a escolha ideal para quem quer juntar a viagem a uma passagem por Bonito.

    Fique de olho: em qualquer uma das regiões, quem manda é o ciclo das águas. A maior concentração de animais acontece na estação seca, quando eles procuram os rios e lagoas que ainda restam.

    Tourists canoeing near an ecolodge, a sustainable activity for a Pantanal trip that combines adventure with nature preservation.
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    Reserve seu passeio no Pantanal com a PlanetaEXO

    Escolhendo o Norte ou o Sul, a PlanetaEXO é especializada em viagens ao Pantanal nas duas áreas. Trabalhamos de perto com os melhores operadores locais e ecolodges comprometidos com práticas sustentáveis e com a preservação do modo de vida pantaneiro.

    Fale com a gente e vamos começar a planejar o seu safári no Pantanal agora mesmo!