Blog

  • Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Não sabe qual é a melhor época para viajar para a Amazônia? Este guia ensina tudo sobre as estações da floresta e ajuda você a planejar as próximas férias!

    Com duas estações muito bem definidas (época de cheia e época de seca), a melhor época para visitar a Amazônia depende do que você procura na Floresta Amazônica. É um destino para o ano inteiro, mas alguns períodos favorecem certas atividades mais do que outros.

    O calor está presente o ano inteiro, mas é na umidade que você deve prestar atenção, afinal, é uma floresta tropical. A chuva costuma aparecer todos os dias, mas há momentos específicos em que as tempestades ficam mais frequentes. E não se preocupe: sua experiência não vai ser prejudicada!

    Para ajudar no planejamento das suas férias, o PlanetaEXO, plataforma especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia sobre quando ir para a Amazônia e reservar sua viagem. Confira abaixo!

    Visitar a Amazônia na época de cheia

    Dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril e maio

    A época de cheia é quando as chuvas são mais intensas, de dezembro a maio. Os rios sobem, a Bacia Amazônica começa a inundar e o clima fica um pouco mais ameno, com temperatura média de 25,8 ºC (78 ºF).

    As tempestades atingem a floresta todos os dias, mas sua viagem não vai ser prejudicada, já que elas duram cerca de uma hora por dia. Quando o céu abre, você pode retomar as atividades ao ar livre e aproveitar o passeio.

    Outro destaque impressionante da estação chuvosa são os igapós. A chuva intensa faz com que algumas áreas da floresta fiquem inundadas. Dependendo do nível dos rios, a água pode chegar a até 10 metros de altura, transformando a vegetação em uma piscina natural que encanta tanto os animais aquáticos quanto os humanos.

    Large Samauma tree with buttress roots submerged in the dark waters of the flooded Amazon forest.
    .

    O inverno amazônico

    Enquanto o resto do Brasil esquenta com a primavera e o verão, o inverno amazônico (de dezembro a março) atinge os estados do Norte.

    Apesar do nome, a estação não tem a ver com temperatura, que continua alta como sempre, e sim com a intensidade das chuvas, que faz os rios subirem e as florestas inundarem. No inverno amazônico, é possível que o volume de chuva que normalmente cairia em um mês inteiro caia em dois ou três dias.

    Esse fenômeno acontece por alguns motivos:

    • Ausência de estações bem definidas no Norte
    • Oscilação de uma faixa de nuvens sobre a linha do Equador
    • Transporte de umidade vindo do Atlântico Norte
    • Fenômenos climáticos específicos, como o La Niña

    Nada disso prejudica a sua experiência de viagem, mas algumas atividades são mais favoráveis do que outras nesse período, como detalhamos a seguir.

    O que fazer durante a época de cheia na Amazônia?

    Esta é a estação perfeita para os roteiros aquáticos. Por causa das chuvas fortes, você não caminha pela floresta, você navega por ela:

    • Igapós (florestas inundadas): Ande de canoa, nade ou faça trilhas aquáticas entre copas de árvores, orquídeas, bromélias e outras plantas na altura dos olhos.
    • Observação de fauna: Os animais terrestres costumam subir para as copas quando a floresta inunda, o que facilita muito avistar preguiças e macacos. Várias espécies de aves e os famosos botos-cor-de-rosa também aparecem com frequência.
    • Destinos para a época de cheia na Amazônia: o Parque Nacional de Anavilhanas, a Reserva Mamirauá e Alter do Chão são alguns dos melhores lugares para viajar nesse período. Explore labirintos de água, admire a fauna e participe de passeios de canoa.
    • Cruzeiros fluviais: Navegar pelos rios Amazonas, Negro ou Solimões em embarcações de 3 andares é uma ótima forma de viver a natureza sob uma perspectiva totalmente nova.
    Tourist navigating a canoe through the green canopy of the flooded Amazon rainforest looking up at the trees.
    .

    👉 Leia mais: Cruzeiro na Amazônia

    Visitar a Amazônia na época de seca

    Junho, julho, agosto, setembro, outubro e novembro

    Entre junho e novembro, a época de seca deixa a temperatura mais quente, com média de 27,9 ºC (82 ºF). Ainda chove, mas com menos frequência e menor volume de água. Isso permite que as cheias escoem, liberando várias trilhas que antes estavam submersas, embora ainda exista uma quantidade considerável de áreas alagadas.

    Menos chuva também significa rios mais baixos e uma visão melhor de diferentes espécies de peixes e até dos botos-cor-de-rosa. Quando a água baixa, os animais aquáticos ficam com menos espaço para nadar, então se concentram em zonas menores.

    Fique atento: de outubro a dezembro, as secas prolongadas estão ficando mais frequentes, o que faz os rios encolherem, limita o acesso a algumas áreas e pode reduzir os encontros com certas espécies de animais e plantas. A expectativa é que os rios comecem a subir aos poucos em novembro e dezembro. As condições melhoram bastante em janeiro, então a recomendação é reservar o seu tour a partir desse mês.

    Young boy standing at the entrance of a mossy cave exploring the Amazon jungle.
    .

    O que fazer durante a época de seca na Amazônia?

    Os roteiros por terra são o destaque da época de seca, mas ainda dá para fazer ótimas atividades aquáticas:

    • Praias de rio: Conhecida como o Caribe da Amazônia, Alter do Chão é o principal destino para curtir praias de rio, embora Anavilhanas e a região de Manaus também sejam ótimas opções.
    • Trilhas na selva: Este é o momento perfeito para caminhadas leves ou longas travessias pela floresta, incluindo cavernas e cachoeiras, além de acampamentos e caminhadas noturnas.
    • Focagem noturna: Como a área alagada diminui drasticamente, os jacarés se reúnem nas margens dos rios principais e dos lagos que restam. À noite, a “focagem” (apontar lanternas para os olhos deles) revela centenas de pontos brilhantes na água. Com um pouco de sorte, você também pode ver outras criaturas noturnas.
    • Cruzeiros fluviais na Amazônia: Os cruzeiros são uma das atividades mais versáteis da Amazônia, porque dá para aproveitá-los tanto na época de cheia quanto na época de seca.
    Silhouette of a person doing a yoga tree pose on an Amazon river beach at sunset.
    .

    👉 Leia mais: Melhores Lugares para Visitar na Amazônia, no Brasil

    Alta e baixa temporada na Amazônia, no Brasil

    A alta temporada é a época do ano em que mais gente visita um determinado destino. O aumento da procura não prejudica a experiência de viagem, mas pode afetar pontos como preços mais altos, mais visitantes e menor disponibilidade nos melhores hotéis na Amazônia.

    Estes costumam ser os meses mais movimentados:

    • Dezembro e janeiro: feriados, férias e recessos de trabalho e escola fazem as pessoas viajarem mais.
    • Fevereiro: o Carnaval é um dos feriados mais importantes do Brasil. Depois de quatro dias de festa, o movimento turístico na Amazônia tende a crescer (normalmente na segunda metade de fevereiro, dependendo do calendário do ano).
    • Junho, julho e agosto: período de férias escolares no Brasil e em países da América do Norte e da Europa.
    Two squirrel monkeys sitting on a tree branch grooming each other in the jungle.
    .

    A baixa temporada acontece nos meses que não citamos acima. Se você procura mais tranquilidade, exclusividade e preços acessíveis, essa é a melhor época na Amazônia!

    O clima da Floresta Amazônica

    A Amazônia no Brasil é grande o suficiente para alcançar oito estados diferentes, mas vamos focar em três: Amazonas, Pará e Mato Grosso. Cada um deles, claro, tem suas próprias características, opções de viagem e padrões de clima.

    Para ajudar você a decidir qual é o melhor mês para ir à Amazônia, confira os widgets abaixo e veja como está o clima agora nesses lugares.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Manaus, Amazonas

    Manaus é a capital do Amazonas, o estado onde a floresta ocupa a maior parte, cerca de 29% da Amazônia brasileira, chegando a 1.450.000 km². É maior que o Peru inteiro (1.285.216 km²)!

    Por isso o Amazonas é o destino mais procurado por quem quer mergulhar na Floresta Amazônica. Faz sentido, né?

    Belém, Pará

    O Pará fica bem ao lado do Amazonas, no Norte do Brasil. Aqui a Amazônia ocupa uma área menor, com “apenas” 930.000 km². É quase do tamanho da Tanzânia (947.303 km²), na África.

    Veja abaixo como está o clima agora em Belém, a capital do Pará.

    Alta Floresta, Mato Grosso

    Alta Floresta é uma cidade de Mato Grosso com mais de sessenta e dois mil habitantes, no norte do estado e no sul da Amazônia. Aqui a floresta ocupa 470.000 km², maior que o território da Califórnia (423.967 km²).

    Dê uma olhada no clima atual em Alta Floresta:

    A melhor época para visitar a Amazônia no Brasil é quando você quiser!

    Como é um destino para o ano inteiro, a Amazônia oferece experiências incríveis em qualquer período, e a melhor época para visitar a Amazônia depende só da sua agenda e das suas preferências.

    Agora é só escolher a data mais conveniente para planejar sua viagem com o PlanetaEXO, a plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia que trabalha com os melhores parceiros locais. Nossa equipe ajuda com tudo o que você precisar para transformar as suas férias em um dos melhores momentos da sua vida. Fale com a gente agora!

  • Pantanal ou Amazônia: qual escolher?

    Pantanal ou Amazônia: qual escolher?

    Dois biomas brasileiros incríveis: o Pantanal abriga onças-pintadas e outros animais fantásticos, enquanto a Floresta Amazônica proporciona experiências únicas na selva

    Na hora de planejar uma aventura pelas paisagens mais selvagens do Brasil, dois destinos costumam vir à mente: o Pantanal ou a Amazônia. Os dois são potências ecológicas transbordando biodiversidade, mas oferecem experiências bem diferentes.

    Aerial view of a tour boat navigating a winding river through the lush green landscape of the Amazon.
    .

    Comparar roteiros lado a lado não basta, já que os dois destinos estão entre os biomas mais ricos do planeta em biodiversidade e beleza intocada. Cada um a seu jeito, eles oferecem atividades incríveis para quem quer se conectar com a natureza na sua forma mais exuberante.

    Tourists watching a jaguar resting on a tree branch during a wildlife safari tour in the Pantanal.
    Photo: @larissa_pantanal

    Especialista em pacotes para o Pantanal e em viagens para a Amazônia no Brasil, a PlanetaEXO montou um guia para te ajudar a escolher onde passar as próximas férias. Confira abaixo!

    O Pantanal fica na Amazônia?

    Não, o Pantanal não faz parte da Floresta Amazônica. Apesar de serem biomas vizinhos no Brasil, têm ecossistemas bem diferentes.

    Espalhado pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é considerado a maior planície alagável do mundo.

    Já a Amazônia é a maior floresta tropical do planeta, presente em oito estados diferentes: Amazonas, Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Maranhão.

    Safári no Pantanal: a melhor observação de vida selvagem

    Se o seu sonho é ver animais de perto, o Pantanal é o destino perfeito. Além da fauna riquíssima, as paisagens abertas tornam muito mais fácil avistar os bichos no habitat natural do que em qualquer outro lugar do Brasil.

    De barco ou de 4×4, o safári no Pantanal garante algumas das melhores experiências de observação de vida selvagem do mundo. Com guias experientes que conhecem os lugares certos para encontrar os animais, você pode ver capivaras, ariranhas, jacarés, araras e muito mais.

    Silhouette of a capybara with birds perched on its back against a vibrant orange sunset in the Pantanal.
    Photo: Ondrej Prosicky

    Todas as espécies fascinam, mas dá para dizer que o maior felino das Américas é a estrela do show. A região Norte, principalmente perto da cidade de Porto Jofre, é considerada o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas.

    A abundância de vida selvagem é um diferencial e tanto do Pantanal em relação a outros biomas. As viagens pela selva amazônica no Brasil são ótimas para uma imersão total na natureza, mas avistar animais por lá exige mais paciência e uma pitada de sorte.

    Close-up of a jaguar engaging in natural camouflage amidst dense foliage in the Brazilian wetlands.
    Photo: Felipe Castellari

    👉 Leia mais:

    A imensidão da Floresta Amazônica

    A Floresta Amazônica é um mar de verde sem fim. Com árvores que passam dos 40 metros de altura, a floresta forma um ambiente fechado e úmido onde a luz do sol mal chega ao chão e onde vivem milhares de espécies de plantas e animais.

    Caminhar pela Amazônia é quase místico. Sons e aromas diferentes se misturam à grandiosidade da mata e a uma sensação constante de mistério. Essa atmosfera faz qualquer um sentir o poder acolhedor, mas implacável, da natureza.

    A traveler stands at the base of a massive tree trunk wrapped in vines, gazing up into the dense, green canopy of the Amazon rainforest.
    .

    Ao participar de passeios pela Amazônia no Brasil, o viajante percebe a importância dos rios, que ditam o modo de vida local como verdadeiras estradas naturais: conectam as comunidades ribeirinhas e dão acesso às partes mais profundas da floresta.

    Negro, Solimões e Amazonas são apenas alguns dos rios que cortam a vegetação e formam igarapés (pequenos cursos d'água), igapós (florestas alagadas) e paisagens de valor incalculável para a fauna, a flora e os moradores.

    A pink river dolphin surfaces to breathe, showing its distinct color against the dark, black waters of the Rio Negro.
    .

    A vida selvagem é rica, mas discreta. Fora os botos-cor-de-rosa, a maioria dos animais vive nas copas das árvores, se camufla na mata ou só aparece à noite. O foco aqui é a imersão: sentir o cheiro da terra molhada, ouvir a música da natureza, respirar ar puro e entender o privilégio de estar cercado pelo ecossistema mais complexo do planeta.

    👉 Conheça nossos pacotes: viagens para a Floresta Amazônica no Brasil

    Experiências na Amazônia e no Pantanal

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são espetaculares. Não existe destino melhor, existe a melhor opção para o seu perfil.

    Enquanto a Amazônia impressiona pela imensidão da mata fechada, pelos rios caudalosos e pelo som constante da selva, o Pantanal encanta com seus campos alagados, a vegetação aberta e o espetáculo da vida selvagem à vista. Apesar dos contrastes, esses dois destinos selvagens representam a riqueza da biodiversidade brasileira e do turismo sustentável.

    Além de entender o que torna cada bioma tão especial, vale destacar como essas diferenças moldam cada experiência.

    Two jaguars grooming each other in their natural habitat in the Pantanal.
    @matthias_kern_photography

    Atividades nos passeios pelo Pantanal

    Reserve sua viagem ao Pantanal se você curte:

    • Safári fotográfico: explore a planície de barco ou de 4×4 para avistar alguns dos animais brasileiros mais bonitos, como onças-pintadas, tamanduás, antas, tucanos e muitos outros.
    • Observação de aves: fique de olho para avistar aves nativas, como tucanos, araras e o enigmático tuiuiú.
    • Cavalgada: embrenhe-se pela planície alagada a cavalo, como um verdadeiro pantaneiro.
    • Trilhas: acompanhado por guias qualificados, caminhe pelos campos abertos e mergulhe na natureza.
    • Passeios de barco e pesca esportiva (pesque e solte): descubra a planície em passeios de barco e fisgue espécies típicas do Pantanal, como o pacu e o dourado.
    • Vida na fazenda: algumas pousadas são, na verdade, sedes de fazenda adaptadas, mas o dia a dia ainda gira em torno da cultura do campo, da qual os hóspedes podem participar à vontade.
    • Amanheceres e entardeceres de cinema: o céu aberto de horizonte a horizonte rende cenas que ficam na memória quando o dia nasce ou o sol se põe.

    Fique atento: os roteiros mudam bastante entre o Pantanal Norte e o Sul. Conheça as diferenças das duas regiões antes de fechar a sua viagem!

    Group of tourists horseback riding through the Pantanal wetlands guided by local experts.

    Atividades nos passeios pela Amazônia

    Planeje suas férias na Amazônia se você não vive sem:

    • Caminhadas na floresta: mergulhe na mata em trilhas com guias experientes para explorar a fauna, a flora e as tradições locais.
    • Cruzeiros fluviais: embarcações de alto padrão proporcionam uma navegação única pelos rios dos parques nacionais de Anavilhanas e Jaú.
    • Passeios de barco: percorrer os igarapés e igapós em barcos menores e canoas é uma das atividades mais autênticas da floresta.
    • Expedições noturnas: os animais (jacarés, cobras, sapos, corujas…) circulam com mais liberdade quando a noite cai, o que torna esse o momento ideal para observar a vida selvagem na Amazônia.
    • Encontro com botos-cor-de-rosa: ao contrário dos outros animais nativos, os icônicos botos-cor-de-rosa não são tímidos e costumam aparecer nos passeios de barco pelos rios Solimões e Negro.
    • Hospedagem na floresta e em casas flutuantes: estadias rústicas ou sofisticadas, sempre integradas à natureza.
    • Visita a comunidades ribeirinhas e indígenas: contato com culturas locais, culinária tradicional, artesanato e até cerimônias conduzidas por líderes indígenas.

    👉 Leia mais: O que fazer na Floresta Amazônica no Brasil

    Indigenous men playing traditional wind instruments during a cultural ceremony in the Amazon.

    Como chegar ao Pantanal e à Amazônia no Brasil?

    O Pantanal e a Floresta Amazônica ficam em regiões remotas, com desafios logísticos que influenciam diretamente a experiência do turista. Mas, com o crescimento do ecoturismo no Brasil e a melhora da infraestrutura local, essas viagens estão cada vez mais acessíveis.

    Dividido entre Norte e Sul, o Pantanal é acessado por Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), capitais ligadas às pousadas e fazendas por estradas de terra. A estação seca (maio a outubro) é uma ótima época para observar a fauna e curtir atividades ao ar livre, já que o nível da água baixa.

    👉 Leia mais:

    Two open-air safari vehicles stopping on a dirt road to observe a jaguar lying on the ground.

    Se o destino é a Amazônia, o trajeto depende das áreas que você vai visitar. Manaus, capital do Amazonas, é a principal porta de entrada para as florestas, com voos diretos das principais cidades brasileiras, mas também há passeios nos estados do Pará e de Mato Grosso.

    O nível dos rios varia muito entre a estação chuvosa e a seca, então as atividades mudam conforme a época do ano. A estação chuvosa (dezembro a maio) é a melhor para remar de canoa, enquanto a estação seca (junho a dezembro) permite caminhadas mais longas.

    👉 Leia mais:

    Tourists on a small motorized canoe navigating an Amazon river at twilight.

    Sustentabilidade e impacto local

    Tanto o Pantanal quanto a Amazônia são biomas de importância global para a conservação ambiental. O turismo sustentável tem se mostrado uma ferramenta poderosa para preservar essas regiões e apoiar as comunidades locais.

    Ao escolher hospedagens responsáveis, contratar guias locais, optar por operadoras com práticas sustentáveis e participar de atividades voltadas à educação ambiental, o turista contribui diretamente para manter as comunidades e fortalecer a biodiversidade.

    An ecotourism guide holding binoculars standing next to an Onçafari project vehicle.

    Iniciativas de ecoturismo, como as pousadas ecológicas na Amazônia ou as fazendas adaptadas no Pantanal, ajudam a gerar renda para as populações locais e criam alternativas ao desmatamento, à caça ilegal e à exploração predatória dos recursos naturais.

    Priorizar experiências que respeitam o ritmo da natureza, limitam o número de visitantes e assumem o compromisso com práticas sustentáveis é essencial para garantir que essas paisagens continuem existindo para as próximas gerações.

    A woman holding a native tree sapling for a sustainability and reforestation project in the Amazon.

    👉 Saiba mais e apoie:

    Afinal, você deve escolher a Floresta Amazônica ou o Pantanal?

    Vá para o Pantanal se quer observar a fauna com mais facilidade, paisagens abertas e experiências no estilo safári; escolha a Amazônia se procura uma exploração imersiva na selva, encontros culturais e a sensação de estar no meio de uma floresta tropical.

    Melhor ainda: planeje uma viagem aos dois destinos, já que cada um revela um lado diferente da natureza selvagem do Brasil.

    Aqui não tem escolha errada, só tipos diferentes de aventura!

    Travelers using binoculars to spot wildlife while hiking through the Amazon jungle.
    Photo: Samuel Melim

    Viaje para o Pantanal ou a Amazônia com a PlanetaEXO

    A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal e em expedições pela Amazônia no Brasil, então por que escolher só um destino se você pode conhecer os dois?

    Trabalhamos com as melhores operadoras locais para garantir uma experiência de viagem diferente de tudo. Da reserva ao roteiro, nosso time acompanha você em cada etapa. Fale com a gente agora!

  • O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    O melhor hotel de selva na Amazônia: onde se hospedar no Brasil

    Os lodges na Amazônia oferecem estadias confortáveis, serviços de alto padrão e imersão total na natureza

    Visitar a Floresta Amazônica está na lista de desejos de viajantes do mundo inteiro. Ainda assim, muita gente se pergunta se um ambiente tão selvagem é o lugar certo para esquecer o trabalho e as responsabilidades que ficaram em casa. A aventura é garantida, mas e o descanso?

    Felizmente, os melhores hotéis de selva da Amazônia no Brasil oferecem infraestrutura incrível em plena floresta, além de serviços premium e roteiros personalizados. O resultado é uma estadia de alto padrão que prova uma coisa: ecoturismo e conforto combinam perfeitamente.

    Precisa de uma mão para planejar a viagem? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou uma lista com opções de hospedagem incríveis. Confira abaixo!

    Cristalino Lodge

    Tourists stand on an observation tower above the canopy at Cristalino Lodge, a top Amazon rainforest hotel.
    .

    O Cristalino Lodge fica em uma reserva natural privada no sul da Amazônia. Com as melhores estadias e protocolos rígidos de preservação da floresta, é considerado um dos ecolodges mais notáveis do mundo pela National Geographic.

    A RPPN Cristalino (Reserva Particular do Patrimônio Natural) é a segunda maior reserva privada da floresta, com 27.000 acres, o dobro da ilha de Manhattan (NY). A fauna rica chama atenção: são mais de 600 espécies de aves e dezenas de mamíferos, incluindo macacos, ariranhas, catetos e antas.

    Se você ama observação de aves, ou de qualquer outro tipo de fauna, vai se apaixonar pelas torres de observação de 50 metros (164 pés), que abrem uma vista e tanto da floresta. O nascer e o pôr do sol vistos dessa altura ficam para sempre na memória!

    Depois de um dia inteiro de trilha ou canoagem nos rios Teles Pires e Cristalino, os hóspedes voltam para instalações de luxo, com bangalôs sofisticados e áreas comuns elegantes (salas de leitura e conferências, restaurante de cozinha local, bar e o querido deck flutuante).

    • Localização: Alta Floresta, Mato Grosso
    • Acesso: 40 minutos de carro a partir de Alta Floresta + trajeto de barco
    Lounge chairs and green umbrellas on the floating deck at Cristalino Lodge, an amazing Amazon eco lodge in Brazil.
    .

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Anavilhanas Jungle Lodge

    A refined bungalow with a thatched roof and a hammock on the balcony at Anavilhanas Jungle Lodge in Brazil.
    .

    O Anavilhanas Jungle Lodge já poderia ser um dos melhores hotéis de selva na Amazônia só pela localização, no coração do Parque Nacional de Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Mas este lugar extraordinário reserva muito mais.

    Viva momentos inesquecíveis nas atividades cheias de aventura, como trilhas, passeios de barco, pesca esportiva, expedições noturnas, exploração de cavernas, passeios ao pôr do sol e por aí vai. Fique de olho para avistar jacarés, araras coloridas, botos simpáticos e outras criaturas fascinantes!

    Na parte de estrutura, este hotel de selva na Amazônia tem de tudo: bangalôs e chalés refinados com TV, frigobar, ar-condicionado, Wi-Fi, chuveiro quente e varandas privativas com vista panorâmica.

    Você ainda pode nadar na piscina, treinar na academia, relaxar com uma massagem, provar pratos brasileiros deliciosos ou tomar um drink no bar flutuante. Quem diria que a Amazônia podia ser tão luxuosa?

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A woman relaxes on a wooden floating deck over the river at Anavilhanas Jungle Lodge, one of the best Amazon lodges in Brazil.
    Photo: Felipe Castellari

    Juma Amazon Lodge

    High-end bungalows built on tall stilts over the river at Juma Amazon Lodge, a premier Amazon jungle lodge in Brazil.
    .

    Quando o assunto é hotel de selva em Manaus, o Juma Amazon Lodge é parada obrigatória para quem ama a natureza.

    Apoiado em práticas sustentáveis, como energia solar, tratamento de efluentes e reciclagem, o Juma é ecológico sem abrir mão de uma experiência de alto padrão. As acomodações ficam sobre palafitas de quase 15 metros (49 pés) de altura. Os bangalôs lindos ficam na copa das árvores, o que garante uma experiência imersiva e ainda protege da água nas cheias sazonais.

    Aproveite as áreas comuns do hotel: tome um drink no bar, saboreie pratos tradicionais brasileiros no restaurante, nade na piscina ou pegue um sol no deck flutuante.

    Com sede de aventura? Encare trilhas pela selva, suba em árvores, pesque piranhas, reme de canoa pelos rios amazônicos, entre nas expedições noturnas, visite comunidades indígenas e curta outras atividades que aceleram o coração!

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    • Localização: Autazes, Amazonas
    • Acesso: 45 minutos de barco a partir de Manaus + 1 hora de carro + 1 hora de barco
    A floating deck and pool illuminated at night at Juma Amazon Lodge in the Amazon rainforest.
    .

    Mirante do Gavião

    The unique wooden architecture of Mirante do Gavião lodge illuminated at dusk, representing one of the best Amazon jungle lodges in Brazil.
    .

    Você vai ficar de queixo caído ao ver o Mirante do Gavião de perto. O projeto de arquitetura marcante usa estruturas de madeira que lembram as asas de uma ave de rapina. É um aceno ao nome do lodge: o mirante de onde o gavião observa a floresta. Sacada inteligente, né?

    São três tipos de acomodação (Premium, Luxury e Tree House), e cada quarto vem com ar-condicionado, camas confortáveis, banheiro espaçoso e frigobar. Dependendo da categoria, você ainda encontra varandas privativas, redes e banheiras de hidromassagem.

    Quer um pouco de ação? Sem problema! Este ecolodge tem atividades de sobra: trilhas, trilhas aquáticas, passeios noturnos para avistar animais, canoagem, exploração de cavernas e visitas a vilarejos e comunidades indígenas.

    Quando não estiver explorando a floresta, você pode se divertir na sala de jogos, relaxar na área de bem-estar, cair na piscina ou saborear um prato feito com ingredientes frescos e locais no Camu-Camu, o restaurante fine dining do lodge.

    • Localização: Novo Airão, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    A luxury room with a large glass window facing the forest at Mirante do Gavião in the Amazon rainforest.
    .

    👉 Leia mais: Os melhores cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    Uakari Lodge

    Floating bungalows on the river water at Uakari Lodge, an immersive Amazon rainforest lodge experience.
    .

    Não existe nada como o Uakari Lodge. Erguido com segurança sobre palafitas no meio da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, ele flutua sobre as águas do rio, o que aprofunda a sensação de imersão total na natureza. Um dos melhores hotéis de selva da Amazônia brasileira, o lodge foi incluído pela Lonely Planet numa lista de experiências imperdíveis na floresta.

    As práticas sustentáveis do Uakari não miram só o meio ambiente (energia solar, captação de água da chuva, reciclagem…): elas também chegam às comunidades. Operado pelo Instituto Mamirauá e por lideranças locais, este hotel da Floresta Amazônica gera renda para grupos ribeirinhos e cria incentivos para a conservação dos recursos naturais da região.

    E tem mais: as acomodações são um espetáculo à parte. A estrutura flutuante reúne cinco bangalôs com duas suítes cada, todos voltados para o rio, com vistas incríveis da floresta. Fora dos quartos, os hóspedes aproveitam as ótimas áreas comuns (deck, restaurante, bar, sala de vídeo e até uma biblioteca).

    O roteiro reúne uma grande variedade de atividades: passeios noturnos, trilhas, pescaria, visitas a vilarejos, canoagem, passeios de barco para observar a fauna e muito mais!

    • Localização: Tefé, Amazonas
    • Acesso: Voo de Manaus a Tefé + 1 hora e 30 minutos de barco
    A wooden deck with comfortable sofas overlooking the floating bungalows and river at Uakari Lodge in Brazil.
    .

    Amazon Turtle Lodge

    Aerial view of Amazon Turtle Lodge located by the river and deep inside the Brazilian Amazon rainforest.
    .

    Procurando algo mais em conta? O Amazon Turtle Lodge é uma excelente pousada de selva para quem quer gastar menos. Mas não se engane: preço amigável não significa abrir mão das experiências mais incríveis na floresta!

    Perto do Rio Guaporé, a localização é perfeita para mergulhar de cabeça na natureza. Charmoso e pitoresco, o lodge tem três tipos de bangalô: Rustic, Masonry e Superior, todos com camas confortáveis, ar-condicionado e banheiro privativo. Você também pode fazer as refeições no restaurante, tomar um drink no bar ou se divertir na sala de jogos e no espaço de TV.

    A lista generosa de atividades é outro motivo para este ser um dos ecolodges mais marcantes da Amazônia brasileira: caiaque, stand-up paddle, canoagem, trilhas, observação de aves, busca por fauna, pesca de piranha, passeio de barco até o Encontro das Águas, visita ao mercado de frutas local (Ceasa) e volta pelos vilarejos vizinhos.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3h30 de Manaus (estrada + barco)
    A comfortable and affordable bungalow bedroom with two beds at Amazon Turtle Lodge in Brazil.
    .

    Dolphin Lodge

     Aerial view of Dolphin Lodge showing its floating deck, boats, and chalets surrounded by the Amazon forest.
    .

    Fazendo jus ao nome, o Dolphin Lodge fica em uma área preservada onde é comum avistar botos, além de jacarés, macacos, aves e outras espécies belíssimas.

    Levando o ecoturismo a outro patamar, as ações sustentáveis são parte central do lugar: contratação de moradores locais, excursões de baixo impacto ambiental, reciclagem, uso reduzido de plástico e protocolos para proteger a fauna.

    O hotel tem seis chalés em terra firme e quatro bangalôs no Rio Memori, todos com vistas de tirar o fôlego. Os hóspedes relaxam na palhoça com redes e provam a comida brasileira preparada todos os dias pela equipe da cozinha.

    Entre as atividades estão trilhas na selva, observação da fauna, pescaria, passeios de barco, aulas de sobrevivência, camping na floresta e visitas a comunidades locais.

    • Localização: Careiro, Amazonas
    • Acesso: 3 horas de Manaus (estrada + barco)
    Wooden chalets with thatched roofs connected by a walkway at Dolphin Lodge, a great Amazon rainforest hotel.
    .

    Quanto custa se hospedar em um hotel de selva na Amazônia?

    O custo médio para se hospedar em um hotel de selva na Amazônia é de R$ 11.000 por pessoa. Mas atenção: os preços variam conforme a categoria da acomodação, a temporada, a duração da viagem etc.

    Veja mais informações sobre as melhores pousadas na Amazônia:

    LODGE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cristalino Jungle Lodge Estadia de alto padrão, perto dos rios Cristalino e Teles Pires, torres de observação para ver aves e fauna, trilhas, canoagem e passeios de barco. 5 dias R$ 17.470
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia sofisticada, expedições (Anavilhanas, Rio Negro e Cavernas do Madadá), observação da fauna, trilhas, canoagem, passeios de barco, pescaria e aulas de arco e flecha. 6 dias R$ 16.670
    Juma Amazon Lodge Estadia confortável, passeios noturnos, trilhas, canoagem, pescaria, contemplação do nascer do sol, árvores de sumaúma e visitas a comunidades locais. 5 dias R$ 11.255
    Mirante do Gavião Estadia de luxo, expedições em Anavilhanas e no Rio Negro, trilhas, passeios noturnos, observação da fauna, trilhas aquáticas, contemplação do pôr do sol e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 12.545
    Uakari Lodge Ecolodge flutuante (Reserva Mamirauá), trilhas, canoagem, interação com botos, passeios noturnos, pescaria e visita aos moradores locais. 5 dias R$ 5.945
    Amazon Turtle Lodge Estadia acessível, trilhas, canoagem, pescaria, observação de aves, passeios ao pôr do sol, Encontro das Águas e visitas a comunidades caboclas. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 3.095
    Dolphin Lodge Encontro das Águas, trekking na selva, safári noturno, contemplação do nascer do sol e visitas a comunidades locais. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 2.228

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 12 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Conheça os melhores hotéis de selva na Amazônia com o PlanetaEXO

    Viu como você não precisa escolher entre aventura e conforto? Com essas pousadas na Amazônia cheias de estrutura, dá para ter o melhor dos dois mundos numa só viagem!

    Especialista em viagens para a Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com operadores locais respeitados e seleciona a dedo os melhores roteiros para experiências sustentáveis e prazerosas em alguns dos lugares mais bonitos do país. Fale com a gente agora!

  • Melhor época para visitar o Pantanal

    Melhor época para visitar o Pantanal

    Por ser um destino fortemente influenciado pelas condições climáticas, vale a pena saber tudo sobre as estações e o clima antes de planejar a sua viagem ao Pantanal!

    De acordo com o nosso guia de viagem do Pantanal, a melhor época para visitar o Pantanal é de maio a outubro, período que abrange as estações intermediária e seca. Mesmo assim, este é um destino para o ano inteiro, já que cada estação traz oportunidades diferentes de atividades em meio a paisagens em constante transformação.

    Assim como acontece em outras áreas alagadas pelo mundo, a subida e a descida anuais do nível da água no Pantanal sustentam todo o seu sistema ecológico. Embora o clima da região e o comportamento da fauna sejam fortemente influenciados por essas estações, elas vêm ficando mais imprevisíveis a cada dia por causa das mudanças climáticas, o que pode gerar variações nas previsões.

    Three Hyacinth Macaws flying in formation against a clear blue sky, a common sight during a Pantanal safari trip.
    Photo: Felipe Castellari, Caiman

    Por isso, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, preparou um guia completo para você entender as estações e o clima desse lugar incrível. Veja mais abaixo!

    As estações e o clima do Pantanal mês a mês

    O Pantanal tem quatro estações principais bem definidas: chuvosa, úmida, intermediária e seca.

    Por causa da sua localização no planalto brasileiro, as temperaturas se mantêm relativamente estáveis o ano todo, com média de 27°C (80°F). Neste guia, a gente explica as diferenças entre cada estação e a melhor época para reservar o seu safári no Pantanal.

    👉 Conheça o nosso safári e vida selvagem no Brasil

    Estação chuvosa no Pantanal (novembro e dezembro)

    A estação chuvosa começa em novembro e vai até dezembro, trazendo as primeiras chuvas e pintando a paisagem de um verde vibrante. É o início do ciclo de regeneração: a flora cresce e a fauna volta a se espalhar.

    A fartura de comida atrai centenas de espécies de aves, que aproveitam para ensinar os filhotes a voar. Bandos de araras e cegonhas são vistos com frequência, mas os avistamentos de mamíferos ficam mais raros.

    A temperatura média em novembro e dezembro no Pantanal fica entre 23°C e 28°C (73°F a 82°F), com a umidade subindo à medida que as chuvas chegam.

    An aerial view of a boat navigating through lush green waterways during the wet season, the best time to visit the Pantanal for landscape photography.
    .

    Estação úmida no Pantanal (dezembro, janeiro, fevereiro e março)

    A estação úmida no Pantanal também é marcada pelas chuvas. Nesse período, as planícies alagam e os rios transbordam, criando um imenso ambiente aquático.

    Janeiro e fevereiro no Pantanal são os meses de mais chuva da estação, deixando as paisagens ainda mais dinâmicas e exuberantes. É a época ideal para explorar o bioma de barco, já que os cursos d'água se expandem e dão acesso a áreas remotas.

    A fauna, que inclui jacarés, capivaras e incontáveis espécies de aves, prospera nesse ambiente, mas o acesso a algumas áreas pode ficar limitado por causa do nível alto das águas.

    Com a umidade alta, a temperatura média na estação úmida varia de 24°C a 29°C (75°F a 84°F).

     A jaguar leaping from a log into the water, capturing the intense wildlife action seen on Pantanal tours.
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    Estação intermediária no Pantanal (abril, maio e junho)

    De abril a junho, a estação intermediária marca a transição da estação úmida para a seca. Conforme o nível da água começa a baixar e mais terra fica exposta, os animais que tinham se espalhado com a cheia voltam para as planícies.

    É um ótimo momento para observação de aves, já que muitas espécies se reúnem ao redor das águas que restam. A paisagem começa a secar, mas a vegetação continua verde e exuberante, criando um belo contraste visual.

    Abril traz céus estrelados e um clima mais ameno, que deixa as expedições noturnas ainda mais gostosas. Em maio, as temperaturas ficam constantemente agradáveis, ótimas para o melhor safári no Pantanal durante o dia!

    As temperaturas médias variam de 22°C a 27°C (72°F a 81°F), garantindo um clima levemente fresco, mas confortável para explorar.

    A capybara resting on the grass near a caiman by the water's edge, typical of the diverse wildlife in the Pantanal wetlands.
    .

    Estação seca no Pantanal (julho, agosto, setembro e outubro)

    A estação seca é provavelmente a melhor época para observar a vida selvagem. Conforme as fontes de água diminuem, os animais do Pantanal tendem a se concentrar em torno dos poucos pontos de água que sobram, o que facilita o avistamento.

    Agosto, em especial, é conhecido pelos céus limpos e pouquíssima chuva, ideal para safáris e passeios fotográficos. Também é uma ótima época para cavalgadas e caminhadas, já que as trilhas secas deixam a exploração mais acessível.

    A temperatura média nesse período varia de 20°C a 26°C (68°F a 79°F), o que a torna a estação mais agradável para atividades ao ar livre.

    A traveler horseback riding through shallow wetlands, a popular activity when exploring the Pantanal.
    Photo: VisitMS

    Qual a melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal?

    No Pantanal Norte, que é onde ver onças-pintadas no Pantanal como em nenhum outro lugar do mundo, os animais começam a se concentrar nas margens dos rios assim que o nível da água baixa: entre a estação intermediária (maio a junho) e seguem se reunindo até outubro, durante a estação seca.

    Isso aumenta muito as chances de avistar onças e, por isso, muita gente considera essa a melhor época para ir ao Pantanal, aproveitando momentos e tanto nos safáris de barco em Porto Jofre para observar esses animais magníficos no seu habitat natural.

    Já no Pantanal Sul existe um tesouro escondido: um refúgio ecológico que oferece o Safári de Onças de Luxo. Ali dá para ver onças em qualquer época do ano, independentemente da estação, porque elas vivem protegidas em áreas preservadas e estão acostumadas com a presença humana. Os safáris são feitos em veículos 4×4, o que garante uma experiência empolgante e imersiva.

    A jaguar resting on a tree branch in the North Pantanal, observed during the dry season which is the best time to visit the Pantanal for big cats.
    Photo: Henk-Bogaard

    👉 Leia mais: Pantanal Norte ou Sul

    O clima no Pantanal Norte

    Porto Jofre, no município de Poconé, em Mato Grosso, é a principal cidade do Pantanal Norte e concentra a maioria dos lodges. Veja como está o clima agora:

    👉 Planeje a sua visita nos nossos passeios pelo Pantanal Norte

    O clima no Pantanal Sul

    Corumbá, em Mato Grosso do Sul, é uma das cidades que dão acesso ao Pantanal Sul. Aquidauana e Miranda também são portas de entrada importantes para essa área alagada. Veja o clima atual:

    👉 Leia mais: como chegar no Pantanal, no Brasil

    Reserve a sua viagem ao Pantanal com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe qual a melhor época para visitar o Pantanal, no Brasil, e conhece um pouco mais sobre o clima e as estações, bora começar a planejar as suas férias!

    O PlanetaEXO é especializada em passeios pelo Pantanal e trabalha com os melhores operadores locais para garantir que a sua viagem e a sua estadia sejam diferentes de tudo que você já viveu. Fale com a gente agora!

  • Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Descubra todas as opções para chegar a Barreirinhas, Atins e Santo Amaro, as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, no Brasil

    Onde ficam os Lençóis Maranhenses? A resposta está no nosso guia de viagem dos Lençóis Maranhenses: o parque fica no nordeste do Brasil, no estado do Maranhão. Você chega sem complicação pela capital, São Luís, que concentra o aeroporto internacional mais próximo, e de lá segue para uma das cidades-base da aventura: Barreirinhas, Atins ou Santo Amaro.

    A backpacker walks across the vast white sand dunes of Lençóis Maranhenses National Park under a cloudy sky.
    .

    O trajeto é demorado, já que o último trecho exige algumas horas de estrada até o destino. Além de saber como chegar aos Lençóis, vale considerar o tempo de viagem ao planejar o roteiro, para aproveitar cada segundo sem sustos pelo caminho.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, o PlanetaEXO preparou um guia completo com tudo o que você precisa para um transfer tranquilo. Confira abaixo!

    Como chegar a São Luís?

    Chegar a São Luís, no Maranhão, é o primeiro passo rumo aos Lençóis Maranhenses para a maioria dos visitantes nacionais e internacionais.

    O Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ) recebe voos diários de algumas das maiores cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília. Consulte o Google Flights para achar as melhores opções.

    O único voo internacional direto (sem conexão por nenhuma das cidades citadas acima) sai de Lisboa, Portugal, duas vezes por semana. A companhia responsável é a TAP Air Portugal.

    Como ir de São Luís a Barreirinhas?

    A cerca de 260 km a leste de São Luís, Barreirinhas é a principal porta de entrada dos Lençóis Maranhenses, a cidade com a melhor infraestrutura e o ponto de partida de muitos passeios.

    A pristine turquoise lagoon rests between the expansive white sand dunes near Barreirinhas.
    .

    De ônibus

    Operada pela Expresso Guanabara e pela Crisbell, a viagem de ônibus do Terminal Rodoviário de São Luís até Barreirinhas leva 4 a 5 horas.

    Você desembarca na Av. Rodoviário Canequinho ou na Av. 31 de Março, dependendo do itinerário. Os dois pontos dão acesso fácil ao parque nacional.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    De carro

    Alugue um carro no Aeroporto de São Luís (SLZ) e dirija até Barreirinhas por cerca de 4 horas. Locadoras como Unidas, Movida e Localiza são opções confiáveis.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são econômicas e práticas, com conforto e segurança para quem só quer relaxar durante o trajeto.

    A FrankTur (WhatsApp: +55 98 99167-7766) é uma operadora experiente que oferece transfers diários por uma tarifa fixa (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Barreirinhas: Saídas às 03h30, 08h00, 14h30 e 17h00.
    • Barreirinhas → São Luís: Saídas às 06h00, 09h00, 14h00 e 16h30.

    De transfer privativo

    Para mais flexibilidade e privacidade, considere um transfer privativo (São Luís ⇌ Barreirinhas, cerca de 4h). Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.070 (dia) / R$ 1.220 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.375 (dia) / R$ 1.525 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (dia) / R$ 2.650 (noite)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    De avião

    Embora o Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) seja o aeroporto mais próximo dos Lençóis Maranhenses, os voos comerciais estão suspensos desde março de 2025. Mesmo assim, ele segue operando para aeronaves executivas e fretadas.

    O PlanetaEXO pode organizar voos fretados para a sua comodidade. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Atins de São Luís?

    Se você quer saber como chegar até os Lençóis, vale entender também o acesso por Atins, uma vila de pescadores tranquila em Barreirinhas, numa parte mais isolada do parque nacional. Naturalmente, o caminho é ir até Barreirinhas e, de lá, seguir para Atins.

    De barco

    O passeio de barco saindo de Barreirinhas pelo Rio Preguiças dura cerca de 1 hora e 15 minutos. O ritmo mais lento do trajeto já entrega o clima tranquilo de Atins e revela as paisagens naturais do caminho.

     Passengers ride a yellow motorboat with blue canopies along the Preguiças River on their way to Atins.
    .

    Veja duas opções:

    • Transfer de barco compartilhado: a K-BEÇA TURISMO (WhatsApp: +55 98 8827-7715) tem saídas em grupo diárias de Atins para Barreirinhas às 07h00 e de Barreirinhas para Atins às 12h30. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer de barco privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    De veículo 4×4

    Outra opção é sair de Barreirinhas em um veículo 4×4. O trajeto de 1 hora pode balançar um pouco, mas é um jeito animado de chegar até os Lençóis e admirar a natureza pelo caminho. O transfer privativo custa R$ 1.188.

    • Transfer compartilhado: a Monalisa Atins (WhatsApp: +55 98 9101-0124) faz o trajeto de 4×4 entre Barreirinhas e Atins às 05h00, 09h00 e 14h00. Entre em contato para saber os preços.
    • Transfer privativo: para mais privacidade e flexibilidade, fale com o PlanetaEXO e reserve o seu transfer privativo.

    Como chegar a Santo Amaro de São Luís?

    Santo Amaro é a cidade-base mais tranquila e remota do parque nacional. A 237 km a sudeste de São Luís, é o ponto final de vários treks nos Lençóis Maranhenses. É uma ótima alternativa para quem busca menos movimento turístico e desconexão total do mundo lá fora.

    A traveler carrying a backpack walks barefoot along the shoreline of a peaceful lagoon in Santo Amaro.
    .

    👉 Conheça o melhor trekking no Brasil

    De carro

    Alugue um carro no aeroporto de São Luís em locadoras como Unidas, Movida ou Localiza e dirija cerca de 3 horas e 45 minutos até Santo Amaro. Como não há locadoras na cidade, você vai precisar devolver o veículo na capital.

    De van compartilhada

    As vans compartilhadas são opções práticas para quem procura transfers em conta. Com viagens de 3 horas e 30 minutos, a operadora Paperinho da Van (WhatsApp: +55 98 98468-4146) tem saídas diárias com tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços):

    • São Luís → Santo Amaro: Saídas às 04h00, 13h00 e 16h00.
    • Santo Amaro → São Luís: Saídas às 05h00, 09h00 e 14h00.

    De transfer privativo

    Para quem quer mais flexibilidade, reservar um transfer privativo (Santo Amaro ⇌ São Luís, cerca de 4h) é uma ótima opção. Veja os valores:

    • Carro (4 lugares): R$ 1.125 (dia) / R$ 1.275 (noite)
    • Minivan (6 lugares): R$ 1.437,50 (dia) / R$ 1.587,50 (noite)
    • Van (15 lugares): R$ 2.500 (dia) / R$ 2.650 (noite)

    Os transfers privativos são operados pelo PlanetaEXO. Fale com a gente para saber mais!

    Como chegar a Barreirinhas de Jericoacoara?

    Agora que você já sabe como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses saindo de São Luís, é hora de entender o acesso por Jijoca de Jericoacoara, no estado do Ceará.

    Jericoacoara é uma vila paradisíaca, conhecida pelas praias intocadas e pelas formações rochosas impressionantes. Faz parte da Rota das Emoções, um roteiro de 6 dias que inclui também o Delta do Parnaíba, no Piauí, e os Lençóis Maranhenses.

    How to get to Barreirinhas from Jericoacoara? - Maps

    Pela beleza natural e pela proximidade entre os Lençóis e Jericoacoara (382 km), é comum os viajantes irem de um para o outro e aproveitarem mais as férias no Nordeste brasileiro.

    De carro

    A viagem de carro de Jericoacoara até Barreirinhas leva cerca de 7 horas. Você pode alugar o carro em locadoras como a Localiza e devolvê-lo em São Luís no fim da viagem.

    De transfer compartilhado ou privativo

    A Rota Combo (WhatsApp: +55 86 99993-0111) é uma das principais operadoras na rota Jericoacoara-Barreirinhas, com transfers em grupo ou privativos em vários horários e tarifas individuais fixas (entre em contato para saber os preços).

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses saindo do Rio e de São Paulo

    A maioria dos turistas estrangeiros desembarca no Rio de Janeiro ou em São Paulo para chegar aos Lençóis, já que são as maiores cidades do Brasil.

    Silhouetted people walk across the sand dunes of Lençóis Maranhenses at sunset.
    .

    Do Rio, os voos saem do Aeroporto do Galeão (GIG) para São Luís (SLZ) três vezes por semana. De São Paulo, os voos para a capital do Maranhão saem todos os dias do Aeroporto de Viracopos (VCP) e três vezes por semana de Congonhas (CGH) e Guarulhos (GRU). Todos os voos são operados por LATAM, GOL ou Azul.

    Também dá para ir de ônibus, mas a viagem é bem longa. Saindo da Rodoviária Novo Rio até São Luís, o trajeto leva 2 dias e 14 horas. De São Paulo, os passageiros embarcam na Rodoviária do Tietê e chegam ao Maranhão em 2 dias e 18 horas.

    Como não existe linha direta das rodoviárias do Rio ou de São Paulo para as cidades-base dos Lençóis Maranhenses, ainda é preciso pegar outro ônibus de São Luís a Barreirinhas (mais 4 a 5 horas).

    Reserve a sua viagem aos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Saber como chegar aos Lençóis é importante para organizar a viagem, mas quando você viaja com a gente, a única preocupação é aproveitar!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando com os melhores operadores locais, cuidamos de cada etapa das suas férias, da hospedagem a roteiros sob medida e opções de transfer. Fale com a gente agora!

  • Como chegar na Amazônia no Brasil?

    Como chegar na Amazônia no Brasil?

    Não sabe como visitar a Amazônia? Confira nosso guia com as rotas para o Amazonas, Mato Grosso e Pará e descubra tudo o que você precisa saber!

    Se você está se perguntando como visitar a Amazônia e como chegar até lá para começar a planejar as próximas férias, vale esclarecer uma coisa: ao contrário do que muita gente pensa, o acesso não é nada complicado. A melhor forma de chegar é voando até Manaus, a capital do estado do Amazonas. De Manaus, muitos viajantes seguem mais fundo na floresta em cruzeiros na Amazônia.

    Aerial view of a winding blue river flowing through the dense green vegetation of the Amazon Rainforest in Brazil.
    .

    Mas você pode optar por rotas diferentes, principalmente se for conhecer a Amazônia em outros estados. Do aeroporto, dá para chegar à floresta de verdade por terra ou de barco, quase sempre com os transfers oferecidos pelos lodges.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, que trabalha com os melhores operadores locais, o PlanetaEXO preparou um guia completo para tirar todas as suas dúvidas. Confira!

    Onde fica a Amazônia no Brasil?

    A Amazônia fica na região Norte do Brasil. Apesar de se estender por Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Guiana, Venezuela e Suriname, mais de 59% do bioma está dentro do território brasileiro.

    O Amazonas é o principal estado, mas a floresta também avança por Pará, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins.

    👉 Leia mais: A melhor época para visitar a Amazônia no Brasil

    Como chegar em Manaus?

    A rota de Manaus até a floresta é a mais prática, já que a capital do Amazonas é considerada a porta de entrada do bioma. Os turistas desembarcam no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), o principal aeroporto de Manaus, que recebe voos de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Quem vem de fora chega a Manaus a partir de Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR), porque não há voos diretos da Europa nem dos Estados Unidos. Para quem mora nos EUA, as companhias Copa e Avianca oferecem as opções mais convenientes, com conexões no Panamá e na Colômbia.

    Traveler standing on a wooden pier looking at a small seaplane docked in the Amazon river ready for boarding.
    Photo: Felipe Castellari

    Vindo de países da Europa ou da América do Norte, os voos geralmente fazem escala em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB) antes de seguir ao destino final. A partir dessas cidades, a Azul e a GOL oferecem voos para Manaus sem conexão.

    Depois de chegar a Manaus, é preciso um transporte até a floresta. A maioria dos passeios do PlanetaEXO na Amazônia inclui transfers privativos ou em grupo oferecidos pelos lodges, que envolvem um trajeto de 30 minutos de carro até o Porto da Ceasa e um trecho de barco até o hotel, com duração que varia conforme a localização de cada hospedagem.

    Tourists riding a motorized canoe exploring the calm waters of the Amazon Rainforest river at dusk
    .

    Alguns lodges ficam em áreas bem isoladas, o que torna o percurso mais longo, com vários trechos de carro, ônibus ou barco. Pode parecer muita coisa, mas fique tranquilo! O caminho até a hospedagem já é uma aventura por si só, porque você vive experiências incríveis logo no primeiro dia, como passar por feiras de frutas, avistar animais, ver o Encontro das Águas e por aí vai.

    Aerial drone shot of an eco-lodge built on stilts surrounded by the dark waters of the Amazon river and lush jungle.
    .

    👉 Leia mais:

    Como chegar na Amazônia em Alta Floresta, Mato Grosso?

    Alta Floresta fica no norte do Mato Grosso, na borda sul da Amazônia. É nessa cidade charmosa que está o Cristalino Jungle Lodge, um dos lodges de selva mais renomados do mundo. E não é só a gente que diz: a National Geographic também acha!

    Tall metal observation tower rising above the Amazon rainforest canopy at Cristalino Jungle Lodge in Mato Grosso.
    Photo: Andre Dib

    O aeroporto da Amazônia em Alta Floresta é o Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias (AFL), atendido pela Azul com voos de Cuiabá (CGB) e São Paulo (VCP) 2–3 vezes por semana. Antes de pousar nessas cidades, você pode ter uma escala em outros lugares. Confira bem os detalhes do seu voo!

    Alta Floresta também fica perto de outros biomas marcantes, como o Pantanal, famoso pelos avistamentos de onça-pintada. Muitos passeios pelo Pantanal saem de Cuiabá, o que é a oportunidade perfeita para conhecer mais da incrível diversidade natural do Brasil.

    Jaguar resting comfortably on a thick tree branch in the Brazilian wetlands.
    Photo: Jorge Lopes

    Como chegar na Amazônia no Pará

    Vizinho do estado do Amazonas, o Pará revela um outro lado da floresta brasileira. Continua lindo e cheio de surpresas, mas com riquezas naturais e culturais bem próprias.

    As principais atrações amazônicas do Pará são a belíssima Ilha de Marajó e Alter do Chão, a melhor praia do Brasil segundo o The Guardian, que a descreveu como “a resposta da selva ao Caribe”.

    Belém

    O jeito mais fácil de chegar ao Pará é desembarcar em Belém, a capital do estado. O Aeroporto Internacional de Belém (BEL) recebe voos diretos de várias cidades brasileiras: Belo Horizonte (CNF), Brasília (BSB), Fortaleza (FOR), Manaus (MAO), Recife (REC), Rio de Janeiro (GIG), São Luís (SLZ) e São Paulo (GRU/VCP).

    Aerial view of the historic Ver-o-Peso market and docked boats on the riverfront in Belém do Pará.
    .

    Turistas estrangeiros também podem voar direto para Belém a partir de Bogotá (BOG), Lisboa (LIS), Fort Lauderdale (FLL) e Miami (MIA).

    As companhias GOL, LATAM e Azul operam tanto rotas nacionais quanto internacionais.

    Santarém

    Se o seu destino é Alter do Chão, o ideal é reservar seu voo para Santarém (STM), uma cidade a 1.167 km (725 milhas) de Belém. Para chegar lá, você pode partir de Belém (BEL), Brasília (BSB), Manaus (MAO) ou Porto Trombetas (TMT).

     White sand beach of Ilha do Amor stretching into the clear waters of the Tapajós River in Alter do Chão.
    .

    Você também pode chegar ao seu destino de barco, saindo do Porto de Belém ou do Porto de Santarém. As viagens de barco duram mais de 36 horas, tempo de sobra para curtir um belo trajeto pelos rios Amazonas e Tapajós. Assista ao nascer ou ao pôr do sol, admire o Encontro das Águas e fique de olho nas aves e nos animais aquáticos.

    Os barcos são relativamente simples, mas ainda assim confortáveis e seguros. Os passageiros podem reservar cabines próprias (com cama de casal, banheiro privativo, ar-condicionado, TV e frigobar) ou passar a noite em redes espalhadas pelos conveses. As refeições (café da manhã, almoço, jantar e lanches) são vendidas à parte.

    👉 Conheça esta aventura: Cruzeiro pelo Rio Amazonas saindo de Alter do Chão

    Dicas valiosas de como ir para a Amazônia

    Você já aprendeu como chegar na Amazônia no Brasil por diferentes rotas, estados e cidades. Para deixar a sua viagem ainda mais tranquila, separamos algumas dicas valiosas:

    • A rota de São Paulo até a Amazônia é a que oferece mais opções de voos diretos e conexões, por Viracopos (VCP) e Guarulhos (GRU).
    • Saindo do Rio de Janeiro para a Amazônia, o Galeão (GIG) é o principal aeroporto para quem vai a Manaus e Belém.
    • Consulte o Google Voos para encontrar passagens em conta.
    • Se você optar por ir de Belém a Santarém (ou vice-versa) de barco, a Ibarco é uma das operadoras mais conhecidas do Norte do Brasil.

    O PlanetaEXO está aqui para ajudar você com as melhores opções de transfer para viagens ao Amazonas, Mato Grosso ou Pará. A maioria dos nossos passeios já inclui transfers privativos para a sua comodidade. Fale com a gente e saiba mais!

    Traditional wooden riverboat navigating the calm Amazon waters during a golden sunset reflecting on the river.
    .

    A Amazônia brasileira está chamando por você!

    Agora que você sabe tudo sobre como chegar à maior floresta tropical do planeta, é hora de começar a planejar a sua viagem!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia no Brasil. Ao trabalhar com os melhores operadores locais, conseguimos apoiar a comunidade, proteger o meio ambiente e organizar a viagem dos seus sonhos. Fale com a gente agora!

  • Cachoeiras da Chapada Diamantina: melhores trilhas e joias escondidas

    Cachoeiras da Chapada Diamantina: melhores trilhas e joias escondidas

    Conheça as cachoeiras que não podem ficar de fora da sua viagem ao Parque Nacional da Chapada Diamantina!

    As cachoeiras da Chapada Diamantina estão entre as mais conhecidas e mais queridas do Brasil. Para chegar até elas, você caminha por trilhas que cruzam serras, vales profundos, grutas antigas, vegetação fechada e mirantes com vista aberta, como mostra o nosso guia de viagem da Chapada Diamantina.

    Já pensou em terminar uma trilha nadando num poço natural cercado de paredões? Ou parar num mirante e ver mais de vinte quedas d'água caindo ao mesmo tempo? Na Chapada Diamantina isso não é sonho distante: são experiências reais esperando por você!

    A cascading waterfall flowing into a calm natural pool with red rocks in Chapada Diamantina National Park.
    @brunoononogaki

    Se você está planejando uma aventura em um dos melhores destinos de trekking do mundo, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes da Chapada Diamantina, preparou uma lista de cachoeiras que não podem faltar no seu roteiro. Confira abaixo!

    Cachoeirão

    O Cachoeirão é um dos cenários mais conhecidos da Chapada. Na época das chuvas, mais de 20 filetes d'água caem de cerca de 280 metros de altura, formando uma cortina que toma todo o paredão. De cima, você vê o Vale do Pati se abrindo até o horizonte, emoldurado por montanhas.

    De baixo, a perspectiva muda por completo: poços de água escura refletem as paredes do cânion enquanto as quedas despencam bem na sua frente.

    Como chegar no Cachoeirão?

    Mirante do Cachoeirão

    O mirante de cima faz parte do roteiro de 3 dias na Chapada Diamantina. A caminhada costuma começar no povoado de Guiné e entra no Vale do Pati por trilhas íngremes de montanha. São subidas, travessias de rio e algumas horas de trekking até a borda do paredão, com vista panorâmica do vale e das cachoeiras.

    Two hikers look down from a high cliff edge at Cachoeirão Waterfall plunging into the deep green Vale do Pati canyon.
    .

    Base do Cachoeirão

    A base faz parte da travessia do Vale do Pati de 5 dias. O percurso é mais longo e mais exigente, e leva você para dentro do cânion. A trilha passa por mata fechada e terreno rochoso até os poços logo abaixo das quedas, onde dá para nadar e olhar as cachoeiras de baixo para cima.

    A hiker wearing a hat and jacket looks up at the towering 280-meter water streams of Cachoeirão Waterfall from its rocky base.
    .

    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina (Parque Nacional)?

    Cachoeira do Funil

    Uma das cachoeiras escondidas mais bonitas do Brasil, a Cachoeira do Funil tem uma queda de cerca de 20 metros que cai em poços naturais cercados de mata, um refúgio tranquilo no meio do vale. É justamente essa calmaria que atrai quem procura lugares com menos gente.

    Cachoeira do Funil

    Provavelmente uma das cachoeiras escondidas mais bonitas do Brasil, a Cachoeira do Funil tem uma queda de cerca de 20 metros que despenca em piscinas naturais cercadas por mata densa, criando um refúgio tranquilo no meio de um vale deslumbrante. Sua beleza serena faz dela um dos destaques para quem procura lugares menos movimentados.

    A woman sits on a rock near the calm natural pool of Funil Waterfall, a 20-meter drop surrounded by dense green vegetation.
    .

    Como chegar na Cachoeira do Funil?

    O acesso costuma ser em travessias de vários dias pelo Vale do Pati, com saída de Guiné ou do Vale do Capão. A trilha inclui travessias de rio e trechos de mata, muitas vezes combinados com uma parada na Cachoeira da Angélica.

    Cachoeira do Buracão

    A Cachoeira do Buracão é considerada a mais aventureira da Chapada Diamantina. A queda de 85 metros fica escondida dentro de um cânion estreito, o tal buracão que dá nome ao lugar. Para chegar até ela, você nada ou boia pela garganta do rio até parar bem na base da queda. Não é toda cachoeira que deixa você chegar tão perto de tanta força.

     Buracão Waterfall drops 85 meters inside a narrow rocky canyon with layered walls, ending in a dark natural pool.
    @brunoononogaki

    Como chegar no Buracão?

    Perto de Ibicoara, o Buracão é alcançado por uma caminhada guiada de 3 km por mata e trechos rochosos. Mesmo com o acesso remoto, está entre as quedas mais visitadas do parque.

    👉 Explore a aventura: trilha da Chapada Diamantina em 6 dias

    Cachoeira da Fumaça

    Com 340 metros, a Cachoeira da Fumaça é a terceira mais alta do Brasil, atrás apenas da Cachoeira da Neblina (450 m), no Rio de Janeiro, e do El Dorado, no estado do Amazonas.

    Vista de cima, a água desce tão fina que evapora antes de tocar o chão, e é daí que vem o efeito de fumaça. Para quem quer um desafio maior, a trilha até a base é puxada e revela uma cachoeira completamente diferente.

    The 340-meter Fumaça Waterfall flows over a steep cliff, with its water turning into a smoke-like mist before reaching the bottom.
    @estreladalvadiamantina

    Como chegar na Cachoeira da Fumaça?

    Mirante da Cachoeira da Fumaça

    A trilha sai do Vale do Capão e segue por 6 km entre platôs rochosos e mirantes até a borda do paredão. Normalmente feita em meio dia, é a forma mais popular de ver a cachoeira.

    Base da Cachoeira da Fumaça

    O acesso começa perto de Lençóis, acompanha o Rio Ribeirão e enfrenta trechos íngremes de mata até chegar à base. Com 3 a 4 dias de duração, é uma travessia selvagem e exigente. Entre subidas fortes, trechos técnicos e acampamentos isolados, você precisa de bom preparo físico e do apoio de um guia profissional.

    👉 Explore a aventura: roteiro de 7 dias na Chapada Diamantina

    Cachoeira do Mosquito

    A Cachoeira do Mosquito é uma das mais convidativas de todo o Parque Nacional da Chapada Diamantina. A queda de 60 metros cai num poço largo, perfeito para nadar. O nome vem do passado garimpeiro da região: os garimpeiros chamavam de mosquitos os diamantes pequenininhos que encontravam na água.

    A woman stands on a rock stretching her arms at the base of the 60-meter Mosquito Waterfall, surrounded by a wide swimming pool.
    @laneferraz

    Como chegar na Cachoeira do Mosquito?

    A cerca de 40 minutos de Lençóis, o acesso é simples: um trecho de estrada de terra e uma descida curta por trilha marcada (uns 20 minutos). Vale ir com guia local, principalmente na época de chuva, quando o caminho fica escorregadio.

    Cachoeira do Samuel

    A Cachoeira do Samuel também está entre as mais altas da Chapada Diamantina, com uma queda de cerca de 100 metros. Escondida numa área de mata perto de Andaraí, ela desaba entre paredões de rocha e vegetação fechada.

    Mesmo sem a fama da Fumaça ou do Buracão, o Samuel compensa a caminhada para quem quer cenário grande num canto mais silencioso e pouco visitado.

     The tall Samuel Waterfall cascades down massive rocky walls into a dark pool, surrounded by lush forest near Andaraí.
    @pablofotografias

    Como chegar na Cachoeira do Samuel?

    O caminho até a Cachoeira do Samuel usa as antigas estradas do garimpo, na região do Roncador. A travessia é longa e exigente: 18 km ida e volta (cerca de 3 horas em cada sentido, por mata fechada, travessias de rio e trechos leves de escalaminhada).

    Cachoeira da Fumacinha

    A Cachoeira da Fumacinha é uma das mais remotas e imponentes da Chapada, com queda vertical de cerca de 100 metros dentro de um cânion estreito. O cenário é bruto: paredões altíssimos, uma caverna escura na base e o barulho constante da água, uma recompensa e tanto para quem encara a jornada longa.

    A hiker wearing a hat stands at the edge of a dark pool, looking up at the dramatic 100-meter vertical drop of Fumacinha Waterfall inside a narrow canyon.
    @alicesantos.nutri

    Como chegar na Cachoeira da Fumacinha?

    Perto de Ibicoara, a Fumacinha exige uma travessia puxada de 18 km ida e volta, com travessias de rio, blocos de pedra e trechos de mata. Pela dificuldade, contratar um guia local é altamente recomendado. É uma das melhores trilhas da Chapada Diamantina para quem gosta de desafio!

    Cachoeira do Herculano

    A Cachoeira do Herculano fica longe das rotas turísticas principais, o que faz dela um destino realmente fora do circuito. Com paredões de 100 metros e um poço grande na base, é o tipo de lugar onde você aproveita a natureza em paz.

    A silhouette of a person standing on rocks near a dark cave entrance, looking out at the rugged 100-meter cliffs of Herculano Waterfall.
    @poliana_barbosa_guia

    Como chegar na Cachoeira do Herculano?

    Perto de Andaraí, o Herculano exige caminhada guiada por trilhas de mata pouco marcadas e travessias de rio. O percurso não é sinalizado, e é por isso que ir com um profissional faz tanta diferença. A distância é moderada, mas a área é isolada, o que reforça a sensação de exclusividade.

    Cachoeira Encantada

    Uma das cachoeiras mais impressionantes da Chapada Diamantina, a Cachoeira Encantada tem uma queda de cerca de 230 metros. A água despenca dentro de um cânion profundo e, quando o sol bate na neblina, forma arco-íris.

    Por ficar longe de tudo, recebe bem menos visitantes que as outras. Para quem encara o caminho, a vista compensa cada passo, principalmente na época de chuva, quando o volume de água é maior.

    The 230-meter Encantada Waterfall plunges over flat, terraced rocky ledges into a deep canyon near Itaetê.
    @anderson_liiima_bunenen_

    Como chegar na Cachoeira Encantada?

    Perto de Itaetê, o acesso exige caminhada guiada por trilhas de mata e terreno rochoso. A travessia leva várias horas e é considerada de dificuldade moderada, mas entrega uma das vistas mais impressionantes de todo o parque nacional.

    Cachoeira do Sossego

    O nome não engana: a Cachoeira do Sossego é uma queda tranquila de 20 metros que forma um poço natural cercado de blocos de pedra. A trilha já é parte da aventura, passando por cascatas menores e trechos de rocha até a queda final. Muita gente ainda para no Ribeirão do Meio, famoso pelo escorrega natural, na volta. É uma das melhores trilhas de cachoeira da região!

    A person swims in the peaceful, dark natural pool at the base of the 20-meter Sossego Waterfall near Lençóis.
    @lilianflorio

    Como chegar na Cachoeira do Sossego?

    Saindo de Lençóis, são 7 km de caminhada (cerca de 3 horas em cada sentido) acompanhando o Rio Ribeirão, com trechos sobre pedras e travessias de córrego. Ir com guia local é o mais indicado!

    Cachoeira do Mixila

    Com uma queda de cerca de 80 metros dentro de um cânion estreito, a Cachoeira do Mixila é para exploradores de verdade. Chegar até ela já é aventura: o caminho tem trechos de river trekking e, em alguns pontos, rapel leve. O acesso difícil e a baixa visitação mantêm a área bem preservada.

    A bright rainbow forms in the mist of Mixila Waterfall, an 80-meter drop hidden deep inside a narrow rocky canyon.
    @taynaguiasaothome

    Como chegar na Cachoeira do Mixila?

    Saindo de Lençóis, o Mixila é alcançado em caminhada guiada de um dia inteiro ou de dois dias, acompanhando o Rio Capivari. No caminho, você passa por quedas menores como a Capivari e o Poção. Pelos trechos técnicos e pelas travessias de rio, ir com guia é fortemente recomendado.

    Dá para nadar nas cachoeiras?

    Se você está se perguntando se dá para nadar nas cachoeiras, a resposta é sim, mas depende de qual delas.

    Muitas das cachoeiras deste artigo têm poços naturais ótimos para banho, enquanto outras são melhor aproveitadas do mirante ou têm acesso complicado. Para o seu trekking sair redondo e seguro, siga as nossas dicas:

    • Buracão: você nada ou boia pelo cânion até o poço na base.
    • Mosquito: poço natural grande, ideal para um mergulho.
    • Sossego: poço calmo entre as pedras, ótimo para uma parada.
    • Mixila: poços fundos ao longo do cânion, para nadadores aventureiros.
    • Cachoeirão (por baixo): poços na base do cânion, com acesso por uma travessia mais longa.
    • Fumacinha: poço natural dentro do cânion, com água quase sempre muito fria.
    • Herculano: poço grande e fundo na base, perfeito para nadar.
    • Samuel: poço formado pela queda alta, bom para o banho depois da trilha.
    • Funil: cascatas bonitas com um poço grande na base, ideal para nadar.
    • Encantada: exige uma travessia de cânion rigorosa e tecnicamente difícil.

    Melhor aproveitadas do mirante:

    • Mirante do Cachoeirão: só vista panorâmica.
    • Mirante da Fumaça: famoso pelo efeito de fumaça, sem acesso a poço.

    Fique atento: cuidado com pedras escorregadias e correnteza forte, e siga sempre as orientações do seu guia!

    Two travelers relax in the shallow golden waters of a Chapada Diamantina waterfall pool, with a vivid rainbow shining across the mist.
    .

    Por que a água é escura?

    A cor de chá das águas da Chapada Diamantina vem dos taninos liberados por folhas e matéria orgânica ao longo dos rios. É uma característica natural, não poluição, ou seja, a água é totalmente segura para banho.

    Dependendo da profundidade e da luz, a água aparece dourada, âmbar ou quase preta, o que dá aos poços um visual bem particular. As formações de rocha arenosa da região funcionam como filtros naturais e mantêm a água livre de impurezas.

    An aerial view of a powerful waterfall dropping down stepped rocks into a dark, tea-colored pool, surrounded by dense green forest.
    .

    👉 Leia mais: 10 dicas de viagem para a Chapada Diamantina

    A água das cachoeiras na Chapada Diamantina é fria? Qual a melhor época para visitar?

    Como os rios nascem na serra, a maioria das cachoeiras fica gelada o ano inteiro. Depois de horas de trilha no sol, esse banho frio vira parte da aventura!

    • Seca (maio a setembro): trilhas mais fáceis, mas algumas cachoeiras perdem volume.
    • Chuva (novembro a março): cachoeiras cheias e muito fotogênicas, mas trilhas escorregadias.
    • Pós-seca (abril e maio, setembro e outubro): o melhor equilíbrio, com bom volume de água e trilhas acessíveis.
    A person sits against a dark rock wall, enjoying a refreshing shower under the cascading cold waters of a mountain-fed waterfall.
    .

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina e o que esperar do clima?

    Conheça as melhores trilhas da Chapada Diamantina com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo, cada pacote para a Chapada Diamantina vai muito além de bater foto no mirante. Viajando com a gente, você apoia um turismo responsável, que protege a natureza e fortalece as comunidades locais.

    Nossos operadores locais não conhecem só as trilhas: eles compartilham histórias, tradições e o conhecimento de quem vive ali para mostrar o quanto o parque nacional é rico. Fale com a gente agora!

  • Pantanal Norte ou Sul: qual região visitar

    Pantanal Norte ou Sul: qual região visitar

    O Pantanal Norte é ideal para ver onças-pintadas e fazer safáris fotográficos, enquanto o Pantanal Sul é perfeito para observar a vida selvagem e mergulhar na cultura local. Vamos descobrir qual é a melhor opção para você!

    👉 Veja nossos safáris de onça-pintada no Pantanal

    Como mostra o nosso guia de viagem do Pantanal, essa região do Brasil se divide em duas partes bem distintas: Norte e Sul. As duas são incríveis e valem a viagem, mas você chega a elas por estados e cidades diferentes, e cada uma oferece um estilo próprio de safári e de ecoturismo.

    Entender as diferenças entre o Pantanal Norte e o Pantanal Sul é essencial para planejar a viagem e saber exatamente o que esperar em termos de experiências, deslocamentos e hospedagem.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal e que trabalha com os melhores operadores locais, montou um guia completo com as principais diferenças entre as duas regiões para ajudar você a decidir qual destino combina mais com o seu estilo de viagem. Confira abaixo!

    O que é o Pantanal?

    O Pantanal, no Centro-Oeste do Brasil, é a maior planície alagável do mundo e o bioma mais bem preservado do país, com 84% da paisagem original ainda intacta, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Pela sua importância ambiental, foi declarado Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO e Reserva da Biosfera em 2000.

    Panoramic aerial view of flooded plains, winding rivers, and green forests of Pantanal, Brazil under a bright sun.
    .

    Com mais de 210.000 km², é tão grande que se estende por dois estados: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Se você está na dúvida entre o Pantanal Norte ou Sul, a resposta depende do que você procura: ver onças-pintadas, mergulhar na cultura local ou ter um acesso mais fácil.

    Pantanal Norte: safáris de onça-pintada e aventuras remotas

    A wild jaguar walking along a riverbank during a North Pantanal safari, the premier region for jaguar sightings and wildlife tours.
    .
    • Acesso principal: Cuiabá (Mato Grosso)
    • Destino mais procurado: Porto Jofre, pela Rodovia Transpantaneira
    • Melhor época para ir: julho a outubro (estação seca)
    • Destaque principal: passeios de barco para avistar onças-pintadas

    O Pantanal Norte sofre forte influência da Floresta Amazônica, com vegetação mais densa e fechada, além de áreas alagadas, rios e lagos. É também um dos melhores lugares do mundo para ver onças-pintadas no Pantanal, principalmente entre junho e outubro, nas margens do rio Cuiabá.

    Se as suas prioridades são observar a vida selvagem, viver experiências culturais ou curtir atividades na água, um safári no Pantanal Norte é, muito provavelmente, a melhor escolha para você!

    Tourists and photographers observing a jaguar in a tree, a highlight of a Pantanal trip focused on wildlife photography in the Northern Pantanal.
    @larissa_pantanal

    👉 Leia também:

    Prós e contras do Pantanal Norte

    Prós:

    • Altas chances de avistar onças-pintadas.
    • Chance de ver aves e espécies influenciadas pela Amazônia que não descem para o Sul.
    • Ótimo para fotógrafos e amantes da vida selvagem, principalmente na estação seca, de julho a outubro, quando a fauna fica ainda mais diversa.

    Contras:

    • Localização remota, deslocamentos longos.
    • Menos contato com o dia a dia da fazenda e do peão pantaneiro.
    • Os safáris de onça costumam ser mais caros por causa da alta procura, da disponibilidade limitada e da logística complexa.
    A family of capybaras on a grassy bank, a common wildlife sighting on a Pantanal tour in both the North and South regions.
    Photo: Ondrej Prosicky

    Pantanal Sul: experiência de fazenda tradicional e safáris para a família

    • Acesso principal: Campo Grande (Mato Grosso do Sul)
    • Principais áreas: Aquidauana, Miranda, Corumbá
    • Melhor época para ir: maio a setembro (estação seca)
    • Destaque principal: hospedagem em fazendas tradicionais e exploração por terra

    O Pantanal Sul tem uma paisagem de savanas e áreas de mata influenciada pelo Cerrado e pelo Chaco Paraguaio. O resultado são campos mais abertos e limpos, que rendem ótimas oportunidades para atividades em terra firme e encontros de perto com a fauna, tudo em um ambiente muito bem preservado.

    Tourists in an open-air vehicle enjoying a South Pantanal adventure, ideal for land-based Pantanal safaris and exploring the savanna.
    .

    A maioria dos lodges são fazendas de gado, ativas ou desativadas, que foram transformadas em hospedagens menores e mais aconchegantes, com foco em experiências ligadas ao Pantanal e às tradições de fazenda. Canoagem, safáris terrestres, cavalgadas e observação da vida selvagem estão entre as atividades mais comuns.

    Traditional cowboys riding horses in the Southern Pantanal, offering cultural immersion often included in a Pantanal road trip or farm stay.
    Photo: Samuel Betkowski

    O Pantanal Sul também combina muito bem com uma passagem por Bonito, um dos maiores destinos de ecoturismo do Brasil, famoso pela flutuação em rios de água cristalina e pela exploração de cavernas.

    👉 Explore os nossos passeios no Pantanal Sul

    👉 Saiba mais e reserve agora: roteiro de 5 dias pelo Pantanal e Bonito

    Para quem prioriza praticidade e conforto na viagem, o Pantanal Sul oferece uma experiência mais tranquila e acessível!

    Prós e contras do Pantanal Sul

    Prós:

    • Acesso mais fácil a partir de Campo Grande.
    • Imersão cultural na rotina do pantaneiro e nas tradições locais.
    • Hospedagem voltada para conforto e exclusividade, incluindo lodges de luxo como o Caiman.
    • Atividades em terra variadas, como caminhadas, cavalgadas e observação da vida selvagem.
    • Ótimo para quem quer conhecer o Pantanal gastando menos.
    • Fácil acesso a Bonito (MS).

    Contras:

    • Menores chances de ver onças-pintadas, elas existem e aparecem em certas áreas, mas em quantidade e frequência menores do que no Norte.
    • A fauna fica mais dispersa do que no Norte, o que significa que os safáris terrestres exigem mais paciência na observação dos animais.

    A scenic sunset with palm trees in the Southern Pantanal, known for its open landscapes and accessible Pantanal tours.

    Pantanal Norte ou Sul no Brasil: qual é o mais indicado para você?

    Veja como escolher a região ideal para a sua viagem ao Pantanal, de acordo com a experiência que você procura.

    Escolha o Pantanal Norte, no Brasil, se você quiser:

    Reserve seu passeio no Pantanal Norte se você quer:

    • Safáris de onça e fotografia de natureza: o melhor lugar para observar onças-pintadas, principalmente de julho a outubro.
    • Safáris de barco e observação da fauna: os passeios de barco também são ótimos para avistar outros animais do Pantanal, como jacarés, capivaras, tamanduás-bandeira, araras-azuis e muito mais.

    Reserve seu passeio no Pantanal Sul se você quer:

    • Atividades em terra: caminhadas guiadas, cavalgadas e safáris de observação.
    • Estender a viagem por Bonito, no Mato Grosso do Sul: destino famoso pela flutuação em rios de água cristalina e por piscinas naturais subterrâneas;
    • Imersão nas tradições rurais: viva o cotidiano local e conheça tudo sobre a música, a comida e outros aspectos da cultura pantaneira.
    A flock of birds flying at sunset during the dry season, which is often cited as the best time to visit the Pantanal for wildlife viewing.
    .

    Quanto custa um passeio no Pantanal?

    O custo médio de um passeio no Pantanal é de R$ 10.400 por pessoa. Os preços variam conforme a categoria de hospedagem, a estação, a duração da viagem, etc.

    Ainda na dúvida entre o Pantanal Norte ou Sul? Compare as opções de passeios que selecionamos a dedo nas duas regiões!

    Passeios no Pantanal Norte

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Tour Fotográfico de Onças no Pantanal Registre fotos incríveis da fauna abundante (recomendado para fotógrafos profissionais e amadores). 6 dias R$ 19.290
    Safári de Onça-Pintada em Porto Jofre, Cuiabá Conheça Porto Jofre, lar da maior população de onças-pintadas do mundo. 4 dias R$ 13.815
    Safári de Onça Econômico no Pantanal Várias chances de avistar onças-pintadas, capivaras, jacarés e aves exóticas. 4 dias R$ 9.695
    Passeio no Pantanal saindo de Cuiabá Observação da vida selvagem e cavalgadas por campos abertos e áreas alagadas. 4 dias R$ 7.065

    Passeios no Pantanal Sul

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Luxo de Onça e Vida Selvagem Lodge sofisticado com ótimas chances de avistar onças-pintadas no Pantanal Sul. 4 dias R$ 16.680
    Passeio pelo Pantanal e Bonito Vá das áreas alagadas até Bonito por paisagens que mudam pelo caminho. 5 dias R$ 7.270
    Viagem de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande As atividades incluem safáris fotográficos e noturnos, passeios de barco e pescaria de piranha. 4 dias R$ 5.995
    Passeio Econômico no Pantanal Aventura em conta com quartos compartilhados, safáris a pé, passeios de barco e cavalgadas. 4 dias R$ 3.440

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 13 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    Dá para visitar o Pantanal Norte e o Sul na mesma viagem?

    Sim, mas isso exige tempo e uma boa logística. As duas áreas ficam a mais de 1.000 km de distância e não há estrada direta entre elas.

    Se você está planejando um roteiro mais longo e quer conhecer as duas, voar entre Cuiabá e Campo Grande é a melhor opção.

    Close-up of a jaguar resting in the North Pantanal, the best destination for travelers seeking intense Pantanal safari experiences.
    .

    👉 Leia também: Como chegar no Pantanal, no Brasil

    Afinal, Pantanal Norte ou Sul?

    O Pantanal Norte é a sua melhor aposta se você busca ver onças-pintadas, fazer safáris de barco, fotografar a fauna ou viver uma experiência mais selvagem e remota.

    Já o Pantanal Sul combina mais com quem procura acesso fácil, ecolodges confortáveis, observação de vida selvagem sem foco nas onças e uma variedade maior de atividades em terra. É também a escolha ideal para quem quer juntar a viagem a uma passagem por Bonito.

    Fique de olho: em qualquer uma das regiões, quem manda é o ciclo das águas. A maior concentração de animais acontece na estação seca, quando eles procuram os rios e lagoas que ainda restam.

    Tourists canoeing near an ecolodge, a sustainable activity for a Pantanal trip that combines adventure with nature preservation.
    .

    Reserve seu passeio no Pantanal com o PlanetaEXO

    Escolhendo o Norte ou o Sul, o PlanetaEXO é especializada em viagens ao Pantanal nas duas áreas. Trabalhamos de perto com os melhores operadores locais e ecolodges comprometidos com práticas sustentáveis e com a preservação do modo de vida pantaneiro.

    Fale com a gente e vamos começar a planejar o seu safári no Pantanal agora mesmo!

  • Onde se hospedar no Pantanal

    Onde se hospedar no Pantanal

    As pousadas são parte essencial da experiência de viagem no Pantanal: garantem conforto, permitem explorar as áreas úmidas com segurança e aproximam você da natureza

    Antes de planejar sua viagem, vale a pena conferir nosso guia de viagem do Pantanal para entender como funciona o turismo na região. Diferente dos destinos tradicionais, aqui você não fica numa cidade e sai para fazer passeios. A aventura gira em torno de se hospedar numa pousada, quase sempre em áreas naturais remotas.

    Essas hospedagens se dividem em duas grandes regiões: o Pantanal Norte (acesso por Cuiabá, em Mato Grosso) e o Pantanal Sul (por Campo Grande, em Mato Grosso do Sul). Para entender como chegar no Pantanal, saiba que é a partir dessas cidades de entrada que os viajantes são levados até as pousadas. Uma vez lá, todas as atividades são organizadas e conduzidas diretamente pelas equipes locais, como os safáris de vida selvagem e outras experiências adaptadas às estações e às condições do lugar.

    A majestic jaguar walks through the green vegetation during a wildlife safari in the Northern Pantanal.
    Photo: Donal Boyd

    Por causa do isolamento e de toda a logística envolvida, planejar essa viagem pede a ajuda de profissionais confiáveis. Na PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, trabalhamos com os melhores operadores locais, responsáveis por organizar toda a experiência, incluindo os transfers de ida e volta às pousadas e a coordenação das atividades.

    Veja abaixo nossas sugestões de onde se hospedar no Pantanal!

    Pousadas no Pantanal Norte

    Porto Jofre, no município de Poconé, é o principal destino do Pantanal Norte e fica no fim da Rodovia Transpantaneira.

    A região é bastante isolada, mas perfeita para observação de fauna, tours fotográficos e safáris de barco. É também onde ver onças-pintadas no Pantanal com mais facilidade!

    Piuval

    Referência em hospedagem ao longo da Transpantaneira, a Piuval tem infraestrutura completa, com quartos espaçosos e áreas de lazer (piscina, lago com pedalinhos, quadra de vôlei, playground e sala de jogos).

    Vale destacar também as práticas sustentáveis da pousada, como tratamento de água e esgoto, reaproveitamento de água da chuva, energia solar, reciclagem e por aí vai.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 10 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 120 km (1h40)
    • Atividades: safáris de barco, cavalgada, caminhada e passeios de barco.
    • Faixa de preço: $$$
    Guests relax near the outdoor swimming pool at Piuval lodge during a colorful sunset in the Northern Pantanal.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Tour de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Cuiabá

    Berço Pantaneiro

    Além da excelente logística de transporte, o Berço Pantaneiro oferece chalés e quartos com ótimo custo-benefício e uma decoração rústica charmosa.

    Aproveite as áreas comuns (espaço para churrasco e salas de convivência e refeições) e os barcos mais seguros e confortáveis da região, todos equipados com proteção solar.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 145 – Porto Jofre
    • Distância de Cuiabá: 250 km (4h20)
    • Atividades: safáris de barco, passeios de barco e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$
    Two rustic A-frame wooden chalets sit at Berço Pantaneiro in Porto Jofre, surrounded by bright pink flowers.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Safári Econômico de Onças no Pantanal

    SouthWild Pantanal Lodge

    O SouthWild tem uma das localizações mais privilegiadas do Pantanal Norte, bem de frente para o Rio Cuiabá. As vistas impressionam, e o atendimento e a comida são muito elogiados pelos hóspedes.

    É o hotel ideal no Pantanal para quem busca autenticidade: as acomodações são bem simples, mas totalmente confortáveis e funcionais.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 66 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 170 km (2h50)
    • Atividades: safáris de barco, passeios de barco, torres de observação e trilhas científicas.
    • Faixa de preço: $$$
    The red exterior of the SouthWild Pantanal Lodge features a shaded wooden porch for guests seeking an authentic stay.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Safári de Onças em Porto Jofre, Cuiabá / Tour Fotográfico de Onças

    Southwild Flotel & Jaguar Suites

    Do grupo SouthWild, o Flotel é uma embarcação de 35 metros ancorada 4 quilômetros rio acima no Rio Piquiri. Numa proposta de hospedagem completamente diferente, esse hotel flutuante recebe os hóspedes em 12 cabines charmosas, com banheiro privativo, ar-condicionado e Wi-Fi.

    O amplo deck superior a céu aberto é perfeito para admirar a vista do Pantanal, mas os outros espaços comuns também rendem ótimos momentos, como o bar molhado e as áreas de refeição, banho de sol e churrasco.

    • Endereço: Rio Piquiri (Parque Estadual Encontro das Águas)
    • Distância de Cuiabá: 250 km (4h30)
    • Atividades: safáris de barco (focados em onças)
    • Faixa de preço: $$$

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Onças do Pantanal: Tour Fotográfico

    Dona Onça

    A Dona Onça é menor e não tem grandes áreas comuns, mas cumpre bem o papel de acolher os hóspedes em acomodações rústicas e confortáveis, com foco na autenticidade e na simplicidade do Pantanal.

    O destaque fica para os barcos de excelente qualidade, conduzidos por ótimos pilotos, mas a comida caseira também recebe muitos elogios.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 149 – Porto Jofre
    • Distância de Cuiabá: 250 km (4h20)
    • Atividades: safáris de barco (focados em onças), passeios de barco e caminhada.
    • Faixa de preço: $$
    The exterior courtyard of Dona Onça lodge shows rustic accommodations with wooden benches in Porto Jofre.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Safári Econômico de Onças

    Pouso Alegre

    O território da Pouso Alegre é enorme e um dos melhores lugares da região para avistar inúmeras espécies de animais. A área é toda georreferenciada, o que permite mapear novas trilhas e criar medidas de observação do bioma.

    Seguindo a estética de uma fazenda rústica, as acomodações são simples, mas funcionais, todas com banheiro, ar-condicionado, ventilador, cadeiras, mesas e prateleiras.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 33 – Poconé
    • Distância de Cuiabá: 144 km (2h30)
    • Atividades: safáris de barco, safáris noturnos, passeios de barco, caminhada, canoagem e cavalgada.
    • Faixa de preço: $$$
    The simple and functional rustic farm architecture of Pouso Alegre lodge is shaded by large green trees.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Tour Econômico de Onças

    Santa Rosa

    Com infraestrutura excelente, arquitetura moderna e uma comida tradicional de dar água na boca, a Santa Rosa é uma das hospedagens mais bem avaliadas do Pantanal. Às margens do Rio São Lourenço, também se destaca pela localização privilegiada.

    Em quatro categorias diferentes, os chalés são confortáveis e espaçosos, com bela vista para a natureza, banheiro privativo, ar-condicionado, frigobar e por aí vai. Nas áreas comuns há bosques, espaços de convivência e piscina.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 142 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 253 km (4h20)
    • Atividades: safáris de barco (focados em onças), safáris noturnos e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$$
    Santa Rosa lodge features a large outdoor swimming pool and modern architecture on the banks of the São Lourenço River.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Tour Fotográfico de Onças no Pantanal / Tour de Onças em Porto Jofre

    Jaguar Bay

    Anexa à Santa Rosa, a Jaguar Bay é uma pousada menor, com suítes confortáveis, ar-condicionado e uma charmosa arquitetura em madeira. Os hóspedes aproveitam toda a infraestrutura da pousada principal, incluindo as áreas de lazer e a piscina.

    Também conta com uma torre de observação e vista panorâmica do Pantanal, perfeita para contemplar o pôr do sol e observar aves.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 142 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 253 km (4h20)
    • Atividades: safáris de barco (focados em onças), passeios de barco, caminhada e torres de observação.
    • Faixa de preço: $$$

    A couple walks down a wooden pier toward safari boats during a beautiful sunset over a Pantanal river.

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Pantanal Norte – Safári de Onças

    Aymara

    Reconhecida como um refúgio ecológico cercado de natureza intocada, a Aymara é uma pousada de estilo rústico, com arquitetura em madeira de ipê e o melhor do modo de vida pantaneiro. Além de suítes com varanda e banheiro privativo, tem piscina, restaurante e bar.

    Seus esforços de conservação são comprovados por várias certificações, como o selo Tesouro Verde, o Projeto Floresta+ Amazônia e a Reserva da Biosfera do Pantanal.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 25 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 135 km (2h10)
    • Atividades: canoagem, passeios de barco, caminhada, safáris terrestres e safáris noturnos.
    • Faixa de preço: $$$
    Lounge chairs sit beside the outdoor swimming pool at Aymara lodge, an ecological refuge surrounded by untouched nature.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Tour de Vida Selvagem no Pantanal

    Araras Lodge

    A Araras é um ecolodge com ambientes charmosos e acolhedores para toda a família, baseados no respeito ao ecossistema e à cultura local. Com bar e restaurante, piscina, torres de observação e varandas de vista bonita, é um dos melhores hotéis do Pantanal para relaxar e se conectar com a natureza.

    Os quartos equilibram a decoração rústica com um toque de modernidade em espaços amplos e confortáveis. Todas as unidades têm ótimas camas, ar-condicionado, ventilador de teto e banheiro privativo.

    • Endereço: Rodovia Transpantaneira, km 33 – Zona Rural, Poconé
    • Distância de Cuiabá: 135 km (2h10)
    • Atividades: safáris de barco, cavalgada, canoagem e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$$

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Safári de Vida Selvagem no Pantanal

     Aerial view of Araras Lodge showing the swimming pool and eco-friendly infrastructure surrounded by the Pantanal ecosystem
    .

    Hotéis em Mato Grosso: onde ficar em Cuiabá?

    Capital de Mato Grosso, Cuiabá é a quarta maior cidade do Centro-Oeste e a porta de entrada para o Pantanal Norte. Os turistas chegam de todo o Brasil pelo Aeroporto Internacional Marechal Rondon (CGB). Selecionamos algumas opções:

    Deville Prime Cuiabá

    • Endereço: Av. Isaac Póvoas, 1000
    • Distância do aeroporto: 9,8 km

    Amazon Plaza Hotel

    • Endereço: Av. Pres. Getúlio Vargas, 600
    • Distância do aeroporto: 8 km

    Delmond Hotel

    • Endereço: Av. André Maggi, 1980
    • Distância do aeroporto: 12,7 km

    Pousadas no Pantanal Sul

    Está na dúvida de onde se hospedar no Pantanal para curtir atividades em terra firme e mergulhar mais fundo na cultura pantaneira?

    O Pantanal Sul é o melhor lugar para contemplar savanas e áreas florestadas influenciadas pelo Cerrado e pelo Chaco Paraguaio, além de sentir de perto o modo de vida rancheiro e explorar a imensidão dos campos abertos.

    Caiman

    A Caiman é uma das hospedagens mais prestigiadas das áreas úmidas por vários motivos: fica dentro de uma reserva protegida, tem compromisso com a conservação, respeito à cultura local, acomodações de alto padrão, alguns dos melhores safáris no Pantanal da região e o status de único lugar no Pantanal Sul onde é possível avistar onças-pintadas, graças à parceria com o Projeto Onçafari.

    As unidades se dividem entre a Casa Caiman, uma antiga sede de fazenda com 18 suítes, e a Baiazinha, uma villa privativa ideal para grupos que buscam mais privacidade e exclusividade.

    • Endereço: Estância Caiman, s/n – Zona Rural, Miranda
    • Distância de Campo Grande: 240 km (3h40)
    • Atividades: safáris terrestres, safáris noturnos, observação de aves, canoagem, caminhada e cavalgada.
    • Faixa de preço: $$$$$
    The luxurious interior of Caiman lodge features a wooden roof, comfortable seating areas, and a large jaguar statue.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Safári de Onças de Luxo no Pantanal / Tour Pantanal e Bonito de 5 dias no Brasil

    Aguapé

    A Aguapé é uma pousada familiar com mais de 100 anos de tradição, numa área verde e rica que mistura a vegetação típica do Pantanal e do Cerrado, além de lagos, córregos e o Rio Aquidauana.

    Os quartos com ar-condicionado garantem conforto e descanso depois de um longo dia de atividades, e as áreas comuns incluem piscina, churrasqueira e espaços de convivência.

    • Endereço: Fazenda São José Zona Rural (MS-171, km 54) – Zona Rural, Aquidauana
    • Distância de Campo Grande: 195 km (3h20)
    • Atividades: safáris terrestres, safáris noturnos, observação de aves, canoagem, caminhada e cavalgada.
    • Faixa de preço: $$$
    Aerial view of Araras Lodge showing the swimming pool and eco-friendly infrastructure surrounded by the Pantanal ecosystem
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Viagem de Vida Selvagem no Pantanal saindo de Campo Grande / Tour Pantanal-Bonito

    Pequi

    A Pequi é uma sede de fazenda dos anos 1920 transformada em pousada, com estrutura pensada para famílias. Seu grande diferencial é a preservação das tradições rurais, que permite aos hóspedes interagir com os animais da fazenda e participar das atividades de campo.

    Os quartos com ar-condicionado desse hotel no Pantanal têm camas confortáveis (de solteiro e de casal), banheiro privativo, frigobar e TV, enquanto as áreas comuns incluem piscina, playground, sala de refeições, área de redes, sala de TV, loja de souvenirs e até uma capela.

    • Endereço: Estrada MS-171, km 40 – Zona rural, Aquidauana
    • Distância de Campo Grande: 180 km (2h50)
    • Atividades: safáris terrestres, safáris noturnos, passeios de barco, caminhada, cavalgada, passeio de charrete, manejo de gado e ordenha de vacas.
    • Faixa de preço: $$$$
    Wooden chairs rest on the blue-painted veranda of the historic Pequi farmhouse lodge during a vibrant Pantanal sunset.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Passeio pela Vida Selvagem do Pantanal

    Refúgio da Ilha

    Na região do Delta do Salobra, um ecossistema do Pantanal Sul formado pela foz do Rio Salobra no Rio Miranda, o Refúgio da Ilha é um ecolodge reconhecido pela autenticidade, pelo respeito à natureza e por profissionais muito qualificados.

    Espaços de convivência, uma sala de refeições e um lago formam as áreas comuns, enquanto os quartos oferecem descanso e conforto, com cama de casal, banheiro privativo, ar-condicionado e decoração elegante.

    • Endereço: Estrada Parque, s/n – Miranda
    • Distância de Campo Grande: 230 km (3h30)
    • Atividades: safáris terrestres, passeios de barco, canoagem, cavalgada e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$$
    A wooden deck with a table and chairs sits beside a tranquil lake and a massive tree at Refúgio da Ilha ecolodge.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Pantanal Sul – Safári de Vida Selvagem

    Baía das Pedras

    Na área mais remota do Pantanal Sul, a Baía das Pedras é uma pousada isolada e autêntica. O prédio principal é uma ampla e elegante sede de fazenda, que acomoda até 13 hóspedes em cinco apartamentos com ar-condicionado, banheiro privativo e decoração refinada.

    Os hóspedes também aproveitam a ampla varanda, a sala de TV, a sala de refeições e a área de redes com vista para o campo: tudo o que você precisa para uma desconexão total do mundo lá fora.

    • Endereço: MS-228 – Nhecolândia, Aquidauana
    • Distância de Campo Grande: 300 km (7h)
    • Atividades: safáris terrestres, passeios de barco, canoagem, cavalgada e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$$$
     Winding rivers and open green savannas dominate the remote landscape of the Southern Pantanal near Baía das Pedras.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Pantanal Sul Selvagem / Tour de Vida Selvagem no Pantanal Sul

    Barranco Alto

    A Barranco Alto é uma fazenda que recebe os turistas às margens do Rio Negro. Seguindo um ritmo de vida tranquilo de fazenda, as acomodações são espaçosas e charmosamente rústicas, cada uma com ar-condicionado, chuveiro com água quente e Wi-Fi.

    Com as belas vistas do lugar e as ótimas atividades, os hóspedes costumam passar a maior parte do dia ao ar livre, mas também dá para descansar na sala de estar ou tirar uma soneca nas redes.

    • Endereço: Barranco Alto – Aquidauana
    • Distância de Campo Grande: 260 km (4h20)
    • Atividades: safáris terrestres, passeios de barco, canoagem, caminhada, cavalgada e observação de aves.
    • Faixa de preço: $$$$$
    Aerial view showing the breathtaking natural lakes and green wetlands surrounding the Barranco Alto farm.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Aventura nas Áreas Úmidas Remotas

    Pantanal Jungle Lodge

    Às margens do Rio Miranda, o Pantanal Jungle Lodge é uma opção clássica de hospedagem na região, que combina conforto, lazer e experiências autênticas em meio à natureza.

    A infraestrutura desse hotel no Pantanal é impecável: piscina, restaurante, área de redes, sala de jogos, estacionamento privativo, lavanderia e belas suítes com ar-condicionado para casais e grupos de 3 a 6 pessoas.

    • Endereço: MS-184 (Estrada Parque, km 8) – Corumbá
    • Distância de Campo Grande: 312 km (4h50)
    • Atividades: safáris terrestres/de barco, canoagem, cavalgada e caminhada.
    • Faixa de preço: $$$
    Guests swim in the outdoor pool on a wooden deck at the Pantanal Jungle Lodge near the Miranda River.
    .

    👉 Passeios que acontecem nesta hospedagem: Tour Econômico no Pantanal

    Hotéis em Mato Grosso do Sul: onde ficar em Campo Grande?

    Capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande é a terceira maior cidade do Centro-Oeste e a melhor rota para chegar ao Pantanal Sul. Perto do Aeroporto Internacional de Campo Grande (CGR), há ótimos hotéis onde os turistas podem ficar antes de partir para as aventuras no Pantanal. Veja algumas opções:

    Deville Prime Campo Grande

    • Endereço: Av. Mato Grosso, 4250
    • Distância do aeroporto: 10 km

    Hotel Flat Afonso Pena

    • Endereço: Av. Afonso Pena, 4059
    • Distância do aeroporto: 8 km

    ibis budget Campo Grande

    • Endereço: Av. Mato Grosso, 5617
    • Distância do aeroporto: 12,5 km

    Não sabe onde se hospedar no Pantanal? A PlanetaEXO ajuda você!

    Agora que você já conhece os melhores hotéis perto do Pantanal e nas regiões norte e sul do bioma, que tal começar a organizar as suas férias?

    A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios no Pantanal e ajuda você em cada etapa do planejamento das férias: encontrar os melhores operadores locais, hospedagens e opções de transfer, montar roteiros sob medida e contratar guias bilíngues de confiança, tudo o que você precisa para uma experiência tranquila do início ao fim da viagem. Fale com a gente agora!

  • 10 fatos sobre o Pico da Neblina na Amazônia, Brasil

    10 fatos sobre o Pico da Neblina na Amazônia, Brasil

    Conheça a montanha mais alta do Brasil, um marco sagrado dos Yanomami escondido nas profundezas da Floresta Amazônica

    O Pico da Neblina é o pico mais alto do Brasil, com quase 3.000 metros acima do nível do mar. Escondido no noroeste da Amazônia, ergue-se acima da copa da floresta e vive quase sempre envolto em névoa.

    Além de ser a montanha mais alta do Brasil, o Pico da Neblina faz parte de uma das regiões mais remotas e menos exploradas da América do Sul. A natureza intocada, a floresta densa e as trilhas acidentadas fazem dele um destino que reúne aventura, conservação e profundidade cultural.

    A hiker looks toward the mist-covered summit of Pico da Neblina, the highest peak in Brazil
    Photo: Lucas Miagostovich

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia completo com 10 fatos sobre o Pico da Neblina para você se preparar antes de embarcar nessa jornada. Confira abaixo!

    1. A montanha mais alta do Brasil

    Com exatos 2.995 metros, o Pico da Neblina é oficialmente o ponto mais alto do Brasil. Do cume, você avista um tapete verde de floresta que se estende sem fim até o horizonte. Já imaginou estar acima das nuvens da Amazônia? Essa é a recompensa de quem chega ao topo.

    The dark, rocky peak of Pico da Neblina towering above a thick layer of white clouds in the Amazon Rainforest.
    Photo: Lucas Miagostovich

    O país tem outros picos impressionantes, mas nenhum supera o Pico da Neblina. O Pico 31 de Março (2.974 m), vizinho, na mesma cordilheira, é o segundo mais alto; o Pico da Bandeira (2.892 m), na divisa entre Espírito Santo e Minas Gerais, é o terceiro. O famoso Monte Roraima (2.734) ocupa a 8ª posição no ranking.

    Essas comparações mostram o quanto esse lugar é singular. É um lembrete de como as paisagens do Brasil são diversas: de planícies litorâneas e áreas alagadas a montanhas imponentes escondidas no coração da floresta.

    2. No coração da floresta

    O Parque Nacional do Pico da Neblina fica no extremo noroeste do estado do Amazonas, bem na fronteira com a Venezuela, dentro do município de São Gabriel da Cachoeira.

    The towering mountain of Pico da Neblina viewed through the dense, lush green canopy of the Amazon Rainforest.
    @geoturismo_na_amazonia

    Saber como chegar ao Pico da Neblina já é uma aventura à parte. Em geral, você voa de Manaus até São Gabriel da Cachoeira e depois segue de veículo 4×4 e canoa pelos rios Cauaburis e Maturacá até chegar à aldeia Yanomami de Maturacá, a porta de entrada do parque.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica

    3. Uma montanha sagrada para os Yanomami

    Para os Yanomami, o Pico da Neblina é um lugar sagrado onde vivem os espíritos ancestrais e os poderosos Xapiripë. Na cosmologia do povo, esses seres espirituais dançam em espelhos de luz para proteger a floresta, sustentar a vida e impedir que o céu desabe.

    A Yanomami indigenous guide wearing traditional red feathers shaking hands with a hiker in the forest.
    .

    Os Yanomami são um dos maiores povos indígenas da América do Sul, com mais de 30.000 pessoas vivendo entre Brasil e Venezuela. No lado brasileiro, ocupam territórios nos estados de Roraima e Amazonas, incluindo a área ao redor do Parque Nacional do Pico da Neblina.

    Para quem viaja, isso transforma a subida em uma jornada cultural e espiritual, que expõe os perigos da ganância e a importância de proteger a Amazônia.

    4. O significado do nome

    O que significa “Pico da Neblina”? O nome descreve a névoa constante que envolve o cume da montanha. Mas o sentido vai muito além quando olhamos para o nome Yanomami: Yaripo.

    Para os Yanomami, Yaripo não é apenas um lugar físico, mas um marco espiritual onde o céu e a terra se conectam. Essa dualidade, entre o nome descritivo em português e o nome indígena sagrado, revela a mistura de ciência e tradição que define a montanha.

    Desde o reconhecimento oficial no século 20, o nome “Pico da Neblina” se popularizou, mas as vozes indígenas mantêm Yaripo vivo na memória coletiva.

    5. O Pico da Neblina ficou fechado por anos

    Até o início dos anos 2000, as expedições ao Pico da Neblina eram comuns, muitas vezes organizadas por operadores privados sem participação indígena nem controle ambiental. Para os Yanomami, esse fluxo descontrolado de visitantes em Yaripo, a montanha sagrada deles, era profundamente perturbador.

    Em 2003, diante da tensão crescente sobre os planos do governo de instalar infraestrutura turística, o parque foi oficialmente fechado. O turismo ficou suspenso por quase 20 anos, até que um novo modelo baseado na conservação e na liderança indígena fosse construído aos poucos, por meio de diálogo e parcerias.

    Aerial view of a dark river winding through the vast Amazon Rainforest, with Pico da Neblina in the background
    .

    Um projeto-piloto começou em 2019, com a reabertura prevista para 2020, adiada pela pandemia de COVID-19. Em 2022, a visitação foi retomada sob um modelo de etnoturismo liderado pelo povo Yanomami.

    Hoje, os visitantes passam por rituais de purificação com xamãs antes de subir, e cada experiência, como a Expedição ao Pico da Neblina do PlanetaEXO, é planejada com as associações indígenas para garantir respeito cultural e cuidado ambiental.

    6. O segundo maior parque nacional do Brasil

    Além de abrigar o ponto mais alto do Brasil, o Pico da Neblina é o segundo maior parque nacional do país, com uma área de 22.200 km². Só o Parque Nacional do Jaú, também no Amazonas, é maior.

    A dramatic view of Pico da Neblina partially obscured by thick, low-hanging clouds rising above the jungle canopy.
    @joaoclaudio2

    Criado em 1979, o parque protege montanhas, rios e vastas extensões de floresta ao longo da fronteira com a Venezuela. Por ser tão remoto, é um dos menos visitados e, ao mesmo tempo, um dos mais preservados. Imagine um parque maior do que vários países da Europa (Grécia, Islândia, Hungria, Portugal, entre outros): é dessa escala que estamos falando.

    Para quem visita, essa imensidão significa dias de trekking por ecossistemas variados: floresta de baixada, florestas nubladas, vegetação alpina e cumes cobertos de névoa.

    👉 Leia mais: Parques Nacionais do Brasil

    7. A descoberta e a primeira escalada

    O Pico da Neblina foi identificado por não indígenas pela primeira vez na década de 1950, durante levantamentos aéreos da Amazônia. Mas só na década seguinte, em 1965, uma expedição do exército brasileiro confirmou sua altitude de 2.994 metros. Esse momento mudou a geografia nacional, já que o Pico da Bandeira era considerado o ponto mais alto do país até então.

    Silhouette of an explorer kneeling next to a waving Brazilian flag at the summit of Pico da Neblina at sunrise.
    @escoteirosdobrasil

    O isolamento da região, a falta de infraestrutura e a complexidade do terreno tiveram um papel enorme no atraso entre a descoberta e a exploração oficial. Ao contrário de outras montanhas com trilhas já abertas, chegar ao Pico da Neblina exigia abrir caminhos por uma floresta intocada.

    Para os Yanomami, o Pico da Neblina (Yaripo) nunca foi “descoberto”. Sempre conheceram e reverenciaram a montanha como um lugar sagrado. A ideia de “primeira escalada” é, portanto, relativa: representa o ponto de vista dos näpe (não indígenas).

    Nos últimos anos, um marco histórico abriu um novo capítulo: Maria Yanomami se tornou a primeira mulher indígena a escalar o Yaripo, participando das expedições de teste que moldaram a rota turística oficial de hoje. A conquista reflete o papel crescente das mulheres Yanomami na condução, na organização e na sustentação das expedições ao Pico da Neblina.

    👉 Leia mais: Mulheres no Ecoturismo: a presença feminina que faz o setor acontecer

    8. Não é uma expedição fácil

    Chegar ao cume do Pico da Neblina está longe de ser simples. A trilha percorre cerca de 35 quilômetros do primeiro acampamento-base até o topo, distribuídos em vários dias de caminhada por floresta densa, subidas íngremes e trechos de terreno escorregadio.

     A group of trekkers navigating a steep, rocky, and wet mountain slope with small waterfalls during the expedition.
    .

    No caminho, você enfrenta travessias de rios, umidade alta, mudanças bruscas de tempo e altitudes acima de 2.000 metros que exigem preparo físico extra. No total, são normalmente 6 dias de trekking do ponto de partida até o dia do cume, o que faz dela uma das trilhas mais exigentes do Brasil.

    Por isso, ela é indicada apenas para quem já tem experiência com trilhas longas e desafiadoras, de vários dias, e gosta de aventuras remotas e selvagens.

    👉 Leia mais: As melhores trilhas do Brasil: das florestas aos cumes das montanhas

    9. Uma cordilheira antiquíssima

    Os geólogos acreditam que o Pico da Neblina se formou há cerca de 3 bilhões de anos, o que o coloca entre as estruturas geológicas mais antigas da América do Sul. Ele faz parte do Escudo das Guianas, uma vasta região de rocha antiga que também inclui o Monte Roraima.

    The massive peak of Pico da Neblina rising above an endless green expanse of Amazonian trees under a blue sky.
    @mochilaodobem

    Essas formações são anteriores aos Andes e a muitas outras cordilheiras famosas. Dá para imaginar rochas mais antigas que a própria Pangeia? É esse tipo de história que se esconde nas encostas do Pico da Neblina!

    Essa origem remota explica as paisagens acidentadas, os penhascos íngremes e as constantes mudanças de tempo da montanha.

    10. Biodiversidade e clima

    Por causa da altitude e da localização, o Pico da Neblina abriga uma combinação única de biodiversidade amazônica e espécies de altitude. Orquídeas raras, florestas cobertas de musgo e plantas alpinas prosperam perto do cume.

    A flora inclui espécies fascinantes, como a Drosera meristocaulis e a Heliamphora ceracea, plantas carnívoras que só crescem nas encostas da Neblina.

    A fauna reúne antas, tatus-canastra e centenas de espécies de aves. A região também é um refúgio de espécies endêmicas que não existem em nenhum outro lugar. Anfíbios como a Stefania neblinae e o Neblinaphryne mayeri são exclusivos desse ambiente, assim como o uacari-da-neblina (Cacajao hosomi) e a Architis neblina, uma aranha oficialmente registrada em 2008.

    Por ficar perto da Floresta Amazônica, a região recebe muita chuva. Isso pode complicar a vida de quem faz a trilha, mas é ótimo para a vegetação crescer forte e abundante.

    A imprevisibilidade do clima no Pico da Neblina merece atenção. Nas terras baixas, o tempo é quente e úmido; nas partes mais altas, frio e enevoado. A variação de temperatura é igualmente drástica, indo de 20°C durante o dia a 0°C à noite.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    Explore o Pico da Neblina com o PlanetaEXO

    O Pico da Neblina não é uma trilha qualquer, mas uma jornada transformadora em que cada passo apoia os Yanomami e ajuda a proteger uma das últimas fronteiras selvagens da Amazônia.

    Com o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia, você é guiado pelos melhores parceiros locais: as pessoas que conhecem a montanha como ninguém e que vivem nela há séculos. Fale com a gente agora!