As onças-pintadas vivem em vários países do continente americano, mas o Pantanal, no Brasil, é o melhor lugar para observá-las
Misteriosa, silenciosa e a predadora de topo indiscutível da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muita gente o mais bonito entre os grandes felinos, com sua bela pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.
@thewildlifejunkie
Ver esses animais lindos na natureza é um sonho para muitos amantes de bichos, que viajam o mundo inteiro e se embrenham em florestas e áreas alagadas só para ter um vislumbre deles. O melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, mas alguns detalhes merecem atenção, e você encontra todos eles no nosso guia de viagem do Pantanal.
Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, a PlanetaEXO preparou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar onças-pintadas na natureza, com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!
Existem onças-pintadas no Brasil?
Sim, existem onças-pintadas no Brasil. Afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos que existem no mundo (173 mil, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população: mais de 50% do total global.
Photo: Matias Ternes
As onças-pintadas também vivem no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, na Guiana, no México, na Costa Rica, em Belize e no sul dos Estados Unidos.
As onças-pintadas estão por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade do país, seguida pelo Pantanal, pelo Cerrado, pela Mata Atlântica e pela Caatinga.
Embora a Amazônia tenha mais indivíduos, eles não são fáceis de avistar por causa da vegetação densa e do tamanho impressionante do bioma. Por isso, o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.
E um detalhe curioso: as onças da Amazônia são menores que as do Pantanal, porque caçar na mata fechada é mais difícil do que nas áreas alagadas. Naturalmente, isso influencia a dieta e o padrão de crescimento delas.
Qual é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?
O Pantanal Norte é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também dá para avistá-las no Sul. Veja mais a seguir.
Onças-pintadas no Pantanal Norte
O Pantanal Norte oferece ótimas chances de ver onças-pintadas na natureza, principalmente em Porto Jofre, no município de Poconé.
Esse é considerado o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas por vários motivos, como alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável, incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d'água.
Porto Jofre é banhada pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piriqui e Paraguai, que atraem as onças e facilitam o melhor safári no Pantanal de barco.
Embora o Norte roube a cena quando o assunto é ver onças-pintadas no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53 mil hectares, a Caiman, um refúgio ecológico na cidade de Miranda, oferece hospedagem e passeios de observação da vida selvagem.
Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes da Caiman podem participar de safáris terrestres em que é possível ver onças-pintadas. Na verdade, esse é o único lugar do Sul onde esses felinos são observados com frequência, com 98% de chance de avistamento.
O trabalho das duas instituições ajuda as onças a se acostumarem com a presença de veículos e pessoas, sempre a uma distância respeitosa, é claro, o que permite avistamentos frequentes sem alterar o comportamento natural delas. Onçafari e Caiman também promovem pesquisa científica e a reintrodução de animais à natureza para garantir que a fauna local seja sempre bem cuidada.
Seja no Pantanal Norte ou Sul, a melhor época para visitar o Pantanal em busca de onças-pintadas é durante as estações intermediária e seca (de maio a outubro), quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair dos esconderijos para circular pelas margens dos rios.
Isso não só torna bem mais fácil ver onças e outros animais, como também garante clima e condições de água ideais para safáris, passeios de barco, caminhadas, tours fotográficos e cavalgadas.
O custo médio de um safári de onças no Pantanal é R$ 14.865. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a estação, a duração da viagem e outros fatores.
Confira abaixo os safáris de onças da PlanetaEXO no Pantanal Norte e no Pantanal Sul!
Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem).
Pantanal Norte. Viagem em conta, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, tours noturnos, caminhadas, contemplação do nascer e do pôr do sol.
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.
Ver onças-pintadas no Brasil com a PlanetaEXO
Agora que você já sabe que o melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, é hora de começar a planejar sua viagem!
A PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem incrível: hospedagens confortáveis, roteiros sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Fale com a gente agora!
O vento e a chuva têm papel fundamental na formação das dunas e lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
Os Lençóis Maranhenses são uma maravilha natural, e o guia de viagem dos Lençóis Maranhenses mostra por quê: aqui, as dunas de areia e as lagoas se formam por uma combinação fascinante de vento e chuva, o que criauma paisagem única que você não encontra em nenhum outro lugar do mundo.
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Com esse cenário que muda conforme a estação, é comum querer saber como os Lençóis Maranhenses se formaram. Cerca de dois terços do parque são cobertos por dunas de areia em movimento que, vistas de cima, lembram lençóis estendidos, e é daí que vem o nome em português, “Lençóis”. A beleza e a raridade da convivência entre um vasto campo de areia e milhares de lagoas renderam ao parque o título de Patrimônio Mundial da UNESCO em 2024.
Quer descobrir como esse fenômeno acontece? Confira este artigo preparado pelo PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses!
Como se formam as dunas dos Lençóis Maranhenses?
As dunas dos Lençóis são resultado da erosão eólica, um processo natural em que o vento molda a superfície da Terra ao remover, transportar e desgastar partículas de solo e rocha, principalmente em ambientes áridos, litorâneos ou de vegetação escassa.
Photo: Ma Rabelo
Ventos litorâneos fortes vindos do Oceano Atlântico empurram partículas finas de areia para o interior, onde o relevo da região as retém e acumula. Com o tempo, essa areia se acumula em imensos montes que podem chegar a 40 metros de altura. Moldadas pelo movimento constante do vento, essas dunas assumem formas lisas e curvas, parecidas com crescentes, e estão em movimento perpétuo, o que dá à paisagem um caráter dinâmico e em constante transformação.
Pesquisadores acreditam que, há 10.000 anos, a área do parque nacional era coberta pelo mar. À medida que o oceano foi recuando, deu lugar primeiro a manguezais e, com o tempo, se transformou nos vastos campos de dunas que você vê hoje.
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Boa parte da areia do parque veio do Rio Parnaíba, que leva sedimentos em direção ao mar enquanto as correntes oceânicas os empurram de volta para a costa. É daí que vem a areia dos Lençóis Maranhenses: essa interação contínua entre o fluxo do rio, as marés e as correntes do oceano permitiu que a areia se acumulasse, formando o ecossistema único dos Lençóis Maranhenses.
Longe de serem estáticas, as dunas estão em movimento constante. Como o vento as remodela com frequência, elas executam o que os moradores chamam poeticamente de “dança das dunas”. Esse fenômeno fica mais visível durante a estação seca (de julho a dezembro), quando os ventos mais fortes e o nível mais baixo das lagoas tornam o movimento ainda mais perceptível.
Dunas ativas e inativas dos Lençóis Maranhenses, Brasil
Nos Lençóis Maranhenses, nem todas as dunas se comportam da mesma forma. É a presença ou a ausência de vegetação que determina se uma duna é ativa ou inativa.
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Algumas dunas são consideradas inativas, ou seja, permanecem no lugar graças à vegetação ao redor. As plantas nativas ajudam a fixar a areia e formam uma cobertura natural que impede o vento de mover a duna, deixando-a mais estável e presa ao lugar.
Por outro lado, as dunas ativas estão em movimento constante por causa da força do vento, das chuvas e da ausência de vegetação por perto, o que permite que a areia “dance”.
As dunas podem desaparecer?
Pesquisadores acreditam que o desaparecimento completo das dunas dos Lençóis é improvável. Ainda assim, alguns fatores podem alterar bastante sua formação e trazer sérias consequências ambientais e sociais.
Uma das principais preocupações é a instalação não planejada de parques eólicos, já que essas estruturas podem alterar os padrões de vento e afetar diretamente a disposição das dunas. Além disso, as mudanças climáticas têm papel fundamental, pois podem mudar o comportamento das chuvas e do vento.
As lagoas de águas cristalinas dos Lençóis Maranhenses se formam pelo grande volume de chuva que a região recebe, que chega a 2.000 milímetros por ano, principalmente entre janeiro e junho.
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Durante a estação chuvosa, a chuva é rapidamente absorvida pela areia, o que eleva o lençol freático acima do solo e preenche as lagoas temporárias que ficam entre as dunas.
Mas o verdadeiro segredo por trás da formação e da manutenção das lagoas está na mistura de areia e argila presente no solo. Com o tempo, essa combinação desenvolveu características parecidas com as de uma rocha esponjosa, que deixa a água escoar lentamente, o que faz as lagoas durarem mais.
A água da chuva se acumula nas áreas mais baixas entre as dunas e forma milhares de lagoas cristalinas que podem chegar a cerca de um metro de profundidade. Lagoas queridas como a Lagoa Azul e a Lagoa Bonita oferecem uma vista incrível desse fenômeno único, enquanto a umidade do ar também impede que as dunas se desloquem.
As lagoas podem secar?
As lagoas de água da chuva do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses começam a diminuir entre outubro e janeiro. Quando a chuva para e o sol predomina, a água das lagoas menores evapora por completo, enquanto as maiores e mais profundas conseguem retê-la por mais tempo.
Photo: Glauco de Souza Santos
Essa mudança sazonal não altera só a paisagem, mas também afeta o clima. No fim do segundo semestre, os ventos mais fortes voltam e fazem as dunas crescerem e se moverem mais rápido.
Embora fosse divertido ter as lagoas cheias o ano todo, é essencial para o ecossistema que elas sequem de tempos em tempos. O acúmulo contínuo de água, somado à vegetação local e à matéria orgânica, levaria a um crescimento excessivo de algas, deixando a água viscosa e as lagoas impróprias para banho.
Clima e sazonalidade: melhor época para visitar as dunas e lagoas dos Lençóis Maranhenses
A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses vai de maio a setembro, quando a estação chuvosa acabou de terminar e as lagoas estão no auge.
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Nesse período, o tempo é ensolarado, sem chuva e com temperaturas agradáveis, perfeito para caminhar pelo parque e dar um mergulho refrescante nas lagoas.
Embora o início da estação seca seja considerado o momento ideal para a visita, cada mês oferece um tipo diferente de beleza. Sejam as lagoas cheias de vida da estação chuvosa ou as gigantescas formações de dunas do período seco, os Lençóis nunca deixam de surpreender.
Conheça as dunas e lagoas dos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO
Agora que você já sabe como os Lençóis Maranhenses se formaram, é hora de ver sua beleza surreal de perto!
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando ao lado dos melhores operadores locais, nossa equipe ajuda você a planejar a viagem sem dor de cabeça, das reservas às experiências sob medida. Fale com a gente agora!
Ansioso para ver de perto uma das maravilhas naturais mais impressionantes do planeta? Confira uma seleção com as melhores atividades na Amazônia, no Brasil
As possibilidades da Amazônia no Brasil são tão vastas quanto sua impressionante extensão de quase 5 milhões de km². Com opções para quem viaja sozinho, casais, famílias e aventureiros viciados em adrenalina, a maior floresta tropical do mundo é cheia de surpresas.
O que fazer na Amazônia também depende das preferências e necessidades de cada um. Pense no tipo de experiência que você quer guardar na memória e no coração: navegar por rios majestosos, acampar entre as árvores, unir conforto e natureza em um jungle lodge…
Photo: Marcelo Bonifacio
Seja qual for a escolha, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, conhece a fundo roteiros sob medida na natureza para cada estilo de viagem. Confira nossas sugestões logo abaixo!
Imersão na Amazônia em jungle lodges
Quer viver tudo o que a natureza oferece, mas ainda precisa de algum conforto para descansar o corpo depois de um dia cheio de aventura? Dá para aproveitar todas as atividades ao ar livre enquanto você se hospeda em um lodge na Amazônia!
Photo: Felipe Castellari
Localizadas em meio a áreas preservadas em diferentes regiões da floresta, como os Parques Nacionais de Anavilhanas e Jaú, as acomodações têm tudo para uma ótima estadia: quartos confortáveis, banheiros privativos, áreas comuns de lazer e relaxamento, comida típica e muito mais.
Cada lodge conta com sua própria equipe de profissionais qualificados para conduzir as atividades, entre elas trilhas, pescaria, passeios de barco, observação da fauna, focagem noturna e por aí vai.
Você sabia que cruzeiros também acontecem em outras águas além do mar? Os barcos dos cruzeiros fluviais são menores que os navios tradicionais, e é justamente isso que torna a experiência ainda melhor e mais intimista.
Com menos gente a bordo, você consegue focar no que realmente importa: as árvores, os animais, a brisa suave e a sensação indescritível de navegar pelas águas calmas dos rios amazônicos.
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Além da excelente acomodação em cabines elegantes equipadas com tudo o que você precisa para uma viagem confortável (banheiro privativo, cama king-size, ar-condicionado e uma ampla variedade de comodidades), os cruzeiros também incluem muitas atividades na Amazônia, como trilhas, canoagem em igapós (florestas alagadas), focagem noturna, visitas a comunidades locais e muito mais.
Os melhores cruzeiros na Amazônia são embarcações de vários andares, com design elegante, diversas áreas comuns e tripulações altamente qualificadas. Elas também seguem protocolos rígidos de segurança e de meio ambiente para garantir uma viagem responsável e sem preocupações.
Uma das melhores coisas para fazer na Amazônia, principalmente em Presidente Figueiredo, é remar de caiaque. Conhecido como a Terra das Cachoeiras por causa das centenas de quedas d'água catalogadas, além dos rios e piscinas naturais, o lugar é o destino perfeito para quem ama roteiros ligados à água.
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Os passeios de caiaque são ótimos tanto para remadores experientes quanto para iniciantes. Se você já fez isso antes, vai poder fazer o que ama em um dos lugares mais bonitos do mundo. Primeira vez? Sem problema, os instrutores ajudam você em tudo o que precisar, desde como vestir o equipamento de segurança até as melhores técnicas de remada!
Fique atento: o caiaque pode ser bem exigente fisicamente, já que você vai passar de 4 a 8 horas na água. Até quem está em ótima forma pode cansar em algum momento, então a solução é pedir para ser rebocado pelos barcos de apoio quando os braços começarem a reclamar. Assim, você só relaxa e curte o passeio!
Sem dúvida um dos maiores marcos da Amazônia, o Encontro das Águas é um fenômeno fascinante em que os rios Negro e Solimões se juntam, mas não totalmente.
Photo: Marcelo Bonifacio
Fazendo jus ao nome, a água do rio Negro é escura, enquanto a do Solimões é barrenta. Os dois se encontram, mas nunca se misturam. Há três motivos para isso: temperaturas diferentes, velocidade da correnteza e o pH (acidez) das águas.
Com uma vista de tirar o fôlego o ano inteiro, o Encontro das Águas pode ser visto a partir de Manaus ou durante cruzeiros e passeios de barco. Não deixe de conferir!
Quando o assunto é o que fazer na floresta amazônica no Brasil, as expedições pela selva não podem ficar de fora.
Photo: Samuel Melim
Há80 mil espécies de plantas espalhadas por toda a área, das quais 40 mil têm papéis muito importantes na manutenção dos ciclos de água locais e até na regulação do clima em escala global. A floresta também abriga muitos animais: 427 mamíferos, 1.300 aves, 378 répteis e 400 anfíbios, segundo a Amazon Conservation Association.
Tanta riqueza natural merece ser admirada, então prepare-se para caminhar entre árvores gigantes (e antigas), respirar o ar mais puro do planeta e observar a vida selvagem. Dá para imaginar avistar jacarés, preguiças, araras, botos-cor-de-rosa e outros incríveis animais da Amazônia? Não é todo dia que se vê isso.
As expedições variam conforme o quão perto da natureza você quer estar. Se você curte a ideia de acampamento selvagem, os tours de sobrevivência são uma ótima opção, permitindo dormir em uma rede no meio da selva, bem protegido de animais, mosquitos e chuva.
Conexão com as comunidades locais
A Amazônia é rica não só em biodiversidade, mas também em cultura. Só no Amazonas, existem cerca de 350 comunidades ribeirinhas e 259 grupos indígenas espalhados por diferentes partes do estado.
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Visitar a casa dos moradores locais é uma das principais coisas para fazer na Amazônia, porque permite mergulhar de cabeça no elemento mais importante de todo destino: as pessoas.
As atividades mudam de comunidade para comunidade, mas incluem visitas imersivas que permitem conhecer o dia a dia dos nativos quando o assunto é alimentação, agricultura, artesanato, festas e por aí vai.
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A experiência pode reservar muitas surpresas, mas pode ter certeza de uma coisa: os brasileiros são muito acolhedores e vão receber você de braços abertos!
O que fazer na Amazônia com o PlanetaEXO
Agora que você já sabe o que fazer na Amazônia, chegou a hora de planejar sua viagem!
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para a Amazônia. Conectando você aos melhores operadores locais, enriquecemos sua experiência de viagem com roteiros sob medida, acomodações incríveis, opções de transfer convenientes e muito mais. Fale com a gente agora!
Planejar sua viagem depende de vários fatores, como logística, estações do ano e estilo de viagem
Para conhecer o Pantanal de verdade, o recomendado é ficar pelo menos 4 dias completos. Mas quantos dias ficar no Pantanal depende dos seus objetivos de viagem, e vale conferir nosso guia de viagem do Pantanal para decidir, seja você alguém em busca de safáris de vida selvagem, experiências para toda a família ou ecoturismo sem pressa.
Photo: Edu Fragoso
Além das atividades, também vale pensar na logística, já que o bioma é enorme e fica numa região bem remota, que pode levar algumas horas para ser alcançada. Quando a viagem é para destinos de natureza, cada minuto conta!
Para ajudar na sua decisão, a PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, preparou um guia com tudo o que você precisa levar em conta ao planejar a viagem. Confira abaixo!
O que determina quantos dias ficar no Pantanal?
Antes de decidir quantos dias passar no Pantanal, alguns fatores práticos devem guiar o seu planejamento:
Logística
O Pantanal é remoto, o que significa que chegar às suas áreas selvagens pode levar bastante tempo. A maioria dos viajantes chega por Cuiabá (Mato Grosso) ou Campo Grande (Mato Grosso do Sul), mas alcançar as pousadas, especialmente no norte, costuma exigir longos trajetos de carro e até trechos de barco, dependendo da localização.
De Cuiabá até Poconé, especialmente em Porto Jofre, o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal, o trajeto leva cerca de 2 horas. Para chegar ao Pantanal Sul via Campo Grande, o percurso até as cidades-base Aquidauana e Corumbá pode levar 2–3 e 5–6 horas, respectivamente.
Photo: Caiman
Dica de ouro: Ao planejar sua visita ao Pantanal, sempre considere o tempo de deslocamento (ida e volta). Também é importante decidir se você quer explorar o Norte, o Sul ou os dois, porque isso vai influenciar o seu roteiro.
Como a maioria dos destinos de natureza, o Pantanal oferece experiências diferentes conforme as estações. De maio a outubro, a estação seca facilita o acesso e rende ótimas oportunidades de ver os animais do Pantanal, especialmente onças-pintadas, capivaras e jacarés. Também é uma boa época para atividades em terra, como caminhadas e cavalgadas.
Photo: Felipe Castellari
De novembro a abril, a estação chuvosa alaga grandes porções da planície, transformando a paisagem num imenso pantanal. Esse período é ideal para safáris de barco e observação de aves, com milhares de aves migratórias, embora o acesso a algumas pousadas possa ficar limitado.
Entre as estações (abril/maio e outubro/novembro), você encontra o melhor dos dois mundos: trilhas acessíveis e muita atividade da fauna. Um período excelente para marcar a sua viagem!
Por fim, não esqueça de prestar atenção ao clima do Pantanal. As temperaturas variam de 25°C a 35°C o ano todo, mas o lado norte tende a ser mais quente e úmido.
Entender o seu estilo de viagem e as experiências que você procura com certeza vai ajudar a decidir quantos dias ficar no Pantanal.
Quem busca observação aprofundada da vida selvagem, rastreamento de onças ou fotografia de natureza aproveita melhor estadias mais longas, de pelo menos 5 dias em áreas remotas, onde os animais costumam circular com mais liberdade.
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5 dias ou mais também é o ideal para uma aventura em Bonito, polo de ecoturismo no Mato Grosso do Sul conhecido por seus rios, cachoeiras, piscinas naturais e grutas de tirar o fôlego. A apenas 2 horas e meia do Pantanal Sul, é um destino e tanto para quem consegue esticar as férias ou quer conhecer mais da natureza brasileira.
Para as famílias, proximidade e conforto costumam ser o melhor caminho, então ficar em regiões como Poconé pode ser uma ótima opção. Viagens de 3 a 4 dias equilibram bem safáris e descanso.
Pantanal Norte. Experiência acessível, observação da vida selvagem (foco em onças), passeios noturnos, passeios de barco, caminhadas, contemplação do nascer e do pôr do sol.
Pantanal Sul. Aventura na Nhecolândia (área mais selvagem do Pantanal), safári fotográfico, cavalgadas, canoagem, pesca, passeios noturnos, caminhadas, observação da vida selvagem.
Pantanal Norte. Safáris de barco e de terra para fotografar onças-pintadas e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem).
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Taxa de câmbio de 10 de março de 2026; sujeita a alterações.
Explorando o Pantanal com a PlanetaEXO
Não importa quantos dias você decida ficar no Pantanal: estamos prontos para ajudar a planejar as férias dos seus sonhos!
A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para o Pantanal. Trabalhando com os melhores operadores locais, nossa equipe está pronta para levar você a uma aventura imersiva, gerando impacto positivo no meio ambiente e nas pequenas comunidades. Fale com a gente agora!
Parque Nacional do Jaú: no coração da Amazônia, Brasil
Conheça o Parque Nacional do Jaú, no Brasil, uma das maiores áreas protegidas da Amazônia: localização, história, cultura, fauna e muito mais!
O Parque Nacional do Jaú cobre uma área impressionante de 2,27 milhões de hectares no meio da Floresta Amazônica e protege toda a bacia do Rio Jaú, um afluente de águas pretas do Rio Negro.
Quarta maior reserva florestal do Brasil e terceiro maior parque do mundo com floresta tropical intacta, o Jaú preserva florestas alagadas e ecossistemas raros que abrigam uma biodiversidade impressionante. Suas águas escuras refletem o céu e a mata como um espelho e formam paisagens que mudam a cada estação.
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Quer saber mais? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia completo sobre o Jaú. Confira abaixo!
A História do Parque Nacional do Jaú
O Jaú foi criado em setembro de 1980 para proteger uma das maiores bacias de rios de águas pretas do mundo. O nome vem do peixe jaú, um bagre gigante que habita esses rios.
O parque guarda sítios arqueológicos e petróglifos antigos gravados nas rochas, prova da presença humana na Amazônia há milhares de anos. Esses vestígios reforçam a importância cultural da área, ao lado de sua riqueza natural.
Hoje, é um símbolo global da conservação amazônica: preserva ecossistemas essenciais para a biodiversidade e o equilíbrio do clima e, ao mesmo tempo, protege um patrimônio cultural valioso.
Relevância Ecológica Global
Desde 2000, o Parque Nacional do Jaú é Patrimônio Mundial da UNESCO como área central do Complexo de Conservação da Amazônia Central, formado pelo Jaú, pelo Parque Nacional de Anavilhanas, pela Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã e pela Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.
Também é considerado reserva da biosfera (um título internacional da UNESCO para áreas que equilibram a conservação da biodiversidade com o desenvolvimento humano sustentável) e Sítio Ramsar (uma zona úmida reconhecida como de importância internacional pela Convenção de Ramsar, um tratado ambiental intergovernamental assinado no Irã em 1971).
Onde fica o Parque Nacional do Jaú?
O Jaú fica entre os municípios de Novo Airão e Barcelos, no Amazonas, no norte do Brasil. A entrada do parque está a cerca de 220 km de Manaus, a capital do estado.
Como chegar ao Parque Nacional do Jaú?
O ponto de partida de qualquer visita é Manaus, a principal porta de entrada da Amazônia brasileira. De lá, os viajantes seguem em passeios guiados que levam direto a Novo Airão e à área protegida do Jaú.
Saindo de Manaus, você pega as rodovias AM-070 e AM-352 até Novo Airão (2 a 3 horas). Depois, é preciso seguir pelo Rio Negro de lancha ou voadeira por mais 1 a 2 horas.
Por causa do trajeto exigente e da autorização obrigatória para entrar no parque, o ideal é contratar operadoras devidamente credenciadas para cuidar de toda a logística de transporte, como o PlanetaEXO.
Melhor época para visitar o Parque Nacional do Jaú
A Floresta Amazônica tem duas estações principais que definem cada experiência na mata. Entre março e agosto, os rios sobem e formam os igapós (florestas alagadas). Época ótima para andar de canoa pelas áreas inundadas e observar a fauna!
De setembro a fevereiro, as águas baixam e surgem praias de areia ao longo do Rio Negro e de seus afluentes. As trilhas ficam mais acessíveis e permitem chegar a cachoeiras e formações rochosas, como as do Rio Carabinani.
Cada estação oferece um olhar diferente. Quer você prefira remar entre florestas submersas, quer prefira caminhar até cachoeiras e cavernas antigas, a escolha depende do seu estilo de viagem.
Segundo o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o Jaú abriga cerca de 400 tipos de plantas, incluindo espécies que só crescem em áreas alagadas, como a macaricuia e o mucucu do igapé. Por todo o território há também açaizeiros e castanheiras-do-brasil.
Os animais do Parque Nacional do Jaú são igualmente diversos. O parque tem a maior variedade de peixes elétricos do mundo, que fazem parte das 263 espécies de peixes oficialmente catalogadas na região. Entre outros animais de destaque estão os peixes-boi-da-amazônia, o jacaré-açu, as harpias, as ariranhas, os botos-cor-de-rosa e as onças-pintadas.
Como parte do Projeto Parques e Reservas do Ibama (uma iniciativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis para promover planos de desenvolvimento sustentável), o Jaú é o centro geográfico do Corredor Ecológico da Amazônia.
Veja mais detalhes que mostram por que o Parque do Jaú está entre os destinos mais fascinantes da Amazônia:
Tamanho: com 2,27 milhões de hectares, o Jaú é o maior parque nacional da Amazônia brasileira. Para você ter ideia, é maior que o País de Gales, El Salvador e a Eslovênia.
Como explorar: a única forma de visitar de maneira responsável é por meio de expedições organizadas, principalmente cruzeiros em pequenos grupos, que garantem segurança e sustentabilidade.
Diversidade de experiências: em uma única viagem, você pode conhecer cavernas formadas há 700 milhões de anos, nadar em rios de águas pretas, participar de safáris noturnos e conviver com famílias ribeirinhas e indígenas.
O que fazer no Jaú
As atividades dentro do Parque Nacional do Jaú são sempre conduzidas por guias experientes e pensadas para respeitar as regras de conservação. Em vez de turismo de massa, os visitantes participam de expedições em pequenos grupos que valorizam tanto a natureza quanto a cultura.
Uma das principais atividades é a canoagem pelos rios de águas pretas e pelos igapós. Aqui, você pode avistar ariranhas, aves exóticas ou até jacarés nas saídas noturnas. As trilhas também fazem parte dos roteiros e são uma chance de caminhar sob a floresta e conhecer melhor as plantas e os animais nativos.
Outra experiência marcante é a visita à comunidade Aturiá. Você conversa com as famílias locais, prova frutas da estação e conhece o dia a dia na Amazônia. Somados aos banhos em piscinas naturais e cachoeiras, esses momentos mostram o quanto a floresta é diversa.
As Expedições Katerre são a forma mais completa de explorar o Jaú e seus arredores. A bordo de barcos confortáveis, de design rústico e três conveses, esses cruzeiros fluviais unem aventura e serviço all-inclusive.
Cruzeiro de 7 dias pela Amazônia no Brasil: mais completo, inclui o Encontro das Águas em Manaus, visitas a Velho Airão (um povoado histórico abandonado), petróglifos e mais dias dentro do Jaú. Você aproveita a observação de aves, a imersão cultural em vilarejos ribeirinhos e caminhadas na mata até samaumeiras gigantes.
As duas opções são expedições em pequenos grupos, com no máximo 16 passageiros. Assim, cada viagem é uma forma intimista e autêntica de conhecer o parque.
Viajando para o Parque Nacional do Jaú com o PlanetaEXO
Escolher o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia,é viajar com propósito. Cada expedição é organizada em parceria com operadores locais, o que garante que os benefícios econômicos fiquem na comunidade, sempre respeitando os padrões ambientais.
As expedições equilibram conforto e autenticidade, com barcos e lodges pensados para experiências imersivas e roteiros que valorizam tanto a natureza quanto a cultura. Ao embarcar em uma dessas viagens, você vive as férias dos seus sonhos e apoia diretamente projetos que protegem a fauna e fortalecem o turismo de base comunitária. Fale com a gente agora!
Projetos de conservação na América do Sul fazem diferença real para garantir a proteção da rica biodiversidade da região, incluindo o Pantanal, no Brasil
No nosso guia de viagem do Pantanal você descobre que essa vasta planície alagável cobre cerca de 210.000 km² do território brasileiro. Um dos ecossistemas mais abundantes do planeta, ela se estende pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Com mais de 4.000 espécies catalogadas, é um santuário vital para a vida selvagem sul-americana.
Ainda assim, apesar de toda essa riqueza, ele enfrenta ameaças cada vez maiores. Desmatamento, expansão agrícola, queimadas descontroladas e o impacto crescente das mudanças climáticas pressionam demais esse bioma delicado. A boa notícia é que existem muitos esforços para garantir sua proteção, como leis ambientais, turismo sustentável e projetos de conservação do Pantanal.
@diego_baravelli
A PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, selecionou 5 organizações sem fins lucrativos conhecidas pelo impacto e pelo compromisso de preservar habitats naturais, promover o uso sustentável da terra e trabalhar sem parar para que a vida selvagem prospere por muitos anos. Conheça cada uma abaixo!
O Onçafari é um dos mais importantes projetos de conservação da vida selvagem da América do Sul. A missão é proteger a biodiversidade do Brasil preservando áreas naturais e apoiando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.
No Pantanal, o foco está em conscientizar sobre a importância das onças-pintadas e promover o ecoturismo como alternativa sustentável de geração de renda. Desde 2011, o Projeto Onçafari atua em parceria com o refúgio ecológico Caiman, em Miranda (MS).
Photo: Felipe Castellari
Com o trabalho contínuo de habituar os animais à presença de pessoas e veículos, os hóspedes do Caiman têm avistamentos privilegiados e seguros de onças-pintadas e de outras espécies. Embora o Pantanal Norte seja imbatível para quem quer ver onças-pintadas no Pantanal, este é o único lugar do Sul onde elas costumam aparecer.
O ecoturismo ajuda a fortalecer os valores de conservação e a economia local, mas o Onçafari também trabalha com pesquisa científica, reintrodução de animais na natureza, educação ambiental, inclusão social e manejo florestal.
Como ajudar o Projeto Onçafari
Apoie o Onçafari visitando o Caiman por meio do turismo responsável, acompanhando as ações de conservação ou fazendo uma doação.
Em atividade desde 2009, a SOS Pantanal tem papel central na proteção da biodiversidade do bioma e no incentivo a práticas sustentáveis de uso da terra. A missão é clara: preservar a riqueza ecológica e cultural da região, garantindo um futuro equilibrado tanto para a natureza quanto para as comunidades locais.
Photo: SOS Pantanal Project
As atividades desse projeto de conservação do Pantanal se organizam em torno de três pilares:
Governança e segurança hídrica
Proteção e restauração ambiental
Prevenção e controle de incêndios florestais
Ao trabalhar lado a lado com proprietários de terra, pesquisadores, autoridades e organizações locais, a SOS Pantanal fortalece políticas públicas, incentiva a produção sustentável e recupera áreas degradadas. A educação ambiental e o engajamento social também são partes essenciais do trabalho, o que torna a conservação uma responsabilidade compartilhada em toda a região.
Como ajudar a SOS Pantanal
Divulgue práticas sustentáveis, prestigie produtos de produtores locais, acompanhe os canais oficiais do projeto nas redes sociais ou faça uma doação.
O Projeto Identidade Onça se dedica ao estudo e à conservação de longo prazo das onças-pintadas no Pantanal brasileiro, usando técnicas não invasivas como o reconhecimento do padrão de manchas e as armadilhas fotográficas.
Photo: Jaguar Identification Project
O projeto monta um banco de dados detalhado dos indivíduos identificados, o que ajuda os pesquisadores a entender o comportamento, a territorialidade e as necessidades de preservação dos animais.
Além dos estudos, promove educação ambiental para moradores e visitantes, o que reforça o apoio à proteção do bioma e destaca o papel da onça-pintada como símbolo de um Pantanal saudável.
Como ajudar o Projeto Identidade Onça
Ao visitar as áreas de conservação do Pantanal, escolha empresas que apoiam iniciativas de pesquisa científica, compartilhe o conteúdo do Projeto Identidade Onça para conscientizar mais gente e faça uma doação ou compre produtos oficiais.
O Projeto Arara Azul é um exemplo forte de como ciência e engajamento comunitário podem trazer uma espécie de volta da beira da extinção.
Photo: Blue Macaw Project
Voltado para a arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), o projeto foi fundado em 1990 pela bióloga Neiva Guedes. Entre as principais atividades estão o monitoramento de ninhos naturais e artificiais, o acompanhamento da reprodução e a coleta de dados sobre outras aves, como araras-vermelhas, tucanos, gaviões, corujas e outros animais do Pantanal que dividem os mesmos habitats.
Graças ao trabalho dedicado de proteção da biodiversidade do Pantanal, a população de arara-azul-grande cresceu bastante, o que melhorou seu status de conservação na Lista Vermelha da IUCN de "em perigo" para "vulnerável" em 2014.
Como ajudar o Projeto Arara Azul
Evite e denuncie o comércio ilegal de animais, ajude a divulgar a proteção das espécies nativas, apadrinhe um ninho ou um filhote, compre produtos oficiais ou faça uma doação. Saiba mais sobre como apoiar o Projeto Arara Azul.
A ariranha (Pteronura brasiliensis) é o maior mustelídeo da América do Sul. A espécie vive em grupos familiares unidos pelos rios e lagos do Pantanal, do Cerrado e da Amazônia. Apesar do papel que cumpre nos ecossistemas aquáticos, está classificada como criticamente ameaçada, por conta da degradação do habitat, do conflito com humanos e da caça ilegal.
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Desde 2019, o Projeto Ariranha se dedica a proteger a espécie e seus habitats por meio de monitoramento populacional, pesquisa científica, educação ambiental e incentivo ao turismo sustentável.
Em 2024, a organização monitorou mais de 190 km de rios do Pantanal e identificou 82 ariranhas em 13 grupos familiares.
Por que apoiar projetos de conservação do Pantanal e o turismo sustentável faz tanta diferença?
Iniciativas voltadas a proteger a vida selvagem e as áreas de conservação do Pantanal são imprescindíveis para manter o bem-estar do bioma.
Por meio de pesquisa, catalogação de espécies e programas educativos, a fauna e a flora são protegidas e recuperadas, garantindo que o ecossistema tenha chance de sobreviver e prosperar diante de problemas como o aquecimento global e o desmatamento.
O turismo sustentável também é fundamental, porque amplia o interesse e o conhecimento do público sobre a importância da preservação ambiental e fortalece a economia local, beneficiando a saúde financeira de famílias e pequenos negócios.
Viagem responsável no Pantanal com a PlanetaEXO
A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para o Pantanal que trabalha com os melhores operadores locais para garantir experiências de impacto positivo no meio ambiente, nas comunidades locais e, claro, nos viajantes.
Além de seguir práticas de turismo responsável, ajudamos você a planejar a viagem de acordo com suas preferências e necessidades em conforto, imersão na natureza e roteiros sob medida. Fale com a gente agora!
Saiba tudo o que você precisa conhecer sobre as Anavilhanas na Floresta Amazônica: história, como chegar, melhor época para visitar, o que fazer e muito mais!
O Parque Nacional de Anavilhanas abriga o segundo maior arquipélago fluvial do mundo. Às margens do Rio Negro, na Floresta Amazônica, no Brasil, reúne mais de 400 ilhas e 60 lagos, com até 60% da área submersa durante a estação de cheia, o que transforma a paisagem a cada ano.
O arquipélago de Anavilhanas protege ecossistemas únicos de várzea (terreno plano, fértil e extenso, em geral às margens dos rios amazônicos) e igapó (floresta alagada) ao mesmo tempo em que promove o turismo sustentável. Essa mudança impulsionou a economia da cidade de Novo Airão e o tornou o parque nacional mais visitado da Amazônia brasileira.
Para ajudar você a conhecer o parque, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, preparou um guia completo sobre onde fica, como visitar, as melhores atividades e muito mais. Confira abaixo!
A História do Parque Nacional de Anavilhanas
Acredita-se que o nome Anavilhanas tenha origem no rio Aneuene, ou Anauini, que já foi chamado de Anaviana e, depois, de Anavilhena.
Photo: João Paulo Krajewski
Sua história remonta a 1981, quando foi criada a Estação Ecológica de Anavilhanas, categoria voltada à pesquisa científica e à educação ambiental. Só que essa classificação não combinava com a realidade da região, mais vocacionada para o turismo sustentável. Em 2008, o ICMBio reclassificou a área como parque nacional, ampliou seus limites para 350.000 hectares e a abriu à visitação responsável.
A mudança também ajudou a frear a extração ilegal de madeira, antes comum na bacia do Rio Negro, e abriu novas oportunidades para as comunidades locais por meio do ecoturismo. Hoje, a maior parte da população de Novo Airão depende direta ou indiretamente do turismo, da guiagem ao artesanato e à hospitalidade.
Também é reconhecido como Sítio Ramsar, uma área úmida de importância global designada pela Convenção de Ramsar, tratado internacional assinado em 1971 no Irã para a conservação e o uso racional das áreas úmidas (pântanos, manguezais, lagoas etc.), com a participação de mais de 160 países.
Esses reconhecimentos garantem visibilidade internacional, proteção de longo prazo e apoio a um turismo responsável que beneficia as comunidades locais enquanto protege a biodiversidade.
Como Chegar ao Parque Nacional de Anavilhanas?
A principal porta de entrada para Anavilhanas é Manaus, capital do Amazonas. O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO) recebe voos diretos de Miami (MIA), Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) e Curaçao (CUR), além de inúmeras conexões diárias de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras cidades brasileiras.
Photo: Felipe Castellari
De Manaus, a forma mais popular de chegar ao parque é por estrada até Novo Airão, uma pequena cidade ribeirinha a 180 km de distância. O trajeto leva cerca de 2–3 horas pelas rodovias AM-070 e AM-352.
Você também pode contratar um transfer privativo, alugar um carro ou até fretar um hidroavião para pousar direto no Rio Negro. Novo Airão é considerado o principal ponto de acesso a Anavilhanas, com barcos saindo todos os dias para explorar as ilhas.
Outra opção é chegar pelo rio. Os transfers de barco de Manaus a Novo Airão levam 8–12 horas e permitem ver o famoso Encontro das Águas, onde o Rio Negro, escuro, e o Solimões, barrento, correm lado a lado sem se misturar.
Para quem busca uma opção mais rápida, as lanchas fazem o mesmo trajeto em cerca de 3–4 horas, conforme as condições do rio. Muitos roteiros combinam esse percurso com cruzeiros fluviais, o que garante uma experiência completa da região.
Melhor Época para Visitar o Parque Nacional de Anavilhanas, no Brasil
O parque pode ser visitado o ano todo, mas a experiência muda por completo conforme a estação. Aliás, é justamente isso que torna Anavilhanas ainda mais especial!
Estação seca (setembro–fevereiro): praias de areia branca surgem por todas as ilhas e criam condições ideais para nadar e observar aves. Algumas espécies chegam a nidificar nos bancos de areia nesse período. As trilhas pelas florestas alagadas podem ser percorridas a pé.
Estação de cheia (março–agosto): o nível da água sobe até 16 metros e inunda 60% da área do parque. É a hora de explorar o igapó de canoa e observar animais aquáticos, como ariranhas e botos.
Meses de transição: de outubro a dezembro, secas prolongadas podem reduzir o acesso a algumas áreas, mas as condições melhoram de novo em janeiro.
Fauna, Flora e os Sistemas Protegidos de Anavilhanas na Amazônia
A biodiversidade do Parque Nacional de Anavilhanas impressiona. Os igapós alagam de forma sazonal e criam habitats para plantas e animais únicos. Você pode avistar macucus gigantes, orquídeas e espécies frutíferas como açaí e cupuaçu. Entre os animais amazônicos mais emblemáticos estão o boto-cor-de-rosa, as ariranhas, as preguiças, os bugios e os jacarés-açu.
Quem gosta de observar aves vai adorar avistar tucanos, araras e até a imponente harpia. Nos rios e lagos, prosperam mais de 300 espécies de peixes, entre elas o pirarucu, as piranhas e a dourada.
Conheça mais fatos curiosos sobre Anavilhanas que mostram por que o parque é considerado um dos lugares mais fascinantes da Amazônia:
3 Bocas: um dos pontos mais cênicos do arquipélago, onde três canais se encontram e formam águas espelhadas em meio à vegetação exuberante.
As Grutas do Madadá ficam por perto: formações de arenito com mais de 700 milhões de anos, acessíveis por trilhas que começam na borda do parque.
Sem mosquitos: graças à acidez do Rio Negro, a região sofre muito menos com mosquitos do que a maioria das áreas tropicais.
Número de visitantes: Anavilhanas recebe até 40 mil visitantes por ano, o que faz dele o parque nacional mais visitado da Amazônia brasileira.
Cerca de 60 lagos: além das mais de 400 ilhas, o arquipélago abriga dezenas de lagos que sustentam uma grande variedade de fauna.
O Que Fazer no Parque Nacional de Anavilhanas?
Photo: Isadora Sá
Anavilhanas oferece uma ampla variedade de atividades que mudam conforme a estação:
Passeios de barco: pelos canais e lagos, com chances de ver botos-cor-de-rosa, jacarés e muitas espécies de aves.
Praias de areia branca: quando os rios baixam, surgem muitas praias.Perfeitas para nadar e relaxar na estação seca!
Igapós (florestas alagadas): ideais para passeios de canoa ou caiaque pelos cursos d'água durante a estação de cheia.
Trilhas na selva: veja árvores gigantes, orquídeas e até inscrições rupestres pré-históricas caminhando pela floresta quando o nível da água baixa.
Visite as bases do ICMBio: você pode parar nas estruturas de pesquisa e monitoramento para conhecer as ações de conservação em andamento e a proteção desse ecossistema frágil. No entorno, durante os focos noturnos e perto de algumas bases do ICMBio, grandes jacarés também aparecem de vez em quando.
Algumas das melhores experiências da Floresta Amazônica acontecem no Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas. Conheça as viagens disponíveis no PlanetaEXO!
Anavilhanas Jungle Lodge
Uma das melhores formas de conhecer o parque é se hospedar no Anavilhanas Jungle Lodge, um ecolodge premiado em Novo Airão. Unindo conforto e sustentabilidade, o lodge oferece excursões guiadas como pesca de piranha, safáris noturnos, passeios de canoa e visitas a comunidades locais.
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Os hóspedes também conhecem projetos científicos apoiados pelo lodge, incluindo o monitoramento da biodiversidade com pesquisadores do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e estudos inovadores sobre fungos para o “micoturismo”, que revelam o mundo pouco conhecido, mas fascinante, dos fungos amazônicos.
Com bangalôs de luxo debruçados sobre o Rio Negro, piscina com vista panorâmica e culinária de inspiração amazônica, o lodge é ao mesmo tempo um refúgio e um polo de conservação.
Cruzeiros Fluviais na Amazônia
Outra ótima forma de conhecer o parque é em um cruzeiro fluvial pela Amazônia no Brasil, que parte de Manaus e navega pelo Rio Negro. Misturando aventura e conforto, o roteiro inclui passeios de canoa pelos igapós, pesca de piranha, trilhas na selva e encontros próximos com botos-cor-de-rosa.
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Você também visita comunidades indígenas e ribeirinhas, explora lagoas escondidas e avista animais como araras, preguiças e o peixe pirarucu.
A bordo, os hóspedes contam com cabines com ar-condicionado, culinária local e áreas de lazer como solário e lounge, o que torna a viagem tão prazerosa quanto o destino de Anavilhanas.
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Mirante do Gavião
Hospedar-se no Mirante do Gavião é uma das melhores formas de descobrir Anavilhanas. Da sua localização privilegiada no Rio Negro, os hóspedes saem em passeios diários pelo arquipélago, seja em trilhas até as Grutas do Madadá, explorando florestas alagadas de canoa ou relaxando nas praias de areia branca durante a estação seca.
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O lodge também conecta os viajantes à cultura local, com visitas a comunidades ribeirinhas, centros de artesanato e iniciativas de conservação. Ao pôr do sol, os passeios de barco pelo Rio Negro rendem belas vistas das ilhas do parque, seguidos de saídas noturnas para avistar jacarés e outros animais.
Entre uma aventura e outra, o Mirante do Gavião oferece conforto e exclusividade, o que o torna a base perfeita para combinar descanso com os melhores passeios do Parque Nacional de Anavilhanas.
O Cruzeiro de Luxo na Amazônia a bordo do Zaltana é uma viagem de 5 dias pelo Rio Negro e pelo arquipélago de Anavilhanas. Os hóspedes exploram lagos escondidos e igarapés (canais estreitos de água), fazem trilhas até árvores gigantes, experimentam a pesca de piranha e encontram botos-cor-de-rosa, além de visitar comunidades indígenas e ribeirinhas.
Photo: Isadora Sá
Com 10 cabines-suíte, vistas panorâmicas e culinária de inspiração amazônica, o Zaltana oferece uma das formas mais confortáveis e exclusivas de conhecer a floresta.
Hospedagem a bordo (cabines privativas com banheiro), Lago Janauari, visitas a grupos indígenas, passeios guiados (pesca de piranha, trilhas, canoagem, observação de fauna etc.)
Hospedagem de alto padrão, Rio Negro, Grutas do Madadá, visitas a comunidades ribeirinhas, passeios guiados (trilhas, caiaque, observação de fauna etc.)
Hospedagem em barco de luxo, Encontro das Águas, Lago Janauari, visitas a comunidades locais, passeios guiados (observação de fauna, focos noturnos, trilhas, pesca de piranha etc.).
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 14 de maio de 2026; sujeito a alterações.
Viaje para o Parque Nacional de Anavilhanas, no Brasil, com o PlanetaEXO
No PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia, as viagens a Anavilhanas são pensadas para conectar os viajantes à natureza enquanto apoiam as comunidades locais e os projetos de conservação. Ao reservar com a gente, você garante que suas férias ajudam a manter a floresta amazônica de pé.
Nós ajudamos os viajantes a encontrar o equilíbrio certo entre lazer, aventura e sustentabilidade. Nosso diferencial é oferecer experiências autênticas conduzidas pelos melhores operadores locais, que conhecem a floresta como ninguém. Fale com a gente agora!
O Parque Nacional da Chapada Diamantinarende boas viagens o ano inteiro, mas entender as estações e o que você quer fazer muda tudo
A melhor época para conhecer a Chapada Diamantina, destino que detalhamos no nosso guia de viagem da Chapada Diamantina, depende do que você procura. Se a meta é ver cachoeiras no volume máximo e a paisagem no verde mais intenso, mire na estação chuvosa, de outubro a abril. Para trilhas firmes e caminhadas longas de vários dias, a estação seca, de maio a outubro, é a ideal.
A data escolhida muda bastante a viagem, mas a Chapada Diamantina entrega em qualquer mês do ano. Dica de quem conhece: alinhe o calendário às suas expectativas e você volta com a sensação de ter aproveitado cada dia!
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Para você entender as particularidades de cada estação, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes da Chapada Diamantina, preparou um guia completo para planejar a viagem certa. Confira abaixo!
Estação chuvosa (outubro a abril): paisagem verde e cachoeiras cheias
Quem busca mata verde, cachoeiras com muita água e paisagem dramática tem na estação chuvosa, de outubro a abril, o período certo para o Parque Nacional da Chapada Diamantina.
Photo: Lucas Ribeiro
Apesar do nome, não chove o dia inteiro, todos os dias. A chuva costuma cair em pancadas curtas, e não ao longo de todo o dia, o que deixa manhãs abertas e horas secas suficientes para encarar trilhas e atividades ao ar livre sem grandes contratempos. Quem chega à Chapada Diamantina em outubro pega justamente a virada: as primeiras chuvas começam a encher os rios e o parque ainda está vazio.
Nesse período a região muda de cara. A vegetação fica no verde mais forte do ano e cachoeiras como a Cachoeira da Fumaça e o Cachoeirão despencam com força total, emolduradas por mata fechada. Vale para fotógrafos e para quem quer a natureza no ponto mais intenso: a Chapada Diamantina em novembro e dezembro costuma reunir rio cheio, dias longos e calor.
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As trilhas ficam enlameadas e um pouco mais exigentes, principalmente nos trechos íngremes, então calçado adequado é item obrigatório. As temperaturas passam de 30°C (86°F) com frequência, o que favorece os banhos. A correnteza de algumas cachoeiras fica mais forte, mas a água é mais quente do que no inverno.
Estação seca (maio a outubro): a melhor época para visitar a Chapada Diamantina em trilhas longas
Se a sua dúvida é quando ir para a Chapada Diamantina com foco em caminhada, a resposta da maioria dos trekkers é a estação seca. Com pouca chuva entre maio e outubro, as trilhas ficam mais seguras e confortáveis. Você consegue alcançar cachoeiras remotas como a Fumacinha e a Mixila sem se preocupar com leitos de rio cheios nem pedras escorregadias.
Photo: Lucas Neves
As temperaturas também são mais amenas nesse período, com junho e julho como os meses mais frios, o que ajuda muito em dias longos de caminhada. Os dias são quentes e ensolarados, mas as noites podem cair para 10°C (50°F) em áreas de altitude como Mucugê e o Vale do Capão.
As cachoeiras perdem parte do volume, mas seguem bonitas e refrescantes: só se prepare para mergulhos bem gelados!
Photo: Lucas Neves
A clássica travessia do Vale do Pati, uma das mais celebradas do Brasil,fica bem mais fácil de completar na estação seca. Com etapas de até 25 km por dia, essa aventura de vários dias exige tempo estável e trilha em boas condições, duas coisas bem mais prováveis nos meses secos.
Melhor época para ver o raio de sol no Poço Encantado e no Poço Azul
Uma das cenas mais marcantes da Chapada Diamantina é o raio de sol entrando em poços subterrâneos de água transparente, dentro de duas grutas de calcário: o Poço Azul e o Poço Encantado. Esse espetáculo de luz só acontece em meses específicos, quando o sol está no ângulo certo.
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No Poço Azul, a melhor janela vai de fevereiro a outubro. No Poço Encantado, o fenômeno aparece melhor de abril a setembro.
Quando as condições se alinham, o sol atravessa uma abertura no teto da gruta, ilumina a água e revela tons intensos de azul. O fenômeno dura pouco a cada dia, em geral entre o fim da manhã e o começo da tarde, então vale planejar a viagem em torno dele.
Não conseguiu ver o raio de sol? Sem problema: o Poço Azul e o Poço Encantado continuam bonitos e abertos para visitação o ano inteiro!
Alta e baixa temporada na Chapada Diamantina
Entender o calendário do turismo local também ajuda a decidir a melhor época para a sua viagem à Chapada Diamantina:
Alta temporada: dezembro a fevereiro (férias de verão) e julho (férias de inverno) são os picos do turismo brasileiro. Espere mais gente nas trilhas, hospedagem mais cara e disponibilidade limitada.
Baixa temporada: março a junho e agosto a novembro, fora dos feriados, costumam ser mais tranquilos. Você encontra preços melhores, mais flexibilidade de datas e menos gente nas rotas mais procuradas.
Se a sua prioridade é sossego e trilha vazia, escolha os meses de transição entre as temporadas.
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Como está o clima na Chapada Diamantina agora?
Veja como está o tempo na Chapada Diamantina neste exato momento, direto do Parque Nacional!
Cachoeiras (Fumaça, Fumacinha, Riachinho, Mosquito), grutas (Gruta Azul, Gruta da Lapa Doce), Morro do Pai Inácio, caminhadas, centro histórico de Lençóis.
Caminhadas, Vale do Capão, cachoeiras (Fumaça, Buracão, Mosquito), Gruta da Lapa Doce, Morro do Pai Inácio, Poço Encantado, Poço Azul, centro histórico de Mucugê.
*Por pessoa, em ocupação dupla, em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 8 de abril de 2026; sujeito a alteração.
Viajar para a Chapada Diamantina com o PlanetaEXO
Não importa em qual estação você queira conhecer o Parque Nacional da Chapada Diamantina: viajar com a gente é sempre a melhor escolha!
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em montar o pacote para a Chapada Diamantina que combina com você. Trabalhando com os melhores operadores locais, entregamos uma experiência imersiva e sem dor de cabeça, com reservas, roteiros sob medida e tudo o que você precisa para umas férias muito boas. Fale com a gente agora!
Estações, atividades, dicas de segurança e cuidados com a saúde. Veja nossas recomendações para um safári incrível no Pantanal!
Viajar para qualquer destino exige preparo, mas o guia de viagem do Pantanal traz cuidados específicos, ligados à localização, ao clima, às atividades e às características da região.
Seguir certas dicas de viagem ao Pantanal é essencial para a segurança e o prazer dos visitantes, mas também para o bem-estar dos moradores locais e do ecossistema.
Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, que trabalha com os melhores operadores locais, a PlanetaEXO preparou um guia para você aproveitar cada instante das suas férias. Confira abaixo!
1) Planeje a viagem pela estação e pelo clima do Pantanal
O Pantanal é uma região quente, com temperaturas que chegam a 29°C (84°F), dependendo da estação (chuvosa, úmida, intermediária e seca).
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O bioma é fortemente influenciado pelo clima. Volumes maiores ou menores de chuva provocam mudanças drásticas na paisagem e alteram a programação das atividades dos turistas. Por isso é tão importante entender o clima do Pantanal e as estações antes de fechar a viagem, assim você sabe o que esperar:
Estação seca (julho a outubro): os animais se concentram em volta das aguadas que vão secando, e a vegetação fica rala, o que facilita muito avistar onças-pintadas, tamanduás e jacarés.
Estação chuvosa (dezembro a março): a paisagem alaga e vira um espelho verde exuberante. É linda para observar aves e para as paisagens, mas muitos mamíferos se dispersam, os mosquitos ficam especialmente numerosos e agitados, e o acesso por estrada pode ser interrompido.
O Pantanal é tão grande que se divide em dois lados: Norte e Sul. Entendendo o que cada região oferece, você planeja a viagem com muito mais eficiência.
Norte (via Cuiabá): melhor para ver onças-pintadas. A Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre, onde os safáris de barco têm a maior concentração de avistamentos de onça do mundo.
Sul (via Campo Grande): melhor para variedade e cultura. Reúne uma mistura de fauna (tamanduás, araras, jaguatiricas) e tradições pantaneiras mais fortes. Também é mais fácil de combinar com uma passagem por Bonito (famosa pela flutuação nos rios).
3) Faça as malas com inteligência para aproveitar o safári
Sem dúvida uma das dicas de viagem ao Pantanal mais valiosas: fazer as malas com inteligência é fundamental em qualquer viagem. Se você leva demais, a bagagem fica pesada e difícil de carregar. Se leva de menos, a experiência pode ser prejudicada por situações bem desconfortáveis. Busque sempre o equilíbrio e leve em conta suas preferências e necessidades.
Photo: Layla Motta
Não sabe o que levar para o Pantanal? Aqui vai uma lista com algumas sugestões do que colocar na mala para o seu passeio no Pantanal:
Roupas leves e que respiram: camisetas, camisas de manga comprida, calças, shorts, corta-ventos, roupas em tons caqui ou de cores naturais para os safáris, chapéus ou bonés e roupa de banho.
Calçados confortáveis: tênis, chinelos, sandálias e botas de trilha.
Equipamentos: lanterna, binóculos, garrafa de água reutilizável, câmeras e lentes extras (principalmente para os safáris fotográficos).
Itens essenciais: documentos, medicamentos, protetor solar (FPS 30 ou mais), repelente de insetos, óculos de sol, bateria portátil e carregadores (celular, câmeras, notebook, tablet).
A maioria dos lodges aceita cartão de crédito e débito e outras formas de pagamento digital, mas é sempre bom ter algum dinheiro em espécie (real brasileiro) para comida, bebidas, lembrancinhas e gorjeta para o guia ou a equipe do hotel.
Adaptadores de tomada universais também são muito importantes, já que as tomadas variam conforme o local. Antes de ligar seus aparelhos, lembre-se de que a voltagem na região do Pantanal é 127V.
4) Saúde: vacinas, hidratação e repelente
O governo brasileiro não exige vacinação de turistas estrangeiros, mas o Ministério da Saúde recomenda que os visitantes cheguem ao país com o esquema vacinal completo contra difteria, tétano, poliomielite e sarampo.
Depois de chegar ao Pantanal, não se esqueça da hidratação. O clima é quente e você vai fazer algum esforço físico nos safáris e em outras atividades ao ar livre. Mantenha sempre uma garrafa de água por perto!
Leve repelente de insetos potente (com DEET ou Icaridina) e aplique com frequência para evitar coceira, reações alérgicas e mosquitos transmissores de doenças, como a dengue.
5) Escolha sua aventura
A abundância do Pantanal não se limita à riqueza natural: ela também aparece na variedade de atividades. Não sabe o que fazer no Pantanal? Confira:
Cada ecolodge oferece essas e outras experiências, que podem variar conforme a região, a categoria do pacote e a estação.
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Os hóspedes também podem montar o próprio roteiro, mas é preciso confirmar as condições com a equipe da hospedagem antes.
6) Prepare o equipamento para os safáris fotográficos no Pantanal
Os safáris fotográficos estão entre as experiências mais queridas do Pantanal. Atraídos pela beleza do bioma e pela fauna e flora impressionantes, fotógrafos profissionais e amadores de vários países viajam até Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Muitos guias têm ampla experiência com fotografia de vida selvagem. Durante os safáris, além de indicar os melhores lugares para encontrar os animais, eles compartilham técnicas para você registrar as imagens mais impressionantes.
Photo: Felipe Castellari
Mesmo que você não seja fotógrafo profissional, a câmera do celular provavelmente vai decepcionar. Equipamento recomendado:
Pelo menos duas câmeras
Teleobjetiva (faixas de 35 a 200 mm e de 500 a 600 mm)
Filtros polarizadores
Tripé e/ou monopé
Binóculos (invista em um par de qualidade, como o modelo 8×42)
7) Fique atento aos melhores momentos para observar a vida selvagem
Seguir o relógio da natureza é uma das dicas de viagem ao Pantanal mais úteis para quem quer testemunhar suas maravilhas.
Os animais do Pantanal costumam sair dos esconderijos no início da manhã ou no fim da tarde em busca de alimento, então prepare-se para acordar bem cedo ou explorar o bioma quando a noite cai!
Photo: Keith Ladzinski
Lembre-se de manter distância e ficar em silêncio diante de animais selvagens, principalmente predadores como onças-pintadas, lobos-guarás e jacarés. Isso garante encontros mais longos, para você apreciar melhor a fauna do Pantanal e, claro, para a sua segurança.
8) Atenção à estrada se você for dirigir até o Pantanal
Alguns viajantes decidem encarar a estrada até o Pantanal para deixar a experiência ainda mais completa. No lado Norte, você segue pela Transpantaneira; para o Sul, a Estrada Parque é o caminho. As duas são de terra, com pontes de madeira que costumam ficar escorregadias, enlameadas e alagadas na estação chuvosa.
Photo: Felipe Castellari
O terreno irregular exige veículos 4×4. Não deixe de abastecer o tanque em cidades-base como Cuiabá, Campo Grande, Poconé e Miranda. Quanto mais fundo você entra na região, mais raros ficam os postos de combustível.
Por fim, evite dirigir à noite. Além da baixa visibilidade, muitos animais atravessam as estradas quando o sol se põe, o que aumenta o risco de acidentes.
A recomendação geral é que só quem conhece bem a região pegue o volante. Contratar um serviço de transfer com operadores locais é a melhor alternativa para a sua segurança e comodidade!
9) Hospede-se em lugares que respeitam o meio ambiente
Ficar em hospedagens que respeitam e cuidam do Pantanal é essencial para o ecoturismo. Felizmente, existem ecolodges incríveis que adotam práticas responsáveis, como reciclagem, energia solar, captação de água da chuva e apoio a projetos de conservação.
Photo: Matias Ternes
Esses ecolodges também cuidam da comunidade, empregando moradores locais, fortalecendo pequenos negócios e permitindo que a cultura pantaneira floresça.
O seu guia é o seu protetor. Esses profissionais altamente qualificados conhecem o Pantanal como a palma da mão, incluindo os melhores lugares para observar animais, como fazer a foto perfeita e o comportamento geral do bioma.
Photo: Felipe Castellari
Seguir as orientações do guia é importante para você aproveitar, mas também para a segurança de todos: a sua, a dos animais e a do meio ambiente.
Reservar com a PlanetaEXO é a melhor dica de viagem ao Pantanal
A PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal que trabalha com os melhores operadores locais. Nosso time talentoso está aqui para ajudar com tudo que você precisar, das reservas à escolha de roteiros sob medida.
De lodges na selva a cruzeiros pelo rio, veja como o ecoturismo no Brasil floresce nestes 7 incríveis passeios na Amazônia!
Apontada pelo The Wall Street Journal em 2024 como um destino de natureza que vale a viagem, a Amazônia comprova que o ecoturismo é peça-chave para o crescimento econômico, para a saúde financeira das comunidades locais e para a proteção do meio ambiente.
Todos os anos, turistas do mundo inteiro viajam para a Amazônia e exploram as maravilhas de um dos lugares mais fascinantes da Terra. Contando com o conhecimento de profissionais que amam e respeitam a natureza de verdade, dá para viver uma viagem incrível e ainda ajudar o meio ambiente.
Como plataforma especializada em pacotes na Amazônia e que trabalha com os melhores operadores locais, o PlanetaEXO selecionou 7 experiências que você não pode deixar de fazer. Confira abaixo!
1) Passeio pela selva amazônica saindo de Manaus
Para começar com o pé direito, este é um passeio acessível e, ainda assim, incrível, que mergulha fundo na beleza intocada da Amazônia. A aventura já começa no caminho até o lodge: saindo de Manaus, o Encontro das Águas e as visitas a mercados locais dão o tom da viagem.
O roteiro é recheado de atividades autênticas: trilhas, canoagem, pescaria de piranhas, observação de aves, visitas a comunidades locais e a contemplação do nascer e do pôr do sol.
Depois de um dia cheio, você descansa no lodge em bangalôs charmosos e aconchegantes, com camas confortáveis, banheiro privativo e ar-condicionado. Nas áreas comuns, faça as refeições no restaurante, tome um drinque no bar ou se divirta com a família e os amigos na sala de jogos ou na sala de TV.
Você sabia que dá para fazer cruzeiro na Amazônia? Embarcações bonitas deslizam com tranquilidade pelas águas escuras do Rio Negro e proporcionam uma experiência de passeio na Amazônia totalmente diferente.
Além de uma estadia deliciosa, os hóspedes se divertem como nunca em expedições a Anavilhanas e ao Parque Nacional do Jaú, na exploração das Cavernas do Madadá, em trilhas na floresta, no relaxamento nas praias de rio, na observação da vida selvagem e nas visitas a grupos indígenas.
A embarcação de 3 andares acomoda com conforto até 16 hóspedes em cabines privativas com banheiro, ar-condicionado e uma decoração rústica charmosa. As áreas de lazer incluem solário, sala de jantar, sala de estar e bar.
3) Passeio exclusivo no Parque Nacional de Anavilhanas
O Mirante do Gavião é um dos ecolodges mais bem avaliados da Amazônia, elogiado pela arquitetura linda e pela ótima localização, de frente para o Rio Negro e para o Parque Nacional de Anavilhanas.
Atividades como trilhas, caiaque, stand-up paddle, safári noturno, exploração de cavernas, visitas a comunidades ribeirinhas e passeios de barco fazem parte do roteiro. Perfeito para quem ama a vida ao ar livre!
Este passeio também prova que o ecoturismo na Amazônia pode conviver com conforto. O lodge oferece três categorias de acomodações de alto padrão, além de sala de jogos, piscina, restaurante requintado e área de churrasco.
Saindo de Tefé, você vive uma experiência marcante na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, onde um ecolodge flutuante repousa sobre as águas escuras do rio, cercado por vegetação verde e exuberante e um céu azul sem fim.
Este passeio de 5 dias na Amazônia é recheado de aventura: safáris noturnos e fotográficos, pescaria de piranhas, passeios de barco, canoagem, visitas a vilarejos locais e muito mais.
O Uakari Lodge é a única acomodação da América Latina presente na lista do The New York Times de hotéis flutuantes que valem a visita no mundo todo. A publicação destaca a infraestrutura, as experiências imersivas na natureza e o modelo de Turismo de Base Comunitária (TBC), que beneficia tanto o meio ambiente quanto os moradores locais.
Toda a estrutura do lodge é construída sobre palafitas, o que garante vistas incríveis dos bangalôs e das áreas comuns (deck, restaurante, bar, sala de vídeo e biblioteca). Saiba mais sobre esta aventura.
Mais um passeio pela Amazônia no Parque Nacional de Anavilhanas, o Anavilhanas Jungle Lodge fica às margens do Rio Negro e proporciona experiências extraordinárias em um dos cenários naturais mais bonitos do mundo.
Roteiros personalizados oferecem ótimas atividades para todos: trilhas guiadas, canoagem, saídas noturnas para observação da vida selvagem, pescaria, aulas de arco e flecha, visitas a vilarejos ribeirinhos, passeios de barco e por aí vai.
Inspiradas no estilo caboclo, as vinte e quatro acomodações têm ar-condicionado, frigobar, TV, Wi-Fi e banheiro privativo. Aproveite os serviços premium do lodge no restaurante, no bar flutuante, nas piscinas, no lounge aconchegante, na sala de massagem e na academia. Antes de a viagem acabar, não esqueça de levar uma lembrancinha da loja de souvenirs! Saiba mais sobre esta aventura.
Photo: Felipe Castellari
6) Passeio na Amazônia em Mato Grosso
Este lodge se destaca quando o assunto é ecoturismo na Amazônia por causa da sua localização. Diferente dos outros passeios desta lista, o Cristalino não fica no estado do Amazonas, mas no norte de Mato Grosso, ao sul da floresta, em uma reserva natural particular.
A própria geografia já é um tesouro: na fronteira com o Pantanal, é um dos melhores lugares da Amazônia para observar a vida selvagem. Dois biomas em uma só experiência!
Torres de observação de 50 metros são perfeitas para observar aves e admirar a vista, mas as atividades também incluem observação da vida selvagem, canoagem, trilhas, passeios de barco nos rios Cristalino e Teles Pires, entre outras.
Bangalôs e chalés com camas confortáveis, sofás-cama, banheiro privativo, ventiladores de teto e Wi-Fi são as acomodações ideais para relaxar, mas os hóspedes também adoram as áreas de lazer: deck flutuante, restaurante, bar, sala de leitura e sala de conferências. Saiba mais sobre esta aventura.
Procurando algo mais exclusivo? O ecoturismo na Amazônia alcança outro patamar com este cruzeiro de luxo em Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 400 ilhas!
Depois de sair de Manaus, você vê o Encontro das Águas e a beleza do Lago Janauari. Ao longo de cinco dias, você visita comunidades locais, faz trilhas na selva, pesca piranhas, sai em passeios de barco e saídas noturnas, relaxa nas praias de rio e curte um belo luau.
A arquitetura da sofisticada embarcação impressiona, com design moderno em dez cabines com banheiro, ar-condicionado e janelas do chão ao teto. Você também relaxa no bar ou na sala de estar, faz uma refeição no salão de jantar e admira a vista do sun deck. Saiba mais sobre esta aventura.
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Melhores passeios na Amazônia no Brasil
Com tantas opções incríveis de turismo na Amazônia, pode ser difícil escolher o seu passeio no Brasil. Veja a tabela abaixo para comparar atividades e preços:
Hospedagem a bordo, expedições a Anavilhanas e ao Jaú, exploração de cavernas, trilhas, praias de rio, observação da vida selvagem, visitas a grupos indígenas.
*Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 4 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.
Ecoturismo na Amazônia como solução para o desmatamento
Além dos esforços do governo, o turismo ecológico na Amazônia também é uma solução eficiente para preservar e recuperar a floresta, graças a práticas sustentáveis, ao incentivo à consciência ambiental e ao empoderamento das comunidades locais, que passam a viver sem prejudicar os recursos naturais.
Os ecolodges da Amazônia seguem diretrizes sustentáveis, como uso de energia solar, reciclagem, captação de água da chuva e parcerias com projetos ambientais. Por meio de roteiros personalizados, os hotéis de selva ensinam os hóspedes sobre a importância de preservar a floresta e os incentivam a virar aliados da natureza mesmo depois de voltar para casa.
Lucas Ribeiro, fundador do Planeta EXO, define assim o ecoturismo na Amazônia: “Ao conectar viajantes a experiências autênticas que beneficiam as comunidades locais, promovemos um modelo de turismo que apoia tanto as pessoas quanto o planeta.”
Assista a “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”, um minidocumentário produzido pelo PlanetaEXO que mostra a importância do ecoturismo:
O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia. Trabalhando muito perto dos operadores locais, escolhemos a dedo cada experiência e seguimos protocolos rígidos para garantir um impacto positivo sobre nossos clientes, parceiros e, claro, o meio ambiente.
Nossa equipe está pronta para ajudar com tudo o que você precisa para férias perfeitas. Fale com a gente agora!