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  • Um bangalô de lodge de luxo na selva amazônica, com teto de palha e paredes de vidro iluminadas por uma luz quente ao anoitecer, com uma rede no deck de madeira em meio à floresta.

    5 dicas de férias de luxo no Brasil para uma viagem pela natureza

    Onde ir, onde dormir e com quem reservar: pousadas de luxo, cruzeiros pela Amazônia, safáris privativos para ver onças e roteiros totalmente sob medida

    Quinto maior país do mundo e maior que toda a União Europeia, o Brasil ocupa 8,5 milhões de km². Mesmo assim, a maioria de quem vem pela primeira vez nunca sai do litoral.

    As praias brasileiras fazem jus à fama, mas, para além das ondas que tocam a areia, existem dois destinos incríveis: a Amazônia e seus impressionantes 5,5 milhões de km² de floresta (cerca de 60% dentro do Brasil) e o Pantanal, a maior planície alagável do planeta. Sem abrir mão do conforto, curtir férias de luxo no Brasil são a chance perfeita de conhecer os dois.

    Aqui, sofisticação e natureza selvagem não são opostos. O ecoturismo de luxo do país foi pensado para colocar você dentro do ecossistema sem passar aperto. Você passa o dia com os pés na natureza e a noite no ar-condicionado, em instalações elegantes, observando a floresta da sua própria varanda.

    Não sabe como montar uma viagem dessas? O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagem de luxo no Brasil, reuniu 5 dicas para você viver o lado selvagem do país com todo o conforto: onde ir, onde dormir, o que fazer e em quem confiar o planejamento. Confira abaixo!

    Uma piscina de borda infinita em um deck de madeira, com espreguiçadeiras, com vista para um rio, emoldurada por árvores da floresta em um ecolodge na Amazônia.
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    1) Olhe além do Rio de Janeiro: é nos destinos de natureza que o turismo de luxo no Brasil realmente brilha

    O Rio de Janeiro não é só o destino mais famoso do Brasil, mas também um dos mais cobiçados do mundo. Atrações como Cristo Redentor, Pão de Açúcar e a praia de Copacabana merecem toda a atenção que recebem. Ainda assim, resumir o Brasil ao litoral é o erro mais comum entre os viajantes.

    Nossa primeira dica para aproveitar férias de luxo no Brasil é simples: vá para o interior, rumo aos destinos de natureza do país, onde a vida selvagem é a protagonista. Duas regiões se destacam de todas as outras.

    A Amazônia é a atração principal. A floresta abriga cerca de 10% de todas as espécies conhecidas do planeta e cerca de 390 bilhões de árvores — drenadas pelo Rio Amazonas, que, por sua vez, despeja 209.000 m³ de água por segundo. Aqui você encontra botos-cor-de-rosa e vê o famoso Encontro das Águas, onde o escuro Rio Negro e o barrento Solimões correm lado a lado por vários quilômetros sem se misturar.

    Um boto-cor-de-rosa emergindo com a boca aberta em um rio escuro da Amazônia, brilhando alaranjado sob a água.
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    Já o Pantanal é o sonho de todo amante da vida selvagem. Por ser uma planície alagável aberta, que enche e seca conforme as estações, os animais são muito mais fáceis de avistar do que na Amazônia. Espere mais de 650 espécies de aves, ariranhas, capivaras, araras-azuis e, acima de tudo, onças-pintadas. A região norte, em torno de Porto Jofre, tem fama de concentrar a maior densidade de onças selvagens do planeta.

    Uma onça-pintada descansando sobre um galho grosso no Pantanal, olhando para a câmera em meio à folhagem verde.
    Photo: Henk Boogard

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    2) Hospede-se em uma pousada de luxo no coração da natureza

    Numa viagem de luxo, a pousada é muito mais do que um lugar para dormir. As hospedagens de alto padrão reúnem quatro coisas: localização privilegiada (muitas vezes dentro de reservas naturais protegidas, acessíveis somente de barco), infraestrutura refinada, serviço premium e número reduzido de hóspedes para que a experiência seja exclusiva.

    Veja abaixo algumas das melhores pousadas de luxo da Amazônia e do Pantanal!

    Anavilhanas Jungle Lodge

    O Anavilhanas Jungle Lodge fica às margens do Rio Negro, de frente para um arquipélago de mais de 400 ilhas — o segundo maior arquipélago fluvial do Brasil. Seus 24 quartos se dividem em quatro categorias, e os hóspedes aproveitam restaurante à la carte, duas piscinas sobre a água, bar flutuante, academia e sala de massagem.

    As excursões chegam às Cavernas do Madadá, cujo arenito é estimado em 700 milhões de anos, além de arco e flecha com arcos tradicionais Waimiri-Atroari.

    Um bangalô de pousada de luxo na Amazônia, com teto de palha e paredes de vidro iluminadas por luz quente ao anoitecer, com uma rede no deck em meio à floresta.
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    Mirante do Gavião

    Certamente um dos melhores exemplos de hotel de selva de luxo na Amazônia, o Mirante do Gavião foi feito para a privacidade: recebe grupos pequenos de até 8 pessoas e tem vista direta para o Parque Nacional de Anavilhanas, com caiaques e pranchas de stand-up paddle que você pega direto do deck.

    Tudo nessa pousada é integrado à natureza, do nome (inspirado no gavião-real, uma das maiores aves de rapina do mundo e nativa da Amazônia) à arquitetura, que combina modernidade com um caráter rústico que só a floresta pode sustentar.

    Um pavilhão de ecolodge amazônico com iluminação quente, visto por entre a folhagem tropical ao anoitecer.
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    Cristalino Lodge

    O Cristalino Lodge, no sul da Amazônia, fica dentro de uma reserva particular de cerca de 11.000 hectares, onde já foram registradas aproximadamente 600 espécies de aves. Suba em uma das suas duas torres de observação de 50 metros de altura para ver o nascer do sol sobre a copa das árvores ou simplesmente para respirar o ar puro.

    Eleito uma das melhores jungle lodges do mundo pela National Geographic, oferece chalés e bangalôs espaçosos, áreas comuns elegantes e serviços de primeira.

    Um deck de pousada à beira-rio ao anoitecer, com guarda-sóis verdes, espreguiçadeiras e uma fogueira acesa refletida nas águas calmas do rio amazônico.
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    Caiman

    Favorito de quem busca férias de luxo no Brasil com imersão na natureza, o Caiman fica dentro de uma reserva particular de 53.000 hectares, com acomodações lindas e sofisticadas em três categorias (Casa Caiman, Cordilheira e Villa Privativa).

    Além das instalações de tirar o fôlego, oferece experiências incríveis de vida selvagem e é um dos melhores endereços para um safári de luxo no Pantanal, já que é o único lugar do Pantanal Sul onde é possível avistar onças-pintadas!

    O prédio principal de um lodge de vida selvagem no Pantanal, com telhado de cerâmica e um amplo deck de madeira sob um céu azul, uma hóspede em pé entre palmeiras.
    Photo: Felipe Castellari

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    3) Navegue pela floresta em um cruzeiro de luxo na Amazônia

    Se você prefere acordar em um novo trecho de floresta a cada manhã, cruzeiros de luxo na Amazônia são o jeito de fazer isso. Um cruzeiro fluvial alcança cantos da Amazônia sem estradas que nenhuma pousada consegue, navegando em parques nacionais como o Jaú e o Anavilhanas, enquanto o próprio barco se torna uma suíte flutuante.

    A bordo, luxo significa cabines privativas, decoração refinada, serviço personalizado e uma variedade de áreas comuns. Os dias são preenchidos com passeios de lancha, trilhas na selva, canoagem pelas florestas alagadas, visitas a praias de rio na estação seca e focagem noturna de jacarés e outros animais noturnos.

    Um ótimo exemplo é o Untamed Amazon, uma embarcação de 92 pés e três conveses feita para realizar cruzeiros exclusivos: são apenas 8 suítes para até 16 hóspedes, todas com ar-condicionado e emolduradas por janelas do piso ao teto com vista para a floresta, sala de estar, sala de jantar e bar no deck social.

    O Untamed foi também a primeira embarcação amazônica movida a painéis solares e baterias de lítio, possibilitando uma infraestrutura flutuante que coloca os passageiros dentro da floresta sem marcá-la negativamente.

    Vista aérea de um pequeno barco atracado em um banco de areia branca à beira de um rio escuro da Amazônia, cercado pela floresta.
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    4) Aproveite o quanto uma viagem de luxo pode ser personalizada

    Férias de luxo no Brasil têm o nível mais flexível que existe: você escolhe a categoria do quarto, define quantos dias sua viagem deve durar, decide o sentido do roteiro, solicita saídas privativas para nunca dividir o veículo com outras pessoas e acrescenta opções como voos fretados (o Caiman tem sua própria pista de pouso privativa) ou noites extras quando quiser.

    É justamente essa flexibilidade que faz com que viagens de luxo no Brasil funcionem tão bem para diferentes tipos de viajante. Famílias podem desacelerar o ritmo para incluir crianças pequenas e reservar quartos conjugados, casais podem viver uma lua de mel inesquecível e fotógrafos ou observadores de aves podem pedir um guia especialista dedicado e horas de campo — do amanhecer ao anoitecer.

    5) Reserve sua viagem com especialistas em viagens

    Por fim, a dica que amarra as outras quatro: reserve com especialistas que conhecem o Brasil de verdade.

    A logística por aqui não é trivial: uma única viagem pode envolver voos domésticos até Manaus, Campo Grande, Cuiabá ou Alta Floresta, transfers de barco de várias horas e atividades que mudam conforme a época da cheia. Um especialista transforma toda essa complexidade em uma viagem simples e funcional.

    Os melhores roteiros de luxo no Brasil são fruto de parcerias sólidas com operadores locais, curadoria cuidadosa e um toque humano genuíno em cada etapa. É exatamente aí que entra a equipe do PlanetaEXO — trabalhando ao lado de parceiros locais de confiança, escolhendo a dedo cada experiência por qualidade e sustentabilidade e cuidando de todo o planejamento (voos, transfers, pousadas, guias e autorizações) para que você só precise chegar e aproveitar.

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    Pronto para suas férias de luxo no Brasil? Planeje com o PlanetaEXO!

    Agora que você já sabe onde ir, onde dormir, o quanto tudo pode ser flexível e em quem se apoiar, só falta escolher o seu canto favorito do Brasil e começar a planejar as suas férias de luxo.

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagem de luxo no Brasil, que trabalha ao lado dos melhores operadores locais para transformar as suas férias em experiências sob medida e sem preocupação para viajantes do mundo todo. Fale conosco!

  • Quantos dias na Amazônia você deve ficar?

    Quantos dias na Amazônia você deve ficar?

    Ao planejar sua viagem para a Amazônia, não esqueça de considerar a logística, as estações do ano e o seu estilo de viagem

    Para viver a floresta de verdade, o recomendado é reservar uma viagem de pelo menos 3 dias inteiros. Mas decidir quantos dias você deve passar na Floresta Amazônica depende das experiências que você procura e também do clima e das estações.

    Aerial view of the Amazon River winding through the dense rainforest in Brazil during a golden sunrise.
    Photo: Anderson Coelho

    A logística também pesa muito no planejamento da viagem. Só em território brasileiro, a floresta cobre mais de 4 milhões de quilômetros quadrados. Para alguns turistas estrangeiros, chegar até o Brasil já é uma jornada longa por si só, então administrar bem o tempo é fundamental.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, o PlanetaEXO tem ampla experiência no planejamento de viagens para a maior floresta tropical do mundo. Confira nosso guia completo abaixo e siga as nossas dicas!

    O que define quantos dias na Amazônia você deve ficar?

    Antes de decidir quantos dias passar na Amazônia, vale a pena considerar alguns fatores que vão moldar a sua experiência:

    Logística

    A maioria dos viajantes que vão para a Floresta Amazônica chega por Manaus, capital do Amazonas e principal porta de entrada, com voos diários saindo de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belém, entre outras cidades.

    A river cruise boat navigating the calm waters of the Amazon River surrounded by lush green jungle.
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    Saindo de Manaus, duas das áreas protegidas mais próximas são o Arquipélago de Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú. Anavilhanas fica às margens do Rio Negro, perto da cidade de Novo Airão, a cerca de 180–200 km da capital, e você chega em aproximadamente 2–3 horas de carro. Já o Jaú é acessado pela mesma cidade-porta, mas exige uma viagem extra de barco rio adentro para chegar ao seu interior remoto.

    Para destinos mais distantes, como Tefé (~520 km) e Alter do Chão (~600 km), a viagem pede mais planejamento. Enquanto a viagem de barco pode levar de 1 a 3 dias dependendo da correnteza, um voo reduz o trajeto para pouco mais de uma hora.

    Um dos destinos de vida selvagem mais renomados do sul da Amazônia é a região do Cristalino, no estado do Mato Grosso. Diferente das áreas em torno de Manaus, o acesso começa com um voo até a cidade de Alta Floresta. De lá, você segue com 1h30 de carro e mais 30 minutos de barco pelo Rio Cristalino, até reservas particulares e lodges cercados pela floresta.

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Estações e clima

    Saber qual a melhor época para visitar a Floresta Amazônica influencia muito a sua viagem, já que as estações definem o nível dos rios, o comportamento da fauna e as condições das trilhas.

    Golden sunset reflecting on the calm waters of a flooded igapó forest in the Amazon.
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    A estação chuvosa vai de dezembro a maio, com chuvas fortes que deixam os rios mais cheios e alagam algumas áreas da floresta. As atividades incluem nadar e remar de canoa nos igapós, passeios de barco, observação de fauna e cruzeiros na Amazônia.

    De junho a novembro, na estação seca, os rios baixam e as trilhas ficam liberadas. É a época ideal para fazer trilhas, acampar, sair em busca de animais à noite e visitar as praias de rio.

    O clima da Amazônia também merece atenção. Embora o volume de chuva seja maior na estação chuvosa, as tempestades são comuns o ano inteiro, mas costumam ser rápidas e não atrapalham em nada as viagens. Quente e úmido, o clima tem temperaturas que variam, em média, de 25,8 ºC (78 ºF) a 27,9 ºC (82 ºF).

    Estilo e ritmo de viagem

    Tem gente que prefere viagens lentas e imersivas, com tempo para desconectar, participar de expedições de vários dias e explorar a cultura e as principais atrações de Manaus. Ficar mais tempo permite mais contato com a natureza e trocas significativas com as comunidades locais, incluindo grupos indígenas e ribeirinhos que compartilham seu conhecimento ancestral e o vínculo com a floresta.

    Two travelers hiking under a massive rock formation in the Presidente Figueiredo forest.
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    Quem tem agenda apertada também vive experiências incríveis em menos dias, mas vale lembrar que a Amazônia pede um ritmo de vida mais lento. Afinal, a natureza tem o seu próprio tempo.

    Ou seja, 3 dias já dão uma boa amostra da floresta, mas uma viagem de 4 a 7 dias é ideal para aproveitar de verdade. Se você ainda tem dúvida sobre quantos dias na Amazônia passar, a lógica é simples: quanto mais dias, melhor!

    Viagem de 3 dias: conforto e natureza

    Ideal para famílias, casais e viajantes que buscam uma introdução confortável e segura ao ecossistema amazônico. Os jungle lodges têm ótimos roteiros ao ar livre e, ao mesmo tempo, oferecem uma infraestrutura completa para uma estadia agradável.

    A comfortable, illuminated room in an Amazon jungle lodge with a thatched roof, surrounded by native vegetation.
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    As atividades incluem trilhas na floresta, passeios de canoa, observação de fauna, contemplação do pôr e do nascer do sol e momentos de descanso nos quartos e áreas comuns do hotel.

    👉 Leia mais: Melhores hotéis na Amazônia

    Viagem de 4 dias: imersão e sobrevivência

    Vá mais fundo na Amazônia e chegue a áreas mais tranquilas e preservadas. É a oportunidade perfeita para criar uma conexão real com a natureza e absorver o seu conhecimento

     Two local guides building a wooden structure during a jungle survival tour in the Amazon.
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    Os guias locais ensinam técnicas básicas de sobrevivência, como extrair água de cipós, identificar plantas medicinais e até montar armadilhas simples. Além disso, um profissional experiente acompanha você no acampamento entre as árvores e mostra como cozinhar a sua própria comida em uma fogueira improvisada.

    Você também pode se aventurar por Presidente Figueiredo, conhecida como a "Terra das Cachoeiras", para se refrescar em uma das 150 quedas d'água e grutas de arenito. Alguns pontos imperdíveis: as grutas da Judeia e Maragoa, e as cachoeiras Iracema e Araras.

    Viagem de 5 a 7 dias: explorando reservas naturais

    Em uma semana dá para fazer muita coisa, como visitar unidades de conservação que só se alcançam de barco, em áreas fora do alcance do turismo de massa.

    Aerial view of the labyrinthine islands and narrow channels of the Anavilhanas Archipelago on the Rio Negro.
    Photo: Felipe Castellari

    Alguns jungle lodges e um bom cruzeiro na Amazônia levam os hóspedes ao Parque Nacional de Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 400 ilhas. Navegar por seus canais estreitos é como percorrer um labirinto fascinante.

    No Parque Nacional do Jaú, faça trilhas na floresta até chegar às sumaúmas, árvores gigantes com cerca de 500 anos. Suas raízes são tão grandes que armazenam enormes quantidades de água para nutrir o bioma e podem até produzir sons vibrantes quando batidas com força suficiente.

    Quem gosta de experiências culturais pode visitar comunidades ribeirinhas para conhecer melhor o dia a dia delas, incluindo a culinária, o artesanato e os desafios de conservação.

    👉 Leia mais: Melhores cruzeiros na Amazônia

    Viagem de 10 a 15 dias: expedições épicas

    Teste os seus limites com jornadas que exploram as partes mais remotas e selvagens da Floresta Amazônica, como o trekking e o acampamento no Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil. Na fronteira com a Venezuela, o destino é território Yanomami, que exige autorizações rigorosas para entrar e guias indígenas que vivem na região.

     Imposing, steep rock faces partially covered by thick mist at Pico da Neblina National Park.
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    São longos dias de caminhada, subidas íngremes e condições climáticas imprevisíveis. O preparo físico e mental é essencial, mas a aventura vale muito a pena pela beleza das paisagens naturais, pelo contato com os povos nativos e pela atmosfera quase mística.

    Melhores tours pela Floresta Amazônica no Brasil

    De cruzeiros de luxo e lodges confortáveis a acampamentos em plena selva, aqui vão algumas opções de tours do PlanetaEXO para montar o seu roteiro na Amazônia e te ajudar a decidir quantos dias na Amazônia vale a pena passar!

    TOUR DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Tour na Selva Amazônica saindo de Manaus Trilhas, canoagem, pescaria, observação de fauna, contemplação do nascer do sol, Encontro das Águas, visita a comunidades locais. 3 dias R$ 3.095
    Aventura na Selva Amazônica no Brasil Passeio de bike, trilhas, caiaque, cachoeiras em Presidente Figueiredo, acampamento na floresta. 3 dias R$ 2.170
    Tour de Sobrevivência na Selva Amazônica Técnicas de sobrevivência, acampamento na floresta, trilhas, observação de fauna, canoagem, Encontro das Águas. 4 dias R$ 5.070
    Mirante do Gavião: Lodge Exclusivo na Amazônia Estadia de alto padrão no Mirante do Gavião, no Rio Negro (banho de rio, caiaque, stand-up paddle), observação de fauna, passeios noturnos, trilhas, visita a comunidades locais. 4 dias R$ 9.940
    Cruzeiro pela Amazônia no Brasil Cruzeiro fluvial no Parque Nacional de Anavilhanas, trilhas, observação de fauna, pescaria, passeios noturnos, visita a praias de rio e comunidades locais. 5 dias R$ 14.540
    Cristalino Jungle Lodge Acomodação de luxo, observação de fauna, canoagem, passeios de barco, observação de vida selvagem, trilhas. 5 dias R$ 17.470
    Trekking e Sobrevivência na Amazônia Acampamento na floresta, técnicas de sobrevivência, trilhas, canoagem, observação de fauna, pescaria noturna, passeios de barco. 6 dias R$7.070
    Viagem de Cruzeiro pela Amazônia no Brasil Cruzeiro de luxo em Novo Airão, Encontro das Águas, trilhas, observação de fauna, Gruta do Madadá, praias de rio, Parques Nacionais de Anavilhanas e do Jaú, visita a comunidades indígenas. 7 dias R$ 17.850
    Expedição ao Parque Nacional do Pico da Neblina Trekking, acampamento na floresta, observação de fauna, imersão cultural com o povo indígena Yanomami. 15 dias R$ 23.000

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 12 de março de 2026; sujeito a alterações.

    Explore a Floresta Amazônica com o PlanetaEXO

    Não importa quantos dias na Amazônia você decida passar: o nosso time está pronto para te ajudar a viver as melhores férias da sua vida em qualquer cenário!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia. Trabalhando com os melhores operadores locais, atendemos a todas as suas preferências e necessidades e, ao mesmo tempo, geramos um impacto positivo nas comunidades locais e no meio ambiente. Fale com o nosso time agora!

  • Como chegar no Pantanal, no Brasil

    Como chegar no Pantanal, no Brasil

    Descubra como chegar ao Pantanal Norte ou Sul e viva a aventura de uma vida na maior planície alagável do planeta!

    A maneira mais fácil de chegar no Pantanal é voando até Cuiabá (Pantanal Norte) ou Campo Grande (Pantanal Sul), no Brasil, as duas principais portas de entrada da região. De lá, você segue de carro, transfer privativo ou voo em avião de pequeno porte até as pousadas dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    Com mais de 210.000 quilômetros quadrados, o Pantanal é a maior planície alagável tropical do mundo. Suas imensas áreas inundáveis e seus rios interligados, detalhados no nosso guia de viagem do Pantanal, abrigam mais de 650 espécies de aves e centenas de mamíferos. De carro ou de avião, o trajeto já rende belas paisagens e os primeiros encontros com a fauna antes mesmo de você chegar ao destino final.

    A rustic wooden gate marks the entrance to the Transpantaneira Highway. This landmark is essential for those learning how to get to the Pantanal from the North Pantanal side.
    @mateusrauber

    Para ajudar no planejamento da sua viagem, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal que trabalha com os melhores operadores locais, preparou este guia de como chegar no Pantanal. Confira abaixo!

    Como chegar no Pantanal Norte?

    O acesso ao Pantanal Norte é feito por Cuiabá (aeroporto CGB), capital de Mato Grosso. O aeroporto recebe voos diários de São Paulo, Brasília e outras grandes cidades, o que o torna a principal porta de entrada para quem vai ao norte.

    👉 Veja todos os nossos passeios pelo Pantanal Norte saindo de Cuiabá

    De Cuiabá, são cerca de 2 horas de carro até Poconé, a última cidade antes da planície e a porta de entrada para a maioria das pousadas do norte. A aventura continua pela Rodovia Transpantaneira, uma estrada de terra de 147 quilômetros que liga Poconé a Porto Jofre.

    Dependendo de onde fica a sua hospedagem, os transfers podem levar de 4 a 6 horas. As pousadas próximas de Poconé são mais fáceis de acessar o ano todo, enquanto as mais perto de Porto Jofre ficam bem isoladas e são ideais para observar onças-pintadas.

    Se você prefere rapidez e conforto, há voos fretados de Cuiabá a Porto Jofre, com vistas aéreas incríveis dessa região.

    Close-up of a jaguar snarling in the wild. High wildlife density makes a pantanal safari in the North Pantanal the top choice for photographers.
    Photo: Pedro Ferreira do Amaral

    👉 Reserve agora: safári de onças-pintadas no Pantanal saindo de Porto Jofre

    Como chegar no Pantanal Sul?

    Para chegar no Pantanal Sul, desembarque no aeroporto de Campo Grande (CGR), capital de Mato Grosso do Sul. Assim como Cuiabá, Campo Grande recebe voos domésticos frequentes e é o ponto de partida para as cidades vizinhas: Aquidauana, Miranda e Corumbá.

    De Campo Grande, a estrada até Aquidauana leva cerca de 2 a 3 horas, enquanto Miranda e Corumbá exigem 4 a 6 horas de viagem. Os transfers costumam ser feitos em veículos privativos confortáveis, e alguns passeios ainda incluem paradas rápidas para fotos.

    Nos meses de chuva, as pousadas mais remotas podem exigir veículos 4×4 ou transfers em aviões de pequeno porte, já na estação seca as estradas seguem acessíveis.

    A safari vehicle crosses a wooden bridge over a reflective river at sunset. A typical scene during an adventurous pantanal trip and pantanal safari.
    Photo: Felipe Castellari

    👉 Reserve agora: safári de luxo no Pantanal saindo de Campo Grande

    Como chegar no Pantanal saindo do Rio de Janeiro ou de São Paulo?

    Muitos turistas estrangeiros desembarcam no Rio de Janeiro ou em São Paulo ao chegar no Brasil, já que essas cidades recebem voos do mundo inteiro. De lá, você pode pegar outro voo ou seguir por terra até o destino final, de carro ou de ônibus.

    De avião

    Do Rio até o Pantanal, voos de 3 horas partindo do Santos Dumont (SDU) ou do Galeão (GIG) levam direto a Cuiabá (CGB), porta de entrada do Pantanal Norte. Em São Paulo, os voos de Guarulhos (GRU), Congonhas (CGH) ou Viracopos (VCP) chegam à capital de Mato Grosso em 2 horas.

    Vai para o Pantanal Sul? Rumo a Campo Grande (CGR), voos diretos de 3 horas saem do Galeão ou do Santos Dumont, no Rio, em dias selecionados. Já os voos diários dos aeroportos de São Paulo citados acima seguem direto para a capital de Mato Grosso do Sul.

    Pela proximidade com o Pantanal Sul, o aeroporto de Bonito (BYO) também é uma opção. Não há voos diretos do Rio, apenas de São Paulo (2–3 vezes por semana).

    👉 Veja todos os nossos passeios pelo Pantanal Sul saindo de Campo Grande

    Todos os voos para Cuiabá, Campo Grande ou Bonito são operados pelas companhias Azul, GOL ou LATAM.

    De carro ou de ônibus

    Chegar no Pantanal Norte a partir do Rio de Janeiro exige uma viagem de 2.000 km (mais de 26 horas). De São Paulo, são 1.531 km (20 horas). Já em Cuiabá, pegue a Rodovia Transpantaneira até Poconé (100 km).

    Para o Pantanal Sul, dirija 1.421 km (18 horas) a partir do Rio de Janeiro ou 983 km (12 horas) de São Paulo. Ao chegar a Campo Grande, siga para Aquidauana, Miranda ou Corumbá e enfim comece o melhor safári no Pantanal.

    Se preferir o ônibus, saia da Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro, ou das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda, em São Paulo, com destino a Cuiabá ou Campo Grande. A viagem leva de 18 a 32 horas, dependendo do destino final, do horário do ônibus etc.

    Aerial view of a safari vehicle driving on a dirt track between a wetland area and dense green forest in North Pantanal.
    @luiz4mendesreserva

    Qual é o aeroporto do Pantanal?

    Não existe um aeroporto dentro do Pantanal, já que a região é bastante isolada. Quem vai ao Pantanal Norte, em Mato Grosso, desembarca em Cuiabá (CGB), enquanto Campo Grande (CGR) ou Bonito (BYO) atendem o Pantanal Sul, em Mato Grosso do Sul.

    Bonito, cujo nome já diz tudo, é um lugar incrível conhecido por seus rios, cachoeiras e grutas impressionantes. A apenas 2 horas e meia de carro do Pantanal Sul, é o lugar perfeito para explorar a natureza espetacular do Brasil!

    👉 Reserve agora: passeio de 5 dias pelo Pantanal e Bonito

    Dicas valiosas para chegar no Pantanal

    Quando o assunto é viagem ao Pantanal, o trajeto até o destino final já é uma aventura por si só. Aqui vão algumas dicas valiosas para um transfer tranquilo:

    • A melhor época para se deslocar por terra no Pantanal vai de maio a setembro, quando o clima é mais seco. Nas estações chuvosas, as estradas de terra costumam ficar intransitáveis.
    • Veículos 4×4 são altamente recomendados na Rodovia Transpantaneira e na Estrada Parque Pantanal, principalmente quando chove.
    • Consulte o Google Flights para achar voos baratos do Rio de Janeiro ou de São Paulo até o Pantanal. Às vezes, a passagem de avião sai mais barata que a de ônibus!
    • Os horários e preços de passagens de avião e de ônibus podem mudar sem aviso por conta da alta demanda, da sazonalidade, da disponibilidade etc. Confirme as condições com os operadores oficiais e compre suas passagens com antecedência.
    • Reserve também seu safári no Pantanal com antecedência, de pelo menos 6 meses. Tudo depende dos roteiros, das experiências desejadas, da estação etc. Mas, se estiver em cima da hora, ainda vale a pena tentar!

    O PlanetaEXO ajuda você a encontrar as melhores opções de transfer para chegar no Pantanal. Para o seu conforto, algumas experiências incluem até serviço de transporte privativo. Veja mais informações nos nossos passeios no Pantanal e reserve a sua aventura!

    Pantanal Norte ou Sul: escolha o seu destino

    Agora você já sabe como chegar, mas fica a pergunta que não quer calar: vale mais a pena visitar o Pantanal Norte ou Sul? A resposta depende do tipo de experiência que você procura.

    O Pantanal Norte é famoso pelos safáris de barco e pela observação de onças-pintadas ao longo dos rios Cuiabá, Piquiri e São Lourenço. A concentração de fauna é maior por aqui, o que faz dele a primeira escolha de fotógrafos e amantes da natureza que querem encontros de perto com os animais.

    A jaguar walks through shallow river water during a boat safari. The best time to visit the Pantanal for a pantanal safari is the dry season.
    @reisegraf

    👉 Leia mais: onde ver onças-pintadas no Pantanal

    Já o Pantanal Sul é mais conhecido pela autêntica experiência de fazenda e pela imersão cultural. Atividades como cavalgadas, observação de aves e safáris noturnos proporcionam uma conexão tranquila e íntima com a natureza!

    A traveler riding a horse through golden fields. This region of South Pantanal offers an authentic ranch experience for your pantanal trip.
    Photo: Layla Motta, Caiman

    Onde se hospedar no Pantanal?

    Os hotéis de Cuiabá são boas opções para quem vai ao Pantanal Norte. Mais perto da planície, dá para ficar próximo de Poconé ou ao longo da Rodovia Transpantaneira.

    No sul, Campo Grande tem ótimos hotéis urbanos. Para pousadas imersas na natureza, as hospedagens em Aquidauana, Miranda e Corumbá são as mais convenientes.

    An elegant courtyard of one of the many Pantanal lodges, featuring yellow arches and wooden chairs around a fountain.
    Photo: Caiman Lodge

    👉 Veja mais detalhes: onde ficar no Pantanal

    Qual é a melhor época para visitar o Pantanal, no Brasil?

    O Pantanal é um destino para o ano todo, mas muita gente considera o período de maio a outubro a melhor época para visitar, quando o clima fica seco e os animais do Pantanal se reúnem perto dos rios e das lagoas. Esses meses trazem céu limpo, temperaturas agradáveis e as maiores chances de observar uma fauna diversa nas duas regiões.

    Na estação seca (julho, agosto, setembro e outubro), quem está no Pantanal Norte também tem mais chances de avistar onças-pintadas nas margens dos rios. Já na estação das chuvas (dezembro, janeiro, fevereiro e março), a paisagem se inunda e vira um mosaico vibrante de água e vegetação.

    A family of capybaras resting on a grassy riverbank during a pantanal safari. Most animals gather near water during the dry season.
    Photo: Ondrej Prosicky

    👉 Veja mais detalhes: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    Reserve sua viagem ao Pantanal com o PlanetaEXO

    Esperamos que você tenha gostado do nosso guia de como chegar no Pantanal, no Brasil! Explorar esse destino espetacular com o PlanetaEXO, plataforma especializada em viagens pelo Pantanal, é viajar de forma responsável ao lado de alguns dos melhores operadores do mercado.

    Cada safári no Pantanal é pensado para reduzir ao máximo o impacto ambiental e apoiar as pessoas que preservam esse ecossistema todos os dias. Fale com a nossa equipe e deixe a aventura começar!

  • Guia de Viagem dos Lençóis Maranhenses: Como Visitar

    Guia de Viagem dos Lençóis Maranhenses: Como Visitar

    Tudo o que você precisa saber para viajar aos Lençóis Maranhenses, no Brasil: como chegar, a melhor época para visitar, as principais atividades e muito mais!

    Você busca aventura, descanso e paisagens de tirar o fôlego? Então o destino é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, uma imensidão de dunas de areia branca e lagoas de água cristalina que oferece um refúgio tranquilo, longe do caos da cidade.

    Esse destino revela um lado completamente diferente da natureza brasileira, bem distante da vegetação densa das florestas ou dos campos abertos das áreas alagadas, mas ainda assim absolutamente extraordinário.

    Se você precisa de ajuda para planejar as férias, o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses, preparou um guia de viagem dos Lençóis Maranhenses com todas as informações essenciais para uma viagem incrível. Confira abaixo!

    Índice:

    1. Sobre os Lençóis Maranhenses
    2. Onde ficam os Lençóis Maranhenses?
    3. Como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?
    4. Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?
    5. O que fazer no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?
    6. Quantos dias ficar nos Lençóis Maranhenses?
    7. Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?
    8. Melhores passeios pelo Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
    9. Vale a pena ir aos Lençóis Maranhenses?

    Sobre os Lençóis Maranhenses

    Entre as dunas de areia branca esculpidas pelo vento, incontáveis lagoas de água da chuva se formam durante as estações chuvosas no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Por causa do alto volume de chuva, esses espelhos d'água ficam grandes e fundos o suficiente para nadar e mergulhar.

    Pôr do sol alaranjado sobre as dunas e uma lagoa nos Lençóis Maranhenses, com nuvens iluminadas no horizonte.

    A beleza dos Lençóis é tão fora deste mundo que chegou a Hollywood: as dunas serviram de cenário para o planeta fictício Vormir em Vingadores: Guerra Infinita. Em meio aos efeitos de CGI, elas aparecem em algumas cenas do filme ao lado do vilão Thanos e de sua filha Gamora.

    O parque é protegido por lei federal brasileira desde 1981 e foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO em 2024.

    👉 Leia mais: como se formaram os Lençóis Maranhenses

    Os Lençóis Maranhenses são um deserto?

    Os Lençóis Maranhenses são o que costumamos chamar de “deserto dos mil lagos”. Como um deserto úmido, formam uma ampla área de dunas e grande biodiversidade, coberta por mais de 36 mil lagoas de água da chuva.

    Vista aérea de uma longa lagoa turquesa serpenteando entre as dunas de areia branca dos Lençóis Maranhenses.

    Por isso, o Brasil não tem grandes desertos áridos como o Saara, embora existam regiões em processo de desertificação, como o bioma da Caatinga.

    Onde ficam os Lençóis Maranhenses?

    Os Lençóis Maranhenses ocupam uma área de 155.000 ha no litoral do estado do Maranhão, no nordeste do Brasil.

    Barreirinhas, Atins e Santo Amaro são os portões de entrada do parque nacional e contam com infraestrutura suficiente para receber com conforto turistas do mundo inteiro.

    Como chegar ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?

    Para chegar à imensidão do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o viajante pode partir de três pontos de acesso, todos fáceis de alcançar a partir de São Luís, capital do Maranhão, onde fica o Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (SLZ):

    A 4x4 vehicle carries tourists along a sandy path, offering a ride into the Lençóis Maranhenses National Park.
    .
    • Barreirinhas: o principal portão de entrada, a 260 km a leste de São Luís. As opções incluem ônibus, carro alugado, vans compartilhadas e transfers privativos.
    • Atins: o acesso é feito por Barreirinhas. De lá, você pode seguir num passeio de barco pelo Rio Preguiças ou num trajeto de 4×4. As duas opções rendem experiências únicas e paisagens bonitas.
    • Santo Amaro: a 237 km a sudeste de São Luís, é uma alternativa mais tranquila a Barreirinhas. Alugue um carro em São Luís para dirigir direto até lá ou pegue uma van compartilhada.

    Dica de ouro: ao reservar um dos pacotes para os Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO, nossos parceiros locais oferecem transfer do aeroporto ou dos hotéis de São Luís até a sua hospedagem em uma das cidades-base. Comodidade total!

    👉 Leia mais: Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    A época ideal para visitar os Lençóis Maranhenses, no Brasil, vai de maio a setembro. Nesse período, as lagoas estão no auge e garantem a melhor experiência possível. Perfeito para nadar, mergulhar ou simplesmente relaxar nas águas cristalinas!

    De setembro a outubro e de fevereiro a abril, as lagoas começam a diminuir, mas ainda rendem muita diversão na água. O cenário pode não estar tão exuberante quanto na temporada de águas altas, mas esses meses são conhecidos pelo menor movimento e por boas atividades nas lagoas.

    De novembro a janeiro, as lagoas secam, o que limita as atividades na água e revela pastos e campos no fundo das lagoas. Essa fase mostra um outro lado dos Lençóis e destaca a paisagem em transformação e as formações únicas do parque.

    Lagoas de água da chuva azuis entre dunas brancas marcadas pelo vento no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

    A temporada das lagoas: meses de chuva, meses de seca

    Antes de qualquer coisa, escolha o mês. As lagoas do parque são água de chuva presa entre as dunas: de junho a setembro você as encontra cheias, de outubro a dezembro encontra um deserto branco. As duas viagens valem a pena, mas não são a mesma viagem.

    Gráfico do nível das lagoas dos Lençóis Maranhenses mês a mês, baixo de dezembro a fevereiro e cheio de junho a setembro

    Período Nível das lagoas O que esperar
    Janeiro – Maio Enchendo A chuva escorre pela areia e começa a encher as depressões entre as dunas
    Junho – Setembro Cheias A janela em que o parque vira o cartão-postal. É quando quase todo mundo vai
    Outubro – Dezembro Secando As lagoas evaporam e sobra o deserto branco. Menos gente, outra paisagem

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    O que fazer no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?

    Além da beleza de tirar o fôlego, é um destino ideal para quem ama a vida ao ar livre e não sabe dizer não à aventura. Ver o pôr do sol do alto das dunas é uma experiência sem igual, mas há muito mais o que fazer nos Lençóis Maranhenses.

    Lagoas

    Por todo o parque nacional, há milhares de lagoas de todos os tamanhos, que surgem e desaparecem conforme a época do ano.

    Lagoa turquesa entre as dunas de areia branca dos Lençóis Maranhenses sob o céu azul.
    Photo: Renato Nascimento

    Todas têm seus encantos, mas algumas se destacam pela beleza, pelo tamanho e por resistir mesmo nos períodos de seca:

    • Barreirinhas: Lagoa Azul e Lagoa Bonita
    • Atins: Lagoa Tropical e Lagoa da Capivara
    • Santo Amaro: Lagoa da Betânia, Lagoa da Andorinha e Lagoa da Gaivota

    Dá para nadar nos Lençóis Maranhenses?

    Sim, dá para nadar nos Lençóis Maranhenses! As lagoas são claras e têm a temperatura certa para nadar, mergulhar ou simplesmente relaxar.

    A person swims and relaxes in the crystal-clear waters of a lagoon in Lençóis Maranhenses.
    Photo: Marcelo Bonifacio

    Mas vale seguir as orientações dos guias e respeitar as regras do parque para garantir uma experiência segura e responsável. Isso inclui evitar cosméticos que possam contaminar a água e recolher o próprio lixo.

    Trekking

    Quem busca imersão total pode atravessar o parque nacional a pé. A travessia dura de 3 a 5 dias e permite explorar as dunas e lagoas da chamada “zona primitiva” dos Lençóis Maranhenses.

    A group of travelers wades through a shallow lagoon while crossing the national park on foot.
    Photo: Isadora Sá

    Depois de longas horas de caminhada, os viajantes passam a noite na casa dos moradores locais, que abrem as portas com generosidade para recebê-los. A hospedagem é simples, mas aconchegante.

    A experiência exige tempo e preparo físico, ou seja, nem todo mundo está pronto para encará-la. Mas quem topa essa aventura não se arrepende e volta para casa transformado!

    👉 Descubra os melhores trekkings no Brasil

    Cavalgada

    Uma das experiências mais autênticas dos Lençóis é percorrer as dunas a cavalo. O ritmo mais lento é ideal para quem procura uma atividade tranquila, mas que ainda permite uma conexão completa com a natureza.

    Além de passear pelo parque em busca de dunas e povoados como Queimada dos Britos, os cavalos também entram na água para atravessar o Rio Negro.

    Pessoa a cavalo parada sobre uma duna ao lado de uma lagoa nos Lençóis Maranhenses, sob um céu nublado.

    Passeios de quadriciclo

    Quer sentir a adrenalina correndo nas veias? Os passeios de quadriciclo são a aventura perfeita para quem busca emoção!

    Acompanhado por guias experientes, você cruza o parque nacional em trajetos cheios de emoção entre dunas de areia branca, lagoas cristalinas e comunidades locais.

    Praias

    O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é banhado pelo Oceano Atlântico, sobretudo na foz do Rio Preguiças.

    Apesar de ser relativamente conhecida, a Praia de Atins não costuma ficar cheia, já que fica numa parte bem isolada de Atins e tem acesso complicado, só de barco ou de 4×4.

    Kitesurfistas nas ondas da Praia de Atins ao pôr do sol, no Maranhão.

    A praia é linda, com ondas calmas, água morna e areia clara. Além de ótima para relaxar e tomar sol, é também um dos principais lugares de kitesurf do Brasil. Por isso, o céu vive enfeitado por kites coloridos que deixam a vista ainda mais bonita.

    A Praia do Caburé (Barreirinhas) e a Praia da Travosa (Santo Amaro) também valem a visita!

    Passeios de barco e boiacross

    A paisagem dos Lençóis não se resume a dunas e lagoas: inclui também áreas verdes banhadas pelo Rio Preguiças. Passando por Barreirinhas, Atins, Vassouras, Mandacaru e Caburé, navegar por suas águas escuras é uma ótima forma de conhecer a região de verdade.

    Passeio de barco no Rio Preguiças ao pôr do sol, com a proa do barco e a margem arborizada, no Maranhão.

    Os turistas também se encantam com o Rio Formigas, que corta o povoado de Cardosa. A correnteza é perfeita para o boiacross, uma atividade de ecoturismo popular no Brasil em que as pessoas descem os rios boiando em grandes câmaras infláveis.

    Quantos dias ficar nos Lençóis Maranhenses?

    Saber quanto tempo vai durar a viagem é essencial para o planejamento. O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses oferece experiências que vão de uma rápida primeira imersão a aventuras mais longas, de vários dias.

     A group of people casts long shadows while exploring the sand dunes in the primitive zone of Lençóis Maranhenses.
    .

    Se o tempo é curto, um passeio de 2 dias já dá um gostinho das dunas e lagoas. Para uma experiência mais completa, 3 a 4 dias permitem explorar diferentes regiões do parque, encarar caminhadas mais longas ou fazer passeios de barco pelo Rio Preguiças.

    Se você puder ficar 5 dias ou mais, dá para encarar aventuras mais ousadas, como as travessias de vários dias pelo parque, entre os melhores trekkings do Brasil, ou embarcar na incrível Rota das Emoções, um roteiro fantástico que reúne destinos (Lençóis, Delta do Parnaíba e Jericoacoara) em três estados diferentes (Maranhão, Piauí e Ceará)!

    👉 Leia mais: quantos dias ficar nos Lençóis Maranhenses

    Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

    Como principal portão de entrada, Barreirinhas tem a maior variedade de hospedagens, das pousadas econômicas aos hotéis confortáveis. Com acesso fácil ao parque nacional, boas opções de transporte e restaurantes espalhados pela cidade, é um lugar muito prático para se hospedar.

    Atins é um tranquilo vilarejo de pescadores à beira-mar, conhecido pelo charme rústico e pelo ritmo relaxado. É ideal para quem procura um clima mais calmo, em hotéis aconchegantes e mais intimistas.

    Santo Amaro proporciona uma experiência ainda mais isolada e exclusiva. Com menos visitantes e pousadas cercadas por dunas e lagoas, é o retrato perfeito da tranquilidade e da desconexão total.

    Vista aérea do Farol de Mandacaru cercado por coqueiros às margens do Rio Preguiças, no Maranhão.

    👉 Leia mais: onde ficar nos Lençóis Maranhenses

    Melhores passeios pelo Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

    Mal pode esperar para ver de perto a beleza fora do comum dos Lençóis Maranhenses? Confira os passeios do PlanetaEXO e comece a planejar as suas férias!

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Travessia nos Lençóis Maranhenses saindo de Atins Travessia pelas dunas de areia e lagoas de água da chuva, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 2 dias R$ 2.170
    Viagem de 2 dias aos Lençóis Maranhenses Travessia pelas dunas de areia, lagoas de água da chuva e Oásis da Baixa Grande, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 2 dias R$ 1.980
    Travessia de 3 dias nos Lençóis Maranhenses Travessia pelas dunas de areia, lagoas de água da chuva e os oásis de Baixa Grande e Queimada dos Britos, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 3 dias R$ 2.530
    Passeio de 3 dias saindo de Santo Amaro Dunas e lagoas em Santo Amaro, caminhadas, passeios de 4×4 e Ponta Verde. 3 dias R$ 3.205
    Passeio a cavalo nos Lençóis Maranhenses Cavalgada pelas dunas de areia, lagoas de água da chuva, Baixa Grande, Queimada dos Britos e Atins, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 3 dias R$ 6.075
    Trekking de 4 dias nos Lençóis Maranhenses Travessia pelas dunas de areia, lagoas de água da chuva, Lagoa Bicudo Gordo, Lagoa do Junco e os oásis de Baixa Grande e Queimada dos Britos, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 4 dias R$ 3.130
    Passeio de 4 dias saindo de Atins Dunas e lagoas no Canto do Atins e na Ponta do Mangue, caminhadas, passeios de 4×4 e o Farol Preguiças. 4 dias R$ 5.005
    Travessia de 5 dias nos Lençóis Maranhenses Caminhada pelas dunas de areia, lagoas de água da chuva e os oásis de Baixa Grande e Queimada dos Britos, passeios de barco, Praia de Atins, Vassouras e Mandacaru, com hospedagem nas casas dos moradores dentro do parque nacional. 5 dias R$ 3.660
    Roteiro Completo dos Lençóis Maranhenses: Barreirinhas, Santo Amaro e Atins Dunas e lagoas em Barreirinhas, Atins e Santo Amaro. Passeios de barco, caminhadas, Farol de Mandacaru, cachoeiras e visita a comunidades locais. 6 dias R$ 7.200
    Rota das Emoções: dos Lençóis a Jericoacoara Passeios nos Lençóis Maranhenses (MA), no Delta do Parnaíba (PI) e em Jericoacoara (CE). Dunas, lagoas, praias, piscinas naturais, passeios de barco, balsa e 4×4. 6 dias R$ 7.455

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a temporada e a disponibilidade. Câmbio de 13 de março de 2026, sujeito a alterações.

    Vale a pena ir aos Lençóis Maranhenses?

    Os Lençóis Maranhenses valem muito a pena! Graças às paisagens naturais únicas, que combinam dunas brancas com lagoas de água da chuva, é sem dúvida o tipo de viagem que todo mundo deveria fazer pelo menos uma vez na vida.

    A serene nighttime landscape of sand dunes in Lençóis Maranhenses, Brazil, under a dark sky filled with stars, featuring a clear view of the Milky Way. In the foreground, a dark lagoon with hints of green and blue rests at the base of a rippled sand dune.

    Enquanto explora as maravilhas desse cenário quase surreal, você ainda tem a chance de se conectar com a cultura dos Lençóis no convívio com as comunidades locais, tirar fotos incríveis e mergulhar em um lado diferente da natureza no Brasil.

    Com um compromisso firme com o turismo sustentável, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses oferece uma jornada marcante e respeitosa com o meio ambiente, garantindo momentos ricos e valiosos para todos os visitantes.

    Viaje aos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando lado a lado com os melhores operadores locais, a gente transforma as férias dos seus sonhos em realidade!

    Das reservas aos roteiros sob medida, nosso time trabalha todos os dias para garantir experiências de viagem marcantes e práticas sustentáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades locais. Fale com a gente agora!

  • 10 curiosidades sobre o Pantanal

    10 curiosidades sobre o Pantanal

    Está planejando a sua viagem ao Pantanal? Da localização à vida selvagem e à importância ecológica, conheça 10 curiosidades incríveis sobre esse tesouro natural no coração do Brasil!

    A maior área alagada do planeta e destaque do nosso guia de viagem do Pantanal, esse bioma fascinante é considerado por muita gente o coração pulsante da América do Sul, graças à fauna e à flora abundantes e à sua importância ambiental.

    Esse lugar é tão importante que tem até uma data só dele. O Dia do Pantanal é comemorado em 12 de novembro, em homenagem ao ambientalista Francisco Anselmo Gomes de Barros, que em 2005 lutou com coragem contra a instalação de usinas de álcool e açúcar na bacia do Rio Paraguai.

    Conhecer a história desse bioma é um bom ponto de partida para homenagear quem agiu para protegê-lo. Por isso o PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, reuniu uma lista com 10 curiosidades sobre o Pantanal. Confira!

    1 – Onde fica o Pantanal: um território do tamanho de três países europeus

    O Pantanal fica majoritariamente no Brasil, mais precisamente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e ainda se estende por partes do Paraguai e da Bolívia.

    Entre o Pantanal Norte e Sul, a região passa dos 210.000 km², o que representa 1,76% do território brasileiro. É tanta terra que dá para encaixar Hungria (93.000 km²), Sérvia (77.000 km²) e Suíça (41.000 km²) juntas!

    Aerial view of a deep blue river winding through the vast green plains of the region where is the Pantanal located.
    .
    Black and white photo of a Pantaneiro cowboy on a horse blowing a cattle horn, illustrating cultural Pantanal facts.
    Photo: Victor Collor

    👉 Leia mais: Como chegar no Pantanal, no Brasil

    2 – Lar das onças-pintadas

    O maior felino das Américas aparece com frequência no Pantanal, especialmente na porção Norte, perto do Rio Cuiabá.

    No passado, as onças-pintadas ocupavam o sudoeste dos Estados Unidos e o centro da Argentina. Hoje, depois da perda de habitat e da caça em massa, elas são vistas principalmente em terras brasileiras.

    O melhor safári no Pantanal proporciona experiências indescritíveis de avistamento de onças, em que dá para ver esses belos predadores descansando, nadando e à procura de presas.

    A spotted jaguar walking through the tall green grass in the sunlight of Pantanal Brazil.
    Photo: Matias Ternes

    👉 Leia mais: Onde ver onças-pintadas no Pantanal?

    3 – Um santuário da vida selvagem

    Com uma das maiores concentrações de animais da América do Sul, a fauna do Pantanal reúne 1.500 espécies diferentes, entre elas 650 tipos de aves, 325 peixes, 159 mamíferos, 98 répteis e 40 anfíbios.

    Essa diversidade tem tudo a ver com o clima, principalmente com as cheias sazonais. Muitos vertebrados chegam às áreas alagadas do Pantanal na estação seca, atrás da comida farta que o excesso de água deixa para trás, enquanto os animais migratórios aparecem na estação chuvosa em busca de um lugar seguro para acasalar e se reproduzir.

    Além das onças, alguns dos animais do Pantanal mais celebrados são os tamanduás-bandeira, as capivaras, as araras-azuis, as ariranhas, os veados-mateiros, as sucuris-amarelas e os tuiuiús.

    Não é à toa que esse é um dos melhores lugares para fazer observação de vida selvagem no Brasil!

    A giant anteater walking across a grassy field carrying its young calf on its back in the Pantanal wetlands.
    Photo: Keith Ladzinski

    4 – Só 5% do Pantanal brasileiro é protegido

    Infelizmente, a próxima curiosidade sobre o Pantanal não é tão animadora. Apenas 5% da área total está protegida por unidades de conservação, que são:

    • Parque Estadual Encontro das Águas
    • Parque Estadual do Guirá
    • Estação Ecológica de Taiamã
    • Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro
    • Reserva Particular do Patrimônio Natural Acurizal
    • Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal
    • Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 2000)

    Os outros 95% do Pantanal estão em propriedades privadas, na maioria voltadas para a pecuária. Em novembro de 2024, as áreas afetadas pelo desmatamento foram estimadas em 146.150 km².

    A woman and a young girl kneeling in the dirt to plant a tree sapling in the Pantanal wetlands.
    Photo: Gustavo Figueiroa – SOS pantanal

    Gustavo Figueiroa – SOS pantanal

    5 – Clima tropical

    Uma das principais características do Pantanal é o clima tropical. O bioma tem duas estações bem definidas: o inverno (abril a setembro), marcado pela seca e pelas altas temperaturas, e o verão (outubro a março), com chuvas regulares e clima quente.

    Ao longo do ano, a temperatura média varia de 20 ºC a 30 ºC, embora a sensação térmica passe a impressão de um calor ainda maior.

    Em geral, os viajantes preferem fechar suas viagens ao Pantanal na estação seca, por causa das melhores condições para atividades ao ar livre, como observação de animais, safáris fotográficos, caminhadas, cavalgadas e por aí vai.

    A capybara swimming in a river illuminated by the golden light of dusk, a scene showing what is the Pantanal aquatic life.
    VisitMS

    VisitMS

    👉 Leia mais: Qual a melhor época para visitar o Pantanal?

    6 – Centenas de rios formam a bacia do Pantanal

    A bacia hidrográfica do Alto Paraguai, no sul de Mato Grosso, é formada por 180 rios. É essa mesma bacia que abastece o Pantanal.

    O Rio Paraguai é o mais extenso, com 2.695 km. Seus afluentes impressionam na mesma medida: São Lourenço (670 km), Cuiabá (650 km), Aquidauana (565 km), Miranda (490 km), Taquari (480 km) e Coxim (280 km).

    Durante a estação chuvosa (dezembro a março), o solo absorve rápido toda a água da chuva, que transborda para lagos e rios. Por causa da baixa declividade da planície, os rios ficam tão cheios que, segundo estimativas de cientistas, a água leva mais de quatro meses para atravessar o bioma inteiro!

    Two people paddling a canoe on a calm river that mirrors the sky in the area where is the Pantanal.
    Photo: Felipe Castellari

    7 – Os rins da América do Sul

    “Se a Floresta Amazônica é vista como o pulmão da Terra, então podemos dizer que o Pantanal são os rins da América do Sul, afirma Cássio Bernardino, coordenador de projetos do WWF-Brasil.

    O bioma é essencial para o ecossistema da região, já que filtra a água, controla e regula as cheias e garante que os fluxos de água cheguem direitinho a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bolívia, Paraguai e Argentina.

    No verão, 180 milhões de litros de água chegam à Planície Pantaneira. É esse acúmulo que forma as áreas alagadas, entre pântanos, brejos, lagos e baías que conectam os rios.

    Aerial shot of a straight dirt road cutting across the flooded green landscape of Pantanal Brazil.
    Photo: Felipe Castellari

    8 – Povos indígenas e pantaneiros, as comunidades locais do Pantanal

    Mais de 40.000 indígenas de diferentes etnias vivem nessas terras, em especial dos povos Terena, Guató, Bororo, Kadiwéu, Guarani Kaiowá e Guarani Ñandeva. Apesar das diferenças, todos nutrem um profundo respeito pela natureza e têm um papel enorme na proteção do ecossistema do Pantanal e dos seus costumes tradicionais.

    Além deles, as comunidades ribeirinhas vivem a verdadeira vida pantaneira. As mais conhecidas são três vilarejos vizinhos na divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul: Barra de São Lourenço, Serra do Amolar e Binega.

    Há várias décadas, trinta e seis famílias fazem da maior área de conservação do Pantanal o seu lar, numa colaboração silenciosa com o bioma. A natureza cuida delas, e elas fazem o possível para garantir a segurança dele.

    Por isso a consciência ambiental vai muito além de tentar salvar recursos naturais. A destruição da natureza também afeta as pessoas, algumas de forma mais direta que outras. O desmatamento e as queimadas vêm causando danos irreversíveis a povos indígenas e pantaneiros bem no quintal de casa, destruindo suas principais fontes de renda e a qualidade de vida como um todo.

    Do lado bom, as viagens ao Pantanal que seguem práticas sustentáveis são um jeito poderoso de cuidar do meio ambiente e das comunidades locais. Além disso, o desmatamento caiu 75% entre agosto de 2024 e abril de 2025. Os números animam, mas ainda há um bom caminho pela frente.

    👉 Leia mais: 5 projetos de conservação do Pantanal que fazem a diferença

    9 – Queimadas, desmatamento e outros desafios ambientais

    Um dos problemas ambientais mais preocupantes no Pantanal é o fogo. Em 2024, mais precisamente entre 1º de janeiro e 30 de junho, foram detectados 3.538 focos de incêndio no bioma, um aumento de 2.018% em relação ao mesmo período de 2023.

    Apesar de o fogo fazer parte da dinâmica natural do Pantanal, já que os próprios recursos do bioma controlam e apagam as chamas com relativa facilidade, os números oficiais atuais mostram um profundo desequilíbrio no ecossistema, principalmente por causa do clima seco provocado pelas mudanças climáticas.

    O desmatamento também é um fator conhecido para o alastramento do fogo. Como a vegetação nativa costuma dar lugar à pecuária, as consequências são alarmantes: solo mais seco, rios mal abastecidos, temperaturas mais altas, chuvas raras e a morte de animais.

    A marsh deer walking across a blackened, scorched field after a fire in the Pantanal wetlands.
    @lucas_n_morgado

    10 – Esforços de conservação

    Felizmente, existem muitos esforços de conservação para proteger o Pantanal. Iniciativas estaduais e federais buscam a preservação e a recuperação do bioma, como o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Pantanal (PPPantanal).

    As ONGs também fazem uma baita diferença. O Projeto Arara Azul (Hyacinth Macaw Project), por exemplo, foca na proteção da arara-azul desde o começo dos anos 90, enquanto o Onçafari tem frentes voltadas para ciência, educação e ações sociais, mas o ecoturismo é o ponto central.

    A ideia é fazer com que onças-pintadas, lobos-guará e outros animais nativos se acostumem com a presença de veículos e de pessoas, o que impulsiona as atividades turísticas, como acontece no Safári de Luxo para ver Onças.

    Onçafari

    Aliás, o ecoturismo mostra ótimos resultados para a conservação do Pantanal. As práticas de viagem sustentável são um jeito e tanto de arrecadar fundos para causas ambientais, chamar atenção para a importância do bioma e gerar empregos para as comunidades locais.

    👉 Leia mais: 3 formas como o turismo sustentável no Pantanal protege a vida selvagem

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    Deu vontade de ver esse destino de tirar o fôlego com os próprios olhos depois de conhecer essas 10 curiosidades sobre o Pantanal? Especialista em passeios pelo Pantanal, o PlanetaEXO trabalha com os melhores operadores locais para oferecer experiências marcantes a todo mundo que ama a natureza.

    Mal pode esperar para observar as onças no habitat natural, explorar as áreas alagadas, dar uma espiada no dia a dia local e apoiar projetos de conservação? Entre em contato e reserve a sua viagem para o Pantanal agora mesmo!

  • 10 dicas de viagem para a Amazônia para aproveitar sua aventura ao máximo

    10 dicas de viagem para a Amazônia para aproveitar sua aventura ao máximo

    Descubra como se preparar para a Amazônia com dicas práticas, conhecimento de quem é local e orientações de viagem sustentável

    Planejar uma viagem para a Amazônia no Brasil está longe de ser uma viagem comum. Com seu tamanho imenso, biodiversidade rica e logística complexa, este lugar magnífico pode desafiar até os viajantes mais experientes.

    Este é um destino em que a preparação faz diferença, tanto para a sua segurança quanto para o bem-estar do meio ambiente e das comunidades locais. Quando você segue certas dicas de viagem para a Amazônia, sabe exatamente o que esperar e ainda consegue tornar suas férias muito melhores.

    Aerial view of an Amazon river cruise boat navigating a dark river surrounded by dense green rainforest in Brazil.
    Photo: Katerre Expedição

    O PlanetaEXO conhece este assunto a fundo. Como especialistas em pacotes na Amazônia, nossa equipe trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma viagem tranquila para todos. Veja nossas recomendações abaixo!

    1) Entenda as estações e conte com a chuva

    A Amazônia tem duas estações principais: a estação chuvosa (de dezembro a maio) e a estação seca (de junho a novembro). Cada uma oferece uma experiência diferente.

    A small motorized canoe traveling across the wide Amazon River during a golden sunrise under a cloudy sky.
    .

    Durante a estação chuvosa, o nível dos rios sobe muito e cria um ecossistema temporário em que a floresta alagada só pode ser acessada de barco.

    Na estação seca, as águas recuam e revelam praias, as trilhas ficam mais fáceis de percorrer e fica mais simples avistar animais terrestres.

    Ainda assim, não se deixe enganar pelo termo “estação seca”. O volume de chuva é bastante alto o ano todo (afinal, é uma floresta tropical), o que significa que pancadas de chuva podem aparecer de repente. Isso não prejudica sua viagem em nada, mas é importante estar ciente.

    👉 Leia mais: Qual a Melhor Época para Visitar a Amazônia no Brasil

    2) Viaje leve, mas com inteligência

    Você não precisa de muita coisa, mas o que você leva faz diferença. Levar bagagem demais deixa a viagem mais pesada e difícil de administrar, enquanto levar de menos pode tornar sua experiência desconfortável. Busque o equilíbrio: o que você carrega deve servir à jornada, não complicá-la.

    A traveler carrying a reusable water bottle hikes through a lush green Amazon Rainforest trail.
    Photo: Marcelo Bonifácio

    Confira uma lista do que levar para a Amazônia e aproveitar ao máximo a sua experiência de viagem:

    • Roupas leves e respiráveis: camisetas, shorts, calças, camisas de manga comprida (de preferência com proteção UV), corta-ventos, chapéus ou bonés e roupa de banho.
    • Calçados confortáveis: tênis, chinelos e botas de trekking resistentes.
    • Equipamentos: capa de chuva, lanterna e garrafa de água reutilizável.
    • Itens essenciais de viagem: documentos, medicamentos, protetor solar (FPS 30 ou mais), repelente de insetos, óculos de sol e power bank (celulares, câmeras, notebooks, tablets).

    Embora cidades maiores como Manaus ou Belém tenham caixas eletrônicos e estabelecimentos que aceitam cartão, boa parte da região de floresta ainda funciona na base do dinheiro em espécie, especialmente em comunidades remotas e mercados locais. Leve dinheiro suficiente (em reais) para cobrir refeições, souvenirs, taxas de entrada, etc. Guarde-o com segurança e divida entre as bolsas.

    Outro item essencial para levar é um adaptador de tomada universal, já que os padrões de tomada variam conforme o local. A voltagem na região da Amazônia é 127 V. Cuidado com seus aparelhos!

    3) Proteja seus eletrônicos da umidade

    A umidade na Amazônia varia de 77% a 88% ao longo do ano, o que pode danificar seus eletrônicos mesmo sem chuva, já que o ar úmido pode condensar dentro de lentes e aparelhos.

    Para proteger celulares, câmeras, notebooks e tablets, mantenha-os em sacos herméticos ou à prova d’água quando não estiver usando.

    Aerial view of the dense Amazon Rainforest canopy covered in thick morning mist and fog.
    Photo: André Dib

    4) Fique atento ao fuso horário na Amazônia

    O fuso horário em Manaus e nas áreas vizinhas é UTC-4.

    O Horário do Amazonas (AMT) está 1 hora à frente do Horário Padrão do Leste (EST) e 2 horas à frente do Horário Padrão Central (CST) (-4 horas em relação ao Tempo Universal Coordenado).

    Fique atento a essas diferenças para não se confundir durante a viagem!

    Amazon Rainforest travel Silhouette of three people in a small canoe navigating the Amazon River against a bright orange sunset sky.
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    👉 Leia mais: Como Chegar à Amazônia no Brasil?

    5) Saúde em primeiro lugar: vacinas e cuidados gerais

    A preparação médica é uma dica básica de viagem para a Amazônia, e começa antes mesmo de você chegar ao destino. As vacinas são fortemente recomendadas, em especial contra hepatite A e B, difteria, tétano, poliomielite e sarampo. Dependendo da região e da estação, seu médico pode recomendar também a prevenção contra a malária.

    A traveler stands behind a powerful rushing waterfall in the Amazon Rainforest with their arms raised.
    @ines.lafosse

    A vacina contra febre amarela não é obrigatória como em outros países da América do Sul, mas é altamente recomendada, principalmente se você também for viajar para a Amazônia no Peru, na Colômbia, no Equador e na Bolívia.

    Consulte o guia de saúde do viajante do governo dos Estados Unidos e as recomendações oficiais do Brasil para turistas internacionais. Se necessário, procure uma clínica do viajante pelo menos algumas semanas antes da viagem.

    Já na floresta, hábitos simples fazem uma grande diferença:

    • A hidratação é essencial no calor e na umidade. Leve uma garrafa de água reutilizável e beba com frequência.
    • Monte um pequeno kit de primeiros socorros com o essencial, incluindo remédios para dor de cabeça ou desconforto no estômago, alívio para alergias e curativos ou band-aids para pequenos ferimentos.
    • Passe o protetor solar primeiro, espere 15 minutos para ele absorver e só então aplique o repelente com alta concentração de DEET por cima. Se você fizer ao contrário, o protetor pode diluir o repelente ou até prender insetos na sua pele.
    • Antes de calçar os sapatos de manhã, sacuda-os com força e dê uma olhada por dentro. Aranhas, escorpiões e algum sapinho ocasional adoram a “caverna” escura e úmida de uma bota de trekking.

    6) Caminhe com um guia local

    Os turistas podem se perguntar se a Amazônia é perigosa. Por ser um ambiente selvagem, a floresta pode guardar seus perigos, mas só para quem explora o bioma por conta própria.

    Por isso, seguir um guia local qualificado é fundamental. Ele sabe onde pisar, quando ficar em silêncio e no que não tocar. A segurança vem primeiro, mas respeitar as instruções também permite uma imersão mais profunda e a conservação da natureza.

    A local guide shows two tourists the intricate roots of a large tree while hiking through the Amazon.
    Photo: Samuel Melim

    Caminhar pela floresta com alguém que conhece o terreno como a palma da mão transforma a experiência. Você vai aprender a identificar insetos escondidos, plantas medicinais, sapos camuflados e rastros de animais que jamais notaria sozinho, além de agir da forma certa para não perturbar o equilíbrio do ecossistema.

    7) Fique em silêncio e não interfira ao avistar um animal

    Embora o Pantanal seja considerado o melhor lugar do Brasil para observar a vida selvagem, a fauna da Amazônia também é riquíssima, sendo parte fundamental de um dos ecossistemas mais complexos da Terra.

    A camouflaged caiman rests on a riverbank covered in leaves during a night wildlife tour in the Amazon.
    Photo: Vitor Marigo

    Seja uma preguiça na copa das árvores, um jacaré à margem do rio ou uma fila de formigas cortadeiras cruzando seu caminho, tudo isso forma um ambiente finamente equilibrado. Tocar, alimentar ou se aproximar dos animais rompe esse equilíbrio, altera comportamentos naturais e pode colocar você e o animal em risco.

    Respeito de verdade significa manter distância, se mover em silêncio e resistir à vontade de interagir. Esses são momentos de conexão com a natureza como ela realmente é: selvagem, imprevisível e melhor quando deixada em paz.

    8) Hospede-se em lodges que cuidam da natureza

    Uma das dicas de viagem para a Amazônia mais importantes envolve onde você se hospeda. Escolher lodges que priorizam a sustentabilidade garante que sua visita apoie tanto o meio ambiente quanto a comunidade.

    Sustainable wooden Amazon jungle lodge cabins floating on a calm river reflecting the blue sky.
    .

    Procure acomodações movidas a energia solar, com sistemas de gestão de resíduos e contratação justa. Muitos ecolodges reinvestem parte dos lucros em projetos de conservação e educação, o que ajuda a apoiar as famílias locais.

    Quando você se hospeda em hotéis de selva onde sua viagem faz diferença, você contribui diretamente para a preservação da floresta e a qualidade de vida de quem a chama de lar, e torna sua viagem realmente significativa.

    👉 Leia mais: Melhores Hotéis na Amazônia no Brasil

    9) Hospede-se em uma região de “água preta” para evitar insetos

    Aqui vai uma dica de viagem para a Amazônia que você não vê em qualquer lugar: se você é daqueles que atraem muito mosquito, procure lodges em rios de “água preta” (como o Rio Negro).

    A alta acidez da matéria orgânica em decomposição impede o desenvolvimento das larvas de mosquito e torna essas áreas bem menos infestadas do que as regiões de “água branca” (como o Solimões).

    A group of travelers swims in a calm black water Amazon river during a vibrant orange sunset.
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    👉 Leia mais: Melhores Cruzeiros pelo Rio Amazonas no Brasil

    10) Respeite as comunidades locais

    A Amazônia é o lar de inúmeras pessoas, incluindo comunidades indígenas e ribeirinhas que vivem ali há gerações. Respeitar suas tradições e seu modo de vida é essencial.

    An Indigenous man wearing a traditional feather headdress walks through the lush green Amazon jungle.
    Photo: Isadora Sá

    Sempre peça permissão antes de tirar fotos, evite oferecer presentes sem contexto e esteja aberto a aprender com as histórias delas. Muitos membros desses grupos são guias, anfitriões e responsáveis por projetos de conservação que trabalham todos os dias para garantir o bem-estar da floresta.

    Quando você viaja de forma responsável, apoia o turismo de base comunitária que protege a cultura, gera empregos e fortalece o orgulho local. Faça a sua parte e contribua para um futuro melhor.

    Aqui vai sua última dica de viagem para a Amazônia: reserve sua experiência com o PlanetaEXO

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais e é especializada em pacotes de viagem para a Amazônia.

    Quando você viaja com o PlanetaEXO, garante que suas férias causem um impacto positivo em pequenos negócios, comunidades nativas e no nosso planeta. Vamos viver uma aventura juntos. Fale com a gente agora!

  • Os Melhores Pontos Turísticos da Amazônia para Visitar no Brasil

    Os Melhores Pontos Turísticos da Amazônia para Visitar no Brasil

    Descubra as paisagens e experiências que só a Amazônia brasileira pode oferecer

    Com uma área de cerca de 5 milhões de km², a Floresta Amazônica no Brasil esconde um universo inteiro de biodiversidade espalhado por diferentes estados, com destaque para o ecoturismo no Amazonas, Pará e Mato Grosso.

    Tourist walking along a dense trail in the Amazon rainforest in Brazil.
    Photo: Marcelo Bonifácio

    Ou seja, são destinos e atividades para todo tipo de viajante, então escolher os melhores pontos turísticos da Amazônia depende do tipo de aventura que você procura. Quer relaxar em meio à natureza? Observar a fauna? Conhecer novas pessoas e culturas? Vale a pena pensar no que você deseja para planejar a viagem do jeito certo!

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes na Amazônia, o PlanetaEXO pode ajudar você a escolher a experiência que mais combina com o seu estilo. Confira nossas sugestões logo abaixo!

    Manaus (Amazonas)

    Manaus é a capital do estado do Amazonas e o principal portão de entrada para a floresta. A cidade reúne história, mercados movimentados e teatros que fazem dela um polo cultural e tanto. É também de onde partem muitos tours pela Amazônia.

    Se você não quer entrar fundo na selva, ou prefere explorar a cidade antes ou depois de visitar a floresta, Manaus é ótima para passeios de um dia, e dá para sentir a atmosfera amazônica mesmo na área urbana.

    erial night view of the historic illuminated Amazon Theatre in downtown Manaus.
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    Por que visitar:

    • Ponto de partida para tours por diversas áreas da Floresta Amazônica.
    • Encontro das Águas, fenômeno em que as águas dos rios Negro e Solimões correm lado a lado sem se misturar.
    • Patrimônio histórico do Norte do Brasil. Pontos imperdíveis: Teatro Amazonas, Palácio Provincial e Mercado Adolpho Lisboa.
    • Trilhas, exposições e torres de observação de 42 metros de altura no Museu da Amazônia (MUSA).
    • Gastronomia única com ingredientes regionais como tambaqui, pirarucu, açaí e cupuaçu.
    • Praias de rio, como a Praia da Ponta Negra, às margens do Rio Negro.

    Como chegar: acesso fácil de avião pelo Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO).

    👉 Leia mais: Como chegar à Floresta Amazônica no Brasil?

    Parque Nacional de Anavilhanas (Amazonas)

    Além de ficar bem no meio do Rio Negro, o Parque Nacional de Anavilhanas carrega o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 400 ilhas, atrás apenas de Mariuá (1.400 ilhas), também no Amazonas.

    Um dos lugares mais impressionantes da Amazônia, Anavilhanas concentra uma grande quantidade de igapós (florestas alagadas de forma permanente ou sazonal), que rendem experiências fascinantes como nadar e remar de canoa entre as copas das árvores.

    Aerial view of the Anavilhanas National Park showcasing densely vegetated islands cut by the waters of the Negro River.
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    Por que visitar:

    • Explorar a Várzea Amazônica, área alagável da bacia amazônica marcada por ecossistemas ricos em biodiversidade e solos férteis.
    • Comunidades ribeirinhas, como Santo Antônio e Tiririca.
    • Avistamento de botos-cor-de-rosa, preguiças, aves, entre outros.
    • Passeios de barco, trilhas na floresta, trilhas aquáticas, focagem noturna, entre outros.
    • Grutas do Madadá (antigas formações de arenito).
    • Praias de rio que surgem no Rio Negro durante a estação seca (de setembro a março).
    • Lodges incríveis, como o Mirante do Gavião e o Anavilhanas Jungle Lodge.

    Como chegar: fácil de acessar a partir de Novo Airão, perto de Manaus.

    Parque Nacional do Jaú (Amazonas)

    Se você está planejando uma viagem pela Floresta Amazônica no Brasil, precisa conhecer o Parque Nacional do Jaú, um dos maiores do país, com 2,27 milhões de hectares entre as cidades de Novo Airão e Barcelos.

    Protegendo toda a bacia do Rio Jaú e integrando o Complexo de Conservação da Amazônia Central, é reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

    Couple hugging in the shallow waters of river rapids surrounded by forest in the Jaú National Park.
    @mkexpeditions

    Por que visitar:

    • Abriga vários animais da Amazônia, como jacarés, peixes-boi, onças-pintadas, entre outros.
    • Antigas inscrições rupestres às margens do Rio Negro (visíveis principalmente durante a estação seca).
    • Comunidades ribeirinhas, como o Quilombo do Tambor.
    • Trilhas na floresta, focagem noturna, cachoeiras, cruzeiros fluviais, entre outros.

    Como chegar: acesso de barco a partir de Novo Airão.

    👉 Explore estas aventuras no Jaú:

    Alter do Chão (Pará)

    Alter do Chão é um distrito da cidade de Santarém, no estado do Pará. Apelidado de “Caribe da Amazônia”, suas praias de areia branca se misturam aos rios e à vegetação da floresta. É ótimo para nadar e relaxar, principalmente entre setembro e novembro.

    Por ficar fora do Amazonas, o vilarejo mostra um outro lado da floresta e é um dos melhores pontos turísticos da Amazônia para quem busca experiências diferentes.

    White sand beach filled with colorful umbrellas along the greenish waters of the Tapajós River in Alter do Chão.
    Photo: Tarcisio Schnaider

    Por que visitar:

    • Praias de rio às margens do Rio Tapajós, incluindo a Ilha do Amor, a Ponta do Cururu e a Ponta Grande.
    • Festival do Sairé, celebração anual que mistura ritos religiosos de origem jesuíta com tradições indígenas e as lendas folclóricas do boto-cor-de-rosa e do boto-tucuxi.
    • Comunidades ribeirinhas e indígenas (Coroca, São Marcos e Tucumã).
    • Atividades na floresta, como trilhas, passeios de igapó e cruzeiros pelo Rio Amazonas.

    Como chegar: o principal caminho até Alter do Chão é por Santarém, que tem acesso de avião ou de barco a partir de Belém e Manaus.

    👉 Explore esta aventura: Cruzeiro pela Amazônia saindo de Alter do Chão

    Reserva Mamirauá (Amazonas)

    Criada em 1996, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá é pioneira no Brasil em unir a preservação ambiental ao desenvolvimento sustentável das populações tradicionais.

    Localizada em Tefé, no Rio Solimões, é um dos melhores lugares para visitar na Amazônia e apreciar a cheia sazonal e o ecoturismo em uma área marcada pela autenticidade e pelo isolamento.

    Uakari Lodge floating inn made of wooden cabins on the calm waters of Lake Mamirauá with mist in the background.
    Photo: Amanda Lelis

    Por que visitar:

    • Turismo de base comunitária, envolvendo 177 comunidades e mais de 11.500 moradores.
    • Conexão com a natureza na maior floresta alagada do mundo.
    • Biodiversidade impressionante, incluindo o macaco uacari-branco, símbolo da reserva.
    • Trilhas, passeios de canoa, observação de fauna, focagem noturna e pesca de piranha.
    • Lar do Uakari Lodge, o hotel flutuante no Lago Mamirauá.

    Como chegar: chegue à Reserva Mamirauá de barco a partir de Tefé, que tem acesso de avião a partir de Manaus.

    👉 Leia mais: Qual é a Melhor Época para Visitar a Floresta Amazônica no Brasil

    Alta Floresta (Mato Grosso)

    Alta Floresta é uma cidade charmosa de pouco mais de 62.000 habitantes. No norte do Mato Grosso, funciona como porta de entrada para a parcela amazônica do estado, marcada por florestas densas e pela confluência com o Rio Cristalino, afluente do Rio Teles Pires.

    Ainda que seja uma parte menos conhecida da Amazônia, Alta Floresta reúne paisagens naturais de tirar o fôlego, áreas preservadas e rica biodiversidade.

    People kayaking in the Amazon rainforest.
    Photo: João Marcos Rosa

    Por que visitar:

    • A localização, marcada pela transição entre os biomas Cerrado e Pantanal, faz desta uma das áreas amazônicas mais ricas em fauna, incluindo macacos, ariranhas, catetos e antas.
    • Com mais de 600 espécies de aves catalogadas, é ótima para a observação de pássaros.
    • Floresta formada por árvores gigantes (com cerca de 60 metros de altura).
    • O Cristalino Jungle Lodge, uma das melhores e mais luxuosas acomodações sustentáveis do Brasil, fica em uma reserva florestal privada de mais de 11.000 hectares.

    Como chegar: saindo dos aeroportos de São Paulo (VCP) ou Cuiabá (CGB), voe até o Aeroporto de Alta Floresta (AFL).

    Presidente Figueiredo (Amazonas)

    A apenas 107 km de Manaus, Presidente Figueiredo é conhecida como a Terra das Cachoeiras. Além de mais de 150 cachoeiras oficialmente catalogadas, grutas e piscinas naturais também se escondem em meio à vegetação verdejante.

    Este é um dos principais pontos turísticos da Amazônia para quem curte atividades aquáticas e prefere destinos relativamente perto de grandes cidades.

    Silhouette of a woman with open arms contemplating a strong waterfall from the dark interior of a cave.
    @ines.lafosse

    Por que visitar:

    • Centenas de cachoeiras, incluindo Pedra Furada, Orquídeas, Iracema, Judeia, Mutum, Araras, Neblina, entre outras.
    • Refúgio do Maragoa, gruta de 400 metros com formações geológicas impressionantes.
    • Trilhas, observação de aves, rapel e roteiros aquáticos (principalmente entre fevereiro e junho, na estação chuvosa), incluindo banho de cachoeira, mergulho, boiacross e rafting.

    Como chegar: 2 horas de carro/ônibus a partir de Manaus.

    👉 Explore esta aventura em Presidente Figueiredo: Tour de Caiaque de 4 dias na Amazônia!

    Lago Acajatuba (Amazonas)

    Perto de Manaus, o Lago Acajatuba fica no Rio Negro. Um de seus destaques é o trabalho da comunidade para impulsionar o turismo local e apoiar práticas sustentáveis que beneficiam as famílias e o ecossistema da região.

    Com o cenário exuberante de vegetação densa e as típicas águas escuras da Floresta Amazônica no Brasil, é conhecido pelas ótimas condições para encontrar e interagir com botos-cor-de-rosa.

    Smiling woman from an Amazon riverside community standing under a traditional thatched roof.
    Photo: Isadora Sá

    Por que visitar:

    • Turismo consciente, que valoriza a conservação ambiental e o apoio aos moradores locais.
    • Comunidade do Acajatuba, uma comunidade ribeirinha que recebe os turistas com programas ligados ao artesanato tradicional e às casas de farinha.
    • Ótimo lugar para contemplar o pôr do sol.
    • Passeios de canoa, focagem noturna, trilhas e observação de fauna e flora.
    • Ponto central para os melhores hotéis na Amazônia e cruzeiros fluviais.

    Como chegar: 2 horas de barco a partir de Manaus.

    👉 Explore esta aventura em Acajatuba: Cruzeiro de Luxo Zaltana na Amazônia

    Rio Mamori (Amazonas)

    Ao sul de Manaus, no município de Careiro, o Rio Mamori é um afluente da bacia amazônica reconhecido pela fauna rica, pelos esforços de preservação ambiental e pelo ecoturismo.

    A região é bastante remota e oferece experiências incríveis para quem busca autenticidade na selva.

    Small boat navigating in the distance on the calm and reflective waters of the Mamori River, surrounded by green jungle vegetation.
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    Por que visitar:

    • O peixe-boi-da-amazônia pode ser encontrado nas águas do Rio Mamori.
    • Ótimo para a pesca esportiva, principalmente de tucunaré e tucunaré-borboleta (Cichla ocellaris).
    • Comunidades ribeirinhas e seringueiros.
    • Trilhas, caiaque, observação de aves, técnicas de sobrevivência e acampamento na floresta.
    • Lar do Turtle Lodge, um dos principais hotéis de selva da Amazônia.

    Como chegar: o Rio Mamori pode ser acessado de barco a partir de Manaus.

    Por que escolher o turismo sustentável para visitar os pontos turísticos da Amazônia?

    A Amazônia tem papel decisivo na regulação das chuvas, na estabilização das temperaturas globais e na manutenção de uma biodiversidade sem igual. Mesmo assim, enfrenta ameaças sérias, com mais de 50 milhões de hectares de floresta perdidos entre 1985 e 2023.

    Escolher as experiências de ecoturismo certas faz toda a diferença na proteção da Amazônia. Ao viajar com guias locais e se hospedar em ecolodges, você apoia práticas sustentáveis que beneficiam o meio ambiente e as comunidades locais.

    👉 Leia mais: Ecoturismo na Floresta Amazônica: 7 Tours para se Conectar com a Natureza

    Visite os melhores pontos turísticos da Amazônia no Brasil com o PlanetaEXO

    A melhor forma de conhecer a Amazônia com experiências autênticas e sustentabilidade é contar com o apoio de profissionais que seguem práticas ambientais responsáveis, apoiam as comunidades locais e têm profundo respeito pela natureza.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em viagens para a Amazônia, trabalha com parceiros locais respeitados e leva você aos lugares mais incríveis para férias inesquecíveis em um dos ecossistemas mais fascinantes do mundo. Fale com a gente agora!

  • Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Veja onde ficar na Chapada Diamantina: as cidades-base, as pousadas de cada uma e a hospedagem de quem faz a travessia do Vale do Pati

    São 152.000 hectares de natureza protegida. Como mostra o guia de viagem da Chapada Diamantina, a região reúne vegetação fechada, cachoeiras, formações rochosas antigas e vários quilômetros de trilhas, o que a coloca na lista de trekkers do mundo inteiro.

    Esse clima de natureza e sossego se reflete na hospedagem, que tem dois caminhos: ficar na casa de moradores do parque nacional ou em hotéis das cidades vizinhas, principalmente Lençóis, Mucugê e o Vale do Capão. Em pousadas pequenas ou em casas de família, as opções de onde ficar na Chapada Diamantina se destacam pela autenticidade da região.

    O PlanetaEXO, plataforma de turismo de aventura especializada em pacotes da Chapada Diamantina, já ajudou viajantes do mundo inteiro a reservar as melhores hospedagens do destino. Confira as sugestões abaixo!

    Casa de morador no Vale do Pati

    Em vez de procurar hotéis na Chapada Diamantina, muita gente prefere se hospedar na casa de quem vive dentro do parque nacional. Essa é a única forma de hospedagem para quem encara a travessia de vários dias pelo Vale do Pati.

    Silhouette of a local homestay and palm trees in Vale do Pati against a vibrant orange sunset.
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    Em casas simples, adaptadas para receber grupos de caminhantes, as famílias recebem os viajantes com simplicidade e muita hospitalidade, oferecendo camas confortáveis, banheiro com chuveiro (frio) e comida caseira.

    A experiência é modesta, mas tem tudo o que um aventureiro precisa para descansar o corpo depois de um dia longo de trilha. É também uma chance de conhecer gente nova e mergulhar na cultura da Chapada!

    👉 Conheça a aventura: Trilha do Vale do Pati em 3 dias

    Onde ficar em Lençóis, na Bahia?

    Tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Lençóis é uma cidade pequena, com pouco mais de 11.000 habitantes, mas tem a melhor infraestrutura da região da Chapada Diamantina e funciona como principal porta de entrada.

    Entre os casarões construídos no século 19, você encontra restaurantes, mercados, caixas eletrônicos, farmácias e, claro, algumas das melhores pousadas na Chapada Diamantina.

    Hotel de Lençóis

    Ecológico e moderno, o Hotel de Lençóis tem acomodações que vão do quarto standard ao apartamento com hidromassagem. Todas incluem cama confortável, banheiro com chuveiro quente, ar-condicionado, TV e varanda privativa.

    Nas áreas comuns, aproveite o restaurante, a banheira de hidromassagem, o playground, a sala de jogos, a sala de reuniões, a biblioteca, o espaço de massagem, um bosque com mais de 1.000 mudas de plantas nativas e um museu com objetos e registros históricos da Chapada Diamantina.

    • Endereço: R. Altina Alves, 747
    • Faixa de preço: $$$$
    Aerial view of Lençóis showing 19th-century colonial houses, stone bridges, and the river winding through the town.
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    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina?

    Pousada Vila Serrano

    A Vila Serrano é um alívio para os olhos. As instalações em estilo colonial são bonitas e os quartos, amplos, com ar-condicionado, banheiro privativo e varanda.

    Entre os serviços que mais chamam atenção estão o spa exclusivo, o café da manhã em buffet, o Wi-Fi gratuito, atividades especiais no parque nacional e a localização privilegiada: a 200 metros do centro de Lençóis.

    • Endereço: R. Alto do Bonfim, 8
    • Faixa de preço: $$$
    Colonial-style courtyard of Pousada Vila Serrano in Lençóis featuring blue and white walls and lush green gardens.
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    Casa Antônia

    A 900 metros do centro de Lençóis, a Casa Antônia chama atenção pela arquitetura moderna misturada a elementos naturais, um dos pontos altos dessa pousada.

    Todos os quartos têm cama de solteiro e/ou de casal, ar-condicionado, armário, mesa de trabalho, TV, varanda e banheiro privativos. O café da manhã é muito elogiado pelos hóspedes!

    • Endereço: Segunda Travessa Parque do Ribeirão, S/N – Ribeirão do Meio
    • Faixa de preço: $$$$$

    Pousada Canto no Bosque

    Procurando uma pousada na Chapada Diamantina sem gastar muito? O Canto do Bosque é a escolha certa para casais e famílias que querem bom serviço a preço justo.

    Os quartos são aconchegantes, com uma pegada bem brasileira, e todos têm banheiro privativo. Dá para relaxar na piscina ou aproveitar o café da manhã em buffet livre, servido todos os dias.

    • Endereço: Loteamento Parque do Ribeirão, s/n
    • Faixa de preço: $$$

    Hotel Canto das Águas

    Às margens do Rio Lençóis, o Canto das Águas está cercado pela imensidão da Chapada. São 43 acomodações divididas em três categorias (Standard, Luxo e Diamante), com camas confortáveis, ar-condicionado, frigobar, banheiro privativo e decoração inspirada em artistas locais.

    A 200 m do centro histórico de Lençóis, os hóspedes ainda podem relaxar nos jardins do hotel ou comer alguma coisa no restaurante e no bar.

    • Endereço: Av. Sr. dos Passos, 01 – Centro
    • Faixa de preço: $$$$$
     Illuminated swimming pool and tropical palm trees at night at Hotel Canto das Águas in Lençóis.
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    Pouso da Trilha

    No centro histórico de Lençóis, o Pouso da Trilha é um casarão colonial que virou hotel. A estadia é agradável, com camas confortáveis, frigobar, ventilador de teto ou ar-condicionado e banheiro privativo.

    Depois do café da manhã em buffet, dá para caminhar até as piscinas naturais do Ribeirão do Meio e do Serrano: são só 30 minutos a pé!

    • Endereço: R. dos Mineiros, 60
    • Faixa de preço: $$
    Bright blue facade with white and red window frames of Pousada Alto do Cajueiro on a cobblestone street in Lençóis.
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    Pousada Alto do Cajueiro

    Quem disse que hospedagem barata não pode ser bonita e bem servida? A decoração moderna e charmosa da Pousada Alto do Cajueiro é só o começo: cada quarto tem cama de solteiro ou de casal, ventilador de teto, armário e banheiro privativo.

    Serviço de quarto, concierge, guarda-volumes e café da manhã (buffet ou continental) também estão incluídos. O traslado do aeroporto pode ser contratado à parte.

    • Endereço: R. do Cajueiro, 161
    • Faixa de preço: $$

    Onde ficar em Mucugê?

    Na busca por onde ficar na Chapada Diamantina, Mucugê sempre aparece entre as melhores opções de hospedagem. Com mais de 12.700 habitantes, a cidade lembra a arquitetura colonial de Lençóis, mas é ainda mais tranquila, ideal para quem quer sossego.

    Além disso, boa parte dos circuitos de trekking para o Vale do Pati começa no Guiné, um pequeno povoado do distrito de Mucugê, a uma hora do centro da cidade.

    Casinhas coloridas, igrejas históricas, um coreto bonito e restaurantes ocupam a rua principal. Para entrar de vez na história e na cultura de Mucugê, os turistas também gostam de visitar o Cemitério Bizantino, famoso pelas lápides brancas.

    Bright white tombstones of the historic Bizantino Cemetery built into the rocky green mountainside of Mucugê.
    Byzantine Cemetery of Mucugê

    👉 Leia mais: Quando é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina, na Bahia?

    Pousada Monte Azul

    A localização é um dos pontos fortes da Pousada Monte Azul: 500 metros do centro de Mucugê, 1,5 km do Rio Paraguaçu e 7 km da Sibéria, uma cachoeira dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

    Os hóspedes sempre elogiam a comida brasileira feita na hora no restaurante, o atendimento atencioso e os quartos confortáveis, com cama de solteiro ou de casal, TV, frigobar, decoração rústica e banheiro privativo.

    • Endereço: Av. Antonito Pina Medrado, 563
    • Faixa de preço: $$$$$
    Rustic exterior of Pousada Monte Azul in Mucugê illuminated at night under a dark sky.
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    Pousada Mucugê

    Um clássico da cidade, a Pousada Mucugê é simples e eficiente, indicada principalmente para quem passa o dia inteiro explorando e só volta para dormir.

    Mesmo assim, tem piscina, Wi-Fi e estacionamento privativo. Nos quartos aconchegantes você encontra cama de solteiro ou de casal, banheiro privativo e toalhas limpas.

    • Endereço: R. Dr. Rodrigues de Lima, 30 – Centro
    • Faixa de preço: $$$

    Pousada Primavera

    A cinco minutos a pé do centro de Mucugê, a Pousada Primavera tem um clima sereno, perfeito para quem quer fugir da correria do dia a dia.

    São chalés com camas confortáveis, redes, atendimento excelente e um café da manhã reforçado todas as manhãs. Bom preço, conforto e bom serviço na mesma hospedagem!

    • Endereço: R. do Caboclo, 102 – Centro
    • Faixa de preço: $$$

    Pousada Guiné

    A Pousada Guiné é uma hospedagem aconchegante no povoado do Guiné, ponto perfeito para quem quer dormir perto do início da travessia do Vale do Pati, com terraço solar, jardim, restaurante, bar no local e Wi-Fi gratuito.

    Os quartos são simples, mas confortáveis, com boas camas, ar-condicionado e banheiro privativo. A vista de cada unidade deixa a estadia ainda melhor!

    • Endereço: R. Eliezer Lima de Oliveira – Guiné
    • Faixa de preço: $$

    Onde ficar no Vale do Capão?

    No distrito de Caeté-Açu, que pertence ao município de Palmeiras, o Vale do Capão é um vilarejo tranquilo dentro da Chapada Diamantina.

    Conhecido pelas cachoeiras, pelas trilhas cênicas e pelo clima despojado, é a porta de entrada para caminhadas famosas como a Cachoeira da Fumaça e o Morrão, e atrai amantes da natureza, mochileiros e trekkers do mundo inteiro atrás de uma conexão de verdade com a natureza. A hospedagem no Vale do Capão vai de pousadas de alto padrão a quartos simples com cozinha compartilhada.

    Colorful houses lining the peaceful main street of Vale do Capão with a massive mountain glowing at sunset.
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    Pousada Amanhecer

    A Pousada Amanhecer é uma hospedagem de alto padrão, com instalações sofisticadas e vista aberta para a natureza. As áreas sociais incluem jardim bem cuidado, restaurante de gastronomia refinada, bar, playground e piscina.

    Os hóspedes ficam em suítes e bangalôs de alto padrão, com cama de casal, ar-condicionado, frigobar, cafeteira, banheiro e varanda privativos e amenidades premium.

    • Endereço: Sítio Povoado Caeté-Açu, 997 – Zona Rural, Palmeiras
    • Faixa de preço: $$$$$
    Modern swimming pool and sophisticated concrete architecture of Pousada Amanhecer overlooking the mountains in Vale do Capão.
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    Pousada Aconchego

    Cercada de plantas e com as montanhas da Chapada Diamantina no horizonte, a Pousada Aconchego tem um clima acolhedor, com quartos agradáveis, redes e uma equipe simpática.

    Se você tem restrição alimentar, dá para preparar a própria comida na cozinha compartilhada e no refeitório, abertos 24 horas. A estrutura bucólica costuma render elogios!

    • Endereço: R. da Vila, s/n – Centro
    • Faixa de preço: $$$

    Pousada do Capão

    Se você quer um refúgio tranquilo na Chapada Diamantina, a Pousada do Capão é uma boa escolha. São quartos aconchegantes e bem cuidados, estacionamento e Wi-Fi gratuitos, banheiro privativo e um bom café da manhã todos os dias.

    A equipe é simpática e está sempre disposta a indicar trilhas e atividades na região. Um ótimo ponto de apoio para quem busca natureza, conforto e sossego!

    • Endereço: R. Chamego, s/n – Centro
    • Faixa de preço: $$$

    Pousada Pé no Mato

    Quando o assunto é onde ficar na Chapada Diamantina gastando pouco, a Pousada Pé no Mato é uma ótima opção. Indicada principalmente para viajantes jovens e casais, não tem serviço de alimentação, mas os hóspedes podem cozinhar na cozinha compartilhada ou provar os restaurantes do Vale do Capão, a poucos minutos a pé.

    Os quartos são confortáveis, com cama de casal ou de solteiro, banheiro privativo, redes e um espaço de coworking. Por perto ficam as trilhas para a Cachoeira da Fumaça e para o Vale do Pati.

    • Endereço: R. da Vila, 02 – Vale do Capão
    • Faixa de preço: $$
    A well-kept circular garden with a stone fountain at a peaceful retreat, framed by green mountains in Chapada Diamantina.
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    Reserve sua viagem para a Chapada Diamantina com o PlanetaEXO

    Agora que você já conhece alguns dos melhores hotéis na Chapada Diamantina, que tal começar a planejar a viagem agora mesmo?

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em montar o pacote para a Chapada Diamantina, trabalha com os melhores operadores locais para garantir uma experiência à altura do destino, de pousadas de luxo a opções econômicas e casas de moradores do parque nacional. Fale com a gente agora!

  • Onde ver onças-pintadas no Pantanal

    Onde ver onças-pintadas no Pantanal

    As onças-pintadas vivem em vários países do continente americano, mas o Pantanal, no Brasil, é o melhor lugar para observá-las

    Misteriosa, silenciosa e a predadora de topo indiscutível da América do Sul, a onça-pintada é o terceiro maior felino do mundo, considerada por muita gente o mais bonito entre os grandes felinos, com sua bela pelagem amarelo-alaranjada, rosetas pretas e olhar penetrante.

     A spotted jaguar sits among green vegetation in the Brazilian Pantanal biome.
    @thewildlifejunkie

    Ver esses animais lindos na natureza é um sonho para muitos amantes de bichos, que viajam o mundo inteiro e se embrenham em florestas e áreas alagadas só para ter um vislumbre deles. O melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, mas alguns detalhes merecem atenção, e você encontra todos eles no nosso guia de viagem do Pantanal.

    Como plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Pantanal, o PlanetaEXO preparou um guia para te ajudar a entender tudo o que você precisa saber para encontrar onças-pintadas na natureza, com segurança e responsabilidade. Confira abaixo!

    Existem onças-pintadas no Brasil?

    Sim, existem onças-pintadas no Brasil. Afinal, o Pantanal é um bioma brasileiro! De todos os indivíduos que existem no mundo (173 mil, segundo a WWF), o Brasil é o país com a maior população: mais de 50% do total global.

    A jaguar swims across a dark river in the Pantanal at night.
    Photo: Matias Ternes

    As onças-pintadas também vivem no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, na Guiana, no México, na Costa Rica, em Belize e no sul dos Estados Unidos.

    👉 Leia mais: Como chegar no Pantanal, Brasil

    Onde ver onças-pintadas no Brasil?

    As onças-pintadas estão por todo o Brasil. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a Floresta Amazônica abriga a maior quantidade do país, seguida pelo Pantanal, pelo Cerrado, pela Mata Atlântica e pela Caatinga.

    A large Pantanal jaguar rests comfortably on a thick tree branch.

    Embora a Amazônia tenha mais indivíduos, eles não são fáceis de avistar por causa da vegetação densa e do tamanho impressionante do bioma. Por isso, o Pantanal é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a concentração é maior e os campos abertos permitem avistamentos mais frequentes.

    E um detalhe curioso: as onças da Amazônia são menores que as do Pantanal, porque caçar na mata fechada é mais difícil do que nas áreas alagadas. Naturalmente, isso influencia a dieta e o padrão de crescimento delas.

    👉 Leia mais: 15 animais incríveis do Pantanal

    Qual é o melhor lugar para ver onças-pintadas no Pantanal?

    O Pantanal Norte é o melhor lugar para ver onças-pintadas, onde a densidade populacional dos animais é maior, mas também dá para avistá-las no Sul. Veja mais a seguir.

    Onças-pintadas no Pantanal Norte

    O Pantanal Norte oferece ótimas chances de ver onças-pintadas na natureza, principalmente em Porto Jofre, no município de Poconé.

    Esse é considerado o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas por vários motivos, como alta densidade populacional, campos abertos com boa visibilidade e um ecossistema favorável, incluindo abundância de presas, áreas preservadas e grandes corpos d'água.

    Porto Jofre é banhada pelos rios Cuiabá, São Lourenço, Piriqui e Paraguai, que atraem as onças e facilitam o melhor safári no Pantanal de barco.

    👉 Conheça a aventura: Safári de Onças no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá

    A jaguar walks along the sandy bank of a river in the Pantanal, Brazil, as tourists in a distant boat observe and take photos.
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    Onças-pintadas no Pantanal Sul

    Embora o Norte roube a cena quando o assunto é ver onças-pintadas no Brasil, o Pantanal Sul não fica para trás. Em uma área de 53 mil hectares, a Caiman, um refúgio ecológico na cidade de Miranda, oferece hospedagem e passeios de observação da vida selvagem.

    Em parceria com o Projeto Onçafari, os hóspedes da Caiman podem participar de safáris terrestres em que é possível ver onças-pintadas. Na verdade, esse é o único lugar do Sul onde esses felinos são observados com frequência, com 98% de chance de avistamento.

    O trabalho das duas instituições ajuda as onças a se acostumarem com a presença de veículos e pessoas, sempre a uma distância respeitosa, é claro, o que permite avistamentos frequentes sem alterar o comportamento natural delas. Onçafari e Caiman também promovem pesquisa científica e a reintrodução de animais à natureza para garantir que a fauna local seja sempre bem cuidada.

    👉 Leia mais: 5 projetos de conservação do Pantanal que fazem a diferença

    Melhor época para ver onças-pintadas no Pantanal

    Seja no Pantanal Norte ou Sul, a melhor época para visitar o Pantanal em busca de onças-pintadas é durante as estações intermediária e seca (de maio a outubro), quando o nível da água baixa e os animais tendem a sair dos esconderijos para circular pelas margens dos rios.

    Isso não só torna bem mais fácil ver onças e outros animais, como também garante clima e condições de água ideais para safáris, passeios de barco, caminhadas, tours fotográficos e cavalgadas.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?

    Quanto custa um safári de onças no Pantanal?

    O custo médio de um safári de onças no Pantanal é R$ 14.865. Os preços variam conforme a categoria da hospedagem, a estação, a duração da viagem e outros fatores.

    Confira abaixo os safáris de onças do PlanetaEXO no Pantanal Norte e no Pantanal Sul!

    PASSEIO DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Safári de Onças no Pantanal em Porto Jofre, Cuiabá Pantanal Norte. Safári para avistar onças e a vida selvagem, passeios de barco, tours noturnos. 4 dias R$ 13.790
    Tour Fotográfico de Onças no Pantanal Pantanal Norte. Safáris de barco e terrestres para fotografar onças e outros animais (acompanhados por guias com amplo conhecimento em fotografia de vida selvagem). 6 dias R$ 19.280
    Safári Econômico de Onças no Pantanal Pantanal Norte. Viagem em conta, safáris de barco para avistar onças e outras espécies, tours noturnos, caminhadas, contemplação do nascer e do pôr do sol. 4 dias R$ 9.690
    Safári de Luxo de Onças no Pantanal Pantanal Sul. Safáris terrestres para avistar onças e a fauna local, tours noturnos, caminhadas, canoagem. 4 dias R$ 16.705

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar conforme a estação e a disponibilidade. Câmbio de 9 de maio de 2026; sujeito a alterações.

    Ver onças-pintadas no Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe que o melhor lugar para ver onças-pintadas é o Pantanal, é hora de começar a planejar sua viagem!

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em passeios pelo Pantanal, oferece tudo o que você precisa para uma viagem incrível: hospedagens confortáveis, roteiros sob medida e conexão com os melhores operadores locais. Fale com a gente agora!

  • Como se formaram os Lençóis Maranhenses: entenda as dunas de areia do Brasil e suas lagoas

    Como se formaram os Lençóis Maranhenses: entenda as dunas de areia do Brasil e suas lagoas

    O vento e a chuva têm papel fundamental na formação das dunas e lagoas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

    Os Lençóis Maranhenses são uma maravilha natural, e o guia de viagem dos Lençóis Maranhenses mostra por quê: aqui, as dunas de areia e as lagoas se formam por uma combinação fascinante de vento e chuva, o que cria uma paisagem única que você não encontra em nenhum outro lugar do mundo.

    Aerial view of the white sand dunes and green rainwater lagoons in Lençóis Maranhenses National Park.
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    Com esse cenário que muda conforme a estação, é comum querer saber como os Lençóis Maranhenses se formaram. Cerca de dois terços do parque são cobertos por dunas de areia em movimento que, vistas de cima, lembram lençóis estendidos, e é daí que vem o nome em português, “Lençóis”. A beleza e a raridade da convivência entre um vasto campo de areia e milhares de lagoas renderam ao parque o título de Patrimônio Mundial da UNESCO em 2024.

    Quer descobrir como esse fenômeno acontece? Confira este artigo preparado pelo PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses!

    Como se formam as dunas dos Lençóis Maranhenses?

    As dunas dos Lençóis são resultado da erosão eólica, um processo natural em que o vento molda a superfície da Terra ao remover, transportar e desgastar partículas de solo e rocha, principalmente em ambientes áridos, litorâneos ou de vegetação escassa.

    A hiker explores the massive white sand dunes of Lençóis Maranhenses National Park, framed by dry tree branches.
    Photo: Ma Rabelo

    Ventos litorâneos fortes vindos do Oceano Atlântico empurram partículas finas de areia para o interior, onde o relevo da região as retém e acumula. Com o tempo, essa areia se acumula em imensos montes que podem chegar a 40 metros de altura. Moldadas pelo movimento constante do vento, essas dunas assumem formas lisas e curvas, parecidas com crescentes, e estão em movimento perpétuo, o que dá à paisagem um caráter dinâmico e em constante transformação.

    Pesquisadores acreditam que, há 10.000 anos, a área do parque nacional era coberta pelo mar. À medida que o oceano foi recuando, deu lugar primeiro a manguezais e, com o tempo, se transformou nos vastos campos de dunas que você vê hoje.

    Aerial view of the active white sand dunes and rainwater lagoons in Lençóis Maranhenses, stretching toward the horizon.
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    Boa parte da areia do parque veio do Rio Parnaíba, que leva sedimentos em direção ao mar enquanto as correntes oceânicas os empurram de volta para a costa. É daí que vem a areia dos Lençóis Maranhenses: essa interação contínua entre o fluxo do rio, as marés e as correntes do oceano permitiu que a areia se acumulasse, formando o ecossistema único dos Lençóis Maranhenses.

    Illustrative image showing how the dunes are formed in the Lençóis Maranhenses.

    Longe de serem estáticas, as dunas estão em movimento constante. Como o vento as remodela com frequência, elas executam o que os moradores chamam poeticamente de “dança das dunas”. Esse fenômeno fica mais visível durante a estação seca (de julho a dezembro), quando os ventos mais fortes e o nível mais baixo das lagoas tornam o movimento ainda mais perceptível.

    Dunas ativas e inativas dos Lençóis Maranhenses, Brasil

    Nos Lençóis Maranhenses, nem todas as dunas se comportam da mesma forma. É a presença ou a ausência de vegetação que determina se uma duna é ativa ou inativa.

    Small houses surrounded by lush native vegetation and inactive sand dunes in Lençóis Maranhenses.
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    Algumas dunas são consideradas inativas, ou seja, permanecem no lugar graças à vegetação ao redor. As plantas nativas ajudam a fixar a areia e formam uma cobertura natural que impede o vento de mover a duna, deixando-a mais estável e presa ao lugar.

    Por outro lado, as dunas ativas estão em movimento constante por causa da força do vento, das chuvas e da ausência de vegetação por perto, o que permite que a areia “dance”.

    As dunas podem desaparecer?

    Pesquisadores acreditam que o desaparecimento completo das dunas dos Lençóis é improvável. Ainda assim, alguns fatores podem alterar bastante sua formação e trazer sérias consequências ambientais e sociais.

    Uma das principais preocupações é a instalação não planejada de parques eólicos, já que essas estruturas podem alterar os padrões de vento e afetar diretamente a disposição das dunas. Além disso, as mudanças climáticas têm papel fundamental, pois podem mudar o comportamento das chuvas e do vento.

    👉 Leia mais: Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Como se formam as lagoas dos Lençóis Maranhenses?

    As lagoas de águas cristalinas dos Lençóis Maranhenses se formam pelo grande volume de chuva que a região recebe, que chega a 2.000 milímetros por ano, principalmente entre janeiro e junho.

    Top-down view of a person swimming in a crystal-clear rainwater lagoon in Lençóis Maranhenses, revealing the sandy bottom.
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    Durante a estação chuvosa, a chuva é rapidamente absorvida pela areia, o que eleva o lençol freático acima do solo e preenche as lagoas temporárias que ficam entre as dunas.

    Mas o verdadeiro segredo por trás da formação e da manutenção das lagoas está na mistura de areia e argila presente no solo. Com o tempo, essa combinação desenvolveu características parecidas com as de uma rocha esponjosa, que deixa a água escoar lentamente, o que faz as lagoas durarem mais.

    A água da chuva se acumula nas áreas mais baixas entre as dunas e forma milhares de lagoas cristalinas que podem chegar a cerca de um metro de profundidade. Lagoas queridas como a Lagoa Azul e a Lagoa Bonita oferecem uma vista incrível desse fenômeno único, enquanto a umidade do ar também impede que as dunas se desloquem.

    As lagoas podem secar?

    As lagoas de água da chuva do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses começam a diminuir entre outubro e janeiro. Quando a chuva para e o sol predomina, a água das lagoas menores evapora por completo, enquanto as maiores e mais profundas conseguem retê-la por mais tempo.

     A group of tourists walks across a dry, brown lagoon bed surrounded by large white sand dunes during the dry season.
    Photo: Glauco de Souza Santos

    Essa mudança sazonal não altera só a paisagem, mas também afeta o clima. No fim do segundo semestre, os ventos mais fortes voltam e fazem as dunas crescerem e se moverem mais rápido.

    Embora fosse divertido ter as lagoas cheias o ano todo, é essencial para o ecossistema que elas sequem de tempos em tempos. O acúmulo contínuo de água, somado à vegetação local e à matéria orgânica, levaria a um crescimento excessivo de algas, deixando a água viscosa e as lagoas impróprias para banho.

    👉 Leia mais: curiosidades sobre os Lençóis Maranhenses

    Clima e sazonalidade: melhor época para visitar as dunas e lagoas dos Lençóis Maranhenses

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses vai de maio a setembro, quando a estação chuvosa acabou de terminar e as lagoas estão no auge.

    Silhouette of a person sitting on a sand dune, watching a golden sunset over the lagoons of Lençóis Maranhenses.
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    Nesse período, o tempo é ensolarado, sem chuva e com temperaturas agradáveis, perfeito para caminhar pelo parque e dar um mergulho refrescante nas lagoas.

    Embora o início da estação seca seja considerado o momento ideal para a visita, cada mês oferece um tipo diferente de beleza. Sejam as lagoas cheias de vida da estação chuvosa ou as gigantescas formações de dunas do período seco, os Lençóis nunca deixam de surpreender.

    Como a chuva enche as lagoas — e o sol as esvazia

    A formação não termina nas dunas. A chuva que cai entre janeiro e maio não consegue atravessar a camada impermeável que existe embaixo da areia, então fica presa nas depressões — isso é uma lagoa. A partir de outubro o sol leva essa água de volta, e no ano seguinte o parque se refaz.

    Gráfico do nível das lagoas dos Lençóis Maranhenses mês a mês, baixo de dezembro a fevereiro e cheio de junho a setembro

    Período Nível das lagoas O que esperar
    Janeiro – Maio Enchendo A chuva escorre pela areia e começa a encher as depressões entre as dunas
    Junho – Setembro Cheias A janela em que o parque vira o cartão-postal. É quando quase todo mundo vai
    Outubro – Dezembro Secando As lagoas evaporam e sobra o deserto branco. Menos gente, outra paisagem

    👉 Leia mais: Quando é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

    Conheça as dunas e lagoas dos Lençóis Maranhenses com o PlanetaEXO

    Agora que você já sabe como os Lençóis Maranhenses se formaram, é hora de ver sua beleza surreal de perto!

    O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para os Lençóis Maranhenses. Trabalhando ao lado dos melhores operadores locais, nossa equipe ajuda você a planejar a viagem sem dor de cabeça, das reservas às experiências sob medida. Fale com a gente agora!