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  • 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    De Norte a Sul, veja os destinos de natureza brasileiros que você precisa conhecer!

    Um país tão grande como o Brasil tem muito a oferecer em termos de recursos naturais. São seis biomas continentais (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa) — mais o Bioma Marinho Costeiro — distribuídos em cerca de 8.500.000 km² ao longo de 26 estados marcados pelas diferenças geográficas e culturais, mas unidos pela mais pura beleza verde e amarela.

    Aventureiros praticam rafting nas corredeiras do Jalapão durante uma expedição de ecoturismo
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    A grandeza turística nacional fez do Brasil o destino de 2026 da Travel + Leisure, uma importante publicação norte-americana voltada ao turismo. A revista destaca  diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e, é claro, a natureza.

    Pensando nisso, o PlanetaEXO preparou uma lista com os melhores destinos de ecoturismo para que você tenha mais consciência sobre a graciosidade do Brasil e a importância de proteger os ecossistemas. Leia mais a seguir!

    1 – Lençóis Maranhenses (MA)

    Lagoas de água doce entre as dunas brancas dos Lençóis Maranhenses no Maranhão
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    A beleza do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é tão estonteante que há quem diga que mais parece coisa de outro mundo. As lagoas de água azul cristalina em meio às dunas de areia branca são capazes de impressionar qualquer um.

    Além de caminhadas pelas dunas e mergulhos refrescantes nas lagoas — você precisa conhecer as lagoas Bonita, Azul, Gaivota e Esperança! —, os visitantes adoram fazer passeios de barco ou 4×4, contemplar o nascer ou pôr do sol, explorar a vegetação de Caatinga, Cerrado e Amazônia e trocar experiências culturais com os moradores da região.

    Qual a melhor época nos Lençóis Maranhenses?

    A dica é programar sua viagem entre maio e setembro, quando as lagoas estão bem cheias. De setembro a outubro e fevereiro a abril, as lagoas ficam menores, mas ainda oferecem atividades aquáticas.

    As lagoas secam no período entre novembro e janeiro, limitando as experiências na água, mas revelando belos pastos e prados.

    Onde ficar nos Lençóis Maranhenses?

    A hospedagem para quem vai para os Lençóis Maranhenses acontece nas cidades-base. Barreirinhas é a principal porta de entrada e tem mais opções de acomodação, de pousadas simples a hotéis mais completos. Atins é uma vila de pescadores à beira-mar, indicada para apreciadores da natureza. Santo Amaro do Maranhão é a mais isolada, perfeita para quem busca por exclusividade e total desconexão.

    Outra alternativa de hospedagem é a pernoite na casa de moradores locais. Trekkers que fazem a travessia do parque ficam em casas modestas, mas aconchegantes. Ótima oportunidade para conhecer novas pessoas e culturas!

    Nossos pacotes nos Lençóis Maranhenses são variados, com opções de hospedagem em acomodações tradicionais ou homestay. Confira!

    Como chegar aos Lençóis Maranhenses?

    Do Aeroporto Internacional de São Luís (SLZ), a viagem de ônibus, carro ou van compartilhada até Barreirinhas pode durar até 5 horas. O Aeroporto Municipal de Barreirinhas (BRB) não recebe voos comerciais desde março de 2025, mas ainda contempla aeronaves executivas e fretadas, com voos apenas durante o dia. 

    O caminho para Atins é feito de barco ou veículo 4×4, mas ainda passa por Barreirinhas. De São Luís a Santo Amaro, o trajeto de 237 km é feito de carro, táxi/transfer privado ou van compartilhada.

    👉 Saiba mais:

    2 – Amazônia (AM/PA)

    Floresta densa e rios serpenteando pela Amazônia, vistos do alto
    Photo: Isadora Sá

    Como falar de destinos de ecoturismo no Brasil sem mencionar a Amazônia? A maior porção fica no Amazonas, seguida pelo Pará e o Mato Grosso. O turismo ecológico é um dos esforços que mantém a floresta de pé, contribuindo para a conscientização, movimentação econômica e apoio a projetos socioambientais.

    Dentre todos os cenários deslumbrantes escondidos na imensidão amazônica, alguns se destacam. O Parque Nacional do Jaú, por exemplo, é Patrimônio Mundial da UNESCO por proteger florestas alagadas e toda a bacia do Rio Jaú, um afluente do Rio Negro. Cruzeiros fluviais e hotéis de selva oferecem diferentes atividades, como trilhas, passeios de barco, contemplação da natureza, visitas a comunidades ribeirinhas e muito mais.

    O Parque Nacional de Anavilhanas, por sua vez, detém o título de segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com 400 ilhas, 60 lagos e localização mais do que privilegiada no Rio Negro. Os charmosos jungle lodges e cruzeiros também contam com roteiros diversificados, incluindo trilhas aquáticas, observação da vida selvagem, mergulho, etc. 

    No estado do Pará, a Amazônia revela uma paisagem diferente, marcada por rios de águas claras e praias fluviais. O destaque fica para Alter do Chão e o Rio Tapajós, conhecidos pelas águas surpreendentemente transparentes e tons que lembram o Caribe. A experiência na região combina contato direto com a floresta, observação de animais silvestres, como os botos-cor-de-rosa e a diversidade impressionante de árvores, plantas e flores que definem a Amazônia.

    Qual a melhor época na Amazônia?

    • Amazonas: entre janeiro e setembro, quando os rios estão mais cheios. Esse período favorece a navegação, trilhas aquáticas e o acesso a áreas de floresta alagada, além de boas chances de observação da fauna ao longo dos rios Negro e Solimões.
    • Pará: entre agosto e dezembro, durante a estação mais seca. É quando as praias fluviais do Rio Tapajós aparecem, criando paisagens de águas claras e areia branca, especialmente na região de Alter do Chão.

    Onde ficar na Amazônia?

    Apesar da imersão total na natureza, a Amazônia oferece diferentes padrões de pacotes, do simples ao alto padrão, sempre com foco em experiências de ecoturismo. 

    • Amazonas:jungle lodges e cruzeiros fluviais próximos ao Parque Nacional do Jaú, ao Parque Nacional de Anavilhanas e ao longo do Rio Negro, ideais para quem busca uma imersão profunda na floresta e na biodiversidade amazônica.
    • Pará: a hospedagem se concentra em Alter do Chão e arredores do Rio Tapajós, com pousadas e hotéis voltados para natureza, praias fluviais e experiências mais leves, combinando floresta, rio e cultura local.

    Como chegar à Amazônia?

    • Amazonas: o principal acesso é pelo Aeroporto Internacional de Manaus (MAO). A partir de Manaus, os deslocamentos variam conforme o roteiro e podem incluir barcos, voos regionais e transfers organizados até lodges, parques nacionais ou cruzeiros fluviais.
    • Pará: a porta de entrada é o Aeroporto de Santarém (STM). De lá, o acesso a Alter do Chão e às áreas do Tapajós é feito por estrada ou barco, dependendo do tipo de experiência escolhida.

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    3 – Barra do Garças (MT)

    Paisagem natural de serras e rios em Barra do Garças, no Mato Grosso
    Photo: Secrataria de Turismo de Barra do Garcas

    O Mato Grosso esconde inúmeros destinos de ecoturismo, entre eles a pequena cidade de Barra do Garças, com apenas 60 mil habitantes. O clima tranquilo é um respiro muito bem-vindo para os turistas de grandes núcleos urbanos, que se encantam com os pontos turísticos recheados de belezas naturais.

    Não há quem não se apaixone pelas trilhas e belíssimos mirantes do Parque Estadual da Serra Azul, bem como pelos cânions estreitos, as piscinas de águas termais, as diversas cachoeiras de quedas altas e as paisagens cercadas por árvores e céu azul.

    Qual a melhor época no Barra do Garças?

    Faz calor o ano todo, então prepare-se para máximas de 34 °C — e sensação térmica ainda mais alta — no auge do verão. Clima perfeito para se refrescar nas Cachoeiras Azul, Perdida, Samambaia e no impressionante poço natural do Santuário das Araras!

    Onde ficar no Barra do Garças?

    Após se divertir com trekking ecológico, rafting no Rio Araguaia, banhos de cachoeira e mergulhos nos poços de água cristalina, descanse nas pousadas em áreas mais isoladas ou em hotéis no centro da cidade. É possível encontrar diárias a partir de R$ 160, dependendo da categoria da hospedagem e da temporada.

    Como chegar em Barra do Garças?

    O Aeroporto Internacional de Goiânia (GYN) é conveniente por receber voos de cidades de todo o Brasil. Até Barra do Garças, a viagem de carro dura pouco mais de cinco horas. O Aeroporto de Barra do Garças (BPG) também é uma opção, mas é contemplado apenas por voos de Cuiabá às segundas, quartas e sextas.

    4 – Chapada Diamantina (BA)

    A imponente cachoeira da Fumacinha despencando entre os paredões da Chapada Diamantina
    Photo: Lucas Ribeiro

    Cobrindo uma extensão de aproximadamente 38.000 km², a região Chapada Diamantina que abriga o Parque Nacional é o lugar perfeito para quem ama fazer trilhas. A região do Vale do Pati é considerada um dos melhores trekkings do mundo pela abundância de recursos naturais e paisagens de tirar o fôlego.

    As trilhas passam por rios, cachoeiras, piscinas naturais, cavernas, morros e mirantes. Anote o que não pode faltar no seu roteiro de atividades: Cachoeiras do Buracão, Fumaça e Fumacinha, Poço Encantado e Poço Azul, Gruta da Lapa Doce e Pratinha. É uma experiência mais fantástica que a outra!

    Qual a melhor época na Chapada Diamantina?

    A estação seca (maio a outubro) é especialmente indicada para trilhas, enquanto a temporada chuvosa (novembro a abril) é ideal para banhos de cachoeira, trekking e admirar a vegetação. Apesar disso, pode não chover todos os dias na estação de chuvas.

    👉 Saiba mais: Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?

    Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Hotéis, pousadas e casas de família são algumas opções de hospedagem na Chapada Diamantina. As acomodações se dividem entre os municípios que cercam o parque: Lençóis, Mucugê, Palmeiras, Ibicoara e Andaraí.

    Nossos pacotes na Chapada Diamantina incluem hospedagem, transfer, passeios guiados e alimentação, todo o necessário para tornar a sua aventura melhor e mais prática!

    Como chegar na Chapada Diamantina?

    O Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) é a escolha da maioria dos turistas de outros estados ou países pela oferta de voos diretos, mas o mais próximo do parque nacional é o Aeroporto de Lençóis (LEC), que oferece voos limitados a partir de Belo Horizonte (MG).

    Desse ponto, o trajeto até o parque é de apenas 25 minutos (22 km), enquanto a rota (de carro ou ônibus) saindo da capital baiana dura quase 6 horas (411 km). 

    👉 Saiba mais:

    5 – Cambará do Sul (RS)

    Os profundos cânions de Cambará do Sul no Rio Grande do Sul
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    A 190 km de Porto Alegre, Cambará do Sul é conhecido como a Terra dos Cânions, sendo Itaimbezinho e Fortaleza os mais imponentes. Com até 900 metros de profundidade, são verdadeiros tesouros geológicos de formação vulcânica envoltos por Mata Atlântica e uma belíssima manta de araucárias. Ao que tudo indica, esse paraíso da Serra Gaúcha tem cerca de 135 milhões de anos!

    Os arredores são protegidos pelo Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional da Serra Geral, o que permite que os visitantes se aventurem nas cachoeiras, rios e trilhas verdejantes. A Trilha do Rio do Boi, a Cachoeira do Tigre Preto e a Pedra do Segredo são consideradas atrações imperdíveis.

    Qual a melhor época em Cambará do Sul?
    Frio, vento e neblina são frequentes, sobretudo entre os meses de maio e agosto, quando a temperatura média é de 8 °C. O clima é gelado, mas a visibilidade dos cânions nessa época é a melhor do ano.

    Confira mais detalhes sobre quando viajar para Cambará do Sul:

    • Abril (média 15 °C): melhor para passeios de quadriciclo e a cavalo
    • Setembro a novembro (média 18 °C): trilhas e contemplação da natureza
    • Dezembro a março (média 24 °C): trilhas e banhos de cachoeira

    Onde ficar em Cambará do Sul?

    A hospedagem em Cambará do Sul consiste principalmente em pousadas, cabanas, eco hotéis e glampings. Estadas mais baratas têm valor médio de R$ 120, enquanto as completas contam com diárias a partir de R$ 530.

    Como chegar em Cambará do Sul?

    O Aeroporto de Porto Alegre (POA) é a porta de entrada mais conveniente, mas o trajeto até Cambará é feito de carro — são quase 3 horas de viagem. No geral, os turistas contratam serviços privados de transporte para chegarem ao destino final.

    6 – Jalapão e Serras Gerais (TO)

    Dunas alaranjadas e veredas de buritis na paisagem do Jalapão, no TocantinsQuem gosta de viagens de ecoturismo certamente já ouviu falar no Jalapão, mas Serras Gerais, a “irmã menos famosa”, também é um prato cheio para os viciados em natureza.

    A distância entre os dois destinos é de 4 horas de viagem, oportunidade perfeita para quem puder estender a viagem e quiser explorar ainda mais as belezas de Tocantins!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é um verdadeiro paraíso natural, com formações geológicas de milhares de anos, céu estrelado e trilhas cobertas por vegetação intocada.

    Os grandes protagonistas, no entanto, são os fervedouros de águas azuis e borbulhantes, permitindo mergulhos sem o risco de afundar. Não deixe de conhecer os fervedouros do Soninho, Macaúbas, Bela Vista, Buriti e Buritizinho. 

    Qual a melhor época no Jalapão?

    O Jalapão é fantástico em qualquer época do ano, mas é especialmente indicado no período de maio a setembro, quando há menos chance de chuva e melhores condições climáticas para passeios ao ar livre.

    Onde ficar no Jalapão?

    O parque estadual se estende pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, onde ficam os hotéis, pousadas e hostels. Para aproveitar ao máximo, os turistas costumam fechar pacotes de até 6 dias — que incluem hospedagem, passeios guiados, transfer e refeições.

    Como chegar no Jalapão?

    Mateiros e São Félix são as portas de entrada do parque, sendo o Aeroporto de Palmas (PMW) o mais próximo. A rota até as cidades leva cerca de 4 horas de carro — transportes particular ou em grupo são inclusos nos pacotes de viagem para o Jalapão. Confira!

    👉 Saiba mais:

    Serras Gerais

    No Sudeste de Tocantins, em área de Cerrado, essa é a maior cadeia de serras do Brasil, abrangendo oito municípios apenas em território tocantinense. Os mais importantes são Natividade, Aurora do Tocantins, Almas e Dianópolis. Lavandeira, Taguatinga, Almas, Pindorama do Tocantins, Rio da Conceição e Paranã também são consideradas cidades-base.

    As principais atrações são rios de água cristalina, mirantes, cachoeiras e mais de 50 cavernas abertas para visitação. Rio Azuis, Cânion Encantado, Lagoa Bonita, Cachoeira do Registro e a Praia do Pequizeiro são paradas quase obrigatórias, mas há tanto a se fazer nas Serras Gerais que é possível montar um roteiro de até 15 dias!

    Qual a melhor época em Serras Gerais?

    Planeje suas férias entre abril e outubro, quando o clima é estável o bastante para a programação de atividades ao ar livre sem grandes riscos de chuva.

    Onde ficar em Serras Gerais?

    A hospedagem é feita nas cidades-base, com opções de hotéis, pousadas e glampings. Pacotes de viagem, que incluem acomodação e outros serviços, são os mais procurados pelos turistas por questões de comodidade e custo-benefício.

    Como chegar em Serras Gerais?

    O Aeroporto de Palmas é o mais próximo, mas o trajeto pela estrada até Serras Gerais é de cerca de 400 km, a depender do município. 

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Jardim de Maytrea com suas paineiras e o cerrado da Chapada dos Veadeiros, em Goiás
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    Também no Cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros se encontra com vários municípios, sendo Alto Paraíso de Goiás o principal. Quem se aventura no trekking tem a chance de explorar lugares espetaculares, como a Chapada Alta, o Rio Preto e inúmeras formações rochosas — como o Vale da Lua, que recebe esse nome pela aparência de superfície lunar causada pelo desgaste das pedras ao longo do tempo.

    O circuito de cachoeiras é um show à parte, considerado por muitos como o mais bonito de todo o Cerrado. A famosa Cachoeira dos Saltos, formada por diversas quedas d’água de até 120 m, se acumula em piscinas naturais perfeitas para espantar o calor após uma caminhada revigorante na Trilha dos Saltos.

    Qual a melhor época na Chapada dos Veadeiros?

    Para aproveitar tudo isso, é importante marcar suas férias no período certo. A melhor época para ir à Chapada dos Veadeiros é entre abril e julho, no finalzinho da temporada de chuvas e no começo da seca, quando as cachoeiras continuam cheias e a vegetação está bem verdinha.

    É possível que algumas trilhas estejam fechadas, mas há diversas outras opções para se aventurar!

    Onde ficar na Chapada dos Veadeiros?

    Hotéis e pousadas nos arredores da Chapada custam a partir de R$ 130 (diária), mas visitantes em busca de aventura e autenticidade costumam ficar em acampamentos dentro do parque nacional, com barracas e demais equipamentos inclusos no pacote de viagem. É uma experiência e tanto!

    👉 Conheça a viagem: Trekking Chapada dos Veadeiros

    Como chegar na Chapada dos Veadeiros?

    A distância entre o Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e Alto Paraíso é de 237 km, o equivalente a três horas de estrada. Confira as condições do pacote para saber mais sobre o transporte e demais detalhes da experiência.

    8 – Pantanal (MT/MS)

    Vida selvagem e áreas alagadas na vasta planície do PantanalO Pantanal é sinônimo de turismo ecológico graças às maravilhas naturais e aos projetos de conservação que trabalham incansavelmente para proteger um dos biomas mais fascinantes do Brasil. O turismo, inclusive, é um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para a proteção da flora, fauna e das comunidades locais.

    Abrangendo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal é tão grande e rico que reserva diferentes experiências nos lados norte e sul. Vale à pena conhecer os dois, mas é importante entender o que cada região tem a oferecer antes de programar sua viagem.

    O Pantanal Norte, no Mato Grosso, é acessado por Cuiabá, sendo Porto Jofre, no município de Poconé, o principal destino. A região é famosa pelos safáris de barcos para observação de onças-pintadas e outros animais pantaneiros.

    Já o Pantanal Sul, no Mato Grosso do Sul, tem Campo Grande como porta de entrada e Aquidauana, Miranda e Corumbá como áreas de destaque. Trilhas por savanas e florestas, observação da vida selvagem e passeios à cavalo são algumas atividades.

    Qual a melhor época no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a estação seca (julho a outubro), quando as chances de avistar os animais são maiores.
    • Pantanal Sul: entre maio e setembro, na estação seca, o clima é mais propício para safáris terrestres e avistamento de animais.

    Como chegar no Pantanal?

    • Pantanal Norte: a viagem do Aeroporto Internacional de Cuiabá (CGB) até Poconé dura cerca de 2 horas. De lá, a Rodovia Transpantaneira leva a Porto Jofre (146 km).
    • Pantanal Sul: a rota do Aeroporto de Campo Grande (CGR) até Aquidauana pode durar até 3 horas, enquanto o trajeto de carro para Miranda e Corumbá exige de 4 a 6 horas na estrada.

    Onde ficar no Pantanal?

    Apesar da imersão na natureza, a experiência de hospedagem no Pantanal pode ser de altíssimo padrão.

    • Pantanal Norte: a hospedagem em Porto Jofre permite vivências sem igual às margens do Rio Cuiabá, ideal para quem vai participar de safáris para ver onças-pintadas. Vale conferir: Safari Onça-Pintada no Pantanal Norte.
    • Pantanal Sul: há hotéis cinco estrelas com acomodações confortáveis, áreas de lazer, alimentação, roteiro de atividades, guias bilíngues, etc. Vale conferir: Imersão no Pantanal em Hotel de Luxo.

    Veja outros pacotes no Pantanal e viva a aventura mais incrível da sua vida!

    👉 Saiba mais:

    9 – Vale do Catimbau (PE)

    Formações rochosas e vegetação da caatinga no Vale do Catimbau, em Pernambuco
    Photo: Elias Rodrigues

    Eco turismo, arqueologia e astronomia fazem do Vale do Catimbau um dos destinos de ecoturismo mais surpreendentes do Nordeste, embora seja pouco conhecido pelo grande público.

    O Parque Nacional do Catimbau mostra a força da Caatinga, abrigando paisagens deslumbrantes e trilhas entre vales, serras, formações rochosas e um céu tão límpido que é possível observar satélites e estrelas cadentes. Neste cenário também se esconde um dos maiores sítios arqueológicos do Brasil, com artes rupestres de até 6 mil anos!

    A contratação de um guia experiente é indispensável. Em meio ao agreste e o sertão pernambucano, o Vale do Catimbau é muito extenso e conta com áreas de difícil navegação. Preze pela sua segurança!

    Qual a melhor época do Vale do Catimbau?

    O calor é algo a se considerar na hora de planejar a viagem. Entre setembro e dezembro, o céu permite maior visibilidade dos astros, mas o clima é seco. A temperatura é mais amena de março a agosto, com mais chuvas, vegetação verde e possibilidade de quedas d’água temporárias.

    Onde ficar no Vale do Catimbau?

    A hospedagem no Vale do Catimbau também se concentra no município, com opções de pousadas, chalés e ecocampings a partir de R$ 100 a diária.

    Como chegar no Vale do Catimbau?

    Do Aeroporto Internacional de Recife (REC) até Buíque, cidade que contempla o parque nacional, são quase 290 km — mais de 4 horas de carro. 

    10 – Nobres (MT)

    Araras sobrevoando a Lagoa das Araras em Nobres, no Mato Grosso
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    Outra opção de turismo de natureza no Mato Grosso é Nobres, um município localizado na região Centro-Sul do estado. É importante destacar, porém, que a maioria das atrações fica em Vila Bom Jardim, a 65 km.

    Visitantes são atraídos pelas trilhas, grutas, tirolesa, passeios de quadriciclo, boia cross, cachoeiras e rios de água azul e transparente. Assim como Bonito, as formações de água são ricas em calcário, o que permite flutuação quase sem nenhum esforço. Não deixe de visitar os Rios Salombra e Quebó Grande, Aquário Encantado, Refúgio das Águas, Lagoa das Araras e o Mirante do Serrado!

    A preservação ambiental é levada muito a sério. A gestão local controla o número de visitantes e cobra preços tabelados pelos passeios, o que garante um cuidado maior com os recursos naturais. Desta forma, os turistas devem reservar as experiências antecipadamente com agências credenciadas. Confira a lista de prestadores no site oficial da prefeitura de Nobres.

    Qual a melhor época em Nobres?

    A melhor época para conhecer Nobres é durante a estação seca, entre maio e setembro. Com pouca ou nenhuma chuva, as águas ficam ainda mais cristalinas!

    Onde ficar em Nobres?

    Pousadas aconchegantes são as principais opções de hospedagem, com diárias a partir de R$ 200

    Como chegar em Nobres?

    De avião, a forma mais fácil de chegar é pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá (COA), mas o trajeto até Nobres e Bom Jardim é de 187 km e 144 km, respectivamente. Rotas de ônibus, viagens de carro alugado ou transporte concedido pelas agências são as alternativas disponíveis de deslocamento.

    11 – Serra da Capivara (PI)

    Paredões e formações rochosas do Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí
    Photo: @educoelhoguia

    O Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais impressionantes parques nacionais do Brasil. Ao longo de 130 mil hectares há cavernas, paredões rochosos e trilhas de diferentes níveis de dificuldade.

    O verdadeiro destaque, no entanto, são os diversos sítios arqueológicos espalhados pela região. Estima-se que a Serra da Capivara abriga cerca de 30 mil pinturas rupestres de mais de 10 mil anos! Amantes de história também podem visitar o Museu da Natureza, que fica pertinho do parque.

    Qual a melhor época na Serra da Capivara?

    Recomenda-se viajar para a Serra da Capivara de maio a setembro, quando as chuvas estão menos fortes. Isso permite melhor exploração dos sítios arqueológicos, além de trilhas mais tranquilas.

    Onde ficar na Serra da Capivara?

    Os turistas costumam comprar pacotes que incluem passeios guiados, refeições, transporte e hospedagem em São Raimundo Nonato — município que dá acesso ao parque nacional. Os preços variam de acordo com a duração da viagem, atrações, tamanho do grupo e categoria do hotel.

    Como chegar na Serra da Capivara?

    Para chegar à Serra da Capivara, desembarque no Aeroporto de Petrolina (PNZ) e percorra uma distância de 294 km até São Raimundo Nonato.

    12 – Cerrado (GO/MG/BA)

    Paisagem aberta de vegetação típica do Cerrado brasileiro
    Photo: Fe Albori

    A savana do Brasil é o Cerrado, um riquíssimo bioma que se estende ao longo de dez estados do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, mas o destino de natureza da vez fica na tríplice fronteira entre Goiás, Minas Gerais e Bahia: a Pousada Trijunção.

    Muito mais que uma pousada, a Trijunção é uma aliada do Cerrado. Turismo regenerativo, utilização de energia solar e madeira de demolição, reutilização da água da chuva, reciclagem, separação de lixo orgânico, apoio a artesãos locais e emprego a prestadores da região são algumas das práticas sustentáveis mais notáveis.

    Certamente um dos melhores ecolodges da região, a pousada é a hospedagem ideal para quem é louco por atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e observação de pássaros. Em parceria com o Onçafari — projeto de conservação da biodiversidade brasileira —, o avistamento de lobos-guará é a experiência mais desejada pelos hóspedes, que embarcam em passeios noturnos para encontrar o maior canídeo da América do Sul em seu habitat natural.

    Qual a melhor época no Cerrado?

    Na estação seca (maio a setembro), trekking e observação de animais são as melhores experiências, mas é na estação chuvosa (outubro a abril) que a vegetação fica mais vibrante e os rios mais cheios

    Como chegar no Cerrado?

    Quem vai para Trijunção pelo ar deve pousar no Aeroporto Internacional de Brasília (BSB) e seguir até o destino final de carro ou avião fretado — ambos oferecidos pela pousada. Pela terra, o trajeto dura, aproximadamente, 5h30 (333,7 km). Entenda como visitar o Cerrado.

    👉 Conheça a viagem: Tour pelo Cerrado na Pousada Trijunção

    13 – Ibitipoca (MG)

    Trilhas e formações rochosas do Parque Estadual de Ibitipoca, em Minas GeraisConceição de Ibitipoca, ou simplesmente Ibitipoca, é um distrito de Lima Duarte, no Sudeste de Minas Gerais. Embora não seja tão conhecida, a vila reserva encantos naturais que enchem os olhos de qualquer um.

    Para conhecer a fundo esse lugar maravilhoso, a dica é se hospedar no Projeto Ibiti, uma organização socioambiental que também oferece experiências incríveis de turismo ecológico. Atualmente, o projeto conta com mais de 6.000 hectares de área em processo de recuperação de fauna e flora, além de apoiar esforços de turismo regenerativo e sustentabilidade econômica. Tudo isso garante mais suporte ao meio ambiente e às comunidades locais.

    A hospedagem em uma das três instalações (Engenho, Village e Remote) permite uma viagem de alto padrão em meio a trilhas, cachoeiras, grutas e mirantes. Conheça esse pedacinho de paraíso ao observar a vida selvagem, andar de bicicleta, praticar stand up paddle ou mergulhar nas piscinas naturais!

    Qual a melhor época em Ibitipoca?

    Entre abril e setembro, o clima é ótimo para trilhas e passeios ao ar livre, com média de 15 °C a 25 °C no outono e variação de 10 °C a 20 °C no inverno (durante o dia). Nos meses de primavera e verão, a vegetação fica vibrante e as cachoeiras bem cheias.

    Como chegar em Ibitipoca?

    Desembarque no Aeroporto da Zona da Mata (IZA) e siga para Lima Duarte de carro com o serviço de transporte do Projeto Ibiti (cerca de 2h30). Também há pista de pouso gramada e heliporto na propriedade.

    Pouso e decolagem de aviões particulares são aprovados mediante avaliação de condições meteorológicas e acompanhamento com pilotos experientes para condutores que nunca operaram na região.

    14 – Abrolhos (BA)

    Uma baleia-jubarte saltando nas águas do arquipélago de Abrolhos, na Bahia
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    Outro destino de ecoturismo perfeito para mergulhar é o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na costa sul da Bahia. Quem se aventura nas águas cristalinas entre as cinco ilhas vulcânicas do arquipélago (Santa Bárbara, Redonda, Guarita, Sueste e Siriba) se depara com o maior recife de corais do Atlântico Sul, embarcações naufragadas e várias espécies marinhas, como a tartaruga-cabeçuda.

    No entanto, a grande estrela de Abrolhos é, sem sombra de dúvidas, a baleia-jubarte. Todos os anos, atraídos pelos mares tranquilos e quentes do litoral baiano, esses gigantes migram da Antártida para se reproduzir e parir seus filhotes.

    Qual a melhor época em Abrolhos?

    A temporada de observação de baleias acontece entre julho e novembro, enquanto mergulho e snorkeling são melhor aproveitados de dezembro a fevereiro.

    Onde ficar em Abrolhos?

    Hotéis e pousadas funcionam em Caravelas, uma cidadezinha com cerca de 20 mil habitantes, mas muitos turistas optam pela hospedagem em cabines coletivas ou privadas em catamarãs que flutuam nas águas do parque nacional marinho.

    Além de não precisarem se deslocar para as cidades-base todos os dias, os visitantes ainda aproveitam uma viagem diferente e totalmente imersiva. Esse é o caso do pacote Mergulho Liveaboard Abrolhos, perfeito para quem não vê a hora de explorar o mar deslumbrante de Abrolhos. Reserve já!

    Como chegar em Abrolhos?

    Para chegar em Abrolhos, é preciso passar por Caravelas. O aeroporto mais próximo é o de Porto Seguro (BPS), a 145 km de distância. Os barcos são os únicos meios de transporte até as ilhas, operados por agências credenciadas.

    👉 Saiba mais:

    15 – Fernando de Noronha (PE)

    Praias e formações rochosas do arquipélago de Fernando de Noronha, em PernambucoFernando de Noronha é um dos principais destinos de ecoturismo de luxo no Brasil. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2001, as 21 ilhas do arquipélago abrigam praias de areia clara, águas cristalinas, belas paisagens e vegetação de Mata Atlântica.

    As ótimas condições de mergulho fazem de Noronha um destino muito procurado por mergulhadores experientes e amadores. Debaixo d’água, é possível encontrar diversas espécies fascinantes da fauna marinha brasileira, incluindo golfinho-rotador, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde e tubarão-limão. Veja nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha!

    Outras experiências incluem passeios a alguns dos cartões-postais do arquipélago: Cacimba do Padre, Baía dos Porcos, Praia do Sueste, Praia do Leão, Mirante do Boldró e muito mais!

    Qual a melhor época em Fernando de Noronha?

    Entre agosto e fevereiro, com auge em outubro, a visibilidade é perfeita para fotografia subaquática e avistamento de animais marinhos, mas Noronha guarda experiências incríveis durante o ano inteiro.

    Onde ficar em Fernando de Noronha?

    O arquipélago é recheado de hotéis e pousadas de diferentes categorias. Dependendo do pacote de viagem, a hospedagem é inclusa ou deve ser feita à parte.

    👉 Confira a viagem: Pacotes de Mergulho em Fernando de Noronha

    Como chegar em Fernando de Noronha?

    O trajeto mais comum é entre o Aeroporto Internacional de Recife (REC) e o Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN), mas também há voos de São Paulo e (GRU) e Natal (NAT).

    👉 Saiba mais:

    Vista panorâmica do litoral paradisíaco de Fernando de Noronha
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    Visite os melhores destinos de ecoturismo do Brasil com o PlanetaEXO

    Agora que você já conhece os melhores lugares para turismo ecológico no Brasil, que tal organizar a sua viagem? No PlanetaEXO, você encontra roteiros sustentáveis, opções de hospedagem que atendem suas necessidades e comodidades que prometem férias inesquecíveis. Fale conosco!

  • Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.

    No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.

    Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.

    Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.

    Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.Viajantes exploram um cenário natural deslumbrante do Brasil durante uma aventura em 2025

    Lençóis Maranhenses

    Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias

    Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.

    Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.Lagoas de água doce entre as dunas brancas dos Lençóis Maranhenses

    Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.

    Franck Nicolas

    👉 Explore as trilhas de caminhada nos Lençóis Maranhenses

    Vale do Pati (Chapada Diamantina)

    Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais

    No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.

    Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.Vista das montanhas e vales verdes do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.

    Dan Heath

    👉 Descubra as experiências de trekking no Vale do Pati

    Floresta Amazônica

    De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical

    A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.

    Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.Floresta densa e rios serpenteando pela Floresta Amazônica

    A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.

    Kristina Wagner

    👉 Escolha sua experiência na Amazônia

    Pantanal

    Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios

    No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.

    Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.Vida selvagem e áreas alagadas na vasta paisagem do Pantanal

    Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.

    Valerio Grandis

    👉 Veja as viagens para observação da vida selvagem no Pantanal

    Jalapão

    Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe

    Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.

    As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.Dunas alaranjadas e veredas na paisagem selvagem do Jalapão

    Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.

    Sarah Danflous

    👉 Explore as expedições ao Jalapão no CerradoA casa dos Aleixos cercada pelas montanhas do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar

    Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.

    Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.

    👉 Junte-se a nós em aventuras cinco estrelas que causam um impacto positivo.

  • Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário do PlanetaEXO revela como viagens sustentáveis avançam na conservação da floresta, ações locais que transformam discursos climáticos em prática e fortalecem comunidades amazônicas.

    São Paulo, novembro de 2025 – Após o encerramento da COP30 em Belém, um novo documentário chega para reforçar que a proteção da Amazônia depende, cada vez mais, de ações locais e contínuas. A plataforma de viagens sustentáveis PlanetaEXO acaba de lançar “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”, filme de 5 minutos que retrata como as comunidades amazônicas estão transformando o turismo em uma estratégia eficaz de conservação e geração de renda.

    O mini doc dirigido por Lucas Ribeiro, que é também fundador e CEO do PlanetaEXO, apresenta relatos de moradores que substituíram antigas atividades extrativistas por modelos de turismo de base comunitária. Ao acompanhar visitantes, compartilhar saberes tradicionais e cuidar diretamente do território, eles demonstram que é possível manter a floresta viva enquanto fortalecem suas economias locais.

    Os números recentes reforçam a urgência desse movimento. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia Legal registrou 5.796 km² de desmatamento, o menor índice em mais de uma década, segundo o PRODES/INPE. Mesmo assim, a degradação causada pelo fogo já responde por quase 40% das perdas recentes, indicando que a pressão sobre o bioma continua elevada. Para muitas famílias, o turismo desponta como uma alternativa concreta para permanecer no território sem recorrer a práticas que comprometem a floresta.

    Um dos depoimentos mais marcantes do filme sintetiza essa mudança de perspectiva. “O turismo me mostrou que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço e acaba ficando sem jantar. Isso é preço. Mas quando você entende o valor, é quando as coisas começam a mudar”, afirma Roberto Britto, ex-madeireiro e atual empreendedor do turismo.Arte de capa do documentário do PlanetaEXO sobre turismo sustentável na Amazônia

    O turismo me ensinou e me mostrou na prática que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço, e depois fica sem jantar. Isso é preço. Mas quando você começa a enxergar valor, aí as coisas começam a mudar.

    Roberto Britto

    O PlanetaEXO observa um crescente interesse por viagens responsáveis, o que fortalece projetos comunitários e amplia o impacto positivo do ecoturismo. Em 2025, a plataforma registrou um aumento de 210% no número de turistas na Amazônia em comparação ao ano anterior, com visitantes vindos dos Estados Unidos, França, Alemanha e outros países. 

    Dados do Banco Mundial mostram que o turismo sustentável já movimenta cerca de US$ 2,3 bilhões por ano na Amazônia. A cifra ainda é distante dos US$ 45 bilhões gerados por atividades extrativistas,mas trata-se de um mercado novo e em crescimento. O documentário do PlanetaEXO destaca exatamente as trajetórias de moradores da floresta que descobriram no turismo responsável uma fonte de renda mais sustentável. 

    “O filme mantém o foco nas pessoas por trás desses esforços. Em suas próprias palavras, elas descrevem como o turismo transformou a rotina, trouxe independência e ofereceu uma alternativa digna ao extrativismo”, diz Lucas Ribeiro. São relatos que complementam, de forma concreta, as discussões climáticas levantadas durante a COP30.

    Ficha Técnica “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”

    Formato: Documentário 

    Duração: 5 minutos

    Direção: Lucas Ribeiro
    Direção de Fotografia: Isadora Sá e Marcelo Bonifácio
    Edição: Marcelo Bonifácio
    Entrevistas: Larissa Mariano e Isadora Sá
    Assistência de Produção: Lucas Pinelli
    Agradecimentos Especiais: Equipe do Barco Zaltana

    Participações: Joarlison Garrido – Comunidade Nova Esperança; José Pancrácio – Comunidade Nova Esperança; Roberto Brito – Comunidade Tumbira; e Izolena Garrido – Comunidade Tumbira

  • 10 Dicas de Viagem para o Monte Roraima

    10 Dicas de Viagem para o Monte Roraima

    Conselhos práticos para se preparar para o tepui do Monte Roraima, cobrindo logística, equipamento, cultura e os desafios da trilha neste lugar único

    O guia de viagem do Monte Roraima começa por um número impressionante: o maciço se ergue a quase 3.000 metros acima do nível do mar, na fronteira entre Venezuela, Brasil e Guiana. Reconhecido como uma das formações geológicas mais antigas do mundo, o tepui guarda mistérios, uma fauna singular e paisagens que lembram outro planeta. Quem se prepara bem vive uma das trilhas mais extraordinárias da América do Sul, hoje um dos ícones do trekking no Brasil.

    Planejar a trilha do Monte Roraima exige mais do que fôlego. É preciso conhecer o clima, respeitar as comunidades locais e estar pronto para os desafios de longos dias de caminhada. Cada detalhe pesa: o que você coloca na mochila, como você treina e os guias que escolhe para a jornada.

    Travel Tips for Mount Roraima
    Photo: mariusz_prusaczyk

    No PlanetaEXO, acreditamos que a viagem ao Monte Roraima deve ir além de alcançar o platô. Ao escolher um dos pacotes do Monte Roraima, você caminha com segurança e ainda contribui diretamente para as comunidades indígenas e para a preservação desse ambiente frágil.

    Com isso em mente, veja as 10 dicas de viagem para o Monte Roraima que vão ajudar você a aproveitar ao máximo sua aventura:

    1. Contrate carregadores locais para a trilha do Monte Roraima

    Uma das primeiras dicas é contratar carregadores das comunidades indígenas do entorno do Monte Roraima. Esses profissionais levam o equipamento pesado, ajudam a montar os acampamentos e compartilham conhecimento cultural pelo caminho. A caminhada fica mais leve e sobra energia para você se concentrar nas vistas impressionantes.

    Os carregadores não são apenas ajudantes: são guardiões do tepui. Ao contratá-los, você fortalece a economia local e garante que sua viagem gere impacto positivo para famílias que vivem na região há séculos. Muitos viajantes descobrem que as conversas com os carregadores enriquecem a jornada tanto quanto as paisagens.

    Se você se pergunta se esse serviço é essencial, lembre que a travessia chega a 90 km em 8 a 10 dias. Carregar menos peso pode ser a diferença entre curtir a caminhada e sofrer com o cansaço. Apoiar os carregadores locais é prático e cheio de significado.

    Porter Service Mount Roraima
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    2. Planeje sua viagem com uma agência confiável

    Cruzar fronteiras, providenciar autorizações e entender o terreno não são tarefas para a última hora. Uma agência séria garante que a logística, como vistos, traslados e refeições sejam planejados com antecedência. Isso importa ainda mais quando lembramos que o ponto oficial de partida para saber como chegar ao Monte Roraima é Paraitepuy, na Venezuela, onde procedimentos ágeis na fronteira fazem toda a diferença.

    O PlanetaEXO trabalha com parceiros de confiança que conhecem cada etapa do trajeto. De Boa Vista, no Brasil, até Santa Elena de Uairén, na Venezuela, coordenamos a viagem com cuidado para garantir segurança e conforto. Com a gente, você não precisa se preocupar com transporte nem com a organização dos acampamentos.

    PlanetaEXO Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    👉 Dúvidas sobre os requisitos? Leia nosso blog sobre visto para o Monte Roraima

    3. Leve capas de chuva e equipamento impermeável

    O clima no Monte Roraima é imprevisível. Você pode encontrar sol forte de manhã, névoa à tarde e chuva à noite. Mesmo a melhor época para o Monte Roraima, que costuma ser a estação seca, registra pancadas frequentes. Por isso, jaqueta impermeável, capa para a mochila e sacos estanques para os eletrônicos são indispensáveis.

    Caminhar sem uma boa proteção contra a chuva costuma resultar em equipamento encharcado e noites desconfortáveis no acampamento. Muitas áreas de camping ficam expostas à umidade, e as barracas podem alagar durante temporais. Levar meias extras e uma toalha de microfibra faz enorme diferença no seu conforto.

    Não se trata só de ficar seco: é manter a energia para os longos dias que vêm pela frente. O ambiente do tepui é hostil, mas, com o equipamento de chuva certo, você encara tudo de frente e chega ao topo do Monte Roraima.

    Weather Mount Roraima
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    4. Prepare-se fisicamente para a subida ao topo do Monte Roraima

    Quão difícil é subir o Roraima? A resposta depende do preparo. A trilha inclui travessias de rios, trechos íngremes como La Rampa e pedras escorregadias ao redor das cachoeiras. Mesmo que você seja saudável, um treino de resistência torna a experiência muito mais prazerosa.

    Comece com caminhadas regulares ou longas pelo menos dois meses antes da viagem. Acrescente exercícios de cardio, como pedalar ou correr, e fortaleça as pernas com agachamentos e afundos. Lembre que a travessia acontece em altitude elevada, onde o ar é mais rarefeito e o cansaço chega mais rápido.

    O PlanetaEXO recomenda definir metas realistas. O desafio é possível para a maioria das pessoas, mas chegar preparado significa menos estresse e mais alegria.

    Tips for Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    👉 Para saber mais, confira nosso artigo completo: Quão difícil é subir o Monte Roraima?

    5. Interaja com a fauna, a flora e a comunidade local

    O Monte Roraima abriga plantas carnívoras como a Heliamphora nutans e espécies que não existem em nenhum outro lugar da Terra, como a rã-preta Oreophrynella quelchii. Um olhar atento no cume revela orquídeas brotando entre as rochas e aves coloridas cruzando os paredões.

    Igualmente importantes são as comunidades que vivem perto do tepui, como os Pemón e os Ingarikó. Esses povos compartilham tradições, guiam expedições e protegem os ecossistemas frágeis do platô. Ouvir suas histórias sobre o Monte Roraima dá profundidade à jornada e conecta você à cultura viva da região.

    Frog Mount Roraima
    @cafred33

    👉 Para unir a trilha com a troca cultural, conheça nosso Trekking de 8 Dias no Monte Roraima, que inclui momentos com guias locais e noites sob as estrelas

    6. Saiba o que levar para o Monte Roraima

    O sucesso da trilha do Monte Roraima depende muito do seu equipamento. Entre os itens essenciais estão botas de caminhada resistentes, bastões de trekking, uma lanterna de cabeça e um saco de dormir para temperaturas próximas de zero. As noites no tepui podem chegar a 0°C, mesmo você estando nos trópicos.

    Não esqueça as garrafas de água reutilizáveis e um purificador portátil. Manter-se hidratado é fundamental, já que a combinação de altitude e sol intenso esgota sua energia rápido. Utensílios leves de camping e lanches energéticos também ajudam. No tepui do Monte Roraima, você vai perceber que todo o esforço vale a pena.

    Night at Mount Roraima
    @overlandtheamericas

    👉 Pronto para o desafio? Participe da nossa Expedição de 10 Dias ao Monte Roraima

    7. Arrume sua bagagem com sabedoria

    O que você leva importa, mas a forma de arrumar importa igualmente. Separe seus pertences em compartimentos impermeáveis. Mantenha o essencial do dia a dia, como protetor solar, lanches e câmera, em um bolso de fácil acesso da mochila. Os itens pesados, como o material para dormir, devem ficar perto das costas para dar equilíbrio.

    Evite excesso de bagagem. Cada quilo a mais torna a trilha mais difícil, sobretudo nas subidas íngremes. Muitos caminhantes se arrependem de levar roupas desnecessárias ou objetos volumosos. Prefira peças versáteis, que podem ser usadas várias vezes.

    Dinheiro em espécie, passaporte e comprovante de vacinação contra febre amarela também são exigidos. As autoridades de fronteira conferem esses documentos, e mantê-los à mão evita atrasos. Organizar a bagagem garante tranquilidade durante a expedição.

    Trekking Mount Roraima
    .

    👉 Quer entender a rota completa e a logística? Leia nosso artigo sobre Como Chegar ao Monte Roraima

    8. Converse com outros viajantes e registre sua viagem

    O Monte Roraima atrai aventureiros do mundo inteiro. Trocar histórias na trilha cria amizades duradouras e transforma a jornada em uma memória coletiva. Ao redor da fogueira, as conversas costumam misturar espanhol, português e inglês, somando ao mosaico cultural.

    Registrar sua viagem em fotos, vídeos ou um diário de bordo torna a experiência atemporal. O platô oferece cenários surreais, como o Vale dos Cristais, o Lago Gladys e o mirante La Ventana. Capturar esses momentos ajuda você a reviver a aventura e a compartilhá-la com outras pessoas.

    Pense na sua travessia como parte de uma comunidade global de exploradores. Cada imagem, anotação e troca com outros caminhantes faz parte da história que você vai contar ao voltar para casa.

    Sunset Mount Roraima
    @watchluke

    9. Pesquise a história e a cultura local

    O Monte Roraima é mais do que uma maravilha geológica. Ele é sagrado para os povos indígenas há séculos e inspirou lendas como a da Árvore da Vida, que teria dado origem a rios e montanhas. Exploradores europeus o escalaram pela primeira vez em 1884, mas, muito antes disso, o tepui já fazia parte da cosmologia Pemón.

    Ler sobre essas tradições antes da viagem dá sentido a cada passo. Conhecer os mitos e os estudos científicos aprofunda sua admiração pela singularidade do platô. Esse repertório transforma a subida de um desafio físico em uma jornada cultural e histórica.

    Tips for Mount Roraima
    @alecio_Cezar

    👉 Interessado em detalhes fascinantes? Leia nosso artigo 10 Fatos Sobre o Monte Roraima

    10. Esteja aberto a novos desafios

    Mesmo com todo o preparo, o tepui vai surpreender você. O tempo muda rápido, os acampamentos podem ser desconfortáveis e o terreno exige resiliência. Aceitar esses desafios faz parte da aventura.

    A recompensa vai além de alcançar o topo do Monte Roraima: é a sensação de conquista, a conexão com a natureza e as amizades construídas pelo caminho. Muitos caminhantes descrevem o instante em que pisam no Ponto Triplo, onde três países se encontram, como o mais marcante de toda a viagem.

    Top of Mount Roraima
    .

    👉 Quer saber o que espera por você no cume? Não perca nosso post: o topo do Monte Roraima

    Viajar com o PlanetaEXO

    Escolher o PlanetaEXO para a sua travessia significa contar com logística confiável, guias experientes e práticas de viagem responsáveis. Da melhor organização do trajeto ao fornecimento de equipamento, cuidamos dos detalhes para que você foque na aventura.

    Nossas expedições acontecem em pequenos grupos, pensadas para reduzir o impacto ambiental e valorizar a autenticidade. Ao viajar com a gente, você apoia as comunidades indígenas e garante que o turismo contribua de forma positiva para a região.

    No fim das contas, as 10 dicas de viagem para o Monte Roraima não falam só de preparação: elas tornam sua jornada mais segura, mais rica e mais responsável. Pronto para transformar esse sonho em realidade?

    👉 Fale com a gente e comece a planejar sua expedição hoje mesmo

    Leia Mais

  • 10 curiosidades que você precisa saber sobre Abrolhos

    10 curiosidades que você precisa saber sobre Abrolhos

    Descubra as histórias únicas, a história e a biodiversidade que fazem do arquipélago de Abrolhos um dos destinos marinhos mais fascinantes do Brasil.

    O arquipélago de Abrolhos, na costa sul da Bahia, Brasil, é reconhecido como um dos ambientes marinhos mais extraordinários da América do Sul. Para aqueles interessados em saber mais, há curiosidades fascinantes sobre Abrolhos esperando para serem descobertas. O Brasil criou o Parque Nacional Marinho de Abrolhos em 1983, garantindo a proteção desse remoto grupo de ilhas e recifes.

    Você pode chegar a Abrolhos de barco saindo de Caravelas, uma pequena cidade litorânea na Bahia. As águas ao redor são rasas, mas contêm uma incrível concentração de nutrientes. Como resultado, elas oferecem condições ideais para recifes de corais, peixes coloridos e espécies marinhas maiores, como baleias jubarte.

    Humpback whales Abrolhos
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    Quando você viaja com o PlanetaEXO, sua visita não apenas conecta você a esse ecossistema único, mas também apoia as famílias locais. Além disso, cada aventura contribui para a conservação e gera renda para as comunidades vizinhas. 

    Curioso para explorar fatos únicos sobre Abrolhos? Continue lendo para descobrir os detalhes mais surpreendentes sobre este paraíso marinho.

    1. O que significa o nome Abrolhos em inglês?

    O nome “Abrolhos” vem da antiga expressão portuguesa “Abre os olhos”, que em português significa “abra os olhos”. Os marinheiros usavam o aviso para lembrar uns aos outros dos recifes perigosos que causavam inúmeros naufrágios.

    Os recifes do arquipélago de Abrolhos se estendem por vastas áreas e continuam difíceis de detectar à distância. Consequentemente, eles representaram sérios riscos para os navios que navegavam pela costa brasileira durante séculos.

    Ainda hoje, os mapas náuticos sinalizam Abrolhos com alertas. Esse legado conecta os viajantes modernos à história marítima do Brasil e explica por que Abrolhos sempre exigiu atenção e respeito.

    Facts About Abrolhos
    Foto: Roberto Costa Pinto

    👉 Veja este e outros parques nacionais brasileiros em nosso artigo

    2. A visita de Charles Darwin a Abrolhos

    Em 1832, o jovem naturalista Charles Darwin visitou Abrolhos durante sua viagem no HMS Beagle. Com apenas 23 anos, ele fez anotações sobre os recifes e a vida marinha da região.

    Darwin descreveu a abundância de peixes, as aves marinhas que nidificavam nas falésias rochosas e as formações de corais incomuns. Essas observações, embora breves, ajudaram a fortalecer seu interesse pela biodiversidade e adaptação.

    Sua visita continua sendo um dos fatos mais marcantes sobre Abrolhos, pois conecta esse arquipélago remoto à jornada inicial de um cientista que mais tarde mudaria a forma como entendemos a vida na Terra.

    Charles Darwin Abrolhos
    Foto: Wellcome Library, London

    3. Abrolhos como um laboratório vivo

    Abrolhos funciona como um laboratório vivo para a ciência. Pesquisadores do Brasil e do exterior visitam regularmente o local para estudar a resiliência dos corais, a migração das baleias, as colônias de aves que nidificam nas ilhas e as tartarugas marinhas que utilizam os recifes como área de alimentação.

    Além disso, projetos internacionais testam novos métodos de conservação aqui antes de aplicá-los em outros parques marinhos. Esses estudos transformam Abrolhos em um ponto de referência para a compreensão dos efeitos das mudanças climáticas.

    Para os viajantes, essa importância científica acrescenta outro significado. Explorar Abrolhos torna-se não apenas uma aventura, mas também uma oportunidade de testemunhar como o conhecimento cresce.

    Sea turtle Abrolhos
    .

    4. Águas seguras para as baleias jubarte

    Todos os anos, de julho a novembro, as águas calmas e quentes de Abrolhos recebem milhares de baleias jubarte que migram da Antártida.

    Os biólogos marinhos consideram a área o local de reprodução mais importante para as baleias jubarte no Atlântico Sul. Como resultado, os visitantes frequentemente avistam mães nadando com seus filhotes ou observam baleias saltando da superfície em espetaculares exibições.

    Os passeios de observação de baleias a partir de Caravelas estão entre as experiências mais populares para quem planeja o que fazer em Abrolhos, combinando emoção com educação sobre conservação.

    Humpback Whales Abrolhos
    @nathpinesso

    👉 Leia nosso guia de viagem completo sobre Abrolhos

    5. Um ponto importante para a biodiversidade e o endemismo

    Abrolhos se destaca como um dos ecossistemas marinhos mais ricos do Brasil. Mais de 1.300 espécies vivem aqui, incluindo peixes, golfinhos, tartarugas marinhas e aves marinhas. Muitas delas são endêmicas, existindo apenas nesta parte do país.

    Uma das espécies mais emblemáticas é o coral-cérebro (Mussismilia braziliensis). Ele forma estruturas de recife maciças e só aparece em Abrolhos. Na verdade, esse coral foi um dos principais motivos para a criação do parque, já que desempenha um papel vital na manutenção do equilíbrio ecológico.

    Infelizmente, o coral cérebro enfrenta sérias ameaças. Os cientistas monitoram o branqueamento, doenças como a praga branca e a faixa preta, a pesca excessiva e os impactos das mudanças climáticas. Sua fragilidade destaca a urgência de proteger o arquipélago de Abrolhos.

    Brain coral Abrolhos
    Foto: Gustavo Abrahim

    6. Ilha de Santa Bárbara, sede da Marinha

    Embora a maioria das ilhas de Abrolhos permaneça intocada, a Ilha de Santa Bárbara abriga uma base naval. Um farol construído em 1861 continua a guiar os navios, e famílias de militares vivem lá com uma pequena infraestrutura que inclui um heliporto e docas para barcos.

    Os turistas, no entanto, não podem desembarcar em Santa Bárbara. O acesso é rigorosamente controlado e as visitas são limitadas às águas ao redor da ilha. Como resultado, o resto do arquipélago permanece livre da interferência humana.

    Essa restrição demonstra como uma gestão cuidadosa ajuda a preservar as ilhas, ao mesmo tempo em que apoia a segurança nacional.

    Santa Barbara Brazilian Navy
    Foto: Gabi Carrera, Marinha do Brasil

    7. Origens vulcânicas e recifes ocultos

    As ilhas de Abrolhos tiveram origem em antigas atividades vulcânicas. Suas bases de basalto proporcionaram aos corais uma superfície para colonizar e se expandir em complexos sistemas de recifes.

    Além dos recifes rasos, Abrolhos também possui recifes mesofóticos. Estes ocorrem em profundidades médias e abrigam espécies que não são encontradas em águas mais rasas. Por exemplo, o Recife Califórnia tornou-se um local importante para a pesquisa marinha.

    Juntas, a geologia e a biologia criaram um ecossistema tridimensional. Essa formação única ajuda a explicar por que Abrolhos se tornou um local tão importante para estudos científicos.

    Dive in Abrolhos
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    8. Perigos de navegação e batalhas históricas

    Os recifes de Abrolhos sempre desafiaram os marinheiros. Inúmeros naufrágios contam histórias de erros de navegação, tempestades repentinas e conflitos navais.

    Em 1631, as frotas holandesa e luso-espanhola travaram uma batalha naval perto das ilhas. Alguns destroços dessa época ainda repousam no fundo do mar, misturando história com vida marinha.

    Hoje, mergulhadores exploram essas relíquias subaquáticas, enquanto historiadores as estudam para compreender melhor o passado colonial do Brasil. Essa combinação de cultura e natureza enriquece a lista de curiosidades sobre Abrolhos.

    Facts About Abrolhos
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    9. Reconhecimento internacional e desafios de conservação

    Abrolhos ganhou reconhecimento mundial. É um Sítio Ramsar por suas zonas úmidas e um posto avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica da UNESCO. Esses títulos destacam seu valor ecológico.

    No entanto, o parque enfrenta ameaças contínuas, incluindo mudanças climáticas, pesca ilegal e potencial exploração de petróleo. Os cientistas monitoram os recifes para entender como essas pressões alteram o ecossistema.

    Portanto, o turismo responsável torna-se essencial. Os visitantes contribuem diretamente para a conservação, apoiando operadores sustentáveis e respeitando as regras do parque.

    Facts About Abrolhos
    Foto: Gustavo Abrahim

    10. Os chapeirões encontrados apenas em Abrolhos

    Uma das características naturais mais marcantes de Abrolhos são os chapeirões. Essas torres de coral em forma de cogumelo erguem-se dramaticamente do fundo do mar, chegando a atingir 25 metros de altura.

    Cada nível de um chapeirão abriga diferentes espécies: esponjas e peixes na base, corais vibrantes no meio e cardumes de peixes se alimentando perto do topo. Sua estrutura cria habitats verticais encontrados em nenhum outro lugar do Brasil.

    Para mergulhadores e praticantes de snorkel, explorar essas formações é frequentemente o ponto alto da visita ao arquipélago de Abrolhos.

    Chapeirões Abrolhos
    Foto: Salmeidas

    👉 Explore nosso passeio de mergulho com hospedagem a bordo em Abrolhos

    Viajando com o PlanetaEXO

    Escolher o PlanetaEXO significa viajar com um propósito. Cada viagem gera renda para as famílias locais, ajudando as comunidades a prosperarem por meio do turismo.

    Acreditamos que cada aventura pode criar um impacto positivo para os viajantes, para a natureza e para as pessoas que vivem nas proximidades.

    Ao visitar Abrolhos conosco, você não apenas desfruta de um destino extraordinário, mas também contribui para sua proteção. Esse é uma das melhores curiosidades sobre Abrolhos.

    Leia mais

  • Como Chegar a Fernando de Noronha

    Como Chegar a Fernando de Noronha

    Conheça as principais rotas, os detalhes do aeroporto e as dicas de viagem para uma chegada tranquila a Fernando de Noronha, um santuário natural no meio do Atlântico

    Fernando de Noronha é Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos Parques Nacionais Marinhos mais preservados do Brasil. O turismo é controlado e há um limite diário de visitantes, e o arquipélago é conhecido pelas águas transparentes, pelos recifes de coral e pela fauna rara.

    Tartarugas marinhas, golfinhos e peixes coloridos fazem parte do cenário do dia a dia, o que transforma a ilha num polo de ecoturismo e pesquisa marinha. Toda essa beleza vem acompanhada de responsabilidade: regras rígidas ajudam a proteger a biodiversidade.

    How to get to Fernando de Noronha
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    O PlanetaEXO trabalha com parceiros locais para promover um turismo sustentável, com viagens que unem conforto, autenticidade e respeito pela natureza. Neste guia, você descobre como chegar em Fernando de Noronha: voos, rotas, taxas e detalhes práticos.

    Como chegar a Fernando de Noronha?

    De avião

    A forma mais rápida e comum de chegar ao arquipélago é pelo ar. Até pouco tempo atrás, a ilha era atendida apenas por voos diários saindo de Recife (REC) e voos semanais saindo de Natal (NAT). Desde 2024, a LATAM também opera voos diretos a partir do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo (GRU).

    A nova conexão com São Paulo acontece cinco vezes por semana (segundas, quartas, quintas, sextas e domingos) e leva cerca de 3h50. Essa rota ampliou muito o acesso internacional à ilha, já que Guarulhos é o maior hub internacional do Brasil, recebendo voos da Europa, dos Estados Unidos e de outros continentes.

    How to Get to Fernando de Noronha?
    @souza_aviation

    Como ir para Fernando de Noronha a partir do Reino Unido?

    Para quem viaja da Europa, as portas de entrada mais simples continuam sendo os voos diretos de Lisboa (LIS) para Recife ou Natal. Outra opção é passar por São Paulo, que conecta direto com Noronha ou oferece conexões domésticas rápidas, de 3 a 4 horas, até Recife ou Natal.

    Como chegar em Noronha saindo do Rio de Janeiro?

    Para quem sai do Rio de Janeiro, o caminho mais comum é fazer conexão em Recife (REC) ou em São Paulo (GRU). De Recife, é um voo curto de 1h15 até a ilha; de São Paulo, você pega o voo direto, que leva pouco menos de 4 horas.

    Para quem vem dos Estados Unidos, São Paulo também é a melhor alternativa, seguida de um voo direto para a ilha ou de uma conexão doméstica rápida.

    Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN)

    O Aeroporto Governador Carlos Wilson (FEN) é o único do arquipélago, construído nos anos 1930 e modernizado para atender ao ecoturismo. Fica no centro da ilha, perto da Vila dos Remédios e da maior parte das hospedagens.

    Pequeno, mas funcional, o FEN recebe voos diários de Recife e Natal e, agora, uma linha direta de São Paulo. É um aeroporto fácil de circular, com transfers rápidos para hotéis e pousadas.

    Em qualquer mapa de Fernando de Noronha, dá para notar como a localização do aeroporto é estratégica: ela reduz o tempo de deslocamento na chegada e simplifica a logística para quem visita.

    Fernando de Noronha Airport
    @casadaalbertinanoronha

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    Aeroportos com conexão

    • Recife (REC): o hub mais confiável, com vários voos diários para Noronha. O trajeto leva cerca de 1h15.
    • Natal (NAT): um hub menor, com voos diretos de cerca de 1h20.
    • São Paulo (GRU): o maior aeroporto internacional do Brasil, com conexões para o mundo todo. De Guarulhos, a rota direta da LATAM com voos para Fernando de Noronha leva menos de 4 horas.

    👉 Veja a melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha e alinhe seus voos com a estação que mais combina com seus planos

    De barco

    Dá para chegar a Fernando de Noronha de barco? Sim, mas não por balsas regulares. A localização isolada da ilha (cerca de 545 km de Recife) inviabiliza serviços de rotina.

    Algumas expedições à vela e iates particulares chegam ao arquipélago de Fernando de Noronha, mas precisam cumprir regras de entrada rígidas e se coordenar com as autoridades. Para a maioria dos viajantes, o barco não é uma opção realista.

    Boats Fernando de Noronha
    Photo: Fernando Klark

    Cruzeiros

    Alguns cruzeiros internacionais e brasileiros incluem Noronha no roteiro. Costumam partir de Recife, Natal ou de outros portos da América do Sul, como parte de travessias mais longas pelo Atlântico. As paradas costumam ser curtas, de meio dia a um dia, o que dá tempo de conhecer praias ou fazer um passeio guiado.

    Essas visitas raras oferecem outra perspectiva da ilha: aproximar-se das falésias vulcânicas e das baías de água turquesa vindo do mar. Não têm a flexibilidade do avião, mas seguem sendo uma opção para quem curte expedições marítimas.

    👉 Explore os pontos de mergulho em Fernando de Noronha se quiser somar experiências debaixo d'água à sua visita de cruzeiro

    Regras de entrada em Fernando de Noronha

    Você não precisa de um visto especial para visitar Fernando de Noronha, mas deve seguir as regras gerais de entrada no Brasil conforme a nacionalidade. Cidadãos de países com acordo de isenção podem ficar até 90 dias; os demais precisam de visto de turista antes de embarcar. Confira sempre a validade do passaporte e as exigências antes de viajar.

    Além das regras de imigração, todo visitante paga duas taxas locais: a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada por dia, e o ingresso do Parque Nacional Marinho, válido por 10 dias. As duas são obrigatórias e financiam diretamente a conservação e a infraestrutura.

    Dive Fernando de Noronha
    Photo: Zaira Matheus

    Outro ponto essencial é planejar com antecedência. Fernando de Noronha tem, por lei, um limite de 132.000 visitantes por ano e 11.000 por mês, definido em acordo entre Pernambuco e as autoridades federais.

    Um novo Estudo de Capacidade de Carga está em andamento para reavaliar esses números, já que alguns meses dos últimos anos ultrapassaram o limite mensal. Reservar cedo garante voos, hotéis e autorizações neste santuário protegido.

    👉 Quer descobrir mais curiosidades? Leia 10 curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Transporte na ilha

    Depois de resolver a dúvida de como chegar à ilha de Fernando de Noronha, é hora de pensar em como se locomover por lá. A ilha é pequena, mas as opções de transporte são variadas:

    • Ônibus: circula com regularidade do Porto ao Sueste.
    • Táxis e caronas pagas: mais caros, mas práticos para trajetos curtos.
    • Aluguel de buggy: a escolha mais popular para ter liberdade de circular.
    • Passeios de barco: essenciais para alcançar praias remotas e pontos de mergulho.
    • Carona: surpreendentemente comum e segura, reflexo do tamanho pequeno da ilha e do senso de comunidade.

    Em geral, os visitantes combinam transporte público com buggy ou caronas, o que facilita explorar sem perder os principais pontos altos.

    How to Get to Fernando de Noronha?
    Photo: Iza Correa

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    Viajar com o PlanetaEXO

    Com o PlanetaEXO, você tem apoio completo com voos, passeios e hospedagem, ao mesmo tempo em que contribui com as comunidades locais. Nossos guias experientes conhecem as trilhas, as águas e a cultura da ilha.

    Oferecemos pacotes selecionados, como o Pacote de 2 dias de Mergulho e a viagem de 5 dias de mergulho, além de cursos como o Curso de Mergulho Open Water Fernando de Noronha e o Advanced Adventurer, que combinam mergulho de alto nível com sustentabilidade para uma experiência segura e marcante.

    Com a gente, saber como chegar até Fernando de Noronha vem acompanhado da garantia de autenticidade, segurança e impacto positivo.

    👉 Fale com o PlanetaEXO hoje mesmo e comece a planejar sua aventura

    Leia mais

  • 10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    Do significado do nome às suas principais atrações e sua rica história, saiba tudo sobre o Jalapão no Brasil

    Conhecido por sua beleza remota, o Jalapão é um lugar onde rios formam nascentes cristalinas, dunas de areia se erguem no meio do cerrado e comunidades preservam tradições seculares. Essas características o tornam um paraíso para quem ama aventura e cultura.

    Dunas de areia dourada ao pôr do sol mostrando a beleza remota do Jalapão, onde dunas de areia se erguem no meio da savana.
    Photo: Rodrigo José Fernandes

    Mas, além do cenário natural, este destino carrega histórias que surpreendem até os viajantes mais experientes. Da formação dos fervedouros ao artesanato em capim-dourado e à história do território quilombola, há muito a ser explorado.

    Curioso para saber mais e descobrir em qual estado fica o Jalapão? O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Jalapão, montou uma lista com 10 curiosidades sobre o Jalapão para o seu próximo destino de férias. Confira abaixo!

    1. Maior Parque Estadual do Tocantins

    Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão cobre uma área de 158.800 hectares. Este não é apenas o maior parque estadual do Tocantins, mas também a savana mais significativa da América do Sul.

    Um viajante sentado à beira de um penhasco apreciando o pôr do sol sobre a vasta paisagem de savana do Parque Estadual do Jalapão.
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    Estendendo-se pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, o Jalapão protege dunas, nascentes, cachoeiras e vastos corredores de vida selvagem como uma das unidades de conservação mais importantes do Cerrado, um bioma que perdeu grandes porções de sua vegetação nativa nas últimas décadas.

    2. O Que Significa Jalapão?

    Aqui está uma curiosidade que desperta o interesse de todos: o que significa Jalapão?

    De acordo com historiadores, o nome está ligado a uma planta medicinal local chamada jalapa. Outrora abundante na região, ela era muito usada por suas propriedades curativas e se tornou um ponto de referência para viajantes e moradores.

    Uma flor de jalapa rosa vibrante desabrochando, a planta medicinal local que inspirou o significado do nome Jalapão.
    Photo: Linda De Volder

    Em português, o sufixo “ão” sugere vastidão ou profusão. Portanto, o nome se traduz como “a terra com abundância de jalapas”, refletindo tanto os recursos naturais do passado quanto a riqueza das paisagens atuais.

    3. Outrora um Mar

    Milhões de anos atrás, o Jalapão era coberto por um antigo mar. As formações rochosas, os planaltos e os cânions do parque são resquícios dessa paisagem pré-histórica. Paredões de arenito, erodidos ao longo de milênios, ainda revelam fósseis marinhos e marcas de ondulação.

     Um rio calmo fluindo por amplas áreas arenosas e penhascos escarpados durante o pôr do sol, refletindo o passado geológico da região.
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    Esse passado geológico explica a presença de amplas áreas de areia, penhascos acidentados e vales férteis, enquanto a ação constante da água e do vento moldou a terra na combinação única de dunas, rios e nascentes que vemos hoje.

    Os viajantes que caminham pelo Jalapão estão essencialmente cruzando o que antes era o fundo do mar. Na próxima vez que você percorrer suas trilhas, imagine que a areia dourada sob seus pés já fez parte de um vasto fundo oceânico!

    4. Os Fervedouros do Jalapão

    Como a água pode borbulhar incessantemente do chão sem nunca secar? Os fervedouros do Jalapão são nascentes cársticas naturais formadas quando rios subterrâneos empurram a água através de areia fina com alta pressão. Esse fluxo ascendente constante faz a superfície borbulhar e cria um efeito de flutuabilidade tão forte que é impossível afundar.

    Vista aérea de um fervedouro ciano cristalino cercado por buritis exuberantes no Parque Estadual do Jalapão.
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    Existem mais de uma centena de fervedouros no Parque Estadual do Jalapão, mas apenas alguns estão abertos para visitação. Alguns dos mais belos (e mais famosos) incluem o Fervedouro Bela Vista, Alecrim, Buritis, Buritizinho, Soninho, Ceiça, Rio Sono, e Encontro das Águas.

    Essas piscinas naturais são excepcionalmente cristalinas, variando do turquesa ao ciano, tornando-as alguns dos pontos mais fotogênicos do Brasil. Para protegê-las, as regras são rígidas: apenas até 8 pessoas por vez, 20 minutos por grupo, e não é permitido o uso de protetor solar antes de entrar para evitar a contaminação da água.

    👉 Leia mais: O que fazer no Jalapão?

    5. Sempre Faz Sol no Jalapão

    O Jalapão está localizado no norte do Brasil, uma das regiões mais quentes do país, o que significa que o clima é sempre ensolarado. Nos dias mais quentes, as temperaturas chegam facilmente a 30 a 34°C, enquanto a média mínima no inverno fica entre 15 e 20°C.

     Um pôr do sol brilhante visto através de uma parede de arenito natural, destacando o clima consistentemente ensolarado no norte do Brasil.
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    Mesmo durante a estação chuvosa (outubro a abril), o sol ainda ilumina o céu e cria a atmosfera perfeita para visitar os fervedouros e as cachoeiras.

    6. Dezenas de Cachoeiras e o Rio Novo

    Além dos fervedouros, o Jalapão também abriga dezenas de cachoeiras, como a Fumaça, Sussuapara, Soninho, Formiga, Lajeado, e Prata.

     A poderosa Cachoeira da Velha em forma de ferradura caindo sobre penhascos rochosos ao longo do bem preservado Rio Novo.
    Photo: Filipe Gonzaga Ferreira

    A Cachoeira da Velha, talvez a mais icônica de todo o parque, é especialmente conhecida por seu formato de ferradura. Com quase 100 metros de largura, ela é alimentada pelo Rio Novo, um dos rios de água potável mais bem preservados do mundo.

    Os viajantes também adoram a Prainha do Rio Novo, uma praia fluvial de areia dourada perfeita para se bronzear, relaxar e simplesmente apreciar a beleza do Parque Estadual do Jalapão.

    7. Lagoa do Japonês

    Embora não esteja dentro do Parque Estadual do Jalapão, a Lagoa do Japonês faz parte do circuito do Jalapão e é uma das atrações mais amadas da região.

    As águas azuis cristalinas da Lagoa do Japonês cercadas por penhascos rochosos em Pindorama do Tocantins.
    @carlosd_jalapao

    Situada na cidade de Pindorama do Tocantins, a lagoa, com suas águas azuis cristalinas e cercada por penhascos rochosos, faz parte da Estação Ecológica Serra Gerais.

    Com ótima infraestrutura, inclui restaurantes, banheiros, camping, atividades para crianças, redes e aluguel de equipamentos e sapatos (para proteger os pés das pedras afiadas no fundo da lagoa).

    Os visitantes da Lagoa do Japonês podem nadar, fazer passeios de barco, visitar a gruta e experimentar a tirolesa.

    👉 Leia mais: 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    8. História e Tradições Quilombolas

    A Rota Quilombola conecta três comunidades no Jalapão: Mumbuca, Prata e Rio Novo. Esses povoados tiveram origem como formas de resistência durante o período colonial do Brasil, quando os quilombos—assentamentos no interior fundados por pessoas de ascendência africana que escaparam da escravidão—se tornaram portos seguros para a liberdade e preservação cultural.

    Em Mumbuca, os viajantes descobrem a arte do capim-dourado com artesãos locais. Na comunidade da Prata, a rapadura (doce tradicional feito com cana-de-açúcar), a cachaça com ervas do Cerrado (bebida destilada brasileira também feita com cana-de-açúcar) e a agricultura orgânica mostram a conexão entre comida e cultura. Enquanto isso, o Rio Novo guarda histórias de liberdade e povoamento à beira do rio que inspirou o seu nome.

    Visitar esses lugares significa compartilhar experiências. Desde oficinas e música ao redor do fogo até receitas locais e mergulhos no rio, a Rota Quilombola convida os viajantes a apoiar o turismo sustentável enquanto aprendem sobre a história viva.

    9. Capim-Dourado, o Ouro do Jalapão

    Um dos tesouros culturais do Jalapão é o capim-dourado, uma planta cujas hastes douradas brilham como metal. Artesãos locais colhem-no com cuidado, tecendo-o em joias, cestos e itens decorativos que são admirados em todo o Brasil.

    Um close do capim-dourado no campo, o famoso capim dourado do Jalapão com hastes que brilham como metal.
    Photo: Daniel Zilenovski

    O artesanato dessa erva dourada não é apenas belo, mas também simbólico, representando a conexão entre as pessoas e a natureza que é passada de geração em geração. Para muitas famílias, também é uma importante fonte de renda.

    Possuir uma peça de capim-dourado significa levar para casa uma parte da identidade do Jalapão. Os visitantes podem comprar diretamente em comunidades como Mumbuca, garantindo que sua compra apoie meios de subsistência sustentáveis.

    10. Rica Biodiversidade

    Outra curiosidade sobre o Jalapão que vale a pena mencionar é a sua fauna e flora, ambas típicas do Cerrado.

    Uma arara-canindé pousada em um pedaço de madeira, representando as diversas espécies de pássaros que voam pelo céu do Jalapão.
    Photo: Dick Daniels

    Lobos-guarás, tamanduás-bandeira, tatus-canastra, queixadas, pequenos lagartos e gambás vagam por seus territórios, enquanto pássaros como araras-canindé, periquitos e joões-de-barro cruzam o céu. O pato-mergulhão, uma espécie altamente ameaçada, também vive na área.

    A flora é igualmente rica, com buritis, campos de capim-dourado e orquídeas raras colorindo a paisagem.

    👉 Leia mais: 20 Animais Brasileiros: Curiosidades Sobre a Vida Selvagem e Onde Encontrá-los

    Explorando o Jalapão com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Jalapão, cada jornada apoia guias locais, comunidades quilombolas e artesãos que mantêm as tradições vivas.

    Ao escolher passeios responsáveis, você também contribui para a proteção dos frágeis ecossistemas do Cerrado. Cada aventura é cuidadosamente planejada para minimizar o impacto e maximizar as contribuições positivas enquanto você aproveita as melhores férias da sua vida. Entre em contato conosco agora!

  • Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Confira nossas dicas de Manaus para aproveitar a cidade ao máximo e mergulhe neste lugar maravilhoso que mistura a atmosfera urbana com as riquezas naturais da Amazônia!

    Manaus, capital do estado do Amazonas, Brasil, foi listada pelo The New York Times como um dos 52 lugares no mundo que valem a pena visitar. Os visitantes fazem paradas rápidas lá a caminho da Floresta Amazônica, mas a maioria nem imagina a beleza e a autenticidade deste lugar.

    Além das maravilhas naturais, Manaus é cheia de história e cultura. Como a principal porta de entrada para a Amazônia, a capital oferece algo para todos — desde cruzeiros fluviais a expedições na selva e uma culinária local que reflete a biodiversidade da região.

    O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia, criou um guia de viagem completo para ajudar você a explorar esta cidade incrível. Leia mais abaixo!

    Sobre Manaus

    Manaus foi fundada no século XVII como um forte português, mas cresceu rapidamente durante o Ciclo da Borracha no final dos anos 1800. Recebeu este nome em homenagem ao grupo indígena Manaós, que habitava o território na época. Manaus significa “mãe dos deuses”.

    Fachada histórica de edifício colonial rosa e vermelho em Manaus, apresentando arquitetura da era do ciclo da borracha.
    @manauschibata

    O Ciclo da Borracha foi tão próspero que Manaus ficou conhecida como a “Paris dos Trópicos”, mas não durou muito devido à forte concorrência do exterior. Mesmo assim, a cidade se reinventou como uma metrópole regional onde vivem 2,3 milhões de pessoas hoje, além de ser um próspero centro de ecoturismo que mistura arquitetura colonial, mercados movimentados e paisagens exuberantes.

    Onde fica Manaus?

    Para quem se pergunta onde fica Manaus, a cidade está localizada no estado do Amazonas, na Região Norte do Brasil. Situada no centro-leste do estado, é uma área metropolitana fortemente influenciada pelos rios Negro e Amazonas.

    Pelo que Manaus é famosa?

    Manaus é conhecida principalmente como a principal porta de entrada para a Floresta Amazônica e um enorme destino de ecoturismo não apenas no Brasil, mas no mundo.

    A mistura única de aspectos urbanos e recursos naturais é o que torna uma viagem a Manaus tão fascinante e digna de visita.

    Vista aérea de um rio azul sinuoso fluindo através da exuberante Floresta Amazônica verde perto de Manaus.
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    Melhor época para visitar Manaus

    A cidade de Manaus tem um clima de floresta tropical, com duas estações principais: a estação chuvosa (dezembro a maio) e a estação seca (junho a novembro).

    Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio

    A floresta está em seu momento mais exuberante e vibrante, tornando-se a melhor época para ir para Amazônia se você busca passeios de barco. Com os níveis de água mais altos, você pode explorar os igapós (florestas inundadas) de canoa, o que garante uma perspectiva única da Amazônia.

    Árvores da floresta amazônica refletidas nas águas escuras e calmas de uma floresta inundada durante a estação chuvosa.
    Photo: @buyehelen

    Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro

    Ótimo período para caminhadas e observação da vida selvagem, pois os animais se reúnem perto dos rios e fontes de água. É também o momento perfeito para visitar o famoso Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões se encontram.

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    Como chegar a Manaus?

    A maioria dos viajantes chega a Manaus voando para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), servido por voos diretos de várias grandes cidades brasileiras (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo) e alguns destinos internacionais.

    Não há voos diretos dos EUA ou da Europa, então turistas estrangeiros devem viajar para Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR) primeiro, ou fazer conexão no Brasil.

    Voos partindo de países da América do Norte ou Europa geralmente têm escalas em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB). Desses destinos, leva-se de 3 a 4 horas para chegar a Manaus com as companhias aéreas Azul ou GOL.

    Vista da janela de um avião olhando para a asa em direção às nuvens e paisagem amazônica abaixo.
    @villaamazonia

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    O que fazer em Manaus?

    Um guia de viagem estaria incompleto sem uma lista sobre o que fazer em Manaus — a cidade oferece uma ampla gama de experiências e passeios que permitem aos visitantes vivenciar e desfrutar da beleza natural da Amazônia e da cultura local.

    Confira a seleção do PlanetaEXO de atividades imperdíveis!

    Passeio pelo Centro Histórico

    Embarque em um passeio pelo centro histórico de Manaus para mergulhar no núcleo cultural e gastronômico da cidade.

    Caminhe por edifícios tradicionais e marcos que mostram a rica herança de Manaus, incluindo o Mercado Adolpho Lisboa, o Palácio Rio Negro, a Igreja de São Sebastião e o Museu Casa Eduardo Ribeiro. Perfeito para quem ama história e experiências culturais!

    Fonte de ferro verde localizada em uma praça pública no centro histórico de Manaus cercada por árvores.
    @janelasdemanaus

    Teatro Amazonas

    O Teatro Amazonas é uma parte fundamental da história de Manaus. Construído durante o período do ciclo da borracha, costumava ser uma grande casa de ópera. Hoje em dia, como um dos marcos mais queridos da capital, está aberto para visitação.

    Ao visitar o teatro, passeie pelo Largo de São Sebastião, onde você pode explorar a encantadora igreja central e a praça animada ao redor.

    Endereço: Av. Eduardo Ribeiro, 659 — Centro, Manaus

    A fachada neoclássica rosa e a cúpula de azulejos coloridos do Teatro Amazonas em Manaus sob um céu azul.
    @manausnasfotos

    MUSA (Museu da Amazônia)

    O MUSA apresenta a diversidade sociocultural e biológica da Amazônia através de exposições temáticas e trilhas na floresta.

    Localizado em uma área de 100 hectares na Reserva Florestal Adolpho Ducke, possui uma torre de observação de 42 metros e centenas de espécies de plantas, como orquídeas, bromélias, aráceas, palmeiras, etc. Você também pode ver animais, incluindo cobras, escorpiões, aranhas e borboletas.

    Endereço: Av. Margarita, 6305 (antiga Av. Uirapuru) — Jorge Teixeira, Manaus

    Alta torre de observação de metal erguendo-se acima da densa copa verde da floresta amazônica no MUSA.
    @alaisooon

    Encontro das Águas

    O Encontro das Águas é um dos fenômenos naturais mais incríveis do Brasil. Devido às diferenças na velocidade da correnteza, temperatura e acidez, os rios Negro e Solimões se encontram, mas não se misturam.

    As águas pretas e marrons criam uma linha de contraste perfeita na água, dividindo sem esforço os dois rios em uma visão de cair o queixo.

    Vista aérea mostrando a linha divisória distinta onde o Rio Negro preto encontra o Rio Solimões marrom.
    @fromflora

    👉 Leia mais: 15 curiosidades sobre a Floresta Amazônica

    Bosque da Ciência (INPA)

    Para os amantes dos animais, o Bosque da Ciência, administrado pelo INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), é quase uma atração obrigatória para turistas visitando Manaus.

    Participe de visitas guiadas e aprenda tudo sobre vários animais amazônicos soltos, desde abelhas nativas até ariranhas. Se a vida selvagem não for seu principal interesse, as exposições também fornecem informações fascinantes sobre a flora da região e a biodiversidade única.

    Endereço: Av. Bem-Te-Vi, s/n — Petrópolis, Manaus

    Pequenos macacos-de-cheiro descansando juntos em cima de uma placa verde no Bosque da Ciência INPA.
    @yu.jhima

    Mirante Lúcia Almeida

    Para uma vista deslumbrante de Manaus no Brasil, o Mirante Lúcia Almeida é um local imperdível. Localizado perto do Teatro Amazonas, oferece vistas panorâmicas da cidade e do Rio Negro.

    É um lugar perfeito para relaxar, tirar fotos e apreciar o charme único do horizonte de Manaus.

    Endereço: Av. Sete de Setembro, 8 — Centro, Manaus

    Vista noturna do edifício iluminado do Mirante Lúcia Almeida refletido na água do rio em Manaus.
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    Melhores passeios na Amazônia saindo de Manaus

    A maioria dos passeios na Amazônia parte de Manaus, com destino a incríveis pontos de ecoturismo na floresta, como Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú, Presidente Figueiredo e Careiro. Veja algumas opções abaixo!

    PACOTE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cruzeiro na Amazônia Acomodação a bordo, expedições para Anavilhanas e Jaú, exploração de cavernas, caminhadas, praias fluviais, observação de vida selvagem, visita a grupos indígenas. 4 dias
    5 dias
    7 dias
    R$ 13.030
    Cruzeiro de Luxo na Amazônia Acomodação de luxo a bordo, Encontro das Águas, Lago Janauari, caminhada na selva, pesca, passeios de barco, passeios noturnos, praias fluviais, luau. 5 dias R$ 19.600
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia de luxo em Anavilhanas, caminhadas, canoagem, observação de vida selvagem, pesca, aulas de arco e flecha, visita a comunidades locais. 6 dias R$ 16.670
    Aventura na Amazônia Brasileira Estadia acessível, observação de aves, pesca, passeios de canoa, caminhadas na floresta, Encontro das Águas, visita a mercados locais. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 3.095
    Hotel Mirante do Gavião Estadia de alto padrão, caiaque, stand-up paddle, exploração de cavernas, observação de vida selvagem, passeios de barco. 4 dias
    5 dias
    R$ 9.940
    Expedição de Caiaque na Amazônia Caiaque, acampamento na floresta, caminhadas, pesca, focagem de jacarés, visita a locais. 4 dias R$ 3.187
    Tour de Sobrevivência na Selva Acampamento na floresta, aulas de técnicas de sobrevivência, trekking, canoagem, observação de vida selvagem. 4 dias
    6 dias
    R$ 5.070

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 6 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    O PlanetaEXO tem uma seleção completa de fantásticos pacotes de viagem para Amazônia. Descubra nossas aventuras!

    👉 Leia mais:

    Como se locomover em Manaus?

    Para saber como se locomover em Manaus, existem algumas opções:

    • Ônibus públicos: A cidade de Manaus tem um sistema de ônibus acessível, mas pode estar lotado nos horários de pico e ocasionalmente não ser confiável. A segurança é uma preocupação devido a furtos, então mantenha itens valiosos seguros e fique alerta. Verifique rotas com aplicativos como Moovit e Ônibus Manaus.
    • Aplicativos de transporte: Uber e 99 App oferecem viagens seguras com preços definidos, tornando-os ideais para viajantes solo, viagens noturnas e pessoas que não conhecem a área.
    • Balsas e serviços de barco: Para transporte fluvial, balsas e barcos partindo do Porto de Manaus podem levá-lo a áreas vizinhas e mais profundamente na Amazônia. Use operadores respeitáveis e siga as diretrizes de segurança para uma jornada segura.
    Pôr do sol sobre a orla de Manaus mostrando barcos atracados na área do porto flutuante.
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    Onde comer em Manaus

    A cidade é conhecida por ser um centro da culinária amazônica, famosa por pratos que você não encontrará em nenhum outro lugar. Ficou com fome? O guia de viagem de Manaus do PlanetaEXO listou alguns locais para você experimentar os sabores únicos da floresta!

    Biatüwi $$$

    Biatüwi é uma casa de culinária indígena no coração de Manaus, oferecendo uma experiência única enraizada na cultura indígena amazônica.

    Endereço: R. Bernardo Ramos, 97 — Centro, Manaus

    Close de uma pessoa polvilhando farinha de mandioca em um prato de peixe assado servido em uma folha de bananeira.
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    Caxiri Manaus $$$

    Com uma excelente vista do Teatro Amazonas, o Caxiri oferece uma experiência gastronômica sofisticada que celebra a culinária local. O menu é descrito como uma fusão de pratos tradicionais brasileiros com a cultura amazônica.

    Endereço: R. 10 de Julho, 495 — Centro, Manaus

    Prato sofisticado com camarão servido em uma tigela branca em um restaurante de Manaus.
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    Tambaqui de Banda $$

    O prato principal do Tambaqui de Banda é o tambaqui grelhado ao estilo tradicional. Conhecido mundialmente por seu amor e respeito pelos sabores amazônicos, o restaurante possui mesas internas e externas — com uma bela vista do Teatro Amazonas.

    Endereço: R. José Clemente, 596 — Centro, Manaus

    O Lenhador $$$

    O Lenhador serve vários pratos tradicionais, com grande foco em carnes regionais e porções generosas. Famoso por sua atmosfera rústica, é um local favorito para quem busca vivenciar a culinária local.

    Endereço: Av. do Turismo, 2371 — Ponta Negra, Manaus

    Peixe Tambaqui grelhado servido inteiro em uma folha de bananeira com vinagrete e rodelas de limão.
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    Peixaria Morada do Peixe $$

    Encantador restaurante de frutos do mar, a Peixaria Morada do Peixe é celebrada por seu peixe fresco e pratos amazônicos autênticos. Especializada em pratos regionais como tambaqui e pirarucu, oferece uma atmosfera relaxante perfeita para desfrutar da herança culinária de Manaus.

    Endereço: Beco Goiania, Conjunto Jardim Versalles — Planalto, Manaus

    Banzeiro Manaus $$$

    Misturando sabores tradicionais com técnicas contemporâneas, o menu do Banzeiro Manaus apresenta vários pratos regionais, com foco em receitas e ingredientes locais como tacacá, tambaqui, cupuaçu e até formigas saúvas.

    Endereço: R. Libertador, 102, — Nossa Senhora das Graças, Manaus

    Cachaçaria do Dedé $$$

    Famosa por sua seleção de cachaças premium e pratos de inspiração amazônica, a Cachaçaria do Dedé oferece uma experiência gastronômica única que mistura sabores locais com tradições culinárias brasileiras.

    Endereço: R. do Comercio, 1003-F (Box 4) — Parque 10 de Novembro, Manaus

    Onde ficar em Manaus

    Manaus tem ótimas opções de acomodação para atender diferentes orçamentos e preferências. Se você está procurando onde ficar em Manaus, saiba que muitos hotéis estão localizados perto das principais atrações, facilitando a exploração da cidade. Se você busca as melhores pousadas em Manaus ou hotéis de luxo, veja abaixo:

    Hotel Villa Amazonia ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Hotel boutique no centro histórico com vista para o jardim, um restaurante de inspiração amazônica e uma piscina de pedra natural.

    Endereço: R. 10 de Julho, 315 — Centro, Manaus

    Piscina externa cercada por jardins tropicais e varandas do Hotel Villa Amazonia.
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    Hotel Mural Living ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno e minimalista localizado no coração de Manaus, oferecendo quartos limpos e aconchegantes com decoração contemporânea. Perfeito para viajantes que buscam conforto e praticidade perto das principais atrações da cidade.

    Endereço: R. Doutor Moreira, 168 — Centro, Manaus

    Hostel Manaus ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado perto do centro histórico de Manaus, o Hostel Manaus possui acomodações econômicas em uma atmosfera vibrante e acolhedora. Ideal para mochileiros, dispõe de dormitórios compartilhados, quartos privados e um terraço na cobertura com vista para a cidade.

    Endereço: R. Lauro Calvacante, 231 — Centro, Manaus

    Vista exterior do edifício amarelo do Hostel Manaus sombreado por grandes árvores verdes.
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    Manaus Hóteis Millennium ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado dentro do Millennium Shopping, o hotel oferece quartos com varandas, piscina na cobertura e vistas panorâmicas.

    Endereço: Av. Djalma Batista, 1661 — Chapada, Manaus

    Seringal Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️

    A apenas 50 metros do Teatro Amazonas, oferece quartos aconchegantes com ar-condicionado, Wi-Fi e buffet de café da manhã.

    Endereço: R. Monsenhor Coutinho, 758 — Centro, Manaus

    Ramada by Wyndham Manaus Torres Center ⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno perto do Distrito Industrial com quartos contemporâneos, academia, restaurante no local e buffet de café da manhã à vontade. Ideal para viajantes a negócios e lazer.

    Endereço: Av. José Lindoso, 280, Coroado — Manaus

    Juma Ópera Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado no coração de Manaus e diretamente em frente ao icônico Teatro Amazonas, o Juma Ópera Hotel oferece uma mistura de charme histórico e luxo moderno. Com quartos elegantes, piscina na cobertura e um restaurante gourmet com culinária amazônica, é uma excelente escolha para quem busca uma estadia de alto nível perto dos marcos culturais da cidade.

    Endereço: R. 10 de Julho, 481 — Centro, Manaus

    Piscina na cobertura do Juma Ópera Hotel oferecendo uma vista direta da cúpula do Teatro Amazonas.
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    Manaus é seguro?

    No geral, Manaus é segura, mas como em qualquer outro destino, é importante ter cuidado com a integridade física, saúde e seus pertences pessoais. Aqui estão algumas dicas de segurança para sua viagem:

    • Bancos e Caixas Eletrônicos: Visite bancos apenas durante o dia, quando há segurança presente. Saque apenas pequenas quantias e evite caixas eletrônicos onde não haja ninguém por perto — se possível, não vá sozinho.
    • Segurança com dinheiro: Mantenha o dinheiro separado e considere carregar uma carteira falsa ou doleira com o mínimo de dinheiro para diminuir o impacto de um possível roubo.
    • Áreas públicas e pontos turísticos: Fique atento a batedores de carteira em áreas movimentadas. Evite exibir itens valiosos abertamente e use uma bolsa segura para seus pertences.
    • Vacinas: Embora não seja obrigatória, a vacina contra a febre amarela é recomendada para pessoas que vão à Amazônia — especialmente em países vizinhos, como Bolívia e Colômbia. O risco de malária é baixo, embora alguns escolham medicação preventiva. Certifique-se de que sua vacina antitetânica também esteja em dia para maior segurança.
    • Preparação para o clima: Manaus é quente e úmida, então mantenha-se hidratado, use roupas leves e use repelente de insetos — especialmente em áreas de floresta.

    Manaus, Brasil: mais do que apenas uma porta de entrada para a Floresta Amazônica

    Manaus é mais do que apenas uma parada rápida no caminho para a Amazônia — é um lugar fascinante com uma história complexa, cultura rica e paisagens naturais deslumbrantes. Ao reservar sua viagem à Amazônia, considere reservar alguns dias para explorar a cidade. Você vai adorar!

    Sol laranja brilhante se pondo atrás das silhuetas escuras das árvores da floresta amazônica.
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    Como uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com os melhores operadores locais para garantir a melhor experiência, desde a sua partida em Manaus até a participação em atividades no meio da floresta. Entre em contato conosco agora!

  • O Que Há no Topo do Monte Roraima

    O Que Há no Topo do Monte Roraima

    Conheça mais sobre os mistérios do tepui: fauna, paisagens e o que há no planalto do Monte Roraima

    Há séculos o Monte Roraima fascina viajantes, cientistas e contadores de histórias, como mostra o nosso guia de viagem do Monte Roraima. Com quase 3.000 metros acima do nível do mar, esse tepui de topo plano, exclusivo do Escudo das Guianas, parece saído de um romance de fantasia. Mas a pergunta que move os aventureiros é direta: o que há no topo do Monte Roraima?

    O topo do Monte Roraima guarda um planalto surreal, diferente de qualquer outro lugar do planeta: vales de cristal, piscinas naturais, formações rochosas estranhas e plantas e animais únicos, que só prosperam nesse ambiente isolado. Longe de ser um cume vazio, o planalto pulsa de biodiversidade e maravilhas geológicas.

    What's on top of Mount Roraima
    @diaz

    O PlanetaEXO, ao lado de parceiros locais de confiança, conduz expedições sustentáveis a essa paisagem remota. Muito além dos pacotes do Monte Roraima que levam ao ponto mais alto da montanha, a viagem é sobre turismo responsável: apoiar as comunidades indígenas e proteger o ambiente frágil do planalto.

    Sem mais rodeios, descubra o que há no topo do Monte Roraima e responda a outras dúvidas sobre o tepui do Roraima, um lugar fascinante:

    O que fazer no topo do Monte Roraima?

    O cume não é apenas uma rocha árida: é um mundo cheio de surpresas e experiências. Da vegetação singular às formações geológicas surreais, cada canto revela algo extraordinário. Se você se pergunta o que fazer no topo do Monte Roraima, veja as principais atividades e destaques que tornam o planalto tão marcante:

    Explore a vegetação única e as espécies endêmicas

    A vida no cume se adaptou para sobreviver em condições extremas. Plantas carnívoras como a Heliamphora nutans capturam insetos para compensar o solo pobre em nutrientes, enquanto orquídeas delicadas florescem entre as rochas.

    Olhe de perto e talvez aviste espécies endêmicas como a do tepui (Anomaloglossus roraima), a rã-negra-do-roraima (Oreophrynella quelchii) e a perereca Stefania roraimae. Essas espécies não existem em nenhum outro lugar do planeta, o que faz do planalto um tesouro natural.

    👉 Confira 10 dicas para o Monte Roraima antes da sua trilha

    Mount Roraima Frog
    @cafred33

    Suba a Maverick Rock: o ponto mais alto

    A formação rochosa mais famosa do cume é a Maverick Rock, que alcança 2.875 metros acima do nível do mar. Desse ponto culminante do Monte Roraima, os trilheiros descortinam vistas amplas sobre Venezuela, Brasil e Guiana. Em dias claros, parece que o mundo se estende sem fim sob os seus pés, enquanto as nuvens giram abaixo dos paredões.

    What's on top of Mount Roraima
    @potter_2024

    Caminhe pelo Vale dos Cristais

    Talvez a paisagem mais surreal do planalto seja o Vale dos Cristais, onde o chão cintila com incontáveis fragmentos de quartzo. Essas pedras reluzentes capturam a luz do sol e criam um efeito quase onírico. Andar por ali é como entrar em uma catedral natural feita de vidro.

    Valley of Crystals
    @brunaalanas

    Acampe nos "hotéis" naturais

    Em vez de acomodações tradicionais, os trilheiros se hospedam em cavernas e formações rochosas conhecidas como "hotéis". Esses abrigos protegem os caminhantes do vento e da chuva e mantêm a atmosfera rústica do tepui. Passar uma noite ali é uma experiência sem igual, como viver dentro da própria montanha.

    Camping Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Nade nas piscinas e jacuzzis naturais

    A água está por toda parte no planalto e forma piscinas e jacuzzis naturais encantadores. Depois de horas de caminhada, um mergulho refrescante nessas bacias cristalinas é puro deleite. Alimentadas pela chuva constante, elas espelham o céu e as rochas ao redor e reforçam a beleza fora do comum do planalto do Roraima.

    What's on top of Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Visite o Lago Gladys

    Outra parada marcante é o Lago Gladys, uma lagoa misteriosa encaixada em uma depressão do planalto. Cercada de rochas escuras e quase sempre envolta em névoa, tem uma atmosfera quase mística. Muitos viajantes a descrevem como um dos lugares mais tranquilos no topo do Monte Roraima, onde o silêncio e as águas paradas ampliam a sensação de estar em outro mundo.

    What's on top of Mount Roraima
    @yaikeldorta

    Admire a vista de La Ventana

    O mirante conhecido como La Ventana revela vistas impressionantes da Gran Sabana e do vizinho Monte Kukenan. Entre paredões altíssimos, você avista florestas imensas e cachoeiras que se perdem no horizonte. É um dos panoramas mais grandiosos no topo do Monte Roraima.

    What's on top of Mount Roraima
    @na7hann

    Conheça El Foso: o poço

    Outro ponto imperdível é o El Foso, um abismo profundo com uma piscina natural no fundo. Suas águas escuras e paredes de pedra altíssimas dão a impressão de uma câmara secreta esculpida pelo tempo. Muitos trilheiros consideram o banho ali uma das experiências mais marcantes da jornada.

    Fique sobre o ponto tríplice

    Em um dos cantos do planalto está o Ponto Tríplice, o local exato onde Brasil, Venezuela e Guiana se encontram. Parado ali, você está literalmente em três países ao mesmo tempo, um destaque raro e fascinante da expedição.

    👉 Venha com a gente na trilha de 10 dias e aproveite todas essas atividades durante a sua estadia no topo do Monte Roraima

    Triple Point
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    Alguém vive no topo do Monte Roraima?

    Não, não há assentamentos humanos permanentes no topo do Monte Roraima. O planalto é isolado e inóspito demais para se morar: solo raso, chuva frequente e noites geladas. Os trilheiros só permanecem por pouco tempo, em acampamentos ou abrigos naturais de rocha, durante as expedições.

    No entorno da base da montanha, porém, há comunidades que vivem e prosperam. Os Pemón (incluindo grupos como os Arekuna, Taurepang e Kamarakoto), além dos Ingarikó, Patamona, Akawaio e Wapishana, têm um vínculo profundo com a terra. Esses povos indígenas guiam expedições, compartilham seu patrimônio cultural e ajudam a garantir que o turismo respeite tradição e meio ambiente.

    👉 Quer conhecer detalhes ainda mais fascinantes? Veja o nosso artigo com 10 fatos sobre o Monte Roraima!

    Reach the top of Mount Roraima
    @overlandtheamericas

    Dá para chegar ao topo do Monte Roraima?

    Sim, dá! Chegar ao topo do Monte Roraima exige determinação, mas não é privilégio de alpinistas profissionais. A subida é uma trilha de vários dias que parte de Paraitepuy, uma comunidade indígena na Venezuela, com roteiros organizados por guias locais experientes.

    A trilha costuma levar de 8 a 10 dias e cobre cerca de 90 a 100 quilômetros. Você atravessa rios, encostas rochosas e trechos íngremes como La Rampa, um corredor natural que conduz os caminhantes ao tepui do Monte Roraima. É um percurso exigente, mas viável para quem tem bom preparo físico e boa preparação.

    No cume, o esforço é recompensado por paisagens que parecem de outro planeta. Ao atravessar o planalto, você sente como se tivesse entrado nas páginas de O Mundo Perdido, de Arthur Conan Doyle, obra inspirada justamente nesta montanha.

    👉 Pensando no desafio? Leia o nosso artigo completo sobre subir o Monte Roraima

    How hard is it to trek up Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Alguém já esteve no topo do Monte Roraima?

    Não só já foi escalado como milhares de viajantes fazem a jornada todos os anos. A primeira subida documentada ocorreu em 1884, pelo explorador britânico Sir Everard Thurn. Muito antes da chegada dos europeus, porém, povos indígenas como os Pemón já conheciam a montanha a fundo e a teciam em seus mitos e tradições.

    Hoje, o Monte Roraima é um destino de trekking conhecido. Cerca de 2.000 a 3.000 visitantes fazem a jornada a cada ano, vindos de todo o mundo para conhecer suas paisagens de outro planeta, dormir sob as estrelas e descobrir a biodiversidade única do tepui. Antes de planejar a sua trilha, não esqueça de conferir o visto para o Monte Roraima.

    👉 Curioso sobre logística e custos? Veja o nosso detalhamento de quanto custa subir o Monte Roraima

    Sunset Mount Roraima
    Photo: Talez Aziz

    Dá para chegar de avião ao topo do Monte Roraima?

    Helicopter landing at Mount Roraima
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    Essa é uma dúvida comum, e a resposta é sim: pousos de helicóptero são possíveis em certas áreas do cume. Alguns passeios partem de Boa Vista e seguem a mesma rota que cruza a fronteira até Paraitepuy antes de decolar rumo à montanha.

    Já no planalto, os visitantes podem explorar os destaques no topo do Monte Roraima. Os voos dependem das condições do tempo e seguem regras rígidas de conservação para reduzir o impacto ambiental.

    Para quem prefere não pousar, há também experiências aéreas. Voos panorâmicos revelam vistas grandiosas do Parque Nacional Canaima, do Salto Ángel, do Monte Kukenan e dos paredões imponentes do Monte Roraima antes de sobrevoar o planalto.

    👉 Prefere uma aventura mais intensa? Conheça a nossa trilha de 8 dias no Monte Roraima, uma experiência puxada e recompensadora

    O Monte Roraima é um tepui acima das nuvens?

    Sim, é. A 2.810 metros acima do nível do mar, o topo do Monte Roraima muitas vezes fura as nuvens. Em um instante o cume some em meio à névoa densa e, no seguinte, o céu se abre e revela vistas panorâmicas de Brasil, Guiana e Venezuela.

    Esse ambiente de grande altitude traz mudanças bruscas de tempo. Os dias podem ser surpreendentemente quentes, com sol forte que torna o ar rarefeito ainda mais intenso e exige hidratação constante e proteção solar.

    Ainda assim, o clima muda em minutos: o céu limpo dá lugar a pancadas repentinas de chuva e a ventos fortes que varrem o planalto. As noites podem ser geladas, com temperaturas caindo para perto de 0°C (32°F), mesmo estando nos trópicos.

    Mesmo com todos esses desafios e o tempo imprevisível, ver o mundo de cima das nuvens faz você se sentir ao mesmo tempo minúsculo e profundamente conectado à natureza.

    Top of Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    👉 Planejando a sua viagem? Não perca o nosso post sobre como chegar ao Monte Roraima

    Viaje com o PlanetaEXO

    Viajar com o PlanetaEXO é mais do que chegar ao cume: é fazer a sua aventura valer a pena. Ao escolher nossas expedições, você apoia diretamente as comunidades indígenas, ajuda a preservar o ecossistema frágil do tepui e garante que o turismo deixe uma marca positiva.

    Mantemos grupos pequenos e trabalhamos com guias locais de confiança, para que a sua experiência seja autêntica, segura e respeitosa com o meio ambiente. Assim, explorar o planalto e descobrir o que há no topo do Monte Roraima vira ao mesmo tempo uma conquista pessoal e uma contribuição para a conservação.

    👉 Quer viver essa aventura? Fale com a gente aqui e vamos começar a planejar a sua trilha no Monte Roraima!

    Leia mais:

    • Parques Nacionais do Brasil para visitar em 2025
    • 10 fatos que você precisa saber sobre o Monte Roraima
    • Como chegar ao Monte Roraima
  • Curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Mergulhe nos segredos de Fernando de Noronha, a ilha mais famosa do Brasil: um santuário de praias, recifes de coral e vida selvagem

    Escondido no oceano Atlântico, na costa nordeste do Brasil, o arquipélago de Fernando de Noronha parece um sonho que virou realidade, e o mergulho em Fernando de Noronha é só o começo. Águas turquesa, paisagens moldadas por antigas erupções vulcânicas, tartarugas marinhas e pores do sol memoráveis fazem dele um dos maiores tesouros naturais do Brasil. Não à toa, existem muitas curiosidades de Fernando de Noronha para descobrir.

    Mas o que torna Fernando de Noronha tão especial? Além da beleza, o arquipélago abriga uma variedade impressionante de vida marinha e de fauna, um verdadeiro parque para quem ama a natureza. Golfinhos, tubarões e aves exóticas convivem lado a lado neste refúgio protegido.

    Facts about Fernando de Noronha
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    No PlanetaEXO, acreditamos que toda viagem deve deixar um impacto positivo. Ao escolher pacotes de mergulho em Fernando de Noronha de forma responsável, você vive a aventura da sua vida e ainda ajuda parceiros locais e projetos de conservação a prosperar.

    Preparado para se surpreender? Reunimos abaixo 10 fatos sobre Fernando de Noronha que você precisa conhecer:

    1. Tubarões, golfinhos e vida marinha em Fernando de Noronha

    Ficou com receio dos tubarões? Pode relaxar. As águas são seguras e cristalinas, e abrigam espécies como tubarões-limão, tubarões-lixa e tubarões de recife, sempre com encontros acompanhados de perto por guias locais durante os mergulhos.

    Shark Fernando de Noronha
    Photo: Sandro Rodrigues

    Noronha também é famosa pelos golfinhos-rotadores que vivem por aqui e fazem apresentações diárias na Baía dos Golfinhos. Ver centenas deles saltando e girando no ar, no espetáculo que os moradores chamam de balé dos golfinhos, é uma experiência que marca para sempre.

    Aliás, Fernando de Noronha é um dos poucos lugares do mundo onde dá para ver golfinhos todos os dias.

    Além dessas estrelas, o arquipélago guarda mais de 230 espécies de peixes, crustáceos, raias e outros tubarões de recife. Em terra firme, você cruza com atobás-de-pé-vermelho, fragatas, rabos-de-palha, lagartos e caranguejos, prova de que a vida selvagem prospera tanto acima quanto abaixo da água.

    Spinner dolphins Fernando de Noronha
    Photo: Sandro Rodrigues

    👉 Quer saber mais sobre a fauna brasileira? Conheça a vida selvagem do Brasil e os melhores destinos para observá-la

    2. A menor rodovia do Brasil: a BR-363, em Fernando de Noronha

    Qual é o tamanho de Fernando de Noronha? O arquipélago ocupa apenas 26 km² e reúne 21 ilhas e ilhotas, mas só a ilha principal é habitada. Mesmo pequeno, ele está repleto de praias, trilhas e mirantes de tirar o fôlego.

    Noronha é cortada pela menor rodovia federal do Brasil, a BR-363, com apenas 7 km de extensão. É a via principal da ilha para ônibus, carros, motos e bugues, além de ser a única rodovia federal do país que não se conecta a nenhuma outra.

    Por ser tão compacta, pegar carona é comum e seguro, e os moradores dividem o trajeto sem hesitar. Outra curiosidade: a ilha tem um único posto de combustível, que vende a gasolina mais cara do Brasil, até 50% mais salgada do que em Recife.

    👉 Planejando a viagem? Descubra como chegar a Fernando de Noronha no nosso guia completo

    BR 363 Fernando de Noronha
    Photo: Iza Correa

    3. Um arquipélago vulcânico que já foi presídio e capitania hereditária

    Afinal, o que é Fernando de Noronha? Muito mais que uma ilha: é um arquipélago vulcânico formado há cerca de 12 milhões de anos, com falésias imponentes, rochas negras e um litoral esculpido pela lava que ainda hoje desenha suas paisagens.

    A ilha também já foi uma colônia penal: um presídio construído em 1737 funcionou por quase 200 anos, até a Segunda Guerra Mundial, quando Noronha virou base militar. Alguns presos viviam em confinamento rigoroso, enquanto outros, com penas mais leves, podiam pescar, nadar e até trazer a família.

    Para completar a história, Noronha foi a primeira capitania hereditária do Brasil. Em 1504, o rei Dom Manuel I concedeu o arquipélago ao comerciante Fernão de Noronha, dando início a esse sistema colonial de distribuição de terras.

    Facts about Fernando de Noronha
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    4. Patrimônio Mundial da UNESCO

    Desde 2001, Fernando de Noronha é reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO por sua beleza natural excepcional e sua biodiversidade. Pouquíssimos lugares no mundo recebem esse título, o que coloca a ilha em um clube seleto.

    O local foi escolhido pelos esforços de conservação marinha, pelos ecossistemas únicos e pelo papel de santuário de espécies ameaçadas de extinção.

    A UNESCO destacou as águas cristalinas, as paisagens vulcânicas marcantes e a abundância de vida marinha, incluindo golfinhos, tubarões e tartarugas, que prospera graças a fortes medidas de proteção.

    A UNESCO World Heritage Site 
    @visitbrasil

    5. Um Parque Nacional Marinho, livre de plástico e de carbono

    Mais de 70% de Fernando de Noronha é protegido como Parque Nacional Marinho, com limites rígidos ao turismo e um teto diário de visitantes para reduzir o impacto.

    Projetos de conservação como o Projeto Tamar (tartarugas marinhas) e o Projeto Golfinho Rotador (golfinhos-rotadores) puxam as ações de pesquisa e educação, ao lado de programas de restauração de recifes, pesca sustentável e monitoramento da fauna.

    Livre de plástico

    Desde 2018, Fernando de Noronha é oficialmente uma ilha livre de plástico. Um decreto proibiu a entrada, a venda e o uso de itens plásticos descartáveis, como garrafas, copos, canudos, sacolas, embalagens de isopor e outros descartáveis de uso único.

    Essa política rígida ajuda a reduzir a poluição dos oceanos e mantém as praias e os recifes do arquipélago intactos.

    Fernando de Noronha Plastic-free
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    Livre de carbono

    Noronha também é pioneira como ilha livre de carbono. O programa "Noronha Carbono Zero" pretende banir todos os veículos movidos a combustível fóssil até 2030, deixando apenas o transporte elétrico. Desde 2022, nenhum carro novo com motor a combustão pode entrar na ilha.

    Com isso, a ilha se tornou o primeiro lugar do Brasil a planejar oficialmente o fim dos veículos que emitem carbono.

    Outra medida que ajuda a preservar o arquipélago é o limite diário de visitantes. A ilha também aposta forte em energia renovável, sobretudo usinas solares, para reduzir sua pegada ambiental.

    Como prova desses esforços de conservação, a Praia do Sancho já foi eleita várias vezes a melhor praia do mundo pelos viajantes do TripAdvisor. Ela mostra como a proteção ambiental pode realçar a beleza natural.

    Praia do Sancho Fernando de Noronha
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    👉 Confira nosso artigo completo sobre os parques nacionais do Brasil para visitar em 2025

    6. O lugar perfeito para ver a tartaruga-de-pente (Hawksbill)

    Noronha é um refúgio para quem ama tartarugas: os visitantes podem nadar ao lado das tartarugas-de-pente, sempre sob regras rígidas e sustentáveis. O Projeto Tamar protege as áreas de desova, e é comum presenciar os filhotes fazendo a primeira viagem rumo ao mar.

    As tartarugas-de-pente estão criticamente ameaçadas: suas populações caíram mais de 80% no último século por causa da perda de habitat, da caça e das mudanças climáticas. Ainda assim, aqui elas encontram abrigo seguro. São grandes viajantes e costumam atravessar oceanos inteiros e até continentes em suas migrações.

    Para protegê-las, algumas praias fecham após as 18h, dando sossego às fêmeas na hora de botar os ovos. Capazes de viver até 50 anos e de manter os recifes de coral saudáveis, as tartarugas-de-pente deixam Noronha ainda mais mágica, sobretudo se você for na temporada de desova.

    Hawksbill Sea Turtle Fernando de Noronha
    @dohertyphotography

    👉 Quer saber quando ir? Veja qual é a melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha

    7. Mais perto da África do que você imagina

    Uma curiosidade geográfica: Fernando de Noronha fica a apenas 354 km da costa do Brasil, mas, em termos de distância, está mais perto da África do que de algumas capitais brasileiras.

    A localização remota, no meio do Atlântico, reforça o clima selvagem e intocado da ilha. Você sente mesmo que está em outro mundo. Esse isolamento também faz dela o ponto mais a leste do Brasil, marcado pelo Cabo de São Miguel.

    Além disso, o arquipélago fica bem na rota da Corrente Sul-Equatorial, que traz águas quentes e ricas em nutrientes vindas da África, ajudando a sustentar sua extraordinária vida marinha.

    Fernando de Noronha is near to Africa
    Photo: Google Maps

    8. As "Galápagos do Brasil"

    Já ouviu Noronha ser chamada de Galápagos do Brasil? É porque, assim como as Ilhas Galápagos, ela é um laboratório vivo da evolução. Muitas espécies daqui são endêmicas, ou seja, não existem em nenhum outro lugar do planeta.

    Entre elas estão a mabuia-de-noronha (um lagarto único), a anfisbena-de-noronha e duas aves raras: a guaracava-de-noronha e a juruviara-de-noronha.

    Cientistas e viajantes vêm até aqui para estudar e admirar a biodiversidade da ilha, o que a torna um destino imperdível para quem viaja com olhar ecológico.

    Noronha skink
    @mare.noronha

    9. Dá para mergulhar entre corais e naufrágios históricos

    Se você mergulha, Noronha é o paraíso. Seus recifes abrigam mais de 15 espécies de corais, algumas com séculos de idade, além de peixes-papagaio, peixes-anjo, cavalos-marinhos, barracudas, vermelhos e tartarugas-verdes. Com visibilidade de até 50 metros, essas águas estão entre as mais transparentes do mundo.

    A ilha também é famosa pelos naufrágios. O destaque é a Corveta Ipiranga V17, um navio da Marinha do Brasil que afundou em 1983 e hoje repousa intacto a 70 metros, considerado um dos mergulhos em naufrágio mais impressionantes do país.

    Para completar o mistério, há dois navios gregos: o Maria Stathatos, destruído por um incêndio em 1937, e o Eleni Stathatos, que naufragou após colidir com as rochas. Os dois seguem perto da costa e formam recifes artificiais que atraem cardumes.

    Dive in Fernando de Noronha
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    10. Poucos moradores e nenhum nascimento na ilha

    Fernando de Noronha abriga cerca de 3.000 moradores, a maioria trabalhando com turismo, pesca ou conservação. O ecoturismo sustenta a comunidade, garantindo renda e incentivando práticas sustentáveis, e os moradores têm orgulho de dividir a ilha com os visitantes.

    Desde 2004, a maternidade da ilha está fechada, então as gestantes precisam ir para Recife no sétimo mês, com os custos bancados pelo governo. Mesmo assim, as crianças ainda podem ser registradas como noronhenses, preservando a identidade insular.

    E vai uma curiosidade divertida: Noronha já sediou casamentos subaquáticos. Em 1991, um casal norte-americano se casou no fundo do mar, perto da Ponta da Sapata, e, em 2017, um casal local trocou alianças a 16 metros de profundidade, dentro da Caverna da Sapata.

    Facts about Fernando de Noronha
    Photo: Pamela Rech

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