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  • PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    PlanetaEXO integra rede global The Long Run

    O turismo consciente e de impacto positivo acaba de ganhar um novo impulso no Brasil. O PlanetaEXO anuncia sua filiação à The Long Run, uma das principais redes globais dedicadas ao turismo sustentável.

    Com essa conquista, o PlanetaEXO se torna a primeira empresa de viagens brasileira a integrar a The Long Run, uma rede internacional de destinos comprometidos com o turismo responsável. No Brasil, a rede já conta com nomes como Refúgio Ecológico Caiman, Pousada Trijunção e Ibiti Projeto. Agora, esse compromisso também se estende às experiências oferecidas pelos parceiros cuidadosamente selecionados do PlanetaEXO, todos alinhados com a estrutura de 4 Cs da The Long Run: Conservação, Comunidade, Cultura e Comércio.

    “Estar ao lado de iniciativas tão importantes e ter o reconhecimento da The Long Run é um marco para nós”, afirma Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO. “Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.

    Conservation The Long Run
    Photo: Aleksandrs Orlovs

    O que é a The Long Run e por que ela é importante

    Fundada pela Zeitz Foundation, a The Long Run é hoje uma das redes globais mais respeitadas na promoção do turismo que protege a natureza e apoia as comunidades locais. Seus membros se comprometem com quatro pilares fundamentais:

    • Conservação: Proteger a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental.
    • Comunidade: Envolver e beneficiar as populações locais.
    • Cultura: Promover e respeitar a diversidade cultural.
    • Comércio: Incentivar práticas comerciais sustentáveis a longo prazo.

    A admissão do PlanetaEXO seguiu um rigoroso processo de avaliação para garantir o alinhamento com esses princípios.

    Planetaexo The Long Run
    Photo: Lucas Neves

    Quem somos

    Fundado em 2021, o PlanetaEXO nasceu do desejo de conectar viajantes a aventuras autênticas e responsáveis, lideradas por guias locais e comunidades envolvidas na preservação ambiental. O projeto começou na Chapada Diamantina com a icônica trilha do Vale do Pati, mas desde o primeiro dia, o objetivo era mais amplo: tornar-se uma plataforma global para viagens sustentáveis.

    O PlanetaEXO faz mais do que organizar viagens, ele oferece experiências imersivas que priorizam o respeito ao meio ambiente e a liderança comunitária. Uma parte significativa da receita gerada pelos passeios vai diretamente para famílias locais, guias e pequenas empresas.

    “Nosso modelo foi projetado para ter um impacto positivo desde o início, não apenas para os viajantes, mas para todos os envolvidos. Sempre acreditamos que o turismo pode ser uma força para mudanças positivas, e fazer parte dessa comunidade global reforça o valor da nossa missão.”

    Lucas Ribeiro

    The Long Run
    Photo: Clovis Cruvinel

    O valor da colaboração global

    Em um mundo onde o turismo de massa muitas vezes prejudica os ecossistemas e apaga identidades culturais, The Long Run se destaca como um modelo de turismo transformador e inclusivo. A rede vai além das palavras da moda e promove benefícios profundos e de longo prazo para a natureza e as comunidades locais.

    Ao aderir a este movimento global, o PlanetaEXO não só se compromete com as melhores práticas, mas também ganha acesso à troca de conhecimentos, formação e colaboração internacional, ferramentas essenciais para melhorar o turismo orientado para o impacto, respeitando as realidades locais.

    Olhando para o futuro: o que vem por aí para a PlanetaEXO

    A adesão à The Long Run marca um novo capítulo na jornada do PlanetaEXO. Atualmente, a empresa está expandindo seus itinerários para novas regiões do Brasil e da América Latina, com foco em destinos de alto valor ecológico e cultural.

    A empresa também planeja investir em programas de treinamento, parcerias com projetos de conservação e melhorias tecnológicas para tornar as viagens sustentáveis mais acessíveis e eficientes.

    “Queremos mostrar que o turismo de aventura pode ser um verdadeiro catalisador para mudanças ambientais e sociais”, conclui Lucas Ribeiro. Nossa jornada está apenas começando.

    Iniciativa global The Long Run

    Sobre a The Long Run

    Fundada em 2009 pela Zeitz Foundation, a The Long Run é uma iniciativa global que apoia empresas de turismo comprometidas com um impacto positivo e de longo prazo. Com mais de 40 membros em cinco continentes, incluindo pousadas, reservas privadas e projetos comunitários, a rede protege atualmente mais de 20 milhões de acres de biodiversidade em todo o mundo.

    👉 Deseja saber mais sobre nosso compromisso como membro? Visite o perfil do PlanetaEXO no site da The Long Run.

  • Melhor Época para Mergulhar em Fernando de Noronha

    Melhor Época para Mergulhar em Fernando de Noronha

    Descubra a melhor época para mergulhar em Noronha: no Mar de Dentro as condições ficam calmas o ano todo, enquanto o Mar de Fora reserva aventuras eletrizantes durante a temporada de ondulações.

    O mergulho em Fernando de Noronha, arquipélago no litoral nordeste do Brasil, tem fama de ser um verdadeiro paraíso para quem mergulha. Não é difícil entender por que este Patrimônio Mundial da UNESCO está na lista de desejos de mergulhadores do mundo inteiro: águas cristalinas, vida marinha exuberante e paisagens submarinas de tirar o fôlego. Entre as dúvidas mais comuns de quem está planejando a viagem, uma se repete: “Quando mergulhar em Fernando de Noronha?” A resposta não é tão simples, porque Fernando de Noronha oferece ótimas condições de mergulho o ano inteiro. Ainda assim, as mudanças sazonais no clima, no estado do mar e na visibilidade da água podem alterar a experiência. Vamos aos detalhes para você planejar a viagem perfeita:

    Fernando de Noronha Island
    Baia do Sancho is one of the world’s 50 top beaches

    Índice

    1. Condições de mergulho o ano inteiro em Fernando de Noronha
    2. Variações sazonais em Fernando de Noronha
    3. Condições de vento e mar
    4. Ondulações e ondas sazonais
    5. Melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha: de março a julho
    6. O que espera você embaixo d'água?
    7. Condições de mergulho por temporada: tabela-resumo

    Condições de mergulho o ano inteiro em Fernando de Noronha

    Um dos motivos de o arquipélago estar entre os pontos de mergulho em Fernando de Noronha mais procurados é que as condições praticamente não mudam ao longo do ano. Graças ao clima tropical, o arquipélago mantém águas excelentes em qualquer estação. A temperatura média da água fica em torno de 27°C (80°F), ideal para mergulhar sem precisar de uma roupa de neoprene grossa.

    A visibilidade varia entre 25 e 50 metros (82 a 164 pés), o que garante vistas impressionantes do mundo submarino.

    Além disso, Fernando de Noronha abriga uma área protegida que sustenta os ecossistemas locais. Quem mergulha pode encontrar todo tipo de vida marinha, como tartarugas, tubarões-de-recife, raias, moreias e diferentes espécies de peixes. Os golfinhos-rotadores aparecem com frequência e são um dos grandes destaques para muitos visitantes.

    Diving in Fernando de Noronha
    Photo: All Angles

    Dá para mergulhar o ano inteiro, mas o arquipélago passa por variações sazonais que afetam vento, ondas e visibilidade. Essas mudanças podem interferir na qualidade dos mergulhos e definir quais áreas da ilha ficam mais adequadas em cada mês.

    👉 Ficou curioso sobre Fernando de Noronha? Conheça 10 curiosidades sobre Fernando de Noronha, esse paraíso brasileiro.

    Variações sazonais em Fernando de Noronha

    O “Mar de Dentro” e o “Mar de Fora” proporcionam experiências de mergulho bem diferentes para quem visita Fernando de Noronha.

    O Mar de Dentro, à esquerda da Ilha do Meio e voltado para o continente (ainda que bem distante), é mais protegido e mantém condições estáveis e constantes o ano inteiro. Isso faz dele um ótimo lugar para mergulhar, com pouca ondulação e visibilidade confiável.

    Já o Mar de Fora, do lado direito da ilha, fica mais exposto às forças da natureza, o que deixa as condições menos previsíveis. O vento e a ondulação oscilam bastante, o que gera desafios de navegação e limita o uso da área, mas o mergulho ainda é possível nos períodos mais calmos.

    Diving Spots in Fernando de Noronha
    Diving Spots in Fernando de Noronha

    Temporada seca (de agosto a fevereiro)

    Quando o assunto são as temporadas de mergulho, a melhor época para mergulhar começa a se desenhar entre agosto e fevereiro, que marca a estação seca, com tempo estável, chuva escassa e excelentes condições de mergulho.

    A visibilidade atinge o auge entre agosto e meados de outubro, o que a torna ideal para a fotografia subaquática e para explorar pontos mais profundos.

    No entanto, de meados de outubro a fevereiro chega a “temporada de ondas”. Nessa fase, ondulações e ondas fortes podem afetar o Mar de Dentro, o lado da ilha voltado para o litoral brasileiro. Essas ondulações revolvem a água, reduzem a visibilidade e deixam o mar mais agitado. Para quem mergulha, isso pode significar ajustar os planos e concentrar os mergulhos nos pontos do Mar de Fora, que costuma permanecer mais calmo nesse período.

    Temporada de chuvas (de março a julho)

    A temporada de chuvas, de março a julho, traz mais precipitação, sobretudo entre abril e junho. Por incrível que pareça, esse período costuma ter mares mais calmos e ótima visibilidade embaixo d'água, já que a chuva afeta principalmente a superfície.

    Essa estação é especialmente recomendada para quem quer explorar os dois lados da ilha sem depender do tempo, uma chance e tanto de conhecer o mundo submarino de Fernando de Noronha.

    A temporada de chuvas é muito recomendada para mergulhadores que priorizam mar calmo e boa visibilidade. Ela abre uma oportunidade única de explorar uma variedade maior de pontos de mergulho sem ficar limitado pelo tempo ou pelo estado do mar, e é também a melhor época para ir a Fernando de Noronha com calma e tranquilidade.

    When is the Best Time to Dive in Fernando de Noronha
    Photo: @gz_mergulho

    Condições de vento e mar

    As condições do mar e o clima em Fernando de Noronha mudam bastante ao longo do ano. Ventos fortes deixam a água mais agitada e dificultam a visibilidade.

    Os meses de ventos mais fortes são agosto e setembro, além do fim de dezembro e janeiro.

    • Agosto e setembro: os ventos mais fortes deixam o mar um pouco mais revolto, principalmente no lado voltado para o Mar de Dentro. A visibilidade pode ficar um pouco reduzida, mas mergulhadores experientes ainda aproveitam o desafio e descobrem os ecossistemas submarinos únicos de Noronha.
    • Dezembro e janeiro: o regime de ventos aumenta a agitação no Mar de Dentro. Os mergulhadores costumam ser direcionados para o Mar de Fora, onde as condições são mais estáveis. Essa capacidade de adaptação é uma das grandes vantagens de Fernando de Noronha e garante que o mergulho continue possível mesmo em condições menos favoráveis.

    Ondulações e ondas sazonais

    Entre novembro e fevereiro acontece o fenômeno conhecido como “swell”, que traz grandes ondas formadas em alto-mar. Esse movimento, que pode durar um dia ou dois, revolve o fundo do Mar de Fora e reduz a visibilidade por um tempo.

    Por outro lado, também cria oportunidades únicas de mergulho no Mar de Fora, já que o período costuma oferecer condições favoráveis para a exploração dessa região. As ondulações abrem caminho para explorar pontos que passariam despercebidos. Para os mergulhadores mais aventureiros, essas condições são empolgantes e acrescentam um toque de imprevisibilidade à experiência.

    Melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha: de março a julho

    Se você procura as condições de mergulho mais tranquilas e previsíveis, o período de março a julho é a melhor época para você mergulhar em Fernando de Noronha. Nesses meses, tanto o Mar de Dentro quanto o Mar de Fora costumam ficar calmos, o que permite acessar todos os pontos de mergulho.

    A visibilidade da água é excelente, e a ausência de ventos fortes garante entradas e saídas tranquilas.

    Esse período combina especialmente com mergulhadores iniciantes ou com quem busca uma experiência subaquática relaxante. É também uma das melhores épocas para mergulhar na ilha se você gosta de fotografia, porque as águas claras e a vida marinha abundante oferecem infinitas oportunidades de fotos incríveis.

    O que espera você embaixo d'água?

    Não importa quando você venha, o mundo submarino de Fernando de Noronha vai impressionar. Veja o que esperar:

    Tem opção para todos os gostos na ilha: de recifes coloridos e jardins de coral a naufrágios profundos e cavernas submarinas. Entre os pontos mais famosos estão o Cabeço da Sapata, Pedras Secas e Buraco das Cabras.

    Você vai ver muita biodiversidade marinha, como tartarugas marinhas, tubarões-de-recife, raias, moreias, peixes e muito mais. As águas de Noronha fervilham de vida. O arquipélago também é famoso pelos golfinhos-rotadores, que costumam aparecer saltando e girando perto da superfície.

    As rígidas medidas de conservação do Parque Marinho garantem que os pontos de mergulho continuem cheios de vida. Esse compromisso com a sustentabilidade torna a experiência melhor para quem mergulha e ajuda a proteger os ecossistemas do arquipélago.

    When is The Best Time to Dive in Fernando de Noronha
    Photo: Thiege Rodrigues

    Condições de mergulho por temporada: tabela-resumo

    Temporada Condições Melhores áreas de mergulho
    De março a julho Mar calmo tanto no Mar de Dentro quanto no Mar de Fora, visibilidade excelente, ideal para todos os mergulhadores. Pontos de mergulho do Mar de Dentro e do Mar de Fora
    De agosto a setembro Época de ventos, com alguma agitação e partículas em suspensão que reduzem um pouco a visibilidade. O Mar de Fora costuma ser mais abrigado.
    De novembro a março Ondulações e ondas fortes são possíveis, mas geralmente breves (1 a 2 dias). O Mar de Fora oferece melhores condições nesse período. Pontos do Mar de Fora, como o Cabeço da Sapata.
    De dezembro a janeiro O Mar de Dentro fica mais agitado, mas o Mar de Fora permanece mais calmo. Pode ser preciso ajustar os pontos conforme as condições. Pontos de mergulho do Mar de Fora.

    Planeje sua aventura de mergulho

    Agora que você já sabe a melhor época para o mergulho em Fernando de Noronha, que tal começar a planejar sua viagem? Confira os pacotes de mergulho em Fernando de Noronha do PlanetaEXO e descubra experiências para explorar o mundo submarino do arquipélago.

    Seja você iniciante ou mergulhador experiente, Fernando de Noronha reserva uma aventura e tanto!

  • Dia da Terra: 5 impactos positivos do ecoturismo

    Dia da Terra: 5 impactos positivos do ecoturismo

    No dia 22 de abril é celebrado o Dia Internacional da Terra, uma data que reforça a importância de repensarmos nossa relação com os recursos natura

    Em um cenário de consumo excessivo e degradação ambiental, o turismo também precisa ser repensado. Segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), a indústria do turismo é responsável por cerca de 8% das emissões globais de gases de efeito estufa (dados de 2023).

    No entanto, o turismo, se bem planejado, pode ser parte da solução. É nesse contexto que se destaca o ecoturismo sustentável. “O ecoturismo, quando feito de forma responsável e com o envolvimento das comunidades locais, pode gerar renda sem destruir os ecossistemas. Ele transforma visitantes em aliados da conservação”, diz Lucas Ribeiro, fundador da PlanetaEXO, uma plataforma global de ecoturismo.

    Por isso, iniciativas que envolvem comunidades locais e respeitam os limites dos ecossistemas são mais eficazes na preservação da natureza e na construção de alternativas econômicas sustentáveis.

    Neste Dia da Terra, veja a seguir 5 impactos positivos do ecoturismo:

    1. Conservação da biodiversidade

    O ecoturismo estimula a preservação de áreas naturais ao gerar valor econômico associado à conservação. Destinos que antes enfrentavam desmatamento, caça e mineração ilegal passam a ver na proteção da biodiversidade uma fonte de renda contínua e legítima.

    Caiman - Pantanal
    Foto: Felipe Castellari

    2. Fortalecimento das comunidades locais

    Ao empregar guias, artesãos, pequenos produtores e donos de hospedagens familiares, o ecoturismo distribui renda de forma descentralizada. “Esse modelo ajuda a manter as pessoas no território, com dignidade e protagonismo”, explica Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    positive impacts of ecotourism
    Foto: Aurelie-Poilleux

    3. Educação ambiental

    Viagens de ecoturismo proporcionam experiências de aprendizado direto com a natureza e com os saberes locais. Visitantes conhecem de perto os desafios ambientais de cada região e voltam para casa mais conscientes do seu papel como cidadãos.

    Cristalino Lodge - Amazônia
    Foto: João Paulo Krajewski

    4. Estímulo à economia circular

    A lógica do “consumir local” é central no ecoturismo. Alimentação, transporte e produtos típicos são priorizados, fortalecendo cadeias curtas de produção e reduzindo a pegada de carbono associada à viagem.

    Cerrado Rupestre - Jalapão
    Foto: Clovis Cruvinel

    5. Reconexão com o planeta

    Mais do que um estilo de viagem, o ecoturismo convida a uma mudança de mentalidade: sair do modo consumo e entrar em um ritmo mais atento, mais sensível aos ritmos da terra. Em tempos de urgência ambiental, essa atitude se torna um gesto político.

    Lençóis Maranhenses
    Foto: Paraíso do Caju

    Sustentabilidade

    Em biomas sob forte pressão – como a Amazônia e o Pantanal – os impactos positivos do ecoturismo têm se mostrado uma alternativa concreta ao avanço de atividades predatórias como o desmatamento, a mineração e o turismo descontrolado.

    Mais do que um simples passeio em meio à natureza, esse tipo de turismo convida à reconexão: com o meio ambiente, com os modos de vida tradicionais e, acima de tudo, com os limites do planeta. Em tempos de emergência climática, escassez de água e degradação acelerada do ecossistema, essa reconexão não é mais uma escolha individual. É uma necessidade coletiva, urgente e inevitável.

    Leia mais:

  • Quantos dias passar na Chapada Diamantina?

    Quantos dias passar na Chapada Diamantina?

    Uma visita à Chapada Diamantina não se resume a contar cachoeiras ou mirantes. Trata-se de explorar a grande variedade de paisagens que tornam esta região uma das mais singulares do Brasil.

    Quantos dias passar no Parque Nacional da Chapada Diamantina depende do seu estilo de viagem e dos seus objetivos, se você está procurando caminhadas panorâmicas, aventuras de trekking de vários dias ou apenas uma breve escapada da natureza em Salvador. Mas para realmente conhecer o parque nacional e sua variedade de trilhas, cânions e vales remotos, é recomendável ficar pelo menos 3 dias completos, sendo ideal de 5 a 7 dias.

    A Chapada Diamantina cobre mais de 38.000 quilômetros quadrados, estendendo-se pelo centro da Bahia. Uma viagem de 3 dias lhe dará uma primeira impressão, talvez uma caminhada até a Cachoeira da Fumaça, um pôr do sol no Morro do Pai Inácio e um mergulho no Poço Azul e no Poço do Diabo. Também devemos mencionar que, embora não seja permitido nadar, ainda é uma bela visita ao Poço Encantado. Mas com 5 a 7 dias, você pode explorar áreas mais remotas, como o Vale do Pati, descobrir cachoeiras escondidas e experimentar as paisagens contrastantes que tornam a Chapada tão única.

    No PlanetaEXO, somos especializados em ecoturismo no Brasil e oferecemos pacotes de viagem personalizados na Chapada Diamantina. Este guia irá ajudá-lo a entender o que é possível fazer dependendo de quantos dias você tem.

    Quantos dias passar na Chapada Diamantina
    Photo: Agata Fetschenko

    O que determina quanto tempo você deve ficar na Chapada Diamantina?

    Antes de decidir quantos dias passar na Chapada Diamantina, é importante considerar alguns fatores que irão moldar sua experiência:

    Logística

    A Chapada Diamantina é uma região remota no coração da Bahia, saber como chegar lá é essencial para um bom itinerário. O ponto de acesso mais comum é Salvador, com ônibus diários e traslados particulares para Lençóis, a principal cidade de entrada. A viagem de Salvador a Lençóis leva cerca de 5 a 6 horas por estrada. Se você planeja explorar áreas como Vale do Capão, Igatu ou o Vale do Pati, espere tempos de traslado adicionais em estradas menores e trilhas de caminhada.

    Por esse motivo, muitos viajantes optam por passar a primeira e a última noite em Lençóis para evitar conexões apertadas e transferências apressadas. Também vale a pena levar em consideração que os horários dos ônibus e as condições das estradas podem afetar os horários de chegada, especialmente durante a estação chuvosa. Planejar com alguma flexibilidade pode tornar sua experiência geral mais tranquila e menos estressante.

    Lençóis Chapada Diamantina
    Photo: Rudolf Ernst

    Estação e clima

    Ao viajar pela natureza, a época do ano pode moldar sua experiência. É por isso que é importante saber a melhor época para visitar. A estação seca, de maio a outubro, oferece um clima mais estável e melhores condições nas trilhas, tornando-a ideal para caminhadas mais longas, como a trilha do Vale do Pati. De novembro a abril, durante a estação chuvosa, as cachoeiras ficam mais cheias e as paisagens ficam mais verdes e vibrantes. No entanto, as trilhas podem ficar escorregadias e o acesso a certas áreas pode ser limitado após chuvas fortes.

    Outro fator sazonal é o impacto em atrações específicas. Durante os meses secos, piscinas naturais cristalinas e mirantes com ampla visibilidade são os destaques. Já na estação chuvosa, a principal atração é a força das cachoeiras, especialmente em locais como a Cachoeira da Fumaça e o Cachoeirão. Seja qual for a estação, é sempre bom verificar as condições das trilhas locais antes de sair, especialmente para caminhadas mais longas.

    Quantos dias passar na Chapada Diamantina
    Photo: @deborahbannach

    Seu estilo de viagem e ritmo

    A Chapada Diamantina oferece desafios e recompensas para viajantes de todas as idades. Embora a região exija um certo nível de esforço físico, todos podem aproveitá-la à sua maneira. Digamos que você esteja procurando uma experiência tranquila e imersiva. Se for esse o caso, recomendamos passar vários dias dentro do Vale do Pati (de 5 a 7 dias). Mas se seu objetivo é ver os principais destaques sem se comprometer com caminhadas de vários dias, uma estadia de 3 a 4 dias em Lençóis é uma boa opção.

    Também ajuda pensar sobre o tipo de paisagem que mais lhe interessa. A Chapada Diamantina oferece uma variedade surpreendente, desde montanhas com topos planos e planaltos de altitude elevada até cânions, cavernas e lagos subterrâneos. Se o seu foco é fazer trilhas, fotografar, nadar em cachoeiras ou simplesmente apreciar a paisagem, seus interesses terão um papel importante na definição de quantos dias você vai querer ficar.

    Cachoeira Chapada Diamantina
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    Melhores passeios pela Chapada Diamantina

    Se você ainda não tem certeza se um passeio de 3 dias é a escolha certa ou qual região da Chapada Diamantina você deve explorar, comparar suas opções de viagem pode ajudar na sua decisão.

    Na PlanetaEXO, selecionamos a melhor seleção de aventuras na Chapada Diamantina. De caminhadas de vários dias no Vale do Pati a passeios mais curtos e excursões panorâmicas de um dia, todos os nossos itinerários são selecionados pela sua qualidade, conhecimento local e autenticidade.

    Conheça o que cada passeio pela Chapada Diamantina tem a oferecer e encontre aquele que se adapta ao seu tempo e estilo de viagem.

    # de Dias Nome do Tour Destaques
    3 Dias Vale do Pati Trek Chapada Diamantina 3 dias Para quem tem pouco tempo, mas está determinado a vivenciar a essência do Vale do Pati. Um itinerário compacto, com longas caminhadas e poucas paradas.
    Excursão de 3 dias pela Chapada Diamantina Uma excursão confortável com hospedagem em hotel, caminhadas curtas e transporte entre algumas atrações.
    4 Dias Caminhada pelo Vale do Pati Chapada Diamantina 4 dias Uma alternativa mais tranquila à caminhada de 3 dias, com distâncias diárias mais curtas e tempo extra em áreas como a Caverna do Morro do Castelo e a Cachoeira do Calixto.
    5 Dias Caminhada pela Chapada Diamantina Vale do Pati 5 dias A travessia completa e clássica do Vale do Pati. Ideal para quem deseja percorrer todo o trajeto, visitando todas as áreas sem pular trechos.
    6 Dias Caminhada de 6 dias pela Chapada Diamantina Para caminhantes experientes que buscam variedade e desafios. Este itinerário vai além do Vale do Pati, combinando diferentes regiões, distâncias mais longas e caminhadas diárias mais exigentes.
    7 Dias Viagem à Chapada Diamantina 7 dias Ideal para famílias ou viajantes que procuram variedade sem se comprometer com longas caminhadas. Uma combinação de caminhadas leves, visitas culturais e atrações naturais espalhadas pelo parque.
    Pôr do sol Chapada Diamantina
    Photo: Guillaume Leman

    👉 Antes de partir, leia nossas 10 dicas de viagem para a Chapada Diamantina e aproveite ao máximo sua viagem.

    Pronto para explorar a Chapada Diamantina? Deixe-nos ajudá-lo!

    Se você está procurando uma caminhada de vários dias pelo Vale do Pati, passeios de um dia para cachoeiras e mirantes, ou uma mistura de cavernas, cânions e cultura local, a PlanetaEXO pode ajudá-lo a planejar a viagem perfeita com base em quantos dias você tem na Chapada Diamantina.

    Trabalhamos diretamente com guias locais especializados e só fazemos parceria com operadores responsáveis que compartilham nosso compromisso com a sustentabilidade e o apoio à comunidade. De caminhadas por vales remotos à descoberta de cachoeiras escondidas e pernoites em casas locais, vamos ajudar você a conhecer a Chapada de uma forma autêntica, com baixo impacto e inesquecível.

    👉Entre em contato e vamos começar a planejar sua aventura na Chapada Diamantina hoje mesmo!

    Leia mais:

  • 8 projetos de conservação na Amazônia para apoiar em 2025

    8 projetos de conservação na Amazônia para apoiar em 2025

    Educação ambiental, geração de renda para comunidades locais, reflorestamento e práticas de ecoturismo são algumas das ações realizadas por várias organizações sem fins lucrativos na Amazônia brasileira

    A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo, cobrindo uma área total de 6,74 milhões de km², enquanto o território brasileiro se estende por 4,2 milhões de km². Um ecossistema tão grande só pode significar efeitos igualmente grandes sobre o equilíbrio e a vida natural do planeta.

    Projetos de conservação na Amazônia

    Abrigando milhões de espécies diferentes de animais e plantas, a floresta é responsável por até 16% da água doce do mundo e também desempenha um papel importante no sequestro de carbono – o processo de capturar e armazenar o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, o que evita as mudanças climáticas.

    Tudo isso, no entanto, está ameaçado. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o desmatamento na Amazônia atingiu 4.315 km² de agosto de 2023 a julho de 2024 – uma área menor quando comparada ao mesmo período de 2022, mas ainda assim um número preocupante.

    Projetos de conservação na Amazônia - Brigada do Alter
    Foto: @guardioes_ti_kumaruara

    Os incêndios florestais são provavelmente o maior perigo atual. A Floresta Amazônica enfrentou a maior quantidade de incêndios nos últimos dezessete anos, concentrando 50,6% das queimadas do Brasil. O INPE estima que ocorreram 137.538 focos de calor na Amazônia até dezembro de 2024, incluindo queimadas (controladas ou não) e incêndios florestais.

    As consequências são terríveis: aumento da temperatura, secas mais prolongadas, rios mais baixos, morte de animais, má qualidade do ar e pessoas que dependem da floresta para sobreviver perdendo suas casas e principais fontes de renda. Para evitar essas terríveis repercussões, alguns projetos de conservação da Floresta Amazônica trabalham incansavelmente para proteger o que muitos chamam de “pulmão da Terra”.

    1 – Programa de Empreendedorismo e Negócios Sustentáveis da Amazônia (Pensa)

    Recursos que só podem ser encontrados localmente, natureza exuberante que atrai turistas de todo o mundo – o que prova que atividades de ecoturismo são poderosas soluções de conservação -, e grupos locais dispostos a aprender e empreender são alguns dos fatores que fazem da Floresta Amazônica um lugar promissor para o empreendedorismo sustentável.

    Projetos de conservação na Amazônia – Sustainable Amazon Foundation (FAS)
    Foto: Emile Gomes

    A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) combate a vulnerabilidade social com o Programa de Empreendedorismo e Negócios Sustentáveis da Amazônia (Pensa). Ao aliar tecnologia social à formação de empreendedores, o programa já apoiou mais de 583 comunidades em 16 Unidades de Conservação (UCs).

    Em 2023, 62 empreendimentos sustentáveis foram apoiados pela FAS e 323 pessoas ganharam novas habilidades. A renda média das famílias beneficiadas pelo Pensa aumentou em 19%, enquanto a receita total dos empreendimentos de turismo de base comunitária arrecadou R$ 5 milhões. Saiba mais e faça sua doação.

    Projetos de conservação na Amazôni - A Solution to Deforestation
    Roberto Brito, fundador do “Projeto Draft”.

    2 – Fundação Almerinda Malaquias (FAM)

    A Fundação Almerinda Malaquias (FAM) é uma instituição sem fins lucrativos sediada em Novo Airão, no Amazonas, cujas atividades estão focadas em três vertentes:

    • Geração de renda: capacitação de profissionais para a produção de artesanato e sabão
    • Educação ambiental: para que crianças e adolescentes da região conheçam mais sobre sua terra, bem como alternativas econômicas para o desenvolvimento sustentável
    • Ecoturismo: práticas de viagens ecologicamente corretas como ferramenta para impulsionar a educação e as oportunidades de trabalho

    Só em 2024, o FAM já ajudou 190 pessoas a se matricularem na escola, 45 famílias a gerarem renda e atendeu dez comunidades ribeirinhas em relação à educação e ao financiamento.

    Educação Ribeirinha Katerre - Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: @expedicaokaterre

    Para ajudar o FAM a mudar vidas, o Mirante do Gavião Amazon Lodge e a Expedição Katarre atuam como patrocinadores. Ambas são especializadas em ecoturismo, sendo que a Katarre oferece alguns dos melhores cruzeiros fluviais do Brasil.

    Você pode apoiar a FAM comprando seus belos produtos artesanais ou fazendo uma doação. Saiba mais no site oficial ou no perfil da mídia social.

    Projetos de conservação na Amazônia - Almerinda Malaquias Foundation (FAM)
    Foto: Fundação Almerinda Malaquias Foundation (FAM)

    3 – Instituto Mamirauá

    Em 2024, as secas severas eram a maior preocupação em relação à Amazônia. Muitas organizações sem fins lucrativos tomaram medidas para tentar reverter os efeitos causados pela falta de chuvas, com o Instituto Mamirauá de Desenvolvimento Sustentável (IDSM), fundado em 1999, na vanguarda das ações.

    Ao apresentar recomendações científicas às autoridades, esse projeto de conservação da Floresta Amazônica ofereceu apoio educacional às comunidades locais, criou diferentes métodos para melhorar o acesso à água potável e trabalhou durante todo o ano para minimizar as consequências desse período de seca atípico.

    Ações Seca 2024 Marimaua Amazonia -Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: Caroline Reucker

    O ecoturismo também é um fator importante. O Uakari Lodge está situado no meio da Reserva Mamirauá, construído com segurança sobre palafitas no Lago Tefé. Além de proporcionar uma imersão total na floresta, a pousada é um importante recurso para a conscientização ambiental e a pesquisa científica. As atividades promovidas pelo Uakari, como a observação da vida selvagem, têm sido muito úteis para a coleta de dados sobre os macacos uakari – a inspiração para o nome do lodge -, o que ajuda cientistas e biólogos a entender essa espécie e a criar formas eficazes de protegê-la e à Amazônia como um todo. Um artigo científico sobre esse assunto específico foi publicado na Revista Internacional de Primatologia em 2021.

    Saiba mais sobre esse projeto de prevenção da seca e faça uma doação on-line se você puder.

    Ações Seca 2024 Marimaua Amazonia - Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: Miguel Monteiro

    4 – Expedição Boto da Amazônia

    Desde 2021, o projeto Amazon Boto Expedition tem trabalhado para monitorar e investigar a proteção dos botos cor-de-rosa da Amazônia, além de implementar um estudo de longo prazo sobre a população desses animais para aprofundar o conhecimento sobre as espécies e encontrar formas ativas de protegê-las.

    Projetos de conservação na Amazônia - Sea Sheperd Brasil
    Foto: @seasheperdbrasil

    O projeto é liderado pela Sea Shepherd, uma organização internacional sem fins lucrativos de conservação marinha fundada em 1977 em Vancouver, Canadá. A filial brasileira tem o objetivo de ajudar os botos da Amazônia. Qualquer pessoa pode doar R$ 1 por dia para apoiar essa incrível iniciativa. Mais informações aqui.

    5 – Brigada de Incêndio Florestal de Alter do Chão

    Com sede em Alter do Chão, Pará, a Brigada de Incêndio Florestal é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2019. Esse projeto de conservação da Floresta Amazônica acredita que o combate a incêndios é, na verdade, um último recurso, pois é possível prevenir e controlar a propagação do fogo por meio da educação ambiental e de esforços coletivos – tanto da sociedade civil quanto das autoridades.

    Brigada do Alter - Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: @_fotografia23_

    Ao proteger a fauna e a flora locais, bem como a população indígena da região do Baixo Tapajós, a iniciativa serve de modelo para novas brigadas voluntárias não só na Amazônia, mas também em outros biomas brasileiros (Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampas e Pantanal)

    Veja mais informações sobre a Brigada de Incêndio Florestal de Alter do Chão em seu site oficial ou perfil de mídia social e mostre seu apoio.

    Brigada do Alter - Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: @egrymaia

    6 – Expedicionários da Saúde (EDS)

    Os Expedicionários da Saúde, também conhecidos como EDS, foram fundados em 2003 por um grupo de médicos voluntários para prestar assistência médica a grupos indígenas que vivem em áreas geograficamente isoladas da Floresta Amazônica.

    Ao longo dos anos, 300 voluntários percorreram mais de 500.000 km² da floresta para oferecer atendimento médico aos necessitados. Em 55 expedições, a EDS conseguiu realizar 10.486 cirurgias, 76.333 consultas, 148.125 exames e procedimentos médicos e doou 8.464 óculos de grau.

    O Dr. Ricardo Affonso, presidente da EDS, foi homenageado com o Prêmio Zayed de Sustentabilidade na COP28 (28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), em Abu Dhabi, em 2023. O reconhecimento foi um passo importante para a melhoria dos serviços médicos, mas o projeto precisa de doações constantes para continuar cuidando da saúde dos povos indígenas brasileiros. Ajude a EDS aqui.

    Projetos de conservação na Amazônia - EDS
    Foto: EDS

    7 – Mulheres Empreendedoras da Floresta

    O Mulheres Empreendedoras da Floresta capacita mulheres que vivem na Amazônia – especialmente nas cidades de Santarém, Belterra, Mojuí dos Campos e Aveiro, todas no oeste do Pará. Essa é uma iniciativa promovida pelo Projeto Saúde e Alegria ( PSA), uma organização sem fins lucrativos que atua na Amazônia brasileira desde o final dos anos 80.

    PSA -Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: Mulheres Empreendedoras da Floresta

    O desmatamento da Floresta Amazônica, devido à agricultura e à extração ilegal de madeira ou mineração, resulta em um ambiente inseguro para as comunidades próximas que dependem da floresta para viver. Considerando o cenário social desigual ao qual as mulheres são frequentemente submetidas, o PSA oferece treinamento profissional para que as mulheres amazônicas criem, gerenciem e desenvolvam seus próprios negócios, tudo em prol da construção de uma economia local mais confiável e sustentável.

    Para apoiar o Mulheres Empreendedoras da Floresta e outros projetos importantes, consulte o site oficial do PSA.

    PSA - Projetos de conservação na Amazônia - Mulheres Empreendedoras da Floresta
    Foto: Mulheres Empreendedoras da Floresta

    8 – Programa Carbono Neutro (PCN)

    O Programa Carbono Neutro (PCN) é o projeto mais duradouro gerenciado pelo Idesam, uma organização sem fins lucrativos criada em 2004 que trabalha em prol do bem-estar da floresta e de seu povo. O objetivo é permitir que pessoas e empresas assumam a responsabilidade pelo impacto que geram no planeta, compensando suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Essa compensação é feita por meio do reflorestamento das áreas afetadas na Reserva Biológica do Uatumã, em Presidente Figueiredo, Amazonas.

    Carbono Neutro - IDESAM - Projetos de conservação na Amazônia
    Foto: Idesam

    Os resultados incluem a redução das emissões de GEE, a conscientização sobre a pegada de carbono, a responsabilização das grandes corporações, a segurança alimentar e a geração de renda para as famílias que trabalham no PCN.

    Visite o site oficial do Idesam para obter mais detalhes e opções de doação.

    Projetos de conservação na Amazônia - IDESAM - Carbono Neutro
    Foto: Idesam

    Mostre seu apoio a projetos de conservação na Floresta Amazônica

    Esses projetos de conservação da Amazônia trabalham todos os dias para proteger os recursos naturais da área natural mais importante do mundo. No entanto, não há como salvar a floresta sem ajudar seus guardiões, o que significa que os esforços sociais estão profundamente enraizados em programas sustentáveis e devem ser levados igualmente a sério.

    Você pode fazer a sua parte doando, defendendo políticas ambientais e apoiando o ecoturismo na Floresta Amazônica. Toda ação conta!

  • Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Confira tudo o que você precisa saber para visitar o segundo maior bioma do Brasil e uma das mais incríveis paisagens naturais do mundo!

    Campos enormes de vegetação verde-amarelada, árvores baixas e arbustos crescem no clima tropical dessa savana brasileira, que tem uma fauna e flora muito ricas, vistas de tirar o fôlego e uma importância ambiental inegável.

    O Cerrado no Brasil é um destino incrível pra quem curte aventura e vida selvagem. No artigo Os 25 melhores lugares do mundo para viajar em 2025, a National Geographic descreve o bioma como “um lugar subestimado, mas incrível”, destacando a observação de pássaros e o rastreamento de lobos como motivos para visitá-lo.

    Como visitar o Cerrado no Brasil

    Viajar para o Cerrado é, sem dúvida, uma experiência inesquecível de beleza incomparável, conexão com a natureza, contribuição para práticas sustentáveis e a descoberta de um dos ecossistemas mais importantes – e menos conhecidos – do Brasil.

    Cacheiras do Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil
    Photo: @viagemnarelacao

    O que é o Cerrado no Brasil?

    Cobrindo 25% do território brasileiro, nos estados de Goiás, Brasília, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí e São Paulo, o Cerrado tem mais de 2 milhões de km². A área é tão grande que caberia a Inglaterra, a França, a Alemanha e a Espanha!

    Como visitar o Cerrado no Brasil

    Segundo maior bioma brasileiro (só perde para a Floresta Amazônica), o Cerrado é considerado a savana mais biodiversa do mundo, abrigando 5% dos animais e plantas do planeta. Lá estão localizadas as nascentes de oito das doze principais bacias hidrográficas do país, incluindo rios como São Francisco, Tocantins, Paraná e Paraguai.

    Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil

    Por causa da importância dele no abastecimento de água limpa, o bioma também é conhecido como “o reservatório d’água do Brasil”. O Perfil de emissões de GHG também é uma parte importante da região, que tem um papel enorme na regulação do clima e na redução da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera.

    De acordo com o MapBiomas Brasil, uma iniciativa para mapear a cobertura vegetal do Brasil e suas mudanças ao longo dos anos, existem 8,1 gigatoneladas de carbono orgânico armazenado nos primeiros 30 cm do solo do Cerrado. Nas áreas com vegetação natural, existem 41 toneladas de carbono por hectare.

    Desafios ambientais

    60% da produção agrícola do Brasil rola no solo fértil do Cerrado, incluindo soja, milho, algodão e carne bovina. Isso é super importante pra economia do país, mas prejudicial pro meio ambiente. Entre 2000 e 2015, as áreas dedicadas à agricultura aumentaram 87% e continuam crescendo rápido.

    A conversão da vegetação nativa em terras agrícolas consome reservas de carbono, desregula o clima, agrava a erosão, reduz a capacidade do solo de reter água e coloca os animais em perigo. Embora os cientistas afirmem que a melhor maneira de proteger o Cerrado no Brasil é simplesmente deixá-lo intocado, isso não é uma possibilidade realista, dada a sua importância para o funcionamento econômico do país.

    Felizmente, alguns parques nacionais e estaduais protegem o Cerrado em diferentes áreas, como o Parque Estadual do Jalapão (Tocantins), o Parque Nacional das Sempre-Vivas (Minas Gerais), o Parque Nacional das Emas (Goiás), o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Goiás) e o Parque Nacional do Grande Sertão Veredas (Minas Gerais).

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Mesmo assim, ainda é importante manter o equilíbrio entre a agricultura e o meio ambiente. Algumas soluções podem ser muito úteis, como aplicar atividades agrícolas sustentáveis, restaurar a vegetação nativa, usar fontes de energia renováveis e criar mais leis que visem a conservação do Cerrado – além de endurecer as punições para quem não respeita essas leis.

    O ecoturismo também é uma solução poderosa. Práticas de viagem sustentáveis são capazes de arrecadar fundos para esforços de preservação, criar consciência sobre a importância do bioma e empoderar as comunidades locais, não só para ganhar a vida, mas também para tirar essas pessoas de empregos que podem ser potencialmente prejudiciais ao Cerrado.

    Como visitar o Cerrado no Brasil? - Pousada Trijunção

    Vida selvagem do Cerrado

    Alguns dos melhores passeios de observação da vida selvagem no Brasil acontecem no Cerrado. 860 espécies de aves, 200 mamíferos, 180 répteis, 150 anfíbios, 1.200 peixes e milhões de insetos vivem nesse ecossistema.

    A estrela da fauna do Cerrado é o lobo-guará, o maior canídeo da América do Sul. Seu pelo laranja-avermelhado, pernas longas, natureza solitária e hábitos alimentares, que incluem pequenos animais e até mesmo uma fruta nativa chamada lobeira, são as principais características dessa linda criatura. No folclore da região, o lobo-do-mato-grande tem poderes mágicos, capaz de desaparecer em um piscar de olhos e hipnotizar suas presas para facilitar a caça.

    Lobos do Cerrado - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Outros animais também são considerados símbolos do Cerrado, como jacarés, tatus, tamanduás-bandeira, porcos-espinhos, araras, veados-mangangai, etc.

    Como visitar o Cerrado no Brasil? - Araras Azuis
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    Qual é a melhor época para viajar ao Cerrado?

    Durante a estação seca, a melhor época para visitar o Cerrado é entre maio e setembro. É quando o clima é mais ameno, com dias quentes e noites frescas. As temperaturas podem variar de 15º C a 30º C.

    Caminhadas e observação de animais são ótimas atividades quando o volume de chuvas é menor, enquanto a estação chuvosa (outubro a abril) permite uma vegetação mais verde e rios/cachoeiras mais cheios.

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Lugares e passeios no Cerrado

    Como já falamos, o Cerrado é tão grande que passa por vários estados, o que significa muitas opções legais de lugares e passeios. Alguns deles, porém, se destacam pela beleza, imersão total na natureza e experiências únicas.

    Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Veja abaixo os melhores passeios no Cerrado!

    Jalapão

    O Parque Estadual do Jalapão é uma unidade de conservação cujo objetivo é proteger os recursos naturais localizados no leste do estado de Tocantins, que é coberto pelo Cerrado.

    É impossível não se apaixonar por este lugar. Dunas de areia, formações rochosas antigas, trilhas para caminhadas, cachoeiras, rios e lagoas estão bem protegidos dentro do parque, mas os fervedouros são provavelmente as principais atrações do Japalão.

    Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Os fervedouros são muito parecidos com piscinas naturais, só que rodeados por árvores – principalmente palmeiras de buriti – e impossíveis de afundar, por mais profundos que sejam. A pressão proveniente dos lençóis freáticos faz com que tudo e todos flutuem, além de dar um efeito de ebulição à água.

    Parque estadual do Jalapão - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como chegar: O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodriguez (PMW), em Palmas, capital do Tocantins, é o mais próximo de Jalapão. Tem voos diretos de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. Depois de pousar, é uma viagem de carro de 4 horas até Jalapão.

    👉 Não perca a chance de visitar esse lugar mágico: Confira nossos passeios no Jalapão!

    Pousada Trijunção

    Assim como o Cerrado no Brasil é um lugar imperdível para 2025, segundo a National Geographic, a publicação também menciona a Pousada Trijuncão, uma pousada de luxo situada na tríplice fronteira entre Bahia, Minas Gerais e Goiás, como a acomodação perfeita para quem viaja ao bioma.

    Além da sofisticação, serviços premium, instalações elegantes, comida deliciosa e exclusividade  (são apenas sete suítes disponíveis para reserva), o amor e respeito da Trijunção pelo Cerrado proporcionam atividades diferentes de todas as outras.

    Lobos do Cerrado - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Essa é a opção ideal pra quem quer ver lobos-guaranis. Em parceria com a Onçafari, uma organização sem fins lucrativos que quer acostumar animais selvagens à presença humana pra desenvolver o ecoturismo e proteger a fauna e a flora, os hóspedes da Pousada Trijunção podem participar de safáris pra ver lobos-guaranis no habitat natural, sempre acompanhados por guias experientes que seguem protocolos rígidos pra garantir a segurança do grupo e o conforto dos animais.

    O roteiro também oferece observação de pássaros, caminhadas, safári noturno, visita ao Parque Nacional do Grande Sertão Veredas, caiaque, contemplação do pôr do sol e passeios de bicicleta pelos campos do Cerrado.

    Safáris noturnos - Pousada Trijunção - Como visitar o Cerrado no Brasil?

    Como chegar: De Brasília, Trijunção fica a 333 km (5 horas de carro). Os hóspedes podem ir de carro próprio, alugar um veículo, contratar um serviço de transfer ou até mesmo voar em um avião particular ou voo fretado saindo do Aeroporto de Brasília (BSB).

    👉 Quer saber mais? Dá uma olhada no nosso Passeio pelo Cerrado Selvagem no Brasil na Pousada Trijunção!

    Chapada dos Veadeiros

    No nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros tem a típica vegetação do Cerrado, cachoeiras lindas, dezenas de nascentes e formações rochosas com bilhões de anos! Por causa da importância, a UNESCO reconheceu esse lugar incrível como Patrimônio Mundial em 2001.

    Cerrado no Brasil - Chapada dos Veadeiros
    Photo: @camilarbs

    Caminhantes de todo o planeta visitam a Chapada dos Veadeiros para explorar todos os seus segredos, incluindo cristais de quartzo formados ao longo do tempo que muitas pessoas acreditam ter poderes curativos.

    Mas as cachoeiras são, com certeza, as atrações mais procuradas do parque. Só pra citar algumas, Saltos do Rio Preto, Cariocas, Segredo, Almécegas I e II, Vale da Lua e Catarata dos Couros valem muito a visita.

    Cerrado no Brasil - Chapada dos Veadeiros
    Photo: @dougcerrado

    Como chegar: a Chapada dos Veadeiros é servida pelo Aeroporto de Brasília (BSB), mas é preciso fazer uma viagem de 3 horas de carro depois de pousar. A hospedagem é em Alto Paraíso de Goiás, uma cidadezinha com só 10.306 habitantes – e ótimo acesso ao parque.

    👉 Veja você mesmo: Reserve agora nosso Passeio de Trekking na Chapada dos Veadeiros!

    Chapada das Mesas

    O Parque Nacional da Chapada das Mesas fica perto de 11 cidades no centro-sul do estado do Maranhão. Seus planaltos parecem mesas de pedra, daí o nome – a palavra “mesas” significa “tables” em inglês.

    Chapada das Mesas
    Photo: @omeupaismaranhao

    O Cerrado cobre boa parte dos 160.000 hectares do parque, mas os biomas da Caatinga e da Amazônia também dividem o mesmo espaço. Isso cria uma bela diversidade natural entre cachoeiras cristalinas, piscinas naturais e enormes paredes rochosas que dão todo o charme ao lugar. Por causa dessa riqueza, a Chapada das Mesas é frequentemente comparada ao Jalapão.

    Quando se trata do que fazer no Cerrado neste local em particular, algumas atividades são quase obrigatórias. A Cachoeira do Santuário é uma cachoeira de 46 metros escondida dentro de um cânion, enquanto o Encanto Azul e o Poço Azul são piscinas naturais de tirar o fôlego, aninhadas entre formações rochosas.

    Chapada das Mesas - Cerrado
    Photo: @eusouwill_rj

    Como chegar: Carolina e Richão são os principais pontos de entrada para a Chapada das Mesas. Embora não haja aeroportos nas duas cidades, você pode escolher uma dessas três opções nas cidades próximas:

    • Aeroporto de Araguaína (AUX) – Tocantins: a 110 km de Carolina, tem voos saindo de Palmas, Brasília e Goiânia. São 2 horas de carro até Chapada das Mesas. Mais perto do destino final, mas tem poucos voos por semana e os preços costumam ser mais altos.
    • Aeroporto de Imperatriz (IMP) – Maranhão: a 220 km de Carolina, tem voos de São Luís, Brasília, Belém e Belo Horizonte. São 3 horas de carro até Chapada das Mesas. Preços médios e mais opções de transporte.
    • Aeroporto de Palmas (PMW) – Tocantins: a 475 km de Carolina, tem voos de Recife, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. São 7 horas de carro até Chapada das Mesas. Os preços mais baixos, mas a distância até o parque nacional é bem maior.

    O Cerrado no Brasil está te esperando!

    Agora que você já sabe tudo sobre o Cerrado, é hora de ver essa beleza com seus próprios olhos!

    O PlanetaEXO não só te ajuda a organizar sua viagem, mas também te conecta com os melhores profissionais da área para que você possa finalmente ter as férias dos seus sonhos. Mande uma mensagem e vamos começar a plenejar!

    Jalapão no Brasil
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  • As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    As Melhores Trilhas no Brasil: Das Florestas Tropicais aos Picos das Montanhas

    Você ama trekking e estar em contato com a natureza? Descubra as trilhas mais bonitas do Brasil nesta lista cuidadosamente selecionada!

    O Brasil é o melhor lugar do planeta para viagens de aventura, segundo o US News & World Report — ficando à frente de destinos conhecidos pelo ecoturismo, como Nepal, Costa Rica e Nova Zelândia. A lista também menciona os atributos do país para justificar a primeira colocação: a simpatia dos moradores, ótimas oportunidades de lazer, clima agradável e vistas panorâmicas.

    As caminhadas ecológicas estão entre as atividades favoritas de qualquer aventureiro. As melhores trilhas no Brasil oferecem paisagens naturais de tirar o fôlego, incluindo campos abertos, montanhas, rios, cachoeiras, cavernas e vastas extensões de vegetação intocada.

    Como um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, o PlanetaEXO sabe tudo sobre os melhores trekkings do Brasil para viajantes que buscam conexões autênticas com a natureza. Confira a nossa lista logo abaixo!

    1 – Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Se você não for ao Vale do Pati, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, não estará vivenciando a experiência completa de caminhadas no país. Este destino incrível no estado da Bahia reserva algumas das travessias mais desafiadoras e emocionantes do território nacional.

    Trilheiros caminham por uma trilha rochosa em direção a montanhas distantes durante um pôr do sol dourado no Vale do Pati, Parque Nacional da Chapada Diamantina.
    Photo: Guillaume Leman

    As trilhas cruzam vistas deslumbrantes, passando por montanhas, formações rochosas, cavernas, mirantes, rios e cachoeiras. Nadar e refrescar-se nas cachoeiras do Funil e do Cachoeirão são atividades imperdíveis para todo viajante. O Morro do Castelo, um penhasco de 1.280 metros de altura, também é um dos grandes destaques de um trekking na Chapada Diamantina.

    Em média, um trekking no Vale do Pati exige 15 quilômetros de caminhada por dia, mas é possível estender (22 km) ou encurtar (8 km) essa distância. Tudo depende de quanto tempo você vai ficar, do tipo de experiência que procura e do quanto está disposto a caminhar.

    2 – Lençóis Maranhenses (MA)

    As dunas de areia e as lagoas de águas pluviais dos Lençóis Maranhenses podem fazer qualquer um se apaixonar. As paisagens são quase de outro mundo, com uma beleza tão impressionante que é difícil descrever a sensação que transmitem — e é exatamente por isso que esta é uma das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro caminha pelas vastas dunas de areia branca do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, emolduradas por galhos secos de árvores sob um céu azul.
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    Durante a sua caminhada pela areia branca, você encontrará lagoas deslumbrantes e interagirá com moradores locais atenciosos que farão você se sentir em casa. Em travessias de vários dias, os visitantes passam a noite nas casas dos residentes que vivem dentro do parque nacional, dormindo em redes e comendo refeições quentes após a longa jornada.

    A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias, o sol brilha forte e as chuvas cessam. Com o apoio de guias especializados, é recomendável que você fique pelo menos 3 dias para aproveitar ao máximo a experiência.

    👉 Explore a aventura: Trekking de 3 dias nos Lençóis Maranhenses

    3 – Petrópolis-Teresópolis, Serra dos Órgãos (RJ)

    Um erro comum é presumir que o Rio de Janeiro se resume à Praia de Copacabana, ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor. Embora a cidade abrigue essas atrações incríveis, o estado do Rio está repleto de destinos naturais que todo viciado em viagens deveria conhecer.

    Picos de montanhas dramáticos e recortados emergem em meio a uma névoa espessa ao nascer do sol no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, destacando a formação Dedo de Deus.
    Photo: Carlos Perez Couto

    Petrópolis e Teresópolis são duas cidades serranas divididas pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um dos melhores lugares para fazer trilha no Brasil. Sua enorme rede de caminhos chega a mais de 200 quilômetros, com opções para todos os níveis de dificuldade, trilhas suspensas e acesso especial para pessoas com deficiência.

    Cachoeiras (Véu da Noiva, Andorinhas), poços naturais (Paraíso, Capela, Sossego, Ponte Velha, Preguiça) e montanhas fazem parte da experiência. Os viajantes também podem desfrutar de escaladas na Verruga do Frade, no Pico do Garrafão e no mundialmente famoso Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros de altura cujo nome se deve ao seu formato alongado apontando para cima.

    4 – Ilha Grande (RJ)

    A Ilha Grande é uma ilha no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Existem 16 trilhas ecológicas de diferentes níveis de dificuldade que cruzam áreas isoladas de floresta tropical.

    Uma pessoa caminha ao longo da areia branca intocada e águas azuis cristalinas da Praia de Lopes Mendes na Ilha Grande, cercada por floresta tropical e montanhas.
    @fernando.ilhagrande

    Outro destaque é a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Os surfistas adoram, mas os trilheiros também. Para chegar lá, você pode escolher as trilhas T10 (Praias Grande de Palmas e Mangues), T11 (Praia do Pouso) ou T12 (Farol dos Castelhanos).

    Os circuitos na Ilha Grande variam de 4 a 7 dias, o que permite flexibilidade para um ritmo mais acelerado ou uma exploração mais minuciosa.

    👉 Leia mais: Qual é a melhor época para visitar o Brasil?

    5 – Monte Roraima (RR)

    O Monte Roraima é uma montanha na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. O ponto mais alto fica a 2.810 metros acima do nível do mar, o que representa um verdadeiro desafio para os trekkers sedentos por adrenalina. Em média, os roteiros para o Monte Roraima duram de 4 a 5 horas por dia, mas podem levar até 8 horas, dependendo do itinerário. As expedições variam de 6 a 10 dias.

    Um trilheiro senta-se na beira de um penhasco íngreme e rochoso de arenito no Monte Roraima, olhando para um vasto vale cheio de nuvens brancas e espessas.
    @roraimaadventures

    As piscinas naturais são um dos motivos pelos quais esta é uma das melhores trilhas de montanha na América do Sul. As águas cristalinas são perfeitas para se banhar, boiar e deixar todos os seus problemas irem embora.

    Outra experiência inesquecível é visitar o Vale dos Cristais, uma área repleta de quartzo branco que brilha no chão. Como o Monte Roraima é um gigantesco bloco de arenito, as mudanças de temperatura e a erosão ao longo dos anos formaram uma impressionante formação de cristais que atrai turistas de todo o planeta por sua beleza e supostos poderes energéticos.

    👉 Explore a aventura: Trekking no Monte Roraima de 8 dias

    6 – Serra Fina (SP/MG/RJ)

    Subidas íngremes e grandes altitudes são algumas das razões pelas quais a Serra Fina está sempre incluída nas listas das melhores trilhas no Brasil.

    Um trilheiro usando uma grande mochila verde está em um cume de montanha gramado, com vista para a expansiva e montanhosa paisagem da Serra Fina.
    @bernardoespinhaco

    Com trilhas que variam de 7 a 26 quilômetros, este é também um dos trekkings mais desafiadores do país. A trilha do Pico dos Três Estados, por exemplo, está localizada na fronteira dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse roteiro específico leva de 3 a 4 dias.

    Uma aventura tão exigente requer ótimo preparo físico. Os trilheiros costumam se preparar por meses antes de irem para a Serra Fina, certificando-se de comer bem, melhorar o condicionamento físico e fazer acompanhamentos médicos regulares.

    👉 Explore a aventura: Travessia da Serra Fina em 4 dias

    7 – Chapada dos Veadeiros (GO)

    O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece algumas das melhores experiências para trekking no Brasil. Com grande diversidade, existem opções de caminhadas fáceis, moderadas e difíceis para todos os tipos de viajantes. Cânions, poços naturais, mirantes, vales e cachoeiras funcionam juntos como peças de um quebra-cabeça para criar cenários de cair o queixo que certamente conquistarão o seu coração.

    Um grupo de viajantes caminha em fila indiana ao longo de uma trilha estreita e gramada, cercada pelos exuberantes vales verdes do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
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    Falando em cachoeiras, há várias que você precisa ver com os próprios olhos: Cristais, São Bento, Encantado, Almécegas (I e II), Rei do Prata, Sertão Zen, Mirante da Janela, Vale da Lua, Santa Bárbara, Catarata dos Couros, etc.

    A experiência na Chapada dos Veadeiros geralmente dura de 2 a 5 dias. Se você for ficar um pouco mais, também pode aproveitar algumas programações turísticas pela região, como comprar lembrancinhas feitas à mão nas feiras de rua da Vila de São Jorge e saborear uma boa refeição brasileira em Alto Paraíso, a cidade mais famosa da área.

    👉 Leia mais: Trekking na Chapada dos Veadeiros

    8 – Pico da Neblina (AM)

    O Pico da Neblina, no estado do Amazonas, é o ponto mais alto do Brasil: 2.995 metros acima do nível do mar. Para chegar ao topo, os aventureiros geralmente passam até 15 dias no parque nacional, dependendo do ritmo do grupo.

    Os picos imponentes e irregulares do Pico da Neblina erguem-se dramaticamente acima da densa copa verde da Floresta Amazônica sob um céu nublado.
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    Acampar na floresta faz parte da experiência, e os viajantes também podem se refrescar na Cachoeira do Tucano, explorar a Floresta Amazônica e interagir com a cultura local. Esse roteiro exige grande esforço físico, mas se você ama aventura, com certeza valerá a pena.

    A jornada também requer permissões especiais e guias especializados devido à sua localização nas terras Indígenas Yanomami.

    👉 Explore a aventura: Expedição ao Parque Nacional Pico da Neblina

    Descubra as melhores trilhas no Brasil com o PlanetaEXO!

    Não há dúvida de que o Brasil é um dos melhores lugares para fazer caminhadas. Seja em campos de areia branca ou em regiões montanhosas que dividem espaço com cachoeiras e piscinas naturais, a aventura é sempre inesquecível.

    O PlanetaEXO, um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, conecta você com os melhores operadores locais para garantir uma viagem autêntica e sustentável em alguns dos destinos de natureza mais deslumbrantes do país. Entre em contato conosco agora!

  • Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    Ecoturismo na Amazônia: Uma solução para o desmatamento

    À medida que o desmatamento ameaça a Amazônia, o ecoturismo surge como uma solução importante, com startups como o PlanetaEXO liderando o caminho no apoio à conservação e às comunidades locais.

    A floresta amazônica, muitas vezes referida como os “pulmões da Terra”, enfrenta um dos seus desafios mais críticos em décadas. As taxas de desmatamento dispararam, com mais de 10.000 quilômetros quadrados de floresta sendo desmatados anualmente, impulsionados pela extração ilegal de madeira, mineração e conversão de terras para a agricultura. Além disso, incêndios florestais recordes e secas persistentes estão piorando a situação, com mais de 50.000 incêndios ativos em todo o Brasil.

    O turismo sustentável na Floresta Amazônica está surgindo como uma estratégia viável para combater essa crise ambiental e, ao mesmo tempo, apoiar as comunidades locais.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica
    “As visitas guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas.” – Foto: João Paulo Krajewski

    O PlanetaEXO, uma startup dedicada a viagens ecológicas, tem trabalhado em estreita colaboração com estas comunidades para oferecer passeios na Amazônia, que dão prioridade tanto à conservação ambiental como à capacitação da comunidade. “Vimos em primeira mão como os ecolodges e as excursões guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas “, diz Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.

    “Ao conectar os viajantes com experiências autênticas que beneficiam as comunidades locais, estamos promovendo um modelo de turismo que apoia tanto as pessoas como o planeta”, acrescenta.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica: como ele pode reduzir o desmatamento?
    Um santuário para a biodiversidade e um símbolo do turismo sustentável: Reserva Ecológica do Cristalino

    De acordo com um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o ecoturismo na floresta amazônica poderia reduzir o desmatamento, proporcionando uma fonte alternativa de rendimento às indústrias que exploram a floresta tropical.

    O WWF sugere que o turismo responsável pode ajudar a manter mais de 50% da biodiversidade da floresta, ao mesmo tempo que enfrenta os desafios climáticos, protegendo grandes extensões de terra do desmatamento.

    Empowering Local Communities through Sustainable Tourism

    Os benefícios do turismo sustentável não se limitam à proteção ambiental. O ecoturismo também está criando oportunidades econômicas para as comunidades locais, incluindo muitos grupos indígenas, que há muito tempo atuam como guardiões da Amazônia.

    Um exemplo poderoso dessa transformação, destacado pelo Projeto Draft, é a história de Roberto Brito Mendonça, de Iranduba, Amazonas. Como seu pai e avô antes dele, Roberto era um madeireiro, usando a floresta para sustentar sua família. Em 2008, quando suas terras passaram a fazer parte da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, seu sustento ficou em risco. Diante da incerteza, Roberto voltou-se para o turismo e, em 2012, começou a administrar a Pousada do Garrido, uma das 24 empresas de turismo da região.

    Ecoturismo na floresta amazônica - uma solução para o desmatamento
    “A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, quero dizer especialmente as vidas humanas que fazem parte dela”, diz Roberto Brito.

    “O acesso à educação e à tecnologia é essencial para a sustentabilidade”, diz Roberto. “Se todos tivessem essa oportunidade, poderíamos traçar um novo rumo para a floresta. A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, refiro-me especialmente às vidas humanas que fazem parte dela.”

    A sua história é um testemunho de como o turismo sustentável pode oferecer uma alternativa às indústrias extrativistas, permitindo que as comunidades locais preservem tanto a natureza como o seu modo de vida.

    Ecolodges dando o exemplo

    Lodges como o Uakari Lodge, na Reserva Mamirauá, em Tefé, e o Cristalino Lodge, em Alta Floresta, Mato Grosso, são exemplos de como as pousadas ecológicas desempenham um papel fundamental no ecoturismo. O Uakari, localizado num ecossistema semi inundado que representa 3% da Amazônia, tem como objetivo proteger a biodiversidade local e apoiar onze comunidades locais.

    O hotel opera com sustentabilidade em seu núcleo, usando energia solar, coletando e armazenando água da chuva e tratando o esgoto com microorganismos em vez de produtos químicos. Até as telhas do telhado são feitas de garrafas de plástico recicladas.

    Ecolodges liderando práticas sustentáveis - Uakari Lodge
    “O Uakari Lodge tem como objetivo proteger a biodiversidade local e, ao mesmo tempo, apoiar onze comunidades locais.”

    Os hóspedes são incentivados a reduzir ao mínimo o consumo de energia e todos os resíduos são tratados antes de serem devolvidos ao rio. Através do seu modelo de turismo comunitário, Uakari oferece oportunidades e formação à população local, assegurando que as operações do lodge têm um impacto mínimo no ambiente.

    Ecotourism in the Amazon Rainforest - A Solution to Deforestation

    Enquanto isso, o Cristalino Lodge se destaca como um ecolodge aninhado em uma das maiores reservas privadas da Amazônia, protegendo mais de 11.000 hectares de floresta – uma área quase duas vezes maior que a Ilha de Manhattan. Esta vasta área é mantida em condições intocadas, rica em biodiversidade, e apoia esforços críticos de conservação.

    Cristalino Jungle Lodge liderando o ecoturismo na Floresta Amazônica pelo exemplo
    Estar no topo da torre de 164 pés do Cristalino Lodge é uma visão de tirar o fôlego. – Foto: Andre Dib

    O lodge adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza, com sistemas de tratamento de efluentes e águas residuais, aquecimento solar de água, energia solar e reciclagem – todos protocolos concebidos para minimizar o impacto das suas operações. Ao limitar o número de hóspedes por guia em cada passeio, o Cristalino garante uma experiência de baixo impacto.

    Painéis solares instalados em um ecolodge sustentável na floresta amazônica
    “A pousada adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza.” – Foto Samuel Melim

    Os visitantes de ambos os lodges embarcam em caminhadas e excursões guiadas, experimentando a surpreendente complexidade dos ecossistemas da Amazônia.

    O Uakari Lodge serve de santuário para espécies únicas como o uakari de cara branca, enquanto o Cristalino Lodge apoia pesquisas que documentam mais de 1.356 espécies diferentes de plantas, incluindo seis até então desconhecidas pela ciência.

    Ao promover o turismo de baixo impacto, tanto o Uakari como o Cristalino contribuem para a preservação da floresta , ao mesmo tempo que proporcionam meios de subsistência sustentáveis às comunidades locais.

    Impacto econômico e global do turismo sustentável na Amazônia

    A comparação econômica entre o turismo sustentável e a exploração privada na Amazônia realça a importância das viagens ecológicas. De acordo com o Banco Mundial, o turismo sustentável na Amazônia está avaliado em cerca de 2,3 mil milhões de dólares por ano.

    Embora este valor represente apenas cerca de 5% dos 45 mil milhões de dólares gerados pela exploração privada da floresta através da agricultura, da exploração da madeira e da mineração, o ecoturismo é um aliado essencial nos esforços de conservação.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica, Brasil
    Foto: Samuel Melim

    Para além do seu valor financeiro, o turismo sustentável sensibiliza para a crise do desmatamento da Amazônia e para o seu impacto no clima global. Os turistas que testemunham a destruição em primeira mão são frequentemente inspirados a apoiar projetos de conservação nos seus países de origem. O ecoturismo também contribui para a educação ambiental, o que ajuda a promover uma compreensão mais profunda da necessidade de práticas sustentáveis em todo o mundo.

    Ecoturismo na Floresta Amazônica - Araras Azuis
    Foto: Jorge Lopes

    Com as viagens ecológicas a contribuírem cada vez mais para a proteção e recuperação da natureza, o ecoturismo é capaz de moldar as opiniões globais sobre o desmatamento. Os viajantes apoiam estes esforços, criando uma situação vantajosa para todos, em que o turismo financia a preservação dos recursos naturais na Amazônia.

    Viaje com propósito, preserve a Amazônia!

    Como o desmatamento continua a ameaçar um dos ecossistemas mais importantes do mundo, o turismo sustentável oferece um caminho a seguir. Através da mudança dos incentivos econômicos e da sensibilização global, é possível reduzir a pressão sobre a Amazônia e proteger a sua biodiversidade para as gerações futuras.

    No PlanetaEXO, acreditamos que cada viajante tem o poder de fazer a diferença. Nossos passeios ecológicos oferecem experiências turísticas autênticas e responsáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades que dependem da floresta. Ao escolher o turismo sustentável, todos nós podemos ser parte da solução.

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  • Parque Estadual do Jalapão Guia de Viagem

    Parque Estadual do Jalapão Guia de Viagem

    Bem-vindo ao nosso guia de viagem do Parque Estadual do Jalapão, seu companheiro perfeito para explorar o bioma Cerrado, a maior savana da América do Sul e uma das maravilhas naturais mais impressionantes do Brasil.

    Nesta região selvagem, o Parque Estadual do Jalapão é um paraíso para aventureiros e amantes da natureza, oferecendo paisagens deslumbrantes com suas famosas fontes de fervedouro, dunas douradas e vida selvagem diversificada. Este guia de viagem fornece informações essenciais, incluindo a melhor época para visitar, as principais atividades para desfrutar e dicas para aproveitar ao máximo sua aventura.

    Não importa se você está planejando um passeio emocionante com um pacote do Jalapão ou um retiro tranquilo na natureza, este guia de viagem o ajudará a planejar sua viagem, garantindo uma experiência tão memorável quanto a beleza de tirar o fôlego do parque.

    Vamos lá!

    1. Onde fica o Jalapão?
    2. Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?
    3. Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    4. O que fazer no Parque Estadual do Jalapão?
    5. Quantos dias são necessários no Jalapão?
    6. Precisamos de um guia?
    7. Quanto custa?
    8. O que levar?
    9. Vale a pena visitar o Jalapao?

    👉 Já está curioso? Descubra 10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    Guia de viagem Parque Estadual do Jalapão, Brasil
    Conheça o Parque Estadual do Jalapão, uma joia natural no estado do Tocantins. – Foto: Lucas Guerra

    Sobre o Parque Estadual do Jalapão Brasil

    O Parque Estadual do Jalapão, localizado no mais novo estado do Brasil, Tocantins, é uma vasta área natural com 34.000 quilómetros quadrados. Para se ter uma ideia, a sua área total é quase do tamanho de toda a Suíça! Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão é uma área protegida que abriga deslumbrantes cachoeiras, dunas, cânions e rochas, sem falar nas famosas fontes de fervedouro, que formam piscinas naturais únicas.

    A região onde se localiza o Jalapão tem uma origem geológica extremamente antiga e remonta a milhões de anos, o que significa que, há muito tempo atrás, foi um mar. Devido a drásticas mudanças climáticas e atmosféricas ao longo dos milénios, o mar recuou, dando lugar a um ecossistema diversificado. Hoje, o Jalapão representa a maior área contínua de Cerrado do Brasil, com alto grau de conservação, e também possui uma variedade de fauna, algumas ameaçadas de extinção, como o Pato Mergulhão.

    Além das belezas naturais, o Jalapão também é um centro de produção de artesanato sustentável, com destaque para o capim dourado e a seda de buriti. Esses artesanatos não são apenas a principal fonte de renda das comunidades locais, mas também o foco dos esforços para garantir que sua produção permaneça ecológica e economicamente sustentável. Seja em busca de aventura ou tranquilidade, o Parque Estadual do Jalapão, no Brasil, oferece uma variedade de atividades, desde caminhadas e trekking até rafting e caiaque, tornando-o um destino inesquecível para qualquer viajante.

    Onde fica o Jalapão?

    O Parque Estadual do Jalapão está localizado na região leste do Tocantins, a aproximadamente 300 quilômetros de Palmas, a capital do estado. O parque se estende por vários municípios, incluindo Ponte Alta do Tocantins, Mateiros, São Félix do Tocantins e outros. A diversidade de paisagens do Jalapão inclui desde rios e cachoeiras até dunas de areia e planaltos rochosos, chegando a 800 metros de altitude.

    Conhecido por seu ambiente remoto e intocado, o Jalapão está distante dos grandes centros urbanos, o que o torna um destino ideal para quem busca uma experiência de imersão na natureza. Esse isolamento não só proporciona uma fuga tranquila, mas também preserva a beleza acidentada do parque, oferecendo uma mistura única de aventura e relaxamento no Bioma Cerrado.


    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?

    A forma mais conveniente e comum de acessar o Parque Estadual do Jalapão é a partir de Palmas, que abriga o aeroporto mais próximo, o Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues (PMW). Há vôos diretos para esse aeroporto a partir de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. A partir de Palmas, devido à grande extensão do Parque, espera-se uma viagem de carro de pelo menos quatro horas até Mateiros ou São Félix, que são as bases preferidas pela maioria dos turistas para aproveitar as atrações do Jalapão localizadas ali. A melhor maneira de chegar a essas cidades é com um veículo 4×4, pois a maioria das estradas não é pavimentada ou é coberta por areia fofa. Ir com um guia também é altamente recomendado devido à pouca sinalização das estradas e ao difícil acesso às atrações.

    Também é importante ressaltar que o Jalapão é cheio de atrações fascinantes espalhadas por toda a área e que o passeio pelo parque não é uma jornada linear, mas um circuito; começando de um lado e terminando no outro. É comum que os passeios comecem e terminem em Palmas, por isso todos os pacotes no Parque Estadual do Jalapão do PlanetaEXO incluem esse transporte e oferecem várias opções de roteiros, dias disponíveis e atividades para que você aprecie ao máximo esse paraíso. Planejar cuidadosamente o seu itinerário é, portanto, essencial para garantir uma experiência plena e gratificante!

    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?
    De Palmas ao Jalapão: um passeio emocionante pelo bioma do Cerrado brasileiro.

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?

    Ao planejar um passeio com os pacotes no Jalapão, escolher a época certa do ano é importante para melhorar sua experiência. Você pode visitar o Jalapão em qualquer época do ano, mas a melhor época para visitar é durante a estação seca, de maio a setembro. Durante esse período, o tempo é mais previsível, com menores chances de chuva e céu mais claro, criando condições ideais para atividades ao ar livre e passeios turísticos. Quanto mais próximo de setembro, mais seco estará o ar, razão pela qual muitos visitantes preferem vir em maio, quando a umidade ainda é alta, não há muita chuva e a vegetação é mais verde e exuberante. No entanto, quanto mais seco for, mais bonito é o pôr do sol!

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    Vá ao Jalapão e se encante com o pôr do sol deslumbrante e as paisagens vibrantes.

    Durante a estação chuvosa, de outubro a abril, podem ocorrer fortes chuvas e tempestades, tornando algumas das estradas quase intransitáveis e obstruindo a observação da vida selvagem. O pico de precipitação é em janeiro quando atinge 225 mm em alguns dias. Mas isso não significa que aqui faz frio; o calor é constante, e o sol nunca deixa de aparecer. Durante a estação chuvosa, toda a paisagem é verde, enquanto que durante a estação seca, a grande extensão do terreno do Cerrado torna-se muito seca.

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    Conheça a beleza do Jalapão sob o céu limpo e o sol quente.

    Quanto ao clima, a temperatura no Jalapão permanece tropicalmente quente durante todo o ano, com uma temperatura média diurna de 25 °C (77 °F). Independentemente da época do ano, a variação de temperatura é pequena, com uma máxima entre 30°C (86 °F) e 34°C (93,2 °F) e uma mínima entre 15°C (59 °F) e 20°C (68 °F).

    Como está o tempo agora no Jalapão, Tocantins?

    Veja como está o tempo agora no Parque Estadual do Jalapão!


    O que fazer no Parque Estadual do Jalapão, Brasil?

    O Jalapão oferece uma variedade de itinerários e atividades para os entusiastas da natureza e os que buscam aventura. Desde caminhadas por trilhas e flutuação em piscinas naturais até a exploração da riqueza cultural das comunidades locais, há algo para todos. Aqui estão algumas das atividades imperdíveis no Jalapão:

    Flutuação nos Fervedouros:
    Experimente o fenômeno único de flutuar nas águas cristalinas dos fervedouros. Os mais populares do Jalapão são o Fervedouro do Soninho, do Ceiça, do Buritizinho e do Bela Vista. Essas piscinas naturais são alimentadas por nascentes subterrâneas, criando um efeito de flutuação que torna impossível afundar. Estima-se que algumas nascentes tenham até 30 metros de profundidade! Não se deixe enganar: nos pontos em que a água flui das nascentes, é impossível tocar o chão. Apesar da estranheza inicial de nadar em um lugar “sem fundo”, a experiência é absolutamente incrível!

    Aventuras de Rafting:
    Para quem procura adrenalina, o rafting no Rio Novo é obrigatório. Esta aventura leva-o através de corredeiras de classe III e IV, oferecendo emoção e vistas deslumbrantes sobre a natureza circundante. As águas límpidas do Rio Novo e o ambiente natural fazem desta uma das melhores experiências de rafting no Brasil. Os passeios de rafting muitas vezes incluem paradas em praias de areia ao longo do rio, onde se pode relaxar e apreciar a paisagem.

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    Quem gosta de emoção vai adorar fazer rafting no Jalapão!

    Refresque-se em Águas Puras:
    Refresque-se nas águas refrescantes das cachoeiras do Jalapão. Visite a Cachoeira da Formiga, com suas águas verde-esmeralda, e a impressionante Cachoeira da Velha, que possui uma poderosa cascata e é perfeita para um mergulho rejuvenescedor.

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    Nadando nas águas cristalinas do Jalapão! – Foto: @viagemnarelacao

    Trilhas e Caminhadas:
    Explore as paisagens deslumbrantes do Jalapão através de várias trilhas e caminhadas. Comece o dia bem cedo para ver um nascer do sol de tirar o fôlego na Serra do Espírito Santo, e termine o dia com um pôr do sol hipnotizante no topo das dunas, que oferecem vistas panorâmicas da região. O cenário é espetacular, com areias douradas formando elevações de até 40 metros!

    O que fazer no Jalapão? - Guia de Viagem
    A beleza e as atividades emocionantes do Jalapão o tornam uma visita obrigatória.

    Riqueza Cultural das Comunidades Locais:
    Descubra a riqueza cultural do Jalapão visitando as comunidades locais. Envolva-se com a Comunidade Quilombola Mumbuca, conhecida por seu artesanato de capim dourado, e desfrute de refeições caseiras enquanto aprende sobre as tradições e a história da região.

    De fervedouros e cachoeiras a trilhas nas montanhas e rafting, o Jalapão é um playground para os amantes de aventura que desejam mergulhar na paisagem. Saiba mais sobre o que fazer no Parque Estadual do Jalapão.

    Quantos dias eu preciso no Jalapão?

    Para experimentar plenamente a beleza e a diversidade do Parque Estadual do Jalapão no Brasil,  recomenda-se uma estadia de pelo menos 4 dias. No entanto, devido à extensa área do parque e às inúmeras atrações, uma visita mais longa permite uma exploração mais completa. Cada área do Jalapão, de Ponte Alta a Mateiros e São Félix, tem seu próprio conjunto de atrações e requer tempo para apreciá-las completamente.

    Lembre-se de que viajar para chegar a uma dessas cidades de entrada do Jalapão requer um tempo considerável na estrada devido às distâncias envolvidas e ao isolamento do parque, portanto, esteja preparado para reservar pelo menos 4 horas para a viagem. Se o seu tempo for curto, isso pode afetar a experiência.

    Se você tiver o luxo de ter mais tempo, estender sua estadia para 5 ou 6 dias pode ser incrivelmente gratificante. Com esses dias extras, você pode se aprofundar nas maravilhas naturais do parque, desfrutar de caminhadas mais longas, explorar trilhas locais fora das rotas comuns e ter mais oportunidades de se conectar com as comunidades locais. Uma estadia mais longa também permite que você tenha mais tempo para atravessar o Jalapão e conhecer suas principais atrações sem pressa. Veja várias opções de roteiros para nossos passeios no Jalapão.

    Quantos dias são necessários no Jalapão?
    Uma estadia de vários dias no Jalapão permite que você mergulhe em suas maravilhas naturais.

    É necessário um guia para visitar o Jalapão?

    Embora não seja obrigatório, é recomendável visitar o Jalapão com um guia profissional. Devido às estradas de terra com solo arenoso, o Jalapão só é adequado para veículos 4×4 e as estradas são mal sinalizadas, tornando a maioria das atrações de difícil acesso. Além disso, a densidade populacional é extremamente baixa (não chega a 1 habitante/km²), o que significa que é possível dirigir por horas sem ver ninguém pelo caminho para lhe dar indicações.

    Não se preocupe! A equipe PlanetaEXO está pronta para buscá-lo e levá-lo de volta a Palmas com conforto e segurança durante toda a sua viagem! Uma visita guiada não só melhora sua experiência como a torna mais completa e memorável, garantindo que sua visita tenha um impacto mínimo no meio ambiente e ajudando a comunidade local.

    Precisamos de um guia para visitar o Jalapão?
    As visitas guiadas tornam a exploração do Jalapão mais segura e gratificante.

    Quanto custa ir ao Jalapão? 

    O custo dos pacotes do Parque Estadual do Jalapão vai depender de quantos dias você vai passar lá, do número de pessoas e das atividades que você quer fazer. A média é de R$2.835,00 a R$3.415,00 por pessoa para um roteiro de 5 dias, incluindo guia profissional, hospedagem, buffet variado no café da manhã e almoço, transporte durante toda a viagem e ingressos para todas as atrações visitadas. Também é possível fazer os passeios no Jalapão em 4 dias ou 6 dias.

    Um ponto super importante: algumas atrações muitas vezes são listadas como opcionais. Por exemplo, o nascer do sol na Serra do Espírito Santo e o rafting no Rio Soninho, entre outras opções, podem ser reservados e cobrados separadamente.

    Quanto custa ir para o Jalapão?
    Vá para o Jalapão e relaxe na natureza!

    O que levar para o Jalapão?

    Ao fazer as malas para o Jalapão, é importante considerar seu itinerário, pois diferentes atividades, como caminhadas, cachoeiras ou aventuras de rafting, exigem itens específicos. Aqui está uma lista de itens essenciais que recomendamos que você inclua na sua mochila:

    • Blusa de manga comprida com proteção UV;
    • Calças de trekking (calças leves ou leggings);
    • Botas de trekking ou tenis confortáveis (com boa aderência) para as trilhas;
    • Sapatilhas para água ou tenis extra (que se possam molhar para o rafting);
    • Protetor solar/repelente;
    • Chapéu ou boné.
    • Óculos de sol;
    • Garrafa de água ou cantil;
    • Mochila (mochila pequena de até 20 litros para levar na trilha);
    • Casaco leve para as noites mais frias de maio a setembro (mínimo 16°C);
    • Capa de chuva entre outubro e abril (chuvas mais fortes entre dezembro e março);
    • Roupas leves e para banho.
    O que levar para o Jalapão?
    Os passeios no Jalapão oferecem uma oportunidade única de se desconectar da agitação do mundo

    Vale a pena visitar o Jalapão?

    Com certeza, vale a pena visitar o Parque Estadual do Jalapão! Ele oferece uma mistura única de paisagens deslumbrantes, vida selvagem diversificada e uma gama de atividades para aventureiros e entusiastas da natureza. Com suas famosas nascentes de fervedouro, dunas douradas e cachoeiras refrescantes, o Jalapão proporciona experiências de tirar o fôlego, difíceis de encontrar em outros lugares. O ambiente remoto e bem preservado do parque, aliado à sua riqueza cultural, como a produção artesanal sustentável das comunidades locais, faz dele um destino inesquecível. Seja em busca de aventuras emocionantes como rafting e caminhadas ou de um retiro tranquilo na natureza, o Jalapão tem muito a oferecer para você!

    Vale a pena visitar o Jalapão?
    Das nascentes de fervedouro às dunas douradas, o Jalapão oferece experiências inesquecíveis para todos.

    Você está pronto para descobrir o Parque Estadual do Jalapão?

    Agora que você sabe tudo sobre o Jalapão, deixe que o PlanetaEXO o guie nesta incrível aventura para explorar um paraíso natural extraordinário. Experimente as nossas visitas guiadas exclusivas, e prepare-se para mergulhar na beleza natural do Jalapão e criar memórias que durarão uma vida inteira.

    Descubra mais e reserve sua aventura hoje mesmo!

    Saiba mais!

  • O que fazer na Chapada Diamantina?

    O que fazer na Chapada Diamantina?

    Com tantas atrações incríveis, é difícil decidir quais trilhas fazer no Parque Nacional da Chapada Diamantina!

    Localizado na Bahia, abrange uma área de 38.000 quilômetros quadrados e é conhecido por suas cachoeiras, cânions, cavernas e vales. É um dos destinos mais procurados por quem gosta de se aventurar na natureza e é considerado um dos Parques Nacionais mais completos do Brasil!

    De cachoeiras e cavernas a trilhas nas montanhas, o pacote da Chapada Diamantina é um playground para os amantes de aventura. São tantas atrações para conhecer que fica até difícil definir quanto tempo passar na Chapada Diamantina. Costumamos brincar que seriam necessárias duas vidas e um helicóptero para ver tudo! 😄

    Para te ajudar, fizemos uma curadoria de uma lista com 10 atrações únicas e especiais na Chapada Diamantina para você aproveitar ao máximo o seu tempo por lá!

     

    Trilha Vale do Pati

    O Vale do Pati é um dos trekkings mais deslumbrantes do Brasil, e está localizado no coração do Parque Nacional! Só é possível fazer esse trekking a pé, então prepare-se para caminhar uma média de 15 km por dia em trilhas que levam às atrações imperdíveis do Vale do Pati, como paisagens de tirar o fôlego, grutas e cachoeiras. Com certeza é uma das melhores opções de o que fazer na Chapada Diamantina!

    Você vai ter uma oportunidade incrível de mergulhar na natureza, sem internet ou sinal de celular para te distrair. Você poderá interagir com seu guia local , outros mochileiros e os amigáveis locais que oferecem suas casas como acomodação e fornecem refeições, quartos e banheiros para você se sentir em casa. Você pode personalizar seu itinerário de trekking para durar 3 dias, 4 dias, 5 dias ou até mais! Além disso, você pode escolher começar e terminar sua viagem em diferentes cidades, como Vale do Capão, Guiné e Andaraí. Veja algumas opções de passeios e aventure-se em um dos mais belos destinos de trekking do mundo!

    Cachoeira do Buracão

    Você vai se surpreender com a impressionante cachoeira de 85 metros localizada na zona sul da Chapada Diamantina, a Cachoeira do Buracão! Você fará uma trilha no meio de um vasto cânion, acompanhado de um enorme poço. A trilha de 3 km é relativamente fácil, e você deve ser acompanhado por um guia turístico local e pagar uma taxa de entrada. A força da cachoeira depende da chuva e, embora sempre haja água, pode ser impossível nadar no poço após uma chuva forte. Durante a caminhada, você terá a chance de ver a cachoeira de cima e até mesmo dar um mergulho na Cachoeira das Orquídeas. Junte-se a um guia local em uma roteiro de 7 dias no Parque Nacional da Chapada Diamantina e descubra o Buracão!

    Cachoeira do Buracão - O que fazer na Chapada Diamantina
    Sinta a névoa da Cachoeira do Buracão enquanto ela cai!

    👉Veja mais sobre essa cachoeira e muitas outras em nosso guia completo

    Pai Inácio

    O Morro do Pai Inácio está sempre em todas as listas do que fazer na Chapada Diamantina. Uma caminhada popular e fácil, com uma vista panorâmica do topo que lhe dará uma noção real da grandeza do parque, incluindo os icônicos morros do Camelo e Três Irmãos. A entrada da trilha fica próxima à BR 242, e pode-se ir de carro até o ponto de partida e depois subir cerca de 500 metros. O Morro do Pai Inácio pode ser visitado a qualquer hora do dia, mas recomenda-se subir próximo ao pôr do sol (o último horário para subir é até as 17h) e combiná-lo com outras trilhas, como a Cachoeira do Poço do Diabo. Veja alguns dos pacotes da Chapada Diamantina que podem ser combinados com essa trilha!

    Pai Inácio hill - what to do in chapada diamantina
    Aproveite a hora dourada no Morro do Pai Inácio, onde cada pôr do sol pinta uma paisagem de tirar o fôlego.

    Cachoeira da Fumacinha

    Os visitantes costumam descrever essa trilha e cachoeira como um dos pontos turísticos mais deslumbrantes em sua lista de coisas para fazer na Chapada Diamantina. O espetáculo natural apresenta uma cachoeira de 100 metros cercada por paredões de 280 metros, localizada na parte sul da Chapada, na cidade de Ibicoara. O percurso de ida e volta é de 18 km, seguindo o leito do rio, e envolve saltos sobre as pedras, o que pode tornar a caminhada bastante desafiadora. Pode completar o percurso num dia ou acampar durante a noite na natureza para ter mais tempo para explorar os outros poços ao longo do caminho. Antes de partir, é importante verificar as condições climaticas, pois a correnteza pode ser forte durante a estação chuvosa ou a cachoeira pode secar na estação seca.

    what to do in chapada diamantina
    Experience the thrill of the hike and the reward of the view from Fumacinha Falls

    Cachoeira da Fumaça

    Para chegar ao topo de uma das maiores cachoeiras do Brasil, com cerca de 380 metros, é preciso preparar pernas e pulmões para percorrer 2 km de uma subida íngreme, com grandes degraus, e mais 4 km por terreno irregular. Essa é uma das trilhas mais famosas da Chapada, atraindo visitantes que querem ver o cenário mágico da água que se dispersa com o vento como fumaça (daí o nome) antes de chegar ao chão, cercado por enormes paredões rochosos. Dependendo da época do ano, esta cascata pode estar completamente seca. O acesso mais fácil começa no Vale do Capão e, apesar de não ter um bom banho para se refrescar, é possível percorrer mais 3 km de carro após o final da trilha para bater na Cachoeira do Riachinho.

    Fumaça Falls Lookout - what to do in chapada diamantina
    See the water turns to smoke before it touches the ground at Fumaça Falls

    Multi-day trek na Cachoeira da Fumaça

    A mesma cachoeira da Fumaça, mas vista de baixo! Se você é um entusiasta do camping que adora trilhas desafiadoras, considere embarcar neste trekking da Chapada Diamantina para chegar à base da Cachoeira da Fumaça. É uma cachoeira de tirar o fôlego cercada por um paredão de 380 metros, oferecendo um local sereno para mergulhar e relaxar.

    Esse caminho é normalmente percorrido por quem quer atravessar o Vale do Capão até Lençóis ou vice-versa. No caminho, passa-se por remanescentes florestais bem preservados e até por ruínas da época da mineração. Para completar a aventura, será necessário acampar na natureza durante 3 dias, trazendo todo o equipamento de campismo necessário, comida e água. É a oportunidade perfeita para mergulhar e conectar-se profundamente com a natureza ao seu redor. Durante o trekking, você terá a oportunidade de visitar mais duas das belas cachoeiras da Chapada Diamantina, Capivara e Palmital. 

    Fumaça Falls multi-day trekking experience - what to do in chapada diamantina
    Camp under the stars at Fumaça’s base and deeply immerse yourself in nature!

    Poço Encantado e Poço Azul

    Esses poços não estão apenas na lista de coisas imperdíveis para fazer na Chapada Diamantina, eles também são conhecidos por serem cartões postais desse Parque Nacional! Com uma paisagem deslumbrante, essas piscinas naturais fazem com que a gente se sinta relaxado, encantado e com a sensação de ter viajado no tempo, principalmente porque fósseis de espécies extintas foram encontrados no fundo do Poço Azul. Os dois poços estão localizados em propriedade particular, por isso é importante pagar a entrada e cuidar bem do meio ambiente.

    Poço Encantado and Poço Azul - what to do in chapada diamantina
    The Poço Encantado is one of Chapada’s aquatic marvels!

    Você pode até flutuar no Poço Azul com um colete salva-vidas, pois ele tem água corrente. No entanto, não é permitido tomar banho no Poço Encantado, pois sua água é proveniente de um lençol freático não renovável. É fácil acessar os dois poços por estrada de terra, sendo que o Poço Azul fica no município de Nova Redenção e a uma hora de carro do Poço Encantado, que está localizado na cidade de Itaetê e a 140 km de Lençóis. Experimente e participe de uma viagem de 7 dias com um guia local para visitá-las e se encantar com elas!

    Poço Encantado and Poço Azul - what to do in Chapada Diamantina
    Floating in Poço Azul, embraced by the beauty of nature’s surroundings

    Cachoeira do Mixila

    Para quem gosta de desafios, a trilha dentro do cânion do Rio Capivari é uma opção impressionante do que fazer nos pacotes da Chapada Diamantina. O ponto alto desse trekking é a cachoeira do Mixila, de 80 metros, que é realmente deslumbrante! Se estiver em boa forma física, pode fazer este percurso num só dia. Como alternativa, é possível ir com calma e acampar durante a noite para curtir mais a natureza e conhecer outras cachoeiras, como a do Capivari e a do Poção. Para chegar à Cachoeira do Mixila, é preciso seguir o leito do rio, pular pedras e até nadar no trecho final. Deixe as mochilas em um ponto e leve apenas a roupa de banho. A melhor maneira de acessar a cachoeira é através de Lençóis, seguido de um passeio de carro de 9 km (recomendamos um 4×4) até o início da caminhada. O percurso de ida e volta é de aproximadamente 25 km.

    Mixila Falls - what to do in Chapada Diamantina
    Every step, jump, and swim is worth it to see an 80-meter cascade at Mixila Falls. – Photo: @nairaferreiraa

    Cachoeira do Sossego

    Essa impressionante cachoeira, com uma queda de 20 metros, está situada no meio de uma parede de vários níveis dentro de um cânion. Ela tem um poço espaçoso e é perfeita para você dar um mergulho refrescante e tomar sol nos platôs de pedra. Essa rota de trilha da Chapada Diamantina tem 12 km e inclui mirantes de tirar o fôlego, rochas impressionantes e árvores imponentes. Você pode fazer a trilha em um dia, partindo de Lençóis. Entretanto, não é recomendável fazer essa trilha após dias consecutivos de chuva, pois o rio pode subir e tornar as pedras escorregadias e perigosas. Além disso, lembre-se de que um trecho da trilha envolve caminhar sob uma grande rocha e só é possível quando o nível da água está baixo.

    Sossego Falls - what to do in Chapada Diamantina
    Dare the slippery rocks for a dip in Sossego’s serene waters? Let’s go!

    Gruta da Lapa Doce e Pratinha

    Se você é fã de exploração subterrânea, não perca a gruta Lapa Doce! Localizada em Iraquara, esse sistema de cavernas de 42 km tem 850 metros abertos à visitação. O trajeto fácil é adequado para a maioria dos visitantes, que poderão presenciar formações milenares de estalactites, estalagmites e cortinas em salões de calcário. 

    Lapa Doce Cave and Pratinha - what to do in Chapada Diamantina
    Stalactites and history hang in balance in this incredible cave

    Depois da gruta, dê um mergulho nas águas azul-turquesa da Pratinha, onde também é possível fazer tirolesa ou flutuação. Tanto a Lapa Doce quanto a Pratinha requerem pagamento no local e um guia é essencial para o passeio na gruta.

    Lapa Doce Cave and Pratinha - what to do in chapada diamantina
    Dive into Pratinha’s crystal waters

    Pronto para descobrir a Chapada Diamantina?

    Agora que você sabe o que visitar e fazer na Chapada Diamantina, deixe o PlanetaEXO conectá-lo com guias bilíngues profissionais para experiências inesquecíveis nesse Parque Nacional. Nossos guias não apenas aprimoram sua aventura, mas também apoiam viagens sustentáveis e comunidades locais. Descubra nossos pacotes para a Chapada Diamantina e comece a planejar sua viagem hoje mesmo!

     

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