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  • Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    Os 5 destinos naturais que nossos viajantes mais gostaram no Brasil em 2025

    2025 foi um ano especial para viajar pelo Brasil e para todo mundo que escolheu conhecer o país pela natureza.

    No PlanetaEXO, recebemos mais de 1.000 viajantes internacionais ao longo do ano, todos procurando viagens que fossem além de visitas curtas e pontos turísticos famosos.

    Quando olhamos para o que os viajantes compartilharam após suas viagens, por meio de avaliações e comentários verificados, um padrão claro aparece. Os destinos que deixaram a impressão mais forte foram aqueles onde as pessoas puderam percorrer a paisagem ao longo de vários dias, deixando a natureza ditar o ritmo, em vez de seguir um cronograma apertado.

    Além das paisagens em si, essas viagens também se destacaram pelo impacto positivo que causam em cada destino, apoiando as comunidades locais, valorizando o conhecimento local e viajando de uma forma que respeita os lugares visitados.

    Destinos cinco estrelas que se destacaram em 2025, moldados pelas aventuras que os viajantes mais valorizaram.Viajantes exploram um cenário natural deslumbrante do Brasil durante uma aventura em 2025

    Lençóis Maranhenses

    Rotas de caminhada que transformam dunas e lagoas em uma viagem de vários dias

    Lençóis Maranhenses foi o destino mais mencionado ao longo do ano. O que os viajantes mais apreciaram foram as rotas de trekking de vários dias pelo parque nacional, onde a viagem acontece inteiramente a pé.

    Os aventureiros atravessam amplos campos de dunas, nadam em lagoas de água doce sazonais e passam as noites em pequenas aldeias ao longo do caminho. Muitas pessoas descrevem a experiência como atravessar uma paisagem viva que muda a cada dia.Lagoas de água doce entre as dunas brancas dos Lençóis Maranhenses

    Uma experiência inesquecível. O Brasil se revela aqui, em Lençóis, através de paisagens incríveis e verdadeiramente únicas no mundo.

    Franck Nicolas

    👉 Explore as trilhas de caminhada nos Lençóis Maranhenses

    Vale do Pati (Chapada Diamantina)

    Caminhadas de vários dias por vales profundos e comunidades locais

    No Vale do Pati, na Chapada Diamantina, os viajantes sempre destacaram a clássica caminhada de vários dias pelo vale como uma das experiências mais significativas de sua estadia no Brasil.

    Os dias são passados caminhando entre mirantes, cachoeiras e travessias de rios, enquanto as noites são passadas nas casas de famílias locais que vivem dentro do vale. O que fica na memória de muitos viajantes é a sensação de continuidade — caminhar o dia todo, compartilhar refeições e acordar cercado pela mesma paisagem.Vista das montanhas e vales verdes do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    Do início ao fim, toda a viagem foi incrível. O vale é deslumbrante, as caminhadas foram bem planejadas e as famílias anfitriãs tornaram a experiência ainda mais especial.

    Dan Heath

    👉 Descubra as experiências de trekking no Vale do Pati

    Floresta Amazônica

    De pousadas na selva a expedições de sobrevivência nas profundezas da floresta tropical

    A Amazônia se destacou em 2025 por oferecer duas maneiras muito diferentes de viver a floresta tropical, ambas deixando uma forte impressão nos viajantes.

    Alguns escolheram a clássica aventura em pousadas na selva amazônica, combinando navegação fluvial, caminhadas na floresta e observação da vida selvagem. Outros optaram por expedições mais longas no estilo sobrevivência, aprendendo a se mover, navegar e viver na floresta durante vários dias.Floresta densa e rios serpenteando pela Floresta Amazônica

    A pousada e o passeio foram perfeitos. Aprendi muito sobre a Amazônia, seu povo, a vida selvagem e a flora.

    Kristina Wagner

    👉 Escolha sua experiência na Amazônia

    Pantanal

    Encontros com a vida selvagem moldados por paisagens abertas e rios

    No Pantanal, o que os viajantes mais lembram é como são os encontros com a vida selvagem natural. As planícies aluviais abertas e os rios permitem que as pessoas observem os animais sem longas esperas ou cenários artificiais.

    Muitos aventureiros mencionam ter visto espécies icônicas — incluindo onças-pintadas — no início da viagem, o que muitas vezes define o tom dos dias que se seguem.Vida selvagem e áreas alagadas na vasta paisagem do Pantanal

    Uma experiência maravilhosa em um ambiente lindo. Vimos uma onça-pintada no primeiro dia e muitos outros animais durante a viagem.

    Valerio Grandis

    👉 Veja as viagens para observação da vida selvagem no Pantanal

    Jalapão

    Paisagens remotas do Cerrado que recompensam quem vai mais longe

    Jalapão surpreendeu muitos viajantes em 2025. As experiências mais apreciadas foram expedições de vários dias pelo Cerrado, conectando dunas de areia, cachoeiras, fervedouros (nascentes naturais) e longas extensões de terra aberta.

    As pessoas costumam descrever como a distância, as estradas de terra e os longos dias de viagem não são inconvenientes, mas partes essenciais do que torna a viagem real e memorável.Dunas alaranjadas e veredas na paisagem selvagem do Jalapão

    Sensacional. Jalapão é de tirar o fôlego. Paisagens incríveis, organização perfeita e guias muito profissionais. Uma experiência inesquecível.

    Sarah Danflous

    👉 Explore as expedições ao Jalapão no CerradoA casa dos Aleixos cercada pelas montanhas do Vale do Pati na Chapada Diamantina

    O que essas viagens dizem sobre como as pessoas querem viajar

    Em todos os cinco destinos, uma coisa fica clara: as pessoas estão escolhendo viagens que lhes dão tempo para estar presentes. Viagens que se desenrolam ao longo de vários dias, onde o movimento pela paisagem é mais importante do que marcar paradas e onde a natureza define o ritmo de cada dia.

    Se essa forma de viajar faz sentido para você, 2026 é um ótimo momento para começar a planejar. Esses destinos e as aventuras que eles oferecem são exatamente onde muitos viajantes começam quando procuram uma maneira mais profunda e significativa de conhecer o Brasil.

    👉 Junte-se a nós em aventuras cinco estrelas que causam um impacto positivo.

  • Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário: Turismo que Mantém a Amazônia Viva

    Documentário do PlanetaEXO revela como viagens sustentáveis avançam na conservação da floresta, ações locais que transformam discursos climáticos em prática e fortalecem comunidades amazônicas.

    São Paulo, novembro de 2025 – Após o encerramento da COP30 em Belém, um novo documentário chega para reforçar que a proteção da Amazônia depende, cada vez mais, de ações locais e contínuas. A plataforma de viagens sustentáveis PlanetaEXO acaba de lançar “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”, filme de 5 minutos que retrata como as comunidades amazônicas estão transformando o turismo em uma estratégia eficaz de conservação e geração de renda.

    O mini doc dirigido por Lucas Ribeiro, que é também fundador e CEO do PlanetaEXO, apresenta relatos de moradores que substituíram antigas atividades extrativistas por modelos de turismo de base comunitária. Ao acompanhar visitantes, compartilhar saberes tradicionais e cuidar diretamente do território, eles demonstram que é possível manter a floresta viva enquanto fortalecem suas economias locais.

    Os números recentes reforçam a urgência desse movimento. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, a Amazônia Legal registrou 5.796 km² de desmatamento, o menor índice em mais de uma década, segundo o PRODES/INPE. Mesmo assim, a degradação causada pelo fogo já responde por quase 40% das perdas recentes, indicando que a pressão sobre o bioma continua elevada. Para muitas famílias, o turismo desponta como uma alternativa concreta para permanecer no território sem recorrer a práticas que comprometem a floresta.

    Um dos depoimentos mais marcantes do filme sintetiza essa mudança de perspectiva. “O turismo me mostrou que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço e acaba ficando sem jantar. Isso é preço. Mas quando você entende o valor, é quando as coisas começam a mudar”, afirma Roberto Britto, ex-madeireiro e atual empreendedor do turismo.Arte de capa do documentário do PlanetaEXO sobre turismo sustentável na Amazônia

    O turismo me ensinou e me mostrou na prática que preço é diferente de valor. Um caboclo derruba uma árvore de 300 anos para comprar um frango para o almoço, e depois fica sem jantar. Isso é preço. Mas quando você começa a enxergar valor, aí as coisas começam a mudar.

    Roberto Britto

    O PlanetaEXO observa um crescente interesse por viagens responsáveis, o que fortalece projetos comunitários e amplia o impacto positivo do ecoturismo. Em 2025, a plataforma registrou um aumento de 210% no número de turistas na Amazônia em comparação ao ano anterior, com visitantes vindos dos Estados Unidos, França, Alemanha e outros países. 

    Dados do Banco Mundial mostram que o turismo sustentável já movimenta cerca de US$ 2,3 bilhões por ano na Amazônia. A cifra ainda é distante dos US$ 45 bilhões gerados por atividades extrativistas,mas trata-se de um mercado novo e em crescimento. O documentário do PlanetaEXO destaca exatamente as trajetórias de moradores da floresta que descobriram no turismo responsável uma fonte de renda mais sustentável. 

    “O filme mantém o foco nas pessoas por trás desses esforços. Em suas próprias palavras, elas descrevem como o turismo transformou a rotina, trouxe independência e ofereceu uma alternativa digna ao extrativismo”, diz Lucas Ribeiro. São relatos que complementam, de forma concreta, as discussões climáticas levantadas durante a COP30.

    Ficha Técnica “Turismo que Mantém a Amazônia Viva”

    Formato: Documentário 

    Duração: 5 minutos

    Direção: Lucas Ribeiro
    Direção de Fotografia: Isadora Sá e Marcelo Bonifácio
    Edição: Marcelo Bonifácio
    Entrevistas: Larissa Mariano e Isadora Sá
    Assistência de Produção: Lucas Pinelli
    Agradecimentos Especiais: Equipe do Barco Zaltana

    Participações: Joarlison Garrido – Comunidade Nova Esperança; José Pancrácio – Comunidade Nova Esperança; Roberto Brito – Comunidade Tumbira; e Izolena Garrido – Comunidade Tumbira

  • 10 curiosidades que você precisa saber sobre Abrolhos

    10 curiosidades que você precisa saber sobre Abrolhos

    Descubra as histórias únicas, a história e a biodiversidade que fazem do arquipélago de Abrolhos um dos destinos marinhos mais fascinantes do Brasil.

    O arquipélago de Abrolhos, na costa sul da Bahia, Brasil, é reconhecido como um dos ambientes marinhos mais extraordinários da América do Sul. Para aqueles interessados em saber mais, há curiosidades fascinantes sobre Abrolhos esperando para serem descobertas. O Brasil criou o Parque Nacional Marinho de Abrolhos em 1983, garantindo a proteção desse remoto grupo de ilhas e recifes.

    Você pode chegar a Abrolhos de barco saindo de Caravelas, uma pequena cidade litorânea na Bahia. As águas ao redor são rasas, mas contêm uma incrível concentração de nutrientes. Como resultado, elas oferecem condições ideais para recifes de corais, peixes coloridos e espécies marinhas maiores, como baleias jubarte.

    Humpback whales Abrolhos
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    Quando você viaja com o PlanetaEXO, sua visita não apenas conecta você a esse ecossistema único, mas também apoia as famílias locais. Além disso, cada aventura contribui para a conservação e gera renda para as comunidades vizinhas. 

    Curioso para explorar fatos únicos sobre Abrolhos? Continue lendo para descobrir os detalhes mais surpreendentes sobre este paraíso marinho.

    1. O que significa o nome Abrolhos em inglês?

    O nome “Abrolhos” vem da antiga expressão portuguesa “Abre os olhos”, que em português significa “abra os olhos”. Os marinheiros usavam o aviso para lembrar uns aos outros dos recifes perigosos que causavam inúmeros naufrágios.

    Os recifes do arquipélago de Abrolhos se estendem por vastas áreas e continuam difíceis de detectar à distância. Consequentemente, eles representaram sérios riscos para os navios que navegavam pela costa brasileira durante séculos.

    Ainda hoje, os mapas náuticos sinalizam Abrolhos com alertas. Esse legado conecta os viajantes modernos à história marítima do Brasil e explica por que Abrolhos sempre exigiu atenção e respeito.

    Facts About Abrolhos
    Foto: Roberto Costa Pinto

    👉 Veja este e outros parques nacionais brasileiros em nosso artigo

    2. A visita de Charles Darwin a Abrolhos

    Em 1832, o jovem naturalista Charles Darwin visitou Abrolhos durante sua viagem no HMS Beagle. Com apenas 23 anos, ele fez anotações sobre os recifes e a vida marinha da região.

    Darwin descreveu a abundância de peixes, as aves marinhas que nidificavam nas falésias rochosas e as formações de corais incomuns. Essas observações, embora breves, ajudaram a fortalecer seu interesse pela biodiversidade e adaptação.

    Sua visita continua sendo um dos fatos mais marcantes sobre Abrolhos, pois conecta esse arquipélago remoto à jornada inicial de um cientista que mais tarde mudaria a forma como entendemos a vida na Terra.

    Charles Darwin Abrolhos
    Foto: Wellcome Library, London

    3. Abrolhos como um laboratório vivo

    Abrolhos funciona como um laboratório vivo para a ciência. Pesquisadores do Brasil e do exterior visitam regularmente o local para estudar a resiliência dos corais, a migração das baleias, as colônias de aves que nidificam nas ilhas e as tartarugas marinhas que utilizam os recifes como área de alimentação.

    Além disso, projetos internacionais testam novos métodos de conservação aqui antes de aplicá-los em outros parques marinhos. Esses estudos transformam Abrolhos em um ponto de referência para a compreensão dos efeitos das mudanças climáticas.

    Para os viajantes, essa importância científica acrescenta outro significado. Explorar Abrolhos torna-se não apenas uma aventura, mas também uma oportunidade de testemunhar como o conhecimento cresce.

    Sea turtle Abrolhos
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    4. Águas seguras para as baleias jubarte

    Todos os anos, de julho a novembro, as águas calmas e quentes de Abrolhos recebem milhares de baleias jubarte que migram da Antártida.

    Os biólogos marinhos consideram a área o local de reprodução mais importante para as baleias jubarte no Atlântico Sul. Como resultado, os visitantes frequentemente avistam mães nadando com seus filhotes ou observam baleias saltando da superfície em espetaculares exibições.

    Os passeios de observação de baleias a partir de Caravelas estão entre as experiências mais populares para quem planeja o que fazer em Abrolhos, combinando emoção com educação sobre conservação.

    Humpback Whales Abrolhos
    @nathpinesso

    👉 Leia nosso guia de viagem completo sobre Abrolhos

    5. Um ponto importante para a biodiversidade e o endemismo

    Abrolhos se destaca como um dos ecossistemas marinhos mais ricos do Brasil. Mais de 1.300 espécies vivem aqui, incluindo peixes, golfinhos, tartarugas marinhas e aves marinhas. Muitas delas são endêmicas, existindo apenas nesta parte do país.

    Uma das espécies mais emblemáticas é o coral-cérebro (Mussismilia braziliensis). Ele forma estruturas de recife maciças e só aparece em Abrolhos. Na verdade, esse coral foi um dos principais motivos para a criação do parque, já que desempenha um papel vital na manutenção do equilíbrio ecológico.

    Infelizmente, o coral cérebro enfrenta sérias ameaças. Os cientistas monitoram o branqueamento, doenças como a praga branca e a faixa preta, a pesca excessiva e os impactos das mudanças climáticas. Sua fragilidade destaca a urgência de proteger o arquipélago de Abrolhos.

    Brain coral Abrolhos
    Foto: Gustavo Abrahim

    6. Ilha de Santa Bárbara, sede da Marinha

    Embora a maioria das ilhas de Abrolhos permaneça intocada, a Ilha de Santa Bárbara abriga uma base naval. Um farol construído em 1861 continua a guiar os navios, e famílias de militares vivem lá com uma pequena infraestrutura que inclui um heliporto e docas para barcos.

    Os turistas, no entanto, não podem desembarcar em Santa Bárbara. O acesso é rigorosamente controlado e as visitas são limitadas às águas ao redor da ilha. Como resultado, o resto do arquipélago permanece livre da interferência humana.

    Essa restrição demonstra como uma gestão cuidadosa ajuda a preservar as ilhas, ao mesmo tempo em que apoia a segurança nacional.

    Santa Barbara Brazilian Navy
    Foto: Gabi Carrera, Marinha do Brasil

    7. Origens vulcânicas e recifes ocultos

    As ilhas de Abrolhos tiveram origem em antigas atividades vulcânicas. Suas bases de basalto proporcionaram aos corais uma superfície para colonizar e se expandir em complexos sistemas de recifes.

    Além dos recifes rasos, Abrolhos também possui recifes mesofóticos. Estes ocorrem em profundidades médias e abrigam espécies que não são encontradas em águas mais rasas. Por exemplo, o Recife Califórnia tornou-se um local importante para a pesquisa marinha.

    Juntas, a geologia e a biologia criaram um ecossistema tridimensional. Essa formação única ajuda a explicar por que Abrolhos se tornou um local tão importante para estudos científicos.

    Dive in Abrolhos
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    8. Perigos de navegação e batalhas históricas

    Os recifes de Abrolhos sempre desafiaram os marinheiros. Inúmeros naufrágios contam histórias de erros de navegação, tempestades repentinas e conflitos navais.

    Em 1631, as frotas holandesa e luso-espanhola travaram uma batalha naval perto das ilhas. Alguns destroços dessa época ainda repousam no fundo do mar, misturando história com vida marinha.

    Hoje, mergulhadores exploram essas relíquias subaquáticas, enquanto historiadores as estudam para compreender melhor o passado colonial do Brasil. Essa combinação de cultura e natureza enriquece a lista de curiosidades sobre Abrolhos.

    Facts About Abrolhos
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    9. Reconhecimento internacional e desafios de conservação

    Abrolhos ganhou reconhecimento mundial. É um Sítio Ramsar por suas zonas úmidas e um posto avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica da UNESCO. Esses títulos destacam seu valor ecológico.

    No entanto, o parque enfrenta ameaças contínuas, incluindo mudanças climáticas, pesca ilegal e potencial exploração de petróleo. Os cientistas monitoram os recifes para entender como essas pressões alteram o ecossistema.

    Portanto, o turismo responsável torna-se essencial. Os visitantes contribuem diretamente para a conservação, apoiando operadores sustentáveis e respeitando as regras do parque.

    Facts About Abrolhos
    Foto: Gustavo Abrahim

    10. Os chapeirões encontrados apenas em Abrolhos

    Uma das características naturais mais marcantes de Abrolhos são os chapeirões. Essas torres de coral em forma de cogumelo erguem-se dramaticamente do fundo do mar, chegando a atingir 25 metros de altura.

    Cada nível de um chapeirão abriga diferentes espécies: esponjas e peixes na base, corais vibrantes no meio e cardumes de peixes se alimentando perto do topo. Sua estrutura cria habitats verticais encontrados em nenhum outro lugar do Brasil.

    Para mergulhadores e praticantes de snorkel, explorar essas formações é frequentemente o ponto alto da visita ao arquipélago de Abrolhos.

    Chapeirões Abrolhos
    Foto: Salmeidas

    👉 Explore nosso passeio de mergulho com hospedagem a bordo em Abrolhos

    Viajando com o PlanetaEXO

    Escolher o PlanetaEXO significa viajar com um propósito. Cada viagem gera renda para as famílias locais, ajudando as comunidades a prosperarem por meio do turismo.

    Acreditamos que cada aventura pode criar um impacto positivo para os viajantes, para a natureza e para as pessoas que vivem nas proximidades.

    Ao visitar Abrolhos conosco, você não apenas desfruta de um destino extraordinário, mas também contribui para sua proteção. Esse é uma das melhores curiosidades sobre Abrolhos.

  • Como Chegar a Fernando de Noronha

    Como Chegar a Fernando de Noronha

    Conheça as principais rotas, os detalhes do aeroporto e as dicas de viagem para uma chegada tranquila a Fernando de Noronha, um santuário natural no meio do Atlântico

    Fernando de Noronha é Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos Parques Nacionais Marinhos mais preservados do Brasil. O turismo é controlado e há um limite diário de visitantes, e o arquipélago é conhecido pelas águas transparentes, pelos recifes de coral e pela fauna rara.

    Tartarugas marinhas, golfinhos e peixes coloridos fazem parte do cenário do dia a dia, o que transforma a ilha num polo de ecoturismo e pesquisa marinha. Toda essa beleza vem acompanhada de responsabilidade: regras rígidas ajudam a proteger a biodiversidade.

    How to get to Fernando de Noronha
    .

    O PlanetaEXO trabalha com parceiros locais para promover um turismo sustentável, com viagens que unem conforto, autenticidade e respeito pela natureza. Neste guia, você descobre como chegar em Fernando de Noronha: voos, rotas, taxas e detalhes práticos.

    Como chegar a Fernando de Noronha?

    De avião

    A forma mais rápida e comum de chegar ao arquipélago é pelo ar. Até pouco tempo atrás, a ilha era atendida apenas por voos diários saindo de Recife (REC) e voos semanais saindo de Natal (NAT). Desde 2024, a LATAM também opera voos diretos a partir do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo (GRU).

    A nova conexão com São Paulo acontece cinco vezes por semana (segundas, quartas, quintas, sextas e domingos) e leva cerca de 3h50. Essa rota ampliou muito o acesso internacional à ilha, já que Guarulhos é o maior hub internacional do Brasil, recebendo voos da Europa, dos Estados Unidos e de outros continentes.

    How to Get to Fernando de Noronha?
    @souza_aviation

    Como ir para Fernando de Noronha a partir do Reino Unido?

    Para quem viaja da Europa, as portas de entrada mais simples continuam sendo os voos diretos de Lisboa (LIS) para Recife ou Natal. Outra opção é passar por São Paulo, que conecta direto com Noronha ou oferece conexões domésticas rápidas, de 3 a 4 horas, até Recife ou Natal.

    Como chegar em Noronha saindo do Rio de Janeiro?

    Para quem sai do Rio de Janeiro, o caminho mais comum é fazer conexão em Recife (REC) ou em São Paulo (GRU). De Recife, é um voo curto de 1h15 até a ilha; de São Paulo, você pega o voo direto, que leva pouco menos de 4 horas.

    Para quem vem dos Estados Unidos, São Paulo também é a melhor alternativa, seguida de um voo direto para a ilha ou de uma conexão doméstica rápida.

    Aeroporto de Fernando de Noronha (FEN)

    O Aeroporto Governador Carlos Wilson (FEN) é o único do arquipélago, construído nos anos 1930 e modernizado para atender ao ecoturismo. Fica no centro da ilha, perto da Vila dos Remédios e da maior parte das hospedagens.

    Pequeno, mas funcional, o FEN recebe voos diários de Recife e Natal e, agora, uma linha direta de São Paulo. É um aeroporto fácil de circular, com transfers rápidos para hotéis e pousadas.

    Em qualquer mapa de Fernando de Noronha, dá para notar como a localização do aeroporto é estratégica: ela reduz o tempo de deslocamento na chegada e simplifica a logística para quem visita.

    Fernando de Noronha Airport
    @casadaalbertinanoronha

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    Aeroportos com conexão

    • Recife (REC): o hub mais confiável, com vários voos diários para Noronha. O trajeto leva cerca de 1h15.
    • Natal (NAT): um hub menor, com voos diretos de cerca de 1h20.
    • São Paulo (GRU): o maior aeroporto internacional do Brasil, com conexões para o mundo todo. De Guarulhos, a rota direta da LATAM com voos para Fernando de Noronha leva menos de 4 horas.

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    De barco

    Dá para chegar a Fernando de Noronha de barco? Sim, mas não por balsas regulares. A localização isolada da ilha (cerca de 545 km de Recife) inviabiliza serviços de rotina.

    Algumas expedições à vela e iates particulares chegam ao arquipélago de Fernando de Noronha, mas precisam cumprir regras de entrada rígidas e se coordenar com as autoridades. Para a maioria dos viajantes, o barco não é uma opção realista.

    Boats Fernando de Noronha
    Photo: Fernando Klark

    Cruzeiros

    Alguns cruzeiros internacionais e brasileiros incluem Noronha no roteiro. Costumam partir de Recife, Natal ou de outros portos da América do Sul, como parte de travessias mais longas pelo Atlântico. As paradas costumam ser curtas, de meio dia a um dia, o que dá tempo de conhecer praias ou fazer um passeio guiado.

    Essas visitas raras oferecem outra perspectiva da ilha: aproximar-se das falésias vulcânicas e das baías de água turquesa vindo do mar. Não têm a flexibilidade do avião, mas seguem sendo uma opção para quem curte expedições marítimas.

    👉 Explore os pontos de mergulho em Fernando de Noronha se quiser somar experiências debaixo d'água à sua visita de cruzeiro

    Regras de entrada em Fernando de Noronha

    Você não precisa de um visto especial para visitar Fernando de Noronha, mas deve seguir as regras gerais de entrada no Brasil conforme a nacionalidade. Cidadãos de países com acordo de isenção podem ficar até 90 dias; os demais precisam de visto de turista antes de embarcar. Confira sempre a validade do passaporte e as exigências antes de viajar.

    Além das regras de imigração, todo visitante paga duas taxas locais: a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada por dia, e o ingresso do Parque Nacional Marinho, válido por 10 dias. As duas são obrigatórias e financiam diretamente a conservação e a infraestrutura.

    Dive Fernando de Noronha
    Photo: Zaira Matheus

    Outro ponto essencial é planejar com antecedência. Fernando de Noronha tem, por lei, um limite de 132.000 visitantes por ano e 11.000 por mês, definido em acordo entre Pernambuco e as autoridades federais.

    Um novo Estudo de Capacidade de Carga está em andamento para reavaliar esses números, já que alguns meses dos últimos anos ultrapassaram o limite mensal. Reservar cedo garante voos, hotéis e autorizações neste santuário protegido.

    👉 Quer descobrir mais curiosidades? Leia 10 curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Transporte na ilha

    Depois de resolver a dúvida de como chegar à ilha de Fernando de Noronha, é hora de pensar em como se locomover por lá. A ilha é pequena, mas as opções de transporte são variadas:

    • Ônibus: circula com regularidade do Porto ao Sueste.
    • Táxis e caronas pagas: mais caros, mas práticos para trajetos curtos.
    • Aluguel de buggy: a escolha mais popular para ter liberdade de circular.
    • Passeios de barco: essenciais para alcançar praias remotas e pontos de mergulho.
    • Carona: surpreendentemente comum e segura, reflexo do tamanho pequeno da ilha e do senso de comunidade.

    Em geral, os visitantes combinam transporte público com buggy ou caronas, o que facilita explorar sem perder os principais pontos altos.

    How to Get to Fernando de Noronha?
    Photo: Iza Correa

    👉 Com pouco tempo? Conheça o Pacote de 2 dias de Mergulho em Fernando de Noronha

    Viajar com o PlanetaEXO

    Com o PlanetaEXO, você tem apoio completo com voos, passeios e hospedagem, ao mesmo tempo em que contribui com as comunidades locais. Nossos guias experientes conhecem as trilhas, as águas e a cultura da ilha.

    Oferecemos pacotes selecionados, como o Pacote de 2 dias de Mergulho e a viagem de 5 dias de mergulho, além de cursos como o Curso de Mergulho Open Water Fernando de Noronha e o Advanced Adventurer, que combinam mergulho de alto nível com sustentabilidade para uma experiência segura e marcante.

    Com a gente, saber como chegar até Fernando de Noronha vem acompanhado da garantia de autenticidade, segurança e impacto positivo.

    👉 Fale com o PlanetaEXO hoje mesmo e comece a planejar sua aventura

  • 10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    10 curiosidades sobre Jalapão que você precisa saber

    Do significado do nome às suas principais atrações e sua rica história, saiba tudo sobre o Jalapão no Brasil

    Conhecido por sua beleza remota, o Jalapão é um lugar onde rios formam nascentes cristalinas, dunas de areia se erguem no meio do cerrado e comunidades preservam tradições seculares. Essas características o tornam um paraíso para quem ama aventura e cultura.

    Dunas de areia dourada ao pôr do sol mostrando a beleza remota do Jalapão, onde dunas de areia se erguem no meio da savana.
    Photo: Rodrigo José Fernandes

    Mas, além do cenário natural, este destino carrega histórias que surpreendem até os viajantes mais experientes. Da formação dos fervedouros ao artesanato em capim-dourado e à história do território quilombola, há muito a ser explorado.

    Curioso para saber mais e descobrir em qual estado fica o Jalapão? O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Jalapão, montou uma lista com 10 curiosidades sobre o Jalapão para o seu próximo destino de férias. Confira abaixo!

    1. Maior Parque Estadual do Tocantins

    Criado em 2001, o Parque Estadual do Jalapão cobre uma área de 158.800 hectares. Este não é apenas o maior parque estadual do Tocantins, mas também a savana mais significativa da América do Sul.

    Um viajante sentado à beira de um penhasco apreciando o pôr do sol sobre a vasta paisagem de savana do Parque Estadual do Jalapão.
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    Estendendo-se pelos municípios de Mateiros e São Félix do Tocantins, o Jalapão protege dunas, nascentes, cachoeiras e vastos corredores de vida selvagem como uma das unidades de conservação mais importantes do Cerrado, um bioma que perdeu grandes porções de sua vegetação nativa nas últimas décadas.

    2. O Que Significa Jalapão?

    Aqui está uma curiosidade que desperta o interesse de todos: o que significa Jalapão?

    De acordo com historiadores, o nome está ligado a uma planta medicinal local chamada jalapa. Outrora abundante na região, ela era muito usada por suas propriedades curativas e se tornou um ponto de referência para viajantes e moradores.

    Uma flor de jalapa rosa vibrante desabrochando, a planta medicinal local que inspirou o significado do nome Jalapão.
    Photo: Linda De Volder

    Em português, o sufixo “ão” sugere vastidão ou profusão. Portanto, o nome se traduz como “a terra com abundância de jalapas”, refletindo tanto os recursos naturais do passado quanto a riqueza das paisagens atuais.

    3. Outrora um Mar

    Milhões de anos atrás, o Jalapão era coberto por um antigo mar. As formações rochosas, os planaltos e os cânions do parque são resquícios dessa paisagem pré-histórica. Paredões de arenito, erodidos ao longo de milênios, ainda revelam fósseis marinhos e marcas de ondulação.

     Um rio calmo fluindo por amplas áreas arenosas e penhascos escarpados durante o pôr do sol, refletindo o passado geológico da região.
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    Esse passado geológico explica a presença de amplas áreas de areia, penhascos acidentados e vales férteis, enquanto a ação constante da água e do vento moldou a terra na combinação única de dunas, rios e nascentes que vemos hoje.

    Os viajantes que caminham pelo Jalapão estão essencialmente cruzando o que antes era o fundo do mar. Na próxima vez que você percorrer suas trilhas, imagine que a areia dourada sob seus pés já fez parte de um vasto fundo oceânico!

    4. Os Fervedouros do Jalapão

    Como a água pode borbulhar incessantemente do chão sem nunca secar? Os fervedouros do Jalapão são nascentes cársticas naturais formadas quando rios subterrâneos empurram a água através de areia fina com alta pressão. Esse fluxo ascendente constante faz a superfície borbulhar e cria um efeito de flutuabilidade tão forte que é impossível afundar.

    Vista aérea de um fervedouro ciano cristalino cercado por buritis exuberantes no Parque Estadual do Jalapão.
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    Existem mais de uma centena de fervedouros no Parque Estadual do Jalapão, mas apenas alguns estão abertos para visitação. Alguns dos mais belos (e mais famosos) incluem o Fervedouro Bela Vista, Alecrim, Buritis, Buritizinho, Soninho, Ceiça, Rio Sono, e Encontro das Águas.

    Essas piscinas naturais são excepcionalmente cristalinas, variando do turquesa ao ciano, tornando-as alguns dos pontos mais fotogênicos do Brasil. Para protegê-las, as regras são rígidas: apenas até 8 pessoas por vez, 20 minutos por grupo, e não é permitido o uso de protetor solar antes de entrar para evitar a contaminação da água.

    👉 Leia mais: O que fazer no Jalapão?

    5. Sempre Faz Sol no Jalapão

    O Jalapão está localizado no norte do Brasil, uma das regiões mais quentes do país, o que significa que o clima é sempre ensolarado. Nos dias mais quentes, as temperaturas chegam facilmente a 30 a 34°C, enquanto a média mínima no inverno fica entre 15 e 20°C.

     Um pôr do sol brilhante visto através de uma parede de arenito natural, destacando o clima consistentemente ensolarado no norte do Brasil.
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    Mesmo durante a estação chuvosa (outubro a abril), o sol ainda ilumina o céu e cria a atmosfera perfeita para visitar os fervedouros e as cachoeiras.

    6. Dezenas de Cachoeiras e o Rio Novo

    Além dos fervedouros, o Jalapão também abriga dezenas de cachoeiras, como a Fumaça, Sussuapara, Soninho, Formiga, Lajeado, e Prata.

     A poderosa Cachoeira da Velha em forma de ferradura caindo sobre penhascos rochosos ao longo do bem preservado Rio Novo.
    Photo: Filipe Gonzaga Ferreira

    A Cachoeira da Velha, talvez a mais icônica de todo o parque, é especialmente conhecida por seu formato de ferradura. Com quase 100 metros de largura, ela é alimentada pelo Rio Novo, um dos rios de água potável mais bem preservados do mundo.

    Os viajantes também adoram a Prainha do Rio Novo, uma praia fluvial de areia dourada perfeita para se bronzear, relaxar e simplesmente apreciar a beleza do Parque Estadual do Jalapão.

    7. Lagoa do Japonês

    Embora não esteja dentro do Parque Estadual do Jalapão, a Lagoa do Japonês faz parte do circuito do Jalapão e é uma das atrações mais amadas da região.

    As águas azuis cristalinas da Lagoa do Japonês cercadas por penhascos rochosos em Pindorama do Tocantins.
    @carlosd_jalapao

    Situada na cidade de Pindorama do Tocantins, a lagoa, com suas águas azuis cristalinas e cercada por penhascos rochosos, faz parte da Estação Ecológica Serra Gerais.

    Com ótima infraestrutura, inclui restaurantes, banheiros, camping, atividades para crianças, redes e aluguel de equipamentos e sapatos (para proteger os pés das pedras afiadas no fundo da lagoa).

    Os visitantes da Lagoa do Japonês podem nadar, fazer passeios de barco, visitar a gruta e experimentar a tirolesa.

    👉 Leia mais: 15 destinos de ecoturismo no Brasil para se aventurar em 2026

    8. História e Tradições Quilombolas

    A Rota Quilombola conecta três comunidades no Jalapão: Mumbuca, Prata e Rio Novo. Esses povoados tiveram origem como formas de resistência durante o período colonial do Brasil, quando os quilombos—assentamentos no interior fundados por pessoas de ascendência africana que escaparam da escravidão—se tornaram portos seguros para a liberdade e preservação cultural.

    Em Mumbuca, os viajantes descobrem a arte do capim-dourado com artesãos locais. Na comunidade da Prata, a rapadura (doce tradicional feito com cana-de-açúcar), a cachaça com ervas do Cerrado (bebida destilada brasileira também feita com cana-de-açúcar) e a agricultura orgânica mostram a conexão entre comida e cultura. Enquanto isso, o Rio Novo guarda histórias de liberdade e povoamento à beira do rio que inspirou o seu nome.

    Visitar esses lugares significa compartilhar experiências. Desde oficinas e música ao redor do fogo até receitas locais e mergulhos no rio, a Rota Quilombola convida os viajantes a apoiar o turismo sustentável enquanto aprendem sobre a história viva.

    9. Capim-Dourado, o Ouro do Jalapão

    Um dos tesouros culturais do Jalapão é o capim-dourado, uma planta cujas hastes douradas brilham como metal. Artesãos locais colhem-no com cuidado, tecendo-o em joias, cestos e itens decorativos que são admirados em todo o Brasil.

    Um close do capim-dourado no campo, o famoso capim dourado do Jalapão com hastes que brilham como metal.
    Photo: Daniel Zilenovski

    O artesanato dessa erva dourada não é apenas belo, mas também simbólico, representando a conexão entre as pessoas e a natureza que é passada de geração em geração. Para muitas famílias, também é uma importante fonte de renda.

    Possuir uma peça de capim-dourado significa levar para casa uma parte da identidade do Jalapão. Os visitantes podem comprar diretamente em comunidades como Mumbuca, garantindo que sua compra apoie meios de subsistência sustentáveis.

    10. Rica Biodiversidade

    Outra curiosidade sobre o Jalapão que vale a pena mencionar é a sua fauna e flora, ambas típicas do Cerrado.

    Uma arara-canindé pousada em um pedaço de madeira, representando as diversas espécies de pássaros que voam pelo céu do Jalapão.
    Photo: Dick Daniels

    Lobos-guarás, tamanduás-bandeira, tatus-canastra, queixadas, pequenos lagartos e gambás vagam por seus territórios, enquanto pássaros como araras-canindé, periquitos e joões-de-barro cruzam o céu. O pato-mergulhão, uma espécie altamente ameaçada, também vive na área.

    A flora é igualmente rica, com buritis, campos de capim-dourado e orquídeas raras colorindo a paisagem.

    👉 Leia mais: 20 Animais Brasileiros: Curiosidades Sobre a Vida Selvagem e Onde Encontrá-los

    Explorando o Jalapão com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para o Jalapão, cada jornada apoia guias locais, comunidades quilombolas e artesãos que mantêm as tradições vivas.

    Ao escolher passeios responsáveis, você também contribui para a proteção dos frágeis ecossistemas do Cerrado. Cada aventura é cuidadosamente planejada para minimizar o impacto e maximizar as contribuições positivas enquanto você aproveita as melhores férias da sua vida. Entre em contato conosco agora!

  • Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Como Visitar Manaus – Guia de Viagem: O que Fazer e Mais!

    Confira nossas dicas de Manaus para aproveitar a cidade ao máximo e mergulhe neste lugar maravilhoso que mistura a atmosfera urbana com as riquezas naturais da Amazônia!

    Manaus, capital do estado do Amazonas, Brasil, foi listada pelo The New York Times como um dos 52 lugares no mundo que valem a pena visitar. Os visitantes fazem paradas rápidas lá a caminho da Floresta Amazônica, mas a maioria nem imagina a beleza e a autenticidade deste lugar.

    Além das maravilhas naturais, Manaus é cheia de história e cultura. Como a principal porta de entrada para a Amazônia, a capital oferece algo para todos — desde cruzeiros fluviais a expedições na selva e uma culinária local que reflete a biodiversidade da região.

    O PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo especializada em pacotes de viagem para Amazônia, criou um guia de viagem completo para ajudar você a explorar esta cidade incrível. Leia mais abaixo!

    Sobre Manaus

    Manaus foi fundada no século XVII como um forte português, mas cresceu rapidamente durante o Ciclo da Borracha no final dos anos 1800. Recebeu este nome em homenagem ao grupo indígena Manaós, que habitava o território na época. Manaus significa “mãe dos deuses”.

    Fachada histórica de edifício colonial rosa e vermelho em Manaus, apresentando arquitetura da era do ciclo da borracha.
    @manauschibata

    O Ciclo da Borracha foi tão próspero que Manaus ficou conhecida como a “Paris dos Trópicos”, mas não durou muito devido à forte concorrência do exterior. Mesmo assim, a cidade se reinventou como uma metrópole regional onde vivem 2,3 milhões de pessoas hoje, além de ser um próspero centro de ecoturismo que mistura arquitetura colonial, mercados movimentados e paisagens exuberantes.

    Onde fica Manaus?

    Para quem se pergunta onde fica Manaus, a cidade está localizada no estado do Amazonas, na Região Norte do Brasil. Situada no centro-leste do estado, é uma área metropolitana fortemente influenciada pelos rios Negro e Amazonas.

    Pelo que Manaus é famosa?

    Manaus é conhecida principalmente como a principal porta de entrada para a Floresta Amazônica e um enorme destino de ecoturismo não apenas no Brasil, mas no mundo.

    A mistura única de aspectos urbanos e recursos naturais é o que torna uma viagem a Manaus tão fascinante e digna de visita.

    Vista aérea de um rio azul sinuoso fluindo através da exuberante Floresta Amazônica verde perto de Manaus.
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    Melhor época para visitar Manaus

    A cidade de Manaus tem um clima de floresta tropical, com duas estações principais: a estação chuvosa (dezembro a maio) e a estação seca (junho a novembro).

    Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio

    A floresta está em seu momento mais exuberante e vibrante, tornando-se a melhor época para ir para Amazônia se você busca passeios de barco. Com os níveis de água mais altos, você pode explorar os igapós (florestas inundadas) de canoa, o que garante uma perspectiva única da Amazônia.

    Árvores da floresta amazônica refletidas nas águas escuras e calmas de uma floresta inundada durante a estação chuvosa.
    Photo: @buyehelen

    Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro

    Ótimo período para caminhadas e observação da vida selvagem, pois os animais se reúnem perto dos rios e fontes de água. É também o momento perfeito para visitar o famoso Encontro das Águas, onde os rios Negro e Solimões se encontram.

    👉 Leia mais: melhor época para ir para Amazônia

    Como chegar a Manaus?

    A maioria dos viajantes chega a Manaus voando para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes (MAO), servido por voos diretos de várias grandes cidades brasileiras (Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo) e alguns destinos internacionais.

    Não há voos diretos dos EUA ou da Europa, então turistas estrangeiros devem viajar para Bogotá (BOG), Cidade do Panamá (PTY) ou Curaçao (CUR) primeiro, ou fazer conexão no Brasil.

    Voos partindo de países da América do Norte ou Europa geralmente têm escalas em São Paulo (GRU/VCP), Rio de Janeiro (GIG) ou Brasília (BSB). Desses destinos, leva-se de 3 a 4 horas para chegar a Manaus com as companhias aéreas Azul ou GOL.

    Vista da janela de um avião olhando para a asa em direção às nuvens e paisagem amazônica abaixo.
    @villaamazonia

    👉 Leia mais: como chegar na Amazônia

    O que fazer em Manaus?

    Um guia de viagem estaria incompleto sem uma lista sobre o que fazer em Manaus — a cidade oferece uma ampla gama de experiências e passeios que permitem aos visitantes vivenciar e desfrutar da beleza natural da Amazônia e da cultura local.

    Confira a seleção do PlanetaEXO de atividades imperdíveis!

    Passeio pelo Centro Histórico

    Embarque em um passeio pelo centro histórico de Manaus para mergulhar no núcleo cultural e gastronômico da cidade.

    Caminhe por edifícios tradicionais e marcos que mostram a rica herança de Manaus, incluindo o Mercado Adolpho Lisboa, o Palácio Rio Negro, a Igreja de São Sebastião e o Museu Casa Eduardo Ribeiro. Perfeito para quem ama história e experiências culturais!

    Fonte de ferro verde localizada em uma praça pública no centro histórico de Manaus cercada por árvores.
    @janelasdemanaus

    Teatro Amazonas

    O Teatro Amazonas é uma parte fundamental da história de Manaus. Construído durante o período do ciclo da borracha, costumava ser uma grande casa de ópera. Hoje em dia, como um dos marcos mais queridos da capital, está aberto para visitação.

    Ao visitar o teatro, passeie pelo Largo de São Sebastião, onde você pode explorar a encantadora igreja central e a praça animada ao redor.

    Endereço: Av. Eduardo Ribeiro, 659 — Centro, Manaus

    A fachada neoclássica rosa e a cúpula de azulejos coloridos do Teatro Amazonas em Manaus sob um céu azul.
    @manausnasfotos

    MUSA (Museu da Amazônia)

    O MUSA apresenta a diversidade sociocultural e biológica da Amazônia através de exposições temáticas e trilhas na floresta.

    Localizado em uma área de 100 hectares na Reserva Florestal Adolpho Ducke, possui uma torre de observação de 42 metros e centenas de espécies de plantas, como orquídeas, bromélias, aráceas, palmeiras, etc. Você também pode ver animais, incluindo cobras, escorpiões, aranhas e borboletas.

    Endereço: Av. Margarita, 6305 (antiga Av. Uirapuru) — Jorge Teixeira, Manaus

    Alta torre de observação de metal erguendo-se acima da densa copa verde da floresta amazônica no MUSA.
    @alaisooon

    Encontro das Águas

    O Encontro das Águas é um dos fenômenos naturais mais incríveis do Brasil. Devido às diferenças na velocidade da correnteza, temperatura e acidez, os rios Negro e Solimões se encontram, mas não se misturam.

    As águas pretas e marrons criam uma linha de contraste perfeita na água, dividindo sem esforço os dois rios em uma visão de cair o queixo.

    Vista aérea mostrando a linha divisória distinta onde o Rio Negro preto encontra o Rio Solimões marrom.
    @fromflora

    👉 Leia mais: 15 curiosidades sobre a Floresta Amazônica

    Bosque da Ciência (INPA)

    Para os amantes dos animais, o Bosque da Ciência, administrado pelo INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), é quase uma atração obrigatória para turistas visitando Manaus.

    Participe de visitas guiadas e aprenda tudo sobre vários animais amazônicos soltos, desde abelhas nativas até ariranhas. Se a vida selvagem não for seu principal interesse, as exposições também fornecem informações fascinantes sobre a flora da região e a biodiversidade única.

    Endereço: Av. Bem-Te-Vi, s/n — Petrópolis, Manaus

    Pequenos macacos-de-cheiro descansando juntos em cima de uma placa verde no Bosque da Ciência INPA.
    @yu.jhima

    Mirante Lúcia Almeida

    Para uma vista deslumbrante de Manaus no Brasil, o Mirante Lúcia Almeida é um local imperdível. Localizado perto do Teatro Amazonas, oferece vistas panorâmicas da cidade e do Rio Negro.

    É um lugar perfeito para relaxar, tirar fotos e apreciar o charme único do horizonte de Manaus.

    Endereço: Av. Sete de Setembro, 8 — Centro, Manaus

    Vista noturna do edifício iluminado do Mirante Lúcia Almeida refletido na água do rio em Manaus.
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    Melhores passeios na Amazônia saindo de Manaus

    A maioria dos passeios na Amazônia parte de Manaus, com destino a incríveis pontos de ecoturismo na floresta, como Anavilhanas e o Parque Nacional do Jaú, Presidente Figueiredo e Careiro. Veja algumas opções abaixo!

    PACOTE DESTAQUES DURAÇÃO PREÇO A PARTIR DE*
    Cruzeiro na Amazônia Acomodação a bordo, expedições para Anavilhanas e Jaú, exploração de cavernas, caminhadas, praias fluviais, observação de vida selvagem, visita a grupos indígenas. 4 dias
    5 dias
    7 dias
    R$ 13.030
    Cruzeiro de Luxo na Amazônia Acomodação de luxo a bordo, Encontro das Águas, Lago Janauari, caminhada na selva, pesca, passeios de barco, passeios noturnos, praias fluviais, luau. 5 dias R$ 19.600
    Anavilhanas Jungle Lodge Estadia de luxo em Anavilhanas, caminhadas, canoagem, observação de vida selvagem, pesca, aulas de arco e flecha, visita a comunidades locais. 6 dias R$ 16.670
    Aventura na Amazônia Brasileira Estadia acessível, observação de aves, pesca, passeios de canoa, caminhadas na floresta, Encontro das Águas, visita a mercados locais. 3 dias
    4 dias
    5 dias
    R$ 3.095
    Hotel Mirante do Gavião Estadia de alto padrão, caiaque, stand-up paddle, exploração de cavernas, observação de vida selvagem, passeios de barco. 4 dias
    5 dias
    R$ 9.940
    Expedição de Caiaque na Amazônia Caiaque, acampamento na floresta, caminhadas, pesca, focagem de jacarés, visita a locais. 4 dias R$ 3.187
    Tour de Sobrevivência na Selva Acampamento na floresta, aulas de técnicas de sobrevivência, trekking, canoagem, observação de vida selvagem. 4 dias
    6 dias
    R$ 5.070

    *Por pessoa, com base em ocupação dupla em saídas em grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e disponibilidade. Taxa de câmbio de 6 de fevereiro de 2026; sujeito a alterações.

    O PlanetaEXO tem uma seleção completa de fantásticos pacotes de viagem para Amazônia. Descubra nossas aventuras!

    👉 Leia mais:

    Como se locomover em Manaus?

    Para saber como se locomover em Manaus, existem algumas opções:

    • Ônibus públicos: A cidade de Manaus tem um sistema de ônibus acessível, mas pode estar lotado nos horários de pico e ocasionalmente não ser confiável. A segurança é uma preocupação devido a furtos, então mantenha itens valiosos seguros e fique alerta. Verifique rotas com aplicativos como Moovit e Ônibus Manaus.
    • Aplicativos de transporte: Uber e 99 App oferecem viagens seguras com preços definidos, tornando-os ideais para viajantes solo, viagens noturnas e pessoas que não conhecem a área.
    • Balsas e serviços de barco: Para transporte fluvial, balsas e barcos partindo do Porto de Manaus podem levá-lo a áreas vizinhas e mais profundamente na Amazônia. Use operadores respeitáveis e siga as diretrizes de segurança para uma jornada segura.
    Pôr do sol sobre a orla de Manaus mostrando barcos atracados na área do porto flutuante.
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    Onde comer em Manaus

    A cidade é conhecida por ser um centro da culinária amazônica, famosa por pratos que você não encontrará em nenhum outro lugar. Ficou com fome? O guia de viagem de Manaus do PlanetaEXO listou alguns locais para você experimentar os sabores únicos da floresta!

    Biatüwi $$$

    Biatüwi é uma casa de culinária indígena no coração de Manaus, oferecendo uma experiência única enraizada na cultura indígena amazônica.

    Endereço: R. Bernardo Ramos, 97 — Centro, Manaus

    Close de uma pessoa polvilhando farinha de mandioca em um prato de peixe assado servido em uma folha de bananeira.
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    Caxiri Manaus $$$

    Com uma excelente vista do Teatro Amazonas, o Caxiri oferece uma experiência gastronômica sofisticada que celebra a culinária local. O menu é descrito como uma fusão de pratos tradicionais brasileiros com a cultura amazônica.

    Endereço: R. 10 de Julho, 495 — Centro, Manaus

    Prato sofisticado com camarão servido em uma tigela branca em um restaurante de Manaus.
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    Tambaqui de Banda $$

    O prato principal do Tambaqui de Banda é o tambaqui grelhado ao estilo tradicional. Conhecido mundialmente por seu amor e respeito pelos sabores amazônicos, o restaurante possui mesas internas e externas — com uma bela vista do Teatro Amazonas.

    Endereço: R. José Clemente, 596 — Centro, Manaus

    O Lenhador $$$

    O Lenhador serve vários pratos tradicionais, com grande foco em carnes regionais e porções generosas. Famoso por sua atmosfera rústica, é um local favorito para quem busca vivenciar a culinária local.

    Endereço: Av. do Turismo, 2371 — Ponta Negra, Manaus

    Peixe Tambaqui grelhado servido inteiro em uma folha de bananeira com vinagrete e rodelas de limão.
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    Peixaria Morada do Peixe $$

    Encantador restaurante de frutos do mar, a Peixaria Morada do Peixe é celebrada por seu peixe fresco e pratos amazônicos autênticos. Especializada em pratos regionais como tambaqui e pirarucu, oferece uma atmosfera relaxante perfeita para desfrutar da herança culinária de Manaus.

    Endereço: Beco Goiania, Conjunto Jardim Versalles — Planalto, Manaus

    Banzeiro Manaus $$$

    Misturando sabores tradicionais com técnicas contemporâneas, o menu do Banzeiro Manaus apresenta vários pratos regionais, com foco em receitas e ingredientes locais como tacacá, tambaqui, cupuaçu e até formigas saúvas.

    Endereço: R. Libertador, 102, — Nossa Senhora das Graças, Manaus

    Cachaçaria do Dedé $$$

    Famosa por sua seleção de cachaças premium e pratos de inspiração amazônica, a Cachaçaria do Dedé oferece uma experiência gastronômica única que mistura sabores locais com tradições culinárias brasileiras.

    Endereço: R. do Comercio, 1003-F (Box 4) — Parque 10 de Novembro, Manaus

    Onde ficar em Manaus

    Manaus tem ótimas opções de acomodação para atender diferentes orçamentos e preferências. Se você está procurando onde ficar em Manaus, saiba que muitos hotéis estão localizados perto das principais atrações, facilitando a exploração da cidade. Se você busca as melhores pousadas em Manaus ou hotéis de luxo, veja abaixo:

    Hotel Villa Amazonia ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Hotel boutique no centro histórico com vista para o jardim, um restaurante de inspiração amazônica e uma piscina de pedra natural.

    Endereço: R. 10 de Julho, 315 — Centro, Manaus

    Piscina externa cercada por jardins tropicais e varandas do Hotel Villa Amazonia.
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    Hotel Mural Living ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno e minimalista localizado no coração de Manaus, oferecendo quartos limpos e aconchegantes com decoração contemporânea. Perfeito para viajantes que buscam conforto e praticidade perto das principais atrações da cidade.

    Endereço: R. Doutor Moreira, 168 — Centro, Manaus

    Hostel Manaus ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado perto do centro histórico de Manaus, o Hostel Manaus possui acomodações econômicas em uma atmosfera vibrante e acolhedora. Ideal para mochileiros, dispõe de dormitórios compartilhados, quartos privados e um terraço na cobertura com vista para a cidade.

    Endereço: R. Lauro Calvacante, 231 — Centro, Manaus

    Vista exterior do edifício amarelo do Hostel Manaus sombreado por grandes árvores verdes.
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    Manaus Hóteis Millennium ⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado dentro do Millennium Shopping, o hotel oferece quartos com varandas, piscina na cobertura e vistas panorâmicas.

    Endereço: Av. Djalma Batista, 1661 — Chapada, Manaus

    Seringal Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️

    A apenas 50 metros do Teatro Amazonas, oferece quartos aconchegantes com ar-condicionado, Wi-Fi e buffet de café da manhã.

    Endereço: R. Monsenhor Coutinho, 758 — Centro, Manaus

    Ramada by Wyndham Manaus Torres Center ⭐️⭐️⭐️

    Um hotel moderno perto do Distrito Industrial com quartos contemporâneos, academia, restaurante no local e buffet de café da manhã à vontade. Ideal para viajantes a negócios e lazer.

    Endereço: Av. José Lindoso, 280, Coroado — Manaus

    Juma Ópera Hotel ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

    Localizado no coração de Manaus e diretamente em frente ao icônico Teatro Amazonas, o Juma Ópera Hotel oferece uma mistura de charme histórico e luxo moderno. Com quartos elegantes, piscina na cobertura e um restaurante gourmet com culinária amazônica, é uma excelente escolha para quem busca uma estadia de alto nível perto dos marcos culturais da cidade.

    Endereço: R. 10 de Julho, 481 — Centro, Manaus

    Piscina na cobertura do Juma Ópera Hotel oferecendo uma vista direta da cúpula do Teatro Amazonas.
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    Manaus é seguro?

    No geral, Manaus é segura, mas como em qualquer outro destino, é importante ter cuidado com a integridade física, saúde e seus pertences pessoais. Aqui estão algumas dicas de segurança para sua viagem:

    • Bancos e Caixas Eletrônicos: Visite bancos apenas durante o dia, quando há segurança presente. Saque apenas pequenas quantias e evite caixas eletrônicos onde não haja ninguém por perto — se possível, não vá sozinho.
    • Segurança com dinheiro: Mantenha o dinheiro separado e considere carregar uma carteira falsa ou doleira com o mínimo de dinheiro para diminuir o impacto de um possível roubo.
    • Áreas públicas e pontos turísticos: Fique atento a batedores de carteira em áreas movimentadas. Evite exibir itens valiosos abertamente e use uma bolsa segura para seus pertences.
    • Vacinas: Embora não seja obrigatória, a vacina contra a febre amarela é recomendada para pessoas que vão à Amazônia — especialmente em países vizinhos, como Bolívia e Colômbia. O risco de malária é baixo, embora alguns escolham medicação preventiva. Certifique-se de que sua vacina antitetânica também esteja em dia para maior segurança.
    • Preparação para o clima: Manaus é quente e úmida, então mantenha-se hidratado, use roupas leves e use repelente de insetos — especialmente em áreas de floresta.

    Manaus, Brasil: mais do que apenas uma porta de entrada para a Floresta Amazônica

    Manaus é mais do que apenas uma parada rápida no caminho para a Amazônia — é um lugar fascinante com uma história complexa, cultura rica e paisagens naturais deslumbrantes. Ao reservar sua viagem à Amazônia, considere reservar alguns dias para explorar a cidade. Você vai adorar!

    Sol laranja brilhante se pondo atrás das silhuetas escuras das árvores da floresta amazônica.
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    Como uma plataforma especializada em pacotes de viagem para Amazônia, o PlanetaEXO trabalha com os melhores operadores locais para garantir a melhor experiência, desde a sua partida em Manaus até a participação em atividades no meio da floresta. Entre em contato conosco agora!

  • O Que Há no Topo do Monte Roraima

    O Que Há no Topo do Monte Roraima

    Conheça mais sobre os mistérios do tepui: fauna, paisagens e o que há no planalto do Monte Roraima

    Há séculos o Monte Roraima fascina viajantes, cientistas e contadores de histórias, como mostra o nosso guia de viagem do Monte Roraima. Com quase 3.000 metros acima do nível do mar, esse tepui de topo plano, exclusivo do Escudo das Guianas, parece saído de um romance de fantasia. Mas a pergunta que move os aventureiros é direta: o que há no topo do Monte Roraima?

    O topo do Monte Roraima guarda um planalto surreal, diferente de qualquer outro lugar do planeta: vales de cristal, piscinas naturais, formações rochosas estranhas e plantas e animais únicos, que só prosperam nesse ambiente isolado. Longe de ser um cume vazio, o planalto pulsa de biodiversidade e maravilhas geológicas.

    What's on top of Mount Roraima
    @diaz

    O PlanetaEXO, ao lado de parceiros locais de confiança, conduz expedições sustentáveis a essa paisagem remota. Muito além dos pacotes do Monte Roraima que levam ao ponto mais alto da montanha, a viagem é sobre turismo responsável: apoiar as comunidades indígenas e proteger o ambiente frágil do planalto.

    Sem mais rodeios, descubra o que há no topo do Monte Roraima e responda a outras dúvidas sobre o tepui do Roraima, um lugar fascinante:

    O que fazer no topo do Monte Roraima?

    O cume não é apenas uma rocha árida: é um mundo cheio de surpresas e experiências. Da vegetação singular às formações geológicas surreais, cada canto revela algo extraordinário. Se você se pergunta o que fazer no topo do Monte Roraima, veja as principais atividades e destaques que tornam o planalto tão marcante:

    Explore a vegetação única e as espécies endêmicas

    A vida no cume se adaptou para sobreviver em condições extremas. Plantas carnívoras como a Heliamphora nutans capturam insetos para compensar o solo pobre em nutrientes, enquanto orquídeas delicadas florescem entre as rochas.

    Olhe de perto e talvez aviste espécies endêmicas como a do tepui (Anomaloglossus roraima), a rã-negra-do-roraima (Oreophrynella quelchii) e a perereca Stefania roraimae. Essas espécies não existem em nenhum outro lugar do planeta, o que faz do planalto um tesouro natural.

    👉 Confira 10 dicas para o Monte Roraima antes da sua trilha

    Mount Roraima Frog
    @cafred33

    Suba a Maverick Rock: o ponto mais alto

    A formação rochosa mais famosa do cume é a Maverick Rock, que alcança 2.875 metros acima do nível do mar. Desse ponto culminante do Monte Roraima, os trilheiros descortinam vistas amplas sobre Venezuela, Brasil e Guiana. Em dias claros, parece que o mundo se estende sem fim sob os seus pés, enquanto as nuvens giram abaixo dos paredões.

    What's on top of Mount Roraima
    @potter_2024

    Caminhe pelo Vale dos Cristais

    Talvez a paisagem mais surreal do planalto seja o Vale dos Cristais, onde o chão cintila com incontáveis fragmentos de quartzo. Essas pedras reluzentes capturam a luz do sol e criam um efeito quase onírico. Andar por ali é como entrar em uma catedral natural feita de vidro.

    Valley of Crystals
    @brunaalanas

    Acampe nos "hotéis" naturais

    Em vez de acomodações tradicionais, os trilheiros se hospedam em cavernas e formações rochosas conhecidas como "hotéis". Esses abrigos protegem os caminhantes do vento e da chuva e mantêm a atmosfera rústica do tepui. Passar uma noite ali é uma experiência sem igual, como viver dentro da própria montanha.

    Camping Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Nade nas piscinas e jacuzzis naturais

    A água está por toda parte no planalto e forma piscinas e jacuzzis naturais encantadores. Depois de horas de caminhada, um mergulho refrescante nessas bacias cristalinas é puro deleite. Alimentadas pela chuva constante, elas espelham o céu e as rochas ao redor e reforçam a beleza fora do comum do planalto do Roraima.

    What's on top of Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Visite o Lago Gladys

    Outra parada marcante é o Lago Gladys, uma lagoa misteriosa encaixada em uma depressão do planalto. Cercada de rochas escuras e quase sempre envolta em névoa, tem uma atmosfera quase mística. Muitos viajantes a descrevem como um dos lugares mais tranquilos no topo do Monte Roraima, onde o silêncio e as águas paradas ampliam a sensação de estar em outro mundo.

    What's on top of Mount Roraima
    @yaikeldorta

    Admire a vista de La Ventana

    O mirante conhecido como La Ventana revela vistas impressionantes da Gran Sabana e do vizinho Monte Kukenan. Entre paredões altíssimos, você avista florestas imensas e cachoeiras que se perdem no horizonte. É um dos panoramas mais grandiosos no topo do Monte Roraima.

    What's on top of Mount Roraima
    @na7hann

    Conheça El Foso: o poço

    Outro ponto imperdível é o El Foso, um abismo profundo com uma piscina natural no fundo. Suas águas escuras e paredes de pedra altíssimas dão a impressão de uma câmara secreta esculpida pelo tempo. Muitos trilheiros consideram o banho ali uma das experiências mais marcantes da jornada.

    Fique sobre o ponto tríplice

    Em um dos cantos do planalto está o Ponto Tríplice, o local exato onde Brasil, Venezuela e Guiana se encontram. Parado ali, você está literalmente em três países ao mesmo tempo, um destaque raro e fascinante da expedição.

    👉 Venha com a gente na trilha de 10 dias e aproveite todas essas atividades durante a sua estadia no topo do Monte Roraima

    Triple Point
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    Alguém vive no topo do Monte Roraima?

    Não, não há assentamentos humanos permanentes no topo do Monte Roraima. O planalto é isolado e inóspito demais para se morar: solo raso, chuva frequente e noites geladas. Os trilheiros só permanecem por pouco tempo, em acampamentos ou abrigos naturais de rocha, durante as expedições.

    No entorno da base da montanha, porém, há comunidades que vivem e prosperam. Os Pemón (incluindo grupos como os Arekuna, Taurepang e Kamarakoto), além dos Ingarikó, Patamona, Akawaio e Wapishana, têm um vínculo profundo com a terra. Esses povos indígenas guiam expedições, compartilham seu patrimônio cultural e ajudam a garantir que o turismo respeite tradição e meio ambiente.

    👉 Quer conhecer detalhes ainda mais fascinantes? Veja o nosso artigo com 10 fatos sobre o Monte Roraima!

    Reach the top of Mount Roraima
    @overlandtheamericas

    Dá para chegar ao topo do Monte Roraima?

    Sim, dá! Chegar ao topo do Monte Roraima exige determinação, mas não é privilégio de alpinistas profissionais. A subida é uma trilha de vários dias que parte de Paraitepuy, uma comunidade indígena na Venezuela, com roteiros organizados por guias locais experientes.

    A trilha costuma levar de 8 a 10 dias e cobre cerca de 90 a 100 quilômetros. Você atravessa rios, encostas rochosas e trechos íngremes como La Rampa, um corredor natural que conduz os caminhantes ao tepui do Monte Roraima. É um percurso exigente, mas viável para quem tem bom preparo físico e boa preparação.

    No cume, o esforço é recompensado por paisagens que parecem de outro planeta. Ao atravessar o planalto, você sente como se tivesse entrado nas páginas de O Mundo Perdido, de Arthur Conan Doyle, obra inspirada justamente nesta montanha.

    👉 Pensando no desafio? Leia o nosso artigo completo sobre subir o Monte Roraima

    How hard is it to trek up Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Alguém já esteve no topo do Monte Roraima?

    Não só já foi escalado como milhares de viajantes fazem a jornada todos os anos. A primeira subida documentada ocorreu em 1884, pelo explorador britânico Sir Everard Thurn. Muito antes da chegada dos europeus, porém, povos indígenas como os Pemón já conheciam a montanha a fundo e a teciam em seus mitos e tradições.

    Hoje, o Monte Roraima é um destino de trekking conhecido. Cerca de 2.000 a 3.000 visitantes fazem a jornada a cada ano, vindos de todo o mundo para conhecer suas paisagens de outro planeta, dormir sob as estrelas e descobrir a biodiversidade única do tepui. Antes de planejar a sua trilha, não esqueça de conferir o visto para o Monte Roraima.

    👉 Curioso sobre logística e custos? Veja o nosso detalhamento de quanto custa subir o Monte Roraima

    Sunset Mount Roraima
    Photo: Talez Aziz

    Dá para chegar de avião ao topo do Monte Roraima?

    Helicopter landing at Mount Roraima
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    Essa é uma dúvida comum, e a resposta é sim: pousos de helicóptero são possíveis em certas áreas do cume. Alguns passeios partem de Boa Vista e seguem a mesma rota que cruza a fronteira até Paraitepuy antes de decolar rumo à montanha.

    Já no planalto, os visitantes podem explorar os destaques no topo do Monte Roraima. Os voos dependem das condições do tempo e seguem regras rígidas de conservação para reduzir o impacto ambiental.

    Para quem prefere não pousar, há também experiências aéreas. Voos panorâmicos revelam vistas grandiosas do Parque Nacional Canaima, do Salto Ángel, do Monte Kukenan e dos paredões imponentes do Monte Roraima antes de sobrevoar o planalto.

    👉 Prefere uma aventura mais intensa? Conheça a nossa trilha de 8 dias no Monte Roraima, uma experiência puxada e recompensadora

    O Monte Roraima é um tepui acima das nuvens?

    Sim, é. A 2.810 metros acima do nível do mar, o topo do Monte Roraima muitas vezes fura as nuvens. Em um instante o cume some em meio à névoa densa e, no seguinte, o céu se abre e revela vistas panorâmicas de Brasil, Guiana e Venezuela.

    Esse ambiente de grande altitude traz mudanças bruscas de tempo. Os dias podem ser surpreendentemente quentes, com sol forte que torna o ar rarefeito ainda mais intenso e exige hidratação constante e proteção solar.

    Ainda assim, o clima muda em minutos: o céu limpo dá lugar a pancadas repentinas de chuva e a ventos fortes que varrem o planalto. As noites podem ser geladas, com temperaturas caindo para perto de 0°C (32°F), mesmo estando nos trópicos.

    Mesmo com todos esses desafios e o tempo imprevisível, ver o mundo de cima das nuvens faz você se sentir ao mesmo tempo minúsculo e profundamente conectado à natureza.

    Top of Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    👉 Planejando a sua viagem? Não perca o nosso post sobre como chegar ao Monte Roraima

    Viaje com o PlanetaEXO

    Viajar com o PlanetaEXO é mais do que chegar ao cume: é fazer a sua aventura valer a pena. Ao escolher nossas expedições, você apoia diretamente as comunidades indígenas, ajuda a preservar o ecossistema frágil do tepui e garante que o turismo deixe uma marca positiva.

    Mantemos grupos pequenos e trabalhamos com guias locais de confiança, para que a sua experiência seja autêntica, segura e respeitosa com o meio ambiente. Assim, explorar o planalto e descobrir o que há no topo do Monte Roraima vira ao mesmo tempo uma conquista pessoal e uma contribuição para a conservação.

    👉 Quer viver essa aventura? Fale com a gente aqui e vamos começar a planejar a sua trilha no Monte Roraima!

  • Curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Curiosidades sobre Fernando de Noronha

    Mergulhe nos segredos de Fernando de Noronha, a ilha mais famosa do Brasil: um santuário de praias, recifes de coral e vida selvagem

    Escondido no oceano Atlântico, na costa nordeste do Brasil, o arquipélago de Fernando de Noronha parece um sonho que virou realidade, e o mergulho em Fernando de Noronha é só o começo. Águas turquesa, paisagens moldadas por antigas erupções vulcânicas, tartarugas marinhas e pores do sol memoráveis fazem dele um dos maiores tesouros naturais do Brasil. Não à toa, existem muitas curiosidades de Fernando de Noronha para descobrir.

    Mas o que torna Fernando de Noronha tão especial? Além da beleza, o arquipélago abriga uma variedade impressionante de vida marinha e de fauna, um verdadeiro parque para quem ama a natureza. Golfinhos, tubarões e aves exóticas convivem lado a lado neste refúgio protegido.

    Facts about Fernando de Noronha
    .

    No PlanetaEXO, acreditamos que toda viagem deve deixar um impacto positivo. Ao escolher pacotes de mergulho em Fernando de Noronha de forma responsável, você vive a aventura da sua vida e ainda ajuda parceiros locais e projetos de conservação a prosperar.

    Preparado para se surpreender? Reunimos abaixo 10 fatos sobre Fernando de Noronha que você precisa conhecer:

    1. Tubarões, golfinhos e vida marinha em Fernando de Noronha

    Ficou com receio dos tubarões? Pode relaxar. As águas são seguras e cristalinas, e abrigam espécies como tubarões-limão, tubarões-lixa e tubarões de recife, sempre com encontros acompanhados de perto por guias locais durante os mergulhos.

    Shark Fernando de Noronha
    Photo: Sandro Rodrigues

    Noronha também é famosa pelos golfinhos-rotadores que vivem por aqui e fazem apresentações diárias na Baía dos Golfinhos. Ver centenas deles saltando e girando no ar, no espetáculo que os moradores chamam de balé dos golfinhos, é uma experiência que marca para sempre.

    Aliás, Fernando de Noronha é um dos poucos lugares do mundo onde dá para ver golfinhos todos os dias.

    Além dessas estrelas, o arquipélago guarda mais de 230 espécies de peixes, crustáceos, raias e outros tubarões de recife. Em terra firme, você cruza com atobás-de-pé-vermelho, fragatas, rabos-de-palha, lagartos e caranguejos, prova de que a vida selvagem prospera tanto acima quanto abaixo da água.

    Spinner dolphins Fernando de Noronha
    Photo: Sandro Rodrigues

    👉 Quer saber mais sobre a fauna brasileira? Conheça a vida selvagem do Brasil e os melhores destinos para observá-la

    2. A menor rodovia do Brasil: a BR-363, em Fernando de Noronha

    Qual é o tamanho de Fernando de Noronha? O arquipélago ocupa apenas 26 km² e reúne 21 ilhas e ilhotas, mas só a ilha principal é habitada. Mesmo pequeno, ele está repleto de praias, trilhas e mirantes de tirar o fôlego.

    Noronha é cortada pela menor rodovia federal do Brasil, a BR-363, com apenas 7 km de extensão. É a via principal da ilha para ônibus, carros, motos e bugues, além de ser a única rodovia federal do país que não se conecta a nenhuma outra.

    Por ser tão compacta, pegar carona é comum e seguro, e os moradores dividem o trajeto sem hesitar. Outra curiosidade: a ilha tem um único posto de combustível, que vende a gasolina mais cara do Brasil, até 50% mais salgada do que em Recife.

    👉 Planejando a viagem? Descubra como chegar a Fernando de Noronha no nosso guia completo

    BR 363 Fernando de Noronha
    Photo: Iza Correa

    3. Um arquipélago vulcânico que já foi presídio e capitania hereditária

    Afinal, o que é Fernando de Noronha? Muito mais que uma ilha: é um arquipélago vulcânico formado há cerca de 12 milhões de anos, com falésias imponentes, rochas negras e um litoral esculpido pela lava que ainda hoje desenha suas paisagens.

    A ilha também já foi uma colônia penal: um presídio construído em 1737 funcionou por quase 200 anos, até a Segunda Guerra Mundial, quando Noronha virou base militar. Alguns presos viviam em confinamento rigoroso, enquanto outros, com penas mais leves, podiam pescar, nadar e até trazer a família.

    Para completar a história, Noronha foi a primeira capitania hereditária do Brasil. Em 1504, o rei Dom Manuel I concedeu o arquipélago ao comerciante Fernão de Noronha, dando início a esse sistema colonial de distribuição de terras.

    Facts about Fernando de Noronha
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    4. Patrimônio Mundial da UNESCO

    Desde 2001, Fernando de Noronha é reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO por sua beleza natural excepcional e sua biodiversidade. Pouquíssimos lugares no mundo recebem esse título, o que coloca a ilha em um clube seleto.

    O local foi escolhido pelos esforços de conservação marinha, pelos ecossistemas únicos e pelo papel de santuário de espécies ameaçadas de extinção.

    A UNESCO destacou as águas cristalinas, as paisagens vulcânicas marcantes e a abundância de vida marinha, incluindo golfinhos, tubarões e tartarugas, que prospera graças a fortes medidas de proteção.

    A UNESCO World Heritage Site 
    @visitbrasil

    5. Um Parque Nacional Marinho, livre de plástico e de carbono

    Mais de 70% de Fernando de Noronha é protegido como Parque Nacional Marinho, com limites rígidos ao turismo e um teto diário de visitantes para reduzir o impacto.

    Projetos de conservação como o Projeto Tamar (tartarugas marinhas) e o Projeto Golfinho Rotador (golfinhos-rotadores) puxam as ações de pesquisa e educação, ao lado de programas de restauração de recifes, pesca sustentável e monitoramento da fauna.

    Livre de plástico

    Desde 2018, Fernando de Noronha é oficialmente uma ilha livre de plástico. Um decreto proibiu a entrada, a venda e o uso de itens plásticos descartáveis, como garrafas, copos, canudos, sacolas, embalagens de isopor e outros descartáveis de uso único.

    Essa política rígida ajuda a reduzir a poluição dos oceanos e mantém as praias e os recifes do arquipélago intactos.

    Fernando de Noronha Plastic-free
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    Livre de carbono

    Noronha também é pioneira como ilha livre de carbono. O programa "Noronha Carbono Zero" pretende banir todos os veículos movidos a combustível fóssil até 2030, deixando apenas o transporte elétrico. Desde 2022, nenhum carro novo com motor a combustão pode entrar na ilha.

    Com isso, a ilha se tornou o primeiro lugar do Brasil a planejar oficialmente o fim dos veículos que emitem carbono.

    Outra medida que ajuda a preservar o arquipélago é o limite diário de visitantes. A ilha também aposta forte em energia renovável, sobretudo usinas solares, para reduzir sua pegada ambiental.

    Como prova desses esforços de conservação, a Praia do Sancho já foi eleita várias vezes a melhor praia do mundo pelos viajantes do TripAdvisor. Ela mostra como a proteção ambiental pode realçar a beleza natural.

    Praia do Sancho Fernando de Noronha
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    👉 Confira nosso artigo completo sobre os parques nacionais do Brasil para visitar em 2025

    6. O lugar perfeito para ver a tartaruga-de-pente (Hawksbill)

    Noronha é um refúgio para quem ama tartarugas: os visitantes podem nadar ao lado das tartarugas-de-pente, sempre sob regras rígidas e sustentáveis. O Projeto Tamar protege as áreas de desova, e é comum presenciar os filhotes fazendo a primeira viagem rumo ao mar.

    As tartarugas-de-pente estão criticamente ameaçadas: suas populações caíram mais de 80% no último século por causa da perda de habitat, da caça e das mudanças climáticas. Ainda assim, aqui elas encontram abrigo seguro. São grandes viajantes e costumam atravessar oceanos inteiros e até continentes em suas migrações.

    Para protegê-las, algumas praias fecham após as 18h, dando sossego às fêmeas na hora de botar os ovos. Capazes de viver até 50 anos e de manter os recifes de coral saudáveis, as tartarugas-de-pente deixam Noronha ainda mais mágica, sobretudo se você for na temporada de desova.

    Hawksbill Sea Turtle Fernando de Noronha
    @dohertyphotography

    👉 Quer saber quando ir? Veja qual é a melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha

    7. Mais perto da África do que você imagina

    Uma curiosidade geográfica: Fernando de Noronha fica a apenas 354 km da costa do Brasil, mas, em termos de distância, está mais perto da África do que de algumas capitais brasileiras.

    A localização remota, no meio do Atlântico, reforça o clima selvagem e intocado da ilha. Você sente mesmo que está em outro mundo. Esse isolamento também faz dela o ponto mais a leste do Brasil, marcado pelo Cabo de São Miguel.

    Além disso, o arquipélago fica bem na rota da Corrente Sul-Equatorial, que traz águas quentes e ricas em nutrientes vindas da África, ajudando a sustentar sua extraordinária vida marinha.

    Fernando de Noronha is near to Africa
    Photo: Google Maps

    8. As "Galápagos do Brasil"

    Já ouviu Noronha ser chamada de Galápagos do Brasil? É porque, assim como as Ilhas Galápagos, ela é um laboratório vivo da evolução. Muitas espécies daqui são endêmicas, ou seja, não existem em nenhum outro lugar do planeta.

    Entre elas estão a mabuia-de-noronha (um lagarto único), a anfisbena-de-noronha e duas aves raras: a guaracava-de-noronha e a juruviara-de-noronha.

    Cientistas e viajantes vêm até aqui para estudar e admirar a biodiversidade da ilha, o que a torna um destino imperdível para quem viaja com olhar ecológico.

    Noronha skink
    @mare.noronha

    9. Dá para mergulhar entre corais e naufrágios históricos

    Se você mergulha, Noronha é o paraíso. Seus recifes abrigam mais de 15 espécies de corais, algumas com séculos de idade, além de peixes-papagaio, peixes-anjo, cavalos-marinhos, barracudas, vermelhos e tartarugas-verdes. Com visibilidade de até 50 metros, essas águas estão entre as mais transparentes do mundo.

    A ilha também é famosa pelos naufrágios. O destaque é a Corveta Ipiranga V17, um navio da Marinha do Brasil que afundou em 1983 e hoje repousa intacto a 70 metros, considerado um dos mergulhos em naufrágio mais impressionantes do país.

    Para completar o mistério, há dois navios gregos: o Maria Stathatos, destruído por um incêndio em 1937, e o Eleni Stathatos, que naufragou após colidir com as rochas. Os dois seguem perto da costa e formam recifes artificiais que atraem cardumes.

    Dive in Fernando de Noronha
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    👉 Veja mais sobre os pontos de mergulho em Fernando de Noronha

    10. Poucos moradores e nenhum nascimento na ilha

    Fernando de Noronha abriga cerca de 3.000 moradores, a maioria trabalhando com turismo, pesca ou conservação. O ecoturismo sustenta a comunidade, garantindo renda e incentivando práticas sustentáveis, e os moradores têm orgulho de dividir a ilha com os visitantes.

    Desde 2004, a maternidade da ilha está fechada, então as gestantes precisam ir para Recife no sétimo mês, com os custos bancados pelo governo. Mesmo assim, as crianças ainda podem ser registradas como noronhenses, preservando a identidade insular.

    E vai uma curiosidade divertida: Noronha já sediou casamentos subaquáticos. Em 1991, um casal norte-americano se casou no fundo do mar, perto da Ponta da Sapata, e, em 2017, um casal local trocou alianças a 16 metros de profundidade, dentro da Caverna da Sapata.

    Facts about Fernando de Noronha
    Photo: Pamela Rech

    Descubra as curiosidades sobre Fernando de Noronha com o PlanetaEXO

    Viajar para um paraíso tão frágil exige responsabilidade. Com o PlanetaEXO, você explora sabendo que sua viagem beneficia diretamente as famílias locais e os programas de conservação.

    Trabalhamos apenas com parceiros de confiança que compartilham nossos valores de sustentabilidade, garantindo que cada aventura apoie tanto a comunidade quanto o meio ambiente.

    Então, preparado para conhecer um dos lugares mais impressionantes do planeta? Venha com a gente descobrir esses fatos marcantes sobre Fernando de Noronha e deixe uma marca positiva por onde passar.

    👉 Fale com o PlanetaEXO e comece a planejar sua aventura em Fernando de Noronha!

  • Como Chegar ao Monte Roraima?

    Como Chegar ao Monte Roraima?

    Logística, rotas, pontos de acesso e o que você precisa resolver antes de encarar a subida do Monte Roraima.

    Um dos tepuis mais imponentes da América do Sul, o Monte Roraima fica na tríplice fronteira entre Venezuela, Brasil e Guiana. São 2.810 metros (9.219 pés) acima do nível do mar, o que coloca o cume entre os pontos mais altos do planeta.

    A natureza preservada, as trilhas de caminhada e a dimensão cultural e espiritual da montanha atraem inúmeros aventureiros todos os anos. Antes de tudo isso, porém, vem a parte prática: saber como chegar ao Monte Roraima é uma etapa decisiva de qualquer planejamento de viagem.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Monte Roraima, preparou um guia detalhado com tudo o que você precisa saber para organizar a próxima viagem. Confira abaixo!

    How to get to Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Como Chegar ao Monte Roraima?

    Dá para começar a viagem por alguns pontos diferentes, mas a porta de entrada mais popular e conveniente é Boa Vista, capital do estado de Roraima, no norte do Brasil.

    É a proximidade de Boa Vista com a fronteira venezuelana, e mais especificamente com a cidade de Santa Elena de Uairén (Gran Sabana, Bolívar), que fez da capital o ponto de encontro natural das expedições que sobem ao platô.

    Boa Vista Roraima
    Photo: Andrezza Mariot

    De Boa Vista a Santa Elena de Uairén

    O aeroporto de Boa Vista (BVB) é classificado como internacional, mas na prática atende sobretudo voos domésticos de cidades brasileiras como Brasília, Manaus e São Paulo. Por isso, se você vem de fora, precisa pousar em uma dessas cidades antes de voar para Roraima.

    De Boa Vista, a rota mais comum é seguir de carro ou de transfer pela BR-174. Dali são cerca de 3 horas de estrada até a fronteira com a Venezuela e mais 20 minutos até chegar a Santa Elena de Uairén.

    Existem algumas formas de fazer esse trecho, e a travessia de fronteira já virou rotina, principalmente para quem vem do Brasil e fecha uma expedição organizada.

    Transfer privativo

    A opção mais confortável, normalmente organizada pelos próprios operadores. Um motorista busca você no hotel ou no aeroporto de Boa Vista e leva direto a Santa Elena de Uairén. Isso garante flexibilidade de horário de saída e de paradas no caminho.

    Operados por parceiros locais de confiança, os transfers estão incluídos em todos os pacotes do PlanetaEXO.

    Van compartilhada

    Sai mais em conta e você divide o trajeto com um grupo pequeno. As vans saem com regularidade de Boa Vista e são bastante usadas por quem participa de expedições. A viagem pode demorar um pouco mais, dependendo das paradas e dos trâmites de fronteira.

    Ônibus de linha

    A opção mais barata, mas também a menos prática. Há ônibus ligando Boa Vista a Santa Elena de Uairén, mas os horários são irregulares e o trajeto fica mais lento por causa das paradas frequentes. Não é indicado para quem tem pouco tempo ou prefere uma logística mais confiável.

    How to get to Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Monte Roraima: onde fica o ponto de partida

    Santa Elena de Uairén é onde a viagem realmente começa: a cidade concentra hospedagens simples, restaurantes e os últimos suprimentos antes da caminhada.

    Dali, a viagem segue por estrada até Paraitepuy, comunidade indígena que funciona como porta de entrada para as trilhas que sobem ao tepui Roraima. O trajeto rende vistas impressionantes das paisagens da Gran Sabana e passa pelos rios Tek e Kukenan.

    Os grupos contam sempre com a experiência dos guias indígenas locais e costumam parar em acampamentos rústicos pelo caminho. É aí que começa a jornada de verdade rumo ao topo do Monte Roraima.

    Trek Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Qual é o melhor acesso ao Monte Roraima: Brasil ou Venezuela?

    Na hora de planejar a viagem, uma das dúvidas mais comuns é se vale mais a pena entrar pelo Brasil ou pela Venezuela. Os dois acessos funcionam, mas a logística de cada um é bem diferente.

    Entrando pelo Brasil

    Para a maioria dos viajantes, o Brasil é a opção mais fácil e segura. Boa Vista, em Roraima, recebe voos diários das grandes cidades brasileiras, o que deixa a montagem do roteiro relativamente simples.

    A estrutura do lado brasileiro costuma ser confiável, com serviços e atendimento em português ou inglês. Outra vantagem: algumas nacionalidades (incluindo europeus e boa parte dos latino-americanos) não precisam de visto para estadias curtas, o que reduz bastante a burocracia da rota.

    Depois de cruzar para o lado venezuelano, você chega a Santa Elena de Uairén, onde a maior parte das expedições acerta a logística antes de seguir para Paraitepuy e, enfim, para a montanha.

    Nessa rota, a ida e a volta passam por aeroportos e serviços brasileiros. A Venezuela entra na conta só para a caminhada em si.

    Top of Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Entrando pela Venezuela

    Santa Elena de Uairén até tem um aeroporto regional (SNV), mas ele atende pouco mais do que voos fretados e táxi aéreo. A operação regular sempre foi escassa e intermitente (houve uma ligação da Conviasa, duas vezes por semana, saindo de Caracas via Puerto Ordaz e Canaima, mas ela já não existe), então não dá para montar a viagem em cima disso.

    Chegar de carro por dentro da Venezuela é uma maratona: de Caracas até Santa Elena são cerca de 1.250 km, passando por Ciudad Guayana, o que, na prática, significa dois dias de estrada.

    Ou seja, a menos que você já esteja em território venezuelano, Boa Vista, no Brasil, segue sendo a entrada confiável para começar o trekking no Monte Roraima.

    Sunset Mount Roraima
    @diaz

    👉 Leia mais: 10 curiosidades sobre o Monte Roraima

    Vistos e requisitos de entrada

    Não importa se você entra pelo Brasil ou pela Venezuela: confira as exigências de visto com antecedência.

    Para passaportes dos Estados Unidos, do Canadá ou da Austrália, o Brasil exige o e-Visa, um processo totalmente online, sem precisar ir ao consulado. As companhias aéreas conferem o código aprovado antes do check-in. Cidadãos do Mercosul, da Europa, do Japão e da Coreia do Sul entram sem visto.

    O visto para a Venezuela é onde o viajante costuma escorregar, porque a regra muda conforme a forma de chegada. Europeus estão isentos do visto de turismo apenas quando entram de avião. Cruzar pela fronteira terrestre (exatamente o que a rota por Boa Vista faz) exige visto de turismo solicitado com antecedência. Cidadãos dos Estados Unidos precisam de visto nos dois casos.

    Seja qual for a entrada, prepare-se para apresentar passaporte válido por pelo menos seis meses, passagem de saída e comprovante de hospedagem.

    Fique atento: as políticas mudam. Durante o planejamento, confira se você precisa de visto: consulte o site do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e/ou as embaixadas brasileira e venezuelana mais próximas. Uma consulta rápida no Sherpa também ajuda, mas sempre confirme as condições atuais nos canais oficiais de cada país.

    How to get to Mount Roraima
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    👉 Leia mais: Preciso de visto para visitar o Monte Roraima na Venezuela?

    Subindo o Monte Roraima com o PlanetaEXO

    Seja no Monte Roraima ou em qualquer outro destino de caminhadas e trekking no Brasil, você precisa de profissionais que conheçam o terreno de perto. São eles que fazem a diferença entre uma trilha sofrida e uma trilha que vale cada passo.

    O PlanetaEXO, plataforma de ecoturismo especializada em pacotes para o Monte Roraima, trabalha com parceiros locais experientes e muito ligados à comunidade indígena da região. Isso garante segurança, boa logística e, de quebra, uma experiência culturalmente rica. Fale com a gente agora!

  • Qual é a Dificuldade de Subir o Monte Roraima

    Qual é a Dificuldade de Subir o Monte Roraima

    A trilha do Monte Roraima combina terrenos variados e clima imprevisível, mas com o preparo certo você chega ao topo. Conheça os desafios da escalada deste pico icônico e descubra como torná-lo possível para todos!

    How hard is it to trek up Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Você deve estar se perguntando: quão difícil é subir o Monte Roraima? Antes de tudo, vale conferir o guia de viagem do Monte Roraima. Trata-se de um desafio moderado que exige preparo físico, mas é uma conquista viável para qualquer pessoa com a mentalidade e o treino certos. Não é aventura só para montanhistas profissionais: com bom planejamento e o apoio adequado, muitos trekkers chegam ao topo do Monte Roraima, independentemente da experiência.

    A travessia é indicada para todas as idades: menores de 14 anos precisam estar acompanhados de um adulto. É um desafio para todo mundo, do jovem aventureiro ao trekker experiente!

    O caminho passa por trechos rochosos e subidas íngremes, o que o torna fisicamente exigente em alguns pontos. Com o equipamento e o preparo certos, porém, é uma jornada que recompensa de sobra, tanto pela beleza natural quanto pela realização pessoal.

    No PlanetaEXO, empresa especializada em aventuras pela América do Sul, trabalhamos com parceiros locais de confiança para levar você ao topo do Monte Roraima. Nossa equipe garante que você chegue totalmente preparado para os desafios da escalada deste pico icônico, do domínio do terreno ao clima imprevisível.

    Veja tudo o que é importante saber antes de encarar a travessia do Monte Roraima:

    Entenda a dificuldade da escalada do Monte Roraima

    A ideia de “escalar” o Monte Roraima pode assustar, mas é importante saber que não se trata de uma parede vertical. O desafio está menos em escalar e mais em percorrer a trilha do Monte Roraima por diferentes terrenos e travessias de rios. Então, quão difícil é subir o Monte Roraima? A resposta depende de vários fatores: o terreno, o seu preparo físico e o nível de apoio que você escolhe.

    👉 Não esqueça de verificar o visto para o Monte Roraima antes de planejar a sua viagem.

    É uma travessia ou uma escalada?

    O Monte Roraima é uma aventura de trekking, não uma escalada em rocha. É uma caminhada longa, mas a maioria das pessoas em boas condições físicas chega ao topo do Monte Roraima com o preparo adequado. O segredo é controlar o seu ritmo e dar tempo ao corpo para se adaptar ao terreno e às mudanças de clima ao longo do caminho.

    Fatores que influenciam a sua experiência

    Antes de olhar os fatores abaixo, saiba que a travessia começa no Parque Nacional Canaima, na comunidade indígena de Paraitepuy, onde os visitantes se registram, recebem as instruções básicas e conhecem os guias e carregadores locais que vão acompanhar a jornada.

    Vários fatores podem afetar a dificuldade da travessia. Veja os principais pontos que vão pesar na sua experiência:

    1. Duração da travessia

    A travessia até o cume costuma durar 8 a 10 dias. A distância total percorrida fica entre 90 e 100 quilômetros (56 a 62 milhas) e inclui a subida, o tempo no topo e o retorno. O número de noites no alto da montanha também varia conforme a duração de cada roteiro.

    No roteiro de 10 dias do PlanetaEXO, por exemplo, você passa 5 noites no platô do Monte Roraima. Um itinerário mais longo permite dosar o esforço e se adaptar às exigências físicas, tornando a experiência menos cansativa. Se você busca um desafio mais intenso, porém, dá para completar o roteiro de 8 dias em 6.

    Duration of the Mount Roraima Trek
    Photo: Lucas Gobatti

    Essa versão compacta cobre a mesma distância em menos tempo, o que a torna fisicamente mais puxada. Você chega ao topo do Monte Roraima mais rápido, mas o ritmo acelerado cobra mais preparo e resistência.

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    2. Apoio logístico

    Qual a dificuldade de subir o Monte Roraima

    Escolher uma empresa como o PlanetaEXO facilita a travessia. Nossos parceiros locais de confiança, selecionados a dedo, cuidam de toda a logística na trilha, do transporte do equipamento de camping ao preparo das refeições.

    Se decidir dar conta dessas tarefas sozinho, a travessia fica bem mais difícil. Com os parceiros certos na logística, você foca no que importa: aproveitar a caminhada.

    Para se manter seco, vale usar uma capa de chuva na mochila e sacos estanques para proteger os itens essenciais da umidade. Meias extras (de preferência sintéticas ou de lã) e uma toalha de microfibra de secagem rápida também ajudam a manter o conforto durante e depois dos longos dias de caminhada

    Lembrete importante: Mesmo com bom equipamento, chuva forte e umidade podem alagar as barracas e encharcar os acampamentos, atrapalhando o descanso. Mantenha os itens essenciais secos e prepare-se para noites longe do ideal.

    Camping Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

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    3. Serviço de carregadores

    Mesmo com as empresas cuidando da logística de comida e equipamento, você ainda carrega os seus itens pessoais. Para aliviar o peso, dá para contratar um carregador da comunidade local e reduzir o esforço físico da travessia.

    Esse serviço ainda movimenta a economia local, valorizando carregadores experientes com raízes profundas na comunidade. Ao contratá-los, você apoia financeiramente profissionais que conhecem a região, o ambiente e a cultura, ajudando a garantir o sustento dessas famílias.

    Porter Service Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    4. Seu preparo físico

    O seu condicionamento pesa muito na sensação de dificuldade. O terreno varia de fácil a moderado, com trechos mais íngremes conforme você se aproxima do cume.

    Se você tem boa saúde e já fez caminhadas simples, dá conta da travessia, mas ainda assim vale treinar antes para encarar as exigências de vários dias na trilha.

    How hard is it to trek up Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Lembre-se de que é uma caminhada longa: você precisa estar em boas condições físicas e pronto para a forte exposição ao sol em altitude, que intensifica os seus efeitos.

    5. Terreno e subidas íngremes

    O terreno pode ser difícil, com superfícies irregulares e trechos escorregadios, sobretudo perto do cume. Essas subidas íngremes exigem esforço, mas, com o preparo certo, a recompensa de chegar ao topo do Monte Roraima vira uma conquista que fica marcada para sempre.

    Alguns pontos de altitude importantes:

    • Acampamento-base: por volta dos 1.500 metros (4.920 pés), onde a trilha se nivela antes do trecho final. Até chegar lá, você enfrenta desafios como a “Prova do Novato”, uma subida íngreme que dá o tom do que vem pela frente, e a travessia dos rios Tek e Kukenan sobre pedras escorregadias, com ajuda dos guias.
    • Subida ao cume: os trechos íngremes começam por volta dos 2.200 metros (7.218 pés) e ficam cada vez mais exigentes conforme você se aproxima do cume, a 2.810 metros (9.219 pés). Essa etapa tem marcos conhecidos, como La Rampa, uma rampa natural estreita esculpida na parede onde muitos usam os quatro pontos de apoio por causa da inclinação, e o Poço das Lágrimas, uma passagem rochosa escorregadia, quase sempre molhada por chuva e cachoeiras, que pede atenção redobrada e passo firme.
    • Terreno rochoso: a partir dos 2.500 metros (8.200 pés), depois de La Rampa, a trilha fica acidentada, com grandes blocos de pedra e piso irregular, até o platô de 2.810 metros e El Maverick, o ponto mais alto do cume e uma subida procurada pelas vistas amplas.

    Alguns trechos exigem cuidado sobre o terreno rochoso, o que cansa, mas é administrável para a maioria de quem já tem alguma experiência.

    Pessoas fazendo trekking no Monte Roraima

    O que esperar na trilha: os pontos-chave da travessia

    A esta altura, você já sabe que o Monte Roraima é um tepui, uma montanha de topo plano no Escudo das Guianas que chega a 2.810 metros na fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Seus paredões verticais de 1.000 metros isolam o platô da floresta e da savana lá embaixo, criando um ecossistema próprio e frágil.

    A chuva constante e o solo pobre em nutrientes moldaram uma flora altamente especializada, com plantas carnívoras, e favoreceram um número notável de espécies endêmicas.

    Isso mostra que chegar ao cume não é só vencer desafios físicos: é atravessar uma paisagem em constante mudança, cheia de maravilhas naturais. Veja o que espera você pelo caminho:

    • Dias 1-2: a travessia começa com a passagem por rios e uma subida gradual. São dias relativamente tranquilos, que dão tempo de se adaptar ao ritmo da expedição.
    • Dias 3-4: a trilha fica mais íngreme conforme você se aproxima da base da montanha. Aqui, os caminhos rochosos e as subidas mais fortes deixam a escalada mais exigente.
    • Dias 5-6: ao chegar ao cume, você explora um platô de outro mundo, salpicado de vegetação única, e aproveita vistas amplas sobre três países.
    Reach the top of Mount Roraima
    @overlandtheamericas

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    Clima e melhor época para visitar o Monte Roraima

    O clima do Monte Roraima é muito imprevisível, então estar pronto para condições variadas é essencial. A montanha segue o clima tropical da Venezuela, o que significa chuva, neblina e grandes variações de temperatura ao longo da travessia.

    No cume, o acampamento é feito em abrigos naturais de rocha (os “hotéis”), que dão proteção parcial contra vento e chuva, mas têm o piso irregular. Espere sol intenso de dia e temperaturas perto de zero à noite. As vistas e a sensação de conquista compensam cada passo!

    O que esperar:

    • Chuva: a chuva é comum, principalmente à tarde e à noite. A estação úmida, de maio a novembro, traz precipitação mais forte e frequente, que deixa a trilha escorregadia e mais difícil de percorrer. Leve equipamento à prova d'água, como jaqueta e capa de chuva para a mochila, para se manter seco.
    • Neblina e vento: o cume costuma ficar encoberto pela neblina, e os ventos fortes são frequentes, sobretudo nas altitudes mais elevadas. A neblina reduz a visibilidade, e o vento torna a caminhada e o acampamento mais difíceis.
    • Temperatura: apesar de estar em região tropical, a altitude provoca quedas fortes de temperatura, sobretudo à noite. De dia, os valores ficam entre 20°C e 25°C (68°F a 77°F), mas à noite podem despencar para algo entre 5°C e 10°C (41°F a 50°F). Mesmo nos meses de verão, as noites são frias.
    Weather and Best Time to Visit Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Melhor época para ir

    A melhor época para encarar a trilha do Monte Roraima é a estação seca, de dezembro a março, quando chove menos e o clima é mais estável. É o período mais confortável para caminhar, com menos chuva e noites mais amenas. Ainda assim, mesmo na seca o clima pode surpreender, então prepare-se para tudo.

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    Sunset Mount Roraima
    @watchluke

    Trilha do Monte Roraima com o PlanetaEXO

    No PlanetaEXO, temos o compromisso de oferecer experiências de viagem sustentáveis, que beneficiam tanto os viajantes quanto as comunidades locais.

    Trabalhamos lado a lado com guias locais especializados, muitos da comunidade indígena de Paraitepuy, dentro do Parque Nacional Canaima, apaixonados por conservação e por compartilhar a beleza da montanha.

    How hard is it to trek up Mount Roraima
    Photo: Lucas Gobatti

    Ao escolher a gente, você não embarca só em uma aventura: apoia um ecoturismo que ajuda a preservar o Monte Roraima para as próximas gerações.

    👉 Pronto para encarar o desafio? Comece hoje a planejar a sua travessia do Monte Roraima com o PlanetaEXO.