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    Como visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina – Guia de Viagem

    Aprenda tudo o que você precisa saber para viajar para o Vale do Pati na Chapada Diamantina, incluindo como chegar, a melhor época para visitar, as principais atividades e muito mais!

    O Vale do Pati é uma das áreas mais visitadas do Parque Nacional da Chapada Diamantina devido à sua extensa rede de trilhas que cruzam montanhas, cachoeiras, rios e cavernas. Considerado um dos melhores trekkings do mundo, este é um destino de primeira linha para os entusiastas da natureza!

    A região também é lar de famílias que abrem suas portas para receber os visitantes e oferecer-lhes um lugar para passar a noite. A autenticidade e a imersão na cultura local são grandes destaques dessa forma de hospedagem, sendo também uma excelente maneira de apoiar as pequenas comunidades e o próprio parque.

    Um grupo de trilheiros caminhando por uma trilha de terra em uma paisagem verde em direção a uma montanha de topo plano no Vale do Pati.
    Photo: Lucas Neves

    Como uma plataforma de turismo de aventura especializada em Pacotes Chapada Diamantina, o PlanetaEXO conhece o Vale do Pati muito bem. Para ajudar no planejamento das suas férias neste destino fantástico, elaboramos um guia completo com todas as informações essenciais. Confira abaixo!

    Índice:

    1. Sobre o Vale do Pati
    2. Onde fica o Vale do Pati?
    3. Como chegar ao Vale do Pati, Chapada Diamantina?
    4. Qual é a melhor época para visitar o Vale do Pati?
    5. Como está o clima agora no Vale do Pati?
    6. O que fazer no Vale do Pati?
    7. Onde se hospedar no Vale do Pati?
    8. Qual a distância do trekking no Vale do Pati?
    9. Qual o nível de dificuldade da trilha do Vale do Pati?
    10. Preciso de um guia para visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina?
    11. Quantos dias devo ficar no Vale do Pati?
    12. Quanto custa ir ao Vale do Pati?
    13. Tem sinal de celular no Vale do Pati?
    14. O que levar para uma trilha no Vale do Pati?

    Sobre o Vale do Pati

    Integrando o Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Vale do Pati abrange uma área total de 12.300 hectares de ecossistemas tropicais subúmidos.

    Geologicamente, tem sua origem na era Proterozoica (há cerca de 1,6 bilhão de anos), quando se formaram as rochas sedimentares e metassedimentares que hoje compõem suas cachoeiras, cavernas e montanhas.

    Reconhecido como um dos melhores destinos do mundo para trekking, o vale tem como uma de suas características mais marcantes a hospedagem de trilheiros nas casas dos nativos que vivem dentro do parque nacional.

    No auge do ciclo do café (meados do século XIX), mais de 400 famílias habitavam a área, percorrendo os mesmos caminhos que os turistas usam hoje para transportar o café colhido. Após o declínio da indústria cafeeira, a região quase ficou deserta, mas um novo capítulo começou em 1985, quando o vale foi incorporado ao parque. Alguns anos depois, os moradores começaram a abrir suas portas para os viajantes — uma tradição que se mantém viva até hoje.

    Onde fica o Vale do Pati?

    No coração da Bahia, no Brasil, o Vale do Pati é a região da Chapada Diamantina formada pelo curso do Rio Pati nas cidades de Palmeiras, Andaraí e Mucugê.

    Aninhada entre as paisagens da Serra do Sincorá, a área é famosa por suas maravilhas naturais, incluindo o Morro do Camelo, Morro do Pai Inácio, Morro do Castelo, Morrão, Cachoeira da Fumaça, Gerais do Vieira e o Rio Preto.

    Como chegar ao Vale do Pati, Chapada Diamantina?

    O Vale do Pati só pode ser acessado a pé, por isso as cidades mais próximas são usadas como pontos de partida para as rotas de trekking por toda a Chapada Diamantina.

    Para quem busca realizar um vale do pati trek, é possível iniciar a caminhada pelo Beco do Guiné ou Aleixo (localizados na cidade de Guiné), Bomba (no Vale do Capão) e Ladeira do Império (em Andaraí). A decisão depende de muitos fatores, incluindo o seu roteiro, o tempo disponível e o nível de dificuldade das trilhas.

    Saindo de Salvador (capital da Bahia), os viajantes seguem para uma das cidades-base do parque nacional — principalmente Lençóis, mas também é possível ir para Palmeiras, Vale do Capão, Guiné, Ibicoara e Mucugê — para chegar à Chapada Diamantina. Essa viagem pode ser feita de ônibus ou transfer privado, organizado pelo PlanetaEXO.

    Uma placa verde de rodovia da Zona Turística da Chapada Diamantina indicando as distâncias para Palmeiras, Vale do Capão e Guiné.
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    👉 Leia mais: Como chegar na Chapada Diamantina

    Qual é a melhor época para visitar o Vale do Pati?

    Você pode visitar o Vale do Pati em qualquer época do ano, mas é importante entender que a região tem duas estações distintas.

    Durante a estação seca (maio a outubro), os visitantes aproveitam céus azuis, clima mais ameno e trilhas estáveis, com junho e julho sendo os meses mais frios. Esse período pode apresentar menos água nas cachoeiras, mas oferece ótimas condições de trekking.

    A estação chuvosa (novembro a abril) traz uma vegetação mais vibrante, cachoeiras mais cheias e a visão de tirar o fôlego das árvores florescendo com flores roxas entre fevereiro e abril. Embora as chuvas ocorram tipicamente no início da manhã e no fim de tarde, as trilhas podem ficar lamacentas e bastante desafiadoras.

    Apesar do atrativo de visitar durante uma estação específica, é importante considerar o microclima local, que pode apresentar condições climáticas inesperadas, como chuva durante a estação seca ou sol em meio aos meses chuvosos. O impacto das mudanças climáticas também tornou os padrões meteorológicos menos previsíveis.

    Você também deve levar em conta a alta temporada — que inclui julho, agosto e feriados nacionais —, quando o parque fica mais movimentado devido aos turistas de férias.

    👉 Leia mais: melhor época para visitar a Chapada Diamantina

    Como está o clima agora no Vale do Pati?

    Dê uma olhada em como está o clima neste exato momento no Vale do Pati, na Chapada Diamantina!

    O que fazer no Vale do Pati?

    Ao visitar o Vale do Pati, os aventureiros são recebidos com uma variedade de atrações naturais deslumbrantes e atividades envolventes, o que faz deste lugar um destaque para os amantes da natureza e entusiastas de trekking. Confira as principais atrações abaixo!

    Mirante do Pati

    Um lugar maravilhoso para sentar, relaxar e fazer uma pausa para um piquenique, o Mirante do Pati oferece belas vistas dos picos imponentes do Morro do Castelo, Morro Branco e Morro do Sobradinho que se erguem no horizonte.

    Dois trilheiros sentados em uma rocha no Mirante do Pati, apontando para os picos altos do Morro do Castelo e Morro Branco.
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    Cachoeira dos Funis

    Com uma queda de 30 metros de altura e uma piscina natural em sua base, a Cachoeira dos Funis é o lugar perfeito para relaxar, descansar e se refrescar após uma longa caminhada.

    Uma mulher sentada pacificamente em uma rocha à beira da piscina natural na base da Cachoeira dos Funis, com 30 metros de altura.
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    Morro do Castelo

    A subida ao Morro do Castelo envolve um ganho de elevação de 1.300 metros, marcando-a como uma das caminhadas mais desafiadoras do Vale do Pati. Ao chegar ao topo, você entrará em uma caverna de 800 metros de extensão.

    Passando pela caverna, você será recompensado com dois mirantes espetaculares que oferecem vistas de tirar o fôlego a 1.500 metros acima do nível do mar.

    Trilheiros em pé em um pico rochoso no Morro do Castelo, com vista para um vasto cânion florestal na Chapada Diamantina.
    Photo: Alex Hubin

    Poço da Árvore

    O Poço da Árvore é uma serena piscina natural e cachoeira cercada por uma vegetação exuberante, incluindo árvores impressionantes que fornecem sombra e criam uma atmosfera pacífica.

    Descendo o leito do rio, o encontro dos rios Pati e Calixto cria uma vista deslumbrante do Morro do Castelo e dos cânions do parque.

    Vista aérea das águas escuras do Poço da Árvore, uma serena piscina natural cercada por uma vegetação verde e exuberante.
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    Cachoeirão e muito mais

    Em um cânion com 300 metros de altura, o Cachoeirão ostenta uma série de quedas d’água durante a estação das chuvas. Além da vista espetacular, é também um ótimo local para descansar e se refrescar após longas horas de caminhada.

    O Vale do Pati possui muitas outras atrações para explorar, como as impressionantes cascatas da Cachoeira do Calixto, as trilhas dos Gerais do Rio Preto e Gerais do Vieira, e a beleza das cachoeiras do Lajeado e Bananeiras.

    Duas pessoas sentadas à beira de um dramático penhasco de 300 metros de altura no Cachoeirão, admirando os paredões rochosos íngremes.

    Onde se hospedar no Vale do Pati?

    No Vale do Pati, você tem a oportunidade única de se hospedar com uma das famílias locais, que transformaram suas casas em acomodações charmosas para receber os aventureiros que exploram a Chapada Diamantina.

    Casas brancas tradicionais com telhados de barro aninhadas entre as árvores no Vale do Pati sob um vibrante céu alaranjado de pôr do sol.
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    A tradição da hospitalidade em casas de família (homestay) começou em 1997, quando Wilson e Maria, um casal nativo do Vale do Pati, abriram sua casa para os primeiros mochileiros. Eles ofereciam refeições caseiras, uma cama e um banheiro compartilhado, proporcionando uma alternativa ao acampamento selvagem tradicional.

    Com o tempo, mais famílias seguiram o exemplo. Essa mudança permitiu que eles se sustentassem economicamente enquanto proporcionavam aos turistas uma visão imersiva da história e da cultura locais.

    Uma mulher local sorrindo enquanto cozinha uma tradicional refeição caseira usando grandes panelas de alumínio em um fogão.
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    Hoje, apenas um punhado de famílias vive no Vale do Pati, mas elas ainda seguem o mesmo padrão de hospedagem: quartos e banheiros compartilhados, banhos frios, comida caseira e a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.

    Um quarto de hóspedes compartilhado com camas de madeira e sacos de dormir sob um teto rústico com telhas e madeira aparentes.
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    👉 Leia mais: Onde ficar na Chapada Diamantina?

    Alimentação no Vale do Pati

    Apesar da localização remota, come-se muito bem no Vale do Pati. Hospedar-se nas casas dos nativos inclui refeições completas — comida caseira fresca todos os dias, do almoço ao jantar. Os pratos típicos brasileiros são preparados com ingredientes locais da mais alta qualidade.

    Para garantir que todos fiquem satisfeitos, os cozinheiros podem adaptar o menu para atender a dietas de visitantes com restrições vegetarianas, veganas ou outras necessidades alimentares.

    Dois trilheiros se servindo de comida fresca e caseira em várias panelas numa cozinha rústica de uma casa de família.
    Photo: Lucas Neves

    Nas trilhas, os guias podem providenciar lanches para todo o grupo. Você poderá desfrutar de um delicioso piquenique enquanto admira as belas vistas da Chapada!

    Um piquenique colorido com frutas, lanches e sanduíches dispostos sobre uma toalha ao lado de uma pequena cascata.
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    Qual a distância do trekking no Vale do Pati?

    A quilometragem e a duração de uma caminhada pelo Vale do Pati dependem de vários fatores, incluindo o roteiro, o número de dias reservados para o trekking, o ponto de partida, a escolha de hospedagem e as visitas a atrações específicas ao longo do caminho.

    Em média, os trilheiros caminham cerca de 15 km por dia, com variações de 8 km em dias mais curtos a 22 km em dias mais longos. Um típico trekking de 3 dias cobre aproximadamente 35 km, enquanto viajantes que optam por 4 ou 5 dias percorrem 52 e 59 km, respectivamente.

    Viajantes com pouco tempo podem iniciar a trilha por Guiné e caminhar 10 km até o Vale do Pati. As distâncias a partir do Vale do Capão e de Andaraí são maiores, chegando a 22 km.

    Evidentemente, essas distâncias são flexíveis e podem ser ajustadas de acordo com a experiência, as habilidades, as preferências e as necessidades de cada pessoa. De qualquer forma, cada rota exibe sua beleza natural única, e o “melhor” caminho, em última análise, depende do que se encaixa melhor nos planos de viagem e nas condições do trilheiro.

    Dois trilheiros usando bastões de caminhada para cruzar um rio raso e pedregoso com um grande pico de montanha erguendo-se ao fundo.
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    Qual o nível de dificuldade da trilha do Vale do Pati?

    Uma das razões pelas quais as caminhadas no Vale do Pati são mundialmente conhecidas é a variedade de trilhas com diferentes níveis de dificuldade, das mais fáceis às mais desafiadoras.

    Embora a beleza e a diversidade do parque nacional convidem aventureiros de todas as idades, é essencial considerar as exigências físicas do trekking, especialmente em trilhas mais difíceis.

    As trilhas desafiadoras recompensam o esforço ao cruzar montanhas, cachoeiras, cavernas e paisagens de cair o queixo, mas não são recomendadas para crianças, idosos ou pessoas com menos preparo físico. Dica de ouro: reconheça seus limites e encontre atividades correspondentes a eles!

    Um trilheiro de pé num afloramento rochoso fotografando os vastos vales verdes e as montanhas de topo plano.
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    Preciso de um guia para visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina?

    Embora o Parque Nacional da Chapada Diamantina seja aberto ao público e não exija que os visitantes contratem profissionais para explorá-lo, a presença de um guia para o seu Vale do Pati — assim como para qualquer área do parque — é altamente recomendada para qualquer trilheiro, especialmente para aqueles menos experientes ou menos familiarizados com a região.

    A maioria dos guias do Vale do Pati vive na área circundante, o que os torna grandes especialistas nas complexidades da Chapada. Além de garantir uma aventura segura, eles também podem compartilhar informações sobre a fauna, flora e história locais para enriquecer ainda mais a experiência.

    Um guia local em uma camisa azul e um trilheiro examinando juntos um mapa de trilha enquanto descansam em um mirante panorâmico do vale.
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    Quantos dias devo ficar no Vale do Pati?

    A duração do seu Vale do Pati trek dependerá de vários fatores, incluindo a rota escolhida, o tempo disponível e o nível de condicionamento físico. No entanto, a maioria dos roteiros geralmente varia de 3 a 5 dias.

    O mais popular é o tour de 3 dias, que permite visitar o Mirante do Pati, a Cachoeira dos Funis, o Morro do Castelo e o Cachoeirão. Já a opção de 4 dias inclui a Cachoeira do Calixto ou o Poço da Árvore, oferecendo um ritmo mais confortável para apreciar plenamente a beleza da Chapada.

    Se você tiver tempo, escolher uma travessia de 5 dias é excelente para um mergulho profundo no parque nacional, incluindo visitas à Cachoeira dos Funis e à Ladeira do Império.

    Silhueta de um trilheiro com mochila em pé na entrada escura de uma caverna, olhando para o ensolarado Vale do Pati.
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    Quanto custa ir ao Vale do Pati?

    Considerando hospedagem, serviços e roteiros, os passeios para o Vale do Pati custam a partir de R$ 2.100. Os preços variam de acordo com a temporada, a duração da viagem, etc.

    Confira os preços e outras informações abaixo:

    TOUR DESTAQUES DISTÂNCIA PREÇO INICIAL*
    Trilha Suprema de 6 dias na Chapada Diamantina Trekking, Poço Encantado, Poço Azul, 3 dias de caminhada no Vale do Pati + Cachoeiras do Buracão e da Fumacinha. 63 km R$ 5.200
    Trekking de 3 dias no Vale do Pati Caminhada, Morro do Castelo, Cachoeiras do Cachoeirão e Funis, hospedagem com moradores locais. 35 km R$ 2.100
    Trekking de 4 dias no Vale do Pati Caminhada, Morro do Castelo, cachoeiras (Cachoeirão e Funis), hospedagem em casas de nativos. 52 km R$ 2.810
    Travessia de 5 dias no Vale do Pati Trekking, Morro do Castelo, Cachoeiras do Cachoeirão e Funis, Poço da Árvore, Ladeira do Império, Andaraí, hospedagem com nativos. 59 km R$ 3.000

    *Por pessoa, baseado em acomodação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e da disponibilidade. Taxa de câmbio de 9 de abril de 2026; sujeito a alterações.

    Tem sinal de celular no Vale do Pati?

    Não há sinal de celular ou Wi-Fi disponível no Vale do Pati. A região conta apenas com energia solar, que fornece energia suficiente para carregar dispositivos eletrônicos e baterias de câmeras — embora não seja incomum que a eletricidade sofra períodos de instabilidade.

    Esta é uma ótima oportunidade para se desconectar da tecnologia e mergulhar na beleza natural e na paz da Chapada Diamantina. Aproveite cada segundo!

    Um trilheiro em uma jaqueta azul em pé sobre uma rocha emoldurada por árvores, olhando para uma montanha de topo plano ao longe.
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    O que levar para uma trilha no Vale do Pati?

    Ao fazer as malas para o Vale do Pati, é importante ter em mente as variações climáticas e a natureza do trekking. Lembre-se: você carregará sua mochila todos os dias enquanto caminha, então é fundamental levar apenas os itens necessários.

    Aqui está nossa lista de sugestões:

    • Roupas leves, incluindo camisas de manga comprida com proteção UV
    • Capa de chuva ou jaqueta impermeável
    • Corta-vento e blusa de frio (fleece)
    • Roupa de banho
    • Chapéu/boné
    • Bota ou tênis de caminhada
    • Meias de trekking
    • Chinelos
    • Toalha de secagem rápida
    • Mochila de 20 a 40 litros
    • Saco impermeável (dry bag)
    • Óculos de sol
    • Protetor solar
    • Repelente de insetos
    • Garrafa de água reutilizável
    Um grupo de trilheiros se distanciando em uma trilha rochosa cercada por vegetação rasteira sob um pôr do sol dourado e brilhante.
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    Não se esqueça dos itens essenciais de viagem: documentos, cartões de crédito/débito, dinheiro em espécie (Reais), medicamentos pessoais (para dor de cabeça, tensão muscular, problemas estomacais…), carregadores e carregadores portáteis (power banks) para dispositivos eletrônicos.

    Trekking na Chapada Diamantina, Bahia, com o PlanetaEXO

    O Vale do Pati é transformador para qualquer amante da natureza. Se você mal pode esperar para experimentar um dos trekkings mais bonitos do mundo, é hora de reservar sua viagem e conferir os Pacotes Chapada Diamantina com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais.

    Nossa equipe ajuda você com tudo o que precisa para umas férias incríveis, incluindo reservas, opções de transporte, roteiros personalizados e muito mais. Entre em contato conosco agora!

  • Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2025

    Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2025

    Para os apaixonados por ecoturismo, é essencial saber que o Brasil tem muito a oferecer nessa área.

    Não é de surpreender que o país tenha sido escolhido por Forbes em 2023 como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo. Mas quais são os melhores lugares para se visitar no Brasil para o ecoturismo? Para ajudá-lo a planejar sua próxima viagem, selecionamos o Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil. Dê uma olhada neles:

    1. Amazon (AM)

    Amazônia - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Amazon Rainforest – Photo: MkExpedition @mkexpeditions

    A maior floresta tropical do mundo é também um dos destinos mais fascinantes para o ecoturismo no Brasil. Na Amazônia, você pode se hospedar em pousadas sustentáveis, navegar por rios e riachos, observar a abundante fauna e flora e interagir com as comunidades ribeirinhas. Uma experiência única e inesquecível.

    Por que visitar?
    A região desempenha um papel crucial no combate ao desmatamento, e o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa para aumentar a conscientização ambiental, além de ajudar a proteger as comunidades indígenas e ribeirinhas.

    2. Bonito (MS)

    Bonito - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Bonito – Photo: Iago Bernardo @iagobernardo

    Considerado um dos principais polos de ecoturismo do Brasil, Bonito é um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar em águas cristalinas, observar a fauna e a flora aquáticas, fazer trilhas e admirar cachoeiras. Além disso, Bonito tem uma forte política de preservação ambiental, controlando o número de visitantes e cobrando taxas de conservação.

    Por que visitar?
    Na vanguarda do ecoturismo brasileiro, Bonito é um exemplo na transição do turismo tradicional para o sustentável, com um sistema eficaz de controle de visitação, garantindo uma gestão responsável e consciente do turismo.

    3. Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)

    Vale do Pati, Chapada Diamantina - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Vale do Pati, Chapada Diamantina – Photo: Lucas Ribeiro

    Localizado na Chapada Diamantina, o Vale do Pati é um dos tesouros naturais do Brasil. Ele oferece aos visitantes a chance de ver paisagens espetaculares, caminhar por trilhas que revelam a biodiversidade exclusiva da região e ter interações autênticas com a comunidade local.

    Por que visitar?
    O ecoturismo desempenha um papel fundamental na economia local, com os turistas se hospedando e comendo nas casas dos moradores, sendo a principal fonte de renda da região. Além disso, a área adota um modelo de sustentabilidade exemplar, com casas que utilizam 100% de energia solar para suas operações.

    4. Pantanal (MT/MS)

    Pantanal - Top 7 Ecotourism Destinations in Brazil to Visit in 2024
    Pantanal – Photo: Bruno Henrique G Carvalho @bhc_bio

    A maior área úmida do mundo é um santuário ecológico que abriga uma das mais extensas concentrações de vida selvagem do planeta, o que a torna um dos principais destinos de ecoturismo no Brasil. No Pantanal, você pode fazer safáris fotográficos, observar animais como onças-pintadas, jacarés e araras-azuis, pescar piranhas e presenciar o pôr do sol mais bonito do Brasil.

    Por que visitar?
    O Pantanal tem sido o centro das discussões sobre conservação nos últimos anos. Somente uma combinação de ecoturismo e práticas agrícolas responsáveis pode preservar as tradições pantaneiras e proteger espécies ameaçadas de extinção, como as onças-pintadas.

    5. Fernando de Noronha (PE)

    Fernando de Noronha - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Fernando de Noronha – Photo: Michele Roth @michele_roth_

    O arquipélago de Fernando de Noronha, Patrimônio Mundial da UNESCO, encanta os visitantes com suas praias paradisíacas e biodiversidade marinha. Os amantes da aventura podem explorar as águas cristalinas e observar de perto golfinhos, tartarugas, tubarões e peixes coloridos. Fernando de Noronha é um destino obrigatório para os amantes da natureza e da beleza

    Por que visitar?
    A ilha promove a educação ambiental por meio da observação da vida selvagem, oferecendo aprendizado prático e interativo sobre a preservação ambiental.

    6. Jalapão (TO)

    Jalapão - Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil para visitar em 2024
    Jalapão – Photo: Lucas Guerra @lucasguerra

    Um dos destinos mais selvagens e preservados do Brasil, o Jalapão é uma região de cerrado que impressiona por sua diversidade de paisagens. Lá, você pode se aventurar por dunas douradas, nascentes de água azul, cachoeiras e formações rochosas. O Jalapão também é conhecido por seu artesanato de capim dourado, típico da região.

    Por que visitar?
    Com iniciativas voltadas para a conservação da biodiversidade, a região tem características únicas, como o manejo do capim dourado e a proteção de espécies ameaçadas de extinção, como o pato mergulhador.

    7. Lençóis Maranhenses (MA)

    Lençóis Maranhenses Top 7 Destinos de Ecoturismo no Brasil para Visitar em 2024
    Lençóis Maranhenses – Photo: Cris Marques @raizesdomundo

    Um dos destinos mais incríveis do Brasil, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses surpreende os visitantes com sua beleza natural e singularidade. O parque abriga um ecossistema raro, composto por dunas de areia branca que se estendem por 150.000 hectares, que se transformam em lagoas de água doce durante a estação chuvosa, criando um contraste impressionante.

    Por que visitar?
    Ele garante que o turismo funcione como um motor econômico para as comunidades locais, melhorando sua qualidade de vida por meio do aumento da renda. It boosts local handicrafts, particularly products made from Buriti fiber, like bags and hats, making them meaningful souvenirs and supporting the artisan economy. Os guias credenciados pelo ICMBio para entrar no parque não apenas mostram o caminho, mas também protegem e cuidam desse lugar especial.

    Faça o download gratuito do eBook

  • Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    Guia Lucas Neves: Uma história de sucesso do PlanetaEXO em viagens sustentáveis na Chapada Diamantina

    A Chapada Diamantina é um dos destinos mais cobiçados do Brasil para os amantes da natureza.

    Com suas montanhas majestosas, cachoeiras deslumbrantes e rica biodiversidade, a região é o paraíso dos aventureiros. No entanto, explorar essas maravilhas naturais com responsabilidade requer um guia experiente e consciente. É aí que entra Lucas Neves, um guia de turismo de aventura e parceiro da PlanetaEXO que dedicou sua carreira a promover o turismo sustentável na região.

    Quem é Lucas Neves?
    Aos 28 anos, Lucas é natural do Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Ele encontrou na profissão de guia de turismo de aventura a oportunidade de combinar sua paixão pela natureza com a liberdade de ser autônomo. Lucas também trabalha como brigadista na Brigada Voluntária do Vale do Capão, combatendo incêndios florestais, resgatando pessoas feridas em áreas remotas e salvando animais silvestres em áreas urbanas. Como diz Lucas, “Além de ser uma oportunidade de trabalhar com o que eu amo (montanhas, trilhas, aventura), na realidade local é uma profissão que me permite ser autônomo, ter mais liberdade, o que é algo que valorizo muito”.

    Turismo sustentável como uma missão
    Para Lucas Neves, o turismo sustentável não é apenas um slogan, mas uma missão de vida. “Por meio de práticas com impacto mínimo no meio ambiente e da transmissão de conhecimento aos visitantes, essa consciência se multiplica”, diz Lucas. Ele acredita que a sustentabilidade começa com educação e conscientização. Antes de cada caminhada, Lucas faz questão de apresentar aos visitantes o ambiente único da Chapada Diamantina, explicando as práticas que minimizam o impacto humano. Durante as caminhadas, ele demonstra essas práticas em ação, mostrando o impacto positivo que elas têm sobre o meio ambiente local, não apenas em curto prazo, mas também em médio e longo prazo.Guia Lucas Neves demonstra práticas de turismo sustentável em trilha na Chapada Diamantina

    Lucas Neves no mirante do Vale do Pati, Chapada Diamatina

    Práticas sustentáveis em ação
    Lucas adota uma série de iniciativas para promover o turismo sustentável. Ele está envolvido em programas de educação ambiental na comunidade local, ensinando as gerações mais jovens sobre a importância da conservação. Além disso, ele faz questão de contratar os serviços de nativos locais e incentiva os turistas a comprar artesanato e produtos culinários locais. Essas ações não apenas ajudam a economia local, mas também incentivam uma forma de turismo que respeita e valoriza a cultura e o meio ambiente locais.

    A experiência do viajante
    Para Lucas, o objetivo é ser o elo entre o cliente e a natureza. Ele personaliza cada roteiro com base no perfil do viajante, levando em conta fatores como condicionamento físico e clima. O foco é sempre a segurança, mas também a superação das expectativas dos visitantes, permitindo que eles se integrem e se entreguem ao máximo ao objetivo do roteiro.

    Guia fantástico! Nós nos divertimos muito com sua orientação, Lucas. Você realmente ama a natureza e seu trabalho, e isso fica evidente!

    Ole, from Germany

    Caminhante observa o pôr do sol do mirante do Vale do Pati, na Chapada Diamantina

    Ole, da Alemanha

    O papel do PlanetaEXO
    A parceria com a PlanetaEXO amplia esses esforços. “A parceria com a PlanetaEXO, por meio da alta frequência de trabalho em parceria e da remuneração justa acima do que o mercado costuma pagar, me permite pagar treinamentos para me aperfeiçoar como profissional”, diz Lucas. A empresa faz questão de contratar guias e outros funcionários locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades da Chapada Diamantina. O aprendizado do inglês, proporcionado pela PlanetaEXO, abriu portas para Lucas, permitindo que ele interagisse com clientes de outros países e enriquecesse sua visão de mundo.

    De acordo com Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, Lucas Neves serve como modelo inspirador:

    Desde os primeiros dias da PlanetaEXO, percebemos em Lucas Neves não apenas um guia talentoso, mas um profissional cujos valores se identificavam profundamente com a missão da nossa empresa: o desenvolvimento sustentável do turismo e o fortalecimento das comunidades locais. Ele se tornou uma fonte de inspiração para aqueles que estão ingressando ou considerando uma carreira no turismo sustentável. Dois anos após o início dessa frutífera colaboração, posso dizer com confiança que nossa missão foi cumprida – e ainda estamos apenas no começo. A parceria com Lucas Neves é um testemunho vivo do impacto positivo que podemos alcançar quando valores, paixão e profissionalismo se alinham. Estamos entusiasmados com o que o futuro nos reserva e confiantes de que essa parceria continuará a dar muitos frutos para as comunidades da Chapada Diamantina e para o mundo do turismo sustentável como um todo.

    Desafios e recompensas
    Ser guia em uma área tão biodiversa e sensível como a Chapada Diamantina não é tarefa fácil. Lucas ressalta que um dos maiores desafios é atender a públicos com perfis extremamente diferentes, mantendo sempre sua mente focada e positiva. No entanto, ele se mantém atualizado e informado por meio da comunicação constante com outros guias e membros da comunidade local.

    Pegadas da mudança
    Lucas Neves não é apenas um guia; ele é um embaixador do turismo sustentável e um defensor da comunidade local. Sua parceria com a PlanetaEXO exemplifica como o turismo responsável pode ser uma força para o bem, beneficiando tanto os visitantes quanto as comunidades anfitriãs. Em um mundo que precisa desesperadamente de mais sustentabilidade e consciência ambiental, figuras como Lucas são verdadeiros faróis de esperança.

  • Melhores Pontos de Mergulho em Fernando de Noronha

    Melhores Pontos de Mergulho em Fernando de Noronha

    Descubra as maravilhas de Fernando de Noronha, um paraíso para quem mergulha: vida marinha diversa, pontos de mergulho de tirar o fôlego e uma conexão de verdade com a natureza!

    O mergulho em Fernando de Noronha acontece dentro do Parque Nacional Marinho, um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. Conhecido pela biodiversidade e pelas águas cristalinas, este Patrimônio Mundial da UNESCO tem o que oferecer a mergulhadores de todos os níveis, unindo aventura e conservação.

    De recifes de coral a naufrágios e cavernas submersas, Fernando de Noronha é o destino dos sonhos de quem ama o oceano. Antes de fechar a viagem, veja qual é a melhor época para mergulhar em Fernando de Noronha e confira os nossos pacotes de mergulho em Fernando de Noronha para aproveitar cada minuto da sua visita.

    Um dos motivos que fazem o mergulho em Noronha se destacar é a dedicação do arquipélago ao turismo sustentável. Com práticas ecológicas que mantêm a região preservada para as próximas gerações, os visitantes são incentivados a respeitar os ecossistemas marinhos.

    Fernando de Noronha reúne mais de 20 pontos de mergulho de nível mundial, o que agrada tanto a iniciantes quanto a mergulhadores experientes. Em cada um deles você explora jardins de coral ou navega por navios naufragados. Este é o nosso guia dos melhores pontos de mergulho de Fernando de Noronha para ajudar você a planejar a sua aventura:

    👉 Planejando a viagem? Descubra como chegar a Fernando de Noronha no nosso guia completo

    Pontos de Mergulho em Fernando de Noronha

    Cabeço da Sapata (42m)

    Este ponto de mergulho profundo tem um anfiteatro natural de recifes de coral, correntes desafiadoras e a chance de cruzar com grandes espécies marinhas, como garoupas e raias. A profundidade e o cenário submerso fazem dele o lugar ideal para quem quer testar os próprios limites.

    Cabeço da Sapata
    Cabeço da Sapata. – Photo: Pamella Rech

    👉 Quer conhecer melhor Fernando de Noronha? Veja curiosidades sobre Fernando de Noronha, esse paraíso insular brasileiro.

    Ilha do Meio (16m)

    A Ilha do Meio é conhecida pelas águas calmas e pelas paisagens submersas, o que a torna ótima para mergulhos tranquilos. O local abriga uma vida marinha variada, de pequenos peixes de recife a moreias, e é um prato cheio para fotógrafos subaquáticos.

    Ressurreta (7m)

    Se você está começando no mergulho e quer entrar aos poucos, Ressurreta é o seu lugar. É um ponto calmo e raso, com muitos peixes e pequenas formações de coral. Também é ótimo para o snorkeling em Fernando de Noronha.

    Caverna da Sapata (29m)

    Iluminada de forma natural, esta caverna submersa é o sonho de todo mergulhador, com um jogo cativante de luz e sombra. As formações geológicas e as espécies de peixes criam um espetáculo em constante mudança que fica na memória. É perfeita para quem gosta de explorar paisagens subaquáticas cheias de detalhes.

    Corveta V17 (62m)

    Este navio de guerra afundado é parada obrigatória. Lar de muita vida marinha, ali você encontra tubarões de recife, corais e cardumes. É um mergulho desafiador e impressionante para os mais experientes.

    Corveta V17 in Fernando de Noronha
    Corveta V17

    Laje 2 Irmãos (23m)

    Perto do icônico morro Dois Irmãos, este ponto revela formações rochosas marcantes e muita biodiversidade marinha. Os mergulhadores podem cruzar com cardumes coloridos, golfinhos brincalhões e tartarugas. A profundidade moderada o deixa acessível a mergulhadores intermediários e avançados.

    Morro de Fora (16m)

    Este ponto raso é ótimo para iniciantes e mergulhadores intermediários, com peixes tropicais e jardins de coral. A vida marinha vibrante e as condições calmas fazem dele um excelente lugar para quem está começando.

    Cagarras Rasa (22m)

    Um caleidoscópio de cores espera pelos mergulhadores neste ponto vibrante. Tem recifes de coral e vida marinha, incluindo peixes-anjo e tartarugas. É um dos favoritos de mergulhadores de todos os níveis.

    Cagarras Funda (33m)

    Mais fundo, este ponto é perfeito para mergulhadores avançados em busca de aventura. Com paredões e cânions submersos, Cagarras Funda é território de raias e barracudas, o que rende um mergulho cheio de movimento.

    Buraco do Inferno (16m)

    O nome pode soar um pouco sombrio, mas o local é um labirinto de fendas e cavernas submersas. As formações geológicas servem de abrigo para crustáceos e pequenos peixes de recife, o que torna a exploração bem tranquila.

    Cordilheira (33m)

    A Cordilheira é conhecida pelas paisagens submersas dramáticas, com quedas acentuadas e paredões altíssimos. O ponto também tem biodiversidade rica, de nudibrânquios a espécies pelágicas, e é parada obrigatória para mergulhadores avançados.

    Macaxeira (40m)

    Este ponto de mergulho é conhecido pelas formações rochosas intrincadas e pelos jardins de coral vibrantes. É ótimo para mergulhadores experientes em busca de uma experiência subaquática marcante, já que abriga raias, moreias e peixes tropicais.

    Buraco das Cabras (16m)

    Um ponto tranquilo para observar pequenos peixes de recife num clima relaxado. A pouca profundidade o torna ideal para iniciantes e para quem quer mergulhar com calma.

    Caieiras (17m)

    Caieiras é conhecida pelos recifes de coral e peixes tropicais, com navegação fácil e perfeita para mergulhadores intermediários. O ambiente submerso rende uma experiência marcante.

    Pedras Secas (17m)

    Pedras Secas é um labirinto submerso de formações rochosas, perfeito para mergulhadores que gostam de explorar passagens estreitas e descobrir vida marinha escondida.

    Frade (23m)

    Este ponto é um clássico para ver raias, tartarugas e cardumes. É um mergulho empolgante para o nível intermediário e oferece uma experiência recompensadora.

    Trinta Réis (22m)

    Trinta Réis é um favorito pela atmosfera, pelo cenário e pela vida marinha. É comum cruzar com espécies pequenas e grandes, o que garante um mergulho bem completo.

    Cabeço Submarino (23m)

    Se você curte explorar maravilhas geológicas enquanto observa uma vida marinha diversa, Cabeço Submarino é um ótimo ponto. Tem formações rochosas únicas e paisagens submersas.

    Iuias (23m)

    Iuias é um paraíso para mergulhadores. Com uma vida marinha variada, é um dos favoritos de fotógrafos subaquáticos e amantes da natureza graças à biodiversidade.

    Pontal do Norte (42m)

    Profundo e desafiador, Pontal do Norte abriga uma vida marinha diversa, com cardumes e, de vez em quando, algum tubarão. A profundidade e as correntes fortes o deixam mais indicado para mergulhadores experientes em busca de uma aventura recompensadora.

    Cabeço das Cordas (43m)

    Se você procura um ótimo ponto para mergulhar, Cabeço das Cordas é uma escolha certeira. Oferece paisagens submersas e vida marinha de encher os olhos. A luz sobre as formações de coral é linda e faz dele um lugar excelente para mergulhadores avançados testarem as próprias habilidades.

    Mergulhe nas Maravilhas de Fernando de Noronha

    Agora que você já conhece os melhores pontos de mergulho em Fernando de Noronha, é hora de começar a planejar a sua aventura. No PlanetaEXO, temos pacotes que permitem explorar esse paraíso submerso de forma responsável e sustentável.

    Seja você um iniciante em busca de águas calmas ou um mergulhador experiente atrás de um desafio em alto-mar, as nossas viagens são guiadas por especialistas locais e prometem marcar você para sempre. Mergulhe na vida marinha, nos recifes de coral e nas paisagens submersas: fale com o PlanetaEXO e reserve hoje mesmo a sua aventura em Fernando de Noronha!

  • O trekking do Vale do Pati é para todas as idades?

    O trekking do Vale do Pati é para todas as idades?

    Essa foi, com certeza, a maior aventura de nossas vidas!

    Germano

    O tempo estava chuvoso e a previsão era de mais chuva ainda. O grupo de 7 amigos da Paraíba pensou em desistir da viagem, mas o apelo por uma nova aventura falou mais alto. E assim, temerosos, mas determinados, foram ao encontro da equipe da PlanetaEXO no ponto de partida para o Vale do Pati, a cidade de Guiné.Grupo de aventureiros reunido no ponto de partida do trekking ao Vale do Pati

    Ana Karla, Roberto, Germano, Ana Claudia, Jória, Robertinho e Adriana.

    Apresentados a Saulo e Gil, os guias que os conduziriam nos próximos 4 dias de trekking no Vale do Pati, o grupo sentiu a segurança necessária para se entregar a esse desafio. E com seus bastões de caminhada, iniciaram os primeiros 300 metros de elevação em meio à chuva, neblina, lama e pedras escorregadias para chegar ao primeiro ponto de parada e cartão postal do Vale: o Mirante do Pati.

    Com o coração aberto e já emocionados por ver tamanha grandiosidade da natureza, eles puderam experimentar a primeira impressão da transformação que os aguardava. Seus joelhos já estavam reclamando e o cansaço pedia que voltassem para o conforto de casa, mas eles não desistiram. A experiência concebida pelo líder do grupo, Germano, 59 anos, estava apenas começando… E essa é uma jornada de vencedores!

    Nossos guias fizeram a diferença! Técnica, paciência, tranquilidade, sempre atenciosa e com incentivo!

    Ana Cláudia

    Já na casa do nativo Sr. Wilson, o grupo pôde descansar e ser bem recebido pela família que, durante a estadia, ofereceu refeições saborosas e reforçadas e o melhor do conforto de sua casa, que, por sinal, não inclui chuveiro quente, nem wi-fi, mas o necessário para acordar animado para o dia seguinte.

    A caminhada de 5 horas para chegar ao Cachoeirão de cima foi desafiadora, mas a viagem de volta seria ainda mais difícil. Esse é um privilégio para aqueles que fazem caminhadas na chuva, as cachoeiras são radiantes! Uma ducha e um lanche renovaram o ânimo para enfrentar o retorno da chuva forte, os escorregões e a confiança uns nos outros e nas mãos de seus guias. Eram quase nove horas quando eles voltaram para casa, exaustos, mas vibrantes. “Abrir a sessão de chope para comemorar” – disse Germano.

    A essa altura da viagem, eles já estavam se sentindo fortes, confiantes e transformados. Os dias que se seguiram foram uma celebração nas cachoeiras e piscinas naturais, com o sabor de quem acaba de descobrir um pouco mais sobre si mesmo. No último dia, o “grand finale” dos desafios: subir a Rampa do Pati para ir embora. Um misto de emoção e cansaço, mas a certeza de uma experiência inesquecível.

    Com certeza, uma nova maneira de viajar agora faz parte da vida desse corajoso grupo! E SIM, o trekking do Vale do Pati é para todas as idades!

    Bem-vindos à nossa família, aventureiros do PlanetaEXO!

    Obrigado pela experiência que o EXO nos proporcionou. Um abraço fraterno, em especial, aos nossos guias Saulo e Gil, muito eficientes e atenciosos conosco.

    Roberto

    “Obrigado pelo carinho, conhecimento técnico, e mais ainda pela paciência, poder de estimular e vibrar juntos! Parabenizo-os pela educação e cuidado dado individualmente, pelo poder de agregar, pela força mental e física do Saulo e do Gil. Além do carinho e gentileza, sempre nos agraciando com palavras, conversas e sorrisos!“

    Ana Karla

    Muito bem, pessoal!

    Exibir mapa

    Logotipo da PlanetaEXO em destaque ao final do relato da aventura

    Essa aventura apoia as comunidades locais e as viagens sustentáveis na Chapada Diamantina, Brasil
  • Quanto custa escalar o Monte Roraima?

    Quanto custa escalar o Monte Roraima?

    Você está interessado em fazer uma caminhada para escalar o Monte Roraima, mas está se perguntando quanto custa? Junte-se a nós para orientá-lo sobre todos os aspectos importantes a serem considerados antes de embarcar em sua aventura no Monte Roraima.

    Nós o ajudaremos a tirar o máximo proveito de sua viagem, garantindo sua segurança em cada etapa do caminho. Vamos nos aprofundar nos detalhes juntos, para que você possa aproveitar ao máximo essa incrível viagem ao lugar mais antigo da Terra.

    Caminhada no Monte Roraima

    Quanto custa escalar o Monte Roraima?

    O custo de escalar o Monte Roraima pode variar dependendo de vários fatores, como a duração da caminhada, a rota escolhida e os serviços incluídos no pacote. O PlanetaEXO oferece autênticas experiências com guias locais que falam inglês e todos os pacotes do Monte Roraima incluem: transporte terrestre de ida e volta de Boa Vista para a Comunidade Indígena de Paraitepuy; acomodação de uma noite em quarto duplo em Santa Elena de Uairén; refeições completas durante o trekking; equipamento de acampamento compartilhado: barraca dupla compartilhada, equipamento de cozinha (panelas, pratos, copos, utensílios); equipe de logística; guia da trilha e kit de primeiros socorros.

    O Trekking de 8 dias para o Monte Roraima custa R$5.500,00 e começa em Santa Elena de Uairén, na Comunidade Indígena Paraitepuy. Nesse passeio, você passará 3 noites no topo e terá uma experiência imersiva nas maravilhas naturais do Monte Roraima, com ênfase especial em descobrir e aproveitar as encantadoras piscinas naturais e jacuzzis ao longo do caminho.

    Caminhada no Monte Roraima

    Trekkers descobrindo as piscinas naturais e jacuzzis ao longo da trilha do Monte Roraima

    Aventureiros explorando as encantadoras piscinas naturais durante a escalada do Monte Roraima

    A Trilha Makunaima de 10 dias custa R$6.200,00 e oferece uma viagem cativante ao “Mundo Perdido” de Makunaima, mostrando as maravilhas naturais do Monte Roraima e fornecendo informações sobre a cultura indígena da região. Nessa aventura, você passará 5 noites no topo e terá uma oportunidade extraordinária de conhecer as místicas paisagens e abraçar o rico patrimônio desse destino extraordinário.

    escalar o Monte Roraima

    Trekkers contemplando as místicas paisagens do topo do Monte Roraima, na Venezuela

    escalar o Monte Roraima

    Você ainda tem alguma dúvida ou incerteza em relação ao Monte Roraima? Explore nosso guia de viagem, repleto de informações valiosas e dicas privilegiadas.

    Junte-se a nós para orientá-lo sobre todos os aspectos importantes a serem considerados antes de embarcar em sua aventura no Monte Roraima. Nós o ajudaremos a tirar o máximo proveito de sua viagem, garantindo sua segurança em cada etapa do caminho. Vamos nos aprofundar nos detalhes juntos, para que você possa aproveitar ao máximo essa incrível viagem ao lugar mais antigo da Terra. Venha escalar o Monte Roraima!

    Conheça nossos pacotes para o Monte Roraima!

  • O que fazer no Jalapão?

    O que fazer no Jalapão?

    Sonhando em visitar um dos lugares mais maravilhosos do Brasil? Aqui está uma lista do que fazer no Jalapão!

    O Parque Estadual do Jalapão é uma unidade de conservação que abriga alguns dos cenários mais impressionantes do Brasil. Situado no estado do Tocantins, no Norte do país, é um destino imperdível para os amantes da natureza e da aventura.

    Entre dunas douradas, cachoeiras deslumbrantes e diversas piscinas naturais, os passeios pelo Jalapão oferecem oportunidades incríveis de viver a experiência de sua vida.

    Curioso para saber mais sobre esse paraíso? Veja abaixo uma lista do que fazer no Jalapão!

    Dunas do Jalapão

    Em meio ao Cerrado, as dunas do Parque Estadual do Jalapão são uma faixa dourada de rochas de arenito que formam a Serra do Espírito Santo. Do alto, a visão da areia alaranjada convivendo no mesmo espaço da vegetação verde – com muitas palmeiras de buriti – é de apaixonar.

    Em alguns pontos, a areia é cortada por correntes de água e até flores, o que cria uma paisagem diversificada e única, lindamente iluminada pelo sol. A observação do pôr do sol nas dunas deve ser incluída no itinerário de viagem de qualquer visitante!

    Embora seja permitido caminhar pelas dunas, é proibido escalar a parede rochosa. Para evitar problemas, certifique-se de seguir as instruções de seus guias e as regras do parque estadual.

    👉 Você sabia que essa região já foi coberta pelo mar? Descubra essa e outras curiosidades incríveis em 10 fatos sobre o Jalapão.

    Qual é a melhor época para visitar o Jalapão?
    Aprecie as vistas deslumbrantes e divirta-se deslizando pelas dunas.

    Jalapão fervedouros

    Sempre no topo das listas do que fazer no Jalapão, os fervedouros são, sem dúvida, as estrelas do show.

    Semelhantes a piscinas naturais ou poços, essas fontes jorram água do subsolo e são cercadas por uma rica vegetação. A pressão da água cria um efeito de ebulição – por isso a palavra fervedouro é tão adequada, pois significa “caldeira”.

    A água não é quente, mas é essa mesma pressão subterrânea que impede o afundamento. Não importa o seu peso, você sempre flutuará em um fervedouro!

    O Jalapão tem dezenas de fervedouros que valem a pena visitar, incluindo o Fervedouro dos Buritis, o Fervedouro Bela Vista, o Fervedouro do Ceiça, o Fervedouro do Alecrim, o Fervedouro Buritizinho e o Fervedouro Rio do Sono.

    passeios no parque estadual do jalapão

    Cachoeiras do Jalapão

    As cachoeiras são de cair o queixo como tudo no Jalapão. Há opções para todo tipo de viajante – desde os viciados em aventura até famílias ou casais em busca de relaxamento.

    Não perca a oportunidade de visitá-las:

    Cachoeira da Velha: a maior cachoeira do Parque Estadual do Jalapão, possui uma poderosa cascata de água que jorra sem parar em uma queda de 15 metros. Ótima para a prática de rafting.

    O que fazer no Jalapão?

    Cachoeira Roncadeira: queda de 70 metros cercada por formações rochosas e diferentes espécies de plantas. Ideal para a prática de rapel.

    Cachoeira Escorrega Macaco: queda de 50 metros de altura, mas o volume de água é baixo. Apenas para contemplação.

    passeios no parque estadual do jalapão

    Cachoeira do Formiga: essa cachoeira não é grande, mas a piscina natural que se forma embaixo dela é absolutamente incrível, perfeita para nadar, tirar fotos ou simplesmente contemplar sua beleza.

    passeios no parque estadual do jalapão

    Cânion Encantado: formado por paredões rochosos de 70 metros de altura, esse cânion abriga cachoeiras incríveis, como a Cachoeira da Capivara, a Cachoeira do Portal e a Cachoeira dos Pelados.

    O que fazer no jalapão?

    Caminhadas no Jalapão

    A caminhada é uma atividade imperdível (e inadiável) no Jalapão. Para chegar a determinados pontos, como cachoeiras ou fervedouros, a caminhada é obrigatória – seja ela leve ou um pouco mais exigente.

    Se você é um caminhante convicto e adora descobrir novas trilhas para explorar a natureza, respirar ar puro e se exercitar, o Jalapão tem opções incríveis:

    Trilha da Boa Esperança: ligando o Fervedouro do Alecrim e o povoado de Boa Esperança, essa trilha de 9 km permite conhecer as maravilhas da natureza através da vegetação do Cerrado e das águas cristalinas. A época das cheias (novembro a abril) pode alterar os itinerários das caminhadas.

    Travessia da Velha: para caminhantes experientes, são necessárias mais de 4,5 horas para completá-la (12 km). O grupo faz uma parada para rafting antes de chegar ao destino final, na Cachoeira da Velha. Caminhada disponível somente na estação seca (maio a outubro).

    Trilha da Serra do Espírito Santo: as atividades de caminhada ocorrem à noite, ou seja, não há luz natural. Dificuldade moderada, mas a caminhada é íngreme (200 metros de altura). São necessárias mais de 2 horas para concluí-la.

    O que fazer no Parque Estadual do Jalapão, Brasil?

    Pedra Furada

    Se você está procurando opções sobre o que fazer no Jalapão, mas quer se afastar das atividades relacionadas à água por um momento, visitar a Pedra Furada é uma experiência imperdível!

    Essa formação rochosa de arenito foi esculpida naturalmente ao longo de milhares de anos. O vento, as chuvas e outros fenômenos naturais criaram a forma única da Pedra Furada, com um buraco bem no meio.

    Pode não parecer muito, mas quando a tarde cai, o sol se alinha perfeitamente com a abertura, criando um anel dourado e brilhante. É de tirar o fôlego!

    passeios no parque estadual do jalapão

    Lagoa do Japonês

    A Lagoa do Japonês é um verdadeiro oásis em meio ao Cerrado. Esse lugar digno de filme apresenta águas azuis cristalinas, vegetação densa e lagoas subterrâneas em cavernas antigas.

    Ao nadar, mergulhar com snorkel ou passear de barco, você verá e até interagirá com alguns vizinhos amigáveis, como tartarugas, pássaros e peixes.

    O que fazer no Jalapão?

    👉Você gosta de animais? Confira os melhores passeios de vida selvagem no Brasil!

    Rafting no Rio Novo

    Parte integrante de todos os roteiros do Jalapão, o Rio Novo é um dos afluentes do Rio Tocantins, um dos poucos no mundo que ainda tem água potável.

    As fortes correntezas do rio são perfeitas para atividades cheias de adrenalina, como o rafting. Agências especializadas fornecem tudo o que é necessário, incluindo botes infláveis, coletes salva-vidas, capacetes, remos e práticas de segurança.

    Após o rafting, relaxe na Prainha do Rio Novo, uma pequena praia tranquila às margens do rio.

    passeios no parque estadual do jalapão

    Comunidades locais (Quilimbola Mumbuca)

    A comunidade Quilombola Mumbuca foi o primeiro grupo de pessoas a chegar ao Jalapão no século XIX. Os membros fundadores eram escravos que fugiram do sul do estado da Bahia para encontrar um lugar onde pudessem se estabelecer e viver livremente.

    Visitar e interagir com os habitantes locais são algumas das maneiras mais autênticas de mergulhar profundamente no coração e na alma do Jalapão. Ao aprender seus costumes, história e tradições, você poderá ajudar a manter viva a cultura Mumbuca e conhecer a essência desse lugar fascinante.

    Agora que você já sabe o que fazer no Jalapão, vamos marcar sua viagem?

    O Jalapão é um dos lugares mais bonitos do Brasil. Quer você goste de adrenalina ou queira apenas aproveitar suas férias para relaxar, esse destino certamente o ajudará a criar memórias inesquecíveis.

    A PlanetaEXO conecta você com as melhores experiências e profissionais da área, oferecendo planejamento de viagens sem complicações e atividades com curadoria. Entre em contato conosco e reserve sua viagem agora mesmo!

     

     

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  • Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão

    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão

    Confira este guia prático para saber como chegar a Jalapão State Park e explore as cidades vizinhas. Este guia completo fornecerá todas as informações necessárias para planejar seu passeio e chegar ao Jalapão com facilidade. Desde opções de transporte até dicas para explorar diferentes cidades da região, este guia tem tudo o que você precisa. Prepare-se para embarcar em uma aventura emocionante no Jalapão e descobrir suas maravilhas naturais!

    como chegar ao parque estadual do jalapão
    Embarque em uma aventura sem igual e crie memórias inesquecíveis nas paisagens cativantes do Jalapão!

    Como chegar ao Parque Estadual do Jalapão?

    O o aeroporto mais próximo do Jalapão fica na cidade de Palmas, capital do estado do Tocantins. Ali é o ponto de partida para explorar o Jalapão. Os voos diretos nem sempre estão disponíveis, portanto, esteja preparado para conexões. O Jalapão é formado por nove municípios, sendo Ponte Alta, Mateiros e São Félix os principais destinos, o que os torna as bases preferidas da maioria dos turistas que exploram a região. No entanto, é importante observar que há inúmeras atrações cativantes espalhadas pela área. Muitas pessoas se perguntam sobre a distância entre Palmas e o Jalapão, mas é importante entender que o passeio pelo Jalapão é um circuito: você geralmente começa de um lado e termina do outro.

    É importante observar que o acesso à região pode ser desafiador. A maioria das estradas do Jalapão não é pavimentada ou é coberta por areia fofa, o que pode causar dificuldades para os veículos. Especialmente durante a estação seca, quando o solo arenoso fica ainda mais macio, há um risco maior de ficar preso. Para garantir uma viagem tranquila, nós recomendamos viajar com um veículo 4×4 e um motorista experiente que esteja acostumado a transitar por essas estradas arenosas. Ao tomar essas precauções, você pode evitar atrasos inesperados ou perder as experiências incríveis que o Jalapão tem a oferecer.

    Ao planejar seu itinerário, tenha cuidado e faça uma pesquisa completa para garantir uma experiência completa que inclua as joias ocultas do Jalapão. Atodos os nossos itinerários partem de Palmas para o Jalapão, com várias opções de rotas, dias disponíveis e atividades.

    jalapão tour
    Com muitas trilhas de terra e terreno irregular, recomenda-se o uso de veículos 4×4 para ir ao Jalapão.

    Como ir de Palmas para o Jalapão?

    De Palmas a Ponte Alta
    Uma viagem de 150 km em estradas pavimentadas, seguindo a TO-030 até Santa Tereza do Tocantins e depois a TO-130 até Ponte Alta, a principal porta de entrada para o Jalapão. Normalmente, esse trecho leva cerca de 2 horas para ser concluído.

    De Ponte Alta a Mateiros
    Uma aventura de 160 km em estrada de terra, seguindo a TO-255. Espere um tempo médio de viagem de 4 horas. Ao longo dessa rota, você encontrará a Serra do Espírito Santo, a Prainha do Rio Novo, a Cachoeira da Velha, as dunas do Parque Estadual do Jalapão e, com um desvio, a Pedra Furada e a Lagoa do Japonês.

    De Mateiros a São Félix do Tocantins
    Uma viagem de 78 km por estrada de terra, seguindo a TO-110; Esse trecho leva aproximadamente 2,5 horas. Ela dá acesso a muitos dos fervedouros do Jalapão e também leva à Cachoeira do Formiga.

    De São Félix do Tocantins para Lagoa do Tocantins
    Uma combinação de 130 km de estradas de terra e asfalto, com 70 km na TO-030 e mais 60 km na TO-247 até Lagoa do Tocantins. Embora a TO-247 esteja sendo pavimentada com asfalto, o projeto ainda não foi concluído. Esse trecho leva você à Cachoeira das Araras e ao Morro da Catedral. O tempo médio de viagem é de cerca de 3,5 horas.

    De São Félix do Tocantins para Lagoa do Tocantins
    Percurso de 105 km em estradas pavimentadas, seguindo pela TO-020 e BR-010 ou TO-030. Essa rota pode ser concluída em aproximadamente 1 hora e 50 minutos.

    Estrada de terra cruzando a paisagem do Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins
    Prepare-se para um passeio emocionante em nossos potentes veículos 4×4 para conhecer o melhor do Jalapão.

    Você está pronto para fazer um passeio de aventura no Parque Estadual do Jalapão? Se estiver procurando mais informações, nós o ajudamos! Confira nosso guia definitivoO site da empresa, especialmente selecionado com todas as informações preciosas de que você precisa para aproveitar ao máximo sua viagem. É um recurso valioso que o ajudará a planejar e aproveitar ao máximo sua aventura. Então, faça as malas e vá para esse oásis escondido para uma aventura inesquecível! Em PlanetaEXOAcreditamos que cada aventura que fazemos pode fazer a diferença em uma viagem sustentável! ? Conecte-se com um guia local e embarque em uma viagem inesquecível pelas dunas, piscinas naturais e cachoeiras do Parque Estadual do Jalapão. Reserve sua viagem agora e prepare-se para uma experiência de tirar o fôlego!

  • Onde se hospedar no Pantanal Brasil?

    Onde se hospedar no Pantanal Brasil?

    A escolha de onde se hospedar no Pantanal depende de diferentes fatores, incluindo seu orçamento, o nível de conforto desejado e o tipo de passeio guiado e experiência que você deseja viver: Desde um safári no Pantanal, passeios de onça-pintada, experiência em um resort ou um cruzeiro fluvial, aqui estão algumas recomendações para ajudá-lo a tomar sua decisão;

    Safári exclusivo com onças-pintadas no Pantanal Sul

    safári de onças pintadas
    Foto: Edu Fragoso

    Um safári com jacarés no Pantanal pode ser uma experiência única na vida e é uma atividade popular entre os visitantes que desejam observar esses majestosos grandes felinos em seu habitat natural; O Pantanal lodge é um centro de refúgio para a preservação da vida selvagem, considerado o melhor lugar do mundo para ver onças-pintadas em terra e desfrutar de acomodações luxuosas enquanto vivencia as atividades de projetos de conservação; As excursões diárias guiadas por guias locais bilíngues profissionais o levarão a ver e aprender sobre as peculiaridades da biodiversidade do Pantanal; Para aqueles que procuram uma experiência única e exclusiva;

    Passeios com onças-pintadas no Pantanal Norte

    safári de onças pintadas

    Se você estiver na cidade de Porto Jofre, não deixe de visitar as margens do rico e selvagem Rio Cuiabá; É aqui que você pode ver a maior concentração de onças-pintadas do mundo! Para chegar a esse local incrível, você precisará pegar a estrada Transpantaneira, a única estrada no Pantanal Norte; Isso torna a viagem ainda mais única e selvagem! O Pantanal Jaguar Tourso levará você ao longo do deslumbrante Rio Cuiabá, que flui pelo Pantanal. Você terá a chance de ver todos os tipos de animais incríveis, mas a onça-pintada é a verdadeira estrela do show! Tudo isso poderá ser visto do conforto de seu barco, portanto, sente-se, relaxe e aprecie a vista!

    Experiência no Resort Pantanal

    visita guiada ao pantanal

    Procurando uma experiência de resort no Pantanal? Considere hospedar-se no Pantanal Ecolodge, uma propriedade familiar com mais de 150 anos de história. Localizado em uma área exuberante com vegetação diversificada e cursos d’água, oferece acomodações confortáveis e uma equipe profissional para guiá-lo em passeios inesquecíveis pelo Pantanal; A equipe profissional está preparada para ajudá-lo a aproveitar ao máximo seus passeios no Pantanal, e o lodge oferece excelentes acomodações; Independentemente de sua visita durante a estação alta ou seca, você poderá explorar as maravilhas dessa área;

    Você está procurando mais informações sobre o Pantanal? Confira nosso guia sobre a maior área úmida do mundo aqui! É uma boa ideia fazer uma pesquisa e reservar sua acomodação com antecedência, especialmente se estiver viajando durante a alta temporada; Viva um autêntico passeio guiado pelo Pantanal por um guia local que fala inglês e apoiar as comunidades locais durante sua experiência imersiva, vá comPlanetaEXO.

  • Como chegar ao Vale do Pati?

    Como chegar ao Vale do Pati?

    Quer fazer a trilha e não sabe como chegar ao Vale do Pati trek? Veja como chegar de carro, ônibus ou avião até as entradas do Parque Nacional. A maneira mais prática é a partir de Salvador, a capital da Bahia. De lá é possível ir de avião, ônibus ou carro.

    Como chegar ao Vale do Pati

    Existem várias entradas para o Vale do Pati, você pode chegar à entrada da trilha de transporte e seguir o caminho a pé. O acesso é feito por meio de Beco do Guiné (cidade de Guiné), Bomba (Vale do Capão), e Ladeira do Império/Empire Hill (localizada em Andaraí e especial para itinerários de cinco dias). A mais tradicional é chegar e sair por Guiné, uma rota mais tranquila se comparada às outras. Para esses locais, o trajeto é feito de carro e depois os turistas seguem a pé pelo Vale do Pati.

    Estrada de acesso ao Vale do Pati cercada pelas montanhas da Chapada Diamantina

    Como chegar ao Vale do Pati de ônibus saindo de Salvador ?

    Se você está vindo de ônibus de Salvador recomendamos o Empresa Real Expresso/Rápido Federal, que opera a mesma linha para as cidades de Lençóis e Palmeiras, em ônibus limpos e confortáveis. A cidade de Palmeiras, uma parada a mais que Lençois, é o ponto mais próximo do Vale do Pati. Em seguida, você deve pegar um traslado para ir até o início da trilha, na cidade de Guiné ou no Vale do Capão.

    Se for iniciar a trilha pelo Vale do Capão, há vans aguardando a chegada de passageiros para levá-los por R$ 20 por pessoa, nos horários de chegada dos ônibus pela manhã e à tarde. Não recomendamos pegar o ônibus que chega em Palmeiras à noite, pois não haverá vans neste horário. Não existem vans rotativas para a cidade de Guiné como existem para o Vale do Capão, portanto, se a sua trilha começar em Guiné, recomendamos que você providencie um traslado com a sua agência ou providencie o transporte na rodoviária de Palmeiras (que pode ser caro se você estiver sozinho).

    Como chegar ao Vale do Pati de carro saindo de Salvador?

    Vir de carro lhe dará mais flexibilidade e você poderá ir direto para o ponto de partida da caminhada e deixar o carro em um estacionamento muito usado com tranquilidade. Se você estiver vindo de Salvador de carro, a rota mais usada para chegar ao Palmeiras são as rodovias BR-324 e BR-242 que levam à cidade, a cerca de 450 km. A partir daí, você pode seguir as placas de trânsito que indicarão a estrada de terra para o Vale do Capão e outra para Guiné.

    Estrada de terra que leva ao Vale do Pati saindo de Salvador
    O motorista local Enilson leva os aventureiros até o início da trilha do Vale do Pati

    Como chegar ao Vale do Pati de avião

    Indo de avião é a maneira mais rápida, mas também a mais cara de chegar. Todas as rotas de voo para a Chapada Diamantina chegam ao aeroporto de Tanquinho (LEC), a cidade de Lençóis fica a 25 km de Lençóis e a 285 km de Palmeiras, por isso é importante lembrar que do aeroporto não há linhas de ônibus que o levem ao início da trilha. precisa organizar um traslado com antecedência para levá-lo ao seu ponto de entrada no Vale do Pati.

    Recomendamos que você venha da cidade de Salvador no A companhia aérea Gol/Voepass, que oferece linhas às quartas-feiras e aos domingos. Também há novos voos sendo operados pela Azul airline de Aeroporto de Confins (CNF), na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, às quintas-feiras, sábados e terças-feiras.

    Como chegar ao Vale do Pati?
    O guia local Ismael iniciando a trilha do Vale do Pati a partir de Guiné

    Quer viver uma aventura no Vale do Pati? PlanetaEXO conecta você com guias profissionais que falam inglês que lhe proporcionarão experiências inesquecíveis em viagens sustentáveis e apoio às comunidades locais. Descubra os roteiros que nossos guias oferecem para o Vale do Pati.

     

    Perguntas frequentes sobre o Vale do Pati