No dia 22 de abril é celebrado o Dia Internacional da Terra, uma data que reforça a importância de repensarmos nossa relação com os recursos natura
Em um cenário de consumo excessivo e degradação ambiental, o turismo também precisa ser repensado. Segundo o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), a indústria do turismo é responsável por cerca de 8% das emissões globais de gases de efeito estufa (dados de 2023).
No entanto, o turismo, se bem planejado, pode ser parte da solução. É nesse contexto que se destaca o ecoturismo sustentável. “O ecoturismo, quando feito de forma responsável e com o envolvimento das comunidades locais, pode gerar renda sem destruir os ecossistemas. Ele transforma visitantes em aliados da conservação”, diz Lucas Ribeiro, fundador da PlanetaEXO, uma plataforma global de ecoturismo.
Por isso, iniciativas que envolvem comunidades locais e respeitam os limites dos ecossistemas são mais eficazes na preservação da natureza e na construção de alternativas econômicas sustentáveis.
Neste Dia da Terra, veja a seguir 5 impactos positivos do ecoturismo:
1. Conservação da biodiversidade
O ecoturismo estimula a preservação de áreas naturais ao gerar valor econômico associado à conservação. Destinos que antes enfrentavam desmatamento, caça e mineração ilegal passam a ver na proteção da biodiversidade uma fonte de renda contínua e legítima.
Foto: Felipe Castellari
2. Fortalecimento das comunidades locais
Ao empregar guias, artesãos, pequenos produtores e donos de hospedagens familiares, o ecoturismo distribui renda de forma descentralizada. “Esse modelo ajuda a manter as pessoas no território, com dignidade e protagonismo”, explica Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.
Foto: Aurelie-Poilleux
3. Educação ambiental
Viagens de ecoturismo proporcionam experiências de aprendizado direto com a natureza e com os saberes locais. Visitantes conhecem de perto os desafios ambientais de cada região e voltam para casa mais conscientes do seu papel como cidadãos.
Foto: João Paulo Krajewski
4. Estímulo à economia circular
A lógica do “consumir local” é central no ecoturismo. Alimentação, transporte e produtos típicos são priorizados, fortalecendo cadeias curtas de produção e reduzindo a pegada de carbono associada à viagem.
Foto: Clovis Cruvinel
5. Reconexão com o planeta
Mais do que um estilo de viagem, o ecoturismo convida a uma mudança de mentalidade: sair do modo consumo e entrar em um ritmo mais atento, mais sensível aos ritmos da terra. Em tempos de urgência ambiental, essa atitude se torna um gesto político.
Foto: Paraíso do Caju
Sustentabilidade
Em biomas sob forte pressão – como a Amazônia e o Pantanal– os impactos positivos do ecoturismo têm se mostrado uma alternativa concreta ao avanço de atividades predatórias como o desmatamento, a mineração e o turismo descontrolado.
Mais do que um simples passeio em meio à natureza, esse tipo de turismo convida à reconexão: com o meio ambiente, com os modos de vida tradicionais e, acima de tudo, com os limites do planeta. Em tempos de emergência climática, escassez de água e degradação acelerada do ecossistema, essa reconexão não é mais uma escolha individual. É uma necessidade coletiva, urgente e inevitável.
Confira tudo o que você precisa saber para visitar o segundo maior bioma do Brasil e uma das mais incríveis paisagens naturais do mundo!
Campos enormes de vegetação verde-amarelada, árvores baixas e arbustos crescem no clima tropical dessa savanabrasileira, que tem uma faunaefloramuito ricas, vistas de tirar o fôlego e uma importância ambiental inegável.
O Cerrado no Brasil é um destino incrível pra quem curte aventura e vida selvagem. No artigoOs 25 melhores lugares do mundo para viajar em 2025, a National Geographic descreve o bioma como “um lugar subestimado, mas incrível”, destacando a observação de pássaros e o rastreamento de lobos como motivos para visitá-lo.
Viajar para o Cerrado é, sem dúvida, uma experiência inesquecível de beleza incomparável,conexão com a natureza, contribuição para práticas sustentáveis e a descoberta de um dos ecossistemas mais importantes – e menos conhecidos – do Brasil.
Photo: @viagemnarelacao
O que é o Cerrado no Brasil?
Cobrindo 25% do território brasileiro, nos estados de Goiás, Brasília, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí e São Paulo, o Cerrado tem mais de 2 milhões de km². A área é tão grande que caberia a Inglaterra, a França, a Alemanha e a Espanha!
Segundo maior bioma brasileiro (só perde para aFloresta Amazônica), o Cerrado é considerado a savana mais biodiversa do mundo, abrigando 5% dos animais e plantas do planeta. Lá estão localizadas as nascentes de oito das doze principais bacias hidrográficas do país, incluindo rios como São Francisco, Tocantins, Paraná e Paraguai.
Por causa da importância dele no abastecimento de água limpa, o bioma também é conhecido como “o reservatório d’água do Brasil”. O Perfil de emissões deGHG também é uma parte importante da região, que tem um papel enorme na regulação do clima e na redução da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera.
De acordo com o MapBiomas Brasil, uma iniciativa para mapear a cobertura vegetal do Brasil e suas mudanças ao longo dos anos, existem 8,1 gigatoneladas de carbono orgânico armazenado nos primeiros 30 cm do solo do Cerrado. Nas áreas com vegetação natural, existem 41 toneladas de carbono por hectare.
Desafios ambientais
60% da produção agrícola do Brasil rola no solo fértil do Cerrado, incluindo soja, milho, algodão e carne bovina. Isso é super importante pra economia do país, mas prejudicial pro meio ambiente. Entre 2000 e 2015, as áreas dedicadas à agricultura aumentaram 87% e continuam crescendo rápido.
A conversão da vegetação nativa em terras agrícolas consome reservas de carbono, desregula o clima, agrava a erosão, reduz a capacidade do solo de reter água e coloca os animais em perigo. Embora os cientistas afirmem que a melhor maneira de proteger o Cerrado no Brasil é simplesmente deixá-lo intocado, isso não é uma possibilidade realista, dada a sua importância para o funcionamento econômico do país.
Felizmente, alguns parques nacionais e estaduais protegem o Cerrado em diferentes áreas, como o Parque Estadual do Jalapão (Tocantins), o Parque Nacional das Sempre-Vivas (Minas Gerais), o Parque Nacional das Emas (Goiás), o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Goiás) e o Parque Nacional do Grande Sertão Veredas (Minas Gerais).
Mesmo assim, ainda é importante manter o equilíbrio entre a agricultura e o meio ambiente. Algumas soluções podem ser muito úteis, como aplicar atividades agrícolas sustentáveis, restaurar a vegetação nativa, usar fontes de energia renováveis e criar mais leis que visem a conservação do Cerrado – além de endurecer as punições para quem não respeita essas leis.
O ecoturismo também é uma solução poderosa. Práticas de viagem sustentáveis são capazes de arrecadar fundos para esforços de preservação, criar consciência sobre a importância do bioma e empoderar as comunidades locais, não só para ganhar a vida, mas também para tirar essas pessoas de empregos que podem ser potencialmente prejudiciais ao Cerrado.
A estrela da fauna do Cerrado é o lobo-guará, o maior canídeo da América do Sul. Seu pelo laranja-avermelhado, pernas longas, natureza solitária e hábitos alimentares, que incluem pequenos animais e até mesmo uma fruta nativa chamada lobeira, são as principais características dessa linda criatura. No folclore da região, o lobo-do-mato-grande tem poderes mágicos, capaz de desaparecer em um piscar de olhos e hipnotizar suas presas para facilitar a caça.
Outros animais também são considerados símbolos do Cerrado, como jacarés, tatus, tamanduás-bandeira, porcos-espinhos, araras, veados-mangangai, etc.
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Qual é a melhor época para viajar ao Cerrado?
Durante a estação seca, a melhor época para visitar o Cerrado é entre maioesetembro. É quando o clima é mais ameno, com dias quentes e noites frescas. As temperaturas podem variar de 15º C a 30º C.
Caminhadas e observação de animais são ótimas atividades quando o volume de chuvas é menor, enquanto a estação chuvosa (outubro a abril) permite uma vegetação mais verde e rios/cachoeiras mais cheios.
Lugares e passeios no Cerrado
Como já falamos, o Cerrado é tão grande que passa por vários estados, o que significa muitas opções legais de lugares e passeios. Alguns deles, porém, se destacam pela beleza, imersão total na natureza e experiências únicas.
O Parque Estadual do Jalapão é uma unidade de conservação cujo objetivo é proteger os recursos naturais localizados no leste do estado de Tocantins, que é coberto pelo Cerrado.
É impossível não se apaixonar por este lugar. Dunas de areia, formações rochosas antigas, trilhas para caminhadas, cachoeiras, rios e lagoas estão bem protegidos dentro do parque, mas os fervedouros são provavelmente as principais atrações do Japalão.
Os fervedouros são muito parecidos com piscinas naturais, só que rodeados por árvores – principalmente palmeiras de buriti – e impossíveis de afundar, por mais profundos que sejam. A pressão proveniente dos lençóis freáticos faz com que tudo e todos flutuem, além de dar um efeito de ebulição à água.
Como chegar: O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodriguez (PMW), em Palmas, capital do Tocantins, é o mais próximo de Jalapão. Tem voos diretos de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. Depois de pousar, é uma viagem de carro de 4 horas até Jalapão.
Assim como o Cerrado no Brasil é um lugar imperdível para 2025, segundo a National Geographic, a publicação também menciona a Pousada Trijuncão, uma pousada de luxo situada na tríplice fronteira entre Bahia, Minas Gerais e Goiás, como a acomodação perfeita para quem viaja ao bioma.
Além da sofisticação, serviços premium, instalações elegantes, comida deliciosa e exclusividade (são apenas sete suítes disponíveis para reserva), o amor e respeito da Trijunção pelo Cerrado proporcionam atividades diferentes de todas as outras.
Essa é a opção ideal pra quem quer ver lobos-guaranis. Em parceria com a Onçafari, uma organização sem fins lucrativos que quer acostumar animais selvagens à presença humana pra desenvolver o ecoturismo e proteger a fauna e a flora, os hóspedes da Pousada Trijunção podem participar de safáris pra ver lobos-guaranis no habitat natural, sempre acompanhados por guias experientes que seguem protocolos rígidos pra garantir a segurança do grupo e o conforto dos animais.
O roteiro também oferece observação de pássaros, caminhadas, safári noturno, visita ao Parque Nacional do Grande Sertão Veredas, caiaque, contemplação do pôr do sol e passeios de bicicleta pelos campos do Cerrado.
Como chegar: De Brasília, Trijunção fica a 333 km (5 horas de carro). Os hóspedes podem ir de carro próprio, alugar um veículo, contratar um serviço de transfer ou até mesmo voar em um avião particular ou voo fretado saindo do Aeroporto de Brasília (BSB).
No nordeste de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros tem a típica vegetação do Cerrado, cachoeiras lindas, dezenas de nascentes e formações rochosas com bilhões de anos! Por causa da importância, a UNESCO reconheceu esse lugar incrível como Patrimônio Mundial em 2001.
Photo: @camilarbs
Caminhantes de todo o planeta visitam a Chapada dos Veadeiros para explorar todos os seus segredos, incluindo cristais de quartzo formados ao longo do tempo que muitas pessoas acreditam ter poderes curativos.
Mas as cachoeiras são, com certeza, as atrações mais procuradas do parque. Só pra citar algumas, Saltos do Rio Preto, Cariocas, Segredo, Almécegas I e II, Vale da Lua e Catarata dos Couros valem muito a visita.
Photo: @dougcerrado
Como chegar: a Chapada dos Veadeiros é servida pelo Aeroporto de Brasília (BSB), mas é preciso fazer uma viagem de 3 horas de carro depois de pousar. A hospedagem é em Alto Paraíso de Goiás, uma cidadezinha com só 10.306 habitantes – e ótimo acesso ao parque.
O Parque Nacional da Chapada das Mesas fica perto de 11 cidades no centro-sul do estado do Maranhão. Seus planaltos parecem mesas de pedra, daí o nome – a palavra “mesas” significa “tables” em inglês.
Photo: @omeupaismaranhao
O Cerrado cobre boa parte dos 160.000 hectares do parque, mas os biomas da Caatinga e da Amazônia também dividem o mesmo espaço. Isso cria uma bela diversidade natural entre cachoeiras cristalinas, piscinas naturais e enormes paredes rochosas que dão todo o charme ao lugar. Por causa dessa riqueza, a Chapada das Mesas é frequentemente comparada ao Jalapão.
Quando se trata do que fazer no Cerrado neste local em particular, algumas atividades são quase obrigatórias. A Cachoeira do Santuário é uma cachoeira de 46 metros escondida dentro de um cânion, enquanto o Encanto Azul e o Poço Azul são piscinas naturais de tirar o fôlego, aninhadas entre formações rochosas.
Photo: @eusouwill_rj
Como chegar: Carolina e Richão são os principais pontos de entrada para a Chapada das Mesas. Embora não haja aeroportos nas duas cidades, você pode escolher uma dessas três opções nas cidades próximas:
Aeroporto de Araguaína (AUX) – Tocantins: a 110 km de Carolina, tem voos saindo de Palmas, Brasília e Goiânia. São 2 horas de carro até Chapada das Mesas. Mais perto do destino final, mas tem poucos voos por semana e os preços costumam ser mais altos.
Aeroporto de Imperatriz (IMP) – Maranhão: a 220 km de Carolina, tem voos de São Luís, Brasília, Belém e Belo Horizonte. São 3 horas de carro até Chapada das Mesas. Preços médios e mais opções de transporte.
Aeroporto de Palmas (PMW) – Tocantins: a 475 km de Carolina, tem voos de Recife, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. São 7 horas de carro até Chapada das Mesas. Os preços mais baixos, mas a distância até o parque nacional é bem maior.
O Cerrado no Brasil está te esperando!
Agora que você já sabe tudo sobre o Cerrado, é hora de ver essa beleza com seus próprios olhos!
O PlanetaEXO não só te ajuda a organizar sua viagem, mas também te conecta com os melhores profissionais da área para que você possa finalmente ter as férias dos seus sonhos. Mande uma mensagem e vamos começar a plenejar!
Você ama trekking e estar em contato com a natureza? Descubra as trilhas mais bonitas do Brasil nesta lista cuidadosamente selecionada!
O Brasil é o melhor lugar do planeta para viagens de aventura, segundo o US News & World Report — ficando à frente de destinos conhecidos pelo ecoturismo, como Nepal, Costa Rica e Nova Zelândia. A lista também menciona os atributos do país para justificar a primeira colocação: a simpatia dos moradores, ótimas oportunidades de lazer, clima agradável e vistas panorâmicas.
As caminhadas ecológicas estão entre as atividades favoritas de qualquer aventureiro. As melhores trilhas no Brasil oferecem paisagens naturais de tirar o fôlego, incluindo campos abertos, montanhas, rios, cachoeiras, cavernas e vastas extensões de vegetação intocada.
Como um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, o PlanetaEXO sabe tudo sobre os melhores trekkings do Brasil para viajantes que buscam conexões autênticas com a natureza. Confira a nossa lista logo abaixo!
1 – Vale do Pati, Chapada Diamantina (BA)
Se você não for ao Vale do Pati, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, não estará vivenciando a experiência completa de caminhadas no país. Este destino incrível no estado da Bahia reserva algumas das travessias mais desafiadoras e emocionantes do território nacional.
Photo: Guillaume Leman
As trilhas cruzam vistas deslumbrantes, passando por montanhas, formações rochosas, cavernas, mirantes, rios e cachoeiras. Nadar e refrescar-se nas cachoeiras do Funil e do Cachoeirão são atividades imperdíveis para todo viajante. O Morro do Castelo, um penhasco de 1.280 metros de altura, também é um dos grandes destaques de um trekking na Chapada Diamantina.
Em média, um trekking no Vale do Pati exige 15 quilômetros de caminhada por dia, mas é possível estender (22 km) ou encurtar (8 km) essa distância. Tudo depende de quanto tempo você vai ficar, do tipo de experiência que procura e do quanto está disposto a caminhar.
2 – Lençóis Maranhenses (MA)
As dunas de areia e as lagoas de águas pluviais dos Lençóis Maranhenses podem fazer qualquer um se apaixonar. As paisagens são quase de outro mundo, com uma beleza tão impressionante que é difícil descrever a sensação que transmitem — e é exatamente por isso que esta é uma das melhores trilhas no Brasil.
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Durante a sua caminhada pela areia branca, você encontrará lagoas deslumbrantes e interagirá com moradores locais atenciosos que farão você se sentir em casa. Em travessias de vários dias, os visitantes passam a noite nas casas dos residentes que vivem dentro do parque nacional, dormindo em redes e comendo refeições quentes após a longa jornada.
A melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses é entre maio e setembro, quando as lagoas estão cheias, o sol brilha forte e as chuvas cessam. Com o apoio de guias especializados, é recomendável que você fique pelo menos 3 dias para aproveitar ao máximo a experiência.
Um erro comum é presumir que o Rio de Janeiro se resume à Praia de Copacabana, ao Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor. Embora a cidade abrigue essas atrações incríveis, o estado do Rio está repleto de destinos naturais que todo viciado em viagens deveria conhecer.
Photo: Carlos Perez Couto
Petrópolis e Teresópolis são duas cidades serranas divididas pelo Parque Nacional da Serra dos Órgãos, um dos melhores lugares para fazer trilha no Brasil. Sua enorme rede de caminhos chega a mais de 200 quilômetros, com opções para todos os níveis de dificuldade, trilhas suspensas e acesso especial para pessoas com deficiência.
Cachoeiras (Véu da Noiva, Andorinhas), poços naturais (Paraíso, Capela, Sossego, Ponte Velha, Preguiça) e montanhas fazem parte da experiência. Os viajantes também podem desfrutar de escaladas na Verruga do Frade, no Pico do Garrafão e no mundialmente famoso Dedo de Deus, um pico de 1.692 metros de altura cujo nome se deve ao seu formato alongado apontando para cima.
4 – Ilha Grande (RJ)
A Ilha Grande é uma ilha no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Existem 16 trilhas ecológicas de diferentes níveis de dificuldade que cruzam áreas isoladas de floresta tropical.
@fernando.ilhagrande
Outro destaque é a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil. Os surfistas adoram, mas os trilheiros também. Para chegar lá, você pode escolher as trilhas T10 (Praias Grande de Palmas e Mangues), T11 (Praia do Pouso) ou T12 (Farol dos Castelhanos).
Os circuitos na Ilha Grande variam de 4 a 7 dias, o que permite flexibilidade para um ritmo mais acelerado ou uma exploração mais minuciosa.
O Monte Roraima é uma montanha na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. O ponto mais alto fica a 2.810 metros acima do nível do mar, o que representa um verdadeiro desafio para os trekkers sedentos por adrenalina. Em média, os roteiros para o Monte Roraima duram de 4 a 5 horas por dia, mas podem levar até 8 horas, dependendo do itinerário. As expedições variam de 6 a 10 dias.
@roraimaadventures
As piscinas naturais são um dos motivos pelos quais esta é uma das melhores trilhas de montanha na América do Sul. As águas cristalinas são perfeitas para se banhar, boiar e deixar todos os seus problemas irem embora.
Outra experiência inesquecível é visitar o Vale dos Cristais, uma área repleta de quartzo branco que brilha no chão. Como o Monte Roraima é um gigantesco bloco de arenito, as mudanças de temperatura e a erosão ao longo dos anos formaram uma impressionante formação de cristais que atrai turistas de todo o planeta por sua beleza e supostos poderes energéticos.
Subidas íngremes e grandes altitudes são algumas das razões pelas quais a Serra Fina está sempre incluída nas listas das melhores trilhas no Brasil.
@bernardoespinhaco
Com trilhas que variam de 7 a 26 quilômetros, este é também um dos trekkings mais desafiadores do país. A trilha do Pico dos Três Estados, por exemplo, está localizada na fronteira dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse roteiro específico leva de 3 a 4 dias.
Uma aventura tão exigente requer ótimo preparo físico. Os trilheiros costumam se preparar por meses antes de irem para a Serra Fina, certificando-se de comer bem, melhorar o condicionamento físico e fazer acompanhamentos médicos regulares.
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, oferece algumas das melhores experiências para trekking no Brasil. Com grande diversidade, existem opções de caminhadas fáceis, moderadas e difíceis para todos os tipos de viajantes. Cânions, poços naturais, mirantes, vales e cachoeiras funcionam juntos como peças de um quebra-cabeça para criar cenários de cair o queixo que certamente conquistarão o seu coração.
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Falando em cachoeiras, há várias que você precisa ver com os próprios olhos: Cristais, São Bento, Encantado, Almécegas (I e II), Rei do Prata, Sertão Zen, Mirante da Janela, Vale da Lua, Santa Bárbara, Catarata dos Couros, etc.
A experiência na Chapada dos Veadeiros geralmente dura de 2 a 5 dias. Se você for ficar um pouco mais, também pode aproveitar algumas programações turísticas pela região, como comprar lembrancinhas feitas à mão nas feiras de rua da Vila de São Jorge e saborear uma boa refeição brasileira em Alto Paraíso, a cidade mais famosa da área.
O Pico da Neblina, no estado do Amazonas, é o ponto mais alto do Brasil: 2.995 metros acima do nível do mar. Para chegar ao topo, os aventureiros geralmente passam até 15 dias no parque nacional, dependendo do ritmo do grupo.
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Acampar na floresta faz parte da experiência, e os viajantes também podem se refrescar na Cachoeira do Tucano, explorar a Floresta Amazônica e interagir com a cultura local. Esse roteiro exige grande esforço físico, mas se você ama aventura, com certeza valerá a pena.
A jornada também requer permissões especiais e guias especializados devido à sua localização nas terras Indígenas Yanomami.
Descubra as melhores trilhas no Brasil com o PlanetaEXO!
Não há dúvida de que o Brasil é um dos melhores lugares para fazer caminhadas. Seja em campos de areia branca ou em regiões montanhosas que dividem espaço com cachoeiras e piscinas naturais, a aventura é sempre inesquecível.
O PlanetaEXO, um canal de ecoturismo especializado em turismo de aventura no Brasil, conecta você com os melhores operadores locais para garantir uma viagem autêntica e sustentável em alguns dos destinos de natureza mais deslumbrantes do país. Entre em contato conosco agora!
À medida que o desmatamento ameaça a Amazônia, o ecoturismo surge como uma solução importante, com startups como o PlanetaEXO liderando o caminho no apoio à conservação e às comunidades locais.
A floresta amazônica, muitas vezes referida como os “pulmões da Terra”, enfrenta um dos seus desafios mais críticos em décadas. As taxas de desmatamento dispararam, com mais de 10.000 quilômetros quadrados de floresta sendo desmatados anualmente, impulsionados pela extração ilegal de madeira, mineração e conversão de terras para a agricultura. Além disso, incêndios florestais recordes e secas persistentes estão piorando a situação, com mais de 50.000 incêndios ativos em todo o Brasil.
O turismo sustentável na Floresta Amazônica está surgindo como uma estratégia viável para combater essa crise ambiental e, ao mesmo tempo, apoiar as comunidades locais.
“As visitas guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas.” – Foto: João Paulo Krajewski
O PlanetaEXO, uma startup dedicada a viagens ecológicas, tem trabalhado em estreita colaboração com estas comunidades para oferecer passeios na Amazônia, que dão prioridade tanto à conservação ambiental como à capacitação da comunidade. “Vimos em primeira mão como os ecolodges e as excursões guiadas localmente ajudam a desviar o foco das práticas destrutivas “, diz Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO.
“Ao conectar os viajantes com experiências autênticas que beneficiam as comunidades locais, estamos promovendo um modelo de turismo que apoia tanto as pessoas como o planeta”, acrescenta.
Um santuário para a biodiversidade e um símbolo do turismo sustentável: Reserva Ecológica do Cristalino
De acordo com um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o ecoturismo na floresta amazônica poderia reduzir o desmatamento, proporcionando uma fonte alternativa de rendimento às indústrias que exploram a floresta tropical.
O WWF sugere que o turismo responsável pode ajudar a manter mais de 50% da biodiversidade da floresta, ao mesmo tempo que enfrenta os desafios climáticos, protegendo grandes extensões de terra do desmatamento.
Empowering Local Communities through Sustainable Tourism
Os benefícios do turismo sustentável não se limitam à proteção ambiental. O ecoturismo também está criando oportunidades econômicas para as comunidades locais, incluindo muitos grupos indígenas, que há muito tempo atuam como guardiões da Amazônia.
Um exemplo poderoso dessa transformação, destacado pelo Projeto Draft, é a história de Roberto Brito Mendonça, de Iranduba, Amazonas. Como seu pai e avô antes dele, Roberto era um madeireiro, usando a floresta para sustentar sua família. Em 2008, quando suas terras passaram a fazer parte da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro, seu sustento ficou em risco. Diante da incerteza, Roberto voltou-se para o turismo e, em 2012, começou a administrar a Pousada do Garrido, uma das 24 empresas de turismo da região.
“A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, quero dizer especialmente as vidas humanas que fazem parte dela”, diz Roberto Brito.
“O acesso à educação e à tecnologia é essencial para a sustentabilidade”, diz Roberto. “Se todos tivessem essa oportunidade, poderíamos traçar um novo rumo para a floresta. A Amazônia que queremos é uma Amazônia cheia de vida – e quando digo vida, refiro-me especialmente às vidas humanas que fazem parte dela.”
A sua história é um testemunho de como o turismo sustentável pode oferecer uma alternativa às indústrias extrativistas, permitindo que as comunidades locais preservem tanto a natureza como o seu modo de vida.
Ecolodges dando o exemplo
Lodges como o Uakari Lodge, na Reserva Mamirauá, em Tefé, e o Cristalino Lodge, em Alta Floresta, Mato Grosso, são exemplos de como as pousadas ecológicas desempenham um papel fundamental no ecoturismo. O Uakari, localizado num ecossistema semi inundado que representa 3% da Amazônia, tem como objetivo proteger a biodiversidade local e apoiar onze comunidades locais.
O hotel opera com sustentabilidade em seu núcleo, usando energia solar, coletando e armazenando água da chuva e tratando o esgoto com microorganismos em vez de produtos químicos. Até as telhas do telhado são feitas de garrafas de plástico recicladas.
“O Uakari Lodge tem como objetivo proteger a biodiversidade local e, ao mesmo tempo, apoiar onze comunidades locais.”
Os hóspedes são incentivados a reduzir ao mínimo o consumo de energia e todos os resíduos são tratados antes de serem devolvidos ao rio. Através do seu modelo de turismo comunitário, Uakari oferece oportunidades e formação à população local, assegurando que as operações do lodge têm um impacto mínimo no ambiente.
Enquanto isso, o Cristalino Lodge se destaca como um ecolodge aninhado em uma das maiores reservas privadas da Amazônia, protegendo mais de 11.000 hectares de floresta – uma área quase duas vezes maior que a Ilha de Manhattan. Esta vasta área é mantida em condições intocadas, rica em biodiversidade, e apoia esforços críticos de conservação.
Estar no topo da torre de 164 pés do Cristalino Lodge é uma visão de tirar o fôlego. – Foto: Andre Dib
O lodge adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza, com sistemas de tratamento de efluentes e águas residuais, aquecimento solar de água, energia solar e reciclagem – todos protocolos concebidos para minimizar o impacto das suas operações. Ao limitar o número de hóspedes por guia em cada passeio, o Cristalino garante uma experiência de baixo impacto.
“A pousada adota uma arquitetura sustentável que respeita a natureza.” – Foto Samuel Melim
Os visitantes de ambos os lodges embarcam em caminhadas e excursões guiadas, experimentando a surpreendente complexidade dos ecossistemas da Amazônia.
O Uakari Lodge serve de santuário para espécies únicas como o uakari de cara branca, enquanto o Cristalino Lodge apoia pesquisas que documentam mais de 1.356 espécies diferentes de plantas, incluindo seis até então desconhecidas pela ciência.
Ao promover o turismo de baixo impacto, tanto o Uakari como o Cristalino contribuem para a preservação da floresta , ao mesmo tempo que proporcionam meios de subsistência sustentáveis às comunidades locais.
Impacto econômico e global do turismo sustentável na Amazônia
A comparação econômica entre o turismo sustentável e a exploração privada na Amazônia realça a importância das viagens ecológicas. De acordo com o Banco Mundial, o turismo sustentável na Amazônia está avaliado em cerca de 2,3 mil milhões de dólares por ano.
Embora este valor represente apenas cerca de 5% dos 45 mil milhões de dólares gerados pela exploração privada da floresta através da agricultura, da exploração da madeira e da mineração, o ecoturismo é um aliado essencial nos esforços de conservação.
Foto: Samuel Melim
Para além do seu valor financeiro, o turismo sustentável sensibiliza para a crise do desmatamento da Amazônia e para o seu impacto no clima global. Os turistas que testemunham a destruição em primeira mão são frequentemente inspirados a apoiar projetos de conservação nos seus países de origem. O ecoturismo também contribui para a educação ambiental, o que ajuda a promover uma compreensão mais profunda da necessidade de práticas sustentáveis em todo o mundo.
Foto: Jorge Lopes
Com as viagens ecológicas a contribuírem cada vez mais para a proteção e recuperação da natureza, o ecoturismo é capaz de moldar as opiniões globais sobre o desmatamento. Os viajantes apoiam estes esforços, criando uma situação vantajosa para todos, em que o turismo financia a preservação dos recursos naturais na Amazônia.
Viaje com propósito, preserve a Amazônia!
Como o desmatamento continua a ameaçar um dos ecossistemas mais importantes do mundo, o turismo sustentável oferece um caminho a seguir. Através da mudança dos incentivos econômicos e da sensibilização global, é possível reduzir a pressão sobre a Amazônia e proteger a sua biodiversidade para as gerações futuras.
No PlanetaEXO, acreditamos que cada viajante tem o poder de fazer a diferença. Nossos passeios ecológicos oferecem experiências turísticas autênticas e responsáveis que beneficiam tanto o meio ambiente quanto as comunidades que dependem da floresta. Ao escolher o turismo sustentável, todos nós podemos ser parte da solução.
Aprenda tudo o que você precisa saber para viajar para o Vale do Pati na Chapada Diamantina, incluindo como chegar, a melhor época para visitar, as principais atividades e muito mais!
O Vale do Pati é uma das áreas mais visitadas do Parque Nacional da Chapada Diamantina devido à sua extensa rede de trilhas que cruzam montanhas, cachoeiras, rios e cavernas. Considerado um dos melhores trekkings do mundo, este é um destino de primeira linha para os entusiastas da natureza!
A região também é lar de famílias que abrem suas portas para receber os visitantes e oferecer-lhes um lugar para passar a noite. A autenticidade e a imersão na cultura local são grandes destaques dessa forma de hospedagem, sendo também uma excelente maneira de apoiar as pequenas comunidades e o próprio parque.
Photo: Lucas Neves
Como uma plataforma de turismo de aventura especializada em Pacotes Chapada Diamantina, o PlanetaEXO conhece o Vale do Pati muito bem. Para ajudar no planejamento das suas férias neste destino fantástico, elaboramos um guia completo com todas as informações essenciais. Confira abaixo!
Integrando o Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Vale do Pati abrange uma área total de 12.300 hectares de ecossistemas tropicais subúmidos.
Geologicamente, tem sua origem na era Proterozoica (há cerca de 1,6 bilhão de anos), quando se formaram as rochas sedimentares e metassedimentares que hoje compõem suas cachoeiras, cavernas e montanhas.
Reconhecido como um dos melhores destinos do mundo para trekking, o vale tem como uma de suas características mais marcantes a hospedagem de trilheiros nas casas dos nativos que vivem dentro do parque nacional.
No auge do ciclo do café (meados do século XIX), mais de 400 famílias habitavam a área, percorrendo os mesmos caminhos que os turistas usam hoje para transportar o café colhido. Após o declínio da indústria cafeeira, a região quase ficou deserta, mas um novo capítulo começou em 1985, quando o vale foi incorporado ao parque. Alguns anos depois, os moradores começaram a abrir suas portas para os viajantes — uma tradição que se mantém viva até hoje.
Onde fica o Vale do Pati?
No coração da Bahia, no Brasil, o Vale do Pati é a região da Chapada Diamantina formada pelo curso do Rio Pati nas cidades de Palmeiras, Andaraí e Mucugê.
Aninhada entre as paisagens da Serra do Sincorá, a área é famosa por suas maravilhas naturais, incluindo o Morro do Camelo, Morro do Pai Inácio, Morro do Castelo, Morrão, Cachoeira da Fumaça, Gerais do Vieira e o Rio Preto.
Como chegar ao Vale do Pati, Chapada Diamantina?
O Vale do Pati só pode ser acessado a pé, por isso as cidades mais próximas são usadas como pontos de partida para as rotas de trekking por toda a Chapada Diamantina.
Para quem busca realizar um vale do pati trek, é possível iniciar a caminhada pelo Beco do Guiné ou Aleixo (localizados na cidade de Guiné), Bomba (no Vale do Capão) e Ladeira do Império (em Andaraí). A decisão depende de muitos fatores, incluindo o seu roteiro, o tempo disponível e o nível de dificuldade das trilhas.
Saindo de Salvador (capital da Bahia), os viajantes seguem para uma das cidades-base do parque nacional — principalmente Lençóis, mas também é possível ir para Palmeiras, Vale do Capão, Guiné, Ibicoara e Mucugê — para chegar à Chapada Diamantina. Essa viagem pode ser feita de ônibus ou transfer privado, organizado pelo PlanetaEXO.
Qual é a melhor época para visitar o Vale do Pati?
Você pode visitar o Vale do Pati em qualquer época do ano, mas é importante entender que a região tem duas estações distintas.
Durante a estação seca (maio a outubro), os visitantes aproveitam céus azuis, clima mais ameno e trilhas estáveis, com junho e julho sendo os meses mais frios. Esse período pode apresentar menos água nas cachoeiras, mas oferece ótimas condições de trekking.
A estação chuvosa (novembro a abril) traz uma vegetação mais vibrante, cachoeiras mais cheias e a visão de tirar o fôlego das árvores florescendo com flores roxas entre fevereiro e abril. Embora as chuvas ocorram tipicamente no início da manhã e no fim de tarde, as trilhas podem ficar lamacentas e bastante desafiadoras.
Apesar do atrativo de visitar durante uma estação específica, é importante considerar o microclima local, que pode apresentar condições climáticas inesperadas, como chuva durante a estação seca ou sol em meio aos meses chuvosos. O impacto das mudanças climáticas também tornou os padrões meteorológicos menos previsíveis.
Você também deve levar em conta a alta temporada — que inclui julho, agosto e feriados nacionais —, quando o parque fica mais movimentado devido aos turistas de férias.
Dê uma olhada em como está o clima neste exato momento no Vale do Pati, na Chapada Diamantina!
O que fazer no Vale do Pati?
Ao visitar o Vale do Pati, os aventureiros são recebidos com uma variedade de atrações naturais deslumbrantes e atividades envolventes, o que faz deste lugar um destaque para os amantes da natureza e entusiastas de trekking. Confira as principais atrações abaixo!
Mirante do Pati
Um lugar maravilhoso para sentar, relaxar e fazer uma pausa para um piquenique, o Mirante do Pati oferece belas vistas dos picos imponentes do Morro do Castelo, Morro Branco e Morro do Sobradinho que se erguem no horizonte.
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Cachoeira dos Funis
Com uma queda de 30 metros de altura e uma piscina natural em sua base, a Cachoeira dos Funis é o lugar perfeito para relaxar, descansar e se refrescar após uma longa caminhada.
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Morro do Castelo
A subida ao Morro do Castelo envolve um ganho de elevação de 1.300 metros, marcando-a como uma das caminhadas mais desafiadoras do Vale do Pati. Ao chegar ao topo, você entrará em uma caverna de 800 metros de extensão.
Passando pela caverna, você será recompensado com dois mirantes espetaculares que oferecem vistas de tirar o fôlego a 1.500 metros acima do nível do mar.
Photo: Alex Hubin
Poço da Árvore
O Poço da Árvore é uma serena piscina natural e cachoeira cercada por uma vegetação exuberante, incluindo árvores impressionantes que fornecem sombra e criam uma atmosfera pacífica.
Descendo o leito do rio, o encontro dos rios Pati e Calixto cria uma vista deslumbrante do Morro do Castelo e dos cânions do parque.
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Cachoeirão e muito mais
Em um cânion com 300 metros de altura, o Cachoeirão ostenta uma série de quedas d’água durante a estação das chuvas. Além da vista espetacular, é também um ótimo local para descansar e se refrescar após longas horas de caminhada.
O Vale do Pati possui muitas outras atrações para explorar, como as impressionantes cascatas da Cachoeira do Calixto, as trilhas dos Gerais do Rio Preto e Gerais do Vieira, e a beleza das cachoeiras do Lajeado e Bananeiras.
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Onde se hospedar no Vale do Pati?
No Vale do Pati, você tem a oportunidade única de se hospedar com uma das famílias locais, que transformaram suas casas em acomodações charmosas para receber os aventureiros que exploram a Chapada Diamantina.
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A tradição da hospitalidade em casas de família (homestay) começou em 1997, quando Wilson e Maria, um casal nativo do Vale do Pati, abriram sua casa para os primeiros mochileiros. Eles ofereciam refeições caseiras, uma cama e um banheiro compartilhado, proporcionando uma alternativa ao acampamento selvagem tradicional.
Com o tempo, mais famílias seguiram o exemplo. Essa mudança permitiu que eles se sustentassem economicamente enquanto proporcionavam aos turistas uma visão imersiva da história e da cultura locais.
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Hoje, apenas um punhado de famílias vive no Vale do Pati, mas elas ainda seguem o mesmo padrão de hospedagem: quartos e banheiros compartilhados, banhos frios, comida caseira e a oportunidade de conhecer pessoas incríveis.
Apesar da localização remota, come-se muito bem no Vale do Pati. Hospedar-se nas casas dos nativos inclui refeições completas — comida caseira fresca todos os dias, do almoço ao jantar. Os pratos típicos brasileiros são preparados com ingredientes locais da mais alta qualidade.
Para garantir que todos fiquem satisfeitos, os cozinheiros podem adaptar o menu para atender a dietas de visitantes com restrições vegetarianas, veganas ou outras necessidades alimentares.
Photo: Lucas Neves
Nas trilhas, os guias podem providenciar lanches para todo o grupo. Você poderá desfrutar de um delicioso piquenique enquanto admira as belas vistas da Chapada!
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Qual a distância do trekking no Vale do Pati?
A quilometragem e a duração de uma caminhada pelo Vale do Pati dependem de vários fatores, incluindo o roteiro, o número de dias reservados para o trekking, o ponto de partida, a escolha de hospedagem e as visitas a atrações específicas ao longo do caminho.
Em média, os trilheiros caminham cerca de 15 km por dia, com variações de 8 km em dias mais curtos a 22 km em dias mais longos. Um típico trekking de 3 dias cobre aproximadamente 35 km, enquanto viajantes que optam por 4 ou 5 dias percorrem 52 e 59 km, respectivamente.
Viajantes com pouco tempo podem iniciar a trilha por Guiné e caminhar 10 km até o Vale do Pati. As distâncias a partir do Vale do Capão e de Andaraí são maiores, chegando a 22 km.
Evidentemente, essas distâncias são flexíveis e podem ser ajustadas de acordo com a experiência, as habilidades, as preferências e as necessidades de cada pessoa. De qualquer forma, cada rota exibe sua beleza natural única, e o “melhor” caminho, em última análise, depende do que se encaixa melhor nos planos de viagem e nas condições do trilheiro.
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Qual o nível de dificuldade da trilha do Vale do Pati?
Uma das razões pelas quais as caminhadas no Vale do Pati são mundialmente conhecidas é a variedade de trilhas com diferentes níveis de dificuldade, das mais fáceis às mais desafiadoras.
Embora a beleza e a diversidade do parque nacional convidem aventureiros de todas as idades, é essencial considerar as exigências físicas do trekking, especialmente em trilhas mais difíceis.
As trilhas desafiadoras recompensam o esforço ao cruzar montanhas, cachoeiras, cavernas e paisagens de cair o queixo, mas não são recomendadas para crianças, idosos ou pessoas com menos preparo físico. Dica de ouro: reconheça seus limites e encontre atividades correspondentes a eles!
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Preciso de um guia para visitar o Vale do Pati na Chapada Diamantina?
Embora o Parque Nacional da Chapada Diamantina seja aberto ao público e não exija que os visitantes contratem profissionais para explorá-lo, a presença de um guia para o seu Vale do Pati — assim como para qualquer área do parque — é altamente recomendada para qualquer trilheiro, especialmente para aqueles menos experientes ou menos familiarizados com a região.
A maioria dos guias do Vale do Pati vive na área circundante, o que os torna grandes especialistas nas complexidades da Chapada. Além de garantir uma aventura segura, eles também podem compartilhar informações sobre a fauna, flora e história locais para enriquecer ainda mais a experiência.
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Quantos dias devo ficar no Vale do Pati?
A duração do seu Vale do Pati trek dependerá de vários fatores, incluindo a rota escolhida, o tempo disponível e o nível de condicionamento físico. No entanto, a maioria dos roteiros geralmente varia de 3 a 5 dias.
O mais popular é o tour de 3 dias, que permite visitar o Mirante do Pati, a Cachoeira dos Funis, o Morro do Castelo e o Cachoeirão. Já a opção de 4 dias inclui a Cachoeira do Calixto ou o Poço da Árvore, oferecendo um ritmo mais confortável para apreciar plenamente a beleza da Chapada.
Se você tiver tempo, escolher uma travessia de 5 dias é excelente para um mergulho profundo no parque nacional, incluindo visitas à Cachoeira dos Funis e à Ladeira do Império.
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Quanto custa ir ao Vale do Pati?
Considerando hospedagem, serviços e roteiros, os passeios para o Vale do Pati custam a partir de R$ 2.100. Os preços variam de acordo com a temporada, a duração da viagem, etc.
Trekking, Morro do Castelo, Cachoeiras do Cachoeirão e Funis, Poço da Árvore, Ladeira do Império, Andaraí, hospedagem com nativos.
59 km
R$ 3.000
*Por pessoa, baseado em acomodação dupla em saídas de grupo. Os preços podem variar dependendo da temporada e da disponibilidade. Taxa de câmbio de 9 de abril de 2026; sujeito a alterações.
Tem sinal de celular no Vale do Pati?
Não há sinal de celular ou Wi-Fi disponível no Vale do Pati. A região conta apenas com energia solar, que fornece energia suficiente para carregar dispositivos eletrônicos e baterias de câmeras — embora não seja incomum que a eletricidade sofra períodos de instabilidade.
Esta é uma ótima oportunidade para se desconectar da tecnologia e mergulhar na beleza natural e na paz da Chapada Diamantina. Aproveite cada segundo!
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O que levar para uma trilha no Vale do Pati?
Ao fazer as malas para o Vale do Pati, é importante ter em mente as variações climáticas e a natureza do trekking. Lembre-se: você carregará sua mochila todos os dias enquanto caminha, então é fundamental levar apenas os itens necessários.
Aqui está nossa lista de sugestões:
Roupas leves, incluindo camisas de manga comprida com proteção UV
Capa de chuva ou jaqueta impermeável
Corta-vento e blusa de frio (fleece)
Roupa de banho
Chapéu/boné
Bota ou tênis de caminhada
Meias de trekking
Chinelos
Toalha de secagem rápida
Mochila de 20 a 40 litros
Saco impermeável (dry bag)
Óculos de sol
Protetor solar
Repelente de insetos
Garrafa de água reutilizável
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Não se esqueça dos itens essenciais de viagem: documentos, cartões de crédito/débito, dinheiro em espécie (Reais), medicamentos pessoais (para dor de cabeça, tensão muscular, problemas estomacais…), carregadores e carregadores portáteis (power banks) para dispositivos eletrônicos.
Trekking na Chapada Diamantina, Bahia, com o PlanetaEXO
O Vale do Pati é transformador para qualquer amante da natureza. Se você mal pode esperar para experimentar um dos trekkings mais bonitos do mundo, é hora de reservar sua viagem e conferir os Pacotes Chapada Diamantina com o PlanetaEXO, uma plataforma de ecoturismo que trabalha com os melhores operadores locais.
Nossa equipe ajuda você com tudo o que precisa para umas férias incríveis, incluindo reservas, opções de transporte, roteiros personalizados e muito mais. Entre em contato conosco agora!
Para os apaixonados por ecoturismo, é essencial saber que o Brasil tem muito a oferecer nessa área.
Não é de surpreender que o país tenha sido escolhido por Forbesem 2023 como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo. Mas quais são os melhores lugares para se visitar no Brasil para o ecoturismo? Para ajudá-lo a planejar sua próxima viagem, selecionamos o Os 7 principais destinos de ecoturismo no Brasil. Dê uma olhada neles:
A maior floresta tropical do mundo é também um dos destinos mais fascinantes para o ecoturismo no Brasil. Na Amazônia, você pode se hospedar em pousadas sustentáveis, navegar por rios e riachos, observar a abundante fauna e flora e interagir com as comunidades ribeirinhas. Uma experiência única e inesquecível.
Por que visitar? A região desempenha um papel crucial no combate ao desmatamento, e o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa para aumentar a conscientização ambiental, além de ajudar a proteger as comunidades indígenas e ribeirinhas.
Considerado um dos principais polos de ecoturismo do Brasil, Bonito é um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar em águas cristalinas, observar a fauna e a flora aquáticas, fazer trilhas e admirar cachoeiras. Além disso, Bonito tem uma forte política de preservação ambiental, controlando o número de visitantes e cobrando taxas de conservação.
Por que visitar? Na vanguarda do ecoturismo brasileiro, Bonito é um exemplo na transição do turismo tradicional para o sustentável, com um sistema eficaz de controle de visitação, garantindo uma gestão responsável e consciente do turismo.
Vale do Pati, Chapada Diamantina – Photo: Lucas Ribeiro
Localizado na Chapada Diamantina, o Vale do Pati é um dos tesouros naturais do Brasil. Ele oferece aos visitantes a chance de ver paisagens espetaculares, caminhar por trilhas que revelam a biodiversidade exclusiva da região e ter interações autênticas com a comunidade local.
Por que visitar? O ecoturismo desempenha um papel fundamental na economia local, com os turistas se hospedando e comendo nas casas dos moradores, sendo a principal fonte de renda da região. Além disso, a área adota um modelo de sustentabilidade exemplar, com casas que utilizam 100% de energia solar para suas operações.
Pantanal – Photo: Bruno Henrique G Carvalho @bhc_bio
A maior área úmida do mundo é um santuário ecológico que abriga uma das mais extensas concentrações de vida selvagem do planeta, o que a torna um dos principais destinos de ecoturismo no Brasil. No Pantanal, você pode fazer safáris fotográficos, observar animais como onças-pintadas, jacarés e araras-azuis, pescar piranhas e presenciar o pôr do sol mais bonito do Brasil.
Por que visitar? O Pantanal tem sido o centro das discussões sobre conservação nos últimos anos. Somente uma combinação de ecoturismo e práticas agrícolas responsáveis pode preservar as tradições pantaneiras e proteger espécies ameaçadas de extinção, como as onças-pintadas.
Fernando de Noronha – Photo: Michele Roth @michele_roth_
O arquipélago de Fernando de Noronha, Patrimônio Mundial da UNESCO, encanta os visitantes com suas praias paradisíacas e biodiversidade marinha. Os amantes da aventura podem explorar as águas cristalinas e observar de perto golfinhos, tartarugas, tubarões e peixes coloridos. Fernando de Noronha é um destino obrigatório para os amantes da natureza e da beleza
Por que visitar? A ilha promove a educação ambiental por meio da observação da vida selvagem, oferecendo aprendizado prático e interativo sobre a preservação ambiental.
Um dos destinos mais selvagens e preservados do Brasil, o Jalapão é uma região de cerrado que impressiona por sua diversidade de paisagens. Lá, você pode se aventurar por dunas douradas, nascentes de água azul, cachoeiras e formações rochosas. O Jalapão também é conhecido por seu artesanato de capim dourado, típico da região.
Por que visitar? Com iniciativas voltadas para a conservação da biodiversidade, a região tem características únicas, como o manejo do capim dourado e a proteção de espécies ameaçadas de extinção, como o pato mergulhador.
Um dos destinos mais incríveis do Brasil, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses surpreende os visitantes com sua beleza natural e singularidade. O parque abriga um ecossistema raro, composto por dunas de areia branca que se estendem por 150.000 hectares, que se transformam em lagoas de água doce durante a estação chuvosa, criando um contraste impressionante.
Por que visitar? Ele garante que o turismo funcione como um motor econômico para as comunidades locais, melhorando sua qualidade de vida por meio do aumento da renda. It boosts local handicrafts, particularly products made from Buriti fiber, like bags and hats, making them meaningful souvenirs and supporting the artisan economy. Os guias credenciados pelo ICMBio para entrar no parque não apenas mostram o caminho, mas também protegem e cuidam desse lugar especial.
A Chapada Diamantina é um dos destinos mais cobiçados do Brasil para os amantes da natureza.
Com suas montanhas majestosas, cachoeiras deslumbrantes e rica biodiversidade, a região é o paraíso dos aventureiros. No entanto, explorar essas maravilhas naturais com responsabilidade requer um guia experiente e consciente. É aí que entra Lucas Neves, um guia de turismo de aventura e parceiro da PlanetaEXO que dedicou sua carreira a promover o turismo sustentável na região.
Quem é Lucas Neves? Aos 28 anos, Lucas é natural do Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Ele encontrou na profissão de guia de turismo de aventura a oportunidade de combinar sua paixão pela natureza com a liberdade de ser autônomo. Lucas também trabalha como brigadista na Brigada Voluntária do Vale do Capão, combatendo incêndios florestais, resgatando pessoas feridas em áreas remotas e salvando animais silvestres em áreas urbanas. Como diz Lucas, “Além de ser uma oportunidade de trabalhar com o que eu amo (montanhas, trilhas, aventura), na realidade local é uma profissão que me permite ser autônomo, ter mais liberdade, o que é algo que valorizo muito”.
Turismo sustentável como uma missão Para Lucas Neves, o turismo sustentável não é apenas um slogan, mas uma missão de vida. “Por meio de práticas com impacto mínimo no meio ambiente e da transmissão de conhecimento aos visitantes, essa consciência se multiplica”, diz Lucas. Ele acredita que a sustentabilidade começa com educação e conscientização. Antes de cada caminhada, Lucas faz questão de apresentar aos visitantes o ambiente único da Chapada Diamantina, explicando as práticas que minimizam o impacto humano. Durante as caminhadas, ele demonstra essas práticas em ação, mostrando o impacto positivo que elas têm sobre o meio ambiente local, não apenas em curto prazo, mas também em médio e longo prazo.
Lucas Neves no mirante do Vale do Pati, Chapada Diamatina
Práticas sustentáveis em ação Lucas adota uma série de iniciativas para promover o turismo sustentável. Ele está envolvido em programas de educação ambiental na comunidade local, ensinando as gerações mais jovens sobre a importância da conservação. Além disso, ele faz questão de contratar os serviços de nativos locais e incentiva os turistas a comprar artesanato e produtos culinários locais. Essas ações não apenas ajudam a economia local, mas também incentivam uma forma de turismo que respeita e valoriza a cultura e o meio ambiente locais.
A experiência do viajante Para Lucas, o objetivo é ser o elo entre o cliente e a natureza. Ele personaliza cada roteiro com base no perfil do viajante, levando em conta fatores como condicionamento físico e clima. O foco é sempre a segurança, mas também a superação das expectativas dos visitantes, permitindo que eles se integrem e se entreguem ao máximo ao objetivo do roteiro.
Guia fantástico! Nós nos divertimos muito com sua orientação, Lucas. Você realmente ama a natureza e seu trabalho, e isso fica evidente!
Ole, from Germany
Ole, da Alemanha
O papel do PlanetaEXO A parceria com a PlanetaEXO amplia esses esforços. “A parceria com a PlanetaEXO, por meio da alta frequência de trabalho em parceria e da remuneração justa acima do que o mercado costuma pagar, me permite pagar treinamentos para me aperfeiçoar como profissional”, diz Lucas. A empresa faz questão de contratar guias e outros funcionários locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável das comunidades da Chapada Diamantina. O aprendizado do inglês, proporcionado pela PlanetaEXO, abriu portas para Lucas, permitindo que ele interagisse com clientes de outros países e enriquecesse sua visão de mundo.
De acordo com Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, Lucas Neves serve como modelo inspirador:
Desde os primeiros dias da PlanetaEXO, percebemos em Lucas Neves não apenas um guia talentoso, mas um profissional cujos valores se identificavam profundamente com a missão da nossa empresa: o desenvolvimento sustentável do turismo e o fortalecimento das comunidades locais. Ele se tornou uma fonte de inspiração para aqueles que estão ingressando ou considerando uma carreira no turismo sustentável. Dois anos após o início dessa frutífera colaboração, posso dizer com confiança que nossa missão foi cumprida – e ainda estamos apenas no começo. A parceria com Lucas Neves é um testemunho vivo do impacto positivo que podemos alcançar quando valores, paixão e profissionalismo se alinham. Estamos entusiasmados com o que o futuro nos reserva e confiantes de que essa parceria continuará a dar muitos frutos para as comunidades da Chapada Diamantina e para o mundo do turismo sustentável como um todo.
Desafios e recompensas
Ser guia em uma área tão biodiversa e sensível como a Chapada Diamantina não é tarefa fácil. Lucas ressalta que um dos maiores desafios é atender a públicos com perfis extremamente diferentes, mantendo sempre sua mente focada e positiva. No entanto, ele se mantém atualizado e informado por meio da comunicação constante com outros guias e membros da comunidade local.
Pegadas da mudança
Lucas Neves não é apenas um guia; ele é um embaixador do turismo sustentável e um defensor da comunidade local. Sua parceria com a PlanetaEXO exemplifica como o turismo responsável pode ser uma força para o bem, beneficiando tanto os visitantes quanto as comunidades anfitriãs. Em um mundo que precisa desesperadamente de mais sustentabilidade e consciência ambiental, figuras como Lucas são verdadeiros faróis de esperança.
Descubra as maravilhas de Fernando de Noronha, um paraíso para quem mergulha: vida marinha diversa, pontos de mergulho de tirar o fôlego e uma conexão de verdade com a natureza!
O mergulho em Fernando de Noronha acontece dentro do Parque Nacional Marinho, um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. Conhecido pela biodiversidade e pelas águas cristalinas, este Patrimônio Mundial da UNESCO tem o que oferecer a mergulhadores de todos os níveis, unindo aventura e conservação.
Um dos motivos que fazem o mergulho em Noronha se destacar é a dedicação do arquipélago ao turismo sustentável. Com práticas ecológicas que mantêm a região preservada para as próximas gerações, os visitantes são incentivados a respeitar os ecossistemas marinhos.
Fernando de Noronha reúne mais de 20 pontos de mergulho de nível mundial, o que agrada tanto a iniciantes quanto a mergulhadores experientes. Em cada um deles você explora jardins de coral ou navega por navios naufragados. Este é o nosso guia dos melhores pontos de mergulho de Fernando de Noronha para ajudar você a planejar a sua aventura:
Este ponto de mergulho profundo tem um anfiteatro natural de recifes de coral, correntes desafiadoras e a chance de cruzar com grandes espécies marinhas, como garoupas e raias. A profundidade e o cenário submerso fazem dele o lugar ideal para quem quer testar os próprios limites.
A Ilha do Meio é conhecida pelas águas calmas e pelas paisagens submersas, o que a torna ótima para mergulhos tranquilos. O local abriga uma vida marinha variada, de pequenos peixes de recife a moreias, e é um prato cheio para fotógrafos subaquáticos.
Ressurreta (7m)
Se você está começando no mergulho e quer entrar aos poucos, Ressurreta é o seu lugar. É um ponto calmo e raso, com muitos peixes e pequenas formações de coral. Também é ótimo para o snorkeling em Fernando de Noronha.
Caverna da Sapata (29m)
Iluminada de forma natural, esta caverna submersa é o sonho de todo mergulhador, com um jogo cativante de luz e sombra. As formações geológicas e as espécies de peixes criam um espetáculo em constante mudança que fica na memória. É perfeita para quem gosta de explorar paisagens subaquáticas cheias de detalhes.
Corveta V17 (62m)
Este navio de guerra afundado é parada obrigatória. Lar de muita vida marinha, ali você encontra tubarões de recife, corais e cardumes. É um mergulho desafiador e impressionante para os mais experientes.
Corveta V17
Laje 2 Irmãos (23m)
Perto do icônico morro Dois Irmãos, este ponto revela formações rochosas marcantes e muita biodiversidade marinha. Os mergulhadores podem cruzar com cardumes coloridos, golfinhos brincalhões e tartarugas. A profundidade moderada o deixa acessível a mergulhadores intermediários e avançados.
Morro de Fora (16m)
Este ponto raso é ótimo para iniciantes e mergulhadores intermediários, com peixes tropicais e jardins de coral. A vida marinha vibrante e as condições calmas fazem dele um excelente lugar para quem está começando.
Cagarras Rasa (22m)
Um caleidoscópio de cores espera pelos mergulhadores neste ponto vibrante. Tem recifes de coral e vida marinha, incluindo peixes-anjo e tartarugas. É um dos favoritos de mergulhadores de todos os níveis.
Cagarras Funda (33m)
Mais fundo, este ponto é perfeito para mergulhadores avançados em busca de aventura. Com paredões e cânions submersos, Cagarras Funda é território de raias e barracudas, o que rende um mergulho cheio de movimento.
Buraco do Inferno (16m)
O nome pode soar um pouco sombrio, mas o local é um labirinto de fendas e cavernas submersas. As formações geológicas servem de abrigo para crustáceos e pequenos peixes de recife, o que torna a exploração bem tranquila.
Cordilheira (33m)
A Cordilheira é conhecida pelas paisagens submersas dramáticas, com quedas acentuadas e paredões altíssimos. O ponto também tem biodiversidade rica, de nudibrânquios a espécies pelágicas, e é parada obrigatória para mergulhadores avançados.
Macaxeira (40m)
Este ponto de mergulho é conhecido pelas formações rochosas intrincadas e pelos jardins de coral vibrantes. É ótimo para mergulhadores experientes em busca de uma experiência subaquática marcante, já que abriga raias, moreias e peixes tropicais.
Buraco das Cabras (16m)
Um ponto tranquilo para observar pequenos peixes de recife num clima relaxado. A pouca profundidade o torna ideal para iniciantes e para quem quer mergulhar com calma.
Caieiras (17m)
Caieiras é conhecida pelos recifes de coral e peixes tropicais, com navegação fácil e perfeita para mergulhadores intermediários. O ambiente submerso rende uma experiência marcante.
Pedras Secas (17m)
Pedras Secas é um labirinto submerso de formações rochosas, perfeito para mergulhadores que gostam de explorar passagens estreitas e descobrir vida marinha escondida.
Frade (23m)
Este ponto é um clássico para ver raias, tartarugas e cardumes. É um mergulho empolgante para o nível intermediário e oferece uma experiência recompensadora.
Trinta Réis (22m)
Trinta Réis é um favorito pela atmosfera, pelo cenário e pela vida marinha. É comum cruzar com espécies pequenas e grandes, o que garante um mergulho bem completo.
Cabeço Submarino (23m)
Se você curte explorar maravilhas geológicas enquanto observa uma vida marinha diversa, Cabeço Submarino é um ótimo ponto. Tem formações rochosas únicas e paisagens submersas.
Iuias (23m)
Iuias é um paraíso para mergulhadores. Com uma vida marinha variada, é um dos favoritos de fotógrafos subaquáticos e amantes da natureza graças à biodiversidade.
Pontal do Norte (42m)
Profundo e desafiador, Pontal do Norte abriga uma vida marinha diversa, com cardumes e, de vez em quando, algum tubarão. A profundidade e as correntes fortes o deixam mais indicado para mergulhadores experientes em busca de uma aventura recompensadora.
Cabeço das Cordas (43m)
Se você procura um ótimo ponto para mergulhar, Cabeço das Cordas é uma escolha certeira. Oferece paisagens submersas e vida marinha de encher os olhos. A luz sobre as formações de coral é linda e faz dele um lugar excelente para mergulhadores avançados testarem as próprias habilidades.
Mergulhe nas Maravilhas de Fernando de Noronha
Agora que você já conhece os melhores pontos de mergulho em Fernando de Noronha, é hora de começar a planejar a sua aventura. No PlanetaEXO, temos pacotes que permitem explorar esse paraíso submerso de forma responsável e sustentável.
Seja você um iniciante em busca de águas calmas ou um mergulhador experiente atrás de um desafio em alto-mar, as nossas viagens são guiadas por especialistas locais e prometem marcar você para sempre. Mergulhe na vida marinha, nos recifes de coral e nas paisagens submersas: fale com o PlanetaEXO e reserve hoje mesmo a sua aventura em Fernando de Noronha!
Essa foi, com certeza, a maior aventura de nossas vidas!
Germano
O tempo estava chuvoso e a previsão era de mais chuva ainda. O grupo de 7 amigos da Paraíba pensou em desistir da viagem, mas o apelo por uma nova aventura falou mais alto. E assim, temerosos, mas determinados, foram ao encontro da equipe da PlanetaEXO no ponto de partida para o Vale do Pati, a cidade de Guiné.
Ana Karla, Roberto, Germano, Ana Claudia, Jória, Robertinho e Adriana.
Apresentados a Saulo e Gil, os guias que os conduziriam nos próximos 4 dias de trekking no Vale do Pati, o grupo sentiu a segurança necessária para se entregar a esse desafio. E com seus bastões de caminhada, iniciaram os primeiros 300 metros de elevação em meio à chuva, neblina, lama e pedras escorregadias para chegar ao primeiro ponto de parada e cartão postal do Vale: o Mirante do Pati.
Com o coração aberto e já emocionados por ver tamanha grandiosidade da natureza, eles puderam experimentar a primeira impressão da transformação que os aguardava. Seus joelhos já estavam reclamando e o cansaço pedia que voltassem para o conforto de casa, mas eles não desistiram. A experiência concebida pelo líder do grupo, Germano, 59 anos, estava apenas começando… E essa é uma jornada de vencedores!
Nossos guias fizeram a diferença! Técnica, paciência, tranquilidade, sempre atenciosa e com incentivo!
Ana Cláudia
Já na casa do nativo Sr. Wilson, o grupo pôde descansar e ser bem recebido pela família que, durante a estadia, ofereceu refeições saborosas e reforçadas e o melhor do conforto de sua casa, que, por sinal, não inclui chuveiro quente, nem wi-fi, mas o necessário para acordar animado para o dia seguinte.
A caminhada de 5 horas para chegar ao Cachoeirão de cima foi desafiadora, mas a viagem de volta seria ainda mais difícil. Esse é um privilégio para aqueles que fazem caminhadas na chuva, as cachoeiras são radiantes! Uma ducha e um lanche renovaram o ânimo para enfrentar o retorno da chuva forte, os escorregões e a confiança uns nos outros e nas mãos de seus guias. Eram quase nove horas quando eles voltaram para casa, exaustos, mas vibrantes. “Abrir a sessão de chope para comemorar” – disse Germano.
A essa altura da viagem, eles já estavam se sentindo fortes, confiantes e transformados. Os dias que se seguiram foram uma celebração nas cachoeiras e piscinas naturais, com o sabor de quem acaba de descobrir um pouco mais sobre si mesmo. No último dia, o “grand finale” dos desafios: subir a Rampa do Pati para ir embora. Um misto de emoção e cansaço, mas a certeza de uma experiência inesquecível.
Com certeza, uma nova maneira de viajar agora faz parte da vida desse corajoso grupo! E SIM, o trekking do Vale do Pati é para todas as idades!
Bem-vindos à nossa família, aventureiros do PlanetaEXO!
Obrigado pela experiência que o EXO nos proporcionou. Um abraço fraterno, em especial, aos nossos guias Saulo e Gil, muito eficientes e atenciosos conosco.
Roberto
“Obrigado pelo carinho, conhecimento técnico, e mais ainda pela paciência, poder de estimular e vibrar juntos! Parabenizo-os pela educação e cuidado dado individualmente, pelo poder de agregar, pela força mental e física do Saulo e do Gil. Além do carinho e gentileza, sempre nos agraciando com palavras, conversas e sorrisos!“
Você está interessado em fazer uma caminhada para escalar o Monte Roraima, mas está se perguntando quanto custa? Junte-se a nós para orientá-lo sobre todos os aspectos importantes a serem considerados antes de embarcar em sua aventura no Monte Roraima.
Nós o ajudaremos a tirar o máximo proveito de sua viagem, garantindo sua segurança em cada etapa do caminho. Vamos nos aprofundar nos detalhes juntos, para que você possa aproveitar ao máximo essa incrível viagem ao lugar mais antigo da Terra.
Quanto custa escalar o Monte Roraima?
O custo de escalar o Monte Roraima pode variar dependendo de vários fatores, como a duração da caminhada, a rota escolhida e os serviços incluídos no pacote. O PlanetaEXO oferece autênticas experiências com guias locais que falam inglês e todos os pacotes do Monte Roraima incluem: transporte terrestre de ida e volta de Boa Vista para a Comunidade Indígena de Paraitepuy; acomodação de uma noite em quarto duplo em Santa Elena de Uairén; refeições completas durante o trekking; equipamento de acampamento compartilhado: barraca dupla compartilhada, equipamento de cozinha (panelas, pratos, copos, utensílios); equipe de logística; guia da trilha e kit de primeiros socorros.
O Trekking de 8 dias para o Monte Roraimacusta R$5.500,00 e começa em Santa Elena de Uairén, na Comunidade Indígena Paraitepuy. Nesse passeio, você passará 3 noites no topo e terá uma experiência imersiva nas maravilhas naturais do Monte Roraima, com ênfase especial em descobrir e aproveitar as encantadoras piscinas naturais e jacuzzis ao longo do caminho.
A Trilha Makunaima de 10 diascusta R$6.200,00 e oferece uma viagem cativante ao “Mundo Perdido” de Makunaima, mostrando as maravilhas naturais do Monte Roraima e fornecendo informações sobre a cultura indígena da região. Nessa aventura, você passará 5 noites no topo e terá uma oportunidade extraordinária de conhecer as místicas paisagens e abraçar o rico patrimônio desse destino extraordinário.
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